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  • Guidance não alcançado: MRV&Co (MRVE3) comunicou que suas projeções de geração de caixa para 2025 não serão atingidas.
  • Desempenho impactado: Houve um descasamento de 5,2 mil unidades entre produção e repasse, afetando a entrada de recursos.
  • Possibilidade de alcançar lucro: Se gargalos forem resolvidos e a dinâmica de repasses mantiver ritmo, MRV pode atingir o piso do guidance de lucro.
  • Ajustes metodológicos: MRV alterará cálculo do lucro líquido para refletir desempenho, excluindo efeitos contábeis e financeiros.
  • Resultados trimestrais: MRV&Co reportou lucro líquido ajustado de R$ 111,1 mi no 3T25, aumento significativo em relação ao mesmo período de 2024.

  • Entrada Recomendada: Comprar PRIO3 entre R$ 40,07 e R$ 40,17.
  • Objetivos de Preço: Primeiro alvo em R$ 43,88 (ganho de 9,24% a 9,51%); segundo alvo em R$ 45,63 (ganho de 13,59% a 13,88%).
  • Stop Loss: Posição sugerida para ser encerrada caso o preço caia para R$ 39,24, indicando perda de 2,07% a 2,32%.
  • Duração da Operação: Validade apenas para o pregão de hoje, com ajuste do stop para o preço de entrada se o primeiro alvo for atingido.
  • Perfil Recomendado: Indicado para investidores com perfil arrojado.

  • Índices futuros dos EUA: Operam de forma mista, influenciando o apetite por risco global.
  • Ibovespa: Acompanhar a sessão de abertura para identificar movimentos significativos.
  • Dólar: Monitorar possíveis oscilações devido a incertezas no cenário internacional.
  • Juros: Ficar atento a possíveis declarações do Banco Central que possam afetar a curva de juros.
  • Tendências Globais: Analise o comportamento dos mercados internacionais, já que podem impactar diretamente o mercado local.

  • Ibovespa e IPOs: O Ibovespa atingiu 157.633 pontos após uma leve queda, encerrando uma sequência de 15 altas. Não há novos IPOs desde o de Vittia em 2021, mas a B3 lançou o Regime Fácil para atrair pequenas empresas por meio de emissões de dívidas corporativas.
  • Mercado Internacional: Bolsas internacionais reagiram positivamente ao fim do shutdown dos EUA, impulsionando a expectativa de divulgação de dados econômicos cruciais. As bolsas asiáticas e europeias fecharam em alta, enquanto futuros de NY oscilaram.
  • Resultados Corporativos: Diversas empresas divulgaram seus balanços do 3T25, exibindo mistas performances financeiras, como o Banco do Brasil com queda de 60% no lucro, e Moura Dubeux com um ganho de 32.1%. Traders devem observar as reações do mercado a esses resultados.
  • Mudanças Estruturais: Fundo Verde reduziu sua exposição a ações de risco no Brasil, refletindo cautela em meio a recordes no Ibovespa. Além disso, Lula assinou decreto alterando normas de vale-refeição e alimentação, influenciando o setor de serviços.
  • Setor de Debêntures: Gestores estão otimistas com debêntures incentivadas devido à correção dos spreads. A aposta é que estas podem oferecer retornos ajustados ao risco, superior ao atual mercado de ações.

  • Lula lidera, mas vantagem reduzida: A pesquisa Genial/Quaest mostra que, apesar de Lula manter liderança em cenários de primeiro turno, sua vantagem sobre Bolsonaro no segundo turno reduziu para apenas 3 pontos percentuais, dentro da margem de erro.
  • Mudança nos números de primeiro turno: Lula varia de 31% a 39% nas intenções de voto, mostrando retração em relação aos percentuais de outubro, que variavam entre 35% e 43%.
  • Cenários de segundo turno apertados: Lula vs. Bolsonaro indicam 42% vs. 39% respectivamente, um empate praticamente técnico, mostrando um estreitamento significativo comparado à pesquisa anterior.
  • Vantagem contra outros adversários: Lula mantém liderança, mas com uma margem reduzida de 5 pontos sobre Tarcísio, Ratinho e Ciro, em comparação com diferenças mais altas na pesquisa de outubro.
  • Aumento de indecisos: No levantamento espontâneo, Lula apresenta queda de 19% para 14%, enquanto indecisos crescem de 69% para 72%, refletindo incerteza do eleitorado.

