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Mostrando 6521 a 6560 de 18707 notícias

  • Relação entre Vorcaro e ministros do STF: A revelação do financiamento de eventos pelo Banco Master criou suspeitas sobre potencial influência no Judiciário, pressionando a Corte.
  • Banco Master sob investigação: A liquidação do banco pelo Banco Central destaca operações internas fragilizadas, gerando um ambiente de incerteza para investidores.
  • STF enfrenta crise de credibilidade: Com o pedido de habeas corpus do banqueiro em discussão, o tribunal está sob escrutínio, afetando potencialmente a confiança do mercado.
  • Impacto no networking institucional: A proximidade de Vorcaro com autoridades é agora analisada em busca de interesses ocultos, o que pode influenciar futuras interações empresariais.
  • Reavaliação de conexões empresariais: A derrocada do Banco Master força uma revisão estratégica das relações previamente mantidas com a instituição no ambiente corporativo.

  • Pagamento de dividendos: Taesa (TAEE11), Porto Seguro (PSSA3), Isa Energia (ISAE4) e outras empresas pagarão proventos entre 24 e 28 de novembro.
  • Imposto de Renda: Dividendos não são tributados, já os JCPs têm retenção de IR à alíquota de 15%.
  • Datas e valores: Confira a agenda completa para datas de corte e valores por ação para planejamento estratégico.
  • Recomendações de ações: Analista Ruy Hungria lista mensalmente 5 ações promissoras para dividendos com bom preço de entrada.
  • Relatório gratuito: Acesso a um relatório detalhado está disponível para entender a tese das recomendações de dividendos de Hungria.

  • Ouro e Bitcoin em alta: Felipe Miranda prevê que o ouro pode atingir até US$ 10 mil e o Bitcoin até US$ 1 milhão, devido à desvalorização de moedas fiduciárias como o dólar.
  • Dólar em queda: O dólar tem perdido valor em comparação com outras moedas, impactando investidores globais que buscam alternativas como ouro e Bitcoin.
  • Crescente dívida mundial: A dívida global atingiu US$ 337,7 trilhões, impulsionando a busca por ativos sem vínculo com governos, favorecendo ouro e Bitcoin.
  • Investidores se voltam para ativos reais: Com uma nova ordem global multipolar, a compra de ouro e Bitcoin cresce, sendo o ouro uma escolha crescente entre bancos centrais.
  • Posicionamento estratégico: Evento gratuito da Empiricus em 24 de novembro guiará investidores sobre como lucrar neste novo cenário financeiro com ouro e Bitcoin.

  • Recomendação de Compra: O banco Safra manteve a recomendação 'outperform' (compra) para a Axia Energia, destacando o retorno potencial de 17% para AXIA3 e 22% para AXIA6 em 12 meses.
  • Alvo de Preço: Preço-alvo definido pelo Safra é de R$ 71,40 para AXIA3 e R$ 77,60 para AXIA6, indicando atratividade mesmo após forte valorização.
  • Política de Dividendos: Nova política estabelece alavancagem de 3,0x a 4,25x dívida líquida/Ebitda, suportando pagamentos maiores e projeção de dividend yield médio de 8% entre 2025 e 2027.
  • Perspectiva de Crescimento: Safra projeta crescimento médio do Ebitda de 7,9% ao ano entre 2026 e 2028 e destaca a vantagem da Axia com preços elevados de energia até 2027.
  • Riscos Potenciais: Banco Safra ressalta riscos como preços de energia menores, custos mais altos, decisões judiciais negativas e má alocação de capital.

  • Venda da EAPSA: Neoenergia (NEOE3) assinou contrato para vender a totalidade das ações da Energética Águas da Pedra (EAPSA) para a EDF Brasil Hidro Participações por R$ 2,515 bilhões.
  • Estrutura da Transação: Do total da transação, R$ 2,23 bilhões representam o valor da empresa em dezembro de 2024, com o restante atualizado pelo CDI até a assinatura do contrato. Preço final será corrigido até a conclusão.
  • Participação Indireta: Neoenergia manterá 25% de participação indireta na EAPSA por meio de um Acordo de Investimento, ao aportar R$ 93,5 milhões na EDF Brasil Holding.
  • Opção de Compra/Venda: EDF Brasil Holding terá o direito de comprar a totalidade da participação da Neoenergia em até 2,5 anos, e a Neoenergia poderá optar por vender sua fatia.
  • Conclusão Depende de Aprovações: A conclusão do negócio está sujeita às aprovações do Cade, Aneel, autoridades concorrenciais competentes e agentes financiadores da EAPSA.

