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  • Lucro dobrado não impede queda das ações: Disney (DISB34) mais que dobrou o lucro líquido no 4º trimestre para US$ 1,31 bilhão, mas ações caem 9,64% após receita abaixo das expectativas e forte retração em segmentos chave.
  • Superação no lucro por ação: Lucro por ação ajustado ficou em US$ 1,11, acima das expectativas de US$ 1,05, apesar da receita ter sofrido pequena queda de 0,5%, totalizando US$ 22,46 bilhões.
  • Confiança no futuro: Disney reafirma projeção de crescimento de dois dígitos no lucro ajustado por ação até 2027 e espera dobrar margem operacional do streaming até 2026.
  • Desempenho misto nos segmentos: Retração de 35% no lucro operacional de entretenimento influenciado por baixas receitas publicitárias e fracas bilheterias, compensada por crescimento no streaming e parques temáticos.
  • Medidas de retorno ao acionista: Anúncio de aumento de 50% no dividendo anual para US$ 1,50 por ação e dobrar recompra de ações para US$ 7 bilhões no ano fiscal de 2026.

  • Receita e Lucro por Ação: Disney reporta receita de US$22,464 bilhões no 4T2025, abaixo das expectativas, mas com lucro por ação acima do esperado. Receita anual de US$94,425 bilhões (+3,4%).
  • Desempenho por Segmento: Entretenimento registra queda de 5,7% na receita trimestral, enquanto Experiências (+6,4%) e Esportes (+1,7%) apresentam crescimento.
  • Streaming em Alta: Receitas Direct-to-Consumer, incluindo Disney+ e Hulu, aumentam 8%, com crescimento no número de assinantes e receita média por usuário.
  • Expectativas Futuras: Espera-se aumento de dois dígitos no lucro por ação ajustado para 2026 e 2027, além de aumento nos dividendos e recompra de ações planejada para 2026.
  • Recomendação de Compra: Com queda recente de quase 10% nas ações, analistas veem ponto de entrada atraente, focando em crescimento futuro e dividendos crescentes.

  • Banco do Brasil reporta queda de 60% no lucro líquido ajustado para R$ 3,8 bi no 3T25, superando em 6% a estimativa da XP.
  • Aumento de 18,5% na Carteira com Rolagem destaca-se como um novo recorde, elevando preocupações sobre qualidade de crédito.
  • Carteira de Crédito Expandida cresce 7,5% ao ano, desacelerando em 1,2% trimestralmente, alinhada ao guidance revisado.
  • XP mantém recomendação neutra para BBAS3 devido a recuperação lenta e múltiplos P/B atrativos mas com baixo ROE.
  • Ações BBAS3 caem 1,18% nesta quinta-feira enquanto chegaram a recuar 6,62% na mínima intradiária.

  • Ações em alta: ALOS3 lidera o Ibovespa com alta de 3,77%, cotadas a R$ 28,11, após balanço trimestral positivo e projeções de dividendos animadoras para 2026.
  • Resultados financeiros: Allos reportou lucro líquido de R$ 108,9 milhões no 3º trimestre, aumento de 17,4% a/a. Ebitda ajustado subiu 6,6%, com margem Ebitda crescendo para 73,2%.
  • Projeções de dividendos: Guidance para 2026 prevê distribuição de R$ 0,28 a R$ 0,30 por ação mensalmente, sugerindo um dividend yield de 13%, triplicando os atuais pagamentos.
  • Capex e dividendos aprovados: Capex projetado entre R$ 350-450 milhões focado em projetos menores. Conselho aprovou dividendos intercalares de R$ 96 milhões, pagamento em 2 de dezembro.
  • Recomendações dos analistas: Santander vê resultados em linha, recomenda outperform com preço-alvo de R$ 33,5. BTG encanta-se com dividendos, mantém compra com preço-alvo de R$ 25.