  • MRV&Co apresentou lucro líquido ajustado de R$ 111,1 milhões no 3T25, crescimento de 6,5 vezes em relação ao ano anterior.
  • MRV principal responsável pelo desempenho positivo, com lucro ajustado de R$ 204 milhões, alta de 168% na comparação anual.
  • Receita líquida consolidada de R$ 2,876 bilhões, aumento de 17,9%, impulsionada por avanço no programa Minha Casa Minha Vida.
  • Resia nos EUA apresentou prejuízo de US$ 19,3 milhões, afetando o resultado consolidado do grupo neste trimestre.
  • Dívida líquida da operação brasileira reduzida para R$ 2,49 bilhões, com alavancagem caindo para 41,9%.

  • Fim do Shutdown: O Congresso dos EUA aprovou o projeto de lei para finalizar o shutdown, permitindo o funcionamento do governo até 30 de janeiro.
  • Impacto Econômico: A paralisação pode reduzir o crescimento do PIB do 4º trimestre em até 1,5 ponto percentual, segundo projeções.
  • Atrasos de Dados: A divulgação de dados como CPI e payroll pode ser afetada, comprometendo análises econômicas importantes.
  • Ibovespa: Após altas consecutivas, o índice teve uma leve queda de 0,07%, fechando em 157.632,90 pontos, influenciado pela Selic, petróleo e balanços.
  • Mercado Internacional: Futuros de NY recuam com bancos asiáticos no positivo e petróleo reagindo a preocupações de oferta excessiva.

  • Alerta de Risco: O mercado de etanol de milho no Brasil enfrenta riscos significativos, especialmente para plantas que dependem 100% do milho, potencialmente afetadas por frustrações de safra.
  • Hedge Limitado: Há uma falta de mecanismos de hedge de longo prazo para o milho, o que dificulta a proteção contra a volatilidade de preços para novos projetos no setor.
  • Aumento de Custos: O custo da biomassa, essencial para a geração de energia e secagem de grãos, aumentou drasticamente, impactando a operação de usinas de etanol.
  • Modelo Flex: Usinas com modelos operacionais que integram açúcar e diferentes tipos de etanol são consideradas mais sustentáveis e capazes de mitigar riscos.
  • Tendências de Mercado: O atual favorecimento ao milho pode mudar com uma alta nos preços do açúcar, beneficiando usinas canavieiras que têm flexibilidade na produção.

  • Dow Jones futuro estável: Enquanto isso, S&P 500 e Nasdaq recuam na manhã de quinta-feira (13), após fim da paralisação nos EUA.
  • Impacto na política monetária: Fim da paralisação abre caminho para divulgação de dados econômicos atrasados, fundamentais para o Fed.
  • Dólar perto da estabilidade: Moeda dos EUA pouco alterada frente a outras moedas desenvolvidas na madrugada desta quinta-feira.
  • Treasuries em alta: Rendimentos sobem após quedas na quarta-feira e Tesouro leiloa US$ 25 bilhões em T-bonds de 30 anos.
  • Trump sanciona retomada governamental: Fim da paralisação de 43 dias, a maior da história dos EUA, com impacto no mercado.

  • Receita Líquida: A empresa registrou uma queda de 14% na receita líquida, totalizando R$33 milhões.
  • Linha de Promoção de Eventos: Houve um recuo significativo de 48% nesta linha, afetando os resultados financeiros gerais.
  • Prejuízo Líquido: T4F ampliou seu prejuízo líquido para R$ 26 milhões no terceiro trimestre.
  • Atenção dos Traders: Mudanças nas operações e estratégias da empresa podem impactar suas ações no curto prazo.
  • Análise de Risco: Traders devem monitorar a recuperação dos eventos em sua análise de investimentos na T4F.

  • Lucro Líquido Aumenta 64%: Eucatex (EUCA4) reportou lucro líquido de R$ 84,3 milhões no 3T25, destacando a melhoria na rentabilidade e gestão de custos.
  • Receita e Ebitda: Receita líquida foi de R$ 798,3 milhões, com um crescimento discreto de 3,1%. O Ebitda recorrente subiu 27%, alcançando R$ 191,8 milhões.
  • Impacto de Tarifas e Exportações: Tarifas de Trump afetaram exportações temporariamente em setembro, mas estabilizaram em outubro. Eucatex mitiga impacto com sua estrutura nos EUA.
  • Baixa Alavancagem e Investimentos: Dívida líquida caiu para R$ 515 milhões e alavancagem financeira é de 0,7x Ebitda. Novos CRAs de R$ 300 milhões para investimentos anunciados.
  • Dividendos Prioritários: Manterá um payout mínimo de 25%, priorizando a estrutura de capital e investimentos futuros.

