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  • Espanha notifica OMS sobre possível transmissão de pessoa para pessoa do vírus da gripe suína variante A(H1N1)v.
  • Risco para a população considerado "muito baixo" pelas autoridades de saúde catalãs.
  • Paciente se recuperou sem evidência de transmissão adicional após testes em contatos diretos.
  • Preocupações sobre potencial pandemico se o vírus recombinar com um vírus da gripe humana.
  • A OMS ainda não respondeu aos pedidos de comentário, precedentes incluem notificação similar pela Holanda em 2023.

  • Excedente Global de Açúcar: OIA reduz projeção de excedente para 1,22 milhão de toneladas na temporada 2025/26.
  • Produção na Índia: Estimada em 29,5 milhões de toneladas, uma queda em relação aos 30,98 milhões da previsão anterior.
  • Produção na Tailândia: Projeção revisada para 10,86 milhões de toneladas, abaixo das 11,16 milhões anteriormente esperadas.
  • Deficit em 2024/25: OIA indica um déficit global de açúcar de 3,46 milhões de toneladas nessa temporada.
  • Mudança de Projeções: Revisão devido à produção abaixo do esperado na Índia e Tailândia.

  • Lucro Líquido: Localiza (RENT3) reporta lucro de R$ 939 milhões, alta de 12,1%, mas ligeiramente abaixo do consenso de R$ 961 milhões.
  • Ebitda Supera Estimativas: Ebitda alcança R$ 3,73 bilhões, superando expectativas de R$ 3,65 bilhões, e marca avanço de 12,1%.
  • Receita Líquida: Crescimento de 11,7% na receita líquida, atingindo R$ 11 bilhões, com tração em aluguel e gestão de frotas.
  • Pressão de Custos: Empresa preserva margens e expande resultados, apesar de custos pressionados e cenário macroeconômico desafiador.
  • Volatilidade e Foco Futuro: Possível volatilidade nas ações RENT3 devido ao descasamento entre lucro e expectativa; investir focado na capacidade de crescimento em 2026.

  • BTG Pactual analisa Bradsaúde: A primeira análise do BTG Pactual sobre a Bradsaúde, criada pelo Bradesco (BBDC4), é positiva, destacando o potencial de crescimento da empresa no setor de saúde.
  • Desempenho financeiro e valuation: Com receita de R$ 52 bilhões, lucro de R$ 3,6 bilhões e capitalização de mercado de R$ 38 bilhões, a empresa negocia em cerca de 10x a relação preço/lucro, considerado um valuation barato.
  • Free float como vantagem: O free float de 9% oferece flexibilidade para acessar o mercado de capitais e financiar crescimento, destravando muitas oportunidades futuras, segundo o analista Samuel Alves.
  • Impacto em outras empresas do setor: O movimento da Bradsaúde também é visto como positivo para a Rede D’Or (RDOR3) e Fleury (FLRY3), com potencial de criar novas oportunidades e alianças estratégicas.
  • Ação do Bradesco reage positivamente: Após o anúncio da criação da Bradsaúde, as ações preferenciais do Bradesco (BBDC4) subiram 2,18%, sendo as únicas altas no setor bancário.

  • Rebaixamento de classificação: JPMorgan rebaixou a WEG (WEGE3) de "compra" para "neutra".
  • Redução de preço-alvo: Preço-alvo revisado de R$ 50 para R$ 49, influenciando o sentimento do mercado.
  • Corte nas projeções: Expectativa de lucro por ação reduzida em 4% a 5% para 2026/2027.
  • Impacto cambial: Valorização do real afeta resultados internacionais, pressionando margens.
  • Valuation elevado: Ações negociadas a 31,4x P/L para 2026, visto como caro e possivelmente menos atraente em comparação a pares.

