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Mostrando 481 a 520 de 24511 notícias

  • Volume Financeiro Recorde: O mercado brasileiro está com um volume financeiro médio diário de R$ 25,5 bilhões, preparando-se para registrar o segundo maior nível histórico, atrás apenas de 2021.
  • Alta do Ibovespa e Reentrada do Capital Internacional: O Ibovespa alcançou 190 mil pontos, impulsionado por uma significativa reentrada de capital estrangeiro, com o saldo líquido de investidores estrangeiros atingindo R$ 36,76 bilhões até 19 de fevereiro.
  • Líquidez Elevada e Custo de Transação: A atual liquidez não apenas acompanha a alta de preços, mas também reduz custos de transação e aumenta a profundidade de mercado, fatores cruciais para sustentação de tendências.
  • Participação Internacional em Alta: Apenas 24% do mercado está sob responsabilidade de investidores institucionais locais, enquanto investidores internacionais detêm 61,9%, o maior percentual desde 2019.
  • Ciclos de Alta e Participação Doméstica: O mercado está na fase intermediária de um ciclo de alta, aguardando maior entrada de investidores locais para uma consolidação mais robusta.

  • Dólar em queda: A moeda americana caiu para R$ 5,12, seu menor valor desde maio de 2024.
  • Sentimento externo positivo: A desvalorização do dólar foi influenciada pelo otimismo nos mercados internacionais.
  • Impacto nas eleições: Novas pesquisas eleitorais mostram um empate técnico entre Lula e concorrentes, influenciando o cenário político.
  • Exposição ao câmbio: Traders devem considerar o impacto das flutuações cambiais nas carteiras, dado o cenário volátil.
  • Oportunidades de hedge: Com a baixa do dólar, estratégias de proteção cambial devem ser reavaliadas.

  • Dólar em queda: O dólar fechou em baixa de 0,59% cotado a R$ 5,1252, menor nível desde maio de 2024, indicando fraqueza global da moeda americana.
  • Discursos de Trump: O presidente americano criticou a invalidação pela Suprema Corte do uso da IEEPA para taxações e prometeu uma resposta forte, o que pode impactar política comercial e tarifas.
  • Minério de ferro em alta: Contratos futuros de minério na Bolsa de Dalian fecharam em alta; maio 2026 em 1,42% a 752,5 yuans e setembro 2026 em 1,24% a 735,5 yuans.
  • Petróleo estável: O petróleo WTI caiu 0,32% a US$ 65,42, enquanto o Brent subiu 0,15% a US$ 70,69, mostrando um mercado relativamente estável.
  • Pesquisa eleitoral no Brasil: Avaliação do governo Lula piora; desaprovação sobe para 51,5% e intenções de voto para Flávio Bolsonaro aumentam.

  • Ação do PicPay: Desde o IPO na Nasdaq, a ação do PicPay (PICS) caiu 14%, mas BB Investimentos recomenda compra com potencial de valorização de 32% até o fim do ano.
  • Desempenho Financeiro: PicPay registrou lucro líquido de R$ 313,8 milhões e receita de R$ 7,26 bilhões nos primeiros nove meses de 2025, com ROE de 17,4%.
  • Oportunidades e Riscos: Expansão de crédito e novos produtos podem aumentar a receita, mas há riscos de inadimplência e custos de crédito, especialmente em subsegmentos de maior risco.
  • Crescimento Proj. de Crédito: A carteira de crédito deve crescer significativamente em 2025 e 2026, com desaceleração prevista para 2030 e carteira estimada em quase R$ 80 bilhões.
  • Perspectivas de Lucro: Lucro líquido pode atingir R$ 3,61 bilhões em 2030, com ROAE de 26,4%, conforme PicPay cresce acima do setor bancário tradicional.

