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  • Plano Estratégico 2026–2030: A Petrobras divulga seu plano estratégico em 27 de outubro, com foco em áreas industriais e tecnológicas. Avaliações indicam cautela na entrada no setor de etanol.
  • Prioridade em Etanol de Milho: A Petrobras pode priorizar o etanol de milho devido à redução de custos e à expansão recente, mas não descarta o uso de cana de açúcar.
  • Desafios e Aprendizados: Investimentos passados em biocombustíveis, como o caso “desastroso” da PBio, ensinam que a Petrobras deve buscar lógica econômica clara e evitar o viés agrícola.
  • Transição Energética: Diversificação do portfólio é crucial para a Petrobras, com planos concretos de investimento em biorrefinarias, renováveis e biocombustíveis.
  • Foco em Eficiência: A companhia prioriza aumentar a produção de petróleo e refino sem elevar a dívida, mantendo eficiência, redução de custos e política de dividendos.

  • Ações da Allos (ALOS3): Operam em alta com ganho acumulado de mais de 64% no ano, impulsionando interesse de mercado.
  • Foco em Dividendos: Planejamento para distribuição mensal de dividendos em 2026, entre R$ 0,28 e R$ 0,30 por ação, com estimativa de dividend yield de 13%.
  • Gestão Conservadora: Cautela em novos investimentos e meta de manter alavancagem até duas vezes dívida líquida sobre o Ebitda.
  • Oportunidades de M&A: Interesse crescente em fusões e aquisições, condicionado pela queda da taxa Selic.
  • Redução de Custos e Sinergias: Estratégias para redução de custos gerais, incremento na eficiência do portfólio e expansão do negócio de mídia até 2028.

  • Dólar cai para R$ 5,33: A moeda recuou seguindo tendências do mercado internacional e expectativas de cortes de juros pelo Fed.
  • IPCA-15 registra alta: O índice teve um aumento de 0,20% em novembro, influenciando o mercado de câmbio.
  • Cenário internacional afeta dólar: A estabilidade do dólar global e as notícias sobre juros nos EUA impactam diretamente a cotação.
  • Expectativas sobre o Fed: Investidores esperam decisões de política monetária que possam afetar o dólar no curto prazo.
  • Possíveis oportunidades de trade: Com oscilações internacionais e domésticas, surgem oportunidades para traders focados em câmbio.

  • WTI e Brent avançam mais de 1%: Os preços do petróleo registram alta significativa impulsionada por sinais de recuperação no mercado.
  • Declarações divergentes impactam o mercado: Moscou e União Europeia fornecem comentários contraditórios sobre o cessar-fogo, aumentando a incerteza.
  • Incerteza em torno da Ucrânia: Tensão geopolítica continua influenciando diretamente o mercado de petróleo.
  • Possível recuperação no mercado de energia: Traders devem ficar atentos às dinâmicas políticas que podem alterar o panorama atual.
  • Monitorar negociações internacionais: Traders devem observar atentamente o progresso das negociações que podem afetar a oferta global de petróleo.

  • EUA estendem exclusões das tarifas: Medida faz parte de uma trégua comercial firmada entre Donald Trump e Xi Jinping.
  • Produtos impactados: Exclusões aplicadas a alguns produtos industriais chineses, como equipamentos de energia solar.
  • Impacto no mercado: Espera-se um alívio nas tensões comerciais, potencialmente beneficiando o setor industrial.
  • Oportunidades de curto prazo: Traders devem observar oscilações em ações de empresas relacionadas aos produtos excluídos.
  • Condições da economia global: Esta trégua pode influenciar positivamente negociações comerciais futuras entre as duas potências.

  • Dólar enfraquecido: A consolidação das apostas de corte nos juros dos EUA pelo Federal Reserve continua pesando sobre o dólar, que caiu 0,78% a R$ 5,3346.
  • Expectativa de corte de juros: A ferramenta FedWatch aponta 84,9% de chance de o Fed reduzir os juros em dezembro para 3,50% a 3,75%.
  • Cenário brasileiro: O dólar também perdeu força ante o real devido ao avanço das commodities e declarações do ministro da Fazenda sobre a reestruturação dos Correios.
  • Impactos fiscais: A sanção da nova lei de Imposto de Renda pode gerar um ganho de R$ 1,9 bilhão, afetando economia e possíveis investimentos.
  • Dados econômicos: O IPCA-15 subiu 0,20% em novembro, ligeiramente acima das expectativas, mas considerado pouco relevante para mudanças imediatas na política monetária.