  • Itaú BBA rebaixa Hapvida: Recomendação das ações HAPV3 foi de outperform (compra) para market perform (neutra); preço-alvo cortado de R$ 66 para R$ 22.
  • Tese de investimento revista: Resultados recentes da Hapvida levaram a mudanças na avaliação de instituições, incluindo Ágora Investimentos e JP Morgan.
  • Desafios e custos crescentes: Custos fixos subiram com a expansão no Sudeste; expectativas de crescimento não se concretizaram, pressionando margens.
  • Concorrência afeta participação: Amil ganha mercado em São Paulo com o produto "Bronze", enquanto Hapvida tenta recuperar participação através de maior utilização.
  • Cenário de difícil previsibilidade: Reajustes de preços são possíveis, mas limitados, exigindo atenção dos traders para movimentações em litígios e churn.

  • Governo anuncia contenção de R$ 7,7 bilhões em gastos ministeriais para cumprir regras fiscais, reduzindo a necessidade de bloqueio em R$ 4,4 bilhões.
  • Contingenciamento de R$ 3,3 bilhões é necessário para atingir a meta de resultado primário com déficit zero e uma banda de tolerância de 0,25% do PIB.
  • Previsão de déficit primário para 2025 é de R$ 34,3 bilhões, maior que os R$ 30,2 bilhões previstos em setembro, desconsiderando exceções autorizadas pelo STF.
  • Receita líquida projetada em R$ 2,34 trilhões, enquanto a despesa primária total deve atingir R$ 2,42 trilhões em 2023.
  • Ações governamentais focadas na margem inferior da meta fiscal devido a ajustes do TCU e aprovação de norma pelo Congresso, permitindo execução orçamentária viável.

  • Alta dos juros e câmbio vantajoso: Taxas de juros elevadas e o desconto do valor em dólar atraíram empresas estrangeiras para adquirir companhias brasileiras listadas na B3.
  • Saídas significativas da B3: Empresas como JBS (JBSS3), Carrefour (CRFB3) e Zamp (ZAMP3) deixaram a bolsa devido a aquisições, simplificações corporativas, ou listagens no exterior.
  • Compras estrangeiras: Empresas como Santos Brasil (STBP3) e Wilson Sons (PORT3) foram adquiridas por investidores estrangeiros, visando redução de custos e estratégias de negócios.
  • OPAs e mudanças de controle: Ações de companhias como Clearsale (CLSA3) e Eletromidia (ELMD3) foram retiradas do mercado por meio de OPAs realizadas por novos controladores.
  • Possíveis deslistagens futuras: Potenciais saídas futuras incluem Banco Pan (BPAN4) e Gol (GOLL54), com movimentos estratégicos para reestruturação e operações internacionais.

  • Felipe Miranda, CIO da Empiricus Research, projeta que o ouro pode alcançar US$ 10 mil e o bitcoin US$ 1 milhão.
  • Declínio do valor das moedas fiduciárias, especialmente o dólar, está incentivando a busca por ouro e bitcoin como alternativas de reserva de valor.
  • Dívida global em alta, com aumento de US$ 21 trilhões apenas em 2025, está alimentando a busca por ativos sem vínculo com governos e bancos centrais.
  • Alta do ouro e ajustes no preço do bitcoin refletem a nova ordem financeira e uma potencial oportunidade de investimento.
  • Evento online da Empiricus em 24 de novembro abordará estratégias para se beneficiar dessas transformações antes da maioria dos investidores.

  • Produção Diária: Conheça os vídeos e podcasts oferecidos diariamente pela Ágora Investimentos.
  • Conteúdo Atualizado: Acompanhamento constante sobre o mercado financeiro com análises diárias.
  • Insights de Mercado: Obtenha informações valiosas para tomada de decisão em operações financeiras.
  • Fonte Confiável: Conte com a expertise de uma das mais renomadas instituições de investimento.
  • Acessibilidade: Vídeos e podcasts disponíveis para facilitar o acesso ao conteúdo em qualquer lugar.

