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  • Brasil recebe rating Overweight (compra) do JP Morgan: Único país da América Latina com essa avaliação positiva.
  • Corte de juros esperado em 2026: JP Morgan destaca o impacto positivo histórico nas ações brasileiras com a redução da taxa de juros.
  • Eleição presidencial de 2026 é um ponto de atenção: Possíveis impactos na agenda fiscal e reformas estruturais podem trazer volatilidade.
  • Recomendação de ações pelo JP Morgan: Nubank, Petrobras, Vale, Suzano, Hypera, Localiza, Sabesp, e Cyrela estão entre as top picks.
  • Empresas menos preferidas: Magazine Luiza, Cemig, e Tupy são apontadas como menos favoráveis devido a riscos competitivos e macroeconômicos.

  • Prazo para adequação: Empresas afetadas terão até 4 de março para se adequar às novas diretrizes.
  • Ação do Banco Central: O Banco Central anunciou que 31 empresas serão excluídas do Pix por atuarem sem autorização.
  • Impacto no mercado: Atenção para possível volatilidade em ações de empresas ligadas ao segmento financeiro e ao uso do Pix.
  • Monitoramento: Investidores devem monitorar comunicados do Banco Central para atualizações e possíveis novas legislações.
  • Oportunidade de Short Selling: Traders podem explorar oportunidades de venda a descoberto em empresas diretamente impactadas pela medida.

  • Produção e Expansão: A Prio (PRIO3) projeta elevar sua produção para 210 mil barris diários até o fim de 2026, sugerindo uma expansão significativa.
  • Recomendações de Compra: Bancos como JPMorgan, Santander, Citi e BTG Pactual reafirmaram a recomendação de compra para PRIO3, destacando preços-alvo entre R$ 53 e R$ 60, o que indica potencial de valorização.
  • Fatores Positivos: Altos níveis de geração de caixa, eficiência operacional e uma cultura corporativa sólida são apontados como fatores críticos para o crescimento da Prio.
  • Pontos de Destaque: A XP Investimentos é particularmente otimista, fixando seu preço-alvo em R$ 60 e elogiando a cultura de alto desempenho e as sinergias observadas nos projetos Peregrino e Wahoo.
  • Confiabilidade e Crescimento Sustentável: A visibilidade e previsibilidade operacional para 2026 são vistas como claras, com estimativas de produção de 152 mil a 210 mil barris, reforçando a confiança no crescimento contínuo.

  • Taxação de dividendos: Os dividendos no Brasil serão tributados, mas apenas para investidores que recebem mais de R$ 50 mil por mês de uma mesma companhia, com uma alíquota de 10% retida na fonte.
  • Estratégia das empresas: Empresas estão adiantando pagamentos de dividendos para evitar a tributação no próximo ano, beneficiando assim seus acionistas.
  • Oportunidade para investidores: Dividendos declarados este ano podem ser pagos até 2028 sem a nova alíquota, proporcionando uma vantagem para grandes investidores e controladores de empresas.
  • Benefício para pequenos investidores: Pequenos investidores poderão receber dividendos antecipadamente, que seriam pagos apenas no futuro, oferecendo uma chance de lucrar antes da nova taxação.
  • Empresas em destaque: Vale (VALE3), Unifique (FIQE3), e Intelbras (INTB3) estão entre as empresas listadas com altas taxas de dividendos, oferecendo oportunidades específicas para os investidores.

  • Suzano reduz meta de dívida líquida: A meta foi revisada de R$12 bilhões para R$11 bilhões, com alavancagem de até 2,5 vezes.
  • Plano de desalavancagem: Inclui venda de ativos não essenciais, payout mínimo de dividendos e programas seletivos de recompra de ações.
  • Indústria enfrentando desafios: A Suzano busca oportunidades em meio a preços deprimidos, alta de custos e fechamentos em mercados desenvolvidos.
  • Venda de ativos: A empresa planeja vender terras próximas a centros urbanos e infraestruturas como terminais portuários e ferroviários.
  • Capacidade de produção em expansão: A fábrica em Ribas do Rio Pardo deve alcançar 2,7 milhões de toneladas de celulose até 2027 sem investimentos significativos.

