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Mostrando 4041 a 4080 de 18661 notícias

  • Oracle Impact: Resultados trimestrais da Oracle afetaram o sentimento do mercado, com projeções de gasto elevadas e guidance abaixo do esperado.
  • Mercados Mistos: As bolsas de Nova York fecharam sem direção única, refletindo a incerteza no mercado.
  • Recordes Renovados: Dow Jones e S&P 500 atingiram novos recordes, indicando força em certos setores.
  • Oportunidades de Curto Prazo: Traders devem observar como as ações da Oracle e empresas correlatas serão negociadas após o guidance fraco.
  • Sentimento do Mercado: Sentimento misto pode apresentar tanto riscos quanto oportunidades para operações intradiárias.

  • Citi rebaixa recomendação para Auren (AURE3). Banco ajusta recomendação para neutra devido ao valuation "apertado" e maior exposição a curtailments e alavancagem.
  • Preço-alvo elevado para R$ 13 em 12 meses. Novo preço-alvo implica potencial de valorização de 6,5% sobre o preço de fechamento anterior.
  • AURE3 apresenta volatilidade após rebaixamento. Ações chegaram a cair 2,78%, mas fecharam com alta de 0,98%, cotadas a R$ 12,33.
  • Citi revisa também Axia Energia e Engie Brasil. Axia (AXIA3) tem preço-alvo aumentado para R$ 66, enquanto Engie (EGIE3) é projetada a R$ 32 em 12 meses com recomendação neutra mantida.
  • Atualizações consideram preços de energia mais altos. Nova projeção incorpora preços de energia elevados para 2026-2030 e inclui análise de riscos estruturais no setor.

  • Dow Jones e S&P 500: Dow Jones renovou máxima histórica; S&P 500 avançou, mas não atingiu recordes.
  • Nasdaq e Commodities: Nasdaq recuou devido a lucros em tecnologia; petróleo caiu mais de 2% e minério de ferro recuou na China.
  • Europa e Brasil: Índices europeus subiram com balanços positivos; Ibovespa praticamente estável, sustentado por bancos e varejo.
  • Selic e Dólar: Copom manteve Selic em 15%, dólar recuou 1,17% a R$ 5,40, favorecido por carry trade.
  • DI e Fluxo Estrangeiro: Taxas curtas dos DIs estáveis, vértices longos recuaram; fluxo estrangeiro sustentou Ibovespa.

  • Ibovespa registra leve alta de 0,07% para fechar em 159.189,10 pontos.
  • A valorização foi sustentada principalmente pelas ações da Vale, refletindo decisão recente de juros do Banco Central.
  • Decisão de juros do Banco Central influenciou positivamente investidores no mercado brasileiro.
  • Monitorar a Vale pode ser crucial, pois teve um papel significativo na performance do índice.
  • Persistência da leve alta indica confiança cautelosa dos investidores no cenário econômico atual.

  • Neoenergia (NEOE3) anunciou pagamento de R$ 984 milhões em dividendos (R$ 0,810 por ação) e R$ 100 milhões em JCP (R$ 0,082 por ação), totalizando R$ 1,084 bilhão.
  • Pagamentos de dividendos serão efetuados até fevereiro de 2026, e de JCP até dezembro de 2026, sem atualização monetária.
  • Acionistas com posição em 30 de dezembro de 2025 terão direito aos proventos, com ações sendo negociadas ex-proventos a partir de 2 de janeiro de 2026.
  • Neoenergia convocou assembleia de debenturistas em 19 de dezembro para discutir 'waiver' que permite fechamento de capital no Brasil.
  • Controladora Iberdrola pretende fechar capital da Neoenergia através de OPA, estimada em até 1,03 bilhão de euros.