  • Portaria 21 Anunciada: A nova portaria dos Ministérios da Fazenda e Desenvolvimento amplia o Plano Brasil Soberano para socorro a empresas afetadas por tarifas dos EUA.
  • Critérios de Elegibilidade: Empresas com 1% do faturamento das exportações para os EUA impactado por tarifas entre julho de 2024 e junho de 2025 agora são elegíveis.
  • Linhas de Crédito: Disponíveis R$ 30 bilhões, operados pelo BNDES, para apoio emergencial aos afetados pelas tarifas.
  • Ampliação da Cobertura: Portaria agora inclui fornecedores das empresas exportadoras dentro do critério de faturamento mínimo de 1%.
  • Negociações em Curso: Brasil e EUA continuam as negociações para resolução das tarifas, com recente reunião dos ministros de Relações Exteriores em Niágara.

  • Ibovespa reage aos números de vendas no varejo e produção industrial do Brasil, sendo indicadores chave para o ritmo da economia no país.
  • Impacto externo do fim do shutdown nos EUA, além da produção industrial da Zona do Euro e dados de consumo na China, que podem influenciar o humor do mercado.
  • Temporada de resultados corporativos em destaque, com relatórios de empresas como Localiza (RENT3), Nubank (ROXO34) e JBS (JBSS32).
  • Outras empresas relevantes divulgando resultados hoje incluem Cemig (CMIG4), CPFL (CPFE3) e IRB (IRBR3), com potencial para impactar os respectivos setores.
  • Observação no comportamento das ações do setor imobiliário, com atenção especial em Cyrela (CYRE3) e Grupo Mateus (GMAT3).

  • Encerramento do Shutdown nos EUA: A paralisação do governo americano chegou ao fim, o que pode impactar positivamente os mercados globais e reduzir a incerteza econômica.
  • Encontro Diplomático Relevante: Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores do Brasil, se reunirá com Marco Rubio, importante senador dos EUA, o que pode influenciar as relações comerciais entre os países.
  • Foco no Setor de Varejo: Hoje, o setor de varejo está sob o radar dos investidores, com possíveis anúncios econômicos que podem impactar ações de empresas varejistas.
  • Reações do Mercado: Traders devem monitorar a reação dos mercados ao término do shutdown e buscar oportunidades em ativos que possam se beneficiar da retomada das atividades governamentais nos EUA.
  • Oportunidades de Negociação: Com o fim da paralisação, a estabilidade política pode trazer movimentações em ativos de risco e moedas emergentes como o real brasileiro.

  • Banco do Brasil (BBAS3) caiu após a divulgação dos resultados do terceiro trimestre de 2025.
  • Gráfico técnico acende alerta de possível tendência de queda para as ações no curto prazo.
  • Pressão sobre o setor financeiro pode afetar o desempenho do papel nos próximos pregões.
  • Monitorar indicadores técnicos para identificar possíveis níveis de suporte e resistência das ações.
  • Avaliar contexto macroeconômico e declarações do banco para antecipar movimentos do mercado.

  • Encerramento da Paralisação nos EUA: Donald Trump sanciona projeto que retoma financiamento do governo americano, encerrando paralisação de 43 dias.
  • Nikkei e Softbank: Nikkei sobe 0,43%, enquanto Softbank cai 3,38% após anunciar venda de participação na Nvidia.
  • Desempenho dos Índices Asiáticos: Kospi (+0,49%) e Hang Seng (+0,56%) em alta; Taiex em queda (-0,16%).
  • China com Apetite por Risco: Xangai Composto avança 0,73% e Shenzhen Composto cresce 1,53%.
  • Previsão de Indicadores Econômicos: Fim do shutdown nos EUA permite a divulgação de dados econômicos cruciais; índices da indústria e do varejo chineses serão divulgados.

