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  • Ibovespa fecha em alta de 0,69%, aos 159.074,97 pontos, impulsionado por commodities.
  • Dólar avança 0,60%, encerrando a R$ 5,4686, acompanhando cenário externo.
  • Fed corta juros em 0,25 ponto percentual, decisão não unânime entre os membros, reacende expectativas.
  • Copom deve manter Selic em 15% ao ano; atenção voltada ao comunicado sobre futuras direções.
  • Ações da Vale e Petrobras sobem com commodities; destaque para CSN com alta de 6% e Vamos com baixa de 3%.

  • Wall Street fechou em alta após decisão do Fed de cortar os juros, com destaque para o Dow Jones, que subiu +1,05%.
  • Corte de juros anunciado pelo Fed foi de 0,25 ponto percentual, em linha com expectativas do mercado; foi a terceira redução consecutiva.
  • A decisão não foi unânime; o Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc) mostrou divergências internas na decisão de juros.
  • Fed atualizou projeções para 2026; a mediana aponta apenas um corte de juros, com Fed Funds encerrando 2024 entre 3,25% e 3,50%.
  • Jerome Powell descartou retomada do aperto monetário; política monetária será ajustada "reunião a reunião".

  • Fed Cauteloso: Jerome Powell reiterou precaução na política monetária dos EUA, com foco em emprego e inflação. Inflação continua acima da meta enquanto mercado de trabalho enfraquece.
  • Tensão Econômica: Powell indicou que os riscos de curto prazo para a inflação estão aumentando, enquanto os riscos para o emprego estão diminuindo, destacando a complexidade no equilíbrio das metas econômicas.
  • Projeções de Juros: A expectativa do Fed é que a taxa dos Federal Funds atinja 3,4% até o final de 2026, sugerindo um corte adicional de juros, destacando pausa potencial nos cortes atuais.
  • Decisão Dividida: O corte recente de 0,25 pp na taxa de juros não foi unânime, com divergências entre dirigentes sobre a magnitude dos cortes, refletindo diferenças na avaliação dos riscos econômicos.
  • Crescimento Moderado: Projeções do Fed indicam um crescimento moderado do PIB e estabilização de desemprego a médio prazo, enquanto inflação persiste acima da meta, impactada por tarifas e outros fatores.

  • Fed corta juros em 0,25 pp: O Federal Reserve reduziu os juros para uma faixa de 3,50% a 3,75%, sinalizando continuidade no ciclo de afrouxamento monetário iniciado em setembro de 2025.
  • Projeções futuras de juros: O Fomc reforçou que novos cortes podem ocorrer em 2026, influenciando a valorização do dólar e o fluxo de capitais para mercados emergentes, como o Brasil.
  • Oportunidades em ações brasileiras: Goldman Sachs recomenda investir em empresas resilientes e com potencial de crescimento, incluindo cíclicas domésticas como Localiza e Cyrela, e defensivas como Equatorial e Rede D'Or.
  • Impacto nos mercados globais: A redução dos juros nos EUA favorece a bolsa brasileira, enquanto fatores externos, como desaceleração da China e questões geopolíticas, podem afetar o mercado de commodities.
  • Fed adota posição de espera: Jerome Powell reforçou que o Fed está em modo de espera, analisando o impacto dos cortes recentes, com atenção ao mandato que se encerra em 2026 e possíveis mudanças na política monetária.

  • Déficit projetado: O governo Lula deve encerrar 2026 com um déficit primário de R$ 148 bilhões (-1,2% do PIB), excedendo o limite permitido pelo arcabouço fiscal.
  • Situação fiscal crítica: O déficit previsto ultrapassa o teto permitido pelo arcabouço fiscal em R$ 173 bilhões, destacando uma condição fiscal insustentável.
  • Trajetória de gastos: As despesas primárias continuam acima do limite de 2,5% ao ano, enquanto as receitas não acompanham o mesmo ritmo, sem considerar possíveis medidas adicionais de arrecadação.
  • Impacto a longo prazo: O governo seguinte, a partir de 2027, herdará um déficit expressivo, em um cenário de alta de juros e pressão sobre a dívida pública.
  • Estimativas da IFI: A Instituição Fiscal Independente é uma fonte de análise técnica das contas públicas, e suas projeções são uma referência importante para o mercado, mas ainda não há posicionamento do Ministério da Fazenda.