  • A Allos (ALOS3) aumentará a distribuição de dividendos, passando a pagar mensalmente em 2026.
  • Ações da Allos tiveram forte alta, liderando o Ibovespa, com ganhos superiores a 7% após o anúncio de dividendos.
  • BTG Pactual mantém recomendação de compra para ALOS3, prevendo P/FFO de 9x para 2026, mas vê potencial de desvalorização com preço-alvo de R$ 25.
  • Resultados do 3T25 vieram em linha com as expectativas, com receita líquida de R$ 663 milhões e lucro líquido de R$ 126 milhões.
  • Os aluguéis nas mesmas lojas subiram 6,5%, taxa de vacância melhorou para 3,5%, e o dividendo proposto pode ser sustentado devido à alavancagem baixa de 1,7x.

  • BBAS3 apresenta fraco 3T25: Banco do Brasil reportou lucro de R$ 3,8 bilhões, queda de 60% em relação ao ano anterior, com ROE de 8,4%.
  • Revisão de guidance: Lucro projetado para 2025 caiu para R$ 18-21 bilhões, e custo de crédito foi ajustado para R$ 59-62 bilhões.
  • Preocupação com o agronegócio: Inadimplência acima de 90 dias subiu para 5,34%, impactando lucro devido à queda nos preços das commodities agrícolas.
  • Recomendação de cautela: Nord Investimentos não recomenda compra de BBAS3 devido a múltiplos acima da média e dividendos pressionados.
  • Posição da Nord em outros bancos: Mantém posição em Itaú (ITUB3; ITUB4) devido a rendimentos e previsibilidade mais atrativos.

  • Recomendação Rebaixada: JP Morgan rebaixa recomendação das ações da Hapvida (HAPV3) de compra para neutra.
  • Preço-Alvo Alterado: Preço-alvo das ações foi cortado de R$ 52 para R$ 39, ainda com potencial de valorização de 19,3%.
  • Desempenho das Ações: Ações da Hapvida despencam 43,56% na B3, refletindo a reação negativa do mercado ao balanço do 3T25.
  • Resultados Trimestrais: Ebitda ajustado recuou 36% comparado ao mesmo período do ano anterior, impactando o resultado final.
  • Perspectivas para 2026: JP Morgan projeta lucro líquido ajustado de R$ 1,0 bilhão, 31% abaixo do consenso do mercado.

  • Crescimento das vendas: Apesar do consumo geral fraco, as vendas do "Dia dos Solteiros" aumentaram na China, indicando possíveis oportunidades de curto prazo no comércio eletrônico.
  • Economia enfraquecida: O evento enfrenta um desafio devido à economia mais fraca, o que pode afetar negativamente o desempenho de longo prazo de empresas focadas no consumo.
  • Comportamento dos consumidores: A cautela do consumidor persiste, impactando setores sensíveis ao consumo, como varejo e produtos de luxo.
  • Impacto para e-commerces: Traders devem monitorar empresas de e-commerce que podem ter benefícios temporários, mas enfrentam pressões macroeconômicas.
  • Setor de serviços: A busca dos jovens por refeições mais baratas reflete mudanças de comportamento que podem influenciar oportunidades em setores como alimentação e entretenimento.

  • Lucro por ação: Disney garantiu lucro por ação de US$ 1,11, superando expectativas do mercado.
  • Lucro total: A empresa reportou um lucro total de US$ 1,31 bilhão no trimestre.
  • Receita abaixo do esperado: Apesar do lucro, a receita não atingiu as expectativas dos analistas.
  • Ajustes: Medidas de eficiência podem estar impactando positivamente o lucro por ação.
  • Oportunidade para ações: Resultados mistos podem gerar volatilidade nas ações da Disney.

  • Moody's elevou a projeção de crescimento do PIB do Brasil para 2025: A previsão foi ajustada de 2% para 2,1%.
  • Impacto para traders de commodities: A China continuará sendo um mercado relevante para as exportações brasileiras.
  • Atenção ao setor de exportações: Reforça a importância do mercado chinês nas operações comerciais do Brasil.
  • Possibilidade de revisão de estimativas: Traders devem considerar ajustes em suas estratégias de crescimento econômico.
  • Relevância da análise macroeconômica: A mudança da Moody's pode impactar decisões de investimento e alocação de capital.

