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  • Bancos impulsionarão lucros: Aumento projetado de R$15,8 bilhões nos lucros de 2026 (+14%), com destaque para Banco do Brasil (BBAS3), Bradesco (BBDC4) e Itaú (ITUB4).
  • Impacto da Selic: Espera-se queda de 3 pontos percentuais em 2024, beneficiando lucros das empresas focadas no mercado interno e o setor de varejo.
  • Crescimento dos lucros ex-Petrobras e Vale: Projetado crescimento de 17% em 2026, totalizando R$339,7 bilhões.
  • Mineração e energia com projeções positivas: Vale tem melhora de 30% nas estimativas; Aura Minerals (AURA33) sobe 93% devido a produção e preços favoráveis.
  • Varejo em destaque: Setor deve registrar alta de 34% no lucro agregado, impulsionado por Natura (NATU3), RD Saúde (RADL3) e Assaí (ASAI3).

  • Produção de carne bovina no Brasil aumentou 6,5% no terceiro trimestre em relação a 2024, atingindo 2,97 milhões de toneladas; crescimento de 11,2% comparado ao trimestre anterior.
  • Abates de suínos e frangos também registraram aumento com recordes: suínos subiram 5,3% e frangos 2,9% na base anual.
  • Demanda interna e exportações se mantêm fortes, com destaque para recorde nas exportações de carne bovina, mesmo com tarifas dos EUA.
  • Influência da safra de grãos positiva reduziu custos de produção; medidas sanitárias rigorosas também contribuíram para o cenário.
  • Recuperação rápida de status sanitário foi crucial para avicultura após controle do surto de gripe aviária, restaurando exportações de frango.

  • Mineração e Siderurgia em Alta: Setor operando entre as maiores altas do Ibovespa, impulsionado pelo avanço do minério de ferro.
  • CSN em Destaque: Ações da CSN (CSNA3) lideram o índice com avanço de 6,19%, cotadas a R$ 9,61.
  • Usiminas e Vale em Valorização: Usiminas (USIM5) avança 4,40% e Vale (VALE3) cresce 1,82%, sendo a ação mais negociada na B3.
  • Minério de Ferro em Recuperação: Contrato futuro mais líquido subiu 1,85%, impulsionado por expectativas de estímulos na China.
  • Expectativas Econômicas na China: Dados da indústria chinesa sugerem possíveis estímulos econômicos, apesar de analistas destacarem critérios especulativos e fundamentos descolados.

  • Greve Nacional a partir de 15 de Outubro: Trabalhadores da Petrobras iniciarão greve pela rejeição da contraproposta no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
  • PETR4 sob pressão: A situação pode impactar negativamente a ações da Petrobras (PETR4), especialmente com a proximidade da data de início da greve.
  • Demandas não atendidas: Principais pontos de conflito incluem solução para Planos de Equacionamento de Déficit (PEDs) da Petros e melhoria nos planos de cargos e salários.
  • Rejeição da contraproposta: Segunda proposta da Petrobras não evoluiu em aspectos centrais das negociações, resultando na decisão pela greve.
  • Notificação de paralisação: A empresa será notificada na sexta-feira, sinalizando a iminência da interrupção das atividades.

  • Sondagem de mercado: A Shell está tentando vender 20% do complexo Gato do Mato para levantar capital e acelerar um projeto offshore de US$ 3 bilhões.
  • Capacidade de produção: O campo Gato do Mato, renomeado como Orca e Sul de Orca, deve começar a produzir em 2029 com capacidade de 120 mil barris/dia.
  • Importância estratégica: O complexo representa 10% das operações da Shell no Brasil, reforçando sua importância no médio e longo prazo.
  • Divisão de risco: A busca por um parceiro visa dividir os riscos financeiros do projeto, enquanto a Shell mantém o controle operacional.
  • Foco no pré-sal: A Shell continua expandindo sua presença no pré-sal brasileiro e busca novas descobertas na Margem Equatorial para sustentar a produção futura.

  • Pergão de 5 de dezembro foi traumático com paralelos ao "Joesley Day", sinalizando forte reação do mercado.
  • Surpresa no trade eleitoral: já estava embutido nos preços, indicando que o mercado precifica incertezas políticas.
  • A alta da Bolsa de 37% no ano foi impulsionada pela queda do dólar e uma perspectiva positiva do Copom.
  • Desconexão entre discurso e ação dos investidores é observada, ligada a fatores comportamentais.
  • Empiricus Research recomenda 10 ações para ganhos no mercado brasileiro, apontando oportunidades de investimento.