  • Banco Inter entra na fila do Fed: A instituição digital busca aprovação para expandir suas operações nos EUA com uma filial estrangeira licenciada.
  • Potencial expansão de serviços: Se aprovado, o banco poderá oferecer crédito, gestão de ativos, consultoria de investimentos, corretagem e transferências de recursos nos EUA.
  • Estratégia unificada: Inter planeja consolidar suas operações existentes no país sob a nova estrutura da filial licenciada, fortalecendo sua presença no mercado americano.
  • Subsidiárias em Miami: Empresas como Inter US Finance e Inter & Co US Advisors seriam parte da expansão, ajudando a aumentar a escala internacional do grupo.
  • Prazo para comentários: O Fed aceita comentários públicos sobre o pedido até 26 de dezembro, antes de decidir aprovar, negar ou exigir ajustes no plano do banco digital.

  • Bmg (BMGB4) anunciará pagamento de juros sobre o capital próprio, no valor total de R$ 87,7 milhões. Data limite para compra das ações é 22 de dezembro de 2025; ex-direito a partir de 23 de dezembro.
  • Pagamento aos acionistas ocorrerá em 14 de janeiro de 2026. Valor por ação é de R$ 0,12495, com 15% de IR retido na fonte.
  • Ação do Bmg negocia a 0,6x P/BV, com retorno de dividendos de 10%. Destaque para a frequência e volume de distribuições.
  • Estratégia conservadora do Bmg foca em crédito consignado, predominantemente com aposentados e pensionistas do INSS, reduzindo riscos de inadimplência.
  • Lucro líquido recorrente do Bmg cresceu 19% no último trimestre, com rentabilidade em alta e inadimplência em queda, indicando solidez financeira.

  • Ibovespa em Alta: O índice Ibovespa fechou em alta graças ao desempenho positivo de empresas como Vale e Bradesco.
  • EUA com Resultados Mistos: Os índices nos EUA terminam o dia mistos, sendo influenciados negativamente pelos resultados abaixo do esperado da Oracle.
  • Impacto da Oracle: A decepção com os resultados da Oracle afeta negativamente o mercado, indicando uma possível volatilidade.
  • Desempenho da Vale e Bradesco: Vale e Bradesco são os principais motores da alta do Ibovespa, sugerindo otimismo nestas ações.
  • Monitoramento Recomendado: Traders devem acompanhar o desempenho de outras empresas de tecnologia para possíveis reações em cadeia após resultados da Oracle.

  • Lula reafirma a Trump que a América Latina é uma zona de paz; discussão sobre evitar conflitos na região.
  • Pressão dos EUA sobre a Venezuela: presença militar intensificada no Caribe para pressionar a saída de Maduro.
  • Lula oferece mediação: propõe-se como mediador entre EUA e Venezuela para negociações de paz.
  • Comunicação contínua: conversas recentes entre Lula, Trump e Maduro sobre paz e cooperação na América Latina.
  • Foco em questões comerciais e segurança: discussão sobre tarifas e combate ao crime organizado entre Lula e Trump.

  • Ibovespa termina em leve alta: O índice principal da bolsa brasileira encerrou com alta de 0,07%, aos 159.189,10 pontos, influenciado por máximas históricas em Wall Street após corte de juros nos EUA.
  • Dólar fecha em queda expressiva: O dólar à vista caiu 1,17%, encerrando a R$ 5,4044, atraindo atenção dos traders que observam movimentos de política monetária.
  • Vale em destaque positivo: Ações da Vale (VALE3) subiram quase 2%, sustentadas por fluxo de capital estrangeiro, apesar da fraqueza no minério de ferro.
  • Fed corta juros: O Fomc reduziu a taxa de juros em 0,25 ponto percentual, para 3,50% a 3,75%, em decisão esperada mas não unânime, destacando divergência dentro do comitê.
  • Movimentos dos mercados globais: Dow Jones (+1,34%), S&P 500 (+0,21%) e Nasdaq (-0,26%); Stoxx 600 na Europa subiu 0,55%; enquanto índices asiáticos fecharam majoritariamente em baixa, com Nikkei caindo 0,90%.

