LVL Trading

Newsfeed

Cansado de ficar visitando múltiplos sites e lendo notícias intermináveis? Aqui você acompanha as notícias mais relevantes do mercado financeiro, com resumos focados nos traders que querem se manter atualizados de forma rápida e eficiente.

Mostrando 4441 a 4480 de 18698 notícias

  • Eventos-chave: A última Super Quarta de 2025 será decisiva, com reuniões do Copom e do Fed impactando o mercado brasileiro.
  • Copom: As sinalizações do Banco Central do Brasil serão cruciais para definir a trajetória dos juros no Brasil.
  • Fed: Orientações do Federal Reserve poderão influenciar a política monetária global e, por consequência, o mercado brasileiro.
  • Impacto no câmbio: Expectativas e anúncios podem trazer volatilidade para o real frente ao dólar.
  • Reação do mercado: Traders devem ficar atentos às declarações pós-reuniões para ajustar suas estratégias de investimento.

  • Pontos de Suporte e Resistência: Analistas destacam níveis críticos de suporte e resistência para o mini-índice e minidólar, essenciais para estratégia de trade.
  • Tendência Atual: O mercado está em observação entre uma possível pressão vendedora ou uma retomada de alta, dependendo das reações na abertura das negociações.
  • Eventos Econômicos: Não há eventos econômicos de grande impacto previstos para hoje que possam causar volatilidade significativa nos mercados locais.
  • Ações Recomendadas: Recomenda-se atenção a indicadores técnicos e sinais gráficos antes de executar operações de compra ou venda para minimizar riscos.
  • Sentimento de Mercado: O sentimento de mercado permanece incerto, com operadores divididos entre o otimismo de curto prazo e o risco de correções.

  • Expectativa de Corte de Juros: Mercados projetam que o banco central reduzirá a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual.
  • Reação do Mercado: Dow Jones Futuro apresenta alta enquanto investidores aguardam a decisão do Fed.
  • Foco no Fed: Decisões de política monetária pelo Federal Reserve são aguardadas com atenção.
  • Contexto Econômico: Mudanças nas taxas de juros impactam diretamente as estratégias de investimento.
  • Opções de Trading: Traders devem monitorar anúncios e ajustar suas posições de acordo com a decisão do Fed.

  • Decreto Institui Plano de Reequilíbrio: Governo edita decreto que permite que estatais não dependentes apresentem planos de reequilíbrio econômico-financeiro, com possibilidade de aporte futuro do Tesouro.
  • Aprovação Condicionada a Ajustes: Planos precisam incluir medidas de ajuste em receitas e despesas, ser aprovados internamente e submetidos ao Ministério Supervisor e CGPAR.
  • Análise e Acompanhamento: Planos serão analisados por órgãos de governança e acompanhados semestralmente para garantir metas e cronogramas.
  • Situação dos Correios: Correios acumulam prejuízo de R$ 6,05 bilhões e buscam empréstimo bilionário enquanto negociam condições com o Tesouro Nacional.
  • Avaliação de Aportes Futuros: Governo considera aporte para os Correios em 2025, podendo ser inferior a R$ 6 bilhões, para ajuste financeiro necessário para retomada de lucro em 2027.

  • Super Quarta de 2025: Na última Super Quarta do ano, o Fed deve anunciar um corte de 0,25 p.p. na taxa de juros dos EUA, enquanto o Copom tende a manter a Selic em 15% ao ano.
  • Impacto do Fed: Os comunicados são mais aguardados do que as decisões em si, pois dirão aos investidores o que esperar das taxas de juros em 2026. A mudança de chair no Fed pode indicar uma postura mais dovish.
  • Expectativas de Corte no Brasil: Trader devem monitorar os sinais do Copom sobre o início do ciclo de cortes da Selic em 2026, com o mercado prevendo quedas ao longo do ano.
  • Impacto nos Ativos: A flexibilização da política monetária dos EUA tem gerado euforia nos mercados, mas uma postura mais rígida do Fed poderia testar o recente otimismo global.
  • Sensibilidade ao Câmbio: O dólar pode enfraquecer com cortes do Fed, favorecendo moedas emergentes como o real; contudo, uma comunicação hawkish pode revertê-lo, aumentando a volatilidade cambial.