  • Greve Nacional na Petrobras: Trabalhadores da Petrobras anunciaram uma greve nacional começando na próxima segunda-feira.
  • Efeitos Potenciais: A paralisação pode impactar a produção de petróleo e gás, afetando as operações da empresa.
  • Motivo da Greve: Busca por solução definitiva para os Planos de Equacionamento de Déficit (PEDs) da Petros está entre os principais pontos de discussão.
  • Volatilidade Esperada: Expectativa de aumento na volatilidade das ações da Petrobras no curto prazo devido à greve.
  • Monitoramento Recomendado: Traders devem acompanhar de perto as negociações entre a empresa e os trabalhadores para avaliar impactos nos ativos relacionados.

  • Suzano anuncia corte no capex para 2026 devido à operação de troca de madeira com a Eldorado e conclusão de projetos de expansão.
  • Maior geração de caixa esperada, animando bancos e investidores com a perspectiva de melhores resultados financeiros.
  • Impacto positivo no mercado de papel e celulose, podendo influenciar o preço das ações da Suzano a curto prazo.
  • Redução de investimentos é vista como estratégia de otimização de custos, aumentando a eficiência operacional da empresa.
  • Traders devem monitorar a resposta do mercado a essas mudanças para identificar oportunidades de investimento.

  • Expectativas de Crescimento de Lucros em 2026: Excluindo Petrobras e Vale, espera-se que os lucros das empresas listadas na bolsa aumentem 17% em 2026, comparado a 14% em 2025.
  • Impacto da Queda dos Juros: A redução da Selic favorecerá varejistas, locadoras, e setores alavancados; cada ponto percentual reduzido na Selic pode significar um aumento de 4% nos lucros dessas empresas.
  • Setores Favorecidos: As empresas mais beneficiadas incluem Natura (NATU3) e Assaí (ASAI3), além de redes de shopping centers e utilidades como água e energia, devido a menores custos de financiamento.
  • Desempenho dos Bancos: Bancos devem ser destaque em 2026; lucros bancários previstos para aumentar em R$ 15,8 bilhões, com destaque para Banco do Brasil (BBAS3), Bradesco (BBDC4) e Itaú (ITUB4).
  • Normalização dos Ativos Rurais: Recuperação no setor agronegócio após desafios climáticos beneficia principalmente o Banco do Brasil, incrementando sua capacidade de crédito.

  • Salário mínimo de 2026 será R$ 1.621, representando um reajuste de 6,8% sobre o atual R$ 1.518.
  • A inflação medida pelo INPC acumulado até novembro de 2025 foi de 4,18%, impactando a correção do salário mínimo.
  • Diferença nas previsões: Salário mínimo projetado ficou abaixo dos valores estimados na LDO e em cálculos prévios.
  • O novo valor afetará benefícios como aposentadorias, seguro-desemprego e BPC, que são referenciados pelo piso.
  • O reajuste incorpora um PÍB real de 2024 projetado em 3,4%, mas limitado por um teto de 2,5% no marco fiscal.

  • CVM absolve Henrique Constantino: Decisão do colegiado ocorreu apesar dos indícios de condutas irregulares e deslealdade com acionistas da Gol.
  • Implicações na Gol: Caso envolvia uso da Gol para propinas em troca de benefícios como empréstimo e redução de ICMS em combustíveis.
  • Críticas ao processo: Acusação considerada inadequada por não enquadrar Constantino como controlador sem prerrogativas administrativas.
  • Questões de provas: Falta de evidências materiais e impropriedade do tipo penal mencionado foram pontos levantados para a absolvição.
  • Impacto no mercado: A Gol (GOLL54) não se manifestou após a decisão; traders devem monitorar possíveis repercussões no mercado.

  • Leonardo Mendes Cabral, diretor do Banco Santander Brasil, firmou Termo de Compromisso com a CVM, envolvendo o pagamento de R$ 180 mil.
  • O acordo foi aceito após negociações com o Comitê de Termo de Compromisso (CTC), devido à concordância com o valor proposto.
  • A Procuradoria Federal Especializada da CVM não encontrou impedimentos jurídicos para o acordo, permitindo assim sua aprovação.
  • O Processo Administrativo Sancionador investigava possíveis negociações de ações em período vedado, relacionadas ao Banco Santander Brasil (SANB11).
  • Traders devem monitorar SANB11, pois o caso pode influenciar a percepção de conformidade e riscos do banco, impactando suas unidades no mercado.

