LVL Trading

Newsfeed

Cansado de ficar visitando múltiplos sites e lendo notícias intermináveis? Aqui você acompanha as notícias mais relevantes do mercado financeiro, com resumos focados nos traders que querem se manter atualizados de forma rápida e eficiente.

Mostrando 4241 a 4280 de 18698 notícias

  • Correção após topo histórico: As ações da Taesa (TAEE11) estão passando por uma correção após atingir um topo histórico, o que pode indicar uma oportunidade de venda a curto prazo.
  • Alerta técnico acionado: Os indicadores técnicos sugerem cautela, já que a correção pode sinalizar uma mudança na tendência recente de alta.
  • Acumula forte alta no ano: Apesar da recente correção, TAEE11 ainda acumula um desempenho positivo significativo ao longo do ano, destacando sua resiliência no mercado.
  • Volume de negociação: Monitorar o volume de negociação pode fornecer insights sobre o potencial de continuidade na correção ou estabilização.
  • Análise de suporte e resistência: Traders devem prestar atenção aos níveis de suporte e resistência para melhor identificar pontos de entrada e saída.

  • Expectativa sobre dados de desemprego dos EUA: Traders devem observar atentamente a divulgação dos dados de desemprego nos Estados Unidos, pois podem impactar o mercado de câmbio e futuros.
  • Tensão política nos EUA: A incerteza política pode gerar volatilidade no mercado, afetando os contratos de minidólar (WDOF26).
  • Análise técnica do minidólar: Acompanhar padrões gráficos e indicadores pode oferecer oportunidades de entrada ou saída no mercado.
  • Impacto do cenário econômico global: Mudanças na política monetária global podem influenciar os movimentos do minidólar.
  • Estratégia de hedge: Considerar proteções cambiais para gerenciar riscos de flutuação em cenários incertos.

  • Futuro do Ibovespa (WINZ25): Foco dos traders em cenário econômico atual com atenção ao mini-índice.
  • Copom: Expectativa sobre possíveis alterações na taxa de juros no Brasil pode influenciar decisões de trading.
  • Fed: Impactos das decisões do Federal Reserve também são monitorados, podendo afetar a aversão ao risco.
  • Análise técnica: Indicadores técnicos sugerem movimentos de curto prazo significativos no WINZ25.
  • Estrategias de trading: Considerar proteção contra volatilidade devido às incertezas macroeconômicas.

  • Data de publicação: 11/12/2024
  • Oportunidade de rompimento no Ibovespa: Traders devem observar força compradora em busca de rompimentos no índice.
  • Minicontratos em foco: Atenção para os pontos de suporte e resistência tanto do mini-índice quanto do minidólar.
  • Comportamento do mercado: Tendência de alta no curto prazo pode abrir oportunidades de compra.
  • Análise técnica: Utilizar análises de suporte e resistência para estratégias de entrada e saída no day trade.

  • Retenção Máxima de Taxas: Projeto limita retenção de taxas pelas plataformas a 30%, impactando diretamente modelos de negócio de empresas como Uber e Ifood.
  • Remuneração Mínima: Estabelece remuneração mínima de R$ 8,50 por corrida, afetando diretamente custos operacionais e margens de lucro.
  • Contribuições para a Previdência: Motoristas e entregadores terão obrigação de contribuição previdenciária, ajustando responsabilidades financeiras distribuídas.
  • Reações Negativas do Setor: Empresas apontam que mudanças podem dobrar custos em entregas, o que pode impactar preços finais ao consumidor.
  • Impacto Neutro no Orçamento: Relator destaca que projeto tem impacto neutro no Orçamento da União, favorecendo análise fiscal.

  • Ações da Oracle: Oracle viu suas ações caírem mais de 10% após divulgar receita trimestral abaixo do esperado.
  • Impacto nos Futuros de NY: Quedas nas ações da Oracle pressionaram os futuros de Nova York, mesmo após a decisão do Fed.
  • Decisão do Fed: A decisão recente do Fed não foi suficiente para contrabalançar as quedas impulsionadas pela Oracle.
  • Volatilidade no Mercado: A notícia adiciona volatilidade ao mercado, aumentando a incerteza para os traders.
  • Oportunidades de Compra: Possibilidade de oportunidades de compra devido à reação negativa do mercado às ações da Oracle.