  • Banco do Brasil (BBAS3) apresenta queda de 2,98%, cotado a R$ 22,12 após divulgar resultados do terceiro trimestre, considerados fracos pelo mercado.
  • Redução no payout de dividendos, de 45% para 30%, impactando o dividend yield, agora projetado entre 4% a 5%.
  • Revisão do guidance do lucro anual para a faixa de R$ 18 bilhões a R$ 21 bilhões, refletindo desafios no setor do agronegócio.
  • Possibilidade de pagamento de dividendos extraordinários somente ao final de 2026, dependendo da performance e exigências regulatórias futuras.
  • Pressão adicional devido a evento específico na carteira corporativa, relacionado à Ambipar (AMBP3), que entrou em recuperação judicial com dívidas de R$ 11 bilhões.

  • MRV apresenta resultados: A MRV destacou-se com um aumento significativo na receita, impulsionado pela alta demanda no setor de construção.
  • Direcional mantém crescimento: A Direcional mostrou consistência no crescimento de suas operações, registrando aumento de lucro líquido trimestral.
  • Moura Dubeux impressiona: Moura Dubeux registrou forte desempenho em novos lançamentos, sinalizando otimismo para o próximo trimestre.
  • Alta demanda no setor imobiliário: O setor imobiliário continua aquecido, refletido nos resultados positivos das empresas listadas.
  • Impacto para investidores: Investidores devem observar oportunidades no setor imobiliário, dado o impulso recente nos resultados financeiros.

  • Citi rebaixa recomendação: O Citi mudou sua recomendação para BBAS3 de "compra" para "neutro", com redução do preço-alvo de R$ 29 para R$ 23, devido a despesas maiores com provisões.
  • Queda das estimativas de lucro: Banco do Brasil revisou suas estimativas de lucro para 2025 para uma faixa entre R$ 18 bilhões e R$ 21 bilhões, abaixo da projeção anterior.
  • Aumento nas provisões de crédito: Revisões nas provisões para Devedores Duvidosos foram elevadas para uma faixa entre R$ 59 bilhões e R$ 62 bilhões.
  • Preocupações com a qualidade dos ativos: O 3T25 mostrou fraqueza operacional e preocupações com a qualidade dos ativos, com deterioração na carteira de pessoa física.
  • Impacto na ação BBAS3: Após o anúncio, as ações do Banco do Brasil caíram 2,85%, negociadas a R$ 22,15 no início da tarde do dia mencionado.

  • DIRR3 e MDNE3 operam em queda: Por volta das 12h, DIRR3 caía 0,67% (R$ 17,91) e MDNE3 recuava 1,08% (R$ 30,17) na B3.
  • MRVE3 em alta: MRVE3 subia 0,74% (R$ 8,20) após divulgação de resultados em linha com expectativas.
  • Direcional destacada pelo BTG Pactual: Relatório aponta performance acima das expectativas e sugere compra com preço-alvo de R$ 20 (+11% potencial).
  • MRV mantém boas perspectivas: Recomendação de compra com preço-alvo de R$ 12 (+46% potencial), apesar de desafios na subsidiária nos EUA.
  • Moura Dubeux com forte crescimento: Ação recomendada para compra com preço-alvo de R$ 40 (+32% potencial), amparada por margens elevadas e baixa alavancagem.

  • Recomendação rebaixada: JPMorgan reduziu a recomendação da TIM (TIMS3) de 'outperform' para 'neutro'.
  • Fundamentos sólidos: Apesar da recomendação rebaixada, o setor móvel continua com sólidos fundamentos e um ambiente competitivo saudável.
  • Sem ponto de entrada: O banco não vê atualmente um ponto de entrada atrativo para investimentos na TIM.
  • Comparação com concorrentes: JPMorgan ainda prefere a TIM em relação à Vivo dentro do setor, apesar da revisão da recomendação.
  • Observação para traders: Traders devem considerar a mudança na recomendação e avaliar o impacto em suas estratégias de investimento.

