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Cansado de ficar visitando múltiplos sites e lendo notícias intermináveis? Aqui você acompanha as notícias mais relevantes do mercado financeiro, com resumos focados nos traders que querem se manter atualizados de forma rápida e eficiente.

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  • Ouro acumula 25% de alta em 2026: O contrato para abril de 2026 registrou aumento de cerca de 3%, sendo negociado próximo a US$ 5.407 por onça-troy.
  • Busca por proteção impulsiona demanda: A aversão ao risco global, devido a conflitos no Oriente Médio, faz investidores migrarem para ativos como ouro, dólar e títulos americanos.
  • Fatores estruturais sustentam valorização: Compras por bancos centrais e entrada de capital em ETFs relacionados ao ouro continuam a elevar o preço do metal.
  • Projeções otimistas: Se as tensões geopolíticas persistirem, instituições financeiras preveem que o ouro poderia testar valores de até US$ 6.000 por onça e, em cenários extremos, atingir US$ 6.300 em 2026.
  • Influência de inflação e juros nos EUA: Além da geopolítica, traders devem observar inflação e taxas de juros dos EUA como fatores críticos para o preço do ouro.

  • Berkshire Hathaway reafirma confiança em grandes empresas: Greg Abel elogia Apple, American Express, Coca-Cola e Moody’s, que representam mais de metade da carteira.
  • Estratégia de longo prazo: Abel destaca abordagem de manutenção de posições atuais com investimentos de décadas, como a compra de Coca-Cola na década de 1980.
  • Ajustes na participação da Apple: Redução para 227 milhões de ações devido a questões fiscais, mas expectativa de manutenção do patamar atual.
  • Investimentos diversificados: Além das quatro principais ações, dois terços da carteira incluem empresas japonesas como Mitsubishi e Mitsui.
  • Incertezas na gestão da carteira: Com Abel substituindo Warren Buffett, papel de Ted Weschler e Ted Combs ainda incerto, com Weschler responsável por apenas 6% das ações.

  • França amplia arsenal nuclear: Anúncio feito por Emmanuel Macron sobre aumento no número de ogivas como medida de dissuasão.
  • Endurecimento da dissuasão: Macron destacou a necessidade de um reforço na capacidade de dissuasão diante de riscos geopolíticos.
  • Turbulência geopolítica: Período atual é marcado por riscos, segundo Macron, justificando o aumento do arsenal.
  • Segurança da Europa: Pronunciamento visa reforçar o papel das armas nucleares francesas na proteção do continente.
  • Dúvidas sobre compromisso dos EUA: Tensão com Donald Trump gera incertezas sobre a defesa europeia pelo guarda-chuva nuclear americano.

  • Bitcoin recua para US$ 65 mil: Queda de 2,5% em 24 horas com a intensificação do conflito no Oriente Médio.
  • Migração para ouro e dólar: Investidores buscam ativos de segurança diante da instabilidade global.
  • Altcoins registram perdas maiores: Ethereum, XRP e Solana apresentam quedas de cerca de 4%.
  • Tensões geopolíticas influenciam mercado: Conflitos envolvendo EUA, Israel e Irã elevam o risco global.
  • Volatilidade nas bolsas globais: Momento de cautela, com ativos de risco sob pressão persistente.

  • Queda nas Vendas: Braskem registrou uma queda nas vendas de resinas e principais químicos no Brasil no 4º trimestre.
  • Desempenho das Ações: As ações da Braskem (BRKM5) caíram após a divulgação dos dados operacionais fracos.
  • Oferta Excedente: Há preocupações no mercado sobre um possível excesso de oferta afetando a empresa.
  • Impacto no Mercado: Traders devem monitorar as ações da Braskem devido à volatilidade causada pelos dados recentes.
  • Recomendação de Cautela: Investidores devem ter cautela ao considerar novas posições em BRKM5 até que a empresa estabilize suas operações.

