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  • Ações da Motiva recuam mais de 2% após divulgação dos resultados do terceiro trimestre de 2025, destacando-se entre as maiores quedas do Ibovespa.
  • Lucro líquido ajustado abaixo das expectativas do BTG Pactual, somando R$ 683 milhões, 5% abaixo do esperado, mas mostrando crescimento de 22% em relação ao mesmo período do ano anterior.
  • Efeito não recorrente impacta resultados, incluindo uma compensação financeira de R$ 894 milhões do governo de São Paulo para a ViaQuatro.
  • BTG mantém recomendação de compra para as ações da Motiva, com preço-alvo de R$ 17 em 12 meses, representando potencial de valorização de 9%.
  • Crescimento em receita e EBITDA, com receita líquida de R$ 4,2 bilhões e Ebitda ajustado de R$ 2,7 bilhões, superando estimativas e mostrando eficiência operacional.

  • Ibovespa atinge recorde: O índice ultrapassou a marca de 149 mil pontos, indicando forte momentum no mercado brasileiro.
  • Ações de tecnologia oscilam: As bolsas dos EUA estão instáveis após os resultados trimestrais de Meta e Microsoft.
  • Foco nos balanços: Resultados das gigantes de tecnologia podem influenciar mercados globais e precisam ser monitorados de perto.
  • Volatilidade esperada: Expectativas de alta oscilação no Ibovespa e mercados internacionais, recomendação de ajustar estratégias de risco.
  • Atenção aos indicadores: Novos recordes podem abrir oportunidades, mas é crucial acompanhar indicações de suporte e resistência.

  • Vendas Pós-pagas: Espera-se que tanto Vivo (VIVT3) quanto TIM (TIMS3) apresentem crescimento nas vendas de planos pós-pagos no terceiro trimestre.
  • Margens de Lucro: Ambas as empresas devem reportar margens de lucro em ascensão, o que pode impactar positivamente suas ações.
  • Ritmo de Crescimento: Analistas alertam que o ritmo de crescimento pode desacelerar, importante para ajustes em estratégias de investimento.
  • Comparação de Performance: Traders devem ficar atentos a qual das duas operadoras se sairá melhor, pois isso pode influenciar movimentos de preços nas ações.
  • Perspectivas do Mercado: Recomenda-se monitorar relatórios financeiros das duas empresas para insights mais detalhados sobre o desempenho no setor de telecomunicações.

  • Juros Sobre Capital Próprio (JCP): Isa Energia (ISAE4) aprovou JCP de R$ 444.744.253,55, correspondente a R$ 0,674997 por ação para o primeiro semestre de 2025.
  • Divisão e Prazos de Pagamento: O JCP será pago em três parcelas, cada uma de R$ 148.248.084,52 (R$ 0,224999 por ação), com primeira parcela em 28 de novembro, segunda em 12 de dezembro e terceira em 30 de dezembro.
  • Datas Ex-JCP: As ações serão negociadas "ex-JCP" a partir de 31 de outubro para a primeira parcela, 25 de novembro para a segunda e 18 de dezembro para a terceira.
  • Imposto de Renda: Retenção de 15% de IR na fonte sobre os proventos, resultando em R$ 0,191249 líquidos por ação, exceto para acionistas isentos ou com regime diferenciado.
  • Possibilidade de Modificações: Valores de JCP sujeitos a alterações de acordo com operações de recompra de ações ou outras transações pela Isa Energia (ISAE4).

  • Meta e Microsoft aumentam gastos com inteligência artificial.
  • Ações de ambas as empresas registram queda após anúncio de despesas elevadas.
  • Investidores mostram preocupação com o impacto financeiro das novas despesas.
  • Meta apresenta cenário mais preocupante por não ser grande fornecedora de computação em nuvem.
  • Este aumento de gastos pode testar a paciência do mercado a curto prazo.