  • BDRs do Mercado Livre (MELI34) caíram mais de 11% após o balanço do 4T25, refletindo frustração do mercado com a redução das margens operacionais.
  • Lucros e margem EBIT pressionados por maiores despesas em logística, marketing e crédito, culminando em uma queda anual de 12,5% no lucro líquido.
  • Gastos comerciais subiram para 11,9% da receita, indicando pressão continuada nas margens no curto prazo devido a investimentos em estágio inicial.
  • Brasil piora em rentabilidade, com margem de contribuição caindo mais de 600 pontos base, refletindo desafios tanto regionais quanto na Argentina.
  • Longo prazo permanece positivo, mas analistas discutem tempo necessário para converter expansão em lucro, apesar do forte crescimento de receita e engajamento.

  • Shell avalia injetar R$3,5 bilhões para recapitalizar a Raízen e evitar recuperação judicial, sujeito a certas condições.
  • Dívida líquida da Raízen alcançou R$55,3 bilhões, impactada por fatores como grandes investimentos e condições climáticas adversas.
  • Raízen necessita cerca de R$25 bilhões em capital novo e receitas, incluindo a venda de sua unidade argentina.
  • Cosan pode contribuir com R$1 bilhão, e Rubens Ometto, presidente do conselho, com mais R$1 bilhão, mediante acordo já em negociação.
  • Rebaixamento de crédito por agências como S&P, Fitch e Moody’s devido à alta alavancagem e fluxo de caixa negativo contínuo da Raízen.

  • Presidente do GPA nega venda da Via Varejo: Não há negociação com a Amazon para venda da Via Varejo, conforme rumores no mercado.
  • Risco de continuidade operacional: GPA alerta risco relevante de continuidade no balanço, provocando uma queda de até 8% nas ações.
  • Dívida elevada com vencimento em 2026: A empresa possui dívida de R$ 1,7 bilhão vencendo já em 2026, o que pressiona seu fluxo de caixa.
  • Alavancagem preocupante: Alavancagem de GPA atinge 4,9 vezes dívida líquida sobre EBITDA, considerado alto para o setor.
  • Busca por soluções financeiras: Empresa negocia com credores e tenta monetizar créditos tributários para aliviar a situação financeira.

  • Alta do contrato de óleo de soja: O contrato de óleo de soja para maio de 2026 na CBOT subiu 22,67% no ano; o contrato do grão para o mesmo vencimento subiu 9,14%.
  • Fatores impulsionadores: A valorização está ligada à demanda doméstica aquecida nos EUA e à nova proposta da EPA para aumento de biodiesel e diesel renovável.
  • Proposta da EPA: A meta para mistura nos EUA pode aumentar 67%, subindo de 3,35 bilhões para 5,61 bilhões de galões em 2026.
  • Impacto nos estoques: Projeções indicam possível redução dos estoques de soja e óleo, o que pode aumentar ainda mais os preços em 2026/27.
  • Farelo de soja: Diferentemente, o contrato para maio de 2026 subiu apenas 4,08%, com expectativa de fortes estoques devido ao menor crescimento do consumo interno.

  • Meta do Ibovespa: Próximo objetivo é a região dos 200 mil pontos, com projeção de 250 mil pontos a médio prazo.
  • Principais Suportes do Ibovespa: 188.500, 183.000 e 180.000 pontos são os níveis de suporte críticos.
  • VALE3: Mantém viés de alta com alvo acima de R$ 100, sustentando suporte em R$ 82,05.
  • PETR4: Próximos alvos em R$ 42,05 e R$ 45,50, superando topo histórico de R$ 39,25.
  • S&P 500: Enfrenta resistência em 7.000 pontos, suporte em 6.720 pontos, com estrutura ainda construtiva.

  • Projeções para 2026: Juros e renda são considerados os principais catalisadores para o setor de varejo.
  • Análise do UBS BB: Banco de investimentos destaca a importância desses fatores para decisões de investimento.
  • Seleção de Ações: UBS BB identificou ações no setor de varejo com maior potencial de valorização.
  • Estratégia de Investimento: A recomendação se baseia na análise de juros e poder aquisitivo dos consumidores.
  • Foco no Setor de Varejo: Relatório pode influenciar traders a apostarem em ações previamente identificadas pelo banco.