  • Crescimento no Crédito Privado: O estoque de títulos privados do agronegócio aumentou cerca de 17% de agosto a outubro de 2025, atingindo aproximadamente R$ 1,4 trilhões, mesmo em um ambiente econômico desafiador.
  • Inadimplência e Recuperações Judiciais: Apesar do crescimento no crédito, o setor agropecuário está enfrentando alta inadimplência e um aumento nas recuperações judiciais, representando 73% do total de pedidos de 2024.
  • Diminuição de Crédito Rural: O crédito rural oficial contratou 16% menos no primeiro semestre de 2025, indicando uma busca mais seletiva por linhas de crédito privado por parte dos produtores.
  • Indicadores de Produção em Alta: A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) espera um aumento de 12% no Valor da Produção Bruta (VPB) e uma recuperação dos preços, apontando para maior renda no campo em 2026.
  • Perspectivas para 2026/2027: Apesar dos desafios, espera-se melhorias devido à recuperação dos preços, resolução de recuperações judiciais em setores importantes e a expectativa de um cenário mais favorável para a safra 2026/2027.

  • Alta nos preços de voos: Após o sorteio e anúncio dos jogos da Copa do Mundo de 2026, preços das passagens aéreas para as cidades onde o Brasil joga aumentaram, exceto para Nova York, que se mantém estável.
  • Nova York: Voos para a estreia contra Marrocos são considerados normais, variando entre R$ 3.850 e R$ 5.600. Tarifas sem escalas chegam a R$ 12.815.
  • Filadélfia: Bilhetes para o jogo contra o Haiti estão consideravelmente mais caros, com valores atingindo R$ 9.126, superando a faixa usual de R$ 4.500 a R$ 5.800.
  • Miami: Passagens para o confronto com a Escócia custam R$ 7.165, muito acima da média histórica de R$ 2.400 a R$ 3.300.
  • Ingressos da Copa: A Fifa inicia nova fase de venda de ingressos com cota de 8% do estádio para cada seleção, custando entre R$ 16 mil a R$ 20 mil por partida.

  • IBGE Reporta IPCA: IPCA acumulado nos 12 meses até novembro foi de 4,46%, abaixo dos 4,68% de outubro e ligeiramente abaixo da expectativa de 4,49%.
  • Impacto na Bolsa: O Ibovespa continua volátil, principalmente devido a preocupações com a política monetária.
  • Brasília no Radar: Movimentos políticos e decisões de Brasília continuam a ser fatores críticos para os movimentos no mercado.
  • Expectativas para Taxa de Juros: A desaceleração do IPCA pode influenciar as próximas decisões sobre a taxa Selic.
  • Estratégia para Traders: Monitorar atentamente os desenvolvimentos políticos e indicadores econômicos, que podem impactar significativamente a volatilidade e as estratégias de investimento.

  • Tesouro Nacional pode aportar nos Correios: Caso necessário, dentro das regras do arcabouço fiscal, segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
  • Opção preferencial é empréstimo bancário: Governo deseja que os Correios obtenham empréstimo com garantia do Tesouro, mas aporte direto é cogitado.
  • Necessidade de reestruturação financeira: Os Correios estão em grave crise financeira, exigindo um plano de reestruturação para melhorar suas contas.
  • Impacto no Orçamento federal: Prejuízos dos Correios estão pressionando as contas do governo, demandando compensações financeiras.
  • Aprovação de cortes tributários: Haddad defende projeto que corta benefícios tributários para ajudar a fechar o Orçamento de 2026.

  • Fed deve cortar juros: Expectativa de corte de 0,25 ponto percentual nos EUA; taxa básica pode ficar entre 3,50% e 3,75% com foco nas declarações de Jerome Powell para pistas sobre a política monetária de 2026.
  • Copom mantém Selic: No Brasil, a taxa Selic deve permanecer em 15%, com um tom hawkish devido a fragilidades fiscais e incertezas políticas, sem sinalização clara de cortes imediatos.
  • Reação do mercado global: Futuros americanos estáveis; bolsas europeias em queda. Mercado monitorando comunicados para entender próximas movimentações monetárias e impacto em ativos.
  • China e inflação: Setor imobiliário da China em alta, mas inflação ao consumidor acelera para 0,7% em novembro, com a deflação industrial persistente, impactando mercados.
  • Sucessão em foco: Warren Buffett deixará cargo de CEO da Berkshire Hathaway; Greg Abel assumirá em janeiro, enquanto o mercado observa movimento em empresas associadas.

