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Cansado de ficar visitando múltiplos sites e lendo notícias intermináveis? Aqui você acompanha as notícias mais relevantes do mercado financeiro, com resumos focados nos traders que querem se manter atualizados de forma rápida e eficiente.

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  • Índices futuros dos EUA registram queda: O mercado está respondendo a expectativas de crescimento econômico mais lento.
  • Impacto de feriado nos EUA: Os volumes de negociação podem ser mais baixos, o que pode afetar a volatilidade e a liquidez.
  • Resiliência nos lucros das empresas: Apesar da desaceleração, as empresas demonstram estabilidade nos resultados financeiros.
  • Sentimento do investidor: Investidores permanecem otimistas, porém aguardam novos catalisadores para sustentar o crescimento do mercado.
  • Potencial para pausa no rali: Traders devem estar atentos a sinais de pausa no movimento recente de alta das Bolsas.

  • Compra Massiva de Bitcoin: A Strategy, anteriormente MicroStrategy, adquiriu US$ 1,1 bilhão em Bitcoin.
  • Queda nas Ações: Após o anúncio da compra, as ações da empresa caíram 4% na bolsa de Nova York.
  • Decisão da MSCI: A empresa pode ser retirada do índice MSCI, o que pode impactar sua estratégia de negócios centrada em criptomoedas.
  • Modelo de Negócio em Risco: A crise pode ameaçar o modelo de negócio que transforma empresas em cofres de criptomoeda, gerando incertezas.
  • Impacto no Mercado de Cripto: Esta situação pode contribuir para a atual queda do Bitcoin, influenciando outros preços de criptomoedas.

  • Decreto de liquidação: Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em 18 de novembro de 2025, ativando o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para mais de um milhão e meio de investidores.
  • Cobertura do FGC: FGC limita-se a R$ 250 mil por CPF/CNPJ, cobrindo produtos como CDB, poupança, LCI/LCA, e outros emitidos pelo próprio Banco Master, excluindo fundos e ações.
  • Procedimento de solicitação: Pagamentos devem ser solicitados via aplicativo "FGC – Garantia de Créditos" após FGC processar base de credores; necessário cadastro e conta de mesma titularidade.
  • Prazo de pagamento: Estima-se cerca de 30 dias para FGC validar a lista de credores; após solicitação, pagamentos costumam ser feitos em poucos dias úteis.
  • Valores acima do limite: Montantes superiores a R$ 250 mil entram na massa falida do banco, sujeitando credores à recuperação lenta e incerta de ativos.

  • Imposto sobre Dividendos: Projeto de Lei propõe taxação de 10% sobre dividendos superiores a R$ 50 mil/mês a partir de 2026, aguardando sanção presidencial.
  • Antecipação de Pagamentos: Empresas podem antecipar dividendos para evitar a nova tributação, impulsionando preços das ações.
  • Axia Energia e Itaú: Analista menciona Axia Energia e Itaú como potenciais antecipadoras devido a grandes reservas de lucro.
  • Oportunidade de Valorização: Anúncios antecipados podem resultar em pagamentos superiores a 10% do valor de mercado atual das companhias.
  • Portfólio Empiricus: Séries de dividendos da Empiricus, com acesso gratuito por 3 meses, se destacam com alta valorização recente: 38% em 2025.

  • John Williams defendeu um corte de juros pelo Fed em dezembro, aumentando a probabilidade de flexibilização monetária.
  • Lorie Logan e Susan Collins permaneceram com uma posição mais cautelosa, indicando incertezas sobre mudanças na política monetária.
  • A divergência entre dirigentes do Fed pode gerar volatilidade no mercado, afetando as expectativas dos traders sobre futuras decisões de juros.
  • A possibilidade de corte de juros é um fator a ser observado por traders que buscam ajustar suas estratégias de investimento baseadas em políticas monetárias.
  • Traders devem acompanhar os próximos discursos e comunicados do Fed para obter mais clareza sobre a direção da política monetária.

  • Prisão domiciliar solicitada para Bolsonaro: A defesa de Jair Bolsonaro pediu que ele cumpra prisão domiciliar em vez de regime fechado.
  • Risco à saúde: Argumentam que suas múltiplas comorbidades representam um "risco concreto" caso seja transferido para o sistema prisional.
  • Recursos em andamento: Advogados planejam entrar com embargos infringentes e outros recursos cabíveis.
  • Impacto político relevante: Decisões judiciais envolvendo figuras políticas importantes podem influenciar o mercado.
  • Monitorar desenvolvimentos no caso: Traders devem acompanhar a evolução do caso, que pode impactar ações relacionadas ao cenário político.