  • Latache Gestão solicita AGE: A Latache Gestão de Recursos pediu uma Assembleia Geral Extraordinária na Oncoclínicas para destituir e eleger novos membros do conselho.
  • Participação acionária: O pedido é apoiado por fundos que juntos detêm 14,6% das ações da Oncoclínicas (ONCO3).
  • Deliberações na AGE: A assembleia discutirá a composição e o mandato do conselho, independência dos candidatos, e nomeação de presidente e vice-presidente.
  • Comunicação à CVM: A Oncoclínicas informou à CVM sobre a realização da AGE e os temas em pauta.
  • Impacto potencial nas ações: Mudanças na governança podem influenciar a percepção do mercado e o desempenho das ações ONCO3.

  • Ouro fecha em alta pela quarta sessão consecutiva, impulsionado por expectativas de corte de juros pelo Fed em dezembro e possibilidade de distensão entre Rússia e Ucrânia.
  • Fechamento na Comex: Ouro para dezembro sobe 0,61%, cotado a US$ 4.165,20 por onça-troy.
  • Dados econômicos dos EUA: Queda nos pedidos de auxílio-desemprego, alta em encomendas de bens duráveis e retração no PMI do ISM de Chicago. Corte de juros com chance acima de 80%.
  • Possível mudança na presidência do Fed: Kevin Hassett favorito para substituir Jerome Powell, podendo intensificar queda nos juros e impulsionar o ouro.
  • Previsão do Deutsche Bank: Possível fim do conflito Rússia-Ucrânia pode impactar preços do ouro, mas revisão para cima do preço de US$ 4.000 para US$ 4.450 por onça-troy até 2026.

  • Tiroteio ocorrido na Zona Norte do Rio de Janeiro, afetando a segurança local.
  • Evento resultou em 3 mortes e uma criança baleada dentro de uma escola.
  • Impacto direto em empresas de segurança e seguro atuantes na área.
  • Poderá aumentar a percepção de risco para investimentos na região.
  • Possibilidade de intervenção governamental afetando operações locais.

  • Data do Lançamento: A tentativa de lançamento do foguete HANBIT-Nano pela FAB e Innospace está remarcada para 17 de dezembro, com a operação Spaceward estendida até 22 de dezembro.
  • Primeira Operação Comercial do Brasil: Este será o primeiro lançamento comercial com satélites brasileiros e estrangeiros a partir de solo nacional, coordenado pela FAB e AEB.
  • Motivo do Adiamento: O lançamento foi adiado devido a ajustes técnicos, como análise de sinais, testes do sistema de aviônica e desempenho do motor.
  • Importância do CLA: O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) é estratégico por sua posição próxima à linha do Equador, melhorando eficiência e reduzindo custos de lançamentos orbitais.
  • Impacto Esperado: O sucesso do lançamento pode consolidar o Brasil no mercado espacial comercial, potenciano novas parcerias e investimentos tecnológicos.

  • Ibovespa em Alta: O índice brasileiro fechou em alta e renovou sua máxima histórica.
  • Bolsas dos EUA: Mercados norte-americanos iniciaram o dia em alta, impactados por expectativas positivas antes do feriado de Ação de Graças.
  • Feriado nos EUA: Traders devem estar atentos ao impacto do feriado de Ação de Graças nos volumes de negociação e volatilidade do mercado.
  • Contexto Global: Alta nos mercados é influenciada por dados econômicos positivos e otimismo com políticas fiscais.
  • Atenção ao Ibovespa: Monitore movimentos futuros do índice após nova máxima histórica, pois pode indicar tendência de alta continua.

  • Dólar em queda: O dólar americano cai 0,72% a R$ 5,338 às 16h18, refletindo expectativas de cortes de juros pelo Fed.
  • Probabilidade de corte: Monitoramento CME FedWatch indica 82,7% de chance de corte de juros nos EUA em dezembro.
  • Livro Bege: Relatório aponta riscos de atividade mais lenta em alguns distritos, mas com otimismo entre fabricantes.
  • Dados econômicos dos EUA: Pedidos de auxílio-desemprego caem para 216 mil; PMI de Chicago sofre forte queda para 36,3.
  • IPCA-15 no Brasil: Índice sobe 0,20% em novembro, acima da expectativa, mas não impacta decisões de política monetária.