  • Bolsas americanas mostram comportamento misto após divulgação de dados de auxílio-desemprego superiores ao esperado.
  • O número de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA surpreendeu analistas, indicando possíveis preocupações no mercado de trabalho.
  • Ibovespa apresenta queda devido à falta de sinalizações claras do Banco Central sobre cortes na taxa Selic.
  • Os investidores devem ficar atentos às declarações do Banco Central nos próximos dias, pois podem impactar a direção dos mercados.
  • Análise de tendência sugere cautela para traders que operam com moedas e índices, devido à volatilidade no mercado global.

  • Sinograin vendeu 77,5% de sua soja ofertada em leilão estatal, totalizando 397.000 toneladas a um preço de 3.935,3 iuanes por tonelada.
  • Preços competitivos: O preço de leilão está alinhado aos preços spot atuais, mas é superior aos preços de importação de soja brasileira para janeiro e fevereiro.
  • Compra de soja dos EUA em ascensão: China intensifica compras dos EUA após trégua comercial, com acordos para 3 milhões de toneladas e expectativa de 12 milhões até o final de fevereiro.
  • Expectativas para próximos leilões: Sinograin deve ofertar entre 300.000 a 500.000 toneladas semanalmente, podendo atingir 4 milhões de toneladas vendidas na rodada atual.
  • Capacidade atual de estoque da Sinograin: Entre 40 milhões e 45 milhões de toneladas, suficiente para cinco meses de consumo, com logística e estoque sob monitoramento devido às mudanças de mercado.

  • Expansão Estratégica na Índia: A aquisição da Sanelec por US$ 5,2 milhões fortalece a presença da WEG (WEGE3) no mercado indiano, especialmente em reguladores de tensão e sistemas de excitação.
  • Sinergias de Automação: A operação cria sinergias com as soluções de automação e controle existentes da WEG, focando em projetos de energia e infraestrutura, áreas em crescimento na Índia.
  • Parceria com Reivax: A Sanelec, parceira da Reivax, facilita a integração operacional e expande a oferta de sistemas completos para plantas industriais e usinas.
  • Estratégia de Mercados Emergentes: Esta aquisição alinha-se à estratégia da WEG de escalar tecnologias e expandir em mercados com forte demanda energética, como a Índia.
  • Vantagens Tecnológicas: A integração reforça o diferencial tecnológico da WEG, ampliando presença no segmento de automação industrial e aumentando sua competitividade global.

  • Selic mantida em 15%: Copom decide manter a taxa de juros Selic em 15%, como esperado pelo mercado, e adota um tom hawkish, mantendo estratégia de juros altos por prazo prolongado.
  • Projeção de cortes em 2026: XP Investimentos projeta início do ciclo de cortes da Selic apenas em março de 2026, devido à estabilidade no cenário econômico.
  • Ambiente global incerto: Incertezas externas, desafios fiscais internos e desinflação gradual reforçam postura cautelosa do BC; atenção especial às condições internacionais e domésticas.
  • IPCA ajustado: Projeção do IPCA para o 2º trimestre de 2027 recuou de 3,3% para 3,2%, com o mercado alinhando-se à postura mais paciente do BC.
  • Projeção de inflação e riscos: Prognósticos equilibrados com potencial desancoragem das expectativas e câmbio tensionado; riscos baixos incluem desaceleração interna e global, e queda de commodities.