  • Volatilidade Eleitoral: Indicação de Flávio Bolsonaro como candidato gera incerteza no mercado, com Bolsa caindo mais de 3%; Ibovespa perdeu 4% no dia do anúncio.
  • Estrategistas Focam em Juros: Bruno Serra, do Itaú BBA, ressalta os juros como investimento seguro, com potencial para mitigar riscos relacionados a mudanças fiscais.
  • Impacto de Política Fiscal: Transição fiscal pode levar a rápida queda nos juros, impactando na política monetária e economia, enquanto a falta de transição pode esfriar a economia.
  • Câmbio e Carry Trade: Alta dos juros brasileiros, que tem sustentado o real, pode ser ameaçada por mudanças fiscais; sem diferencial, o real tende a se depreciar.
  • Posicionamento em Ativos: Com transição fiscal, a bolsa é vista como melhor opção; em sua ausência, bolsa pode se tornar a pior escolha, destacando a importância de monitorar cenário fiscal.

  • Milho e Trigo: Os futuros do milho e do trigo nos EUA se valorizaram devido a rápidas vendas de exportação e ao dólar mais fraco, com o milho em particular beneficiando-se do aumento nas exportações.
  • Futuros: Milho fechou em alta de 2,25 centavos a US$ 4,465 por bushel e trigo subiu 4 centavos a US$ 5,335 por bushel, enquanto a soja teve ganhos modestos de 2,25 centavos a US$ 10,935.
  • Cacau: Futuros de cacau em Nova York subiram 1,1%, impulsionados por compras especulativas após inclusão no Bloomberg Commodity Index para 2026.
  • Café: Café arábica subiu 1% a US$ 3,762 por libra-peso, enquanto o café robusta caiu 0,7% a US$ 4.107 por tonelada, mas acima da mínima recente.
  • Açúcar: O açúcar bruto caiu para 14,85 centavos de dólar por libra-peso devido à possibilidade de redução no plantio de cana na Tailândia.

  • Ouro e prata em alta: Ouro subiu 2,09% fechando em US$ 4.313, e prata subiu 5,84% marcando recorde histórico de US$ 64,592 com dólar fraco e rendimentos de Treasuries em queda.
  • Corte do Fed impulsiona metais: Redução de 25 pontos-base nos juros pelo Federal Reserve aumentou o apelo por metais não ligados a rendimentos.
  • Busca por proteção: Queda das ações de tecnologia, especialmente após balanço da Oracle, levou investidores a procurar ouro e prata como hedge de risco.
  • Desempenho notável: Ouro e prata apresentam desempenho mais forte desde 1979, com ouro projetado para alta superior a 60% até 2025, segundo MUFG.
  • Tendências do mercado: Demanda de bancos centrais, aumento em ETFs e saída de títulos soberanos suportam a tendência de alta dos metais, especialmente em ambiente global volátil.

  • Recomendação Overweight: O Brasil é o único país latino-americano a receber recomendação 'overweight' do JP Morgan, sinalizando boas perspectivas para 2026.
  • Corte na Taxa de Juros: JP Morgan vê possível corte na taxa de juros já no primeiro trimestre de 2026, potencialmente impulsionando ações brasileiras.
  • Impacto das Eleições: Eleições presidenciais e legislativas em 2026 podem gerar volatilidade, mas compromisso fiscal e reformas poderiam representar upside positivo.
  • Ações Preferidas: Nubank, Petrobras, Vale, Suzano, Hypera, Localiza, Sabesp e Cyrela destacadas por JP Morgan como com potencial positivo.
  • Ações Para Escanteio: Magazine Luiza, Cemig e Tupy consideradas menos promissoras devido a pressões competitivas e riscos políticos.