  • Aprovação do Senado: O projeto de lei sobre o marco legal de combate ao crime organizado foi aprovado no Senado e segue para a Câmara dos Deputados.
  • Novo Tributo sobre Apostas: Institui um Cide de 15% sobre transferências feitas por pessoas físicas a plataformas de apostas online.
  • Arrecadação Potencial: Estima-se que o novo tributo possa gerar cerca de R$ 30 bilhões por ano.
  • Punições mais Rigorosas: O projeto propõe endurecimento das punições a membros de facções criminosas e milícias, com penas dobradas para seus líderes.
  • Definição de Facção: Facções são definidas como organizações que controlam territórios ou têm atuação interestadual com o uso de violência ou coação.

  • Manutenção da taxa Selic: O Banco Central manteve a Selic em 15% ao ano, decisão amplamente esperada pelo mercado.
  • CNI critica decisão: A Confederação Nacional da Indústria (CNI) argumenta que há espaço para iniciar um ciclo de cortes na Selic, visando crescimento.
  • Impacto no mercado de construção: CBIC alerta que a continuidade do setor em 2026 depende da redução dos juros.
  • Comparações internacionais: Economistas mencionam que outros países, como os EUA, começaram a cortar juros, enquanto o Brasil mantém altas taxas reais.
  • Expectativas dos Traders: O comunicado do Copom será crucial para entender os próximos passos e as expectativas inflacionárias ainda acima da meta.

  • Fed corta juros em 25 pontos-base: A nova faixa de 3,50% a 3,75% ao ano, esperado pelo mercado, com foco no tom do comunicado e dissensões internas.
  • Impacto na Wall Street: Dow Jones +1,05%, S&P 500 +0,67%, Nasdaq +0,33%. Destaques: Cracker Barrel +3,52%, GameStop -4,28%, Palantir +3,34%, Nvidia continua em queda.
  • Ibovespa em alta: Influenciado por commodities e alívio externo, fluxo estrangeiro mantém índice acima de suportes técnicos importantes.
  • Câmbio e Selic: Índice DXY -0,43%, pressionado pela expectativa de Fed desacelerar cortes. Selic mantida em 15%, Banco Central foca em inflação.
  • Agenda desta quinta-feira: Inclui dados de vendas no varejo no Brasil e indicadores nos EUA como pedidos de seguro-desemprego, leilão de Treasury de 30 anos e dados comerciais de setembro.

  • Nomeação de Novo CEO: Henrique Braun é anunciado como novo presidente-executivo global da Coca-Cola, substituindo James Quincey, com foco em bebidas saudáveis e acessíveis.
  • Foco Estratégico: O portfólio de bebidas sem açúcar e produtos premium da Coca-Cola impulsionam sua posição em um mercado consumista instável.
  • Histórico de Braun: Com início na Coca-Cola em 1996, Braun traz experiência em operações e cadeia de suprimentos, assumindo o cargo em 31 de março.
  • Impacto no Mercado: Ações da Coca-Cola subiram quase 63% sob Quincey, estabelecendo um padrão elevado de liderança e inovação.
  • Expectativas Futuras: Investidores esperam que Braun continue a expandir e renovar o portfólio de marcas da Coca-Cola.

  • Selic mantida: O Copom manteve a taxa Selic em 15% pela quarta vez consecutiva, o nível mais alto desde 2006, visando ancorar expectativas de inflação.
  • Diretores alinhados: Os sete membros indicados por Lula votaram consistentemente pela taxa elevada, sinalizando possível mudança só em 2026 com novos indicados.
  • Pressões e incertezas: Copom citou incertezas externas e resiliência no mercado de trabalho como justificativas para a manutenção da taxa.
  • Reações mistas: Apesar de inflação em moderação, críticos como a CNI e CUT pedem cortes para estimular economia; já o governo demonstra insatisfação, sem sinal de corte iminente.
  • Perspectivas futuras: Expectativas são de Selic estável até meados de 2026, com possibilidade de uma postura mais flexível dependendo da composição futura do Copom.