  • MRV aprova recompra de até 24,1 milhões de ações: Volume representa 8,07% do total, destacando uma postura ativa na estrutura acionária.
  • Ações poderão ser usadas para cancelamento, tesouraria ou derivativos: Versatilidade no uso amplia o alcance estratégico e pode controlar a volatilidade.
  • Compra a preço de mercado com flexibilidade operacional: A estratégia oferece flexibilidade para ajustar conforme condições de liquidez e preço.
  • Movimento estratégico em busca de eficiência e valorização: Recompra reforça ações da MRV para fortalecer indicadores durante competição intensa.
  • Impacto potencial na percepção de valor pelos investidores: Recompras podem elevar métricas por ação e demonstrar confiança na performance operacional.

  • Pagamento Total de R$ 12,16 bilhões: Petrobras distribuirá em 2026, R$ 0,94320755 por ação, em duas parcelas.
  • Primeira Parcela via JCP em Fevereiro 2026: Primeira parte de R$ 0,47160378 por ação será paga integralmente como JCP, otimização fiscal prevista.
  • Segunda Parcela Combina JCP e Dividendos: Pagamento de R$ 0,47160377 por ação em março de 2026, com R$ 0,17518233 via JCP e R$ 0,29642144 como dividendos.
  • Impacto no Mercado: Petrobras continua como empresa significativa em distribuição de resultados, atraindo investidores que buscam renda.
  • Impactos no Fluxo de Caixa e Política: Mercado atento a como fluxo de caixa sustenta distribuições futuras, apesar de política de remuneração contribuir para estabilidade das ações.

  • Previsão Ajustada: A safra de soja 2025/26 do Brasil foi ajustada para 177,1 milhões de toneladas, com uma redução de 500 mil toneladas em relação ao mês anterior.
  • Estoques Elevados: Mesmo com a revisão, os estoques finais estão previstos para ser um dos mais altos desde 2020/21, totalizando 12,9 milhões de toneladas.
  • Impacto nas Exportações: A Conab reduziu a projeção de exportações de soja para 112 milhões de toneladas, 100 mil toneladas a menos do que o esperado no mês passado.
  • Áreas Semeadas: Apesar da redução de 130 mil hectares, a área semeada será recorde, com 49 milhões de hectares, um aumento anual de 3,4%.
  • Produtividade e Colheita: Com produtividade estável em relação ao ano passado, a safra começará em janeiro em Mato Grosso e deve crescer 3,3% sobre o recorde anterior de 2024/25.

  • Acordo financeiro do Dia apresenta risco significativo: O Dia recuperou apenas R$ 20 milhões à vista de um total de R$ 163,3 milhões investidos no Banco Master, agora em liquidação extrajudicial.
  • Prazos de pagamento incertos e precatório problemático: O acordo inclui R$ 50 milhões em parcelas até 2026 e um precatório de R$ 116 milhões, mas o cronograma de pagamentos é incerto devido à liquidação do Master.
  • Precatório sofre deságio considerável: O precatório federal possui pouca liquidez, e sua conversão pode resultar em deságios de 30% a 60%, agravando a situação financeira do Dia.
  • Pressão sobre caixa do Dia: A fragilidade operacional e o caixa pressionado indicam risco elevado, ampliado pela incerteza dos pagamentos e pela dependência de um ativo de baixa liquidez.
  • Incerteza financeira persiste: O curto prazo de caixa, incertezas jurídicas e fraco desempenho reforçam preocupações sobre a sustentabilidade financeira da varejista.

  • Minério de ferro: a cotação caiu devido à piora das expectativas de demanda da China.
  • China: não atendeu às esperanças do mercado por sinais concretos de políticas de estímulo em reunião recente.
  • Impacto: traders devem monitorar notícias sobre medidas econômicas da China, que influenciam fortemente o mercado de commodities.
  • Tendência: a queda na demanda chinesa pode pressionar ainda mais os preços do minério de ferro a curto prazo.
  • Ação Recomendada: considerar ajuste de posições em minério de ferro e mineradoras para refletir a perspectiva de demanda reduzida.