  • Intelbras (INTB3): Dividendos de R$ 300 milhões (R$ 0,91657597402/ação). Posição em 15/12/2025; ex-dividendos a partir de 16/12; pagamento em 23/12/2025.
  • Totvs (TOTS3): JCP de R$ 0,17/ação, totalizando R$ 99,9 milhões. Posição em 15/12/2025; ações ex-JCP em 16/12; pagamento em 30/12/2025.
  • SLC Agrícola (SLCE3): Dividendos intercalares de R$ 380 milhões (R$ 0,86051967/ação). Posição em 12/12/2025; ex a partir de 15/12; pagamento em 22/12/2025.
  • Frasle Mobility (FRAS3): JCP de R$ 102,4 milhões (R$ 0,369259/ação). Posição em 16/12/2025; ex a partir de 17/12; pagamento em 16/01/2026 (líquido R$ 0,313870).
  • Kepler Weber (KEPL3): Dividendos totalizando R$ 25 milhões (R$ 0,144232/ação). Posição em 15/12/2025; ex-dividendos a partir de 16/12; pagamento em 26/12/2025.

  • Preço do BTC: Bitcoin voltou a operar próximo ao patamar de US$ 90 mil após novas quedas.
  • Tendência do Mercado: Cripto segue em linha com cautela observada no setor de tecnologia.
  • Impacto Setorial: A movimentação do BTC está correlacionada ao sentimento geral de vendas no setor tecnológico.
  • Oportunidade de Compra: Traders devem observar suporte em US$ 90 mil para potenciais reversões.
  • Risco de Volatilidade: A cautela sugere continuar atento a eventos que impactam tanto cripto quanto tecnologia.

  • Antecipação de Dividendos: Empresas como Copel, Suzano, Minerva, Direcional e Intelbras anteciparam dividendos para evitar a nova tributação que começará em 2026.
  • Copel (CPLE3): Reiterou forte política de dividendos, distribuindo R$ 1,35 bilhão com yield de 3,3%, fortalecendo projeções para 2025 e recomendação de compra pelo Itaú BBA.
  • Suzano (SUZB3): Anunciou dividendos de R$ 1,38 bilhão, visando melhorar a previsibilidade e minimizar impactos da nova regra tributária, mantendo visão positiva do BBI.
  • Minerva (BEEF3): Pagamento antecipado de dividendos visa preservar visibilidade e manter estrutura de capital estável, porém com recomendação neutra do Goldman Sachs.
  • Intelbras (INTB3): Superou expectativas distribuindo R$ 300 milhões, fortalecendo política de proteção ao acionista e possibilidade de revisão estratégica para retorno ao capital.

  • Dólar cai mais de 1% em relação ao real, cotado a R$ 5,40.
  • Influência externa: O movimento de queda é atribuído a fatores internacionais.
  • Impacto da Selic: A manutenção da Selic em 15% pelo Copom ainda está sendo processada pelo mercado.
  • Falta de clareza: Copom não sinalizou claramente os próximos passos da política monetária.
  • Oportunidades de trading: A volatilidade do dólar pode oferecer oportunidades de curto prazo para traders.

  • Flávio Bolsonaro e Tarcísio Gomes de Freitas destacam união, afastando rumores de desavenças, uma questão relevante para a estabilidade política.
  • Foco em "resgatar o Brasil": A união entre os dois políticos é enfatizada como um esforço para fortalecer a política e a economia brasileira.
  • Impacto no mercado financeiro: A estabilidade política é um fator crucial para os mercados, e a união entre os políticos pode trazer confiança aos investidores.
  • Mensagens de estabilidade entre líderes políticos podem influenciar positivamente a percepção do risco país.
  • Possíveis reações no câmbio: Traders devem ficar atentos às reações do mercado de câmbio, já que a política interna pode impactar o valor do real em relação a outras moedas.

  • Petróleo em Queda: Contratos futuros de petróleo registram queda devido a preocupações com superprodução.
  • Dados Econômicos dos EUA: Indicações de fraqueza na economia dos EUA contribuem para pressão nos preços do petróleo.
  • Tensões Geopolíticas: Conflitos envolvendo EUA, Venezuela, Rússia e Ucrânia mantêm os mercados cautelosos.
  • Ameaças de Trump: Declarações de Trump em relação à Rússia moderam parcialmente as perdas do petróleo.
  • Oferta e Demanda: Incertezas sobre oferta global continuam a influenciar as negociações de contratos futuros.