  • Índices Futuros dos EUA: Operam de forma mista antes da decisão sobre taxas de juros, o que pode indicar volatilidade no mercado americano.
  • Decisão de Juros: Expectativa alta em relação à decisão do Federal Reserve sobre a política monetária, crucial para movimentos nos mercados globais.
  • Ibovespa em Alta: Bolsa brasileira registra alta, influenciada por políticas monetárias e acontecimentos políticos em Brasília.
  • Foco em Brasília: Eventos políticos podem impactar o mercado nacional, sendo um ponto de atenção para traders locais.
  • Monitoramento Contínuo Recomendado: Dado o cenário de decisões econômicas importantes, é essencial monitorar atualizações em tempo real tanto no mercado nacional quanto internacional.

  • Projeção de Lucros: BTG Pactual projeta crescimento de 17% nos lucros das empresas brasileiras listadas até 2026.
  • Exclusões Notáveis: Projeção exclui os resultados das gigantes Petrobras e Vale.
  • Estimativa de Lucro Total: Espera-se que o lucro total das empresas atinja R$ 339,7 bilhões.
  • Oportunidades de Crescimento: O crescimento esperado pode indicar boas oportunidades para investidores focados em empresas brasileiras.
  • Revisão de Portfólio: Traders devem considerar essas projeções ao revisar portfólios, especialmente em setores fora das empresas excluídas.

  • Email de Howard Marks questiona potencial de bolha em ações de IA.
  • Alerta para possível correção de mercado devido ao entusiasmo com IA.
  • Indica que ficar de fora das ações de IA também apresenta riscos.
  • Foco em monitorar os sinais do mercado para capitalizar oportunidades de negociação.
  • Importante considerar estratégias que equilibrem risco e retorno no cenário atual.

  • Inflação dentro da meta: O IPCA subiu 0,18% em novembro, com a inflação acumulando alta de 3,92% em 2025 e 4,46% em 12 meses, dentro da meta do Banco Central, que é de 3% com tolerância de 1,5 ponto percentual.
  • Corte de juros em discussão: Com a inflação dentro da meta, cresce a expectativa de que o Copom possa começar a cortar a Selic no início de 2026, conforme indicações de economistas.
  • Ajustes no Relatório Focus: Estimativa para a inflação de 2025 caiu de 4,43% para 4,40%. Contudo, expectativa para a taxa básica de juros em 2025 foi revisada para cima, de 12% para 12,25%.
  • Riscos fiscais e eleições: Há cautela no mercado sobre cortar os juros, devido a incertezas fiscais e o impacto das eleições de 2026, que não fazem parte do mandato do Copom.
  • Setores com desinflação: Queda contínua em alimentação no domicílio e deflação em eletrodomésticos contribuem para uma inflação setorialmente controlada, com algum impulso nas tarifas de energia elétrica.

  • Minério de ferro recua após sete pregões em alta: A queda ocorreu após divulgação de dados fracos do PIB chinês.
  • Possibilidade de novos estímulos na China: Os dados econômicos fracos reacenderam as esperanças de estímulos econômicos.
  • Ações de mineradoras e siderúrgicas reagem positivamente: Empresas como CSN e Vale registraram altas em suas ações.
  • Volatilidade no mercado de commodities: A oscilação nos preços do minério de ferro influencia diretamente o desempenho das ações do setor.
  • Monitoramento de políticas chinesas é essencial: A política econômica chinesa continua a ser um fator determinante para as cotações de minério de ferro.