  • S&P Merval cai 3,6% após suspensão do plano de ajuda dos EUA de US$ 20 bilhões para a Argentina.
  • Suspensão do plano liderado por instituições como JP Morgan, Bank of America e Citigroup.
  • Acordo inicialmente foi de US$ 20 bilhões, mas WSJ reportou redução potencial para US$ 5 bilhões.
  • Investidores demonstram aversão ao risco com negociações pausadas e liquidação adiada para terça (25).
  • Impactos das medidas financeiras precisam ser monitorados em função da incerteza política na Argentina.

  • Eli Lilly atinge valor de mercado de US$ 1 trilhão, tornando-se a primeira farmacêutica a entrar no clube dos trilhões, impulsionada principalmente pelo mercado de medicamentos para perda de peso.
  • Medicamento Mounjaro/Zepbound supera Keytruda em vendas, fortalecendo a posição da empresa no setor de produtos para obesidade e diabetes.
  • Ações da Lilly alcançam máxima histórica de US$ 1.064,65, refletindo a confiança dos investidores na continuidade da demanda por medicamentos para perda de peso.
  • Lilly eleva previsão de receita anual em mais de US$2 bilhões, em resposta à crescente demanda global por seus tratamentos para obesidade e diabetes.
  • Expectativa sobre o orforglipron, medicamento oral para obesidade da Lilly, cuja aprovação é especulada para início do próximo ano.

  • IBOVESPA em queda: A bolsa brasileira recua, refletindo a volatilidade dos mercados internacionais após o feriado.
  • Juros nos EUA: John Williams, do Fed, sinaliza possível corte de juros, aumentando a expectativa de redução em dezembro de 50% para 70%.
  • Nvidia: Resultados acima das expectativas, mas movimento de alta se reverteu devido a preocupações com os juros.
  • Trump suspende tarifas: Decisão dos EUA de remover tarifas sobre produtos brasileiros favorece frigoríficos e agronegócio, mas ações como MBRF3 e BEEF3 perderam força.
  • Petróleo em baixa: Negociações EUA, Ucrânia e Rússia derrubam o preço do Brent e pressionam ações de petroleiras como PETR4, PRIO3 e BRAV3.

  • Ações de tecnologia europeias caíram 2,3%, atingindo o nível mais baixo desde setembro, sinalizando alerta para traders que monitoram este setor.
  • Queda semanal das bolsas europeias foi registrada, impulsionada pela baixa no setor de defesa, adicionando pressão negativa sobre os índices.
  • Setor de defesa em baixa contribuiu para o recuo dos índices, apontando para uma possível correção ou reavaliação de ativos nesta área.
  • Análise do mercado europeu sugere volatilidade e incertezas, com traders precisando ficar atentos a sinais de reversão.
  • Trader deve monitorar eventos macroeconômicos que podem influenciar o desempenho dos setores de tecnologia e defesa a curto prazo.

  • Nvidia lidera perdas: A empresa perdeu nominalmente US$ 641 bilhões, uma redução de 74% do valor de mercado comparado à B3.
  • Sete Magníficas em declínio: Conjunto de sete grandes empresas, incluindo Nvidia, acumulou perdas de US$ 1,75 trilhões em três semanas.
  • Impacto econômico significativo: As perdas são equivalentes a cerca de duas vezes o valor de mercado da B3.
  • Foco em fatores externos: A incerteza sobre a China é um dos motivos apontados para as quedas.
  • Oportunidades de volatilidade: Traders devem monitorar para potenciais oportunidades de compra ou estratégias de hedge.

  • Erro contábil de R$ 1,1 bilhão: Grupo Mateus enfrenta turbulência após anunciar erro nos cálculos de estoques e custos, impactando os números de 2024 e 2023.
  • Redução no valor de estoques: Ajustes contábeis reduziram o saldo de estoques de R$ 6,047 bilhões para R$ 4,939 bilhões, afetando o valor de mercado.
  • Impacto no valor de mercado: A queda das ações na B3 resultou em uma perda de cerca de R$ 2,5 bilhões no valor de mercado da empresa.
  • Sem impacto no caixa: Apesar do ajuste significativo, não houve efeito no caixa ou problemas com dívidas, de acordo com a empresa.
  • Pontos de atenção pré-IPO: Consultorias alertaram sobre problemas no monitoramento de estoques antes do IPO, destacando a necessidade de sistemas adequados.