  • Candidatura de Flávio Bolsonaro: O senador acredita que o mercado financeiro revisará sua percepção sobre suas chances em relação a Lula nas eleições de 2026.
  • Reação do Ibovespa: Após o anúncio da candidatura, o índice caiu mais de 4%, refletindo expectativas anteriores de Tarcísio de Freitas como candidato principal.
  • Diálogo Político: Flávio afirma manter um bom diálogo com líderes da centro-direita, apesar da surpresa com sua candidatura em vez de outras opções como Tarcísio ou Zema.
  • União da Centro-Direita: Iniciou-se a discussão sobre alianças para 2026, com um foco na união dos partidos de centro-direita, mas considerando impactos regionais.
  • Intenção de Voto: Após o anúncio, pesquisas indicam um crescimento na intenção de voto em Flávio, elevando a percepção de viabilidade de sua candidatura no mercado.

  • Dólar cai 1,17%: O dólar à vista fechou em R$ 5,4044, com queda significativa de 1,17%.
  • Influência externa: O índice DXY, que compara o dólar a seis moedas fortes, também caiu 0,42%, sinalizando um movimento global de enfraquecimento do dólar.
  • Decisão do Fed: O Federal Reserve cortou os juros em 0,25 ponto percentual, alinhado com as expectativas do mercado.
  • Projeções do Fed: O dot plot não apresentou novidades significativas, prevendo apenas um corte de juros em 2026 e encerrando 2025 na faixa de 3,25% a 3,50%.
  • Cenário no Brasil: O Copom manteve a Selic em 15% ao ano, reforçando a posição de manter juros elevados, o que favorece o real diante de um dólar mais fraco.

  • PRIO (PRIO3) é a escolha principal do BBA: Recomendação de compra mantida, com preço-alvo reduzido para R$ 50 em 2026. Potencial de alta de 26% baseado em forte geração de caixa e resiliência ao mercado de petróleo mais barato.
  • Desempenho de PRIO e projeções de produção: Estimativas de produção em 2026 são de 187 kbpd, aumentando até 204 kbpd em 2027. Operações futuras como Wahoo e aquisição de Peregrino suportam números.
  • Brava Energia (BRAV3) enfrenta desafios: Recomendação de compra mantida com preço-alvo ajustado para R$ 17 em 2026, potencial de valorização de 24%. Eficiência crescente, mas enfrenta limitações de crescimento de curto prazo.
  • PetroRecôncavo (RECV3) permanece neutra: Recomendação neutra com preço-alvo ajustado para R$ 13 em 2026. Crescimento limitado nas operações, justificando cautela devido a menor visibilidade operacional e investimentos lentos.
  • Cenário de petróleo para projeções por BBA: Revisões de projeções de produção e ajustes de preços-alvo baseados em cenário de Brent a US$ 60 por barril, impactando avaliações das petroleiras independentes listadas na B3.

  • BofA destaca sete empresas brasileiras: A lista é inspirada nas “Magnificent Seven” dos EUA, compostas por gigantes tecnológicas.
  • Enfoque em retorno para investidores: As empresas brasileiras escolhidas visam garantir bons retornos aos investidores.
  • David Beker lidera a análise: O especialista do BofA oferece uma visão estratégica sobre o mercado brasileiro.
  • Possibilidade de diversificação: Os investidores podem explorar opções além das tradicionais companhias americanas de tecnologia.
  • Acesso à lista completa: Mais detalhes sobre as empresas mencionadas estão disponíveis na publicação InfoMoney.

