LVL Trading

Newsfeed

Cansado de ficar visitando múltiplos sites e lendo notícias intermináveis? Aqui você acompanha as notícias mais relevantes do mercado financeiro, com resumos focados nos traders que querem se manter atualizados de forma rápida e eficiente.

Mostrando 7921 a 7960 de 18872 notícias

  • Chevrolet Spin Premier: Tradicional e confiável, acomoda até sete pessoas com espaço para bagagem (553L). A partir de R$ 154.990.
  • Citroën C3 Aircross: SUV compacto com bom custo-benefício, motor 1.0 turbo de 130 cavalos, espaço para sete pessoas. Preço entre R$ 118.800 e R$ 129.990.
  • Chery Tiggo 8 Pro: Oferece espaço e potência com motor 1.6 turbo de 187 cavalos, porta-malas de 889 litros. Versão híbrida disponível. Preço a partir de R$ 194.990.
  • Jeep Commander Limited: Estilo e robustez com capacidade para sete, motor 1.3 turbo de 176 cavalos. A partir de R$ 246.990.
  • Volkswagen Tiguan Allspace R‑Line: Luxo e tecnologia, motor 2.0 turbo de 186 cavalos, diversos recursos de segurança. A partir de R$ 277.990.

  • Prejuízo Liquido: Casas Bahia (BHIA3) reportou prejuízo líquido de R$ 496 milhões no 3T25, aumento comparado aos R$ 369 milhões do 3T24.
  • Crescimento do GMV: GMV consolidado subiu 8,5% para R$ 10,5 bilhões, um aumento de R$ 825 milhões em relação ao ano anterior.
  • Desempenho de E-commerce: E-commerce cresceu 12,7%, com avanço significativo no 1P online (+9,2%) e 3P (+17,7%).
  • Ebitda e Margens: Ebitda ajustado atingiu R$ 587 milhões, alta de 19,6%, com margem de 8,5% (+0,8 p.p.) e EBIT cresceu 57% para R$ 282 milhões.
  • Liquidez e Inadimplência: Liquidez de R$ 3,0 bilhões e crediário de R$ 6,2 bilhões com inadimplência em 8,4%.

  • Receita líquida da Casas Bahia cresceu 7,3%: Atingiu R$ 6,868 bilhões na comparação anual.
  • Prejuízo cresceu 34,4%: Totalizando R$ 496 milhões no terceiro trimestre de 2025.
  • Foco em megastore: Nova estratégia, enquanto outras lojas estão sendo mantidas em situação crítica.
  • Ação da Casas Bahia: Código na bolsa é BHIA3, acompanhar impacto dos resultados reportados.
  • Relevância para traders: Avaliar o efeito potencial nos preços das ações devido à mudança estratégica e resultados financeiros.

  • Lucro líquido acima das expectativas: Direcional (DIRR3) reportou lucro líquido de R$ 229,6 milhões no 3T25, superando a expectativa de R$ 218 milhões, com um crescimento de 25% em relação ao ano anterior.
  • EBITDA ajustado com forte crescimento: O EBITDA ajustado chegou a R$ 301,7 milhões, um aumento de 36,2% comparado ao 3T24, apesar de ter ficado ligeiramente abaixo da projeção de R$ 313 milhões.
  • Recorde em margens: A margem bruta ajustada alcançou 42,1% e a margem REF foi de 45,2%, sugerindo melhorias futuras nos resultados financeiros.
  • Rentabilidade recorde: O ROE anualizado atingiu 35% no trimestre, estabelecendo um novo recorde para a empresa, evidenciando alto retorno sobre o patrimônio.
  • Redução da alavancagem: Dívida líquida reduziu-se para R$ 104 milhões, com a alavancagem caindo para 3,8%, refletindo uma posição financeira mais sólida.

  • Lucro Líquido: Hapvida (HAPV3) registrou lucro de R$ 338 milhões no 3T25, um aumento de 4,1% em relação ao 3T24, influenciado por maior utilização e expansão de unidades.
  • Receita Líquida: A receita líquida cresceu 6,0%, atingindo R$ 7,8 bilhões, impulsionada pelo crescimento do tíquete médio e disciplina financeira.
  • Ebitda Ajustado: O Ebitda ajustado foi de R$ 746,4 milhões, uma queda de 2,1%, sem efeitos não recorrentes.
  • Dívida e Alavancagem: A dívida líquida aumentou 3,7%, para R$ 4,250 bilhões, com alavancagem levemente maior em 0,01 vez, totalizando 1 vez a relação dívida/Ebitda.
  • Tíquete Médio e Sinistralidade: Tíquete médio aumentou 6,1%, atingindo R$ 292,7, enquanto a sinistralidade caixa subiu 1,3 p.p. de um trimestre para outro, situando-se em 75,2%.