  • Corte na taxa de juros: O FOMC cortou os Fed Funds em 25 pontos-base, ajustando a taxa para 3,50% a 3,75%, marcando o terceiro corte consecutivo.
  • Mercado de ouro: O ouro fechou em baixa de 0,27%, a US$ 4.224,70 por onça-troy, enquanto a prata subiu 0,31%.
  • Expectativas para 2026: O foco dos investidores se desloca para o próximo ano, com atenção na divisão interna do Fed e possíveis novas políticas monetárias.
  • Impacto nos Treasuries: A queda nos rendimentos dos Treasuries sugere um mercado cauteloso em relação ao ritmo de afrouxamento monetário.
  • Desenvolvimento pós-guerra: Diálogos entre EUA e Ucrânia sobre o plano de reconstrução continuam, mas com progresso lento.

  • Divergência no FED: As autoridades do Federal Reserve mostram uma grande divergência de visão sobre a trajetória dos juros.
  • Projeções de Juros: A mediana das projeções sugere juros de 4,5% em 2025, 4,4% em 2026 e 4,2% em 2028.
  • Desemprego em Foco: O FED prevê uma queda na taxa de desemprego até 2027 nos EUA.
  • Impacto no Mercado: As incertezas sobre a política do FED podem gerar volatilidade significativa nos mercados financeiros.
  • Estratégia para Traders: É importante acompanhar as próximas declarações do FED e ajustar posições conforme novas previsões econômicas.

  • Petróleo em Alta: Preço do petróleo fecha em alta devido a ajustes após a decisão do Fed.
  • Decisão do Fed: O Federal Reserve reduziu as taxas de juros, impactando positivamente o mercado de petróleo.
  • Conflito Rússia-Ucrânia: Atenção dos traders ao conflito impacta as cotações devido a potenciais riscos de oferta.
  • Discursos de Zelenski: Comentários sobre a reconstrução da Ucrânia influenciam otimismo no mercado de energia.
  • Atenção aos Ajustes: Traders devem monitorar ajustes pós-Fed para identificar oportunidades no mercado de petróleo.

  • Índices em alta: O S&P 500 e o Nasdaq estão em tendência de alta, próximos de seus recordes históricos, refletindo um mercado otimista.
  • Liquidez e taxas de juros: O Federal Reserve é esperado para cortar as taxas de juros, aumentando a liquidez e reduzindo o custo de capital, favorecendo o mercado de ações.
  • Substituição no Fed: Kevin Hassett deve substituir Jerome Powell como presidente do Fed, sendo considerado dovish e propenso a apoiar mais cortes de taxas.
  • Programa de compras do Fed: O Fed iniciou um programa de compras de T-bills de curto prazo, injetando mais liquidez nos mercados financeiros.
  • Previsões otimistas: Grandes bancos esperam que as ações subam 10% em 2026, enquanto incentivos fiscais corporativos devem impulsionar o PIB dos EUA em 0,9% no próximo ano.

  • Decisão do STF: O STF impulsionou o debate sobre o Imposto sobre Grandes Fortunas, destacando a omissão do Legislativo e aumentando a pressão política por medidas de combate à desigualdade.
  • Impacto no Sistema Tributário: Um novo imposto sobre grandes fortunas pode sobrecarregar ainda mais o sistema tributário brasileiro, que já possui alta carga de tributos sobre consumo.
  • Evasão e Investimento: Ambientes tributários hostis podem gerar evasão fiscal e reduzir investimentos produtivos, como demonstrado por estudos da FGV.
  • Competitividade Internacional: A tributação inadequada pode fazer o capital migrar para países com sistemas fiscais mais amigáveis, impactando a economia nacional.
  • Reforma Tributária Necessária: A taxação de altas rendas deve fazer parte de uma reforma tributária abrangente que simplifique o sistema e incentive o desenvolvimento econômico.

  • Redução de Juros nos EUA: O Fed cortou as taxas de juros, impactando o mercado de Treasuries.
  • Treasure Yields: Mesmo com a queda nos EUA, os yields dos Treasuries recuaram.
  • Curva de Juros no Brasil: Continua pressionada devido a incertezas políticas no cenário local.
  • Juros Futuros em Alta: No Brasil, os juros futuros subiram apesar da política monetária americana.
  • Foco para Traders: Atenção para movimentos políticos no Brasil que podem impactar ainda mais os juros futuros.