  • Ibovespa opera em alta: O índice renovou sua máxima histórica após a divulgação de indicadores econômicos.
  • IPCA-15 abaixo do esperado: A inflação, medida pelo IPCA-15, surpreendeu positivamente, com um efeito positivo sobre o mercado.
  • Dados de emprego dos EUA: Foram divulgados números robustos do mercado de trabalho, estimulando o apetite por risco.
  • Quase todos os ativos em alta: A grande maioria dos ativos do índice estava operando no campo positivo na manhã de quarta-feira.
  • Oportunidades de investimento: Momento favorável para traders que buscam aproveitar o movimento de alta nos mercados acionários.

  • Taxação de Criptoativos: O governo considera tributar criptoativos, definindo suas movimentações como operações cambiais, conforme anúncio do Ministério da Fazenda.
  • Regulação Atualizada: Banco Central recentemente revisou a parte regulatória para criptoativos, preparando o terreno para possíveis novas tributações.
  • Fechar Brechas Tributárias: Objetivo é fechar brechas no uso de criptoativos para contornar transações tradicionais sujeitas ao IOF.
  • Imposto de Renda: Atualmente, existe incidência de Imposto de Renda sobre ganhos de capital acima de R$35 mil mensais em operações com criptoativos.
  • Potencial de Receita: A nova medida pode aumentar receitas públicas devido ao crescimento do uso de criptoativos e stablecoins no Brasil.

  • Selic alta: O Itaú prevê uma redução moderada da Selic, com taxa de 12,75% em 2026, devido à política fiscal e influências externas, contrariando expectativas mais otimistas do mercado.
  • Inflação estável: A projeção é de inflação pouco reduzida em 2026, com o IPCA esperado em 4,2%, influenciado por estímulos fiscais e preços dos combustíveis.
  • Dólar de lado: O banco não espera significativa desvalorização ou valorização do dólar em 2026, com a moeda permanecendo estagnada, prevista à R$ 5,50.
  • Impacto eleitoral: A atividade econômica será fortemente influenciada por estímulos eleitoreiros, contribuindo com 0,8 ponto percentual ao PIB de 1,7% projetado para 2026.
  • Perspectiva de crescimento: O crescimento do PIB em 2026 é estimado em 1,7%, majoritariamente sustentado por injeções fiscais, com setores produtivos enfrentando limitações devido à alta Selic.

  • Investigação de Conexões Empresariais: Documentos revelam laços suspeitos entre o pai de Fátima Bosch (vencedora do Miss Universo) e executivos da Pemex, potencialmente beneficiando Raúl Rocha Cantú, presidente da franquia.
  • Estrutura de Receita do Miss Universo: O concurso opera globalmente como uma franquia, gerando renda significativa através de taxas de licenciamento, direitos de transmissão, patrocínios e merchandising.
  • Influência de Donald Trump: Durante quase duas décadas, Trump utilizou o Miss Universo para expandir seus negócios, potencialmente influenciando a seleção de finalistas para favorecer seus interesses comerciais.
  • Atual Aquisição e Gestão: Em 2022, o JKN Group, sob liderança de Anne Jakrajutatip, adquiriu o Miss Universo por US$ 20 milhões, marcando uma nova fase no controle do evento por uma mulher tailandesa trans.
  • Relevância Contínua e Oportunidades: Apesar de controvérsias, o evento se mantém influente, garantindo visibilidade significativa e vantagens financeiras para as participantes, como o alto valor da coroa e prêmios em dinheiro.

  • Ibovespa renova máxima histórica: O índice brasileiro subiu mais de 1%.
  • Impacto do IPCA-15: Dados de inflação prévia animaram o mercado.
  • EUA divulgam dados positivos de emprego: Contribuiu para o movimento de alta.
  • Grande parte dos ativos em alta: Quase todos os componentes do índice operaram no positivo.
  • Sentimento otimista no mercado: Influenciado pelas notícias econômicas recentes.