  • Ibovespa recua 1,88%: Índice caiu para 154.770,10 pontos, impactado pela liquidação do Banco Master.
  • Liquidação do Banco Master: 1,6 milhão de credores afetados; impacto negativo nas ações do setor financeiro.
  • Traders atentos ao Payroll e Nvidia: Payroll dos EUA mostrou criação de 119 mil empregos; ações da Nvidia caíram 2,97% após resultados.
  • Mercado de câmbio agitado: Dólar subiu 1,97% para R$ 5,4015; euro avançou 1,06% para R$ 6,219.
  • Destaques no Ibovespa: Cogna (COGN3) subiu 9,25%, enquanto MBRF (MBRF3) teve a maior queda, caindo 15,16%.

  • BRB reafirma sua solidez, reagindo a coberturas recentes que envolveram suas carteiras de crédito.
  • Atualização de Ativos: O banco relatou atualmente ter mais de R$ 80 bilhões em ativos.
  • Carteira de Crédito: Possui mais de R$ 60 bilhões em sua carteira de crédito.
  • Ajuste de Perímetro: Ajustes na transação com Banco Master podem impactar positivamente o preço.
  • Oportunidades para Traders: Volume e ativos financeiros do BRB apresentam potencial para ações no mercado.

  • Ibovespa em Queda: O Ibovespa fechou em baixa de 0,39% aos 154.770,1 pontos, com volume negociado de R$ 24,2 bilhões, após feriado.
  • Alívio Tarifário nos EUA: Trump removeu tarifa adicional de 40% sobre produtos brasileiros como carne bovina e café, aumentando lista de isenção para mais de 900 itens.
  • Dados de Emprego nos EUA: Payroll superou expectativas com a criação de 119 mil empregos em setembro, mas a taxa de desemprego subiu para 4,4%.
  • Ações em Destaque: Petrobras (PETR3;PETR4) caiu cerca de 0,8%, enquanto Vale (VALE3) e Itaú (ITUB4) subiram 0,32% e 0,3%, respectivamente.
  • Alta do Dólar: Dólar subiu 1,18%, fechando a R$ 5,4015, maior valor desde 17 de outubro.

  • Data dos Leilões: 24 de novembro.
  • Valor Total: Até US$ 2 bilhões.
  • Finalidade: Rolagem de vencimento de 5 de janeiro de 2026.
  • Impacto Esperado: Influência no câmbio devido à injeção de dólares no mercado.
  • Oportunidade: Monitorar o impacto nos pares de moeda BRL/USD.

  • Ação de Venda: Neoenergia vendeu uma hidrelétrica em Mato Grosso para a EDF Hidro por R$ 2,5 bilhões.
  • Impacto no Preço: O valor de venda está sujeito à correção do CDI até o fechamento do negócio.
  • Capacidade da Hidrelétrica: A usina possui uma capacidade instalada de 261 MW.
  • Sinal para Ações NEOE3: A venda pode influenciar positivamente o preço das ações da Neoenergia (NEOE3).
  • Reação do Mercado: Traders devem monitorar qualquer movimento dos preços das ações após a divulgação desta transação.

  • Neoenergia (NEOE3) assina contrato para vender a totalidade das ações da Energética Águas da Pedra (EAPSA) para EDF Brasil Hidro Participações por R$ 2,515 bilhões.
  • Valor total da transação inclui R$ 2,229 bilhões referente ao valor da empresa e R$ 286 milhões de atualização pelo CDI, corrigido até a conclusão do negócio.
  • Acordo de Investimento firmado com EDF Brasil Holding prevê aporte da Neoenergia de R$ 93,5 milhões, mantendo 25% de participação indireta na EAPSA.
  • Opção de compra da totalidade da participação da Neoenergia pela EDF Brasil Holding em até 2,5 anos após a conclusão do negócio, e vice-versa.
  • Aprovações regulatórias necessárias do Cade, Aneel e outros agentes antes da conclusão do negócio; reforça estratégia de rotação de ativos da Neoenergia.