  • Lula lidera pesquisa eleitoral: Pesquisa Ipsos-Ipec mostra Lula com 38% das intenções de voto, seguido por Michelle Bolsonaro (23%) e Flávio Bolsonaro (19%).
  • Flávio Bolsonaro em destaque: Como candidato, Flávio Bolsonaro conta com 19%, enquanto outros governadores têm percentuais menores.
  • Desempenho regional dos candidatos: Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, destaca-se fora do cenário com "Bolsonaro" com 17%.
  • Avaliação do governo Lula: Pesquisa mostra estagnação na melhora da avaliação do governo, com 30% de "ótima/boa" e 40% de "ruim/péssimo".
  • Percepção econômica positiva: Sondagem revela melhora na percepção econômica, com mais entrevistados achando a economia melhor em comparação a setembro.

  • Investimento Total em 2024: Suzano planeja investir R$ 10,9 bilhões, com foco principal na manutenção de instalações.
  • Manutenção de Instalações: R$ 7,3 bilhões serão destinados à manutenção, com redução nos gastos de manutenção florestal.
  • Investimentos em Terras e Florestas: A companhia planeja investir R$ 2,6 bilhões neste segmento.
  • Expansão e Modernização: R$ 800 milhões destinados a projetos de expansão e modernização.
  • Acordo de Permuta com Eldorado: Suzano e Eldorado Brasil realizaram acordo envolvendo 18 milhões de metros cúbicos de madeira em pé, influenciando na redução de custos de manutenção florestal.

  • Projeto de Lei Aprovado: A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou o projeto de lei 2926/23, que introduz um novo marco legal para o Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB).
  • Fortalecimento do Sistema: O projeto visa modernizar o SPB, aumentando a segurança e a eficiência das transações, em linha com o sucesso do Pix.
  • Banco Central em Foco: O Banco Central terá o poder de definir IMF sistemicamente importantes, que precisarão de uma contraparte central ou garantidor para assegurar a liquidação.
  • Regras para Operadoras: Operadoras de INF com grande volume de operações deverão gerenciar riscos para minimizar o risco de liquidação.
  • Limitações Estatutárias: Banco Central e bancos públicos não serão contrapartes centrais ou garantidores, exceto em situações legislativas especiais.

  • Movimento dos Índices: Dow Jones recuou 0,38%, S&P 500 caiu 0,09%, enquanto Nasdaq avançou 0,13%.
  • Ações em Destaque: Nvidia caiu 0,31% com questões regulatórias na China; Ares Management subiu 7,27% após inclusão no S&P 500; Pfizer recuou 1,71% e Alphabet avançou 1,07%.
  • Câmbio e Dólar: Dólar subiu com divulgação do relatório Jolts e alta de 0,13% no índice DXY, fechando a 99,220 pontos.
  • Agenda Econômica: Liberação do IPCA no Brasil e decisões de política monetária do Fed e Copom são destaques.
  • Super Quarta: Expectativa sobre a decisão do Fed às 16h (horário de Brasília) e coletiva de Powell às 16h30, além da decisão do Copom no Brasil.

  • Crescimento de 2,7%: Fluxo de veículos nas rodovias da Motiva aumentou 2,7% em novembro comparado ao mesmo mês no ano anterior.
  • Aumento na AutoBan: A principal concessão da Motiva, AutoBan, registrou um crescimento de 4,3% em veículos, totalizando 27,3 milhões.
  • Incremento em Trens: Passageiros transportados por trilhos cresceram 0,9%, impulsionados por um aumento de 3,1% nas linhas 8 e 9 de SP.
  • Crescimento em Aeroportos: Os aeroportos viram um aumento de 5,1% nos passageiros, com processo de venda para a mexicana Asur em andamento.
  • Dado Relevante para Traders: O crescimento no segmento de transportes pode indicar desempenho positivo para ações da Motiva (MOTV3).