  • Transição até 2033: A reforma tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 terá um longo período de transição até 2033, permitindo adaptação gradual ao novo sistema.
  • Substituição de Tributos: Tributos como PIS, COFINS, ICMS, ISS e parte do IPI serão substituídos por CBS, IBS e Imposto Seletivo, impactando a gestão tributária das empresas.
  • Início em 2025: A partir de 2025, notas fiscais mostrarão valores simulados da CBS e IBS, começando a cobrança real em 2027, quando PIS, COFINS e IOF/Seguros serão extintos.
  • Desafios para setores específicos: Pequenas e médias empresas e setores de serviços podem enfrentar desafios relacionados a custos de adequação e investimentos tecnológicos.
  • Planejamento é fundamental: Investir antecipadamente na modernização de sistemas e capacitação pode trazer vantagens, enquanto a falta de preparação pode elevar custos e reduzir competitividade.

  • Dólar sobe para R$ 5,46 contrariando o cenário internacional, influenciado por questões políticas e econômicas no Brasil.
  • Investidores atentos à política: Aprovação de projeto na Câmara que reduz penas de envolvidos em tentativa de golpe gera incertezas.
  • Juros no radar: Possíveis mudanças nas taxas de juros continuam a influenciar o mercado cambial e decisões de investimento.
  • Mercado externo mais contido: Enquanto o dólar sobe no Brasil, no exterior o movimento é mais estável, considerando o cenário global.
  • Oportunidades de trade: A volatilidade atual do câmbio pode apresentar oportunidades para traders que acompanham de perto a política e a economia locais.

  • Telefônica (VIVT3) adquire CyberCo Brasil por R$ 212 milhões: Aquisição visa fortalecer a atuação em cibersegurança e expandir o portfólio de serviços digitais.
  • Ampliação de portfólio: Inclui soluções integradas de proteção, segurança da informação e consultoria especializada, aumentando a capacidade de atendimento.
  • Estrategicamente posicionada em serviços digitais: Compra pretende acelerar presença em serviços de valor agregado e melhorar a competitividade no setor.
  • Sinergia operacional e eficiência: Experiência da CyberCo Brasil permite adoção de tecnologias avançadas e criação de novas soluções de segurança.
  • Aposta em crescimento do segmento digital: Movimento envia sinal de investimento contínuo em áreas de expansão e altas margens dentro do competitivo mercado de tecnologia.

  • Bacalhau lidera alta de preços: Preço do bacalhau subiu 84,7%, impactando as ceias de Natal.
  • Outras proteínas também aumentaram: Lombo suíno (+18%), aves festivas (+16,9%) e peru (+2,4%) registraram aumentos significativos.
  • Queda de preços em alguns itens: Tender (-11,3%), pernil (-1,9%) e azeite (-23,8%) tiveram redução nos preços.
  • Itens afetivos com alta moderada: Panetone/Chocotone (+6,4%) e vinho/espumante (+1,5%).
  • Impacto no mercado internacional: Ajustes nos preços do azeite sinalizam mudanças no mercado internacional de alimentos.

  • Crescimento de Vendas na Black Friday: As vendas entre 24 de novembro e 1º de dezembro de 2025 subiram 7,23% em comparação a 2024, com destaque para o e-commerce que cresceu 11,65%.
  • Tendência de Consumo Racional: Pesquisa indica que 83% dos consumidores aproveitam ofertas ao longo do mês, e 70% pesquisaram produtos antes da compra, mostrando maior disciplina financeira.
  • Antecipação de Compras para o Natal: Cerca de 63% a 70% dos consumidores planejam adiantar compras natalinas durante a Black Friday, segundo pesquisas.
  • Foco em Otimização de Margens: Varejistas estão migrando para estratégias de marketing de precisão, analisando detalhes de perfis e comportamentos de consumidores para otimização de margens.
  • Uso de Tecnologias Avançadas: Varejistas investem em análise de dados e inteligência artificial para otimizar decisões de negócio e influenciar o comportamento do consumidor.

  • Pacote de ajuda de US$ 12 bilhões: Anunciado por Trump para apoiar agricultores dos EUA, considerado insuficiente para cobrir perdas totais.
  • Impacto limitado nas perdas agrícolas: Perdas entre US$ 35 bilhões e US$ 44 bilhões nas principais commodities, com ajuda cobrindo fração das necessidades.
  • Dependência de medidas futuras: Ajuda considerada paliativa até que reformas fiscais e de apoio no setor agrícola entrem em vigor em outubro de 2026.
  • Tensão nas exportações: Redução nas exportações de soja devido à guerra comercial, com destaque para impacto negativo no mercado chinês.
  • Preocupações financeiras: Mais da metade dos agricultores planeja usar ajuda para quitar dívidas, sinalizando pressões financeiras contínuas.