  • Lançamento do iPhone Pocket: A Apple introduziu o iPhone Pocket, um acessório de moda premium feito em parceria com a grife japonesa Issey Miyake, oferecendo uma nova forma de transportar o iPhone.
  • Tecidos e Design: O item é desenvolvido em tricô 3D com design minimalista, sendo vendido em duas versões: modelo curto por US$ 149,95 (cerca de R$ 791) e modelo longo por US$ 229,95 (cerca de R$ 1.213).
  • Mercado Alvo e Disponibilidade: As vendas começam em 14 de novembro em edição limitada, nos EUA, Reino Unido, Japão, Coreia do Sul, França, Itália, China e Cingapura.
  • Estratégia de Preço: O preço elevado posiciona o iPhone Pocket como um acessório de luxo, visando consumidores dispostos a pagar mais por produtos exclusivos e inovadores.
  • Comparativo com Alternativas: Usuários podem explorar alternativas mais econômicas como capas e bolsas de crochê ou couro, a partir de R$ 22,40 no mercado de varejo.

  • Ações em Queda: As ações da Hapvida continuam em forte declínio após teleconferência com investidores.
  • Preocupações do Mercado: Investidores permanecem preocupados com impactos negativos estruturais projetados.
  • Resultado do 3T: Resultados do terceiro trimestre frustraram as expectativas do mercado.
  • Falta de Tranquilidade: Gestão da Hapvida não conseguiu tranquilizar investidores após a divulgação do balanço.
  • Ação Imediata: Traders devem monitorar de perto as declarações futuras da empresa e considerar estratégias de proteção.

  • Lucro Líquido Reduzido: Banco do Brasil (BBAS3) teve lucro líquido 60% menor no 3T25, atingindo R$ 3,8 bilhões, em linha com expectativas de analistas do BTG Pactual.
  • Provisões Impactantes: Provisões aumentaram, especialmente no segmento corporate e agronegócio, resultando em EBT quase 20% abaixo das estimativas do BTG Pactual.
  • Desempenho Positivo na Margem Financeira: A Margem Financeira com Clientes cresceu 10% no trimestre e 19% ano a ano, favorecida por liquidez excedente e condições de mercado.
  • Redução na Expectativa de Lucro: Novo guidance do banco reduziu expectativa de lucro anual para R$ 18 a R$ 21 bilhões, refletindo incertezas na recuperação dos lucros.
  • Ações em Queda: Ações do BBAS3 caíram 2,41% a R$ 22,25, com recomendação neutra e preço-alvo de R$ 23 pelo BTG Pactual.

  • R$ 41 mil em 1 hora: André Antunes operou ao vivo na sala da Scalper, obtendo R$ 41 mil em menos de uma hora, operando o mercado de dólar futuro com centenas de alunos acompanhando.
  • Estratégia de Canal: A operação focava em vender a 9,5 e comprar no 6,5, com proteção em pontos-chave, como lote XP no 1,5, demonstrando precisão em seus movimentos.
  • Scalper Flow: O novo sistema de Antunes visa permitir ao usuário buscar uma renda média de até R$ 932 por dia útil, automatizando operações de segunda a sexta.
  • Consistência Comprovada: O Scalper Flow apresentou resultados sólidos em backtests, com um dia superando R$ 2.100, apontando para sua eficácia durante o período de teste.
  • Acesso ao Sistema: Traders interessados podem se cadastrar gratuitamente para acessar o Scalper Flow e buscar resultados consistentes nos mercados futuros.

  • Banco do Brasil mantém payout em 30%: O CFO do Banco do Brasil afirma que a política de distribuição de dividendos continuará em 30%.
  • Previsão de dividendos extraordinários: Dividendos extraordinários só poderão ocorrer no final de 2026, caso existam condições favoráveis.
  • Atenção para investidores em BBAS3: A notícia pode impactar as expectativas dos investidores em ações do Banco do Brasil (BBAS3).
  • Análise de liquidez do banco: A decisão sobre dividendos extraordinários está ligada à análise de liquidez e resultados futuros.
  • Impacto potencial no preço das ações: Traders devem monitorar como essa política de dividendos pode influenciar o preço das ações no curto e longo prazo.