  • Expansão de GMV e Fintech: Mercado Livre apresentou crescimento de 36% no GMV em dólares no Brasil e avanços significativos na divisão fintech, com receita crescendo 49% em dólares.
  • Impacto do Frete Grátis: Estratégia de frete grátis impulsionou vendas, mas pressionou a margem bruta, que caiu para 43,3%, uma redução de 2,6 p.p.
  • Receita e E-commerce em Ascensão: Receita geral de US$ 7,41 bilhões (+39,5% a/a), com e-commerce alcançando US$ 4,17 bilhões, crescendo 33% em dólares.
  • Desafio com Lucro Líquido: Lucro líquido de US$ 421 milhões, 13,8% abaixo das expectativas, afetado por maiores impostos e perdas cambiais de US$ 102 milhões.
  • Recomendação de Compra: Apesar dos desafios, MELI34 é recomendado para compra, com P/L projetado de 36x para 2026, destacando sólido histórico e potencial de crescimento.

  • BTG Pactual recomenda compra de JBS (JBSS32) com preço-alvo de R$ 110 e potencial de alta de 57,71%.
  • Resultados da subsidiária Pilgrim’s Pride Corporation (PPC) superam expectativas, com Ebitda ajustado de US$ 633 milhões e margem de 13,3%.
  • Desempenho da PPC leva BTG a projetar um Ebitda sólido para JBS no 3T, estimado em R$ 10,1 bilhões.
  • Oferta de frango nos EUA em alta e queda de 45% nos preços indicam possível volatilidade futura no segmento.
  • Spreads de outubro estão abaixo da média, com margens comprimidas, preparando traders para possível pressão nas ações da PPC no futuro.

  • Ações da Ambev (ABEV3) lideram o Ibovespa com alta de 4,32% a R$ 12,55 após resultados do 3T25.
  • Lucro líquido ajustado de R$ 3,84 bilhões, aumento de 7,4% ano a ano, impulsionado por menor despesa com imposto de renda.
  • Ebitda ajustado de R$ 7,059 bilhões com margem de 33,9%, apesar de queda de 0,1% no ano.
  • Bradesco BBI recomenda "Neutra" para ABEV3, com preço-alvo de R$ 13,00 para 2026, destacando a preservação de margem e riscos de consumo.
  • XP Investimentos recomenda "Venda" devido a múltiplo elevado de 13,9x P/L e fraco crescimento do lucro por ação.

  • Recomendação de Compra da Vale: O BTG Pactual mudou a recomendação para compra, indicando uma melhora significativa na situação da empresa desde seu rebaixamento em março de 2024.
  • Sinais Positivos: Minério de ferro e cenário microeconômico superando as expectativas, embora a ação ainda esteja subalocada nas carteiras de investidores.
  • Projeções de Crescimento do Minério de Ferro: BTG elevou suas previsões de preço do minério para US$ 95 por tonelada até 2027 e identificou potenciais riscos de execução em projetos concorrentes.
  • Eficiência e Investimentos: A gestão agora é vista como disciplinada, com redução de capex e um foco claro em minério de ferro e cobre para crescimento futuro.
  • Atratividade da Vale: Apesar da recente alta, a Vale é negociada a múltiplos de Ebitda mais baixos que concorrentes e oferece potencial de dividendos atraente de 11% a 12% até 2026.

  • Queda na Produção: A produção de carne bovina do Brasil deve recuar 5% a 6% em 2026, com menos oferta de animais, sustentando preços mais altos do boi gordo até 2028.
  • Valorização do Boi Gordo: Desde o segundo semestre de 2025, os preços do boi gordo vêm subindo, e a arroba ultrapassou R$ 330 para fevereiro de 2026, sugerindo expectativa de alta.
  • Exportações Recorde: Até setembro de 2025, o Brasil exportou 2,4 milhões de toneladas de carne bovina, com a China liderando as compras (47%), seguida pelos EUA, que aplicaram tarifas adicionais.
  • Riscos Comerciais: A concentração das exportações em China e EUA apresenta risco devido a tarifas e políticas comerciais, afetando fortemente o setor se houver mudanças.
  • Impactos Climáticos e Econômicos: La Niña, eleições e Copa do Mundo podem impactar pastagens e consumo interno, com potencial efeito nos preços e oferta da carne bovina.