  • Bolsas dos EUA em alta: Aceleração após comentários de dirigentes do FED sobre possíveis cortes de juros.
  • Ibovespa na contramão: Bolsa brasileira recua apesar do cenário positivo no exterior.
  • Atenção para PETR4: Ativo registra queda relevante, impactando no índice geral da B3.
  • Foco em política monetária: Traders devem monitorar próximos movimentos do FED para antecipar tendências de mercado.
  • Risco de volatilidade: Divergência entre mercados internacionais e nacional pode aumentar a volatilidade no curto prazo.

  • Mercados Americanos em Alta: Dow Jones lidera ganhos, com S&P 500 e Nasdaq em recuperação, impulsionados por queda nos rendimentos dos Treasuries e declarações dovish do Federal Reserve.
  • Expectativa de Corte de Juros: Fala dos dirigentes do Federal Reserve fortalece expectativa de corte de juros em dezembro, mas ambiente segue volátil.
  • Ibovespa e Dólar no Brasil: Ibovespa cai 0,47%, aos 154.655 pontos, enquanto o dólar sobe 1,59%, cotado a R$ 5,42, seguindo o movimento global.
  • Ações de Frigoríficos em Destaque: Frigoríficos como Minerva (BEEF3) e Marfrig (MRFG3) apresentam altas com ampliação de isenção tarifária dos EUA.
  • Commodities e Risco Global: Petrobras (PETR3; PETR4) recua com queda do petróleo; BTG Pactual (BPAC11) lidera quedas nos bancos devido ao clima de aversão ao risco.

  • Competição de Trading de Criptomoedas: Organizada pela Synthetix, quase 90% dos participantes terminaram no negativo devido à queda do Bitcoin.
  • Desempenho do Bitcoin: Desde 20 de outubro, o preço do Bitcoin caiu mais de 24%, com o valor atual em US$ 83.642, o menor desde abril.
  • Resultados da Competição: Apenas 11 dos 98 traders ativos saíram no positivo, com o vencedor Gmoney registrando US$ 1,117 milhão de lucro.
  • Impacto Econômico Global: Incertezas sobre o shutdown nos EUA e divisão no Fed aumentam pressão sobre o Bitcoin e ativos de risco.
  • Expectativas de Juros nos EUA: A probabilidade de redução das taxas de juros caiu para 43%, afetando o mercado de criptomoedas.

  • Queda do Bitcoin: O Bitcoin caiu 12% na última semana, impactando negativamente empresas relacionadas.
  • Ações em declínio: Méliuz (CASH3) e OranjeBTC (OBTC3) caíram 3,91% e 1,29%, respectivamente.
  • Incerteza nos EUA: Mercado pressionado pela provável não redução dos juros nos EUA em dezembro.
  • Liquidação no mercado de cripto: Mais de US$ 2 bilhões em contratos futuros foram liquidados.
  • Atenção para traders: Acompanhe movimentos no mercado cripto, especialmente empresas com Bitcoin em suas reservas.

  • JPMorgan se reuniu com executivos da B3: A reunião destacou discussões sobre a situação atual e perspectivas futuras.
  • Riscos menores identificados: As avaliações indicaram uma redução nos riscos associados à B3, um ponto positivo para investidores.
  • Oportunidades de crescimento: Foram identificadas novas áreas de crescimento potencial que podem impactar positivamente as operações da bolsa.
  • Análise positiva pelo JPMorgan: A visão geral do banco sobre a B3 mantém-se favorável após a reunião.
  • Ações da B3 podem se beneficiar: Com a redução de riscos e novas oportunidades, as ações da B3 podem ver um impulso nas negociações.

  • Aprovada Bonificação de 1 Para 10: Energisa (ENGI11) aprova bonificação de 1 para 10, aumentando número de ações em circulação e melhorando liquidez.
  • Data de Negociação Ex-Bonificação: Ações e Units passam a ser negociadas ex-bonificação a partir de 28 de novembro, ajustando automaticamente os preços.
  • Direito à Bonificação: Apenas acionistas posicionados até 27 de novembro terão direito às novas ações, que serão creditadas em 2 de dezembro.
  • Aumento no Capital Social: Operação adicionará 228,9 milhões de novas ações ao capital social, fortalecendo a estrutura contábil da empresa.
  • Impacto na Liquidez e Acessibilidade: Bonificação aumenta a liquidez de ENGI11 e ajusta preço das ações, melhorando a atratividade dos papéis e a percepção de governança.