  • Ásia lidera adoção de criptomoedas: Vietnã, Filipinas, Indonésia, Singapura e Hong Kong são destaques, com estruturas de licenciamento e regulamentação avançadas.
  • Mídia cripto asiática resiliente: 102,10 milhões de visitas no segundo trimestre de 2025; a Outset PR reporta resiliência apesar da queda geral do interesse.
  • Domínio de Coreia do Sul e Japão: Juntos, representam 70% das visitas a sites de mídia cripto regionais, com forte liderança em influências financeiras.
  • Ascensão do grupo de mídia asiático de elite: 18 veículos representam 81,79% do tráfego de criptomoedas na região com forte presença e engajamento.
  • Divergência entre mídia especializada e geral: Tráfego de mídias tradicionais quase 7,5 vezes maior, concentrado em Indonésia, Vietnã e Coreia do Sul.

  • Polêmica sobre projeto de dosimetria: O deputado Glauber Braga protestou contra a votação do projeto que deve reduzir a pena de Jair Bolsonaro.
  • Interrupção na transmissão: A transmissão da TV Câmara foi suspensa após o protesto, e o plenário foi esvaziado por policiais.
  • Confronto com a Presidência da Câmara: Hugo Motta criticou Braga por ocupar a presidência, alegando desrespeito às instituições.
  • Impacto político: O episódio ocorre em meio a um processo de cassação contra Braga, cuja votação está pautada para quarta-feira.
  • Reação ao extremismo: O debate destacou tensões sobre o extremismo político e a defesa da democracia.

  • Ambev (ABEV3) distribuirá dividendos de R$ 0,4612 por ação, sendo R$ 0,3459 como dividendo mínimo obrigatório e R$ 0,1153 como dividendos adicionais. Pagamento em 30 de dezembro de 2025.
  • Ações ex-dividendos a partir de 19 de dezembro de 2025. Investidores com posição em 18 de dezembro de 2025 na B3 e 22 de dezembro de 2025 na NYSE terão direito ao recebimento.
  • Ambev também paga JCP de R$ 0,2690 bruto por ação com data a ser definida até 31 de dezembro de 2026, ex-JCP a partir de 19 de dezembro de 2025.
  • Banrisul (BRSR6) pagará R$ 150 milhões em JCP, com valor bruto de R$ 0,36 por ação ordinária. Data de corte em 12 de dezembro de 2025 e pago em 22 de dezembro.
  • Ações do Banrisul ex-direito a partir de 15 de dezembro de 2025. Traders podem escolher o momento ideal para entrar ou sair das posições.

  • Preocupação com Reeleição em 2026: Verde Asset alerta que investidores, especialmente estrangeiros, subestimam riscos de uma possível reeleição em 2026, buscando alinhar exposição a altas de ativos com proteção contra cenários negativos.
  • Movimentação do Ibovespa: Após alta de 6,37% em novembro, Ibovespa cai 4,31% em 5 de dezembro depois do anúncio da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência em 2026.
  • Estratégia de Mercado da Verde: Aumenta exposição à Bolsa brasileira através de opções longas, estabiliza portfólio global, mantém posições em juro real local e nos EUA, e reduz criptomoedas.
  • Risco de Política Monetária do Fed: Verde vê risco de nova liderança do Fed ser "subserviente" a pressões políticas, com possíveis quedas de juros reais e nominais abaixo do necessário.
  • Possibilidade de Crescimento Econômico nos EUA: Expectativas de estímulos fiscais nos EUA em 2026 podem acelerar o crescimento, aumentando posição vendida em dólar.

  • Redução de capital social: Telefônica Brasil (VIVT3) propõe reduzir capital social em R$ 4 bilhões, com devolução aos acionistas.
  • Pagamento aos acionistas: Valores a serem creditados em parcela única até 31 de julho de 2026, sujeito à aprovação em assembleia.
  • Objetivo estratégico: A medida visa uma melhor estrutura de capital, equilibrando necessidades de recursos e geração de valor aos acionistas.
  • Aquisição concluída: Telefônica Infra conclui compra da CyberCo Brasil por até R$ 232 milhões, fortalecendo sua presença em cibersegurança.
  • Investimento em software: CyberCo Brasil adquire licenças de software por R$ 48 milhões, pagos em parcela única.

  • Ambev (ABEV3) aprova distribuição de dividendos e JCP: Valor total de R$ 0,4612 por ação em dividendos, com pagamento em 30 de dezembro de 2025.
  • Posições acionárias elegíveis: Acionistas qualificados até 18 de dezembro de 2025 na B3 e 22 de dezembro de 2025 na NYSE.
  • JCP adicional de R$ 0,2690 por ação: Pagamento até 31 de dezembro de 2026, data exata ainda a definir.
  • Importância das datas ex-dividendos e ex-JCP: Ações e ADRs negociados ex a partir de 19 de dezembro de 2025.
  • Resultado financeiro impacta positivamente: Lucro líquido ajustado de R$ 3,84 bilhões, alta de 7,4% impulsionada por menor despesa de IR.