  • Receitas e Lucro Atingem Recorde: A Alphabet superou expectativas com receita trimestral recorde de US$ 102,346 bilhões (+16% a/a) e crescimento de 35% no lucro líquido, totalizando US$ 34,979 bilhões.
  • Desempenho do Google Cloud: Google Cloud destacou-se com receitas de US$ 15,157 bilhões (+34% a/a), impulsionadas pela demanda por IA. Segmento crucial para estratégias futuras.
  • Multa Impacta Margens: Multa de US$ 3,5 bilhões da Comissão Europeia afetou margens operacionais, que ficaram em 30,5%. Sem multa, margem ajustada seria 33,9%.
  • Revisão de Capex: Alphabet revisou Capex para US$ 91-93 bilhões, focando em data centers e semicondutores, acelerando investimentos em infraestrutura.
  • Reação do Mercado: Ações subiram 6% pós-divulgação e continuam a subir. Perspectiva otimista mantida, com ações sendo negociadas a múltiplos acima da média.

  • Motiva ficou fora de leilão do Lote 5 de rodovias do Paraná: A empresa não participou devido à falta de sinergias.
  • Leilão vencido em dezembro: Motiva venceu o leilão do Lote 3 de rodovias do Paraná no ano anterior.
  • Parceira governamental: O leilão faz parte de uma parceria entre o governo paranaense e o governo federal.
  • Oportunidades limitadas: Motiva obteve apenas um dos seis lotes concedidos.
  • Motivo da não participação: Decisão baseada na falta de sinergias estratégicas.

  • Receita e Lucro: Microsoft superou as expectativas dos analistas com receita de US$ 77,673 bilhões (+18,4% YoY) e lucro líquido ajustado de US$ 30,833 bilhões (+22,6% YoY).
  • Intelligent Cloud Cresce: O segmento Intelligent Cloud cresceu 28,2% ano a ano, influenciado principalmente pela crescente demanda da OpenAI pelos serviços de nuvem Azure.
  • Investimentos em Data Centers: A CFO Amy Hood afirmou que a Microsoft aumentará os investimentos em infraestrutura de data centers, o que pressionou as ações, que caíram mais de 2%.
  • Fluxo de Caixa Operacional: Forte geração de fluxo de caixa operacional de US$ 45,057 bilhões (+31,8% YoY), permitindo aumento substancial nos investimentos.
  • Investimentos e Capex: Capex acima das projeções (US$ 34,9 bilhões), com metade destinada à expansão do Azure, focando em GPUs e CPUs, impactando a percepção do mercado.

  • Venda de Resinas no Brasil: Redução de 9% no volume de vendas de resinas da Braskem (787 mil toneladas) no 3T25, causada pela queda na demanda de polipropileno, polietileno e PVC.
  • Exportações em Alta: A alta de 9% nas exportações de resinas (229 mil toneladas) pode indicar oportunidades de mercado internacional.
  • Taxa de Utilização das Usinas: Queda de 8 pontos percentuais na taxa de utilização das usinas no Brasil (65%), impactada por paradas de manutenção e menor demanda.
  • Operações Internacionais: Redução de 1% nas vendas nos EUA e Europa, mas aumento na taxa de utilização. No México, queda de 30% nas vendas devido a manutenção.
  • Impacto nos Spreads: Redução dos spreads devido à menor demanda, enquanto os mercados internacionais mantiveram spreads estáveis.