  • Queda das ações: Ações do Grupo Mateus (GMAT3) caíram mais de 16% em cinco dias devido a um erro contábil de R$ 1,1 bilhão.
  • Ajuste contábil: O valor dos estoques foi reajustado para R$ 4,939 bilhões, impactando o balanço de 2023 e 2024.
  • Impacto no mercado: A companhia perdeu aproximadamente R$ 2,5 bilhões em valor de mercado após a correção das demonstrações financeiras.
  • Aspectos operacionais: Revisão foi apenas contábil, sem impacto no caixa ou nos contratos de dívida da empresa.
  • Histórico de problemas: Consultorias já haviam identificado questões no monitoramento de estoque antes do IPO, destacando a necessidade de sistemas de acompanhamento adequado.

  • Distribuição de JCP de R$ 850 milhões: Vibra (VBBR3) distribui R$ 850 milhões em juros sobre capital próprio (JCP), equivalente a R$ 0,76354353559 por ação, reforçando ganhos imediatos para acionistas.
  • Bonificação de R$ 800 milhões: Aumento no capital social por meio de R$ 800 milhões em bonificação de ações, sem diluição dos acionistas.
  • Pacote total de R$ 1,65 bilhão: Estratégia focada em retorno ao acionista e fortalecimento da estrutura patrimonial, ampliando confiança no mercado.
  • Modelo fiscalmente eficiente: JCP adotado pela receita fiscalmente eficiente para otimização tributária e preservação de caixa, relevante para previsões futuras.
  • Expectativa de movimentação futura: Calendário de pagamentos deve impactar pregões futuros, sinalizando continuidade de disciplina financeira e governança robusta.

  • Suspensão de tarifas: Os EUA retiraram tarifas adicionais sobre mais de 200 produtos brasileiros, como carne bovina, café e frutas, impactando cerca de 10% das exportações do Brasil.
  • Impacto no mercado de carne: A decisão pode dar fôlego aos preços da carne bovina, com expectativa de estabilidade nos preços até o fim do ano, influenciada pela queda da arroba.
  • Reembolso retroativo: Produtos incluídos na lista de isenção tarifária terão direito a reembolso para importações feitas desde 13 de novembro.
  • Restrições no impacto da inflação: Apesar das isenções, a previsão de impacto sobre a inflação oficial (IPCA) é limitada, com projeções da Warren permanecendo em 4,3% para 2025.
  • Continuação do conflito tarifário: Mesmo com a retirada de algumas tarifas, mais de 60% das exportações brasileiras ainda enfrentam tarifas de 50%, segundo ASA Investimentos.

  • Dólar em alta: Após o feriado no Brasil, o dólar à vista sobe 1,58%, operando a R$ 5,4228, influenciado por dados de emprego dos EUA.
  • Dados econômicos dos EUA: PayRoll mostrou criação de 119 mil vagas em setembro, acima das expectativas, com taxa de desemprego subindo para 4,4%.
  • Divisão no Fed: Dirigentes do Federal Reserve com opiniões divergentes sobre novos cortes de juros, impactando expectativas de traders.
  • Mudanças nas tarifas dos EUA: Suspensão de tarifas sobre produtos agrícolas brasileiros gera impacto limitado no câmbio.
  • Queda em commodities: Enfraquecimento do minério de ferro e do petróleo contribui para a desvalorização do real frente ao dólar.

  • Banco Master em Liquidação: O Banco Master entrou em liquidação extrajudicial, afetando investidores em CDB e outros instrumentos financeiros.
  • Garantias do FGC: O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) cobrirá CDBs até R$ 250 mil por CPF/CNPJ; investimentos em Letras Financeiras não têm essa garantia.
  • Impacto em Empresas: Oncoclínicas (ONCO3) e EMAE relataram perdas significativas devido às aplicações em CDBs do Banco Master.
  • Reação dos Investidores: Cerca de 1,6 milhão de investidores pessoas físicas e 18 fundos de pensão públicos devem registrar perdas, dependendo do ressarcimento do FGC.
  • FII e Aluguel de Imóveis: Fundo imobiliário BGR B32 pode enfrentar impactos devido à locação de espaços para o Banco Master em liquidação.