  • Nova York em Alta: Os principais índices de Nova York subiram com suporte de declarações dovish do Federal Reserve, que aumentaram as apostas de corte de juros em dezembro.
  • Divisão no Comitê do Fed: Apesar das apostas em corte de juros, há divisão interna no Fed sobre a certeza desta ação em dezembro, refletida em recentes declarações e na ata.
  • Ambiente Global Sensível: PMIs fracos na Europa e quedas nos preços do petróleo (-1%) sinalizam um cenário macroeconômico volátil com negociações de paz na Ucrânia.
  • Ibovespa em Queda: O índice recuou 0,39%, pressionado por commodities e preocupações fiscais locais, com um giro de R$ 24 bilhões.
  • Dólar em Alta: O dólar subiu 1,18% frente ao real, cotado a R$ 5,40, com juros futuros encerrando em viés de alta nos prazos curtos e médios.

  • Ibovespa fechou em queda: O índice registrou sua primeira perda semanal desde o início de outubro.
  • Volume financeiro: Os negócios totalizaram R$ 24,2 bilhões na sexta-feira.
  • Eventos da sessão: O pregão foi marcado pelo vencimento de opções sobre ações.
  • Tendência de mercado: A queda sugere cautela dos investidores no cenário atual.
  • Foco para traders: Monitorar sinais de resistência e suporte no índice para identificar potenciais movimentos de mercado na próxima semana.

  • Donald Trump removeu tarifa adicional de 40% sobre produtos como carne bovina e café brasileiros, ampliando a lista de exceções para mais de 900 itens.
  • Exportadores brasileiros voltam a ter competitividade nos EUA, beneficiando principalmente os setores de proteínas e cafés especiais, segundo Gustavo Sung da Suno Research.
  • Ibovespa recua 0,39% mesmo com a remoção de tarifas, influenciado por uma aversão global ao risco, mas analistas esperam reação positiva futura com novas flexibilizações tarifárias.
  • Frigoríficos como Minerva (BEEF3) e JBS (JBSS32) são destacados como principais beneficiários devido à alta demanda de proteína nos EUA, somados ao alívio de tarifas.
  • 55,4% das exportações brasileiras para os EUA estão isentas da tarifa, porém setores como siderurgia e bens de capital ainda enfrentam penalizações.

  • Comentários de John Williams: O presidente do Fed de Nova York destacou que há espaço para reduzir taxas de juros a curto prazo.
  • Impacto nas Bolsas de NY: As bolsas de Nova York fecharam em alta com a perspectiva de corte de juros.
  • Meta de Inflação: Williams reassurou que a redução das taxas não comprometerá a meta de inflação do Fed.
  • Reação do Mercado: Os sinais de possível corte de juros animaram investidores, refletindo positivamento nos índices de ações.
  • Oportunidade para Traders: A expectativa de corte de juros pelo Fed pode criar um ambiente favorável para investimentos a curto prazo.

  • Ibovespa fecha em queda: O índice brasileiro encerrou o dia em baixa, seguindo correções e indo na contramão dos mercados internacionais.
  • Alta nos índices dos EUA: Os mercados norte-americanos registraram altas após declarações sobre possíveis cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve.
  • Contraste com o exterior: Enquanto o Ibovespa caiu, as bolsas internacionais bateram alta, indicando uma divergência significativa no comportamento dos mercados.
  • Expectativas sobre o FED: Comentários de membros do Federal Reserve sobre cortes nas taxas impulsionaram o otimismo nos mercados americanos.
  • Atenção para correções: Traders devem monitorar sinais de correções no mercado brasileiro, especialmente no contexto de divergências com as tendências globais.

  • Ibovespa fecha em queda de 0,39% nesta sexta-feira (21), aos 154.770,10 pontos, acumulando baixa de 1,88% na semana.
  • Dólar encerra a R$ 5,4015 com alta de 1,18% no dia e valorização de 1,97% na semana em relação ao real.
  • Trump suspende tarifas de 40% sobre produtos agrícolas brasileiros, impactando 238 itens como café e carne bovina.
  • CVC (CVCB3) lidera perdas no Ibovespa com queda superior a 7%, enquanto Magazine Luiza (MGLU3) e Azzas 2154 (AZZA3) estão entre as maiores altas.
  • Wall Street fecha em alta com Dow Jones (+1,08%), S&P 500 (+0,98%) e Nasdaq (+0,88%) beneficiados por expectativa de corte de juros nos EUA.