  • Mercado aumenta apostas: Expectativas de corte de 50 pb nos juros dos EUA em 2025 subiram para 90%.
  • Política do FED: O Chair Jerome Powell considera a política de juros atual bem posicionada.
  • Guias futuros: Powell não forneceu guidance sobre possíveis cortes futuros nas taxas.
  • Meta de inflação: Powell reafirma compromisso em alcançar a inflação de 2%.
  • Reações do mercado: Traders devem monitorar comentários do FED para ajustes nas expectativas de taxa.

  • Caso Arquivado: O plenário do Cade decidiu não aplicar sanção contra o Itaú e a Redecard.
  • Implicações no Mercado: Arquivamento do caso pode influenciar positivamente as ações do Itaú e Redecard.
  • Concorrência: Determinação de que a campanha da Rede não restringiu a concorrência no mercado de cartões.
  • Foco em Resultados: Decisão pode reforçar a posição do Itaú no setor financeiro.
  • Monitoramento: Recomendado monitoramento das ações do Itaú e Redecard para possíveis movimentos de alta.

  • Dólar à vista fecha em alta: O dólar encerrou a sessão em R$ 5,4686, com aumento de 0,60%, contrastando com o índice DXY, que caiu 0,52%.
  • Decisão do Fed impacta câmbio: O Federal Reserve cortou juros dos EUA em 0,25 ponto percentual, decisão que não foi unânime, gerando incertezas no mercado.
  • Inflação no Brasil: O IPCA subiu 0,18% em novembro, em linha com expectativas, mantendo-se dentro da meta do Banco Central de 3%.
  • Expectativa por decisão do Copom: O mercado aguarda manutenção da Selic em 15%, com sinais de possível flexibilização em 2026.
  • Cenário eleitoral brasileiro: Incertezas políticas com a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro afetam o real, aumentando a aversão ao risco.

  • Data do pagamento de dividendos: Neoenergia (NEOE3) pagará R$ 424,9 milhões em dividendos em 19 de dezembro de 2025, o que impacta o fluxo de caixa dos investidores focados em retorno recorrente.
  • Valor por ação e base acionária: O valor do dividendo será de R$ 0,35 por ação para acionistas que estavam na base em 17 de abril de 2025. Importante para traders que monitoram posições ex-dividendos.
  • Ações ex-proventos: As ações estão sendo negociadas ex-proventos desde 22 de abril de 2025, data que determinou o corte para o recebimento dos dividendos.
  • Impacto no setor elétrico: A distribuição robusta da Neoenergia se alinha a um ciclo de forte retorno no setor elétrico, beneficiando investidores em um ambiente econômico sensível.
  • Previsibilidade de remuneração: A política consistente de dividendos da Neoenergia melhora a previsibilidade e confiança dos investidores no potencial de desempenho da companhia.

  • Visão de longo prazo: Exemplificado por Jeff Bezos e Warren Buffett, foco no reinvestimento e em manter investimentos por décadas, aproveitando os juros compostos.
  • Alto risco e planos ambiciosos: Elon Musk e Steve Jobs alavancaram riscos calculados para revolucionar indústrias e criar valor substancial.
  • Múltiplas fontes de renda: Diversificação é chave para diluir riscos e explorar múltiplos fluxos de receita, como mostram Jeff Bezos e Elon Musk.
  • Disciplina no gasto e investimento: A prioridade é economizar antes de gastar, permitindo que a poupança constante aproveite o poder dos juros compostos.
  • Aprendizado contínuo: Warren Buffett e Elon Musk advogam por estudo diário, que leva a decisões financeiras fundamentadas e bem informadas.