  • Ibovespa atinge máxima histórica: Superou os 158 mil pontos pela primeira vez, impulsionado pela expectativa de queda na Selic.
  • Corte na Selic como catalisador: Analistas prevêem revalorização de ações antes do ciclo de cortes na taxa, com previsão de redução de 3% até 2026.
  • Investidor estrangeiro em destaque: Representam 50% das negociações, com cerca de R$ 30 bilhões investidos no Brasil em 2025.
  • Retorno dos investidores locais: A queda da Selic deve aumentar aportes em renda variável e melhorar fluxos locais no futuro.
  • Espaço para crescimento do fluxo: Bruno Henriques comenta potencial para aumento de investimentos estrangeiros, com corte de juros como chave.

  • Superávit de Outubro: O governo central registrou um superávit de R$ 36,527 bilhões em outubro, abaixo dos R$ 41,046 bilhões do ano anterior.
  • Crescimento de Receitas e Despesas: As receitas líquidas subiram 4,5% e as despesas totais aumentaram 9,2%, ambos já ajustados pela inflação.
  • Déficit Anual Acumulado: Em 12 meses, o governo central acumula um déficit de R$ 41,9 bilhões, equivalente a 0,35% do PIB.
  • Meta Fiscal de 2023: O governo visa um déficit zero, com tolerância de até 0,25% do PIB, em torno de R$ 31 bilhões.
  • Destaques de Receita e Despesa: Arrecadação com IOF cresceu 39% e para a Previdência Social subiu 6,6%; despesas previdenciárias aumentaram 3,1%, e gastos com sentenças judiciais subiram 442%.

  • Gafisa emite debêntures: Parte de programa de reestruturação que visa agregar valor aos acionistas.
  • Venda de participação: Gafisa (GFSA3) vende participação na SPE Presidente Backer para a Soter.
  • Assunção de passivos: Soter assume passivos de R$ 15,5 milhões e obrigações do projeto Sense Icaraí.
  • Estratégia de reestruturação: A venda é parte de um movimento estratégico para otimizar o portfólio e reduzir exposição a passivos.
  • Foco em eficiência: Gafisa continua ajustando suas participações para gerar valor aos acionistas.

  • Dólar recua hoje em resposta ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), que apresentou alta de 0,20% em novembro.
  • Dados de emprego nos EUA também influenciaram a leve queda do dólar, trazendo volatilidade ao mercado de câmbio.
  • Monitorar indicadores econômicos nos próximos dias, como dados inflacionários e anúncios do Banco Central, para prever novas movimentações cambiais.
  • Investidores atentos às políticas monetárias dos EUA, que podem influenciar o comportamento do dólar frente às expectativas do mercado.
  • Oportunidades de trading podem surgir com a volatilidade atual, exigindo atenção a eventos macroeconômicos para maximizar ganhos.

  • IPCA-15 de novembro: Recuou para 4,50% em 12 meses, mas sem alterar a percepção de desinflação segundo a XP Investimentos.
  • Impacto de setores: Serviços como passagens aéreas (+11,8%) impulsionaram o índice, enquanto alimentos e bens industriais ajudaram na desaceleração.
  • Tendência de núcleos: Núcleos de inflação mostraram leve melhora, com média subindo 0,27%, porém serviços ainda em nível desconfortável.
  • Previsões para IPCA: XP e C6 Bank mantêm expectativas de que IPCA fechará 2025 em 4,50%.
  • Política monetária: Espera-se que o Banco Central mantenha a taxa Selic em 15%, com cortes previstos apenas em 2026.

  • Ibovespa avança: O índice subiu 1,56% aos 158.335,50 pontos, impulsionado por expectativas de corte de juros nos EUA e declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre o cenário fiscal.
  • Declarações Econômicas: O ministro Haddad destacou necessidade de plano de reestruturação para resolver o rombo dos Correios, enquanto o presidente Lula sancionou a ampliação da faixa de isenção do IR.
  • Movimento do Dólar: O dólar operou em leve queda, cotado a R$ 5,3391 (-0,70%), com apostas de corte de juros pelo Fed sustentando o apetite ao risco.
  • Wall Street e Mercados Globais: Índices em alta, com S&P 500 (+0,75%), Dow Jones (+0,76%), e Nasdaq (+0,81%), com feriados nos EUA impactando operações na véspera.
  • Ásia e Europa positivas: Índices asiáticos sobem, com o Nikkei em recorde (+1,85%). Stoxx 600 na Europa fechou em alta de 1,09%, com foco no Orçamento de Outono do Reino Unido.