  • Petrobras lidera alta do Ibovespa: As ações PETR3 e PETR4 subiram 4,5% e 4,8% respectivamente, favorecidas pela alta do petróleo.
  • Impacto do Oriente Médio: O conflito na região elevou o prêmio geopolítico e influenciou o mercado internacional de petróleo.
  • Rali no setor de energia: Além da Petrobras, PRIO (PRIO3) subiu quase 6%, com PetroReconcavo (RECV3) e Brava Energia (BRAV3) também em alta.
  • Aumento do preço do barril de petróleo: A expectativa de interrupção da oferta global fez o preço do barril subir rapidamente.
  • Petróleo aumenta expectativa de caixa para Petrobras: Alta do Brent favorece geração de caixa da PETR4, com investidores apostando em rentabilidade mantida.

  • Desempenho das Bolsas Latinas: Em janeiro de 2026, o Sp/Bvl General do Peru subiu 22,51%, Msci Colcap da Colômbia cresceu 21,16%, o Ibovespa aumentou 18,42%, e Ipsa do Chile teve alta de 15,65%. O IPyC do México avançou 9,18%.
  • Interesse Estrangeiro nos Mercados Latinos: Investidores estão atraídos pelas bolsas latino-americanas, especialmente de Brasil, Colômbia e México, mas enfrentam preocupações com riscos sistêmicos e instabilidade política.
  • Investimento na Ásia: Traders devem considerar diversificação na Ásia, com oportunidades em consumo, logística, e além de inteligência artificial, em países como Filipinas e Taiwan.
  • EUA e Europa como Destinos de Investimento: Para investidores brasileiros, a diversificação para mercados fora da América Latina, como EUA e Europa, permanece atraente, com potencial de inovação e indústria militar estimulando o crescimento.
  • Conselho de Diversificação: Não concentrar 100% de investimentos em uma única moeda ou classe de ativos. Expandir horizontes para mitigar riscos e buscar retornos consistentes.

  • TOTVS conclui aquisição da Linx (TOTS3): Compra aprovada pelo CADE sem restrições.
  • Expansão no setor de varejo: A empresa amplia atuação em software para gestão e pagamentos no varejo.
  • Fortalecimento do portfólio: Integração inclui soluções de automação e atendimento digital.
  • Presença em comércio eletrônico: Maior participação em softwares corporativos e comércio eletrônico.
  • Impacto futuro esperado: Sinergias operacionais, receitas recorrentes, vendas cruzadas e crescimento de margem.

  • Trocas na Carteira: Empiricus Research removeu Porto (PSSA3) e Direcional (DIRR3) de sua carteira e adicionou Axia Energia (AXIA6) e Cyrela (CYRE3).
  • Motivação das Alterações: Direcional foi retirada para realizar lucros após alta de 17% em fevereiro. Porto saiu por ter atingido um desempenho positivo de 47,5%.
  • Ajuste de Posições: Redução da exposição ao Nubank (ROXO34) e aumento em Smart Fit (SMFT3) e Prio (PRIO3), mantendo equilíbrio com 10 ações com pesos iguais.
  • Impacto das Taxas de Juros: O ciclo de cortes na taxa básica de juros (Selic) em março é visto como um catalisador chave para o mercado, potencialmente beneficiando ações sensíveis a mudanças nos juros.
  • Expectativas do Ibovespa: A entrada de fluxo estrangeiro e a perspectiva de cortes na Selic são fatores que podem sustentar novas avaliações do Ibovespa em 2026.

  • Frísia Cooperativa Agroindustrial adquire esmagadora de soja em Ponta Grossa, PR, fortalecendo sua estratégia de verticalização da produção.
  • Unidade adquirida é da Louis Dreyfus Company e processa 3,4 mil toneladas de soja por dia, mantendo os atuais 200 colaboradores.
  • Compra faz parte do plano estratégico 2025-2030 da Frísia, aumentando a competitividade através da integração produtiva.
  • Foco da produção será no óleo de soja degomado para biocombustíveis e farelo de soja para mercados interno e externo.
  • Conclusão da transação depende de aprovação do Cade, com expectativa de conclusão até o segundo semestre de 2026.