  • Prejuízo Líquido: Simpar reportou prejuízo de R$ 119 milhões no 3T25, invertendo lucro de R$ 159,9 milhões no ano anterior.
  • Recorde no Ebitda Ajustado: Ebitda ajustado alcançou R$ 3,10 bilhões, um aumento de 14,2%, estabelecendo novo recorde.
  • Melhora na Margem Ebitda: Margem Ebitda cresceu 2,1 pp para 27,5% na comparação anual.
  • Receita Líquida em Alta: Receita líquida subiu 4,8%, atingindo R$ 11,4 bilhões entre julho e setembro.
  • Redução da Dívida Líquida: Dívida líquida caiu para R$ 3,2 bilhões, uma redução de 8,1%, com alavancagem diminuindo para 3,5 vezes.

  • Minidólar (WDOZ25) apresenta movimento de recuperação: O dólar está respirando com atenção ao possível shutdown nos EUA.
  • Volatilidade esperada para hoje: Com o mercado monitorando as decisões políticas nos EUA, espera-se alta volatilidade no minidólar.
  • Shutdown nos EUA como principal fator de incerteza: Traders devem estar atentos ao desenrolar das negociações políticas sobre o orçamento americano.
  • Padrões técnicos de curto prazo: Análise gráfica indica suporte importante que pode ser decisivo para o movimento do minidólar durante o dia.
  • Recomendações para proteção de carteira: Sugere-se o uso de stop loss ajustados para lidar com a volatilidade prevista no mercado.

  • B3 anuncia Regime Fácil para 2026: Criado em parceria com a CVM, o regime visa facilitar o acesso das pequenas empresas ao mercado de capitais.
  • Flexibilização para Companhias de Menor Porte: Empresas com faturamento de até R$ 500 milhões poderão realizar IPOs e emitir dívidas.
  • Crescimento no mercado de dívidas corporativas: Espera-se que o Regime Fácil inicialmente incentive mais emissões de debêntures e notas comerciais.
  • Riscos para investidores: Estrutura simplificada de governança e poucas informações oferecidas pelas empresas podem aumentar o risco, levando investidores a exigir retornos maiores.
  • Regulamentação mais flexível: Empresas não precisam de três balanços auditados para IPOs, e as ofertas podem ser realizadas sem coordenador financeiro.

  • Ação do Mercado: O mini-índice WINZ25 está sob análise técnica para possíveis correções no curto prazo.
  • Setor em Foco: O setor de Varejo está no centro das atenções, com impacto esperado no desempenho do índice.
  • Resultados Corporativos: A temporada de balanços está chegando ao fim, influenciando as expectativas do mercado.
  • Tendência de Mercado: Os traders devem monitorar a possibilidade de movimentos de correção no índice WINZ25.
  • Estratégia de Negociação: Recomenda-se atenção à análise técnica para identificar pontos de entrada e saída potenciais.

  • Ibovespa apresenta leve recuo: Após um rali de 15 altas consecutivas, o índice Ibovespa recuou levemente.
  • Suporte e resistência importantes: Traders devem monitorar os pontos de suporte e resistência do mini-índice e do minidólar para oportunidades de negociação.
  • Oportunidades no mercado de day trade: A análise do comportamento recente do mercado é crucial para identificar novas oportunidades de entrada e saída.
  • Influência do cenário econômico global: Mudanças no panorama global podem afetar diretamente o comportamento do mercado e, consequentemente, estratégias de day trade.
  • Análise técnica em foco: Aplicar princípios de análise técnica é essencial para traders aproveitarem as flutuações diárias no mercado.

  • Dow Jones Futuro sobe: O fim da paralisação do governo dos EUA impulsiona os contratos futuros do índice.
  • Impacto em bolsas globais: Expectativa positiva pode afetar outras bolsas, com potencial de valorização em diversos mercados.
  • Volatilidade reduzida esperada: Com o fim da incerteza política, espera-se que a volatilidade nos mercados financeiros diminua.
  • Setores a observar: Traders devem ficar atentos a setores impactados por gastos governamentais, que podem apresentar movimentos significativos.
  • Revisão de estratégias: É um momento oportuno para revisar estratégias financeiras, considerando o alívio em tensões políticas.