  • Aumento de Capital: Trisul (TRIS3) aprova um aumento de capital de R$ 476 milhões por meio de bonificação, emitindo 56 milhões de novas ações ordinárias.
  • Proporção de Distribuição: As ações serão distribuídas gratuitamente na proporção de 0,30007897757 para cada 100 papéis na posição de 12 de dezembro de 2025, inclusas ações em tesouraria.
  • Impacto no Mercado: O aumento de capital visa fortalecer a estrutura de capital da Trisul, aumentando a liquidez e reforçando indicadores patrimoniais, criando expectativa no mercado imobiliário.
  • Valor para o Acionista: A emissão gratuita demonstra confiança da administração no desempenho futuro, ampliando a base acionária e melhorando o posicionamento para ganhos a longo prazo.
  • Momento do Setor: O movimento ocorre em um contexto de revisão no mercado imobiliário, favorecendo empresas que adotam políticas de capitalização consistentes e promovendo previsibilidade.

  • Desalavancagem Prioritária: Klabin (KLBN11) está focando na redução de sua alavancagem nos próximos anos.
  • Alocação de Capital: A empresa está revisando suas estratégias de alocação de capital para suportar a nova prioridade.
  • Impacto no Mercado: Analistas estão avaliando como essa mudança de foco pode influenciar o preço das ações da Klabin.
  • Estratégia de Negócios: Essa mudança faz parte de uma revisão estratégica mais ampla da companhia.
  • Oportunidades de Investimento: Traders devem monitorar as reações do mercado e possíveis oportunidades de entrada e saída para ações da Klabin.

  • Tenda (TEND3) anuncia recompra de até 2 milhões de ações ordinárias, reforçando sua estratégia de valorização e eficiência no mercado imobiliário até 30 de junho de 2026.
  • O programa de recompra não altera o controle acionário, sinalizando estabilidade e confiança no próprio desempenho, mesmo com um alto número de ações em circulação.
  • A empresa busca otimizar a estrutura de capital, reduzindo volatilidade e estabilizando cotações, sem afetar a estrutura administrativa.
  • O mercado interpreta a recompra como sinal positivo, indicando que a Tenda vê seu preço atual como descontado, mesmo em um ambiente competitivo e com juros sensíveis.
  • A recompra é vista como ferramenta de estabilidade, ajudando a empresa a lidar com a desaceleração no crédito imobiliário e melhorando a precificação durante períodos de volatilidade.

  • Notificação da B3: Raízen (RAIZ4) recebeu alerta por suas ações negociarem abaixo de R$ 1,00 desde outubro.
  • Prazo para Reenquadramento: Empresa deve apresentar plano para corrigir cotação até 29 de maio de 2026.
  • Ações Necessárias: B3 exige medidas efetivas para restabelecer preço mínimo e evitar consequências regulatórias.
  • Impacto no Mercado: Possibilidade de aumento de volatilidade no curto prazo; mercado discute possíveis medidas como agrupamento de ações.
  • Expectativas para o Investidor: Anúncio do plano de ação será crucial para reduzir incertezas; transparência pode acalmar investidores.

  • Petrobras (PETR4) projeta atender 100% da demanda nacional de SAF entre 2027 e 2029, antecipando a obrigatoriedade do biocombustível no país.
  • Coprocessamento como base inicial: Quatro refinarias no Sudeste suprirão a demanda inicial, com expectativa de unidades dedicadas a partir de 2029.
  • Legislação ambiental impulsiona mercado SAF: Exigências de redução de emissões crescem até 2037, elevando a necessidade de produção ampliada.
  • Transição para produção dedicada pós-2029: Unidades planejadas para RPBC (SP) e Boaventura (RJ) com altas capacidades de processamento.
  • Primeira entrega comercial no Galeão marca avanço da Petrobras como líder no mercado de SAF, reforçando a transição energética da companhia.

  • Fed corta juros: O Federal Reserve reduziu as taxas de juros, influenciando os mercados globais, incluindo o Ibovespa.
  • Ibovespa sobe: O índice brasileiro opera em alta, refletindo a decisão do Fed e expectativas locais.
  • Expectativa pelo Copom: Investidores aguardam a reunião do Copom para novas direções na política de juros brasileira.
  • Bolsas dos EUA mistas: Mercados americanos apresentam resultados mistos após a decisão do Federal Reserve.
  • Impacto no câmbio: Mudanças nas taxas de juros podem afetar o valor do real frente ao dólar.

  • Ambev aprova dividendo adicional de R$ 1,8 bi, com pagamento em dezembro, potencializando retorno imediato aos acionistas.
  • R$ 4,2 bi em Juros sobre Capital Próprio (JCP) anunciados para 2026, reforçando estratégia de médio prazo e caixa da companhia.
  • Total de R$ 13,2 bi em proventos programados para 2025, consolidando-se como um dos maiores pacotes do setor.
  • Dividendos de R$ 0,4612 por ação, composto por parte obrigatória e um adicional, destacando a consistência nos pagamentos.
  • Strategic focus on high dividend payouts attracts interest in ABEV3, especially amid declining interest rates, improving liquidity prospects.