  • Raízen (RAIZ4) precisa readequar cotação: Ações estão abaixo de R$ 1 desde 6 de outubro, necessitando reenquadramento até 29 de maio de 2026.
  • Penny stock implications: Se ações permanecerem abaixo de R$ 1, Raízen pode ser removida de índices da B3, incluindo o Ibovespa.
  • Possível grupamento de ações: A empresa pode realizar um grupamento para elevar o preço unitário das ações e sair da faixa dos centavos.
  • Rebaixamento pelo UBS BB: Raízen (RAIZ4) foi rebaixada de neutro para venda, enquanto São Martinho (SMTO3) caiu de compra para neutro.
  • Pressão sobre o setor de açúcar e etanol: Excesso de oferta pressiona preços e limita recuperação de curto prazo, conforme analisado pelo UBS BB.

Conteúdo não disponível.

  • Novo Programa de Recompra: Tenda (TEND3) aprovou recompra de até 2 milhões de ações, válida até 30 de junho de 2026.
  • Condições de Recompra: Recompra condicionada a recursos disponíveis e sem alterar estrutura acionária ou comprometer dividendos.
  • Performance Financeira: Lucro líquido de R$ 111,7 milhões no 3T25, aumento de 46,6% comparado ao ano anterior.
  • Acionista e Derivativos: 122,6 milhões de ações em circulação e 6,9 milhões em contratos de derivativos com Santander e Bradesco.
  • Estratégia e Mercado: Expansão em projetos de renda mais alta no Minha Casa Minha Vida, potencializando retorno e vendas.

  • Banrisul aprova pagamento de JCP: Valor total de R$ 150.000.000,00 referente ao quarto trimestre de 2025.
  • Valor bruto unitário por ação: R$ 0,36677105 por ação ON, PNA e PNB.
  • Data de corte para acionistas: 12 de dezembro, garantindo direito ao JCP.
  • Início da negociação "ex-direito": 15 de dezembro.
  • Data de pagamento: 22 de dezembro.

  • Valorização do Ibovespa: Em novembro, o índice valorizou 6,4% devido a fatores políticos construtivos e alocação de estrangeiros.
  • Impacto político em dezembro: O anúncio da candidatura de Flávio Bolsonaro gerou correções nos ativos brasileiros e aumentou incertezas políticas.
  • Estratégia do Fundo Verde: Stuhlberger aumentou a exposição na bolsa local e se mantém comprado em real e juro real, esperando queda de juros e/ou inflação.
  • Posições internacionais: Comprado em uma cesta de moedas contra o dólar, além da moeda chinesa e ouro; alocação em criptomoedas reduzida.
  • Desempenho do Fundo: Em novembro, bateu o CDI por pouco; no acumulado do ano, superou o CDI com 14,78% contra 12,94%.

  • Ibovespa em leve queda: O índice fechou em baixa de 0,13% aos 157.981,13 pontos, com alta volatilidade durante o dia.
  • Petróleo impulsiona e minerações resistem: Ações da Petrobras registraram alta após ganhos no final do pregão; Vale também fechou no positivo, mesmo com queda do minério de ferro na China.
  • Foco nos juros: Expectativa do mercado com as decisões do Federal Reserve e Copom sobre as taxas de juros nos EUA e Brasil.
  • Atenção à política: Incertezas políticas devido a declarações de Flávio Bolsonaro sobre 2026 pressionaram ativos locais.
  • Destaques do Ibovespa: Maiores altas em GPA (PCAR3), Usiminas (USIM5) e CSN (CSNA3); maiores quedas em Magazine Luiza (MGLU3), Vamos (VAMO3) e Cyrela (CYRE3).