  • Ações da Méliuz (CASH3) caem mais de 4% devido à queda no valor do Bitcoin.
  • A empresa havia aprovado no início do ano uma nova estratégia de tesouraria focada em criptoativos.
  • Correlação com o Bitcoin afeta diretamente o desempenho das ações da companhia.
  • Traders devem monitorar a volatilidade do Bitcoin, que pode impactar negócios futuros de Méliuz.
  • Informação importante para day traders: permanecer atento às notícias do mercado de criptoativos pode ser crucial para decisões rápidas.

  • Segurança nos Treasuries: Investidores aportaram US$ 8,8 bilhões em Treasuries, buscando proteção devido a tensões internas e decisões da Casa Branca.
  • Entrada recorde em Techs: O setor de tecnologia, apesar da volatilidade, deve alcançar uma entrada recorde de US$ 75 bilhões até 2025, impulsionado por IA e cloud.
  • Correção no índice de tecnologia: Apesar da queda recente de 2% no índice, houve uma captação de US$ 4,4 bilhões, indicando forte interesse institucional em techs.
  • Criptomoedas em baixa: Fundos de criptomoedas registraram saídas de US$ 2,2 bilhões, refletindo aversão ao risco e liquidações no mercado futuro.
  • Movimento estratégico de investidores: Gestores estão alternando entre Treasuries e tecnologia, buscando um equilíbrio entre segurança e setores de crescimento.

  • Decisão dos EUA melhora competitividade: O fim da tarifa de 40% sobre produtos agrícolas brasileiros melhora spreads e competitividade para BEEF3, MBRF3 e JBSS32.
  • Minerva como maior beneficiada: BEEF3 destaca-se com 21% de sua exposição no 3T25 ligada aos EUA, aproveitando a oferta restrita de gado americano.
  • Reabertura beneficia JBS e MBRF: Retomada de embarques com isenção de impostos em janeiro favorece competitividade das empresas brasileiras.
  • Café e Camil (CAML3) impulsionados: A normalização do comércio melhora a rentabilidade da Camil devido à redução do desconto do café brasileiro.
  • B3 reage a um ambiente mais previsível: A remoção de incertezas traz precificação melhor de spreads na B3, beneficiando frigoríficos e processadoras.

  • Erro Bilionário: Grupo Mateus identificou um erro de R$ 1 bilhão nos estoques valorizados no balanço patrimonial de 2024.
  • Impacto nas Ações: As ações do Grupo Mateus (GMAT3) caíram 20% em apenas cinco dias após a divulgação do erro.
  • Preocupação do Mercado: O erro gerou pressão significativa sobre a companhia, impactando a confiança dos investidores.
  • Reavaliação Necessária: É esperado que a empresa realize uma reavaliação dos seus ativos e divulgue atualizações ao mercado.
  • Oportunidades de Venda/Compra: Traders devem monitorar atentamente o movimento das ações GMAT3 para operações de curto prazo, considerando a volatilidade atual.

  • A gestora SFA contesta o mito de que a renda fixa sempre vence a bolsa, destacando que a bolsa brasileira entregou retornos superiores no longo prazo.
  • A SFA argumenta que o índice Ibovespa é imperfeito e prefere usar o IBrX, que superou o retorno do CDI desde 1995.
  • Em uma análise histórica deflacionada ou em dólar, o Ibovespa teve desempenho superior ao CDI, sugerindo a presença de equity risk premium.
  • A SFA alerta sobre um possível repricing significativo, caso o fluxo de investimento em ações aumente.
  • No cenário atual, o Ibovespa ainda está distante de suas máximas históricas em termos reais, o que destaca um potencial de valorização futura.

  • Ações dos frigoríficos operam em alta na B3, com MBRF e Minerva liderando os ganhos no Ibovespa devido ao feriado anterior e liquidez limitada.
  • Redução de tarifas nos EUA de 40% sobre carne bovina brasileira impulsiona ações dos frigoríficos, com reflexo positivo no mercado.
  • Valorização de MBRF3 e BEEF3: às 12h20, MBRF3 subia 0,74% a R$ 21,67 e BEEF3 avançava 0,31% a R$ 6,54, incentivadas pela notícia.
  • Análise do Bradesco BBI: a isenção tarifária beneficia MBRF, Minerva, JBS e Camil, melhorando spreads de exportação e competitividade.
  • Setores de proteína e café favorecidos: analistas projetam aumento nos volumes e preços devido à retirada das taxas, beneficiando empresas como Camil.