  • Bolsas dos EUA: As bolsas americanas registraram queda após a divulgação dos balanços da Meta e da Microsoft.
  • Ibovespa: A bolsa brasileira teve um dia instável, com oscilações durante a sessão de negociação.
  • BBDC4: As ações do Bradesco (BBDC4) apresentaram queda após a divulgação de seus resultados financeiros.
  • ABEV3: As ações da Ambev (ABEV3) subiram, destacando-se no mercado brasileiro.
  • Atenção a setores específicos: Traders devem monitorar o impacto dos balanços nos diferentes setores para identificar oportunidades de curto prazo.

  • Resultados Superiores: Microsoft superou expectativas de receita e lucro no 1º trimestre fiscal de 2026, com forte desempenho da unidade de cloud.
  • Reação do Mercado: Ações caem mais de 2% no pregão seguinte, com queda de 3% no after-market após anúncio dos resultados.
  • Receita em Cloud: Receita de US$ 49,1 bilhões, aumento de 26% a/a, superando a expectativa de US$ 48,6 bilhões.
  • Investimentos e Custos: Aumento de capex para US$ 19,4 bilhões, refletindo investimentos em IA e infraestrutura, pode pressionar margens.
  • Expansão em IA: Microsoft expande ofertas de IA e aumenta participação na OpenAI para 27%, integrando IA em produtos de consumo e jogos.

  • Novas Recomendações de Compra: BB Investimentos adicionou Itaú (ITUB4), Cemig (CMIG4) e MRV&Co (MRVE3) à carteira de swing trade.
  • Estratégia de Entrada: Compra recomendada na abertura do mercado, com preço limite de até 1% acima do inicial.
  • Ações Anteriormente Encerradas: Itaú e MRV, com Itaú encerrado com perda de 0,21% e MRV com ganho de 16,33%.
  • Portfólio Atual: Agora com 16 posições ativas, destaque para Eneva (ENEV3) e Eletrobras (ELET3) com ganhos de 27,1% e 25,7% respectivamente.
  • Tendência Observada: Utilização de médias móveis para rastrear oportunidades de curto a médio prazo.

  • Lucro Líquido: Ambev reportou um lucro líquido de R$ 4,86 bilhões no terceiro trimestre, marcando um crescimento de 36,4% em relação ao ano anterior.
  • Ação em Alta: As ações da Ambev subiram 4% após a divulgação do balanço, refletindo a surpresa positiva dos resultados.
  • Expectativa de Mercado: Os resultados acima do esperado geraram otimismo entre investidores, aumentando a confiança no desempenho futuro da empresa.
  • Análise Técnica: A alta nos preços das ações pode sinalizar um ponto de entrada atrativo para traders que buscam lucrar com tendências positivas.
  • Impacto no Setor: O desempenho da Ambev pode influenciar positivamente outras ações do setor de bebidas, oferecendo oportunidades de negociação no mercado.

  • Concorrência digital: O jogo do bicho enfrenta forte concorrência das apostas online, que oferecem sorteios ilimitados e ganhos imediatos, evidenciando uma mudança significativa na preferência dos apostadores.
  • Movimentação financeira: Em agosto de 2024, os brasileiros transferiram R$ 3 bilhões do Bolsa Família para sites de apostas, indicando o significativo impacto econômico das plataformas digitais.
  • Impacto no consumo: As bets drenaram R$ 68,2 bilhões do consumo e causaram uma perda de R$ 100 bilhões ao varejo em 2024, destacando o impacto econômico negativo no mercado consumidor.
  • Apostas em alta: O mercado de apostas online cresceu substancialmente, com 5 bilhões de acessos no primeiro trimestre de 2025 e previsão de gastos anuais superiores a R$ 270 bilhões.
  • Perspectivas regulatórias: A regulamentação das apostas online pelo STF até 2026 e o Projeto de Lei 2.234/2022 propõem formalizar o jogo do bicho, bingos e cassinos, podendo gerar R$ 22 bilhões em arrecadação e criar 1,5 milhão de empregos.