  • Ações da M. Dias Branco caem 13% após divulgação de resultados do 4T25, cotadas a R$ 22,85.
  • BTG Pactual mantém recomendação neutra com preço-alvo de R$ 28, destacando o esforço em balancear market share e rentabilidade.
  • Crescimento de volume é prioritário para recuperar alavancagem operacional; volumes subiram 10% anualmente.
  • Margens operacionais permanecem baixas e custos de recuperação são mais altos do que esperado.
  • XP Investimentos identifica sinais mistos com avanço de volume mas rentabilidade abaixo do esperado, mantendo recomendação neutra com preço-alvo de R$ 27,90.

  • Lucro Líquido Q4 2025: Localiza (RENT3) reportou lucro de R$ 939 milhões, com alta de 12,1% em relação ao mesmo trimestre de 2024.
  • Ebitda e Ebit Q4 2025: Ebitda aumentou 12,1%, totalizando R$ 3,7 bilhões; enquanto o Ebit cresceu 17,8%, atingindo R$ 2,3 bilhões.
  • Receita Líquida Q4 2025: Avanço de 11,7% para R$ 11 bilhões; segmento de seminovos destacou-se com crescimento de 16,1%.
  • Impactos Anuais: Lucro líquido anual ajustado seria R$ 3,421 bilhões, desconsiderando impactos do IPI Verde e prejuízos da Locamerica.
  • Orientação Comparativa: Foco nas métricas do Q4 2025 devido a circunstâncias extraordinárias dos anos anteriores.

  • Lucro Líquido: Banco BMG (BMGB4) reporta lucro de R$ 172 milhões no 4º tri de 2025, crescimento de 38,2% em relação ao ano anterior.
  • Rentabilidade (ROE): O ROE aumentou para 19%, em comparação a 12,2% no mesmo período do ano anterior, evidenciando maior eficiência.
  • Estratégia de Crédito: Redução na exposição de linhas menos rentáveis e foco em crédito consignado, resultando em carteira total de R$ 23,2 bilhões.
  • Inadimplência: Queda na inadimplência acima de 90 dias para 3,5%, indicando menor risco na operação.
  • Perspectivas Futuras: Foco em 2026 na expansão do crédito consignado, buscando equilíbrio entre crescimento e qualidade da carteira.

  • Prazo para disponibilidade dos informes de rendimentos: Empresas têm até 27 de outubro para disponibilizar os informes referentes a 2025.
  • Envio digital dos informes: Informes podem ser enviados por e-mail, internet, ou intranet, eliminando necessidade de envio postal.
  • Prazo de entrega dos documentos fiscais para IR 2026: Receita Federal deve manter o prazo entre 15 de março e 31 de maio, podendo iniciar em 16 de março este ano.
  • Documentação obrigatória não recebida: Contribuintes devem contatar a instituição emissora; persistindo o problema, a ouvidoria pode ser acionada.
  • Informes de rendimentos para investidores: Corretoras e gestoras devem detalhar aplicações financeiras, proventos e saldos; acompanhamento de operações em bolsa é responsabilidade do investidor.

  • Conflito entre CEO da Anthropic e o Departamento de Defesa dos EUA: Dario Amodei, CEO da Anthropic, não concorda com as exigências do Pentágono sobre o uso de inteligência artificial nas Forças Armadas.
  • Prazo estabelecido pelo Pentágono: Secretário de Guerra, Pete Hegseth, fixou prazo até 27 de outubro para a Anthropic avaliar a oferta final de utilização de IA.
  • Preocupações com uso de IA para vigilância: Anthropic mantém posição contra o uso de seus modelos para "armas totalmente autônomas" e vigilância massiva doméstica.
  • Pentágono nega interesse em vigilância em massa: Porta-voz do Departamento de Defesa reafirma que usar modelos da Anthropic para vigilância é ilegal e não é do interesse do órgão.
  • Possível encerramento de colaboração: Pentágono considera encerrar parceria devido à recusa da Anthropic em permitir uso irrestrito de IA, enquanto negociações seguem com outras empresas como OpenAI, Google e xAI.