  • Alívio para exportadores brasileiros: EUA removeram sobretaxa de 40% sobre café, carne bovina, frutas, açaí e cacau, tornando os produtos mais competitivos.
  • Impacto imediato nos custos: A decisão é retroativa, permitindo que produtos liberados desde 13 de novembro sejam importados sem custos adicionais.
  • Redução nas incertezas comerciais: A remoção do tarifaço encerra meses de ajustes tarifários, favorecendo negociações e logística no setor agro.
  • Contexto interno dos EUA: O corte de tarifas busca conter a inflação, satisfazendo importadores e consumidores antes das festas de fim de ano.
  • Retomada de espaço no mercado: Exportadores brasileiros voltam a competir em igualdade no mercado americano, com projeções de aumento gradual nos embarques.

  • Banco Master em Liquidação Extrajudicial: Em 18 de novembro de 2025, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master, afetando 1,6 milhão de investidores, gerando o maior ressarcimento pelo FGC.
  • Limite de Ressarcimento: O FGC cobre até R$ 250 mil por CPF/CNPJ por instituição, envolvendo cerca de R$ 41 bilhões a serem liberados aos credores.
  • Prazo de Pagamento: Estima-se que o FGC inicie os pagamentos em cerca de 30 dias após a lista de credores ser validada pelo liquidante do BC.
  • Solicitação de Ressarcimento: Credores devem pedir ressarcimento via aplicativo do FGC, seguindo etapas de cadastro e validação, aguardando a liberação do botão de solicitação.
  • Valor Excedente ao Limite: Investidores com mais de R$ 250 mil no Banco Master terão o excedente tratado na massa falida do banco, podendo levar anos para recuperação.

  • Correções técnicas em grandes bancos: BBAS3, BBDC4 e ITUB4 sofrem ajustes técnicos, afetando o Ibovespa com viés negativo.
  • Ajustes em BBAS3: Banco do Brasil perde tração de curto prazo, volta para a linha de tendência ascendente, que serve de suporte imediato.
  • BBDC4 retorna a faixa de consolidação: Bradesco corrige até uma região de suporte, com investidores aguardando possível retomada de alta.
  • ITUB4 mantém estrutura de alta: Itaú perde força até a média curta, considerada suporte, mas permanece com tendência positiva no geral.
  • Pressão vendedora no setor financeiro: O início da sessão registrou um menor apetite por risco, influenciado por ajustes pós-valorização.

  • Plano de Reestruturação dos Correios aprovado: A estatal visa garantir sustentabilidade financeira e retorno ao lucro em 2027, após avaliação de governança.
  • Operação de crédito de R$ 20 bilhões: A ser concluída até novembro, essencial para a transição estrutural e liquidez imediata.
  • Ações de modernização: Incluem Programa de Demissão Voluntária, revisão de plano de saúde e modernização tecnológica.
  • Monetização de ativos e venda de imóveis: Planejada arrecadação de R$ 1,5 bilhão com otimização da rede de atendimento.
  • Foco em e-commerce e parcerias estratégicas: A estatal busca fusões e reorganizações para fortalecer competitividade e reduzir déficit até 2026.

  • Questionamento sobre Valuation: Traders devem monitorar a pressão sobre as big techs americanas, especialmente Nvidia e Alphabet, diante de um possível superaquecimento dos ativos ligados à inteligência artificial.
  • Resultados Recente de Big Techs: Microsoft e Nvidia apresentaram resultados acima das expectativas, destacando-se pelo crescimento nos setores de nuvem e chips de IA, enquanto a Meta enfrentou uma queda acentuada no lucro.
  • Movimentos de Investimento e Desinvestimento: Notável a rotação de investimentos de Warren Buffett, que reduziu participação na Apple e aumentou na Alphabet; potencial impacto nas cotações dessas ações.
  • Regulação Impactando Ações: O ambiente regulatório europeu e americano está exercendo pressão sobre Amazon e Alphabet, impactando suas estratégias de mercado e potencialmente suas ações.
  • Apressão de Custos e Perspectivas: Apple e Meta enfrentam desafios com custos operacionais e provisões fiscais, influenciando perspectivas futuras e levando a ajustes nas estimativas de crescimento.