  • Investimentos em Energia Renovável: A expansão das fontes renováveis pode mobilizar R$ 295 bilhões e impactar positivamente o PIB em R$ 337 a R$ 465 bilhões até 2035.
  • Oportunidades de Emprego: A transição para baixo carbono pode criar entre 1,2 e 1,9 milhão de empregos de 2024 a 2035.
  • Retorno Econômico: Cada R$ 1 investido em energia renovável pode gerar até R$ 1,57 de retorno econômico.
  • Brasil como Líder de Transição: Com 88% da matriz elétrica de fontes renováveis, o Brasil está bem posicionado para liderar essa transição e aumentar sua segurança energética.
  • Setores com Potencial de Ganhos: Energia e agropecuária destacam-se, com energias renováveis gerando até 25 empregos por US$ 1 milhão investido e agricultura adotando tecnologias para evitar perdas econômicas.

  • Resultados sólidos: Big techs mostram crescimento robusto, com Microsoft registrando aumento de 12% no lucro por ação e Amazon liderando com 52%.
  • Foco em IA: Investimentos em inteligência artificial continuam a crescer significativamente, com destaque para as ações da Alphabet e Microsoft.
  • Crescimento do S&P 500: O índice, que inclui essas gigantes, sobe mais de 16% em 2025, impulsionado por uma tese forte em IA.
  • Potencial de bolha: Análise sugere risco de bolha semelhante à experiência das telecomunicações, já que receitas necessárias são extremamente altas.
  • Sustentabilidade questionada: Analistas se preocupam com o longo prazo, dado o alto investimento contínuo sem retorno imediato da IA.

  • Queda acentuada das ações: Ações da Hapvida (HAPV3) despencaram 43% após divulgação de resultados do terceiro trimestre, gerando alertas nos bancos e cortes de recomendações.
  • Ajustes nas projeções: BTG Pactual reduziu o preço-alvo das ações de R$ 67 para R$ 50 até 2026; Ebitda ajustado mostrou queda de 20% em relação ao ano anterior.
  • Aumento da sinistralidade e despesas: Sinistralidade atingiu 75,2%, e despesas gerais e administrativas subiram, pressionando margens da empresa.
  • Cenário competitivo desafiador: Concorrência acirrada com a Amil prejudicando o crescimento da Hapvida.
  • Impacto negativo e ajustes contábeis: Impacto líquido positivo de R$ 98 milhões devido a itens não recorrentes; lucro ajustado ficou 34% abaixo do esperado, apontando execução operacional desafiadora.

  • Impacto econômico do shutdown: A paralisação do governo dos EUA afetou o PIB, com redução estimada de 0,05% por semana, totalizando um impacto próximo a 0,3% no quarto trimestre de 2023.
  • Fed perto de finalizar cortes de juros: O Federal Reserve pode pausar os cortes após ter reduzido os juros para 3,75%-4%, com possibilidade de último corte de 25 pontos-base em dezembro.
  • Ceticismo com IA entre investidores: Endividamento de US$ 1,2 trilhão em projetos de IA gera preocupação com a sustentabilidade de retornos, com o mercado precificando riscos no segmento.
  • Valuation caro do S&P 500: O índice negocia a 22,7 vezes o P/L futuro de 12 meses, sugerindo potencial correção diante de riscos como incerteza política e crescimento mais lento.
  • Preocupações com desequilíbrio risco-retorno: Apesar de lucros corporativos robustos, mercado sensível a choques de política e confiança em temas de crescimento, afetando decisões de investimento.

  • Reações Negativas ao Balanço: Citi, Ativa e BTG avaliaram negativamente o balanço do 3T da Hapvida, levando a uma queda de 42,83% na HAPV3 no pregão desta quinta-feira.
  • Lucro e Prejuízo Relatados: Hapvida reportou um lucro líquido de R$ 338 milhões, mas um prejuízo ajustado de R$ 57 milhões, abaixo da expectativa do mercado de R$ 482 mi.
  • Impactos no Balanço: Aumento da sinistralidade e desaceleração das adições líquidas e do tíquete causaram pressões negativas nos resultados financeiros.
  • Revisões de Estimativas: BTG destaca a necessidade de grandes cortes nas estimativas da empresa, especialmente no Ebitda, reduzido em 20% para o próximo ano.
  • Recomendações de Compra Mantidas: Ativa, Citi e BTG mantiveram recomendação de compra para HAPV3, com preços-alvo ajustados entre R$ 50 e R$ 64,80.