  • Copom mantém Selic em 13,75%: Economistas destacam que decisão já era esperada e foco permanece na sinalização futura do BC.
  • Tom "hawkish" do BC: Autoridades monetárias adotam um tom mais duro, alertando sobre riscos inflacionários, o que pode impactar expectativas do mercado.
  • Revisões de expectativas: Após a decisão, é esperado que analistas revisem projeções de juros futuros e inflação.
  • Reação dos ativos locais: A B3 poderá absorver essa expectativa com volatilidade em ações e câmbio.
  • Foco em dados econômicos: Traders devem monitorar próximos indicadores econômicos e discursos de membros do BC para ajustar suas estratégias.

  • Selic mantida em 15%: O Copom decidiu manter a taxa Selic em 15% ao ano, conforme as expectativas do mercado.
  • Tom Conservador: O comunicado do Copom apresentou tom conservador, sinalizando continuidade na política monetária atual, sem menção a cortes na Selic em janeiro.
  • Revisão da Projeção de Inflação: Projeção de inflação para o segundo trimestre de 2027 foi ajustada de 3,3% para 3,2%, destacando cautela no cenário econômico.
  • Expectativas de Corte em Março: Especialistas manifestaram que o primeiro corte na Selic é mais provável a partir de março, dadas as atuais sinalizações.
  • Impactos no Mercado: Pequenos ajustes no comunicado indicam que a redução dos juros favorece o desempenho de ativos de risco, como ações e fundos imobiliários, influenciando estratégias de médio prazo.

  • Copom mantém a taxa Selic em 15% ao ano, a maior desde 2006, em decisão unânime e esperada pelo mercado.
  • Cenário doméstico com inflação acima da meta e resiliência econômica sugere manutenção de política monetária contracionista.
  • Analistas preveem início do ciclo de cortes da Selic em março, com o cenário de janeiro permanecendo incerto.
  • Ibovespa pode enfrentar movimento de realização após assimilação da manutenção da Selic; ontem fechou em alta de 0,69%.
  • Juros futuros de curto prazo devem iniciar o dia em alta, enquanto o real pode se fortalecer com a postura do Copom.

  • Copel (CPLE5) distribuirá R$ 1,35 bilhão em dividendos e JCP; data de pagamento será definida em 23 de abril de 2026. Ações ficam "ex-proventos" em 02 de janeiro.
  • Direcional (DIRR3) pagará dividendos intermediários de R$ 804,3 milhões; base acionária em 16 de dezembro, pagamento em 23 de dezembro.
  • SLC Agrícola (SLCE3) anuncia R$ 400 milhões em dividendos e JCP; dividendos pagos em 22 de dezembro, ações "ex-dividendos" em 15 de dezembro.
  • Minerva (BEEF3) aprova R$ 162,1 milhões em dividendos; pagamento em 29 de dezembro de 2025, ações "ex-dividendos" em 16 de dezembro.
  • Totvs (TOTS3) e Kepler Weber (KEPL3) também anunciam proventos significativos; Totvs paga JCP de R$ 99,9 milhões, Kepler R$ 24,9 milhões em dividendos até 26 de dezembro.

  • Sabesp atinge metas do Fator-U previstas no Contrato de Concessão URAE-1 para o ciclo 2024-2025.
  • Conclusão de obras importantes: Coletores Rio das Pedras, Sacomã Montante, Jardim Benfica e Marcos Liberi concluídos em novembro.
  • Adição significativa de novas economias: 15.000 novas economias para tratamento de esgoto integradas.
  • Meta de IEC atingida: Total de 1,06 milhão de novas economias para tratamento de esgoto alcançado.
  • Resultados financeiros positivos: Lucro líquido ajustado de R$ 1,28 bilhão no 3º trimestre, um aumento de 9,5% em relação ao ano anterior.

  • Iguatemi (IGTI3) e XP Malls: Assinatura de proposta vinculante para venda de participações minoritárias em quatro ativos imobiliários, totalizando R$ 372 milhões.
  • Detalhes da Transação: Inclui 9% do Iguatemi Alphaville, 23,96% do Iguatemi Ribeirão Preto, 18% do Iguatemi São José do Rio Preto e 7% do Praia de Belas.
  • Cap Rate e Pagamento: Transação com cap rate médio de 8,0%, pagamento em três parcelas, sendo R$260,4 milhões à vista e o restante em aniversários do fechamento com correção CDI.
  • Resultados Financeiros: Lucro líquido no terceiro trimestre de R$ 120,9 milhões, aumento de 19,5% em relação a 2024; Ebitda cresceu 28,2%, totalizando R$ 286,7 milhões.
  • Impacto para Traders: Potencial valorização das ações (IGTI3) devido à monetização de ativos e forte desempenho financeiro recente.