  • Convocação de AGE: Cyrela anunciou assembleia geral extraordinária para 31 de dezembro, visando decisão sobre ações preferenciais especiais e bonificação de R$ 2,49 bilhões em reservas de lucros.
  • Ações Preferenciais: Serão emitidos 72,8 milhões de novos papéis preferenciais PN Especiais, distribuídos gratuitamente aos investidores, na proporção de 0,18958333333 ação para cada ação ordinária.
  • Autorização da B3: Necessidade de autorização da B3 para excepcional emissão de ações devido às regras do Novo Mercado. Pedido enviado em 9 de dezembro.
  • Direitos das PN Especiais: Ações PN Especiais terão direitos econômicos e políticos equivalentes às ações ordinárias, com opção de resgate ou conversão até 2028.
  • Dividendos: Cyrela aprovou distribuição de R$ 1 bilhão em dividendos intermediários, equivalente a R$ 2,7299 por ação, para pagamento em 12 de dezembro, beneficiando acionistas posicionados até 9 de dezembro.

  • Ambev anuncia dividendos adicionais: A empresa informou a distribuição de R$ 7,3 bilhões, um acréscimo de 5,4%.
  • Expectativas não atendidas: O valor adicional ficou aquém das expectativas otimistas de uma distribuição mais agressiva.
  • Reação do mercado: As ações da Ambev (ABEV3) caíram 3% após o anúncio.
  • Análise do BBI: O Banco BBI avaliou que o aumento foi decepcionante para os investidores.
  • Impacto para traders: O sentimento negativo pode influenciar negociações futuras e estratégias de curto prazo envolvendo ações da Ambev.

  • UE estabelece meta climática vinculante para reduzir emissões de gases em 90% até 2040.
  • Utilização de créditos de carbono: UE cobrirá 5% das reduções de emissão com créditos internacionais.
  • Acordo enfrenta resistência de países como Polônia e Hungria devido a custos para indústrias.
  • Meta necessita aprovação do Parlamento e dos países da UE para se tornar lei.
  • Meta ultrapassa promessas de grandes economias, porém abaixo do recomendado por consultores climáticos da UE.

  • Dólar em alta: O dólar abriu o dia em alta, refletindo as expectativas dos investidores em relação ao Federal Reserve e ao Comitê de Política Monetária (Copom).
  • Olho no Fed: Traders estão atentos às possíveis mudanças de política monetária do Fed, que podem impactar diretamente o câmbio.
  • Influência do Copom: Decisões do Copom sobre taxas de juros no Brasil também são aguardadas com atenção, podendo influenciar movimentos no mercado de câmbio.
  • Cenário político no Brasil: A recente aprovação de um projeto na Câmara que reduz penas de envolvidos na tentativa de golpe adiciona incerteza política ao cenário, afetando o mercado.
  • Sensibilidade a notícias: Traders devem estar preparados para possíveis volatilidades causadas por declarações políticas e econômicas inesperadas.

  • JPMorgan recomenda Allos: Banco vê Allos, empresa de shoppings, como favorita no setor devido ao potencial de valorização com a queda nas taxas de juros.
  • Oportunidade no setor de shoppings: A queda dos juros é vista como uma oportunidade de investimento nos setores de consumo e infraestrutura, favorecendo empresas como Allos.
  • Foco em pagamento de dividendos: Allos é destacada como uma das três maiores pagadoras de dividendos do Ibovespa, tornando-a uma alternativa atrativa para investidores em busca de renda.
  • Programa de recompra de ações: Allos avança no seu programa de recompra de ações, o que pode impactar positivamente o valor da ação a longo prazo.
  • Atenção aos movimentos de juros: Traders devem monitorar a tendência de queda nas taxas de juros, que pode continuar a beneficiar o setor de shoppings, especialmente Allos.

  • Aprovação de Dividendos: Ambev (ABEV3) aprovou dividendos de R$ 0,4612 por ação, baseados no balanço de novembro de 2025.
  • Divisão dos Dividendos: R$ 0,3459 por ação referente ao dividendo obrigatório e R$ 0,1153 por ação como dividendos adicionais.
  • Juros sobre Capital Próprio (JCP): Distribuição de JCP líquido de R$ 0,2286 por ação.
  • Datas de Pagamento: Dividendos pagos em 30 de dezembro e JCP em 31 de dezembro; direito garantido para acionistas de 18 (B3) e 22 (NYSE) de dezembro.
  • Data Ex-Dividendos: Ações negociadas ex-dividendos e ex-JCP a partir de 19 de dezembro.