  • Ações em Queda: Auren (AURE3), Casas Bahia (BHIA3) e Banco do Brasil (BBAS3) registraram quedas de 3,76%, 2,78% e 3,86%, respectivamente, após resultados negativos no 3T25.
  • Auren: Desempenho fraco devido a cortes de geração renovável e risco hidrológico; recomendação de compra mantida com potencial de alta de 4,8%.
  • Casas Bahia: Prejuízo de R$ 496 milhões, mas sinais de melhora operacional; Ebitda aumentou 19,6% ano a ano.
  • Hapvida: Ações desabaram quase 40%; Ebitda ajustado ficou 29% abaixo das estimativas, mas bancos mantêm recomendação de compra com projeção de recuperação.
  • Banco do Brasil: Lucro líquido ajustado caiu 60,2%; Provisões para calotes subiram, levando analistas a recomendações de cautela.

  • Banco do Brasil (BBAS3): Citi rebaixou a classificação das ações de "compra" para "neutro".
  • Atraso na recuperação: Banco do Brasil enfrenta dificuldades para recuperação financeira após o terceiro trimestre.
  • Dívidas rurais: Mesmo com medidas para renegociação de dívidas, pedidos de recuperação judicial continuam a crescer.
  • Nível de inadimplência: Nível de inadimplência (NPL) ainda elevado impactando perspectivas.
  • Visão de curto prazo: Investidores devem ser cautelosos, dado o tempo esperado para recuperação financeira do BB.

  • Allos (ALOS3) triplicará dividendos mensais até 2026: A empresa anunciou planos para aumentar significativamente a distribuição de dividendos.
  • Dividend Yield atrativo de 14%: Esse percentual é considerado alto pelos analistas, o que pode atrair investidores interessados em retornos consistentes.
  • Impacto positivo nas ações: As ações da Allos subiram significativamente após o 3º trimestre, impulsionadas pelo anúncio dos dividendos.
  • Oportunidade para investidores: O potencial aumento nos dividendos até 2026 pode ser um ponto de entrada atrativo para novos investidores.
  • Desinvestimento estratégico: A companhia está realizando desinvestimentos para viabilizar a estratégia de recompra de ações e aumentar a eficiência financeira.

  • Dólar opera em R$ 5,28 com recuo de 0,25%, influenciado pelo fim da paralisação nos EUA, que pode possibilitar divulgação de dados econômicos importantes.
  • Atenção para reunião de comércio EUA-Brasil: Ministro Mauro Vieira e secretário Marco Rubio discutem tarifas comerciais, evento pode impactar mercados.
  • Discursos de banqueiros centrais esperados: Membros do BoE, BCE, e Fed discursam hoje, atenção às declarações que podem afetar mercados.
  • China divulga dados econômicos importantes: Produção industrial, vendas no varejo e investimentos de outubro são aguardados e podem influenciar mercados globais.
  • Projeções de vendas do varejo no Brasil: Mediana indica alta de 0,1% em setembro no varejo ampliado, puxado pelas vendas de veículos, enquanto varejo restrito deve subir 0,3%.

  • Banco do Brasil espera inflexão na inadimplência do agronegócio: Medidas e ajustes implementados visam reduzir um dos principais problemas dos últimos trimestres, com expectativa de melhora a partir do primeiro trimestre de 2026.
  • Impacto da MP 1.314 na inadimplência: Outubro foi pressionado pela espera da medida provisória que facilita renegociação de dívidas; o banco expressa ambição de regularizar o máximo possível de saldo inadimplente.
  • Resultados da linha BB Regulariza Agro: Já foram renegociados R$5,9 bilhões sob a MP, com ainda R$11,4 bilhões sob análise, mostrando progresso na regularização de dívidas do setor.
  • Queda das ações do Banco do Brasil: Às 10h50, papéis do BB caíam mais de 3% em contraste com o leve ganho de 0,1% do Ibovespa, refletindo os desafios financeiros recentes.
  • Corte na previsão de lucro para 2025: Projeção de lucro líquido ajustado foi reduzida para um intervalo de R$18 bilhões a R$21 bilhões, menor do que a estimativa anterior, o que pode influenciar decisões de investimento.