  • Imposto sobre dividendos: Projeto de lei que prevê cobrança de 10% sobre dividendos acima de R$ 50 mil mensais a partir de 2026 pode estimular empresas a antecipar distribuições.
  • Isenção em 2025: Dividendos declarados em 2025, referentes a lucros de 2023 ou antes, permanecerão isentos do novo imposto, incentivando distribuições extraordinárias.
  • Setores em destaque: Utilities, telecomunicações, construtoras e materiais básicos são os setores com maior potencial para anunciar dividendos extraordinários.
  • Empresas com maior potencial: Destaque para Eztec (EZTC3), Direcional (DIRR3) e Copel (CPLE6) entre as 20 empresas com maior retorno esperado de dividendos extraordinários.
  • Oportunidades de "pair trades": Diferenças na capacidade de distribuir dividendos extraordinários podem ser exploradas, considerando reservas, alavancagem e planos futuros das empresas.

  • Recomendação de Compra: O BTG Pactual reiterou a recomendação de compra para as ações da Log Commercial Properties (LOGG3).
  • Potencial de Valorização: O banco mantém preço-alvo de R$ 26, indicando potencial de valorização de 13% sobre o último fechamento de R$ 23.
  • Desempenho Financeiro: Receita aumentou 18% para R$ 67 milhões, superando estimativas; EBITDA ajustado cresceu 15% para R$ 50 milhões no 3T25.
  • Taxa de Vacância e Aluguel: Taxa de vacância de apenas 2%; aluguel para mesmos clientes subiu 2% em termos reais.
  • Desenvolvimentos e Retornos: LOG Goiânia III foi entregue com 96% pré-locado; alto retorno sobre custo (13%) e aluguel médio de R$ 25/m².

  • Bradesco (BBDC4) registra alta no lucro de 18,8% no terceiro trimestre, mas ação cai no pregão.
  • ADR do banco em Nova York cai mais de 6% no after-market.
  • Queda de 4% no preço da ação nesta quinta-feira, abrindo a R$ 18.
  • Expectativas do mercado estavam muito altas, em R$ 6,2-6,3 bi, versus R$ 6,2 bi entregues.
  • Ajuste técnico esperado após valorização das ações, conforme diz o CEO Marcelo Noronha.

  • Ibovespa em Cautela: O Ibovespa reflete o tom de cautela global após decisão do Fed e queda do petróleo.
  • Atenção em Dados Locais: Mercado observa novos dados do Tesouro e andamento de propostas fiscais.
  • Balanços e Emprego: Foco nos balanços corporativos e expectativa por novos dados de emprego no Brasil.
  • EUA x China: Acordo entre EUA e China dentro do esperado; impacta percepções de risco.
  • Fed e Taxa de Juros: Fed pode pausar redução de juros e manter taxa entre 3,75% e 4,00% em dezembro.

  • Acordo entre China e EUA: Um acordo importante foi assinado, mas gerou pouco entusiasmo no mercado financeiro.
  • Trégua considerada frágil: Analistas acreditam que a estabilidade proporcionada pelo acordo pode ser temporária.
  • Impacto no mercado: A falta de empolgação com o acordo sinaliza incertezas contínuas para investidores e traders.
  • Foco na próxima etapa: Traders devem monitorar desenvolvimentos futuros e possíveis novas negociações entre os países.
  • Considerações de risco: Permanecem dúvidas sobre a execução e os benefícios de longo prazo do acordo econômico.

  • Stablecoins em destaque: Crescente uso das stablecoins entre investidores, podendo gerar retornos anuais entre 5% a 30%, segundo Guilherme Prado, da Bitget Brasil.
  • Oportunidades de investimento: Uso de stablecoins para pagamentos internacionais, proteção contra inflação e conexão com mercados tradicionais.
  • Produto estruturado Shark Fin: Investimento automatizado em stablecoins garantindo rendimentos de 5% a 30%, com proteção do capital inicial.
  • Estratégia de portfólio: Sugestão de alocar capital em Bitcoin, Ethereum e altcoins de maior risco, utilizando volatilidade para potencializar rendimentos.
  • Perspectivas para Bitcoin: Expectativa de lateralização do Bitcoin com suporte em US$ 100 mil, sem rali significativo até o fim do ano.