  • Divulgação de resultados da Petrobras: PETR3 e PETR4 divulgam balanço do 4º trimestre de 2025 na quinta-feira (5) após o fechamento do mercado.
  • Teleconferência da Petrobras: A empresa realizará uma teleconferência com analistas na sexta-feira (6) às 11h30 para discutir resultados e perspectivas.
  • Impacto no Ibovespa: O desempenho da PETR4 pode influenciar significativamente o Ibovespa devido à sua grande participação no índice.
  • Outros resultados importantes: Na quinta-feira, também serão divulgados os balanços da Alpargatas, Grendene e Lojas Renner.
  • Setores movimentados: Outros balanços na semana incluem Ultrapar, Eneva, Localiza, Embraer e Cosan, impactando setores como varejo, energia, saúde e aviação.

  • Wall Street abre em queda: O Dow Jones cai 1,01%, S&P 500 -0,77% e Nasdaq -0,73% devido ao aumento das tensões entre EUA, Israel e Irã.
  • Alta no petróleo: Conflitos no Estreito de Ormuz levam petróleo a disparar mais de 8%, potencialmente ameaçando a recuperação econômica global.
  • Geopolítica em foco: A morte do aiatolá Ali Khamenei e ataques israelenses e iranianos aumentam tensão, afetando mercados globais e outras commodities.
  • Expectativa macroeconômica: Investidores aguardam PMIs industriais dos EUA; preços ao produtor mais fortes sugerem inflação persistente.
  • Política monetária dos EUA: CME Group aponta 97,4% de chance de manutenção da taxa em março pelo Fed, com possibilidade de corte em julho.

  • Suspensão de Produção: Anúncio de suspensão na produção de gás natural impacta contratos futuros.
  • Aumento de Preços: Mercado reage rapidamente com alta nos contratos de gás natural.
  • Origem dos Suprimentos: 20% das exportações globais de GNL provêm do Golfo, afetando o Catar.
  • Ponto Crítico: Estreito de Ormuz é um local estratégico para o escoamento, destacando a importância geopolítica.
  • Implicações para Traders: Volatilidade esperada nos mercados de energia, demandando atenção cuidadosa.

  • JP Morgan prevê alta do petróleo: O banco estima que preços podem chegar a US$ 120 por barril se a crise no Estreito de Ormuz durar mais de três semanas.
  • Interrupção no fluxo de exportação: Tráfego no Estreito de Ormuz parou devido à escalada militar entre Irã, EUA e Israel, reduzindo fortemente a exportação.
  • Volume de exportação despencou: Exportações caíram de 16 milhões para 4 milhões de barris por dia, principalmente por cancelamentos de seguros e não por danos à infraestrutura.
  • Impacto nas rotas alternativas: Rotas alternativas não conseguem substituir o volume do Estreito de Ormuz, que movimenta cerca de 19 milhões de barris por dia.
  • Risco de redução global de oferta: Com capacidade de armazenamento baixa, produtores podem precisar cortar a oferta, impulsionando ainda mais os preços do petróleo.

  • Rotação na Carteira 5+: BB Investimentos alterou sua carteira substituindo Bradesco, Itaú Unibanco e TIM por Axia Energia, Auren Energia e C&A Modas.
  • Novo enfoque setorial: A carteira agora está mais focada no setor elétrico, que representa 40% da alocação, sugerindo uma expectativa de queda de juros.
  • AxIAS6 e AURE3: Axia busca capitalizar sua valorização expressiva, enquanto Auren oferece um upside mais equilibrado no setor elétrico.
  • CEAB3 como aposta de consumo: C&A é vista como sensível à recuperação econômica, com potencial de valorização em cenário de inflação controlada e possíveis cortes na Selic.
  • Desempenho da carteira: Apesar de acumular 14,7% em 2026, abaixo do Ibovespa, a carteira superou o índice em fevereiro com uma alta de 7,68%.