  • Lucro Líquido: Equatorial (EQTL3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 830 milhões no 3T25, aumento de 4,9% em relação ao ano anterior.
  • Ebitda Acima das Expectativas: Ebitda ajustado chegou a R$ 3,48 bilhões, superando a previsão média de R$ 3,15 bilhões, um crescimento de 18,6%.
  • Receita Operacional: A receita líquida operacional subiu 14,4%, alcançando R$ 14,1 bilhões.
  • Alavancagem Financeira: A alavancagem encerrou setembro em 3,3 vezes, comparado a 3,2 vezes no ano passado.
  • Destaque para Traders: Resultados positivos podem influenciar a valorização das ações EQTL3 no curto prazo.

  • Lucro Líquido: Copel registrou lucro líquido de R$ 383,1 milhões no 3T25, uma queda de 68,5% comparado ao ano anterior.
  • Ebitda Recorrente: O Ebitda recorrente avançou 7,8%, totalizando R$ 1,3 bilhão no 3T25.
  • Receita Operacional Líquida: Aumentou 18,7%, atingindo R$ 6,8 bilhões entre julho e setembro de 2025.
  • Alavancagem: A alavancagem, excluindo a aquisição da UHE Baixo Iguaçu, foi de 2,8 vezes a dívida líquida/Ebitda.
  • Data do Balanço: Informações divulgadas em relatório na quarta-feira, 12 de outubro de 2025.

  • 09:00 - Brasil: IBGE divulga o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, importante para o setor de commodities.
  • 10:30 - EUA: Dados semanais de pedidos de auxílio-desemprego, indicador de saúde econômica e influenciador do mercado.
  • 23:00 - China: Publicação das vendas no varejo de outubro, refletindo o consumo doméstico e impacto nas ações de varejo.
  • 23:00 - China: Divulgação da produção industrial de outubro, relevante para a demanda global por matérias-primas.
  • 23:00 - China: Taxa de desemprego e Investimento em ativos fixos de outubro, indicadores-chaves para a economia chinesa.

  • Indicadores Domésticos: Vendas do varejo de setembro pelo IBGE são fundamentais para avaliar o impacto no PIB e no consumo no Brasil.
  • Resultados Corporativos: Destaque para os balanços do 3T25, com atenção especial a Banco do Brasil (BBAS3) e Auren (AURE3).
  • Influência Externa: PIB do Reino Unido e indicadores econômicos da China podem afetar o apetite por risco global e o comportamento do Ibovespa.
  • Balanço do Nubank: Resultados serão divulgados após o fechamento do mercado e podem influenciar a percepção de valor da empresa e o setor financeiro.
  • Tendência do Ibovespa: Após a sequência de altas, o índice está atento a novos dados econômicos e balanços, podendo sinalizar se a correção recente será passageira ou o início de uma fase mais cautelosa.

  • Falência decretada: A Oi teve sua falência decretada em 10 de outubro pela 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, acumulando dívidas de R$ 1,7 bilhão e receitas mensais de R$ 200 milhões.
  • Liquidação dos ativos: A decisão judicial prevê a liquidação ordenada dos ativos para maximizar o pagamento dos credores.
  • Suspensão das negociações: A B3 suspendeu as negociações das ações da Oi após a falência; OIBR3 caiu 35,71% no dia e OIBR4 recuou 47,85%.
  • Assembleia de credores: Credores poderão convocar uma assembleia para eleger um comitê especializado na liquidação da companhia.
  • Impacto no mercado: As atividades da Oi continuarão provisoriamente; negociações futuras na B3 estão incertas, sem previsão de retomada.

  • Lucro líquido ajustado: MRV reportou lucro líquido ajustado de R$ 204 milhões no terceiro trimestre de 2025.
  • Crescimento anual: O lucro representa um aumento de 168% em comparação ao mesmo período do ano anterior.
  • Código de negociação: A empresa está listada sob o código MRVE3.
  • Relevância para traders: Esse crescimento significativo pode impactar positivamente o preço das ações no curto prazo.
  • Fonte da notícia: A informação foi divulgada pela InfoMoney.

  • Allos (ALOS3) reportou lucro de R$ 126 milhões, um aumento de 25,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.
  • Ebitda ajustado atingiu R$ 502,4 milhões, um crescimento de 8,5% comparado ao terceiro trimestre do ano passado.
  • A empresa anunciou a distribuição de dividendos, beneficiando investidores com retorno em caixa.
  • Programa de recompra de ações em andamento, potencialmente impactando positivamente o preço das ações.
  • Desinvestimentos contribuíram para a melhoria dos resultados operacionais e de caixa da Allos.