  • Balanço do Bradesco: O Bradesco apresentou resultados financeiros considerados positivos para o 3T, mas não atenderam inteiramente as altas expectativas do mercado.
  • Estagnação do ROE: A estagnação do Retorno sobre o Patrimônio (ROE) foi um ponto de frustração para parte dos investidores.
  • Impacto no preço das ações: As ações BBDC4 do Bradesco sofreram queda após a divulgação dos resultados, refletindo a decepção do mercado.
  • Análise dos analistas: Apesar dos bons números, analistas apontaram que a performance poderia ter sido melhor à luz das expectativas prévias.
  • Considerações futuras: Traders devem monitorar como o Bradesco planeja lidar com as expectativas do mercado nos próximos trimestres para ajustar suas estratégias.

  • Ibovespa em queda: O índice caiu 0,67% por volta de 10h10, afetado por correções de recordes e desvalorização do petróleo.
  • Dólar em alta: A moeda americana subiu para R$ 5,3945 (+0,65%), acompanhando os mercados externos.
  • Oportunidades de Day Trade: Recomendações de compra para Auren (AURE3) e venda para SLC Agrícola (SLCE3) com expectativa de até 1,49% de retorno, segundo a Ágora.
  • Novo projeto de taxação: A Câmara dos Deputados aprovou medidas de compensação financeira que podem impactar o mercado financeiro.
  • Fatores internacionais: Redução das tarifas dos EUA sobre a China pode alterar o cenário comercial, com implicações nas negociações internacionais.

  • Índices futuros dos EUA recuam: Influenciado pelos resultados dos balanços de Meta e Microsoft.
  • Impacto dos balanços: Meta e Microsoft divulgaram resultados que desapontaram o mercado, afetando o sentimento dos investidores.
  • Volatilidade esperada: As reações aos resultados corporativos podem aumentar a volatilidade no mercado.
  • Focus no Ibovespa: Traders atentos ao movimento do Ibovespa em resposta ao cenário internacional.
  • Dólar e juros: Monitoramento contínuo desses ativos à medida que o mercado assimila novos dados econômicos.

  • Ibovespa Futuro: Corrige após máximas históricas, recuando 0,5% para 150.530 pontos. Curto prazo ainda indica movimento comprador.
  • Análise BTG Pactual: Próximo alvo projetado para o Ibovespa está em 152.100 pontos, com suportes dinâmicos em 150.730 pontos.
  • Dólar Futuro: Fechou última sessão estável, mas em queda, testando faixa de resistência em 5.370 pontos. Importante manter-se abaixo para continuarem as pressões de baixa.
  • Alvos do Dólar: Próximos alvos de queda são 5.340, 5.320, e mínima do ano em 5.284,50. Início do pregão mostra crescimento de 0,4% para 5.381.
  • Swing Trade: Sem novas recomendações do BTG; operações em andamento incluem CYRE3 (Compra), UGPA3 (Venda), EMBR3 (Compra).

  • Ações da Meta caem mais de 10% no pré-mercado após anunciar queda de 83% no lucro líquido no 3T25.
  • Lucro líquido ficou em US$ 2,71 bilhões, bem abaixo dos US$ 15,7 bilhões do mesmo período em 2024.
  • Aumento nas despesas de capital pressionam margens; projeções para 2025 ajustadas para até US$ 118 bilhões.
  • Despesas tributárias excepcionais de US$ 15,93 bilhões devido à legislação tributária dos EUA impactaram resultados.
  • Investimentos em Inteligência Artificial são apontados como responsáveis pelo aumento nos custos operacionais.