  • Fusão Aprovada: A aprovação da fusão entre Petz e Cobasi marca um passo importante no setor de varejo pet, potencialmente fortalecendo suas posições de mercado.
  • Empresas a Observar: Traders devem monitorar as ações da Petz (PETZ3) para possíveis movimentos de mercado com base nessa novidade.
  • Concorrência em Destaque: A união responde à forte concorrência com marketplaces, uma consideração importante para avaliações de mercado e estratégias de investimento.
  • Sinergias Potenciais: A fusão permite que equipes de gestão comecem a explorar sinergias, potencialmente melhorando eficiência operacional e margens de lucro.
  • Análise de Risco: Com a aprovação, observadores do mercado podem ver uma redução nos riscos da tese de investimento para Petz, melhorando perspectivas de longo prazo.

  • Ibovespa em queda: O índice recuou, operando abaixo dos 158,7 mil pontos, impactado pela ausência de catalisadores domésticos positivos e pela volatilidade global.
  • VALE3 e PETR4 pressionam: Ações da Vale caíram 0,61% devido à fraqueza no minério de ferro, enquanto as da Petrobras recuaram 0,53% por ajustes na curva de petróleo, intensificando a pressão sobre o índice.
  • Fraqueza dos bancos: Setor bancário, incluindo Itaú (-0,13%), Santander (-0,09%), Banco do Brasil (-0,46%) e Bradesco (-0,16%), contribuiu para o movimento defensivo e deteriorou o sentimento local.
  • Exterior e câmbio mistos: Apesar de um dólar em queda para R$ 5,44, o desempenho misto dos futuros nos EUA (Dow Jones +0,04%, S&P 500 -0,28%, Nasdaq -0,45%) não sustentou um apetite ao risco.
  • Ajustes no mercado de juros: DIs operaram de forma mista, indicando cautela nas posições e ausência de um vetor claro favorável à renda variável.

  • Vendas no varejo brasileiro subiram 0,5% em outubro, superando expectativas de queda de 0,1% e representando o maior aumento em sete meses.
  • O aumento foi disseminado entre os setores, com crescimento em sete dos oito segmentos investigados, destacando-se Equipamentos de escritório (+3,2%) e Combustíveis (+1,4%).
  • O único setor com resultado negativo foi Tecidos, vestuário e calçados, com queda de 0,3%, principalmente por conta de vestuário e acessórios.
  • Banco Central manteve a taxa Selic em 15%, sem sinalização de cortes iminentes, o que pode continuar afetando o crédito e consumo no varejo.
  • No varejo ampliado, houve crescimento de 1,1% mensal, com destaque para o aumento de 3% nas vendas de veículos e motos.

  • Tributação de Dividendos: A partir de 2026, dividendos superiores a R$ 50 mil de uma única empresa para uma pessoa física serão tributados a 10%.
  • Dividendos de 2025 Isentos: Dividendos anunciados em 2025 continuam isentos, levando empresas a antecipar comunicados para se beneficiar da isenção.
  • Direcional (DIRR3): Anunciou dividendos de R$ 1,55 por ação, totalizando R$ 804 milhões; o pagamento renderá um yield de aproximadamente 9%.
  • Cyrela (CYRE3): Proposta de bonificação de R$ 2,5 bilhões, com criação de ações preferenciais e potencial aumento de capital, aproveitando a janela pré-tributação.
  • Oportunidades de Investimento: Com dividendos e bonificações, Direcional e Cyrela continuam atraentes, permanecendo nas recomendações da Empiricus.

  • Minerva Foods (BEEF3) anunciou pagamento de R$ 162,12 milhões em dividendos intercalares, equivalente a R$ 0,164 por ação.
  • Data-base para acionistas elegíveis aos dividendos é 15 de dezembro de 2025, com pagamento previsto para 29 de dezembro de 2025.
  • XP Investimentos ajustou o preço-alvo para Minerva de R$ 8,40, mas removeu ação da lista de top picks, mantendo recomendação de compra.
  • Desempenho de BEEF3: Ação subiu 35% desde a recomendação de compra, superando o IBOV em 22% e players de proteína em 39%.
  • Tese de Investimento: Momentum forte, valuation atrativo e descompressão do equity após integração com ativos da Marfrig impulsionaram os resultados positivos.