  • Estoque de petróleo dos EUA surpreende: Aumento de 15,989 milhões de barris na semana encerrada em 20 de fevereiro, muito acima da previsão de 1,2 milhão.
  • Demanda fraca por petróleo: Estoques totais atingem 435,8 milhões de barris, sinalizando demanda fraca e alterando o sentimento dos traders.
  • Movimentos em gasolina e destilados: Estoques de gasolina caem 1,011 milhão de barris, enquanto destilados sobem 252 mil, indo contra expectativas.
  • Impacto no mercado: Uso das refinarias cai para 88,6% e aumento nos estoques de Cushing para 24,9 milhões de barris pode pressionar preços do WTI.
  • Reavaliação de expectativas: Se tendência se mantiver, traders podem revisar previsões para a commodity e ações de energia.

  • Lucro caiu cerca de 40%: Empresa registrou lucro líquido de R$ 482,7 milhões no 4º trimestre de 2025, principalmente devido a pior resultado financeiro e carga tributária elevada.
  • Endividamento preocupa: Alavancagem medida pela dívida líquida sobre Ebitda subiu para 3,63 vezes, sinalizando risco para investidores.
  • Reação negativa do mercado: Papéis da ISAE4 caíram aproximadamente 3%, negociando próximos de R$ 29 após divulgação dos resultados.
  • Dividendos mantidos: A empresa continuará distribuindo dividendos, com retorno próximo de 6%, totalizando R$ 279 milhões.
  • Receita e despesas sob controle: Receita líquida atingiu R$ 1,12 bilhão; despesas operacionais cresceram abaixo da inflação, com menores gastos em materiais e pessoal.

  • Inflação nos EUA continua acima da meta: A inflação está quase 1 ponto porcentual acima da meta do Fed, segundo Alberto Musalem.
  • Impacto das tarifas: Metade do excesso de inflação vem das tarifas, mas o efeito deve diminuir ao longo do ano.
  • Perspectiva de crescimento: Trazer a inflação de volta à meta pode impulsionar o crescimento e reduzir a taxa de juros de 10 anos.
  • Mercado de trabalho: Descrito como resiliente, mas em moderação, com previsão de estabilização do desemprego em 4,3% ou 4,4%.
  • Condições financeiras acomodadas: Desregulação e ventos fiscais favoráveis mantém ambiente financeiro acomodatício.

  • Concessão de 30 anos: Envolve 504 km de rodovias entre Campinas e a divisa com Minas Gerais, com R$ 9,4 bilhões em investimentos previstos.
  • Novos pedágios: Empresa vencedora poderá implementar novas tarifas já em julho, impactando receitas inicialmente.
  • Possíveis impactos nas ações: Leilão pode influenciar diretamente empresas de concessões na Bolsa, como a Motiva (MOTV3), devido à possibilidade de substituir a Renovias em 2026.
  • Critério de leilão: O maior valor de outorga fixa é o critério, o que ajuda a evitar lances agressivos, preservando rentabilidade futura.
  • Aspectos financeiros: Apenas 43% dos investimentos serão realizados nos primeiros 7 anos, reduzindo a pressão financeira imediata e garantindo Ebitda positivo já no início.

  • Lucro trimestral supera expectativas: HSBC reportou lucro líquido de US$ 4,72 bilhões no quarto trimestre de 2025, superando a estimativa de US$ 3,98 bilhões e resultado anterior de US$ 197 milhões.
  • Crescimento na receita com juros: Receita com juros cresceu 12,4%, atingindo US$ 9,2 bilhões, indicando forte recuperação operacional em ambiente de juros elevados.
  • Rentabilidade em alta: Lucro antes de impostos aumentou 200% ano a ano, totalizando US$ 6,8 bilhões, destacando a rentabilidade crescente do banco.
  • Foco estratégico na Ásia: Operações asiáticas lideraram desempenho sólido, refletindo foco estratégico do banco na região.
  • Meta de retorno ajustada: HSBC revisou meta de retorno sobre capital tangível para pelo menos 17% nos próximos três anos, indicando maior confiança na lucratividade futura.