  • Corte nos juros como gatilho para o Ibovespa: David Beker do BofA destaca que o ciclo de corte nos juros será o principal fator para sustentar o Ibovespa em 2026, mais do que as eleições.
  • Início do trade eleitoral esperado para abril ou maio: Segundo Beker, informações para o trade eleitoral não são suficientes ainda, e o processo deve começar somente em abril ou maio de 2026.
  • Expectativa de recuperação de investidores locais: Com o início do ciclo de corte na Selic, espera-se que investidores locais retornem à bolsa, impulsionando o Ibovespa em conjunto com estrangeiros.
  • Destaque para mercados emergentes: Brasil é visto como um dos principais destinos na América Latina devido ao alívio da política monetária, enquanto o cenário no México é neutro.
  • Impacto fiscal nas eleições: A política fiscal será crucial, com o BofA prevendo o Ibovespa em 210 mil pontos se o governo alinhar suas políticas, mas podendo cair para 130 mil pontos sem compromisso fiscal.

  • Tensões Geopolíticas: A escalada de tensões entre EUA e China está impulsionando uma nova corrida armamentista, afetando os mercados globais.
  • Terras Raras: Dependência de terras raras coloca o Brasil em posição de destaque geopolítico, sendo o segundo maior detentor mundial destas reservas.
  • Oportunidades para o Brasil: O Brasil pode se tornar um fornecedor chave para os EUA, enfrentando restrições de importação da China.
  • Investimento Necessário: Comentários indicam que investir em tecnologia para terras raras pode posicionar o Brasil para captar 20% do mercado até 2030.
  • Desafios Internos: Para transformar potencial em PIB, é essencial discutir a eficiência do Estado e vincular isso ao investimento em educação.

  • Prioridade de Pagamento: Para liberar o licenciamento, o IPVA deve ser pago primeiro, pois ele é necessário para a emissão do CRLV-e, documento que permite a circulação legal do veículo.
  • Risco de Infrações: Circulação com licenciamento vencido, mesmo com IPVA pago, configura infração gravíssima, resultando em multas, pontos na carteira e apreensão do veículo.
  • Conseqüências de Atrasos: Débitos atrasados podem levar à inclusão na dívida ativa, custos extras, e restrições na transferência do veículo.
  • Parcelamento como Solução: IPVA, taxas e multas podem ser parcelados, muitas vezes através de empresas intermediárias, que permitem regularizar a situação rapidamente.
  • Impacto no Valor de Revenda: Dívidas e atrasos no pagamento de IPVA e licenciamento podem reduzir significativamente o valor de revenda do veículo, tornando necessário manter os pagamentos em dia.

  • Usiminas planeja manter preços de aço: Negociações com montadoras para o início de 2026 indicam manutenção dos preços atuais.
  • Estabilidade de preços esperada: O vice-presidente financeiro da Usiminas confirmou que os preços se manterão estáveis no próximo trimestre.
  • Impacto para a indústria automobilística: A estabilidade de preços pode influenciar nos custos de produção das montadoras.
  • Foco nas negociações com montadoras: Usiminas está em diálogo com clientes chave sobre o fornecimento de aço.
  • Tendência de mercado para traders: Atenção às ações da Usiminas e do setor automobilístico à medida que notícias sobre preços se desdobram.

  • SpaceX planeja IPO: A empresa de Elon Musk está em estudos avançados para abrir capital, com potencial de levantar mais de US$ 30 bilhões, superando a IPO da Saudi Aramco.
  • Avaliação trilionária: Estima-se que o valor da SpaceX possa atingir US$ 1,5 trilhão, empurrando Musk para se tornar o primeiro trilionário da história.
  • Data prevista: A abertura de capital pode ocorrer entre 2026 e 2027 nos Estados Unidos, segundo informações da Bloomberg.
  • Mudanças no setor: O anúncio movimentou ações de outras empresas espaciais, como EchoStar Corp. e Rocket Lab Corp., que dispararam na bolsa.
  • Impacto potencial: Se realizada, a IPO poderá consolidar a posição de Musk como líder em setores automotivo e espacial, marcando um evento corporativo sem precedentes.