  • Pressão no Dow Jones: As perdas do JPMorgan e da Boeing impactaram negativamente o índice.
  • Autorização de Exportações: A Apache confirmou autorização para retomada das exportações de chips da Nvidia para a China.
  • Mercado Sem Direção: As bolsas de Nova York fecharam sem direção única, com volatilidade influenciada por múltiplos setores.
  • Setor Farmacêutico: Empresas farmacêuticas também contribuíram para a volatilidade observada no mercado.
  • Foco em Tecnologias: A atenção do mercado se voltou para as implicações da autorização de exportação da Nvidia sobre o setor tecnológico.

  • Expectativa de Política Monetária do Fed: Traders aguardam corte nos juros, com foco no tom do comunicado e projeções para 2026.
  • Comportamento dos Mercados: Bolsas europeias e de NY encerraram com comportamento misto; Treasuries avançaram, especialmente nos vértices curtos.
  • Valorização do Dólar: O dólar manteve-se forte frente a principais moedas, impactando negativamente commodities como petróleo.
  • Recuperação do Ibovespa: Após queda inicial de 2%, Ibovespa fechou em leve queda de 0,13%, apoiado em ações de commodities.
  • Movimentação dos Juros e Dólar no Brasil: Juros futuros subiram na curva inteira e o dólar avançou 0,28%, refletindo o risco fiscal.

  • Banrisul (BRSR6) vai distribuir R$ 150 milhões em juros sobre capital próprio
  • Valor por ação: R$ 0,36 ordinária, R$ 0,36677105 preferência classe A, R$ 0,36 preferência classe B
  • Data-limite para garantir o benefício: 12 de dezembro
  • Ações ex-direito aos juros a partir de 15 de dezembro de 2025
  • Data de pagamento: 22 de dezembro de 2025

  • Ibovespa Futuro em Queda: O Ibovespa futuro para dezembro fechou em baixa de 0,30%, aos 158.225 pontos, indicando pressão vendedora no curtíssimo prazo.
  • Níveis Técnicos Críticos: A média de 200 períodos em 159.360 pontos é a principal resistência; perder 158 mil pontos confirma pivô de baixa, podendo cair para 156 mil pontos.
  • Dólar Futuro em Alta: O contrato para janeiro de 2026 subiu 0,07%, a R$ 5,361, mantendo-se acima das médias e reforçando a alta. Rompimento em R$ 5.500 indicaria pivô de alta.
  • Expectativas de Política Monetária: Traders atentos às reuniões do FOMC nos EUA e do COPOM no Brasil; Fed pode reduzir juros, enquanto o COPOM deve manter a Selic em 15%.
  • Impacto da Cena Política: A pré-candidatura de Flávio Bolsonaro pode dividir forças na direita, gerando incertezas políticas e impactando negativamente o mercado financeiro.

  • Ibovespa fecha em leve baixa - Movimento puxado principalmente por ações de bancos.
  • Ações da Vale e Petrobras sobem - Destaque positivo entre as blue chips, que evitaram queda maior do índice.
  • Mercado aguarda decisão do Fed - Expectativa alta sobre o anúncio de política monetária nos EUA amanhã.
  • Índices dos EUA fecham mistos - O clima de cautela permeia Wall Street à espera do Fed.
  • Bancos pressionam Ibovespa - Setor bancário operou em baixa, influenciando negativamente o índice brasileiro.

  • O deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) protestou contra a votação de um projeto de lei de dosimetria das penas relacionadas à tentativa de golpe de 8 de janeiro.
  • A ação de Braga resultou na intervenção da Polícia Legislativa e no esvaziamento do plenário, interrompendo a transmissão ao vivo da TV Câmara.
  • O presidente da Câmara, Hugo Motta, manteve a pauta de votação do projeto para redução de penas, afetando figuras envolvidas, incluindo Bolsonaro.
  • Braga enfrenta um processo de cassação de mandato, com votação marcada para quarta-feira, devido a confrontos físicos na Câmara.
  • A reação de Braga ressalta as tensões políticas em torno das ações do ex-presidente Bolsonaro e a tentativa de golpe.

  • Ibovespa fecha em queda de 0,13% aos 157.981,13 pontos, mesmo após tentativa de recuperação com apoio de grandes empresas.
  • Dólar à vista encerra a R$ 5,4359 com alta de 0,28%, refletindo tensões políticas internas influenciadas por declarações de Flávio Bolsonaro e tramitações no Congresso.
  • Expectativa para a 'Super Quarta': Copom deve manter a Selic em 15%, com atenção ao comunicado sobre possível afrouxamento monetário em 2026.
  • Wall Street fecha sem direção clara com investidores atentos à possível redução de juros pelo Federal Reserve.
  • Ações da Nvidia destacam-se com alta de 2% em pré-abertura após permissão de venda de chips para a China por Trump, mas fecham em leve queda.