  • Assembleia Extraordinária: Oncoclínicas terá uma AGE convocada por acionistas para reorganizar o conselho de administração.
  • Representatividade dos Fundos: Proposta é liderada por três fundos da Latache, que possuem cerca de 14,6% do capital social da empresa.
  • Novo Conselho: Proposta inclui destituição total do atual conselho e eleição de novo colegiado com mandato de dois anos.
  • Processo de Escolha: A AGE definirá número de conselheiros, independência dos candidatos e escolhidos para presidente e vice-presidente.
  • Aumento de Capital: Oncoclínicas aumentou capital em R$ 1,415 bilhão com emissão de 471 milhões de ações a R$ 3,00 cada, totalizando capital social de R$ 4,562 bilhões.

  • BTG Pactual (BPAC11) nega negociações para entrar no capital da Raízen (RAIZ4).
  • A CVM questionou o BTG após notícia sobre suposta transação de até R$ 10 bilhões.
  • O BTG esclareceu que não está envolvido em qualquer transação com a Raízen.
  • Em setembro, BTG atuou como investidor-âncora para a Cosan, sócia da Raízen.
  • A declaração reforça o posicionamento estratégico atual do banco, sem novas movimentações.

  • JBS Viva será líder global com 31 fábricas em diferentes países, incluindo Brasil e Itália, processando mais de 20 milhões de couros por ano.
  • Governança compartilhada: JBS nomeia presidente e CFO, enquanto Grupo Viva escolhe CEO e COO, com divisão acionária igualitária.
  • Consolidação do setor: A nova empresa fortalece sua posição no mercado global de couros, ampliando oportunidades de colaboração internacional.
  • Processo de conclusão: Transação depende de negociação de documentos finais e outras condições habituais do mercado.
  • Estratégia de produto: Foco em couro bovino para calçados, bolsas, revestimentos automotivos e mobiliário, mantendo a linha estratégica da JBS.

  • IPCA-15 acima do esperado: O IPCA-15 de novembro subiu 0,20%, acima da expectativa de 0,18%, mas influenciado por fatores voláteis como a COP30 em Belém.
  • Tendência de queda na inflação subjacente: Apesar do aumento, houve desaceleração pela terceira vez na inflação subjacente de serviços, apontando para um qualitivo benigno.
  • Postura do Banco Central: O BC continua com um discurso rígido, mesmo com melhoras nos núcleos, indicando que cortes de juros podem ser considerados somente a partir de 2026.
  • Expectativas para o Federal Reserve: O Fed deve cortar juros ainda este ano, já precificado, sem impactos significativos na atual política do BC brasileiro.
  • Visão otimista para o mercado de capitais: A perspectiva é positiva para o fim do ano, impulsionada pelo consumo e desonerações fiscais planejadas.

  • Sanepar (SAPR11) aprovou plano de equacionamento do déficit do FusanPrev, com data-base em 31 de dezembro de 2024.
  • Déficit total de R$ 83,7 milhões, com R$ 41,2 milhões a cargo da Sanepar, a serem pagos até fevereiro de 2038.
  • Parcela mensal de aproximadamente R$ 288 mil para Sanepar, com juros atuariais e atualização pelo INPC/IBGE.
  • Pagamentos iniciarão em abril de 2026 e seguirão até 2038.
  • Base legal do equacionamento: Segue a Lei Complementar Nº 109/2001, com contribuições proporcionais das partes.

  • Recomendação Alterada: O BB-BI elevou a recomendação das ações da Hypera (HYPE3) de Neutra para Compra.
  • Preço-Alvo Revisado: Novo preço-alvo para final de 2026 é de R$ 31, um potencial de alta de 22,04% sobre o fechamento anterior.
  • Resultados Financeiros: A empresa divulgou seu maior fluxo de caixa operacional no 3° trimestre de 2025 e aumento nas receitas e margens.
  • Performance do Ano: As ações subiram mais de 45% no ano, superando o Ibovespa, beneficiadas pelo fechamento da curva de juros.
  • Novas Oportunidades: Entrada planejada no mercado de semaglutida, sujeito à autorização Anvisa, pode impactar números ao final de 2026.