  • Ebitda da Distribuição: Cresceu +8%, atingindo R$ 2,6 bilhões, com destaque para as concessionárias do Maranhão (+22,3%), Piauí (+18,7%) e Goiás (+14,6%).
  • Participação na Sabesp: Rendeu R$ 315 milhões via equivalência patrimonial, contribuindo para o Ebitda consolidado de R$ 3,5 bilhões (+18,6% anual).
  • Financeiro pressionado: Resultado financeiro piorou -R$ 341 milhões devido ao aumento do endividamento e juros, mas lucro líquido cresceu +4,9% para R$ 830 milhões.
  • Níveis regulatórios: Melhorias nas concessionárias que estavam fora dos limites de DEC (duração das interrupções), especificamente Alagoas, Rio Grande do Sul e Goiás.
  • Recomendação de compra: Ações EQTL3 mantêm-se como recomendação de compra, com valor de 8x firma/Ebitda, apesar do aumento do indicador dívida líquida/Ebitda para 3,3x.

  • Ações da Allos (ALOS3) subiram 7% hoje, cotadas a R$ 28,94, destacando-se entre as maiores altas da bolsa.
  • Empresa aumentará a distribuição mensal de dividendos para 2026, com expectativa de dividend yield em torno de 14%.
  • Projeção de alavancagem em duas vezes a dívida líquida sobre o Ebitda, com aportes reduzidos para R$ 350-450 milhões em 2026.
  • Lucro líquido de R$ 126 milhões no 3T25, um aumento de 25,6% comparado ao 3T24, e Ebitda ajustado de R$ 502,4 milhões, acima das expectativas.
  • BTG Pactual mantém recomendação de compra, elogiando a política de dividendos e baixo nível de alavancagem.

  • Inadimplência do Agro: Banco do Brasil projeta uma inflexão na inadimplência do setor agrícola para o primeiro trimestre de 2026.
  • Impacto para BBAS3: Expectativa de mudança na inadimplência pode influenciar o desempenho das ações BBAS3.
  • Dividendos Extraordinários: Executivos comentaram sobre a possibilidade de distribuição de dividendos extraordinários, relevante para os acionistas.
  • Estratégia de Mitigação: Banco pode adotar estratégias para mitigar riscos no setor, impactando potencialmente o preço das ações.
  • Foco nos Investidores: Ações futuras do banco e distribuição de dividendos são aspectos chave para investidores acompanharem.

  • JPMorgan rebaixa recomendação: O banco cortou a recomendação dos ativos da Hapvida para "neutra" após a divulgação do balanço do 3º trimestre.
  • Sinistralidade acima do esperado: O índice de sinistralidade da companhia foi maior do que os analistas previam, impactando negativamente os resultados.
  • Fluxo de caixa livre fraco: O relatório destacou um fluxo de caixa livre abaixo das expectativas, preocupando investidores.
  • Queda significativa nas ações: As ações HAPV3 chegaram a despencar até 40% após os resultados trimestrais serem divulgados.
  • Atenção para ajustes de portfólio: Traders e investidores devem observar revisões de estimativas e considerar ajustes em seus portfólios diante das novas recomendações e resultados da Hapvida.

  • Banco do Brasil (BBAS3) abriu o pregão com queda de 5%, mas reduziu para 3,38% por volta das 10h49, cotado a R$ 22,03.
  • Lucros do BB vieram dentro do esperado, mas houve corte no guidance de R$ 21 bilhões a R$ 25 bilhões para R$ 18 bilhões a R$ 21 bilhões.
  • Alíquota de imposto positiva de 18% ajudou nos lucros, enquanto o lucro antes dos impostos recuou 18,9% no trimestre.
  • Inadimplência no agronegócio atingiu 5,34%, principalmente nas cadeias de soja e milho no Centro-Oeste.
  • Genial mantém recomendação neutra com preço-alvo de R$ 24, indicando potencial de valorização de 5,3%.