  • Setor de Consumo Penalizado: CVC (CVCB3) caiu 7,11% devido a juros futuros em alta e dólar acima de R$ 5,40, afetando empresas de consumo e turismo.
  • Projeções Cautelosas Impactam CVC: Apesar de resultados financeiros positivos, projeções mais conservadoras para 2026 sustentaram uma postura defensiva dos investidores.
  • Tecnologia em Queda: Totvs (TOTS3) recuou 6,66% em um cenário de aversão global ao risco, afetando fortemente o setor, especialmente após a reprecificação das expectativas de juros nos EUA.
  • Realização de Lucros: Ações de tecnologia, incluindo Totvs, sofreram realização de lucros após bom desempenho acumulado em 2025.
  • Quedas Generalizadas no Ibovespa: MBRF (MBRF3) (-3,77%), Embraer (EMBJ3) (-4,34%), Brava Energia (BRAV3) (-2,76%), Vamos (VAMO3) (-3,14%) e Minerva (BEEF3) (-2,61%) também estiveram entre as maiores baixas.

  • Os principais índices de Wall Street têm forte alta: Dow Jones (+1,08%), S&P 500 (+0,98%), Nasdaq (+0,88%).
  • Expectativa de corte nos juros reforçada: Declarações de dirigentes do Federal Reserve indicam potencial redução em dezembro.
  • Probabilidade de corte aumentou: Ferramenta FedWatch mostra 69,7% de chance para redução dos juros americanos.
  • Dados econômicos atrasados pelo 'shutdown': Relatórios importantes como CPI e payroll adiados, impactando a política monetária.
  • Impacto nos dados para decisão do Fed: Com dados insuficientes, o Fed pode manter os juros em dezembro.

  • Deslocamento Político na América do Sul: A vitória de Javier Milei na Argentina em 2023 e a tendência conservadora na Bolívia e Chile destacam uma guinada política para a direita na região.
  • Impactos Econômicos do Cenário Chileno: O Chile, maior produtor mundial de cobre, enfrenta instabilidade política e econômica, o que pode afetar commodities e mercados futuros da região.
  • Potencial de Reformas Estruturais na Argentina: Milei, com apoio legislativo significativo, pode implementar reformas econômicas que influenciem mercados financeiros e investidores.
  • Eleições Chilenas e Suas Consequências: José Antonio Kast, candidato conservador, é favorecido no segundo turno, podendo reforçar tendências políticas pró-mercado na região.
  • Perspectiva de Mudanças Políticas no Brasil: O ambiente político brasileiro pode mudar, com Tarcísio de Freitas emergindo como um potencial candidato unificador da oposição para 2026.

  • Terceiro dia consecutivo de perdas: O petróleo enfrenta uma sequência de quedas, aumentando a preocupação entre traders sobre a instabilidade do mercado.
  • Pouca volatilidade: Apesar dos declínios, o mercado apresenta baixa volatilidade, indicando uma possível fase de consolidação.
  • Preocupações com oferta: Problemas na oferta global de petróleo continuam a pressionar os preços para baixo.
  • Contexto geopolítico: O plano de paz para Rússia e Ucrânia influencia expectativas sobre a retomada da oferta, impactando diretamente o petróleo.
  • Implicações para traders: Monitorar notícias relacionadas à geopolítica e desdobramentos sobre a oferta é crucial para avaliar futuras movimentações no mercado de petróleo.

  • Commodities em Queda: Expectativa de preços estáveis ou em queda para petróleo e agrícolas em 2026. Riscos limitados para commodities metálicas com aço em baixa e cobre em alta.
  • Apreciação do Câmbio: Real valorizado em 10% no ano, ajudando a conter inflação. Estabilidade prevista, não barrando cortes na Selic.
  • Inflação Promissora: Redução da inflação corrente, com IPCA projetado em 4,5% em 2025. Desinflação em curso, mas ainda acima da meta.
  • Expectativas de Inflação: Estão sendo gradualmente ancoradas, com projeções em queda gradual para os próximos anos, mas ainda acima das metas.
  • Perspectiva Econômica para 2026: Previsão de início do corte de juros em março de 2026, com um provável corte inicial de 50 pb. A economia está desaquecendo, mas estímulos fiscais e de crédito representam incertezas.