  • Rebaixamento de ratings: A Fitch Ratings reduziu os ratings de inadimplência de longo prazo do Banco de Brasília (BRB) para 'CCC', refletindo riscos financeiros aumentados.
  • Observação Negativa: Todos os ratings do BRB estão em Observação Negativa, evidenciando incertezas financeiras significativas e potenciais riscos futuros.
  • Enfraquecimento da governança: A Fitch destaca falhas de governança e controles internos devido a aquisições questionáveis do Banco Master, elevando o risco de falha.
  • Retirada de suporte: O Rating de Suporte do Controlador foi removido e o Rating de Suporte do Governo está "Sem Suporte", aumentando incertezas sobre intervenção governamental.
  • Impactos potenciais: Investigações podem afetar negativamente o balanço, capitalização e operação do BRB, exigindo cautela dos investidores.

  • Fernando Haddad, Ministro da Fazenda do Brasil, revelou que Marcos Pinto sinalizou sua intenção de deixar o Ministério.
  • Marcos Pinto é conhecido por implementar medidas como o Desenrola e o Pé de Meia, importantes para políticas econômicas atuais.
  • A saída de Pinto pode impactar a continuidade destas políticas, gerando incertezas no mercado.
  • Pinto planeja retornar ao setor privado, o que pode influenciar conexões entre política econômica e mercado privado.
  • Traders devem ficar atentos a possíveis mudanças nas diretrizes econômicas do governo que podem afetar o mercado financeiro brasileiro.

  • XP lança nova linha de crédito pessoal: Destinada a investidores, sem necessidade de desmontar carteiras.
  • Opções diversas de crédito: Inclui crédito sem garantia, consignado privado, imobiliário e com garantia de investimentos.
  • Foco em relacionamento: Objetivo de fortalecer laços com clientes, não apenas captar novos.
  • Processo 100% digital: Simulações, consultas e contratações realizadas diretamente pelo aplicativo da XP.
  • Taxas competitivas e análise personalizada: Considera o relacionamento com o cliente para oferecer condições vantajosas.

  • Privatização dos Correios: Não há discussão sobre privatizar os Correios no governo Lula, segundo o ministro Fernando Haddad.
  • Plano de Reestruturação: O Tesouro Nacional condiciona resgate dos Correios a um plano de reestruturação consistente.
  • Rombo Bilionário: Correios enfrenta um déficit significativo; um plano será necessário para viabilizar financeiramente a estatal.
  • Operação de Crédito: Correios buscará concluir até novembro uma operação de crédito de até R$ 20 bilhões para garantir liquidez imediata.
  • Fases de Reestruturação: Incluem recuperação financeira, consolidação e crescimento, com ações como Programa de Demissão Voluntária e modernização operacional.

  • Isenção do IR Sancionada: A nova isenção do Imposto de Renda sobre dividendos foi aprovada e está em vigor.
  • Impacto em Empresas: A mudança pode levar a um aumento no endividamento das empresas, pois a tributação sobre juros pode ser inferior aos dividendos.
  • Oportunidade para Traders: Analistas sugerem monitorar empresas que poderão se beneficiar ao optar por financiar-se via dívida.
  • Setores Impactados: Empresas de setores com maior distribuição de dividendos podem ser mais afetadas pela nova regra.
  • Estratégia de Investimento: Traders devem revisar portfólios considerando essa nova tributação para otimizar retornos.

  • Recomendação Mantida: O Itaú BBA mantém a recomendação "outperform" para JBS (JBSS32), com aumento do preço-alvo das ações para US$ 20 até o final de 2026.
  • Listagem nos EUA: Principal catalisador esperado é a listagem da JBS em índices americanos em meados de 2026, potencialmente reduzindo seu desconto frente a pares globais.
  • Margem Ebitda: Espera-se expansão de 40 pontos-base na margem Ebitda em 2026, impulsionada por fatores como a oferta restrita de gado nos EUA e o fechamento de planta da Tyson.
  • Projeções de Ebitda: Espera-se Ebitda de R$ 31,3 bilhões em 2026 e R$ 33,3 bilhões em 2027 no segmento de aves, com fortes rendimentos projetados para acionistas.
  • Múltiplo EV/Ebitda: JBS negocia a 6,1x EV/Ebitda 2026, com potencial de alta se múltiplo convergir para cerca de 5,0x, destacando necessidade de monitorar evolução do ciclo do frango.