  • Pergão traumático: O mercado financeiro experimentou grande volatilidade no pregão de 5 de dezembro, comparável ao "Joesley Day".
  • Trade eleitoral já precificado: Apesar das incertezas, o impacto eleitoral parecia parcialmente embutido nos preços dos ativos.
  • Influência externa: A alta da Bolsa brasileira (+37% no ano) foi impulsionada pela Trumponomics, que enfraqueceu o dólar e favoreceu emergentes.
  • Descompasso entre discurso e ação: Há uma discrepância entre o que os investidores dizem e suas ações de mercado, potencialmente influenciadas por fatores escondidos.
  • Potencial para movimentos de alta futuros: Assim como a Bolsa caiu por fatores não plenamente perceptíveis, há espaço para altas baseadas em eventos ainda não visíveis.

  • Produção Diária: Ágora Investimentos oferece vídeos e podcasts diários.
  • Conteúdo Variado: Abrange análises de mercado, tendências, e estratégias de investimento.
  • Acesso Gratuito: Disponível para todos os investidores interessados.
  • Ferramenta de Aprendizado: Útil para traders que buscam se atualizar rapidamente sobre o mercado.
  • Complemento de Estratégias: Pode ser usado para complementar estratégias de investimento existentes.

  • Manutenção da Selic: O Copom manteve a Selic em 15% ao ano, no maior nível desde 2006, conforme esperado. Essa foi a quarta manutenção consecutiva.
  • Comunicação Hawkish: O Copom não suavizou seu tom hawkish, sugerindo um foco contínuo no controle da inflação sem sinais de flexibilização imediata.
  • Impacto Econômico: PIB no 3T25 cresceu apenas 0,1%, mostrando desaceleração econômica devido aos juros altos, mas eficácia limitada pelas medidas anticíclicas do governo.
  • Expectativas de Corte de Juros: Projeção de afrouxamento monetário desloca-se para março de 2026, sem descartes de ajustes dependendo de novos dados.
  • Fundamento Fiscal: Juros elevados atribuídos à "irresponsabilidade fiscal", forçando a política monetária a compensar a falta de uma âncora fiscal eficaz.

  • BC mantém Selic em 15%: Decisão unânime de manter a taxa na quarta reunião consecutiva, afastando expectativas de corte em janeiro de 2026.
  • Economia desacelera: Cenário marcado por inflação acima da meta, crescimento econômico moderado e mercado de trabalho resiliente.
  • Política monetária contracionista prolongada: Expectativas desancoradas e projeções de inflação elevadas justificam manutenção dos juros altos.
  • Comunicação do BC neutra e firme: Economistas veem tom similar ao comunicado anterior, sem espaço para cortes nos próximos meses.
  • Mercado desagrada com decisão: Expectativas de corte adiado para abril devido à estratégia de manter credibilidade.

  • Dividendo Direcional (DIRR3): Anunciado pagamento de R$ 804 milhões, R$ 1,55 por ação, com data limite para participação até 16 de dezembro de 2025.
  • Ação Ex-Dividendo: DIRR3 será negociada 'ex-dividendos' a partir de 17 de dezembro de 2025.
  • Agenda de Pagamento: Dividendos serão pagos em 23 de dezembro de 2025.
  • Motivação Tributária: Empresas correm para anunciar dividendos em 2023 para evitar a nova taxa de 10% sobre dividendos.
  • Perspectivas de Crescimento: Direcional é favorável para o Minha Casa Minha Vida, especialmente no MCMV Faixa 4 via Riva, e é projetada para ter um dividend yield de 13% até o final do ano.

  • Fed reduz taxa de juros dos EUA: Corte de 0,25 ponto percentual na taxa dos Fed Funds, agora entre 3,50% e 3,75%, conforme esperado.
  • Comentários de Powell: O presidente do Fed destacou que a inflação ainda está acima da meta de 2% e alertou para riscos elevados de preços e emprego.
  • Impacto nos Treasuries e dólar: Com a decisão do Fed, os rendimentos dos Treasuries recuaram e o dólar enfraqueceu globalmente.
  • Ibovespa em alta: Acompanhando o movimento externo, o índice subiu 0,69% impulsionado por ações de minério de ferro, chegando a 159.075 pontos.
  • Movimentação do câmbio e juros no Brasil: Dólar avançou 0,60% frente ao real após decisão do Fed, enquanto juros futuros tiveram queda na ponta curta.