  • Volume de CDBs Vendidos: XP e BTG Pactual venderam mais de R$ 32,5 bilhões em CDBs do Banco Master, causando um debate sobre a responsabilidade das corretoras.
  • Garantia do FGC: O FGC cobre até R$ 250 mil por CPF, mas investidores acima desse limite podem buscar indenizações judiciais caso haja recomendações inadequadas.
  • Adequação e Transparência: O papel das corretoras inclui responsabilidade sobre a adequação das recomendações e transparência no processo comercial, especialmente quando investidores recebem produtos inadequados ao perfil de risco.
  • Comissões e Práticas Comerciais: As comissões incentivadoras para a venda dos CDBs podem ter estimulado práticas comerciais desalinhadas ao interesse dos clientes.
  • Possíveis Mudanças no Mercado: Discussões indicam necessidade de ajustes nas corretoras, criação de alertas automáticos e revisão das regras do FGC para evitar alocações de risco sem o devido conhecimento do investidor.

  • Dólar sobe a R$5,44 impulsionado pela reação negativa do mercado à candidatura de Flávio Bolsonaro.
  • Impacto político: A notícia destaca o efeito direto das incertezas políticas na volatilidade cambial.
  • Índices americanos em foco: Investidores monitoram indicadores econômicos dos EUA, um fator adicional que pode influenciar a cotação do dólar.
  • Oportunidade de negociação: Traders devem considerar posições curtas no real, dadas as atuais tendências de alta do dólar.
  • Monitorar próximos movimentos políticos: Mudanças na cena política brasileira podem alterar rapidamente o sentimento do mercado cambial.

  • Petróleo WTI e Brent em queda: WTI fecha a US$ 58,25 e Brent a US$ 61,94.
  • Cautela sobre sanções: Movimentos de preço influenciados por preocupações com sanções internacionais.
  • Projeções da AIE: Expectativas da Agência Internacional de Energia impactam as decisões de traders.
  • Noticiário Rússia-Ucrânia: A tensão geopolítica continua a afetar os mercados de energia.
  • Fed no radar: Monitoramento contínuo sobre as políticas do Federal Reserve influencia o sentimento do mercado.

  • Pressão por Transparência: Investidores exigem maior transparência, governança rígida e padronização para reduzir a volatilidade nos CRIs.
  • CVM Intensifica Fiscalização: A CVM amplia a fiscalização sobre CRIs e práticas arriscadas no mercado imobiliário estruturado, observando deteriorações e conflitos.
  • Conflitos no Mercado: Disputa entre Infinita, Habitasec, Cartesia Capital e investidores aumenta após CVM reforçar postura contra estruturas de crédito arriscadas.
  • Necessidade de Ajustes: Gestores clamam por previsibilidade e governança mais rígida. A pressão por processos claros em operações de longo prazo se intensifica.
  • Padronização e Proteção: O mercado pede padronização e proteção ao investidor. A CVM mira práticas abusivas, impedindo modelos que possam fragilizar o sistema de crédito estruturado.

  • Distribuição de Dividendos: Klabin (KLBN11) aprovou a distribuição de R$ 1,112 bilhão em dividendos intercalares, reforçando a política de remuneração constante.
  • Valores por Ação e Unit: O pagamento será de R$ 0,18238868899 por ação e R$ 0,91194344495 por Unit (KLBN11).
  • Atratividade do Papel: Reforço na atratividade da ação, especialmente para investidores buscando rendimentos consistentes.
  • Impacto para Acionistas: Oferece estabilidade e permite planejamento eficiente em um cenário de volatilidade no setor.
  • Destaque Estratégico: Klabin mantém foco em eficiência financeira, sustentando distribuições robustas e equilibrando investimentos e remuneração.