  • Venda de ingressos para a Copa do Mundo 2026: A nova fase de vendas começa nesta quinta-feira, 11, às 13h de Brasília.
  • Venda segmentada por seleções: Torcedores podem escolher ingressos com base na seleção preferida, como a seleção brasileira.
  • Participação no sorteio: Inscrições abertas até 13 de janeiro de 2026, sem vantagem para inscrições antecipadas.
  • Custos dos ingressos: Preços variam de US$ 60 (R$ 319,78) a US$ 6.370 (R$ 33.949) dependendo da categoria e fase do jogo.
  • Procedimento de sorteio: Ocorrerá em fevereiro de 2026; notificações serão enviadas por e-mail aos selecionados.

  • O JP Morgan vê potencial de alta ainda presente para o Bitcoin e criptomoedas, apesar da recente queda.
  • Bitcoin caiu mais de 30% de suas máximas históricas, entrando em zona de bear market tecnicamente.
  • Analistas não acreditam que o mercado cripto está entrando em um "novo inverno".
  • Preços das criptos foram inflados após a eleição de 2024 nos EUA, mas volumes de negociação caíram com a recente correção.
  • Stablecoins mostraram resiliência, com volumes crescendo pelo 17º mês consecutivo, sustentando positividade no setor.

  • Iguatemi (IGTI11) vende participações minoritárias em quatro shoppings para XP Malls (XPML11) por R$ 372 milhões, com pagamento à vista e parcelas futuras corrigidas pelo CDI.
  • A operação apresenta um cap rate médio de 8% baseado no NOI para 2025, competitivo em relação às ações de Iguatemi que negociam a um cap rate de dois dígitos.
  • Iguatemi mantém controle administrativo dos shoppings após a venda, mas a efetivação depende do cumprimento de condições precedentes usuais.
  • XP Malls também adquiriu 9% do Shopping Pátio Higienópolis por R$ 236,7 milhões em um acordo separado com BB Premium Malls (BBIG11).
  • A transação é vista como positiva para Iguatemi, pois pode reduzir a alavancagem e manter o papel da companhia como recomendação, negociando a P/FFO de 9,5 vezes para 2026.

  • Ibovespa em queda: A bolsa brasileira apresenta uma tendência de queda sem sinais claros do Banco Central em relação a cortes na taxa Selic.
  • Indecisão do BC: A falta de indicação sobre redução da Selic está gerando incertezas no mercado, afetando a confiança dos traders.
  • Índices futuros dos EUA: Os índices futuros dos Estados Unidos estão operando de forma mista, refletindo a incerteza nos mercados globais.
  • Foco em políticas monetárias: Traders devem estar atentos a qualquer anúncio de política monetária do BC, que pode impactar a direção do mercado.
  • Volatilidade esperada: Espera-se que a volatilidade continue à medida que investidores reavaliam riscos e perspectivas econômicas diante das atuais condições de mercado.

  • Distribuição de Dividendos: Copel aprovou a distribuição de R$ 1,35 bilhão em dividendos.
  • Data de Pagamento: Será definida na Assembleia Geral Ordinária em 23 de abril de 2026.
  • Data de Registro: Acionistas com posição em 30 de dezembro têm direito ao provento.
  • Data "Ex-proventos": Ações serão negociadas sem direito ao dividendo a partir de 2 de janeiro.
  • Oportunidade para Traders: Importante monitorar a data de registro para posições em CPLE6.

  • MRV anuncia recompra de até 24,1 milhões de ações, representando 8,07% dos papéis em circulação.
  • Duração de 30 meses para o programa de recompra, com vigência até 10 de junho de 2027.
  • Preço de referência para recompra é R$ 8,35, totalizando um desembolso potencial de R$ 201,6 milhões.
  • Objetivos: cancelamento, manutenção em tesouraria ou uso em derivativos, usando recursos da reserva de lucros.
  • Posição de caixa de R$ 715,73 milhões indicada como suficiente, sem comprometer obrigações e dividendos obrigatórios.