  • OranjeBTC realizou a primeira compra direta de Bitcoin em 2026, adquirindo 0,7 BTC a um preço médio de R$ 347.272,71 por unidade.
  • Reservas totais de OranjeBTC atingem 3.723 BTC, consolidando sua posição considerável em ativos digitais.
  • Estratégia de recompra de ações pausada devido à proximidade entre o preço das ações e o valor dos bitcoins em reservas.
  • Investimento em STRC anunciado; empresa planeja utilizar parte do caixa operacional na ação preferencial da Strategy para otimizar capital de giro.
  • Compromisso contínuo com o ecossistema Bitcoin, apesar de mudanças estratégicas, mantendo exposição ao ativo de forma direta e indireta.

  • Alterações na carteira: BTG Pactual retirou B3 (B3SA3) e Sanepar (SAPR11) e adicionou Aura (AURA33), Prio (PRIO3) e Odontoprev (ODPV3) na carteira de dividendos para março.
  • Tese Aura: Considerada atrativa devido a recuperação dos preços do ouro e expansão de múltiplos. Única forma pura de exposição ao ouro no Ibovespa.
  • Tese Prio: Se beneficia de preços elevados do petróleo. Catalisadores incluem primeiros resultados de Wahoo e resultados do Q4 2025.
  • Reorganização Odontoprev: Anunciada uma grande reorganização corporativa no grupo Bradesco, incorporando investimentos em saúde na nova BradSaúde.
  • Performance da carteira: Em fevereiro, a carteira recomendada por BTG superou o IDIV, com performance de 6,5% comparada a 4,4% do índice.

  • Lucro Líquido: Pague Menos (PGMN3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 132,7 milhões no 4º trimestre, com crescimento anual superior a 70%.
  • Margens e Eficiência: Ebitda ajustado subiu 52,6%, com margem operacional melhorando de 4,6% para 5,8%.
  • Vendas Mesmas Lojas: Expansão de 18,6% nas vendas em mesmas lojas, indicando aumento real no consumo.
  • Expansão Logística: Plano para 2026 inclui novo centro de distribuição na Paraíba, visando otimização logística.
  • Expansão de Lojas: Empresa encerrou 2025 com 1.689 lojas e reduziu alavancagem para 2 vezes, reforçando potencial de crescimento.

  • Março de 2026 não possui feriados nacionais, mas alguns estados terão descansos específicos.
  • Pernambuco tem um feriado estadual na sexta-feira, 06/03, devido à Revolução Pernambucana.
  • No Dia de São José, 19/03, haverá ponto facultativo no Amapá e no Ceará.
  • Ceará tem feriado estadual em 25/03 pela abolição da escravidão local.
  • Traders devem se atentar aos feriados subsequentes: Páscoa em 03/04 e Tiradentes em 21/04.

  • Projeção da Selic: Expectativa de queda para 12,00% em 2026, marcando a segunda semana seguida de redução nas estimativas.
  • Câmbio: Dólar projetado a R$ 5,42 para 2026, com estimativas próximas de R$ 5,50 nos anos seguintes, indicando menor pressão cambial estrutural.
  • Inflação: IPCA de 2026 previsto em 3,91%, próximo à meta, enquanto o IGP-M continua em queda nas projeções.
  • Crescimento do PIB: Expectativa de alta de 1,82% em 2026, apontando para uma expansão econômica moderada.
  • Cenário Econômico: Mercado projeta desaceleração controlada, com inflação monitorada e juros em queda gradual.

  • Conflito no Oriente Médio: Os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã, que respondeu com mísseis, elevando tensões na região.
  • Impacto no Ibovespa: O índice sofreu uma queda devido aos receios gerados pelo conflito.
  • Desempenho da Petrobras: A Petrobras ajudou a limitar a queda do Ibovespa, mostrando resiliência diante da situação.
  • Monitorar Petróleo: Traders devem observar o mercado de petróleo para oportunidades, dada a influência do conflito em preços.
  • Volatilidade Esperada: Os traders devem se preparar para possível aumento de volatilidade nos mercados brasileiros e globais.