  • Ações da Hapvida (HAPV3) despencam 36,31% no início do pregão, entrando em leilão na B3 devido à intensa volatilidade após divulgação dos resultados do 3T25.
  • Lucro líquido cresceu 4,1%, mas o Ebitda ajustado caiu 2,1%, enquanto a sinistralidade aumentou, afetando negativamente a percepção do mercado.
  • Analistas destacam que resultados foram fracos, com fluxo de caixa livre negativo de R$ 51,9 milhões, adicionando risco à tese de investimento na companhia.
  • BTG Pactual mantém recomendação de compra com menor confiança, ajustando preço-alvo de R$ 67 para R$ 50, prevendo desafios contínuos à frente.
  • Analistas de diversas casas ressaltam a deterioração das margens e potenciais revisões negativas, impactando a confiança nas operações futuras da Hapvida.

  • Ações da Casas Bahia (BHIA3) caem 4,44% após registro de prejuízo líquido de R$ 496 milhões no 3T25.
  • Crescimento de GMV: Volume bruto de mercadorias subiu 8,5%, com destaque para crescimento no e-commerce de 12,7%.
  • Ebitda ajustado aumentou 19,6% para R$ 587 milhões, mas despesas financeiras impactam resultados.
  • XP e Genial Investimentos mantêm recomendação Neutra, destacando alta alavancagem e desafios para geração de caixa.
  • Safra classifica como Underperform citando aumento das despesas financeiras e consumo de caixa de R$ 1,3 bilhão.

  • Índices Futuros dos EUA: Operam de forma mista após o fim do shutdown, sinalizando incerteza nos mercados internacionais.
  • Petróleo e Minério de Ferro em Alta: Alta nas ações da PETR4 e VALE3 impulsionam setores de energia e mineração, impactando positivamente o Ibovespa.
  • Banco do Brasil (BBAS3): Registra queda de 3%, destacando-se como um dos principais perdedores do dia, afetando índices financeiros.
  • Mercado Volátil: O Ibovespa enfrenta oscilações com eventos internacionais e movimentos setoriais, exigindo atenção para oportunidades e riscos.
  • Foco nos Setores de Energia e Financeiro: Traders devem monitorar de perto as variações nos preços das commodities e ações bancárias para ajustes estratégicos.

  • Banco do Brasil (BBAS3) renegocia R$ 5,9 bilhões em dívidas sob a Medida Provisória 1.314/25, beneficiando 4,9 mil clientes ruralistas.
  • Ainda em análise mais R$ 12,1 bilhões em operações, com expectativa de impactar outros 8 mil clientes, o que indica possibilidade de aumento na posição financeira da instituição.
  • Destinação regional acentuada: Centro-Oeste (33%), Sudeste (27%) e Sul (21%), destaque no Rio Grande do Sul com 92% das propostas com recursos controlados.
  • Linha BB Regulariza Agro permite que produtores afetados por eventos climáticos adversos possam amortizar ou alongar dívidas, influenciando positivamente o setor agrícola.
  • Prazo e condições flexíveis: regularização de até 9 anos com 1 ano de carência, abrindo portas para melhor organização financeira dos devedores fora dos critérios da MP.

  • Dividendos Extraordinários em 2026: O CFO do Banco do Brasil mencionou a possibilidade de pagar dividendos extraordinários em 2026, desde que a base de capital seja reforçada em 2025.
  • Payout de 30%: O banco pretende manter um payout de dividendos de 30% ao longo de 2026, indicando um enfoque conservador na distribuição de lucros.
  • Índice de Capital Principal (CET 1): A condição para dividendos extras depende do índice CET 1 manter-se acima de 11%, o mínimo regulatório.
  • Impacto no Capital: O fim do Programa de Capital de Giro deve causar um impacto de 0,6 p.p., e a Resolução 4.966 deve adicionar 0,25 p.p., totalizando um impacto de 1 p.p. no capital.
  • Mitigação de Impactos: A MP 1.314 pode compensar parcialmente os impactos no capital, oferecendo benefícios tributários que ajudam a reforçar o capital do banco.
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