  • Ibovespa em Queda: Após a 'Super Quarta', o Ibovespa operava em queda de 0,21%, aos 158.738,48 pontos, reagindo à incerteza sobre a política monetária do Fed e manutenção dos juros dos EUA.
  • Dólar em Baixa: O dólar caía 0,44%, cotado a R$ 5,4444, seguindo o desempenho da moeda no exterior.
  • Decisões de Juros: No Brasil, a Selic foi mantida em 15% pelo Copom, com expectativa de corte de juros adiado para março; nos EUA, o Fed cortou juros em 0,25 ponto percentual.
  • Vendas no Varejo: As vendas no varejo brasileiro subiram 0,5% em outubro, superando expectativas de queda, o que pode afetar as ações do setor.
  • PL Antifraude e Tributação de Bets: O Senado aprovou PL que institui tributo de 15% sobre apostas online, o que pode impactar empresas do setor de jogos de azar.

  • Valor dos Dividendos: Minerva (BEEF3) aprovou R$ 162,1 milhões em dividendos intercalares, equivalente a R$ 0,16455195920 por ação ordinária.
  • Data Base e Ex-Dividendos: A data-base para receber dividendos é 15 de dezembro de 2025. Negociações partir de 16 de dezembro serão ex-dividendos.
  • Data de Pagamento: Pagamento agendado para 29 de dezembro de 2025, em parcela única.
  • Procedimentos de Pagamento: Créditos feitos na conta bancária informada à Itaú Corretora; cadastros incompletos precisam ser regularizados.
  • Inclusão em Dividendo Mínimo: Os dividendos serão considerados no cálculo do dividendo mínimo obrigatório para o exercício que encerra em 31 de dezembro de 2025.

  • Oportunidades em renda fixa: Investidores puderam obter até 15% ao ano com ativos como o Tesouro Selic.
  • Incertezas e volatilidade: Ruídos políticos e incertezas fiscais geraram volatilidade, permitindo retornos reais de dois dígitos com títulos privados.
  • Ciclo de corte de juros: Espera-se que o Banco Central inicie cortes na Selic em 2026, sugerindo possível relocação de investimentos.
  • Recomendações de ajustes: Analista recomenda reduzir prefixados, manter IPCA+ no médio prazo, e aumentar exposição a pós-fixados.
  • Simulador de renda: EQI Research disponibiliza simulador para ajudar investidores a reequilibrar e planejar estratégias de renda passiva.

  • Dividendo Aprovação: Petrobras anunciou pagamento de dividendos totais de R$ 12,16 bilhões, ou R$ 0,94320755 por ação, aprovados em novembro.
  • Pagamento em Duas Parcelas: Primeira parcela de R$ 0,47160378 por ação será paga em 20 de fevereiro de 2026 como juros sobre capital próprio (JCP).
  • Segunda Parcela Detalhe: Em 20 de março de 2026, segunda parcela de R$ 0,47160377 por ação será paga, dividida entre JCP (R$ 0,17518233) e dividendos (R$ 0,29642144).
  • Ajuste com Selic: As parcelas serão ajustadas pela taxa Selic de 31 de dezembro de 2025 até as datas de pagamento.
  • Considerações Fiscais: JCP está sujeito ao imposto de renda conforme legislação atual e fará parte da proposta de remuneração a ser aprovada na Assembleia de 2026.