  • Margens de Rentabilidade: A WEG (WEGE3) espera margens próximas de 22% até 2026, indicando estabilização da rentabilidade.
  • Impacto do Câmbio: A valorização do real está reduzindo a conversão de receitas internacionais, potencialmente limitando o crescimento para este ano.
  • Desafios de Crescimento: Crescimento pode não atingir expectativas do mercado, dificultando a meta de expansão de dois dígitos.
  • Resultados Fiscais: Em 2025, a margem Ebitda atingiu 22,1%, abaixo dos 22,4% de 2024, com receita operacional líquida crescendo 7,4%.
  • Mercado Internacional: Crescimento significativo no exterior, com alta de 12% em reais, enquanto o mercado brasileiro subiu apenas 1%.

  • Receita consolidada da Axia Energia caiu 5,5%: Ficou em R$ 9,9 bilhões, impactada pela venda de usinas térmicas e ressarcimento de eólicas, mas compensada parcialmente por receita de transmissão.
  • Corte de custos e despesas: Despesas caíram, com destaque para menores gastos em compra de energia (-20%) e PMSO (-15,9%).
  • Ebitda subiu 12,9%: Alcançou R$ 5,7 bilhões, apesar de impactos negativos, confirmando as expectativas do mercado.
  • Lucro líquido cresceu significativamente: Atingiu R$ 2,6 bilhões no 4T25 contra R$ 1,1 bilhão no 4T24, impulsionado por menores despesas financeiras e alíquota de IR.
  • Recomendação de compra mantida: Axia é recomendada pela Empiricus, com múltiplos atrativos de 7,8x valor da firma/ebitda e vocação para pagar dividendos.

  • Odontoprev se transforma em large cap: A empresa evolui de small cap de nicho para uma large cap de saúde devido ao aumento significativo de receitas e ativos.
  • Ações da Odontoprev disparam: As ações da ODPV3 saltaram 26% após a mudança estratégica com a Bradsaúde.
  • Ações da Bradesco também respondem positivamente: BBDC4 obteve um aumento de 3%, refletindo a confiança do mercado na aliança.
  • Reclassificação de ativos: O aumento na musculatura financeira da Odontoprev leva a uma reclassificação para seus ativos.
  • Impacto transformacional da Bradsaúde: A parceria com a Bradsaúde é reconhecida como um catalisador para o crescimento e diversificação da Odontoprev.

  • Reorganização societária do Bradesco: O Bradesco anunciou a consolidação de seus negócios de saúde sob a Odontoprev, que se chamará "Bradsaúde S.A.", transformando-a na holding de um ecossistema completo de saúde.
  • Impacto para investidores: O movimento ampliará a escala e diversificação do setor de saúde do Bradesco, oferecendo potencial de sinergias comerciais e ganhos de eficiência, além de impactar positivamente o índice de Basileia.
  • Ajuste acionário: O Bradesco receberá 2,37 bilhões de ações ordinárias da Odontoprev, aumentando sua participação para 91,35% no capital consolidado, enquanto minoritários ficarão com 8,65%.
  • Governança e controle: Será criado um comitê independente na Odontoprev para garantir a equidade do processo, com aprovação e fairness opinion do Citi para assegurar a justiça na troca de ações.
  • Evento de comunicação: O Bradesco promoverá uma apresentação às 11h para analistas e a imprensa, detalhando a operação, com anúncios adicionais esperados ao longo do dia.

  • Itaú BBA altera recomendação da Gerdau: O banco cortou a classificação das ações da Gerdau (GGBR4) para "neutro".
  • Razão da alteração: A decisão foi tomada após um rali das ações, que limitou o potencial de alta.
  • Impacto no mercado: Como consequência, as ações da Gerdau registraram queda no pregão atual.
  • Recomendação de postura cautelosa: Analistas sugerem adotar uma postura mais cautelosa neste momento.
  • Espera por maior visibilidade: É aconselhável aguardar maior clareza no cenário antes de realizar uma nova avaliação positiva.