  • 'Super Quarta': Expectativa por decisões de política monetária do Brasil e EUA, com chances de corte de juros pelo Banco Central e Fed. Manutenção da taxa Selic a 15% esperada, mas possibilidade de afrouxamento no próximo trimestre.
  • Ibovespa: Abre em alta de 0,29%, atingindo 158.446,51 pontos. Desempenho atrelado à espera das decisões monetárias.
  • Dólar: Cotação a R$ 5,4562 (+0,37%), operando em alta frente ao real, apesar da tendência contrária no exterior.
  • Estratégia de Day Trade: Ágora recomenda compra de Sabesp (SBSP3) e venda de Brava Energia (BRAV3) para ganhos de até 1,47%.
  • IPCA: A inflação de novembro sobe 0,18%, dentro da meta do Banco Central. Taxas anuais e de 12 meses também se alinham com as expectativas do mercado.

  • Índices futuros dos EUA: Operam de forma mista enquanto aguardam decisão de política monetária.
  • Decisão de juros: Traders devem monitorar aproximação da decisão sobre juros que pode impactar os mercados financeiros globalmente.
  • Impactos no Ibovespa: A bolsa brasileira pode reagir conforme as expectativas sobre alterações nos juros nos EUA.
  • Mantenha atenção ao dólar: A política monetária americana pode afetar o câmbio e criar oportunidades para operações com dólar.
  • Volatilidade esperada: Prepare-se para possíveis oscilações no mercado diante de decisões importantes e dados macroeconômicos.

  • Ibovespa Futuro: O mini índice WINZ25 avança cerca de 0,5% na manhã de quarta-feira, operando próximo dos 159 mil pontos, buscando retomar o movimento comprador.
  • Análise Técnica: O BTG Pactual aponta que o Ibovespa teve forte volatilidade no último pregão, mas fechou próximo da estabilidade.
  • Níveis Estratégicos: O mini índice tenta superar 159.380 pontos, mirando a média de 50 períodos em 161.240 pontos. O IFR sinaliza possível fim da correção tática no curto prazo.
  • Dólar Futuro: O WDOF26 oscilou fortemente, testou R$ 5.514,50, mas não sustentou. R$ 5.500 permanece como resistência chave.
  • Swing Trade BTG: Ações indicadas incluem compra de SLCE3 e USIM5, e venda de VBBR3; veja os limites de entrada e preços-alvo para operações otimizadas.

  • Queda do Ibovespa: Após atingir 165 mil pontos, o Ibovespa caiu mais de 4% na semana passada, fechando em 157 mil pontos devido à incerteza política.
  • Motivo da queda: Indicação de Flávio Bolsonaro como pré-candidato à presidência em 2026 gerou correção após possível estratégia política para anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
  • Recuperação parcial: Com a possibilidade de renúncia de Flávio, o Ibovespa subiu 0,52% na segunda-feira, fechando acima dos 158 mil pontos.
  • Perspectivas futuras: EQI Research prevê ciclo de corte de juros no primeiro trimestre de 2026 e projeta o índice atingindo 174 mil pontos até o final de 2026.
  • Setores promissores: Relatório da EQI oferece recomendações de ativos para diferentes perfis de investidores, destacando o aumento da atratividade das ações em meio à possível diminuição das taxas de juros.

  • Raízen (RAIZ4) na mira da B3: Cotação abaixo de R$ 1 por mais de 30 pregões resultou em notificação da bolsa, exigindo um plano de ação.
  • Desafio para traders: Alto risco associado a alta volatilidade e baixa liquidez torna a negociação dos papéis RAIZ4 complexa e especulativa.
  • Contexto econômico: Ação acumula queda de 60% no ano, com perdas de mercado desde IPO em 2021, agravadas por problemas financeiros contínuos.
  • Possível solução: Empresa considera uma reestruturação através de grupamento de ações para aumentar artificialmente o preço das ações.
  • Prazo definido: B3 estipulou a data de 29 de maio de 2026 para que a Raízen regularize a situação de suas ações.

  • Suzano (SUZB3) reduzirá investimentos em 2026: A companhia anunciou investimento de R$ 10,9 bilhões, abaixo dos R$ 13,3 bilhões projetados para 2025, conforme decisão do Conselho de Administração.
  • Redução nas despesas de manutenção florestal: A diminuição nos custos é atribuída à menor necessidade de plantio e compra de madeira, após a permuta realizada em agosto.
  • Detalhamento do Capex para 2026: R$ 7,3 bilhões em manutenção, R$ 800 milhões em expansão e modernização, R$ 2,6 bilhões para terras e florestas e R$ 200 milhões no Projeto Cerrado.
  • Redução no ritmo de expansão: Desembolsos para expansão e modernização serão menores devido à desaceleração dos projetos anunciados em 2023.
  • Projeções de Capex sujeitas a riscos: As estimativas refletem expectativas atuais, sem garantia de desempenho, segundo Marcos Assumpção, VP Financeiro da Suzano.