  • Ouro e prata em alta: Ambos os metais subiram na quarta-feira, com o ouro subindo 0,97% e a prata avançando 3,99%, impulsionados pela busca por ativos seguros em meio a questões tarifárias e tensões EUA-Irã.
  • Interrupção técnica CME: CME Group relatou interrupção devido a problemas técnicos, afetando futuros e opções de metais da CME Globex, cancelando ordens do dia e GTD.
  • Projeções BofA: Bank of America prevê elevação do ouro para US$ 6.000/onça-troy nos próximos 12 meses, devido à crescente demanda dos EUA e China a partir do verão no hemisfério norte.
  • Tensões comerciais EUA-China: Trump prometeu soluções tarifárias mais fortes; aumento de tarifas para 15% pode ser proclamado nos próximos dias, enquanto a China avalia retaliação.
  • Sanções ao Irã: EUA anunciaram novas sanções contra o Irã, visando parar embarcações que facilitam a venda de petróleo, aumentando as tensões no Oriente Médio.

  • Inteligência artificial é tida como requisito básico para a sobrevivência corporativa, não mais um diferencial competitivo, conforme destacado por Cleber Morais, CEO da Amazon Web Services Brasil.
  • Empresas que adotam IA ganham em produtividade e eficiência, melhorando a capacidade de resposta ao cliente e otimizando margens, segundo exemplo dado por Morais no BTG Summit 2026.
  • Brasil está entre os três principais mercados do Google em adoção de IA, refletindo comportamento tecnológico acelerado e criativo, conforme Fábio Coelho, presidente do Google Brasil.
  • Pix é citado como referência internacional em infraestrutura digital, elevando a eficiência no mercado financeiro brasileiro, servindo como modelo global.
  • Startups brasileiras levam tecnologia nacional para fora, como QuintoAndar e iFood, indicando que o Brasil passou de importador a exportador de inovação tecnológica.

  • Ações do Mercado Livre despencaram: Os BDRs da empresa recuaram mais de 10% ao longo da manhã.
  • Resultados trimestrais impactantes: A queda foi motivada pelos resultados financeiros apresentados no trimestre.
  • Reação do mercado: A divulgação dos números gerou forte reação negativa entre os investidores.
  • Foco em indicadores-chave: Traders devem observar dados como lucro líquido e receitas, que influenciaram a queda.
  • Oportunidade de análise: Movimentos significativos podem representar oportunidades de curto prazo para traders atentos.

  • Santander Brasil (SANB11) busca rentabilidade: Banco projeta alcançar retorno sobre patrimônio líquido (ROE) de 22% até 2028, com rentabilidade superior a 20% nos próximos dois anos.
  • Estratégia focada em segmentos específicos: Banco adota estratégia seletiva, priorizando segmentos de alta renda, pequenas e médias empresas (PMEs) e grandes clientes corporativos para otimizar rentabilidade.
  • Controle de risco direcionado: Custos de risco devem ser mantidos abaixo de 5%, com foco em clientes de maior renda e busca por margens mais altas em cartões e empréstimos pessoais.
  • Tecnologia como catalisador de eficiência: Implementação da plataforma global Gravity visa simplificação operacional e redução de custos no Brasil.
  • Possível fechamento de capital na B3: Administração considera possibilidades, mas mantém foco em crescimento orgânico e recompra de ações, antes de outras opções.

  • Margem EBITDA surpreende: O EBITDA do 4T25 atingiu R$ 2,29 bilhões com margem de 22,4%, superando as expectativas e mostrando eficiência operacional.
  • Receita em queda: Faturamento caiu 5,3% em comparação ao ano anterior, com destaque negativo para o mercado brasileiro (-12,2%).
  • Lucro líquido caiu: O lucro líquido de R$ 1,59 bilhão representa uma queda de 6,3% anual, afetando a percepção de crescimento futuro.
  • Pressão sobre valuation: A WEG negocia a cerca de 30 vezes o lucro; desaceleração no crescimento preocupa investidores.
  • Demanda enfraquecida: Desaceleração global em equipamentos industriais e projetos de energia afeta o potencial de expansão dos resultados.