  • Petrolíferas em alta: Ações de petroleiras no Ibovespa operam com forte alta devido à escalada de conflitos no Oriente Médio.
  • Destaque para PRIO3: Ações da Prio (PRIO3) lideram ganhos com alta de cerca de 5%, sendo a mais negociada na B3 com 17,7 mil negócios.
  • Impacto no petróleo: Preços do petróleo Brent e WTI registram aumentos de 8,5% e 7,6% respectivamente em resposta às tensões geopolíticas.
  • Exposição ao petróleo: BTG Pactual destaca Prio como mais exposta a preços altos devido à menor proteção (hedge) comparada a Petrobras e outras.
  • Fechamento de Ormuz: Fechamento do Estreito de Ormuz pode impactar o transporte global de petróleo, aumentando riscos e custos.

  • Petroleiras brasileiras sobem: Ações da Petrobras (PETR3; PETR4), PRIO (PRIO3), Brava Energia (BRAV3) e PetroReconcavo (RECV3) saltaram entre 2,5% e 5%.
  • Disparada do petróleo Brent: O petróleo Brent subiu cerca de 8% devido à intensificação dos conflitos no Oriente Médio.
  • Motivos da alta do petróleo: Temores de interrupções na produção iraniana e problemas logísticos no Estreito de Ormuz impulsionaram os preços.
  • Beneficiados pela alta do Brent: Empresas de exploração e produção, como PETR4, PRIO3 e RECV3, devem sentir um aumento significativo no fluxo de caixa sem proteções de hedge extensivas.
  • Riscos futuros: A possibilidade de uma rápida resolução dos conflitos pode fazer com que parte dos ganhos seja revertida.

  • JPMorgan rebaixou a recomendação da M.Dias Branco para "neutro" após a divulgação de resultados abaixo do esperado no 4º trimestre.
  • Papel é considerado caro pelo banco, negociando a 11 vezes o índice preço/lucro (P/L), o que limita o potencial de alta.
  • Resultados financeiros decepcionantes são o principal motivo para a ação do JPMorgan, indicando dificuldades enfrentadas pela empresa.
  • Impacto potencial de vendas de investidores que seguem as recomendações do JPMorgan pode afetar o preço das ações negativamente.
  • Monitorar o desempenho futuro da empresa e possíveis reações do mercado pode oferecer oportunidades de trade para investidores atentos.

  • Warburg Pincus investirá até US$1 bilhão na Global Eggs, avaliando a empresa em US$8 bilhões.
  • Allison Ross, diretora da Warburg Pincus, integrará o conselho de administração da Global Eggs.
  • Expansão internacional da Global Eggs: foco em novos mercados para aumentar seu alcance.
  • Produção projetada para 2023: mais de 15 bilhões de ovos diferentes.
  • Aquisição importante: Global Eggs comprou Hillandale Farms por US$1,1 bilhão no ano passado.

  • Ataques Geopolíticos: As tensões entre EUA, Israel e Irã causaram um ajuste na curva de juros, elevando as taxas no início do pregão, destacando mudanças nos títulos prefixados e atrelados à inflação.
  • Aumento em Títulos Prefixados: Tesouro Prefixado 2029 e 2032 registraram altas para 12,79% e 13,39% respectivamente, enquanto o com juros semestrais 2037 subiu para 13,61%.
  • Ajustes em Títulos IPCA+: Tesouro IPCA+ 2032 e 2040 aumentaram suas taxas para IPCA + 7,45% e IPCA + 7,04% respectivamente, refletindo maior prêmio exigido por investidores.
  • Impacto no Tesouro Selic: Variação marginal e praticamente estável para Tesouro Selic 2031 com um leve recuo para Selic + 0,0996%.
  • Implicações no Mercado: As altas taxas sugerem reprecificação da curva com uma queda nos valores unitários dos papéis; investidores atentos às condições geopolíticas podem ajustar estratégias com base nessas flutuações.