  • Dólar em alta: O dólar opera com valorização de 0,52%, cotado a R$ 5,166, refletindo a cautela no cenário internacional.
  • Impacto de dados dos EUA: O índice de preços ao produtor (PPI) dos EUA subiu 0,5% contra expectativa de 0,3%, podendo influenciar a percepção sobre inflação.
  • Inflação brasileira: IPCA-15 de fevereiro avançou 0,84%, acima da expectativa de 0,60%, principalmente devido ao aumento nas mensalidades escolares.
  • Expectativas monetárias: Não há previsão de mudança na estimativa de corte da Selic, mas pode haver rearranjos na taxa terminal se a inflação não se alinhar à meta.
  • Contexto anterior: Na sessão passada, o dólar apresentou alta de 0,28% devido ao impasse nas negociações nucleares entre EUA e Irã.

  • Ibovespa abre em leve queda: O índice principal da bolsa brasileira opera em baixa de 0,04%, aos 190.928,22 pontos, impactado pela inflação acima do esperado.
  • Dólar à vista em alta: A moeda norte-americana avançou 0,31%, cotada a R$ 5,1546, diferentemente do movimento de queda no exterior.
  • Day trade recomendado: Sugestão de compra para Lojas Renner (LREN3) e venda para Localiza (RENT3), com potencial de ganho até 1,52% segundo a Ágora.
  • Destaques do mercado: Bradesco (BBDC4), BRB (BSLI4), Caixa Seguridade (CXSE3) são apontados como principais destaques no pregão de hoje.
  • Expectativa para PPI dos EUA: Investidores aguardam dados do Índice de Preços ao Produtor, que pode orientar expectativas sobre juros nos EUA; projeção de alta é de 0,3% para janeiro.

  • Índices futuros dos EUA em queda: Os futuros americanos recuam, antecipando a divulgação dos novos dados de inflação.
  • Impacto no Ibovespa: A bolsa brasileira cai após a divulgação do IPCA-15, um indicador relevante de inflação.
  • Nível crítico atingido: O Ibovespa perdeu o suporte psicológico dos 190 mil pontos, sinalizando fragilidade no mercado.
  • Foco nos dados de inflação: Traders devem acompanhar de perto os novos dados de inflação nos EUA, que podem influenciar as decisões de política monetária.
  • Sentimento de cautela: A cautela predomina no mercado, com potencial impacto nas posições de risco e estratégias a curto prazo.

  • Criação do Programa Pé-de-Meia: O programa é uma poupança educacional para estudantes do ensino médio público visando reduzir a evasão escolar no Brasil.
  • Critérios de Elegibilidade: Alunos de 14 a 24 anos da rede pública ou EJA, com inscrição no CadÚnico e frequência mínima de 80% nas aulas, são elegíveis.
  • Valores de Incentivo: Os estudantes podem receber até R$ 9.200 ao longo do ensino médio, com parcelas anuais e mensais, inclusive bônus por matrícula, frequência e conclusão.
  • Pagamentos Automáticos: Os valores são depositados em contas poupança digitais abertas pelo governo na Caixa Econômica Federal.
  • Calendário de Pagamentos: Para o ensino médio regular, os pagamentos ocorrerão de 26 de fevereiro a 5 de março de 2026, e para a EJA de 25 de agosto a 1º de setembro de 2025.

  • Ações da Copasa dobram em um ano: O mercado está focado na potencial privatização, impulsionando as ações da CSMG3 em mais de 140% no último ano.
  • Recomendação ajustada: BB Investimentos altera sua recomendação para "neutro", mantendo o preço-alvo em R$ 32,30, prevendo uma possível queda de 41,95%.
  • Cenário otimista e potenciais ganhos: Preço-alvo pode atingir R$ 92 se a privatização e a unificação de contratos se concretizarem, com aumento de margem Ebitda.
  • Bancos estruturam oferta de ações: BTG Pactual, Itaú BBA, Bank of America, Citigroup e UBS BB lideram a preparação para a desestatização da Copasa, prevista para o 1º semestre de 2026.
  • Aegea se prepara para IPO: Além da movimentação da Copasa, a Aegea também se prepara para entrar na bolsa, reforçada por investimentos de Itaúsa e GIC, totalizando um aporte de R$ 1,2 bilhão.