  • Ouro em alta: Preço do ouro sobe devido à incerteza sobre tarifas comerciais e sanções contra o Irã.
  • Fatores geopolíticos: A tensão geopolítica está influenciando positivamente o mercado de metais preciosos.
  • Impacto do CME Group: CME Group cancela ordens do dia devido a problemas operacionais, o que pode afetar a liquidez.
  • Volatilidade esperada: Espera-se aumento na volatilidade dos preços do ouro devido a fatores macroeconômicos e técnicos.
  • Oportunidade de negociação: Traders devem monitorar de perto os desenvolvimentos geopolíticos e os anúncios do CME para identificar oportunidades de curto prazo.

  • Dividend Yield Reduzido: O dividend yield do setor elétrico dificilmente supera 9% em 2026, após valorização das ações e aumento de alavancagem.
  • Atenção para ISAE4 e TAEE11: ISAE4 com alavancagem superior a 4x dívida líquida/Ebitda e TAEE11 com possível yield de até 9%, ambas com riscos aumentados.
  • Oportunidades em AXIA3: AXIA3 pode ter dividend yield entre 7,5% e 8,2% em 2026, com alavancagem de 2,1x e plano de investimentos de R$ 14 bilhões.
  • Risco em AURE3: A Auren (AURE3) pode frustrar com um yield não acima de 4% em 2026, devido à dívida alta pós-incorporação da AES Brasil.
  • Mudanças no Setor Elétrico: Ciclo pesado de investimentos, pressão sobre endividamento e ações com múltiplos mais altos reduzem espaço para yields muito elevados.

  • Nvidia: Atenção ao balanço da Nvidia, que será divulgado hoje; movimentos significativos nos papéis da empresa podem impactar o setor de tecnologia.
  • Bolsas dos EUA: Os índices americanos estão em alta antes da divulgação dos resultados da Nvidia, sugerindo otimismo no setor tecnológico.
  • Ibovespa: O índice brasileiro opera em baixa, contrariando o movimento positivo dos mercados internacionais.
  • Setor Bancário: Bancos estão pesando negativamente sobre o Ibovespa; notícias ou mudanças nesse setor podem trazer volatilidade.
  • Estratégia de Trading: Monitorar movimentos em mercados internacionais e observar reações locais pode oferecer oportunidades de arbitragem ou pontos de entrada/saída.

  • Fraudes em postos de combustíveis: Crescimento de fraudes como "chip na bomba" e adulteração com metanol.
  • Fiscalização e impacto no mercado: Operadores irregulares podem perder competitividade, favorecendo empresas como a Vibra Energia (VBBR3).
  • Sofisticação das fraudes: Uso de dispositivos eletrônicos para manipular bombas e mistura de combustíveis adulterados.
  • Cenário internacional: Caso semelhante na Polônia em 2016 levou a aumento de vendas de grandes distribuidoras legais.
  • Oportunidade para investidores: Empresas reguladas, como a Vibra Energia (VBBR3), podem ganhar participação e melhorar margens.

  • Ibovespa atinge 192 mil pontos: O índice renovou recordes por dois pregões consecutivos, com alta acumulada de mais de 6% no mês, impulsionado pela entrada de capital estrangeiro.
  • Principais quedas: GPA (PCAR3) lidera as quedas, seguido por ISA Energia (ISAE4) e Mercado Livre (MELI34).
  • Principais altas: C&A (CEAB3), MBRF (MBRF3) e Bradespar (BRAP4) destacam-se entre as subidas do dia.
  • Pesquisa Atlas Bloomberg: Diferença entre Lula e Flávio Bolsonaro cai, com empate técnico no segundo turno (46,2% vs 46,3%).
  • Impacto das novas tarifas Trump: 46% dos produtos brasileiros estão isentos, enquanto 25% passam de 10% para 15% de tarifa.

  • Recomendação e Preço-Alvo: JPMorgan iniciou cobertura da Aura Minerals com recomendação overweight e preço-alvo de US$ 105 até 2026, indicando potencial de alta de 30%.
  • Foco no Ouro: Cerca de 90% da receita da empresa vem do ouro, tornando-a um veículo direto para aproveitar a visão positiva do banco para a commodity.
  • Projeções de Produção: Espera-se que a produção atinja 362 mil onças equivalentes de ouro até 2026, com a mina Era Dorada destacando-se por sua alta eficiência.
  • Valuation Atraente: Aura negocia a 4,3 vezes EV/Ebitda projetado para 2026, com espaço para re-rating à medida que o plano de crescimento se concretiza.
  • Riscos Principais: Volatilidade do ouro, execução operacional e fatores macroeconômicos, como força do dólar e política monetária dos EUA, são apontados como riscos significativos.