  • Dividend Yields Altos: Ações como SYNE3, SCAR3 e VULC3 apresentaram dividend yields acima de 15%, superando a taxa Selic.
  • Desempenho de Ações: Empresas como ALLD3, MBRF3, e outros, se destacaram com yields que ultrapassam até 60% em 12 meses.
  • Liquidez dos Ativos: As empresas analisadas apresentam média de negociação diária acima de R$ 1 milhão, destacando a liquidez.
  • Crescimento de Dividendos Extraordinários: Espera-se aumento até dezembro devido à antecipação de distribuições ligadas à mudança tributária de 2026.
  • Importância da Seleção Cuidadosa: Fatores como geração de caixa e endividamento são cruciais para garantir a sustentabilidade dos altos yields.

  • Homologação do Acordo STF: STF homologou integralmente o acordo entre União e Axia Energia (AXIA3), ex-Eletrobras.
  • Impacto Financeiro: A decisão permitirá avanços em processos pendentes, como emissão de debêntures de R$ 2,4 bilhões para a Eletronuclear, visando evitar risco de insolvência.
  • Composição do Conselho: União terá direito de indicar três dos dez membros no conselho de administração da Axia e um dos cinco no conselho fiscal.
  • Desinvestimento em Energia Nuclear: Axia saiu do negócio de energia nuclear, vendendo participação na Eletronuclear para o grupo J&F.
  • Debate entre Ministros: Seis ministros votaram pela homologação integral, enquanto quatro apoiaram apenas a parte referente à governança, destacando divergência sobre jurisdição constitucional.

  • Greve dos petroleiros iniciará na segunda-feira: Trabalhadores do Sistema Petrobras (PETR4) decidiram começar uma greve nacional após rejeitar a nova proposta de Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
  • Impacto nas operações e produção: A Petrobras afirma que a paralisação não deverá afetar operações ou produção devido ao acionamento de equipes de contingência.
  • Demandas principais da categoria: Petroleiros exigem uma solução para os Planos de Equacionamento de Déficit (PEDs) da Petros e avanços nos planos de cargos e salários.
  • Greve como estratégia de negociação: Internamente, a greve é vista como parte da estratégia de negociação e não se espera impactos significativos, já que greves curtas são geralmente controladas.
  • Mobilização política e de aposentados: Aposentados iniciam vigília na sede da Petrobras e a categoria busca apoio político em Brasília para pressionar por avanços nas negociações.

  • Redução do IPVA: O IPVA no Paraná em 2026 terá uma redução de 45,7%, com a alíquota passando para 1,9% do valor venal dos veículos.
  • Cobertura: A mudança beneficiará cerca de 3,4 milhões de proprietários de veículos, abrangendo 83% da frota tributada do estado.
  • Desconto Adicional: Mantém-se o desconto de 6% para pagamento à vista, permitindo que o imposto de 2026 fique quase metade do valor de 2025.
  • Impacto Econômico: Espera-se a arrecadação de R$ 4,6 bilhões mesmo com a redução da alíquota, promovendo repatriação de veículos e aumento da base tributária.
  • Aumento de Penalidade: Multa por atraso no pagamento do imposto dobrará para 20% como medida de preservação fiscal.

  • Estabilidade de preços: Negociações da Usiminas com montadoras indicam manutenção dos preços do aço para o próximo trimestre.
  • Ajustes futuros no setor de distribuição: Último aumento de 4% em outubro pode indicar novos reajustes, embora ainda não haja confirmações.
  • Redução de custos esperada: Expectativa de redução de custos neste trimestre em relação ao terceiro, porém sem projeções para períodos futuros.
  • Projeto de mineração "Compactos": Decisão sobre execução esperada apenas a partir da segunda metade de 2026, com possível fase inicial de 5 milhões de toneladas.
  • Investimentos e dividendos: Investimento em usinas previsto em R$3,5 bilhões até 2029, com a manutenção de liquidez sendo prioridade sobre a distribuição de dividendos.

  • STF aprova homologação: Seis dos dez ministros votaram pela homologação integral do acordo entre União e Axia Energia.
  • Impacto nas ações: Expectativa positiva no mercado pode impulsionar as ações da Axia Energia, ex-Eletrobras.
  • Acordo estratégico: Validação do acordo reforça a posição da Axia Energia como um ator chave no setor energético brasileiro.
  • Sentimento do mercado: Traders devem monitorar o sentimento do mercado em relação à Axia para possíveis movimentações nas ações.
  • Análise de risco: A decisão do STF pode influenciar a percepção de riscos regulatórios para outros players do setor.