  • Receita acima do esperado: Meta reportou receita de US$ 51,242 bilhões, crescendo 26% em relação ao ano anterior, impulsionada por um aumento na impressão e preço dos anúncios.
  • Lucro afetado por imposto: Lucro líquido de US$ 2,709 bilhões foi 83% menor que o ano anterior, devido a uma despesa tributária de US$ 15,93 bilhões sem impacto no caixa.
  • Investimentos em IA: A Meta investiu US$ 19,374 bilhões em infraestrutura de Inteligência Artificial, elevando custos e despesas para US$ 30,707 bilhões (+32% vs. 3T24).
  • Expectativa para o 4T25: Direção projeta receita de US$ 56-59 bilhões, um crescimento de 18,8%, mas com aumento previsto em custos e despesas.
  • Ação em queda no after-market: Ação caiu mais de 8% após divulgação do balanço, considerada uma reação exagerada por analistas, tornando-se potencial oportunidade de compra.

  • Estimativa de Lucro: Vale (VALE3) projeta lucro líquido entre US$ 2,01 bilhões e US$ 2,61 bilhões no 3T25, impulsionada por alta no preço do minério e vendas significativas.
  • Venda de Aliança Energia: Conclusão da venda de 70% da Aliança Energia por US$ 1 bilhão pode injetar capital e reduzir endividamento, abrindo espaço para dividendos extraordinários.
  • Produção e Vendas de Minério: Produção aumentou 3,8% e vendas subiram 5,1% ano a ano, destacando a crescente demanda e melhores perspectivas de receita.
  • Projeções Divergentes: Genial Investimentos é otimista com o lucro, enquanto a XP Investimentos vê uma possível queda devido à redução nos embarques.
  • Recomendações de Compra: Ágora e Genial recomendam compra, com preços-alvo de R$ 78 e R$ 70, respectivamente, antecipando potencial para novos dividendos e recompras.

  • Trégua entre EUA e China: Anúncio de redução de tarifas e suspensão de controles, mas os mercados globais seguem cautelosos.
  • Índices futuros em Nova York: Operam em queda, refletindo as baixas nas bolsas europeias e asiáticas.
  • Movimento das commodities: Petróleo recua com projeção de maior oferta; minério de ferro avança 0,38% em Dalian.
  • Dólar e Treasuries: Dólar estável; rendimentos dos Treasuries próximos da estabilidade com leve viés positivo.
  • Situação no Brasil: Investidores atentos à votação da LDO e dados econômicos que podem impactar a Selic; volatilidade nos ADRs de empresas brasileiras.

  • Federal Reserve corta juros: O Fed reduziu a taxa básica em 25 pontos-base, mas sinalizou que novos cortes não são certos. Traders devem ajustar expectativas para dezembro.
  • Encerramento do quantitative tightening: A partir de 1º de dezembro, o Fed encerrará a drenagem de liquidez, influenciando condições financeiras e potencial alívio nos mercados.
  • Resultados das Big Techs: Alphabet teve forte alta, mas ações da Microsoft e Meta recuaram por despesas adicionais; IA continua sendo um grande fator de crescimento.
  • Trégua EUA-China: Alivio geopolítico com a redução de tarifas e retomada das compras chinesas de bens agrícolas dos EUA, beneficiando o mercado agrícola.
  • Reação mista nos mercados: Bolsas asiáticas e mercados globais apresentam reações variadas, refletindo alívio e cautela com política monetária e tensões geopolíticas.

  • Bradesco (BBDC4): Lucro recorrente de R$ 6,2 bilhões no 3T25, alta de 18,8% YoY; ROE cresceu para 14,7%, abaixo do rival.
  • ISA Energia (ISAE4): Anunciou R$ 445 milhões em JCP; lucro subiu 27%, apesar da receita ter caído 9%.
  • Mercado Livre (MELI34): Lucro líquido de US$ 421 milhões, abaixo do esperado, com crescimento de receita líquida de 39% YoY.
  • Ambev (ABEV3): Lucro ajustado de R$ 3,84 bilhões, alta de 7,4% YoY; EBITDA ajustado e receita líquida em queda.
  • Multiplan (MULT3): Anúncio de novas expansões no BarraShopping e BH Shopping, com investimento de R$ 35 milhões na primeira fase.