  • Risco de Influência Política no Fed: Fundo Verde alerta sobre possível presença de líderes mais subservientes a interesses políticos como próximos presidentes do Federal Reserve, sugerindo taxas mais baixas do que os fundamentos indicam.
  • Decisão Imediata de Taxa de Juros: O Federal Reserve está para decidir sobre a Fed Funds Rate, com expectativa de corte de 25 pontos-base na próxima reunião.
  • Expectativas para Política Monetária Americana: Fundo Verde mantém posição comprada em inflação e vendida em dólar, destacando a possibilidade de estímulos fiscais impulsionarem a economia dos EUA.
  • Incertezas Políticas no Brasil: O mercado brasileiro está incerto com a entrada de Flávio Bolsonaro como potencial candidato presidencial, levando o fundo a prefere exposição via opções longas.
  • Ações na Bolsa Brasileira: Fundo Verde aumentou exposição por meio de opções longas na Bolsa e manteve posições em juros reais na renda fixa doméstica.

  • TotalEnergies assume operação da descoberta Mopane após troca de ativos com a Galp, consolidando posição no offshore da Namíbia.
  • Acordo envolve troca de participações: Galp recebe 10% em PEL56 e 9,4% em PEL91 da Total pela participação de 40% em PEL83.
  • Movimento do mercado: Ações da TotalEnergies subiram 0,6%, enquanto Galp caiu mais de 11% após o anúncio.
  • Análise da RBC: Considera o acordo mais favorável para TotalEnergies; impacto negativo para Galp devido à ausência de pagamento imediato e potencial aumento de capex.
  • Próximos passos: Total e Galp planejam perfurar três poços a partir de 2026; finalização da transação prevista para 2026.

  • Itaú Unibanco (ITUB4) confirma JCP mensal para 2026: R$ 0,01765 por ação, reforçando a política de distribuição recorrente.
  • Valor líquido ao investidor: Após a retenção de 15% de imposto de renda, o acionista receberá R$ 0,0150 por ação mensalmente.
  • Cronograma de pagamentos: Banco garante depósitos mensais, promovendo clareza e regularidade para o planejamento financeiro dos acionistas.
  • Previsibilidade para investidores: A política de JCP mensal reforça o fluxo contínuo de receitas para quem busca retorno estável.
  • Atratividade do papel para carteiras focadas em rendimento: Fortalece a posição de ITUB4 em estratégias que visam solidez e retorno consistente.

  • Equinor projeta que a plataforma de Bacalhau atinja capacidade máxima de 220 mil barris/dia em 12 meses, após o início de produção em outubro.
  • Atualmente, a produção está entre 20 e 25 mil barris/dia apenas por um poço, com restrições devido a comissionamento de equipamentos.
  • A Equinor detém 40% do campo, mesma participação da ExxonMobil; Petrogal Brasil possui 20%.
  • A primeira fase do projeto focará apenas na produção de petróleo, com gás natural sendo reinjetado; produção de gás está indefinida.
  • Preços de petróleo desafiadores para 2026 não afetarão investimento no campo; projetos offshore exigem continuidade uma vez iniciados.

  • Data-base para recebimento do dividendo: 30 de dezembro de 2025. Investidores até essa data terão direito ao valor total.
  • Valor total do dividendo intercalar: R$ 91.014.910,79, calculado sobre lucros acumulados até 30 de setembro de 2025.
  • Pagamento do dividendo por ação: R$ 0,182219167, com data de pagamento prevista para 13 de janeiro de 2026.
  • Assembleia Geral Extraordinária: Convocada para 30 de dezembro de 2025, às 9h, para aprovar formalmente os proventos.
  • Impacto para investidores: Criação de fluxo imediato no curto prazo para investidores visando renda e destaque no setor por se basear em lucros efetivos.

  • A Bemobi (BMOB3) aprovou proventos: JCP de R$ 0,500122 por ação e dividendos superiores a R$ 1 por papel.
  • Data-base para receber os proventos é 11 de dezembro de 2025; ações ficam "ex" a partir de 12 de dezembro.
  • Pagamento dos JCP ocorrerá em 22 de dezembro de 2025, facilitando fluxo rápido para o acionista.
  • Mesmo com múltiplas modalidades, a companhia enfatiza comunicação clara para redução de incertezas.
  • Impacto esperado no mercado: atração de investidores que buscam ativos com distribuição de yield consistente.
Filtros de Categoria
3 categorias ativas