  • Oferta restrita: Exportação de sorgo do Brasil no 1º semestre limitada por concorrência entre exportadores, produtores de ração e etanol, apesar da abertura da China ao cereal.
  • Expectativas para o 2º semestre: Trading Hang Tung espera maior aquecimento no 2º semestre, com chegada da safra e aumento na demanda chinesa.
  • Abertura do mercado chinês: China habilitou dez companhias brasileiras para exportar sorgo, impulsionando o potencial de crescimento da exportação brasileira.
  • Produção e consumo: Estímulo à produção nacional, com aumento de quase 10% esperado na safra 2025/26, e demanda crescente das indústrias de etanol e do mercado chinês.
  • Necessidade de ajustes: Embarques para a China ainda enfrentam pequenos ajustes e mais habilitações são necessárias para aumentar o fluxo.

  • Risco de interrupção dos cortes na Selic: Rogério Ceron alerta que o conflito no Irã pode antecipar a parada do ciclo de cortes de juros pelo Banco Central, caso se intensifique.
  • Benefício potencial do conflito: Brasil pode ser beneficiado com aumento na arrecadação devido a uma possível alta nos preços do petróleo.
  • Brasil como "porto seguro": Em contexto de atritos geopolíticos, o país é visto como atraente para investimentos externos, podendo diversificar emissões da dívida pública.
  • Debate sobre programas sociais: Ceron discute a reorganização dos programas sociais do governo, refletindo a necessidade de integrar e otimizar as iniciativas existentes.
  • Federalização do BRB não está em discussão: A crise no BRB é considerada um problema a ser resolvido pelo Distrito Federal e pela instituição, sem planos de federalização.

  • Aumento nos preços do açúcar: Os preços mundiais do açúcar estão subindo devido às tensões geopolíticas envolvendo EUA, Israel e Irã, impactando a produção de etanol no Brasil.
  • Especulação sobre produção de etanol: Espera-se que as usinas brasileiras priorizem a produção de etanol, reduzindo a oferta de açúcar no mercado global.
  • Movimento dos futuros do açúcar: Os futuros do açúcar bruto na ICE subiram 2,5%, e o açúcar branco avançou 3,2%, indicando um aumento significativo devido à situação atual.
  • Impacto do petróleo nos preços: O aumento nos preços do petróleo pode levar a preços mais altos do etanol e, consequentemente, a uma menor produção de açúcar no Brasil.
  • Aumentos potenciais da Petrobras: Analistas esperam que a Petrobras possa aumentar os preços internos da gasolina, influenciando ainda mais a dinâmica de produção de açúcar e etanol.

  • Alterações na carteira: BTG Pactual retirou Raia Drogasil (RADL3) e incluiu Motiva (MOTV3) na carteira recomendada.
  • Ajuste de exposição: Redução na participação do Nubank (ROXO34) de 15% para 10% e aumento para Axia (AXIA3) de 10% para 15%.
  • Conflito internacional: Escalada do conflito no Oriente Médio leva BTG a manter exposição a petróleo e ouro inalterada.
  • Desempenho anterior: Carteira do BTG teve alta de 2,8% em fevereiro, comparada ao Ibovespa que subiu 4,1%.
  • Motiva em foco: Empresa posicionada para crescimento com portfólio simplificado e novos projetos até 2025.

  • Tensão Geopolítica: Ataque coordenado dos EUA e Israel contra o Irã eleva risco de conflito no Oriente Médio, gerando volatilidade intensa nos mercados financeiros.
  • Impacto no Petróleo: Preço do petróleo disparou mais de 12%, com futuras do Brent e WTI destacando forte alta. Atenção para as petroleiras e suas reações ao choque de oferta.
  • Oportunidades nas Ações: Petrobras, Prio e Brava são destaques no Brasil. Destaque para ADRs e BDRs de empresas do setor, como Shell e TotalEnergies, no radar dos investidores.
  • Opep+ e Ofertas Globais: Decisão da Opep+ de reverter cortes de produção pode influenciar preços do petróleo e do dólar, impactando mercados emergentes.
  • Movimentos do Mercado: Acompanhar reações imediatas no preço do petróleo, câmbio e juros é crucial. Investidores devem focar em gestão de risco e evitar decisões emocionais.