  • FOMC corta juros: O Federal Reserve reduziu a taxa de juros para o intervalo de 3,50% a 3,75% ao ano.
  • Expectativas de mercado alinhadas: Os cortes de juros já eram amplamente esperados pelo mercado, mesmo com incertezas econômicas.
  • Projeções divergentes para 2026: Dirigentes do Fed estão divididos sobre o futuro dos juros, com estimativas variando de 2,75% a 4% para o final de 2026.
  • Revisão de inflação: A projeção de inflação pelo PCE para 2025 foi revisada de 3% para 2,9%, com mais reduções projetadas para 2026.
  • PIB dos EUA otimista: A previsão de crescimento do PIB foi aumentada para 1,7% em 2025 e 2,3% em 2026, enquanto a taxa de desemprego permanece estável.

  • Bolsas europeias fecham estáveis: Mercados na Europa encerraram o dia sem grandes variações antes das decisões aguardadas do Fed.
  • Cautela do mercado: Investidores observam atentamente as sinalizações de Jerome Powell sobre ações de políticas para 2026.
  • Expectativa sobre o Fed: O foco principal está na decisão de política monetária do Federal Reserve que será divulgada em breve.
  • Análise econômica: Analistas esperam possíveis indicações sobre o crescimento econômico e ajustes de taxas de juros para os próximos anos.
  • Impacto nos bancos: Setor bancário observa receoso aguardando os potenciais impactos das próximas decisões do Fed.

  • Dólar em alta: A moeda americana opera em alta de 0,73% a R$ 5,475 às 16h06, com máximas e mínimas oscilando, apontando volatilidade no mercado de câmbio.
  • Decisão do Fed: O Federal Reserve cortou os juros em 25 pontos-base para 3,50%-3,75% ao ano, em decisão não unânime, com impacto potencial nas expectativas de política monetária futura.
  • Coletiva de Jerome Powell: O presidente do Fed, Jerome Powell, fará uma coletiva às 16h30, potencialmente influenciando mercado com comentários sobre política monetária e perspectivas econômicas.
  • Inflação no Brasil: O IPCA de novembro subiu 0,18%, dentro das expectativas, sugerindo um cenário de desinflação gradual e influências específicas sob impacto, como passagem aérea e energia elétrica.
  • Cenário de juros no Brasil: Início do ciclo de cortes na Selic é esperado para janeiro, dependendo da comunicação do Copom, podendo trazer impacto em ativos vinculados à taxa de juros.

  • Fed corta juros em 0,25 p.p.: O Federal Reserve reduziu a taxa de juros para a faixa de 3,50% a 3,75% ao ano, movimento já previsto pelos mercados.
  • Continuidade da flexibilização monetária: A decisão segue a política iniciada em setembro, após cinco reuniões sem alteração nos juros.
  • Apostas se confirmam: Segundo CME FedWatch Tool, 89% das previsões apostavam no corte de 0,25 p.p.
  • Comunicação do Fed: O Fed mencionou que a atividade econômica está moderada, com desaceleração no ganho de empregos e inflação elevada.
  • Entrevista de Jerome Powell: O presidente do Fed explicará a decisão às 16h30 (horário de Brasília), oferecendo potencial para impactos no mercado após os esclarecimentos.

  • Corte de Juros: O Fed cortou os juros dos EUA em 0,25 p.p., nova faixa de 3,50% - 3,75% ao ano.
  • Flexibilização Monetária: Continuação da política de flexibilização, apesar da incerteza econômica.
  • Expectativa do Mercado: O corte de juros já era amplamente esperado, com 89% de apostas indicando essa mudança.
  • Entrevista de Powell: Jerome Powell falará às 16h30 sobre a decisão do Fed.
  • Oportunidades de Diversificação: Confira recomendações de ativos por grandes bancos para diversificar carteiras.