  • Ações da Gafisa (GFSA3) sobem cerca de 16% após atingirem mínimas históricas na quarta-feira (19).
  • Conselho de administração aprova aumento de capital de até R$ 58,4 milhões com ações emitidas a R$ 5,23 cada.
  • Ações alcançam R$ 5,38 às 12h, melhor desempenho do índice small caps, que caía 1,04%.
  • Durante o mês de novembro, papéis acumulam uma perda de 15%, mesmo com a alta atual.
  • Pico de negociação atinge R$ 5,57, um aumento de 18% no valor das ações até o momento.

  • Bitcoin despenca para US$ 82,5 mil: Renovando o menor nível desde abril, liderando uma onda de vendas que elimina US$ 1,5 trilhão em valor de mercado desde 6 de outubro.
  • Liquidações superam US$ 2 bilhões: O movimento no mercado futuro intensifica pessimismo, reforçando a venda generalizada de criptos, com Ethereum (ETH) e outras caindo até 13%.
  • Saída recorde nos ETFs de Bitcoin: Totalizando US$ 903 milhões, é o segundo maior volume desde a estreia, aumentando a pressão e a aversão ao risco no mercado.
  • Bolsas nos EUA sob pressão: S&P 500 e Nasdaq caem, com o índice VIX subindo para 26 pontos, refletindo o temor crescente impulsionado pela crise das criptos.
  • Volatilidade extrema cria oportunidades: Com ativos como Zcash (ZEC) mostrando estabilidade, traders buscam alternativas menos voláteis em meio à incerteza global.

  • Dólar registra forte alta: A moeda americana está próxima de R$ 5,40.
  • Reação a dados dos EUA: A subida é influenciada por novos dados econômicos dos Estados Unidos.
  • Feriado impacta mercado: O aumento ocorre após o retorno do feriado, afetando liquidez e volatilidade.
  • Expectativa semanal positiva: A taxa de câmbio caminha para encerrar a semana em níveis elevados.
  • Impacto nos investimentos: Movimentos no câmbio podem afetar diretamente ações e commodities expostas ao dólar.

  • Projeções Altas: Felipe Miranda, CIO da Empiricus, prevê ouro a US$ 10 mil e bitcoin a US$ 1 milhão, destacando a crescente desvalorização das moedas fiduciárias, especialmente o dólar.
  • Mudança de Reserva de Valor: Investidores e governos estão buscando alternativas como ouro e bitcoin devido à perda de valor do dólar e ao aumento do endividamento global.
  • Queda do Dólar: O Índice Dólar (DXY) caiu de 109 para 99 pontos em 2025; o dólar recuou mais de 15% frente ao real no mesmo período.
  • Alta do Ouro e Bitcoin: Em 2025, o ouro já subiu mais de 50%, enquanto o bitcoin sofreu uma correção temporária de 21% em outubro, com potencial para nova alta, segundo Empiricus.
  • Oportunidades de Mercado: Evento da Empiricus em 24 de novembro promete detalhar como investidores podem se posicionar frente à transformação financeira e tirar proveito das mudanças iminentes.

  • Ações da Hapvida registraram queda de 44% em novembro
  • A desvalorização em 12 meses totaliza 59,4%
  • BBA rebaixou a recomendação para as ações da empresa
  • Razões para o rebaixamento incluem visibilidade limitada no mercado
  • Pressão sobre margens também foi citada como preocupação

  • Ray Dalio reafirma a importância do ouro: Destaca o ouro como o investimento mais resiliente na história, considerando-o uma estratégia permanente de preservação patrimonial.
  • Ouro em alta diante de incertezas econômicas: Em 2023, o ouro valorizou 58% em dólar, atingindo uma máxima histórica de US$ 4.359, respaldado por investidores buscando estabilidade.
  • Movimento global por segurança de ativos: Bancos centrais e grandes investidores estão aumentando suas reservas em ouro, motivados pela depreciação do dólar e crescimento da dívida pública dos EUA.
  • Bitcoin como 'ouro digital': Bitcoin, percebido como uma reserva de valor, atingiu máximas de US$ 126 mil, alimentado por capital institucional e confiança similar ao ouro.
  • Previsões otimistas para ouro e bitcoin: Projeções apontam ouro a US$ 10.000 e bitcoin a US$ 1.000.000, com investidores como Ray Dalio e Felipe Miranda, da Empiricus, liderando a tese de potencial valorização.
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