  • Lucro líquido de R$ 1,066 bi no 4T 2025: Alta de 85,4% comparado ao ano anterior, impulsionado pela menor carga tributária e aumento nos Juros sobre Capital Próprio.
  • Ebitda Recorrente subiu 16,1%: Alcanzou R$ 1,358 bi, mostrando crescimento sólido após ajustes não recorrentes.
  • Receita líquida de R$ 7,19 bi: Crescimento de 18,4%, com destaque para o segmento de Geração e Transmissão (Copel GeT), que viu Ebitda crescer 26,7%.
  • Investimentos significativos: R$ 767,6 mi no trimestre, totalizando R$ 3,396 bi em 2025, principalmente para Copel Distribuição.
  • Alavancagem estável: Fechou o ano com um índice de 2,7 vezes dívida líquida/Ebitda, considerado confortável pela empresa.

  • Inflação Acima do Esperado: IPCA-15 de fevereiro subiu 0,84%, acima da estimativa de 0,57%, influenciando a curva de DIs.
  • Taxas DIs em Ascensão: DI para janeiro de 2028 subiu para 12,625%, alta de 14 pontos-base. Jan-35 em 13,335%, elevação de 5 pontos-base.
  • Curva Curta Impactada: Ajustes imediatos nos contratos de curto prazo após divulgação do IPCA-15, com reações adversas do mercado.
  • Alta Máxima do Dia: Jan-28 chegou a 12,660% às 9h03, aumentando 18 pontos-base em relação ao dia anterior.
  • Tesouros em Queda: No exterior, rendimentos dos Treasuries de 10 anos caíam 3 pontos-base, agora em 3,987%.

  • S&P 500 em queda: O índice caminha para encerrar fevereiro em queda, destacando incertezas no mercado americano, particularmente em relação à exposição em empresas de IA.
  • Bolsas europeias em alta: Mercados da Europa devem completar o oitavo mês de alta consecutiva, mostrando preferência por setores e geografias mais descontadas.
  • Commodities mistas: Petróleo avança com negociações EUA-Irã no radar, enquanto minério de ferro sobe apesar de altos estoques chineses, potencialmente impactando preços no curto prazo.
  • Renda fixa e proteções: Rendimentos dos Treasuries caem, indicando busca por proteção ou ajustes na política monetária, enquanto ouro continua valorizando, apontando para incerteza global.
  • Curva de juros no Brasil: Possíveis revisões no corte da Selic podem elevar os juros futuros de longo prazo, em função de maior prêmio de risco e expectativas monetárias restritivas.

  • Itaú BBA reduz projeção: A nova expectativa do Itaú BBA para o dólar ao fim de 2026 é de R$ 5,40.
  • Projeção anterior: A cotação projetada ainda é mais alta do que a atual, mas inferior à mediana do último Boletim Focus.
  • Impacto no mercado cambial: Esta revisão pode influenciar decisões de compra e venda no mercado de câmbio, afetando trades de moedas.
  • Comparação com o mercado: Traders devem observar variações em relação a outras instituições financeiras para calibrar previsões e estratégias.
  • Ajustes em portfólios: Encoraja-se a revisão de portfólios que possuem forte exposição ao dólar, levando em conta essa nova previsão.

  • Perda de Clientes: O portfólio core da Qualicorp terminou o período com uma redução de 14,6% no número de vidas, totalizando 827,7 mil.
  • Prejuízo Ajustado: No quarto trimestre, a Qualicorp relatou um prejuízo ajustado de R$ 10,5 milhões, revertendo o lucro anterior.
  • Ações Impactadas: As ações QUAL3 podem enfrentar pressão de venda devido aos resultados financeiros negativos reportados.
  • Desempenho Anual: A retração significativa na base de clientes pode indicar dificuldades operacionais contínuas para a empresa.
  • Monitorar Reações: Traders devem observar como o mercado reagirá à comunicação subsequente da Qualicorp sobre estratégias de recuperação.