  • Taxa Selic mantida em 15%: Copom decidiu manter a taxa Selic estável, em linha com as expectativas de mercado, mantendo os juros no maior nível desde 2006.
  • Cenário internacional incerto: A política econômica dos EUA e negociações tarifárias são focos de atenção, afetando condições financeiras globais.
  • Expectativas de inflação: Se encontram acima da meta, com projeções para o IPCA de 2025 a 4,4%, acima do teto da meta de 4,5%.
  • Política monetária restritiva: Banco Central sinaliza manutenção de política contracionista por um período prolongado para assegurar a convergência da inflação à meta.
  • Decisão unânime: Todos os diretores do Copom votaram pela manutenção dos juros, reforçando a mensagem de cautela na condução da política monetária.

  • Taxa Selic mantida em 15%: O Copom decidiu manter a taxa Selic estável pela quarta vez consecutiva, sem sinalizar cortes iminentes.
  • Comunicação neutra: O comunicado não trouxe sinais claros de cortes em janeiro de 2026, reforçando a estratégia de juros altos por um período prolongado.
  • Expectativas de cortes: As apostas para um possível corte na Selic estão agora mais concentradas em março de 2026, após o comunicado não indicar um início imediato de redução.
  • Mudanças no Banco Central: A reunião marca o final dos mandatos de dois diretores, com expectativas de novos nomes serem apresentados em 2026, sem impacto imediato na política monetária.
  • Projeções de inflação ajustadas: O Copom revisou a inflação para o segundo trimestre de 2027 para 3,2%, sinalizando um controle mais rígido sobre as expectativas inflacionárias.

  • Ibovespa em alta: O Ibovespa subiu 0,69% encerrando o dia a 159.074,97 pontos, com giro financeiro de R$ 23,5 bilhões.
  • Decisão de juros do Fed: O Fed cortou os juros em 25 pontos-base, alguns membros divergiram da decisão, mas a elevação de juros não está no cenário atual.
  • Mercado norte-americano: S&P 500, Dow Jones e Nasdaq subiram após a decisão do Fed, influenciando positivamente o setor corporativo, com destaque para a alta de 1,69% da Amazon.
  • Dólar em alta no Brasil: O dólar subiu 0,6%, cotado a R$ 5,4686, em meio a incertezas políticas locais.
  • Maiores movimentos do Ibovespa: Destaques de alta: CSN (CSNA3) +6,41%, Usiminas (USIM5) +4,06%, Fleury (FLRY3) +2,85%. Destaques de baixa: C&A (CEAB3) -3,98%, Vamos (VAMO3) -3,71%, GPA (PCAR3) -3,01%.

  • A 3tentos (TTEN3) iniciou o processamento de canola em Ijuí (RS), integrando a cultura ao seu projeto industrial por até três meses.
  • Há incentivo para aumentar a área plantada de canola no RS em 2026, com preços vantajosos superando os da soja.
  • Investimento de R$ 60 milhões na planta de Ijuí para viabilizar o processamento, com suporte técnico e programas de troca por insumos e seguros agrícolas.
  • Canola atualmente cotada com prêmio de 5% a 10% sobre a soja, com alta produtividade, rendendo 400 kg de óleo por tonelada.
  • A empresa recebeu 70 mil toneladas de canola para o início da operação, tendo como meta ampliar a cultura sem substituir o trigo.

  • Selic mantida em 15,00% ao ano, cumprindo as expectativas do mercado e permanecendo no maior nível desde 2006.
  • Cenário internacional incerto, com foco na política econômica dos EUA; conselho alterou linguagem sobre grau de cautela necessário.
  • Economia doméstica mostra moderação no crescimento, com destaque para resiliência no mercado de trabalho e inflação acima da meta.
  • Estratégia de manutenção prolongada dos juros é vista como adequada para convergência da inflação à meta, mantendo postura vigilante.
  • Redução nas expectativas de inflação para 2025 e 2026, embora ainda acima das metas estipuladas.