  • Dólar fecha em alta de 1,2%: A moeda americana encerra o dia acima de R$ 5,40.
  • Acúmulo semanal: O dólar acumula ganho semanal de 1,97%, indicando tendência de valorização.
  • Ajuste pós-feriado: Movimento de alta atribuído a ajustes pós-feriado, afetando operações.
  • Influência política: Ruídos entre Planalto e Senado impactam o câmbio, sugerindo volatilidade.
  • Implicações para traders: Avaliar exposição cambial e potenciais impactos nas operações locais.

  • Crescimento do ITUB4: Ação do Itaú subiu 43% no ano, com potencial de alta 23% até 2026, segundo Safra.
  • Recomendação de compra: Analistas elevaram preço-alvo e mantiveram recomendação de compra, destacando 24% a 25% de lucratividade.
  • Eficiência e ROE: Há expectativa de que a eficiência atinja 35,8% até 2030, podendo cair para 30% com metas de longo prazo, aumentando o ROE.
  • Dividendos e Retenção: Previsão de pagamento de R$ 22,5 bilhões em dividendos até 2025, com possível antecipação devido à nova retenção de 10% sobre dividendos.
  • Recompra de Ações: Possibilidade de recompra de R$ 4 bilhões, totalizando R$ 2,5 por ação e um dividend yield de 6%.

  • CVCB3 lidera quedas no Ibovespa: Ações da CVC caíram 6,60%, negociadas a R$ 1,85.
  • Dólar pressionado: Moeda norte-americana acima de R$ 5,40, aumentando incerteza sobre juros nos EUA.
  • Volatilidade devido ao Federal Reserve: Apesar de 70% de chance de corte de juros em dezembro, decisão dividida impulsiona cautela.
  • Cancelamento do CPI de outubro: Paralisação do governo americano gerou incerteza adicional para mercados.
  • Impacto no setor de turismo: Alta da curva de juros afeta procura por pacotes de viagens e reservas no exterior.

  • Dólar fecha em alta de 1,18% e atinge R$ 5,4015, impulsionado por fraqueza nas commodities e expectativas de corte de juros nos EUA.
  • DXY mostra leve alta de 0,02%, refletindo uma posição de dólar mais forte globalmente às 17h.
  • Federal Reserve sugere redução de juros, com John Williams e Stephan Miran sinalizando possível corte nas próximas reuniões.
  • Commodities em queda impactam o real; minério de ferro e petróleo Brent registram quedas em seus contratos futuros.
  • Tarifas sobre produtos brasileiros removidas por decreto de Trump, mas efeito no câmbio é limitado devido a fatores internos e externos.

  • Curva Longa: A taxa de janeiro de 2035 fechou em 13,43%, uma queda de 5 pontos-base em relação a 13,475%.
  • Mero Ajuste: Juros futuros de curto prazo terminaram quase estáveis, indicando pouca volatilidade neste segmento após o feriado.
  • Influência Externa: A ponta longa da curva dos DIs mostra maior suscetibilidade às condições econômicas globais.
  • Decisão para Traders: Movimento de queda na taxa de 2035 pode abrir margens para estratégias de compra no longo prazo.
  • Monitorar Curva: Importante observar o comportamento das taxas futuras, especialmente em relação às políticas monetárias internacionais.

  • Anvisa intensifica ações: A agência intensificou as ações contra medicamentos para emagrecimento irregulares que simulam efeitos do Ozempic.
  • Suspensões e proibições: Anvisa proibiu fabricação e comercialização de produtos como T.G. 5, Lipoless e Tirzazep Royal Pharmaceuticals por falta de avaliação de segurança.
  • Expansão do mercado clandestino: Popularidade de medicamentos regulares impulsiona mercado paralelo, que oferece "substitutos" não testados.
  • Restrição de importações: Todas as importações dos produtos listados estão vetadas; exigências para compras estrangeiras pessoais incluem prescrição médica.
  • Risco para consumidores: A falta de registro impossibilita controle de efeitos adversos e detecta falsificações, aumentando o risco para usuários.