  • Ibovespa Futuro (WINZ25): Recua 0,85% para cerca de 158.200 pontos, demonstrando dificuldade em superar a barreira dos 159 mil pontos.
  • Análise Técnica: Ativo apresenta forte volatilidade sem direção clara no curto prazo, com suportes em 157.964 e 157.166 pontos e resistência firme acima de 159.300 pontos.
  • Dólar Futuro (WDOF26): Alta de 0,69% para R$ 5,497, mas continua em faixa estreita; resistência principal em R$ 5.514,50, suportes entre R$ 5.469,52 e R$ 5.442,03.
  • Curto Prazo: Viés negativo para Ibovespa Futuro, mas tendência de alta no médio e longo prazos; dólar sem tendência clara, mantendo tendência de baixa no longo prazo.
  • Recomendações Swing Trade: Não há novas recomendações; ativos em andamento incluem SLCE3, USIM5, VBBR3, BBSE3, e WEGE3 com respectivas metas e stops definidos.

  • Petrobras (PETR3, PETR4): Divulga pagamento de R$ 12,16 bilhões em proventos, a serem distribuídos em duas etapas em 2026, o que impacta expectativas de retorno aos acionistas.
  • Suzano (SUZB3): Anuncia R$ 1,38 bilhão em dividendos e um aumento de capital de R$ 5 bilhões, influenciando positivamente a atratividade das ações para investidores.
  • WEG (WEGE3): Adquire a Sanelec na Índia por US$ 5,2 milhões, visando ampliar sua presença internacional e fortalecendo seu portfólio de soluções em controle de geração de energia.
  • Guararapes (GUAR3): Muda o nome para Riachuelo e adotará o ticker RIAA3 a partir de fevereiro de 2026, refletindo transformações na estratégia da empresa.
  • São Martinho (SMTO3): Conclui moagem da safra 2025/26 com resultados em linha com expectativas, destacando mix de produção 51% direcionado ao etanol, o que pode afetar previsões de receita.

  • Federal Reserve realiza terceiro corte consecutivo de 25 pontos-base: Taxa de juros agora entre 3,50% e 3,75%. Ação marcou maior divergência desde 2019.
  • Mercado reage inicialmente bem, mas realizações seguem após resultados da Oracle: Setor de tecnologia mostra volatilidade, pressionando mercados globais.
  • Copom mantém Selic a 15% no Brasil com postura hawkish: Mantém diferencial de juros, favorecendo carry trade e câmbio.
  • FOMC dividido aumenta incertezas para a política monetária dos EUA: Pressão interna sobre a inflação e transição no Fed até 2026 aumentam complexidade.
  • Especulações de IPO da SpaceX elevam setor espacial: Movimentos afetam positivamente ações de empresas como EchoStar e Rocket Lab.

  • Copom decidiu manter a Selic em 15%: A decisão foi tomada sem sinalização clara dos próximos passos de política monetária.
  • Dólar em estabilidade: A moeda norte-americana ronda a estabilidade diante das incertezas sobre cortes de juros no Brasil.
  • Incertezas sobre corte de juros: Dúvidas persistem sobre quando o Brasil iniciará seu ciclo de redução de juros.
  • Impacto para traders: A ausência de clareza na política monetária pode aumentar a volatilidade nos mercados de câmbio.
  • Importância para operações: Traders devem acompanhar de perto quaisquer sinais futuros do Copom para ajustar suas estratégias de investimento.

  • Guararapes irá mudar seu nome de pregão e ticker: A partir de fevereiro de 2026, a empresa será conhecida como Riachuelo, com o novo código RIAA3.
  • Mudança reflete transformação: A decisão busca alinhar o nome ao atual momento de renovação estratégica da companhia.
  • Desempenho das ações: Em 2025, ações GUAR3 registram alta de mais de 80% na Bolsa até o momento.
  • Guararapes é conhecida por sua marca Riachuelo: O reposicionamento aproveita a associação forte com a marca Riachuelo no mercado.
  • Divisão financeira Midway: Midway, parte do grupo, registrou crescimento significativo do EBITDA nos últimos três anos.