  • Lucro Líquido Consolidado: MRV&CO reporta lucro líquido ajustado de R$ 111,1 milhões no 3T25, aumento significativo em relação ao mesmo período de 2024.
  • Resultados da MRV: A principal divisão, MRV, contribuiu fortemente com um lucro líquido ajustado de R$ 204 milhões, representando uma alta anual de 168%.
  • Ajustes Financeiros: Excluem itens não recorrentes, como recompras de ações e despesas financeiras, afetando resultados finais.
  • Desempenho Internacional: A subsidiária Resia, nos EUA, teve prejuízo de US$ 19,3 milhões, evidenciando desafios internacionais.
  • Dívida e Alavancagem: Dívida líquida no Brasil reduzida em 5,5% enquanto a alavancagem caiu para 41,9%, refletindo melhorias na estrutura financeira doméstica.

  • Tesouro Direto: Indicado para investidores conservadores, oferece títulos com risco baixo e isenção de tarifa de custódia pelo BB.
  • Fundos de Investimento: Banco do Brasil possui mais de 100 opções, incluindo multimercado, com entrada a partir de R$ 0,01.
  • CDBs e LCIs/LCAs: Investimentos com liquidez e proteção do FGC, com opções isentas de IR para pessoa física.
  • Ações e BDRs: Facilidades em negociação sem taxa de corretagem e estratégias diversas, como day trade e swing trade.
  • COE e Previdência Privada: Produtos que combinam diferentes perfis de risco e planejamento de longo prazo, com proteção de capital.

  • Aumento no prêmio da Quina: O prêmio estimado do concurso 6.877 é de R$ 9.699.196,43.
  • Data do sorteio: O sorteio ocorreu nesta quarta-feira, dia 12.
  • Importância para o mercado: Lotéricas tendem a ver aumento em vendas próximo a grandes prêmios, o que pode impactar a receita do setor.
  • Setor de consumo: Monitorar empresas de consumo ligadas à loteria para identificar possíveis movimentos de mercado.
  • URL da notícia completa: Para mais detalhes, acesse o artigo completo no InfoMoney.

  • Queda na Receita: A receita líquida da Positivo (POSI3) caiu 1,7% no terceiro trimestre de 2025, totalizando R$ 805,6 milhões.
  • Lucro Líquido em Declínio: O lucro líquido registrou uma queda de 36,5% em comparação ao mesmo período do ano anterior, chegando a R$ 1,1 milhão.
  • Impacto Anual: A significativa redução no lucro pode afetar a confiança de investidores e pressionar as ações da empresa no curto prazo.
  • Performance do Título: Traders devem monitorar o comportamento das ações POSI3, uma vez que resultados financeiros negativos podem influenciar o preço.
  • Oportunidades de Short: Investidores que especulam na baixa podem encontrar oportunidades mediante a tendência de queda nos resultados financeiros.

  • Conteúdo Diariamente Atualizado: A Ágora Investimentos produz vídeos e podcasts diariamente, oferecendo insights atualizados.
  • Análises de Mercado: Os materiais oferecem análises detalhadas dos movimentos de mercado, apoiando decisões informadas.
  • Tendências Econômicas: Aborda perspectivas econômicas que podem impactar diversas classes de ativos.
  • Acesso Prático: Disponibilidade de conteúdo multimídia facilita o consumo de informações em diferentes momentos do dia.
  • Identificação de Oportunidades: Insights estratégicos podem ajudar a identificar oportunidades de investimento.

  • Prejuízo Líquido do 3T25: O Grupo Casas Bahia (BHIA3) registrou um prejuízo líquido de R$ 496 milhões, aumento de 34,4% em relação ao mesmo período do ano anterior, porém, teve uma melhora de 10,6% em relação ao 2T25.
  • EBITDA Ajustado: A companhia apresentou um EBITDA ajustado de R$ 587 milhões, um acréscimo de 19,6% comparado ao 3T24, com margem de 8,5%.
  • Vendas Online e Receita Líquida: As vendas online cresceram 12,7%, contribuindo para o aumento de 7,3% na receita líquida anual, somando R$ 6,87 bilhões no 3T25. O GMV totalizou R$ 10,49 bilhões, destacando o crescimento de 17,7% no marketplace.
  • Crescimento do Crediário: O crediário da varejista atingiu R$ 6,2 bilhões na carteira, mantendo a inadimplência acima de 90 dias em 8,4%, enquanto o mercado viu uma alta no mesmo índice.
  • Estratégia e Reestruturação: A empresa converteu debêntures que somavam R$ 1,6 bilhão em ações, com planos de reduzir os spreads e ganhar eficiência com operações de venda de ativos imobiliários.