  • Estreia de Novo ETF: O GDIV11 é lançado na bolsa, oferecendo acesso a mais de 2,6 mil ações internacionais com pagamento mensal de dividendos.
  • Estratégia e Exposição: O fundo visa diversificação em setores como financeiro, saúde e tecnologia, excluindo os EUA, com foco em países como Japão e Reino Unido.
  • Objetivo de Retorno: Busca um dividend yield anual de até 9% com valorização a longo prazo, inspirado no iShares Core MSCI EAFE ETF (IEFA).
  • Diversificação e Proteção: Oferece internacionalização de renda com exposição a diferentes moedas e proteção cambial natural.
  • Condições e Custos: Aplicação mínima de R$ 1.000, taxa de administração de 0,83% a.a., sem come-cotas e tributação de 15% em proventos e ganhos de capital.

  • Auren (AURE3): Recomendação de compra pela Ágora Investimentos para day trade nesta quinta-feira, com potencial de ganho de 1,49% e preço alvo de R$ 10,91.
  • Nível de Entrada: Ações da Auren devem ser compradas a R$ 10,75. Siga o ponto de stop em R$ 10,67 para limitar perdas.
  • Blau Farmacêutica (BLAU3) e Cury (CURY3): Também são recomendações de compra com potencias de ganho de 1,46% e 1,39%, respectivamente.
  • SLC Agrícola (SLCE3): Indicação de venda, com entrada a R$ 15,78 e alvo em R$ 15,56. Potencial de ganho de 1,39%.
  • Estratégia e Riscos: Ações baseadas em análise gráfica para tendências de curtíssimo prazo. Respeite os stops e cancele operações caso ocorra gap na abertura.

  • Dólar em alta: O dólar está em alta devido a preocupações de que a trégua comercial entre EUA e China possa ser passageira.
  • Trégua comercial: EUA e China concordaram com uma trégua que inclui redução de tarifas e suspensão de restrições às exportações de terras raras.
  • Impacto nas tarifas: A redução de tarifas pode beneficiar setores industriais, especialmente aqueles que dependem de importações de ambos os países.
  • Exportações de terras raras: A suspensão dos controles sobre as exportações chinesas de terras raras merece atenção, pois pode afetar o mercado de tecnologia.
  • Monitoramento de risco: Traders devem monitorar de perto o desenrolar das negociações, uma vez que a trégua pode não se sustentar a longo prazo.

  • OpenAI Considera IPO: A OpenAI está avaliando registrar seu pedido de abertura de capital no segundo semestre de 2026.
  • Meta de Avaliação: A empresa busca uma avaliação de mercado de até US$ 1 trilhão.
  • Impactos no Mercado de IA: O IPO pode influenciar significativamente o mercado de tecnologia e inteligência artificial.
  • Atenção para Setor de Tecnologia: Investidores devem monitorar o setor de tecnologia, pois esta operação pode intensificar movimentos de mercado.
  • Potenciais Oportunidades: O IPO da OpenAI oferece novas oportunidades para traders e investidores interessados em IA e inovação.

  • Ibovespa futuro em queda de 0,20% aos 150.990 pontos, destacando a possibilidade de realização de lucros após recordes consecutivos.
  • Atenção para balanço da Vale (VALE3), projeta lucro entre US$ 2,01 bilhões e US$ 2,61 bilhões, contribuindo para possível distribuição de dividendos.
  • Commodities mistas: minério de ferro em alta de 0,38% na China e petróleo em queda de 0,45%.
  • Federal Reserve corta juros em 25 pontos-base, agora entre 3,75% e 4,00% ao ano, potencialmente última redução em 2023.
  • Acordo EUA-China com redução das tarifas anunciada por Trump, mercado reage sem entusiasmo aparente.
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