  • Abertura do Dólar: O dólar iniciou a sessão com alta de 0,21%, atingindo R$ 5,1450, e rapidamente acelerou o ritmo.
  • Pico de Valorização: Às 10h13, o dólar à vista subiu 1,49% contra o real, chegando a R$ 5,2102, impulsionado pelo aumento da aversão ao risco global.
  • Influência das Commodities: O petróleo Brent subiu 8,22% e o WTI 7,48%, influenciando a dinâmica cambial devido aos temores de fechamento do Estreito de Ormuz.
  • Risco Geopolítico: A guerra no Oriente Médio aumentou a aversão ao risco, levando a uma busca por ativos seguros e fortalecendo o dólar.
  • Perspectiva de Mercado: A especialista Jaqueline Neo destaca que o conflito pode pressionar os preços das commodities, influenciar expectativas de inflação e impactar a trajetória dos juros globais.

  • Ações da Petrobras (PETR3;PETR4) disparam 4,96% e 5,24% na abertura, em resposta ao aumento de 8,22% do petróleo Brent e 7,48% do WTI.
  • Conflito no Oriente Médio entre EUA, Irã e Israel eleva preocupações de fechamento do Estreito de Ormuz, vital para o transporte de petróleo.
  • Projeção do petróleo Brent pelo Citi entre US$ 80 e US$ 90 por barril ao longo da semana, estabelecendo um novo patamar de preços.
  • Outras empresas do setor petroleiro também sobem: PetroReconcavo (RECV3) +3,57%, Brava (BRAV3) +4,29%, Prio (PRIO3) +6,24%.
  • Ibovespa opera em queda, recuando 0,73% aos 187.401 pontos, destacando a influência dos acontecimentos geopolíticos no mercado.

  • Ataque dos EUA ao Irã: As taxas dos DIs abriram em alta firme devido à forte aversão ao risco após o ataque dos EUA ao Irã, que resultou na morte do aiatolá Ali Khamenei e em retaliações iranianas.
  • Alta nas Taxas DI: Taxas dos DIs para janeiro de 2028 e 2035 registraram grande alta de 11 pontos-base na manhã de segunda-feira, refletindo o aumento da percepção de risco.
  • Impacto no Petróleo e Ações: A crise no Oriente Médio elevou os preços do petróleo em mais de 6% e causou queda acentuada nas ações europeias.
  • Expectativas para a Selic: Apesar das tensões geopolíticas, o mercado mantém expectativa de corte de 50 pontos-base na Selic em março, com chances reforçadas por números recentes de inflação.
  • Movimentos do Mercado Externo: O rendimento do Treasury de 10 anos dos EUA, referência internacional, subiu 2 pontos-base, impactando decisões de investimento globais.

  • Klabin (KLBN11) é recomendada para compra pela Ágora Investimentos no day trade de segunda-feira.
  • Entrada em R$ 20,61 com alvo de R$ 20,91 e potencial de ganho de 1,46%; stop em R$ 20,46.
  • Itaúsa (ITSA4) é indicada para venda com retorno potencial de 1,48%; entrada em R$ 14,22, alvo de R$ 14,01, stop de R$ 14,32.
  • Em caso de gap, operações são canceladas se o objetivo for atingido antes do preço de entrada.
  • Respeitar stops para evitar perdas intoleráveis; analistas utilizam metodologia para tendências de curtíssimo prazo.