  • Recomendação de compra: JP Morgan iniciou cobertura da Aura Minerals (AURA33) com recomendação de compra, fixando preço-alvo de US$ 105 para 2026, indicando potencial de alta de 30%.
  • Crescimento esperado na produção: A produção de Aura Minerals deve crescer 75% até 2028, com o projeto Era Dorada adicionando aproximadamente 100 mil onças à produção anual.
  • Exposição ao ouro: Com 90% da receita originada do ouro, a empresa se posiciona como um investimento direto na valorização projetada da commodity, que pode chegar a US$ 6.600 por onça até 2027.
  • Dividendos atrativos: A política de dividendos prevê distribuir 20% do EBITDA, com projeção de dividend yield de 4,1% em 2026, destacando geração de caixa sólida.
  • Estrutura financeira forte: A alavancagem líquida negativa de 0,3x destaca capacidade para novos investimentos, posicionando a empresa favoravelmente para expansão em cenários voláteis de mercado.

  • Data do Evento: O encontro ocorrerá nos dias 27 e 28 de março no Transamérica Expo Center, São Paulo.
  • Expectativa de Público: A previsão é que o evento reúna cerca de 2 mil participantes.
  • Vendas de Ingressos: Os ingressos para o evento já estão disponíveis para compra.
  • Palestrantes Confirmados: Tom Hougaard e Ralph Acampora foram anunciados para a 1ª edição.
  • Oportunidade de Networking: O evento é uma oportunidade valiosa para traders se conectarem e aprenderem com especialistas.

  • JBS (JBSS32): Espera-se receita de R$ 123 bilhões no 4T25, com Ebitda de R$ 8,6 bilhões. A margem será impactada negativamente, mas compensada por exportações de frango para China e UE.
  • BRF (MBRF3): Projeção de Ebitda em R$ 3,4 bilhões com queda de margem. Exportações para China e UE e vendas de fim de ano devem impulsionar resultados da BRF, enquanto Marfrig enfrenta dificuldades na América do Norte.
  • Minerva (BEEF3): Receita líquida projetada em R$ 14 bilhões e Ebitda de R$ 1,29 bilhão no 4T25. Expectativa de incremento sequencial, apesar de ajuste negativo por monetização de estoques no 3T25.
  • Datas Importantes: Minerva e BRF devem divulgar resultados em 18 de março, enquanto JBS está prevista para 25 de março.
  • Recomendações do BTG: Compra da JBS é recomendada com potencial de alta de 32%. Recomendações neutras para BRF e Minerva com preços-alvo de R$ 26 e R$ 8,50, respectivamente.

  • Decisão do STF: A Primeira Turma do STF, por unanimidade, identificou Domingos Brazão, Chiquinho Brazão, Ronald Alves de Paula, Rivaldo Barbosa e Robson Calixto como os responsáveis pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e seu motorista.
  • Penas a serem definidas: A dosimetria das penas dos acusados será estabelecida ainda nesta quarta-feira (25), tornando o desfecho potencialmente impactante para a percepção pública e política.
  • Investigação e julgamento: O ministro Alexandre de Moraes, relator da ação, acolheu a denúncia da Procuradoria-Geral da República; o julgamento chegou ao STF devido ao foro privilegiado que Chiquinho Brazão possuía à época.
  • Impactos sociais e políticos: A decisão destaca a influência das milícias na política e a dificuldade de investigações criminais em ambientes corruptos, sendo aspectos relevantes para análises de risco político.
  • Reação pública: A condenação traz repercussões sociais significativas, com atenção global para questões ligadas a direitos humanos e a efetividade da Justiça no Brasil.