  • Demanda de aço em queda: Apesar da desaceleração em outubro, números acumulados continuam favoráveis conforme BTG Pactual.
  • Exportações em alta: Siderúrgicas brasileiras redirecionaram volumes para novas regiões, compensando a demanda interna reduzida.
  • Destaque para Gerdau: BTG Pactual mantém preferência pela Gerdau (GGBR3; GGBR4) na América Latina devido a ativos de qualidade e projeções financeiras sólidas.
  • Queda na demanda aparente: 6% de redução anual, sugerindo fraqueza subjacente, apesar de menor importação ser um sinal positivo.
  • Foco na agenda antidumping: Expectativa de resultados significativos até fevereiro de 2026, essencial para melhorar o ambiente do setor.

  • 22% das exportações brasileiras: Permanecem sujeitas ao tarifaço após isenção de tarificação adicional por Donald Trump.
  • Produtos afetados: Pescado, mel, uva e produtos industriais ainda estão sujeitos à tarifa de 40%.
  • Negociações em curso: Governo brasileiro continuará negociações com os EUA para eliminar ou reduzir tarifas sobre esses produtos.
  • Redução recente: Início com 36% das exportações sob tarifa adicional; agora reduzido para 22%.
  • Implicações para traders: Monitorar o progresso das negociações e sua influência nas exportações e setores afetados.

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  • Corte de Juros em Foco: Stephen Miran, diretor do Federal Reserve, se mostrou disposto a votar por um corte de 0,25 ponto percentual na reunião de dezembro.
  • Posicionamento Estratégico: Miran votaria pelo corte menor se isso garantisse a redução da taxa, preferindo evitar impactos negativos na economia.
  • Histórico de Votos: Desde setembro, Miran votou contra cortes de 0,25 ponto, preferindo reduções de 0,5 ponto em reuniões anteriores.
  • Pressão Econômica: A união apertada sobre cortes adicionais se deve à inflação se mantendo acima da meta, mas Miran argumenta que está prestes a diminuir.
  • Implicações para Traders: A postura de Miran sugere possíveis ajustes na política monetária, com impactos potenciais no mercado de câmbio e títulos do Tesouro.

  • Ibovespa recua: Bolsa brasileira cai 0,50% apesar da retirada de tarifas pelos EUA, refletindo mau desempenho de Wall Street e baixa liquidez pós-feriado.
  • Juros nos EUA em foco: Temor de que o Federal Reserve não corte juros em dezembro pesa sobre o mercado após payroll superar expectativas em setembro.
  • Petroleiras pressionadas: Queda de 1,53% no preço do Brent afeta ações da Petrobras, com PETR4 recuando 0,61% e PETR3 caindo 0,40%.
  • Criptomoedas sofrem: Bitcoin cai mais de 10% devido à aversão ao risco com perspectivas de cortes de juros menores pelo Fed.
  • Mercado de tecnologia: Relatório forte da Nvidia melhora otimismo, mas preocupações com bolha em ações de IA persistem.

  • Índices futuros dos EUA registram queda: O mercado está respondendo a expectativas de crescimento econômico mais lento.
  • Impacto de feriado nos EUA: Os volumes de negociação podem ser mais baixos, o que pode afetar a volatilidade e a liquidez.
  • Resiliência nos lucros das empresas: Apesar da desaceleração, as empresas demonstram estabilidade nos resultados financeiros.
  • Sentimento do investidor: Investidores permanecem otimistas, porém aguardam novos catalisadores para sustentar o crescimento do mercado.
  • Potencial para pausa no rali: Traders devem estar atentos a sinais de pausa no movimento recente de alta das Bolsas.

  • Compra Massiva de Bitcoin: A Strategy, anteriormente MicroStrategy, adquiriu US$ 1,1 bilhão em Bitcoin.
  • Queda nas Ações: Após o anúncio da compra, as ações da empresa caíram 4% na bolsa de Nova York.
  • Decisão da MSCI: A empresa pode ser retirada do índice MSCI, o que pode impactar sua estratégia de negócios centrada em criptomoedas.
  • Modelo de Negócio em Risco: A crise pode ameaçar o modelo de negócio que transforma empresas em cofres de criptomoeda, gerando incertezas.
  • Impacto no Mercado de Cripto: Esta situação pode contribuir para a atual queda do Bitcoin, influenciando outros preços de criptomoedas.
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