  • Chuvas superiores à média: Volume excedente entre 10% e 200% acima da média climatológica, favorecendo soja e milho no Brasil.
  • Benefícios agronômicos: Excesso hídrico apoia germinação e expansão vegetativa, minimizando riscos da semeadura tardia.
  • Recorde na safra de soja: Projeção de safra 2025/26 atinge 177,1 milhões de toneladas, conforme Conab.
  • Riscos de encharcamento: Chuvas intensas no Norte do Paraná podem causar atrasos e riscos fitossanitários locais.
  • NDVI estável: Índice de Vegetação por Diferença Normalizada permanece próximo à média histórica apesar da alta umidade.

  • Interactive Brokers agora oferece acesso à B3: A corretora norte-americana Interactive Brokers começou a permitir que seus clientes pessoa física negociem diretamente na Bolsa de Valores do Brasil (B3).
  • Nova categoria de participante estrangeiro: A mudança acontece após a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovar uma nova categoria de Participante Estrangeiro, facilitando a operação de investidores internacionais.
  • Abertura para investidores individuais: Essa iniciativa amplia o acesso de investidores individuais estrangeiros ao mercado de ações brasileiro, possibilitando maior diversidade de investimentos.
  • Potencial aumento de liquidez na B3: A entrada de mais investidores estrangeiros pessoa física pode elevar a liquidez no mercado brasileiro, afetando a precificação de ativos.
  • Oportunidade para diversificação: Traders devem ficar atentos às novas oportunidades de arbitragem e diversificação de portfólio com o aumento de participation de investidores estrangeiros na B3.

  • Ouro sobe 2%: O preço do ouro fechou em alta de 2%, refletindo o aumento da demanda por ativos considerados seguros.
  • Prata dispara quase 6%: A prata viu um salto significativo, quase 6%, seguindo a mesma tendência de busca por segurança.
  • Dólar fraco influencia: A desvalorização do dólar foi um fator contribuinte importante para o aumento dos preços dos metais.
  • Busca por segurança: Investidores estão migrando para o ouro e prata em meio à instabilidade das ações de tecnologia.
  • Contexto do mercado: O movimento ocorre no contexto de um mercado acionário pressionado, particularmente no setor de tecnologia.

  • Lula conversa com Nicolás Maduro sobre a situação na América do Sul e Caribe.
  • A ligação marca a primeira comunicação oficial entre os dois desde antes da eleição presidencial venezuelana.
  • O Brasil contesta legitimidade da reeleição de Maduro, apontada como fraudulenta por observadores internacionais.
  • O contexto geopolítico inclui pressão dos EUA sobre a Venezuela, com Trump exigindo a saída de Maduro.
  • Lula oferece mediação para o conflito, sem resposta dos EUA ainda.

  • Fed corta juros em 25 pontos-base: O Federal Reserve reduziu a taxa de juros para a faixa de 3,50% a 3,75%, decisão influente nas perspectivas de movimentação do dólar e das ações dos EUA.
  • Dólar em queda no mercado local: O dólar teve uma baixa de 1,16%, sendo negociado a R$ 5,405, refletindo as reações do mercado às decisões de política monetária dos EUA e Brasil.
  • Copom mantém Selic em 15%: O Comitê de Política Monetária do Brasil decidiu manter a taxa Selic, reafirmando uma postura dura em sua política, afetando o mercado de renda fixa local.
  • Vendas do varejo no Brasil crescem 0,5%: O crescimento das vendas no varejo superou expectativas, potencialmente influenciando ações de empresas de consumo no mercado brasileiro.
  • Auxílio-desemprego nos EUA aumenta: O número de pedidos de auxílio-desemprego subiu mais do que o esperado, o que pode impactar as expectativas para o mercado de trabalho e ações nos EUA.
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