  • Financiamento de R$ 100 milhões: OranjeBTC (OBTC3) está em negociações para assegurar um financiamento significativo, fortalecendo suas operações e o ecossistema cripto local.
  • Uso dos recursos: A empresa planeja usar o capital para aumentar suas reservas de bitcoin e continuar a recompra de ações, alinhando-se a uma estratégia conservadora de alavancagem.
  • Valorização e mNAV: Com o valor de mercado de Bitcoin em queda, o mNAV da OranjeBTC está abaixo de 1, sinalizando desafios em extrair valor das reservas de BTC.
  • Expansão de ativos digitais: OranjeBTC considera adquirir o domínio bitcoin.com.br para potencializar suas operações no mercado de criptoativos.
  • Expectativa para ações: Após queda de 70% desde a estreia, há expectativa de reversão na tendência negativa das ações OBTC3, segundo dados do TradingView.

  • Possível aumento de produção: A Opep+ considera aumentar a produção em 137.000 barris/dia em abril, visando o pico de demanda no verão e altas nos preços devido a tensões EUA-Irã.
  • Reunião crucial: Oito produtores, incluindo Arábia Saudita e Rússia, se reunirão em 1º de março para discutir a decisão sobre a produção futura.
  • Plano de contingência saudita: Arábia Saudita ativou um plano para elevar produção/exportações rapidamente caso ocorra interrupção no Oriente Médio devido a ataques dos EUA ao Irã.
  • Cota de produção até 2025: Acordo para aumento das cotas de produção em 2,9 milhões de barris/dia até dezembro de 2025, sem novos aumentos planejados até março de 2026.
  • Preço do Brent: Brent cotado perto de US$71/barril, próximo da máxima de sete meses, impulsionado pelas tensões geopolíticas.

  • Publicação no DOU: Decreto nº 12.858 altera regulamentação de fiscalização de fertilizantes e outros insumos agrícolas.
  • Nova classificação de infração: Introdução da infração moderada, com multas ajustadas conforme porte econômico.
  • Autocontrole obrigatório: Agentes devem implementar programas para monitorar e controlar toda a produção.
  • Programa voluntário de conformidade: Incentivo à conformidade, adesão voluntária com possíveis benefícios regulatórios.
  • Prazo de adaptação: Dois anos para agentes já registrados se adequarem às novas exigências.

  • B3 reduz horário de funcionamento: A partir de 9 de março, a B3, Bolsa de Valores do Brasil, terá seu horário de negociação reduzido devido ao início do horário de verão nos EUA e na Europa.
  • Impacto nos ativos: A mudança afeta o horário de negociação de ações, derivativos e contratos futuros negociados na B3.
  • Adequação para traders: É crucial que traders ajustem suas estratégias de negociação para se adequar ao novo cronograma definido pela B3.
  • Reversão de ampliação anterior: A alteração reverte a ampliação de horário de operação que havia sido implementada em novembro.
  • Oportunidades no mercado: Traders devem ficar atentos a possíveis oportunidades de arbitragem e ajustes de volatilidade associados à mudança nos horários de negociação.

  • Bill Gates admitiu cometer um "grande erro" ao encontrar-se com Jeffrey Epstein; gravações de reuniões foram divulgadas pela Fundação Gates.
  • Encontros ocorreram entre 2011 e 2014, antes das novas acusações de tráfico contra Epstein.
  • Investidores devem considerar o impacto potencial sobre a reputação da Fundação Gates, principalmente em projetos financiados por doações.
  • Possíveis reações no mercado podem envolver ações de empresas associadas a Gates, como a Microsoft.
  • Monitorar declarações públicas de Gates e atividades ligadas à Fundação pode oferecer insights para movimentos futuros no mercado.

  • Fed focado em controlar inflação: Jeffrey Schmid, do Fed de Kansas City, enfatiza a necessidade de continuar lidando com a inflação elevada, enquanto o mercado de trabalho está em situação favorável.
  • Impacto da inteligência artificial: Tom Barkin, do Fed de Richmond, discute a incerteza sobre a IA substituir trabalhadores, mas destaca seu potencial para treinar pessoas para novos papéis, aumentando a eficiência do mercado de trabalho.
  • Oscilações em empresas de IA: Ações de empresas relacionadas à inteligência artificial têm mostrado volatilidade devido a preocupações com a crescente demanda e grandes investimentos em data centers.
  • Expectativa em Wall Street: As bolsas operam em alta, impulsionadas pela expectativa dos resultados da Nvidia, que é um termômetro importante nos investimentos em IA.
  • Vigilância nos setores de tecnologia e emprego: Traders devem monitorar desenvolvimentos em políticas do Fed, IA e seus impactos no mercado de trabalho e no setor de tecnologia.