  • Venda de Participações Minoritárias: Iguatemi (IGTI11) celebrou proposta vinculante com o fundo XP Malls FII para vender participações minoritárias em quatro ativos imobiliários.
  • Valor da Transação: O acordo está avaliado em R$ 372 milhões, com cap rate médio de 8% baseado no NOI previsto para 2025.
  • Pagamento Estruturado: Do total, R$ 260,4 milhões serão pagos à vista, com pagamentos subsequentes de R$ 37,2 milhões e R$ 74,4 milhões corrigidos pelo CDI no primeiro e segundo aniversários.
  • Controle dos Empreendimentos: Apesar da venda, Iguatemi manterá a administração e controle dos empreendimentos imobiliários incluídos na transação.
  • Foco na Geração de Valor: O movimento é parte da estratégia da Iguatemi para gerar valor aos acionistas por meio da alocação de capital eficiente.

  • Valor dos proventos: R$ 12,16 bilhões serão distribuídos, correspondendo a R$ 0,94320755 por ação.
  • Datas de pagamento: Primeira parcela em 20 de fevereiro de 2026 e segunda em 20 de março de 2026.
  • Composição dos pagamentos: Primeira parcela integralmente em JCP; segunda parcela dividida em JCP e dividendos.
  • Atualização dos valores: Haverá correção pela taxa Selic desde 31 de dezembro de 2025 até as datas de pagamento.
  • Implicações fiscais: O JCP será sujeito a imposto de renda conforme a legislação vigente.

  • Armac (ARML3): Recomendada para compra pela Ágora Investimentos, com entrada a R$ 4,52, alvo em R$ 4,59 e potencial de ganho de 1,55%.
  • Stop Loss para ARML3: Sugerido em R$ 4,49, o que representa uma perda potencial de -0,66%.
  • Outras Recomendações de Compra: BTG Pactual (BPAC11) e Intelbras (INTB3) também recomendadas com potenciais de ganho de 1,44% cada.
  • Hapvida (HAPV3): Recomendação de venda com entrada a R$ 13,45, alvo em R$ 13,26, e potencial de ganho de 1,41%. Stop sugerido em R$ 13,56.
  • Metodologia: As recomendações são baseadas em análise gráfica, focando em tendências de curtíssimo prazo válidas apenas para hoje. Respeite os stops para mitigar riscos.

  • Venda Concluída: JHSF (JSHF3) finalizou a venda de imóveis por R$ 5,235 bilhões.
  • Comprador: A aquisição foi feita pelo fundo de investimento imobiliário (FII) JHSF Capital Desenvolvimento.
  • Impacto nas Ações: A transação pode influenciar positivamente as ações da JHSF (JSHF3) no curto prazo.
  • Setor Imobiliário: A venda destaca a dinamicidade e liquidez no setor imobiliário brasileiro atualmente.
  • Monitoramento Recomendado: Traders devem acompanhar os próximos movimentos da JHSF e do FII JHSF Capital Desenvolvimento.

  • A WEG adquiriu a empresa indiana Sanelec Excitation Systems por US$ 5,2 milhões, visando expansão internacional.
  • A aquisição complementa a parceria da WEG com a REIVAX, focando no portfólio de soluções de controle de geração de energia.
  • A Sanelec registrou receita operacional líquida de US$ 2,3 milhões em 2024, com margem Ebitda de 29%.
  • Bank of America prevê desafios de curto prazo para WEG, devido a tarifas nos EUA e alta de juros no Brasil, mas com crescimento acelerando em 2026.
  • A demanda de curto ciclo se mantém resiliente, com recuperação nos EUA, Europa e Ásia, embora a receita deva permanecer pressionada até 2026.

  • São Martinho (SMTO3) conclui moagem de cana-de-açúcar da safra 2025/26, alinhada com guidance revisado.
  • Volume processado alcança 21,67 milhões de toneladas, com ATR médio de 139,4 kg/ton.
  • Mix de produção: 51% do ATR destinado ao etanol, restante ao açúcar, refletindo condições de mercado.
  • Números divulgados referem-se exclusivamente à operação agrícola de cana-de-açúcar.
  • Unidades de etanol de milho e energia elétrica continuam operando, também conforme guidance.
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