  • Ibovespa em Queda: Ibovespa cai 0,84%, operando a 187.199,70 pontos devido ao aumento das tensões geopolíticas.
  • Alta no Petróleo: Preço do petróleo Brent sobe 8,9% e WTI 8,4%, com preocupações sobre o fechamento do Estreito de Ormuz.
  • Dólar em Alta: Dólar à vista sobe para R$ 5,2083 (+1,45%), impulsionado por tensões no Oriente Médio.
  • Impacto Geopolítico: Conflito EUA-Israel-Irã provoca incertezas no mercado, afetando ativos e índices globais.
  • Selic e Projeções Econômicas: Economistas ajustam a Selic para 12% em dezembro; dólar projetado a R$ 5,42 no final do ano.

  • Venda acordada: Kepler Weber (KEPL3) fechou acordo com a Grain & Protein Technologies (GPT) para incorporação de suas ações por R$ 11/unit (prêmio de 48.3% sobre o VWAP).
  • Opções para acionistas: Acionistas podem optar por receber ações preferenciais Classe A (R$ 11 à vista + R$ 1 retido) ou Classe B (0.4299 quotas da GPT BR + R$ 8 + R$ 1 retido).
  • Potencial saída da B3: Se aprovada, Kepler Weber pode se deslistar do Novo Mercado da B3, com possível cancelamento de registro.
  • Aprovações necessárias: A operação ainda está sujeita à aprovação em AGE, do CADE e compromisso de voto da Trígono Capital.
  • Resultado financeiro: Lucro líquido aumentou 28.5% no 4T25; EBITDA caiu 17.7%. Receita líquida em 2025 foi de R$ 1.5 bilhão, com retração de 7.3%.

  • Mercados globais em queda: Início de março marcado por forte queda nas bolsas devido ao novo conflito armado no Oriente Médio, levando à migração para ativos seguros.
  • Petróleo em alta: Contratos futuros de petróleo sobem cerca de 8%, aproximando-se de US$ 80/barril, com o Estreito de Ormuz fechado, pressionando preços de energia.
  • Aumento no preço de ativos de segurança: Dólar e ouro à vista sobem, com a onça de ouro negociada acima de US$ 5.400, refletindo busca por proteção.
  • Volatilidade nos Treasuries: Rendimentos dos Treasuries sobem, com ajustes nas expectativas de risco e inflação ao longo de toda a curva de juros.
  • Impacto nas commodities e energia na Europa: Gás natural sobe até 25%, com riscos aos fluxos energéticos e minério de ferro tem alta de 0,87% na China.

  • Impacto no Petróleo: O Brent subiu mais de 12%, com projeções de preços chegando a US$ 100 se o Estreito de Ormuz for afetado por mais tempo.
  • Ataques e Tensão Geopolítica: EUA e Israel neutralizaram figuras centrais no Irã, elevando a tensão regional e potencialmente impactando o abastecimento global de petróleo.
  • Reação dos Mercados: Momento de alta aversão ao risco elevou o ouro e o dólar, enquanto as bolsas sentiram impacto negativo.
  • Atividade Econômica e Dados Econômicos Importantes: Agendas como o payroll dos EUA e PMIs europeus adicionam complexidade ao cenário atual.
  • Consequências Globais: O risco político e a perspectiva inflacionária devem manter traders atentos ao cenário de energia e ativos de proteção.

  • ADRs da Petrobras (PETR4): Operam em alta no pré-market devido ao aumento do preço do petróleo vinculado a tensões no Oriente Médio; ADRs ordinárias subiam 4,21% e preferenciais 4,16%.
  • Kepler Weber (KEPL3): Fechou acordo de venda com a GPT, com prêmio de 48,3% sobre preço médio das ações, aumentando atratividade para investidores.
  • Braskem (BRKM5): Relatório indica queda de 8% nas vendas de resinas e 13% em químicos no Brasil no 4º trimestre, impactando desempenho da empresa no mercado.
  • Cosan (CSAN3): Fitch rebaixou rating de crédito destacando alta alavancagem; ações recuaram 5,12%, indicando aumento de risco para investidores.
  • CSN (CSNA3): Está perto de fechar empréstimo de até US$ 1,5 bilhão para refinanciamento de dívidas, o que pode afetar positivamente seu perfil de crédito.
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