  • Ações BHIA3 caem 15%: As ações da Casas Bahia (BHIA3) recuaram mais de 15% após assembleias serem convocadas para discutir aumento de capital e reperfilamento de dívidas.
  • Possibilidade de diluição: Investidores preocupados com conversão de debêntures em ações, o que pode resultar em diluição significativa para os acionistas.
  • Assembleias agendadas: Debenturistas se reunirão em 17 de dezembro para discutir papéis da 10ª emissão; AGE também decidirá sobre aumento de capital de até R$ 13,25 bilhões.
  • Dívida de R$ 3 bilhões: A dívida, parte dos esforços para melhorar o balanço após prejuízo no 3T25, está sendo renegociada como parte das medidas financeiras.
  • Histórico recente: Mapa Capital se tornou maior acionista em agosto após conversão de R$ 1,4 bilhão em debêntures; Ações recuavam 12,07% após ganhos recentes.

  • Eliminação de diferença de tratamento: Alteração aprovada elimina distinções entre mutuários quanto ao teto de R$ 2,25 milhões na data do contrato.
  • Uniformização dos financiamentos: Ajuste permitirá que todos, a partir de 12 de junho de 2021, se qualifiquem para utilizar o FGTS no limite atual.
  • Possível impacto judicial evitado: Mudança previne ações judiciais por diferenciação no tratamento de contratos antigos e novos.
  • Benefícios do novo ajuste: Clientes poderão utilizar o FGTS para amortização em contratos habitacionais assinados após a alteração.
  • Alvo de financiadores e Banco Central: Reclamações encaminhadas levaram à revisão da norma para garantir elegibilidade ampla.

  • Imposto sobre Dividendos: Retenção de 10% na fonte para dividendos superiores a R$ 50 mil/mês a partir de 2026. Impacto significativo para sócios que optam por receber dividendos em vez de salários.
  • Isenção do IR: Isenção do Imposto de Renda ampliada para rendimentos de até R$ 5.000 mensais, com uma faixa de redução gradual até R$ 7.350. Benefício imediato para cerca de 16 milhões de contribuintes.
  • IRPFM para Alta Renda: Introdução do IRPFM, com alíquotas de 0% a 10% para rendimentos acima de R$ 600 mil anuais. Impacta indivíduos com altos salários, considerando fontes isentas.
  • Data de Vigência: Reformas entram em vigor em 1º de janeiro de 2026, impactando declaração de 2027 (ano-base 2026). Lembrar calendário e ajustar estratégias conforme necessário.
  • Objetivo da Reforma: Evitar degraus tributários e garantir desconto proporcional à proximidade do teto de isenção, mantendo medidas que impactam diretamente estratégias fiscais de indivíduos de alta renda.

  • Ibovespa opera em alta de mais de 1%: Otimismo dos investidores após a divulgação do IPCA-15 e dados de emprego nos EUA.
  • IPCA-15: Índice de Preços ao Consumidor Amplo – 15 veio em linha com as expectativas, reforçando cenário positivo.
  • Dados de emprego dos EUA: Indicadores de emprego melhores do que o esperado impulsionaram o mercado.
  • Maioria dos ativos em campo positivo: Quase todos os ativos do índice estão apresentando valorização nesta manhã.
  • Impacto para traders: Analisar oportunidades em setores que mais reagiram aos dados econômicos divulgados.

  • Distribuição de Dividendos: Empresas da B3 desembolsaram R$ 71,5 bilhões em dividendos e JCP no 3º trimestre de 2025, aumento de 27,3% versus trimestre anterior. Excluindo Petrobras, o montante foi de R$ 60,5 bilhões, alta de 29,8%.
  • Petrobras e Setores Campeões: Petrobras respondeu por 30% do total pago desde 2023. Setores de petróleo e finanças (bancos e seguradoras) somam 52,2% dos pagamentos, evidenciando concentração setorial.
  • Ciclo de Pagamentos: Picos de pagamentos notados no 1º e 3º trimestres de 2025. A estabilidade é mais evidente entre empresas excluindo Petrobras, apontando melhor previsibilidade para investidores focados em renda.
  • Análise de Dividendos Pagos: Importância de analisar dividendos efetivamente desembolsados, não apenas anunciados, para entender a real capacidade de geração de caixa das empresas.
  • Impacto da Tributação: Nova taxação de dividendos irá afetar payouts e estratégias tanto para empresas quanto para acionistas. Ajustes são esperados no mix de dividendos e JCP e na análise de investimentos baseada no fluxo de caixa.
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