  • Ibovespa Futuro: Abriu a 193.110 pontos, queda de 0,55%, mas tendência de alta a curto, médio e longo prazo segundo o BTG Pactual. Alvos técnicos em 195.600 e 197.200 pontos.
  • Suportes Dinâmicos: O Ibovespa futuro opera acima das médias de 21 e 50 períodos no gráfico de 60 minutos, sugerindo suporte à tendência de alta.
  • Dólar Futuro: Iniciou em alta de 0,14% a R$ 5,146, com tendência de baixa em todos os prazos. Alvo técnico em R$ 5,030.
  • Indicações de Swing Trade: Lojas Renner (LREN3) recomendada para compra, enquanto Rumo (RAIL3) é indicada para venda.
  • Parâmetros de Swing Trade: LREN3 com entrada a R$ 16,15 e objetivo em R$ 17,70. RAIL3 com entrada a R$ 16,40 e objetivo em R$ 15,00.

  • Vale aprova aumento de capital: Conselho de administração aprova proposta de aumento de capital em R$ 500 milhões via capitalização da Reserva de Incentivo Fiscal, sem emissão de novas ações.
  • Operação sem ressalvas: A proposta recebeu aprovação unânime do conselho fiscal da empresa, sinalizando confiança na operação.
  • Incorporação de subsidiárias: Vale também aprovou a incorporação das subsidiárias Baovale Mineração e CDA Logística, visando simplificar a estrutura organizacional.
  • Impacto societário neutro: As incorporações e aumento de capital não resultarão em emissão de novas ações nem aumento de capital adicional.
  • Próximos passos: As mudanças propostas serão votadas na Assembleia Geral de Acionistas, agendada para 30 de abril, com a convocação em 12 de março.

  • Bradesco cria Bradsaúde: O Bradesco (BBDC4) lança Bradsaúde, um conglomerado de R$ 52 bilhões, reunindo seus ativos de saúde sob a Odontoprev (ODPV3). Planeja um IPO não apenas para a seguradora, mas para um conglomerado robusto.
  • Bloqueio de ações BRB: Justiça do DF bloqueia ações do BRB (BSLI4) de investigados na Operação Compliance Zero, impactando participações de R$ 376,4 milhões. A decisão abrange diversos fundos de investimento e sócios, incluindo o grupo Master/Reag.
  • Resultados da Caixa Seguridade: Caixa Seguridade (CXSE3) reporta lucro líquido gerencial de R$ 1,12 bilhões no 4º trimestre, 7% acima do ano anterior, mas abaixo das expectativas de R$ 1,14 bilhões de analistas.
  • Copel melhora desempenho, mas aumenta dívida: Copel (CPLE3) registra aumento de 29,6% no lucro do 4º trimestre. Contudo, dívida sobe 13%, elevando a alavancagem para 2,7 vezes sobre o Ebitda.
  • Aura Minerals distribui dividendos: Aura (AURA33) anuncia dividendos de US$ 0,66 por ação, totalizando US$ 55,1 milhões. Dividend yield nos últimos 12 meses alcança 6,2%, com pagamento previsto para 18 de março de 2026.

  • Títulos dos EUA alcançam rendimento de até 4% em fevereiro, marcando o melhor mês em um ano.
  • Atração de US$ 16,3 bilhões impulsiona confiança no mercado; movimento significativo de capital para títulos americanos.
  • Busca por proteção se intensifica em meio a incertezas econômicas, levando à redução dos yields.
  • Rendimento atrativo pode afetar a atratividade de investimentos em outros ativos de menor risco.
  • Traders devem monitorar movimentos de capitais nos próximos meses para potenciais ajustes em alocações de portfólios.