  • Decisão do Copom: Manutenção da Selic em 15% ao ano, maior nível desde 2006, impactando diretamente estratégias de investimento.
  • Estratégia em Renda Fixa: Foco em produtos pós-fixados que acompanham CDI ou Selic, garantem captura imediata dos altos juros atuais.
  • Títulos Recomendados: LCIs e LCAs destacam-se por isenção de IR e rentabilidade elevada; CDBs a 100% do CDI são atrativos para mais de um ano.
  • Oportunidades Táticas: Títulos prefixados para operações táticas de curto prazo, apesar de menor rendimento inicial, travam taxas elevadas.
  • Proteção contra Inflação: Títulos atrelados ao IPCA destacados para investidores mais agressivos, protegendo o poder de compra com retorno alto.

  • Aprovação do Cade: A fusão entre Petz (PETZ3) e Cobasi foi aprovada, criando a maior rede de produtos para pets do Brasil.
  • Condições da fusão: Venda de 26 lojas em São Paulo, representando 3,3% do faturamento da empresa combinada nos últimos 12 meses.
  • Impacto nas ações: Ações da Petz saltaram 6% no Ibovespa após anúncio, cotadas a R$ 4,42 antes de leilão.
  • Dividendo esperado: Acionistas da Petz devem receber R$ 0,70 por ação em dividendos da Cobasi, rendimento de cerca de 16%.
  • Concorrência e críticas: Petlove se opõe à fusão, alegando comprometimento da concorrência; Cade afirma interesse de compra das lojas.

  • Dividendo Aprovado: Kepler Weber (KEPL3) aprovou R$ 24,99 milhões em dividendos intercalares.
  • Data de Corte: Direito aos dividendos para acionistas em posição até 15 de dezembro de 2025.
  • Data de Pagamento: Pagamento dos dividendos ocorrerá em 26 de dezembro de 2025.
  • Novo Projeto: Contrato com São Martinho (SMTO3) para construção de unidade de armazenagem de grãos.
  • Capacidade do Projeto: Unidade terá capacidade estática de 240 mil toneladas em Montividiu (GO).

  • Selic mantida em 15%: O Copom decidiu manter a taxa básica de juros no maior nível em quase 20 anos, focando em controle inflacionário.
  • Renda fixa atrativa: Com a Selic elevada, investimentos em Tesouro Selic e Tesouro IPCA+ são indicados devido ao retorno seguro.
  • Expectativa de corte de juros: Analistas projetam um primeiro corte em março para 14,75%, mas janeiro está fora do radar.
  • Cuidados com riscos: Em tempos de juros altos, evite promessas de retorno elevado e prefira emissores com capacidade de honrar pagamentos.
  • Diversificação internacional: Mesmo com alta rentabilidade interna, investir no exterior é crucial para proteção e equilíbrio do portfólio.

  • Copom mantém taxa Selic estável: A taxa Selic foi mantida em 15% na quarta reunião consecutiva, uma decisão já esperada pelo mercado.
  • Expectativa de corte futuro: Traders devem ficar atentos ao momento e ritmo da potencial redução futura dos juros.
  • Ambiente externo incerto: Conjuntura econômica e política dos EUA mantém incertezas que afetam condições financeiras globais.
  • Expectativas de inflação elevadas: As previsões de inflação para 2025 e 2026 continuam acima das metas, em 4,4% e 4,2%, respectivamente.
  • Política monetária contracionista: A manutenção de uma política monetária restritiva é necessária para alinhar a inflação às metas em um ambiente de expectativas desancoradas.

  • Ibovespa em Alta: Fechou com alta de 0,67%, alcançando 159.038,81 pontos, favorecendo posições longas.
  • Suporte da Vale: Desempenho positivo da Vale impulsionou o índice, sinalizando potencial para o setor de mineração.
  • Foco no Federal Reserve: Traders devem observar comunicações do Fed para entender impacto futuro nas decisões de política monetária.
  • Olho no Banco Central: Expectativas em torno das ações do BC brasileiro podem influenciar o mercado de câmbio e juros.
  • Pano de Fundo Político: Desenvolvimento na área política nacional está no radar, impactando o ambiente econômico e de investimentos.