  • Recomendação de Compra: A Ágora Investimentos recomenda a compra de Sabesp (SBSP3) no day trade.
  • Detalhes da Ação: Último fechamento a R$ 136,34, com alvo de R$ 138,68. Potencial de ganho de 1,47%.
  • Níveis de Entrada e Stop: Entrada sugerida a R$ 136,67 e stop a R$ 135,69.
  • Venda Recomendação: Brava Energia (BRAV3) é indicada para venda, com possível retorno de 1,47%.
  • Cuidado com Riscos: Todas as operações envolvem riscos; respeitar pontos de stop é essencial.

  • Empresa: SpaceX de Elon Musk.
  • Objetivo do IPO: Levantar mais de US$ 25 bilhões.
  • Data Esperada: Oferta planejada para junho ou julho de 2026.
  • Consultoria: SpaceX iniciou discussões com bancos para estruturar o lançamento.
  • Oportunidade para Traders: Monitore desenvolvimentos para possíveis movimentações futuras no mercado de ações.

  • Dólar abre em queda nesta segunda-feira, refletindo as expectativas sobre decisões do Fed e Copom.
  • Investidores atentos ao cenário político em Brasília, especialmente após a Câmara aprovar projeto controverso.
  • Próximas decisões do Fed devem influenciar ainda mais o mercado cambial e ativos domésticos.
  • Reunião do Copom esta semana será crucial para os traders, podendo impactar o real e a bolsa brasileira.
  • Cenário político interno acrescenta volatilidade, com possível efeitos sobre a percepção de risco do mercado.

  • Ibovespa futuro avança 1,06%, alcançando 159.920 pontos, impulsionado pelo aumento das commodities como minério de ferro (+1,85%) e petróleo (+0,30%).
  • Decisões de juros do Fed e Copom em foco: Fed deve cortar 0,25 ponto percentual nas taxas de juros, enquanto Copom deve manter a Selic em 15%.
  • O dólar cai 0,29% no mercado local, cotado a R$ 5,42, com expectativa de discursos do Fed e dados econômicos.
  • IPCA de novembro avança 0,18%, alinhado com as expectativas, influenciando a estratégia de política monetária futura.
  • Comunicações do Copom podem sinalizar flexibilização: analistas esperam tom mais brando, indicando espaço para cortes de juros em 2026.

  • Ibovespa Futuro registra alta de 1%, destacando um dia importante para decisões macroeconômicas.
  • Investidores aguardam decisões do Fed e Copom sobre taxas de juros, o que pode trazer volatilidade ao mercado.
  • Dados de inflação também são esperados, fornecendo pistas sobre a política monetária futura.
  • O mercado está monitorando de perto as indicações para ajustar estratégias de investimento.
  • Atenção para possíveis impactos nas ações listadas no Ibovespa decorrentes das decisões econômicas.

  • Raízen (RAIZ4): B3 pede cronograma para a empresa sair da condição de penny stock. Ações abaixo de R$ 1 desde 6 de outubro. Regularização deve ocorrer até maio de 2026.
  • Telefônica Brasil (VIVT3): Proposta de redução de capital em R$ 4 bi aprovada. Recursos serão devolvidos aos acionistas até julho de 2026. Assembleia de acionistas ainda precisará aprovar.
  • Banrisul (BRSR6): Pagará R$ 150 milhões em juros sobre capital próprio com pagamento em 22 de dezembro de 2025. Ações negociadas "ex-direito" a partir de 15 de dezembro de 2025.
  • Ambev (ABEV3): Aprova distribuição de dividendos e JCP com pagamento em 30 de dezembro de 2025. Ações negociadas ex-dividendos a partir de 19 de dezembro de 2025.
  • Suzano (SUZB3): Projeta investimento de R$ 10,9 bilhões em 2026, inferior aos R$ 13,3 bilhões de 2025, focando principalmente em manutenção de instalações e florestas.
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