  • Receita Líquida: M. Dias Branco reportou receita líquida de R$ 2,720,9 bilhões no quarto trimestre de 2025, um aumento de 9,3% em relação ao mesmo período de 2024.
  • Queda no Lucro: Apesar do aumento na receita, a empresa registrou uma diminuição de 10,5% no lucro para o quarto trimestre.
  • Análise de Desempenho: Traders devem observar possíveis realocações de carteira, dado o contraste entre crescimento de receita e queda no lucro.
  • Expectativas Futuras: Dados sugerem monitorar o impacto nos custos e margens, além de potencial reavaliação por analistas do setor.
  • Estratégia de Investimento: Considere os fundamentos para ajuste em posições longas ou curtas, conforme resultado trimestral e perspectivas de mercado.

  • Vale (VALE3) aprova aumento de capital: Conselho da Vale aprova aumento de capital de R$ 500 milhões sem emissão de novas ações para fortalecer a estrutura de capital.
  • Simplificação societária: Vale incorpora subsidiárias Baovale Mineração S.A e CDA Logística S.A. para reduzir complexidades internas, no entanto, sem emissão de novas ações.
  • Resultados financeiros pressionados: A Vale registrou prejuízo líquido de US$ 3,844 bilhões no Q4 devido a efeitos não recorrentes, como impairments e baixa de imposto diferido.
  • Opinião do BofA sobre as ações VALE3: Bank of America rebaixa a recomendação da Vale de compra para neutra, citando o rali de 94% das ações como além dos fundamentos atuais do minério de ferro.
  • Preço-alvo ajustado: BofA elevou o preço-alvo para o ADR de US$ 17 para US$ 18 e para a ação no Brasil de R$ 89 para R$ 95, refletindo potenciais de valorização de 6% e 8%.

  • Receita Líquida: Atingiu R$ 1,89 bilhão, representando um aumento de 6,5% em relação ao 4T24.
  • Lucro Trimestral: Sanepar (SAPR11) reportou lucro de R$ 361,4 milhões no quarto trimestre.
  • Variação Anual do Lucro: Houve uma queda de 12,5% no lucro em comparação ao mesmo período do ano anterior.
  • Avaliação de Performance: Importante considerar a queda anual do lucro apesar do aumento na receita líquida.
  • Implicações para Traders: A discrepância entre crescimento da receita e queda de lucro pode influenciar decisões de investimento em SAPR11.

  • Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG): Manteve-se em 78,7% do PIB de dezembro a janeiro, totalizando R$ 10,080 trilhões.
  • Dívida Líquida do Setor Público (DLSP): Reduziu-se para 65% do PIB em janeiro, atingindo R$ 8,318 trilhões.
  • Gasto com Juros: Setor público teve déficit de R$ 63,627 bilhões em janeiro.
  • Despesas do Governo Central: R$ 53,774 bilhões em janeiro; regionais R$ 9,310 bilhões; estatais R$ 543 milhões.
  • Acumulado de 12 meses: Despesas com juros somam R$ 1,031 trilhão (8,05% do PIB); primeira vez superaram R$ 1 trilhão na série histórica.

  • IPCA-15 de fevereiro de 2026 subiu 0,84%, indicando pressão inflacionária que pode impactar decisões de política monetária.
  • Dólar avança no mercado, impulsionado pela alta do IPCA-15, que aumenta especulações sobre ajustes na taxa de juros pelo Banco Central.
  • Formação da Ptax: Traders devem monitorar as movimentações em torno da formação da Ptax, que pode trazer volatilidade ao câmbio.
  • Atenção a política monetária: Expectativa de possíveis ajustes futuros na Selic devido ao IPCA-15 pode influenciar comportamento dos investidores.
  • Impacto sobre ativos brasileiros: A alta do dólar e expectativas de política monetária podem afetar ações e índices locais; traders devem ficar atentos às oportunidades.

  • Moedas emergentes em ascensão: Robin Brooks destaca que quase todas as moedas emergentes estão se valorizando em relação ao dólar.
  • Brasil se destacando: O economista afirma que o Brasil está no topo da lista em termos de valorização cambial.
  • Rali potencial do real: Ex-economista do IIF vê mais espaço para a valorização do real.
  • Projeção do dólar: A expectativa é que o dólar possa atingir R$ 4,50.
  • Oportunidades para traders: Contexto favorável para estratégias que apostam na valorização do real contra o dólar.