  • Receita e EBITDA: A WEG (WEGE3) reportou receita de R$ 10,25 bilhões no 4T25, abaixo das expectativas de R$ 10,8 bilhões, mas com EBITDA em linha, atingindo R$ 2,29 bilhões.
  • Mercado Externo: A receita líquida em dólares cresceu 7,8%, totalizando US$ 1,18 bilhão, impulsionada por aumento de vendas no mercado externo, apesar de receios de desaceleração industrial.
  • Desempenho Setorial: O segmento de Geração, Transmissão e Distribuição de energia contraiu -14,2% a/a, impactando receitas internas em -29%, enquanto a vertical de Equipamentos Eletrônicos Industriais cresceu 5,7% no mercado doméstico.
  • Margens e Custos: Margem bruta expandiu 0,6 p.p. para 34%, graças a um controle de custos eficaz e um mix de produtos favorável.
  • Perspectivas e Recomendação: Empresa enfrenta desafios de câmbio e GTD no Brasil em curto prazo, porém, há expectativa de recuperação a partir de 2027. Recomendação de compra para WEGE3, negociada a 30x seu lucro de 2026.

  • Fluxo Cambial Positivo: Brasil teve um fluxo cambial positivo de US$3,358 bilhões em fevereiro até dia 20, impulsionado por forte entrada de investimentos estrangeiros.
  • Canal Financeiro: Entradas líquidas de US$1,914 bilhão pelo canal financeiro, que inclui investimentos diretos e em carteira, além de remessas e pagamento de juros.
  • Canal Comercial: Saldo positivo de US$1,444 bilhão no canal comercial, que contabiliza exportações e importações.
  • Impacto na Bolsa: Entrada de US$2,288 bilhões líquidos no dia 19, coincidindo com a alta de mais de 1% no Ibovespa, destaque para entradas pelo canal financeiro.
  • Acumulado no Ano: No ano, até 20 de fevereiro, o fluxo cambial total acumula um saldo positivo de US$8,426 bilhões.

  • Previsão de produção recorde: A produção global de café deve atingir 180 milhões de sacas na safra 2026/2027, a maior oferta anual já registrada.
  • Principal impulsionador: Aumento na produção de café arábica no Brasil, devido a boas condições climáticas, é a principal razão para a previsão de alta na oferta.
  • Queda atual nos preços: Boa oferta combinada com fluxo constante para armazéns certificados pela ICE está causando queda no mercado.
  • Possível recuperação de preços: Venda de fundos exagerou a queda dos preços, sugerindo potencial recuperação de curto prazo.
  • Queda na demanda: Previsão de queda de 2,9% na demanda na Europa e em 24 países não produtores, mas volume nos EUA deve cair apenas 0,9% em 2025.

  • Desempenho Operacional: Iguatemi apresentou avanço de vendas e aluguéis por metro quadrado, reforçando resiliência do portfólio voltado às classes A e B.
  • Vendas e Aluguéis: Vendas nas mesmas lojas cresceram 5,9%, aluguéis subiram 6,6%, e receita líquida ajustada chegou a R$ 422,6 milhões, acima das projeções do Citi.
  • Desempenho de i-Retail: Divisão i-Retail expandiu 37,7% em receita; Ebitda ajustado foi de R$ 324,5 milhões, com crescimento anual de 3%.
  • Impacto das Despesas Financeiras: Lucro líquido ajustado caiu 3,2% devido ao aumento das despesas financeiras, afetando a empolgação do mercado.
  • Recomendações dos Analistas: Safra e Citi reiteraram recomendação de compra para IGTI11, com preços-alvo de R$ 36 e R$ 32, respectivamente, apesar dos ônus financeiros.
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