  • Suzano ajusta Capex para R$ 10,9 bi em 2026: Redução significativa frente aos R$ 13,3 bi previstos para 2025.
  • Acordo com Eldorado reduz custos de manutenção: Permuta de 18 milhões de m³ de madeira permite reorganização e menor necessidade de plantio imediato.
  • Distribuição do investimento: R$ 2,6 bi destinam-se a terras e florestas, e R$ 800 mi para expansão e modernização, focando em eficiência.
  • Estratégia de reorganização operacional: Busca maior eficiência logística e robustez diante de volatilidade internacional.
  • Perspectivas de 2026 para celulose: Expectativa de firmeza nos preços internacionais, com Suzano investindo em tecnologia para manter competitividade.

  • Hopi Hari planeja investir R$ 280 milhões até 2028 após sair de recuperação judicial para expandir suas operações.
  • O parque reduziu suas dívidas de R$ 1,4 bilhão para cerca de R$ 600 milhões, abrindo caminho para novos projetos.
  • A Brooklyn International Group, controladora desde 2018, já investiu mais de R$ 100 milhões no parque até agora.
  • Hopi Hari planeja construir um shopping a céu aberto e expandir sua infraestrutura de hospedagem através de novos hotéis.
  • Concorrência futura inclui o Cacau Park pela Cacau Show, mas localização estratégica do Hopi Hari é vista como uma vantagem.

  • Fusão Aprovada pelo Cade: A fusão entre Cobasi e Petz (PETZ3) foi aprovada, condicionada ao desinvestimento de ativos, resultando em alta de 4,8% nas ações da Petz.
  • Desinvestimento Necessário: O Acordo em Controle de Concentração (ACC) exige o desinvestimento de 26 lojas em SP, que representam 3,3% do faturamento combinado até o fim do Q3 de 2025.
  • Próximos Passos: A finalização da operação depende da aprovação dos conselhos de Petz e Cobasi e da definição da data de fechamento.
  • Distribuição Acionária: Após a fusão, Petz será uma subsidiária da Cobasi e os acionistas receberão 52,6% da NewCo, enquanto os da Cobasi ficarão com 47,4%.
  • Expectativas do Mercado: Analistas avaliam que a fusão desbloqueará sinergias e terá impacto marginal do desinvestimento, mas desafios com concorrência de marcas on-line devem persistir.

  • Reação Positiva das Ações: As ações da Petz (PETZ3) subiram 3,84%, refletindo a aprovação do Cade para a fusão com a Cobasi.
  • Aprovação com Condições: Cade aprovou a fusão com medidas, incluindo a venda de 26 lojas em SP, impactando 3,3% do faturamento combinado.
  • Impacto Analisado: Ativa Research avalia que o impacto da venda de lojas será marginal, mantendo visão positiva sobre a fusão.
  • Próximos Passos: Fechamento da operação depende de condições suspensivas pelos conselhos de Petz e Cobasi, sem data divulgada.
  • Recomendação Neutra: Ativa mantém recomendação neutra para ações da Petz, citando benefícios de longo prazo da fusão.

  • Cyrela (CYRE3) chama AGE para 31 de dezembro de 2025, visando capitalização de reservas com bonificação em ações PN resgatáveis.
  • Proposta pode otimizar a estrutura de capital e dar flexibilidade financeira, importante para ajustes no balanço e manutenção de caixa.
  • A movimentação visa simplificar a estrutura societária e ampliar o número de ações em circulação, impactando liquidez e estratégia financeira.
  • Investidores devem analisar particularidades das ações resgatáveis, que podem alterar o preço unitário das ações e afetar modelos de valuation.
  • Assembleia em data atípica (31/12) exige atenção; documentos estarão disponíveis para avaliação prévia pelos acionistas.

  • Superávit do Agronegócio de SP: São Paulo registra US$ 21,07 bilhões de superávit nos primeiros 11 meses de 2025, abaixo dos US$ 23,49 bilhões de 2024.
  • Principais Produtos Exportados: Complexo sucroalcooleiro lidera com 31,3% das exportações (US$ 8,2 bi), seguido por carnes (15,2%, US$ 4 bi).
  • Destinos de Exportação: China é o principal destino (24,4%), seguido por União Europeia (14,3%) e EUA (11,8%) - exportações para EUA desaceleram desde setembro.
  • Participação Nacional: SP mantém liderança nacional no agronegócio, contribuindo com 17% das exportações do setor, atrás apenas de Mato Grosso (17,3%).
  • Observação de Mercado: Produtos florestais, sucos, soja e café também são destaque nas exportações, com novos mercados surgindo como México e Canadá.
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