  • Data do Leilão: A Receita Federal realizará um leilão de mercadorias apreendidas em 13 de março, incluindo celulares e veículos.
  • Lotes Disponíveis: O leilão terá um total de 223 lotes fechados, com itens variados como eletrônicos, joias e veículos a preços iniciais competitivos.
  • Produtos em Destaque: iPhones a partir de R$ 922 e veículos como Hyundai Santa Fe a partir de R$ 6 mil; um MacBook Air inicial em R$ 1.000.
  • Participação no Leilão: Propostas podem ser enviadas de 9 a 12 de março via sistema eletrônico; apenas pessoas físicas e jurídicas podem participar.
  • Condições e Pagamentos: Arrematantes têm 30 dias para retirada dos lotes; pagamento deve ser via Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf).

  • Lojas Renner (LREN3): Recomendação de compra para day trade com entrada a R$ 16,09, alvo em R$ 16,32, potencial de ganho de 1,43% e stop em R$ 15,96.
  • Auren (AURE3): Recomendação de compra para day trade, com potencial de ganho de 1,39% e stop sugerido a R$ 12,14.
  • Localiza (RENT3): Indicada para venda, com potencial de ganhos até 1,41% e stop sugerido em R$ 50,72.
  • Importância do Stop: Respeitar os stops é crucial para evitar perdas intoleráveis; ponto de stop deve ser rigorosamente aplicado.
  • Metodologia Ágora: As operações são baseadas em análises gráficas, focadas em tendências de curtíssimo prazo, e válidas apenas para o dia.

  • Ibovespa Futuro em queda: O índice futuro do Ibovespa apresenta baixa, impactado por diversos fatores macroeconômicos e políticos.
  • Dados de inflação preocupam: Novos dados de inflação foram divulgados, causando preocupação entre investidores e contribuindo para a queda do índice.
  • Interferência política: Declarações do ministro Haddad foram monitoradas, aumentando a cautela dos traders no mercado.
  • Cenário eleitoral influencia: A proximidade de Flávio com Lula em nova pesquisa eleitoral gerou incertezas, adicionando pressão ao mercado.
  • Atenção a volatilidade: Traders devem ficar atentos às rápidas mudanças neste cenário multifacetado, ajustando suas estratégias conforme necessário.

  • IPCA-15 Fevereiro: Avanço de 0,84%, superando a expectativa de 0,56%, com alta acumulada de 4,10% em 12 meses.
  • Transportes Impacto: Registrou a maior contribuição ao índice, +1,72%, com destaque para passagens aéreas (+11,64%) e combustíveis (+1,38%).
  • Educação em Alta: Maior variação entre os grupos, com crescimento de 5,20%.
  • Saúde e Cuidados Pessoais: Alta de 0,67%, puxada por artigos de higiene pessoal (0,91%) e planos de saúde (0,49%).
  • Alimentação no Domicílio: Variação de +0,09%, com altas no tomate (+10,09%) e retrações no arroz (-2,47%) e frutas (-1,33%).

  • CPI do INSS aprova quebras de sigilo: A CPI aprovou todos os requerimentos em pauta, incluindo a quebra de sigilo de Fábio Luís da Silva, filho do presidente Lula.
  • Controvérsias na votação: Governistas alegam erro na votação simbólica que declarou a aprovação dos requerimentos, sustentando que, na prática, foram rejeitados por maioria.
  • Recurso ao Senado: Parlamentares governistas protocolaram recurso pedindo a anulação da votação, exigindo nova deliberação e possível análise pelo Conselho de Ética.
  • Divergências de quórum: Disputas entre oposição e governo sobre o quórum e a validade dos votos dos parlamentares durante a sessão, adicionando incertezas ao resultado.
  • Impactos potenciais para o mercado: Traders devem monitorar possíveis repercussões políticas deste evento, que pode indicar novas instabilidades no cenário político brasileiro.
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