  • Banco do Brasil (BBAS3) teve queda de 60% no lucro, mas resultado de R$ 3,8 bilhões estava em linha com as expectativas dos analistas.
  • Projeções para o quarto trimestre permanecem incertas, com o CFO do banco não garantindo melhorias imediatas nos resultados.
  • A Medida Provisória 1.314, que permite negociações de pagamentos no agronegócio, ainda não impactou positivamente o lucro, mas pode representar recuperação futura.
  • Banco reajustou suas expectativas de lucro anual para 2025 de R$ 21 bilhões - R$ 25 bilhões para R$ 18 bilhões - R$ 21 bilhões, com impacto nas estimativas de mercado.
  • Recuperação judicial da Ambipar (AMBP3) potencialmente afeta o banco com sua exposição de R$ 2 bilhões em conjunto com o Santander.

  • Ebitda Recorrente: A Copel apresentou um Ebitda recorrente de R$1,3 bilhão, representando um crescimento de 7,8% em relação ao terceiro trimestre do ano anterior.
  • Lucro Líquido: Houve uma queda de 68,5% no lucro líquido no terceiro trimestre, um dado importante que pode impactar decisões de investimento.
  • Ações CPLE3: A queda significativa no lucro líquido pode gerar volatilidade nas ações ordinárias (CPLE3) da Copel.
  • Privatização: O relatório menciona a conclusão da privatização como um fator relevante, possivelmente afetando percepções de valor futuro das ações.
  • Recomendação de Compra: O banco Morgan Stanley elevou a recomendação para as ações da Copel para compra, indicando potencial de alta segundo suas análises.

  • Mercados acionários internacionais: Dow Jones e S&P avançaram; Nasdaq caiu devido a ajustes em tech.
  • Commodities: Petróleo em queda significativa (-4%) após aumento da oferta global; minério de ferro subiu 1,11% em Dalian.
  • Ibovespa: Recuou 0,07%, interrompendo sequência de 15 ganhos, devido à queda do petróleo e vencimento de opções.
  • Política monetária no Brasil: Declarações do presidente do Banco Central foram consideradas duras, sinalizando manutenção de juros restritivos.
  • Economia brasileira: Sector de serviços em alta de 0,6% em setembro, superando expectativas e podendo postergar cortes na Selic.

  • Ebitda ajustado da Equatorial: A empresa registrou um Ebitda ajustado de R$3,48 bilhões, um aumento de 18,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.
  • Lucro líquido ajustado: O lucro líquido ajustado foi de R$ 830 milhões no terceiro trimestre.
  • Impacto potencial no mercado: Resultados operacionais fortes podem influenciar positivamente as ações da Equatorial (EQTL3) no curto prazo.
  • Análise para alavancagem futura: O cenário de alavancagem precisa ser monitorado, especialmente para oportunidades de investimento em 2024.
  • Concorrência e preferências de mercado: Outras empresas do setor, como Energisa (ENGI11) e Copel (CPLE6), continuam sendo preferidas no mercado.

  • Prejuízo de R$ 403,7 milhões: Auren Energia (AURE3) apresentou prejuízo no 3T25, revertendo lucro do mesmo período em 2024, pressionada por restrições sistêmicas e risco hidrológico.
  • Corte significativo na geração: Curtailment impactou 20,7% da geração eólica e 33,1% solar, resultando em perda líquida de R$ 130 milhões.
  • GSF menor impacta receita: Índice GSF caiu para 65%, afetando usinas hidrelétricas, embora portfólio diversificado gerou R$ 66 milhões de efeito positivo.
  • Dívida líquida aumentada em 48,6%: A dívida da Auren subiu para R$ 19 bilhões, com alavancagem atingindo 4,9 vezes o Ebitda.
  • Previsão de desalavancagem: Empresa planeja reduzir alavancagem para 3-3,5 vezes o Ebitda entre 2027-2028, impulsionada pelo crescimento do caixa e do Ebitda.
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