  • Ibovespa em alta: O índice subiu, impulsionado por um IPCA benigno e cortes de juros pelo Fed.
  • Fed corta juros: A decisão do Federal Reserve de cortar juros animou os mercados, contribuindo para o fechamento positivo nos EUA.
  • Desempenho da Vale: As ações da Vale registraram um ganho de quase 2%, destacando-se no pregão.
  • Mercados nos EUA: Índices americanos fecharam no azul, em resposta a uma perspectiva mais otimista.
  • Foco em juros e inflação: Traders devem estar atentos a mudanças nos juros e indicadores de inflação, como o IPCA, para potencial impacto nos mercados.

  • Copom e Federal Reserve (Fed) como foco: Os mercados estão atentos às decisões iminentes sobre taxas de juros do Copom e do Fed, que podem influenciar políticas monetárias globais.
  • Decisão do Fed surpreende: O Fed cortou juros em 0,25 p.p., contrariando a unanimidade esperada, gerando incerteza sobre seus próximos passos e possíveis cortes mais agressivos até 2026.
  • Pressões fiscais no Brasil: O cenário fiscal deteriorado limita a flexibilidade do Copom, que deve focar em comunicação para manter credibilidade e ajustar as expectativas futuras.
  • Mercados respondem com cautela: O dólar e commodities como o ouro oscilaram moderadamente, enquanto o minério de ferro recebeu impulso com dados da China.
  • Movimentos seletivos no Ibovespa: Setores relacionados à economia global e doméstica sofreram ajustes, à medida que gestores aguardam os comunicados das autoridades monetárias.

  • Cancelamento de Registro: A Wilson Sons teve seu registro como emissora na categoria "A" cancelado pela CVM.
  • Oferta Pública Unificada: Cancelamento foi em razão do cumprimento das normas na oferta pública de aquisição de ações pela SAS Shipping Agencies Services Sàrl.
  • Liquidação Financeira Concluída: Finalizada a liquidação do resgate compulsório das ações ordinárias em circulação.
  • Retirada da B3: Wilson Sons não tem mais valores mobiliários listados na B3 a partir de hoje (10).
  • Impacto para Traders: Não será possível negociar ações ordinárias da Wilson Sons na B3.

  • Ambev (ABEV3) pagará R$ 7,3 bilhões em dividendos adicionais aos acionistas, cifra considerada abaixo das expectativas mais otimistas do mercado.
  • A distribuição representa um incremento de 5,4% sobre os dividendos já anunciados.
  • Mercado esperava uma distribuição extraordinária mais agressiva, resultando em uma percepção de decepção.
  • Apesar da reação inicial, a ação da Ambev fechou estável, indicando resiliência ou consolidação de suporte técnico.
  • Traders devem monitorar possíveis impactos futuros na estratégia de dividendos da Ambev, que pode influenciar percepções de valorização de longo prazo.

  • Minério de ferro se recupera: Após queda recente, o minério de ferro teve recuperação na quarta-feira, impulsionado por dados fracos da economia chinesa.
  • Expectativas de estímulos da China: A fraqueza nos dados econômicos da China aumentou as esperanças de novos estímulos por parte do governo chinês.
  • Impacto em mineradoras e siderúrgicas: Empresas como CSN e Vale tiveram alta nas ações, refletindo o avanço nos preços do minério de ferro.
  • Oportunidade para traders: Potenciais estímulos chineses podem continuar a impactar o preço das commodities, oferecendo oportunidades de trading.
  • Análise de risco: Traders devem acompanhar de perto as medidas econômicas da China para ajustar suas estratégias de investimento.

  • Cade aprova fusão: O Cade aprovou a fusão entre Petz e Cobasi, movimentação que pode impactar a concorrência no setor de pet shops.
  • Venda de lojas: O acordo envolve a venda de 26 lojas no estado de São Paulo, visando atender aspectos regulatórios da fusão.
  • Ações em alta: As ações da Petz (PETZ3) reagiram positivamente à aprovação, fechando em alta de mais de 4%.
  • Impacto de mercado: A notícia pode animar investidores que buscam oportunidades em empresas de varejo pet para otimizar seus portfólios.
  • Monitoramento de curto prazo: Traders devem monitorar as flutuações de PETZ3 nos próximos dias para aproveitar possíveis oportunidades de compra.
Filtros de Categoria
3 categorias ativas