  • CSED3 sobe 3,77%: Ações da Cruzeiro do Sul têm alta após balanço do 3T25 superar expectativas do BTG.
  • Margem Ebitda recorde: Alcançou maior nível desde o IPO, impulsionada por EAD e rematrículas.
  • Fluxo de caixa forte: Reforça confiança na estratégia competitiva da companhia.
  • Modelo híbrido como diferencial: Ensino a distância se destaca, mesmo em menor sazonalidade.
  • Projeções de crescimento: Possibilidade de revisão em 2025 devido a resultados consistentes.

  • Prejuízo Líquido: A Casas Bahia (BHIA3) registrou prejuízo líquido de R$ 496 milhões no 3T25, um aumento face aos R$ 369 milhões do 3T24.
  • Desempenho Operacional: GMV consolidado subiu 8,5% para R$ 10,5 bilhões. E-commerce teve alta de 12,7% com destaque no 1P (+9,2%) e 3P (+17,7%).
  • Ebitda e Margem Bruta: Ebitda ajustado cresceu 19,6% para R$ 587 milhões, com margem de 8,5%. Margem bruta foi de 30,0% vs. 31,6% no 3T24.
  • Liquidez e Fluxo de Caixa: A companhia possui R$ 3,0 bilhões em liquidez, fluxo de caixa livre positivo de R$ 488 milhões, com queda de 72% em demandas trabalhistas.
  • Crescimento do Crediário: Carteira de crediário subiu 8,1% para R$ 6,2 bilhões, com inadimplência a 8,4% e representando 27% das vendas físicas.

  • Correção do Ibovespa: Após quatorze altas consecutivas, o Ibovespa recuou 0,07%, fechando aos 157.632,90 pontos. Oscilou entre mínima de 156.559,71 e máxima de 158.133,83 pontos, com giro financeiro de R$ 48,2 bilhões.
  • Queda das ações Petrobras: PETR3 caiu 2,99% e PETR4 recuou 2,56%, refletindo influência da queda nos preços do petróleo, com o WTI e Brent caindo 4,37% e 3,76%, respectivamente.
  • Ações em destaque: As mais valorizadas foram Taesa (TAEE11) subindo 5,77% a R$ 44,89, CSN (CSNA3) crescendo 5,05% a R$ 8,73, e B3 (B3SA3) ganhando 4,36% a R$ 14,12.
  • Desempenho negativo: Maiores quedas do índice incluíram CVC (CVCB3) caindo 8,33%, Petrorecôncavo (RECV3) com perda de 5,08%, e Cosan (CSAN3) caindo 4,04%.
  • Movimento cambial: O dólar subiu 0,38%, cotado a R$ 5,2932, devido a ajustes técnicos e expectativas dos mercados em torno do fim do shutdown nos EUA.

  • Lucro da Hapvida: Aumento de 12,7% no lucro do 3º trimestre em comparação ao mesmo período do ano anterior, totalizando R$ 338 milhões.
  • Desempenho do Ebitda Ajustado: Recuo de 17,6% no Ebitda ajustado, atingindo R$ 746,4 milhões.
  • Análise Comparativa: Apesar do aumento no lucro, a queda no Ebitda pode indicar possíveis desafios operacionais.
  • Impacto para Traders: Monitorar a reação do mercado à combinação de aumento de lucro e recuo no Ebitda para decisões de curto prazo.
  • Recomendação: Foco nos resultados financeiros completos para avaliação do potencial impacto no preço das ações (HAPV3).

  • Ações caem 14,3%: A queda das ações da Boa Safra (SOJA3) reflete preocupações com margens e crescimento após resultados do balanço.
  • Lucro abaixo das estimativas: O lucro líquido foi inferior ao projetado pela XP, indicando possíveis revisões negativas nas estimativas de receita e margens.
  • Crescimento modesto na carteira de pedidos: A carteira de pedidos cresceu apenas 8,7%, levantando dúvidas sobre o cumprimento das metas de receita.
  • Pressão sobre o setor agrícola: Custos logísticos e volatilidade nos preços da soja continuam a afetar o desempenho do agronegócio.
  • Observação dos próximos trimestres: A demanda global por sementes de soja e ajustes nos preços agrícolas serão cruciais para o futuro da empresa.

  • Moura Dubeux Engenharia (MDNE3) aprova distribuição de dividendos de R$ 50,7 milhões, ou R$ 0,60 por ação ordinária.
  • Data de corte para acionistas é 14 de novembro de 2025, e as ações serão negociadas ex-dividendos a partir de 17 de novembro.
  • Pagamento dos dividendos será realizado em 26 de novembro de 2025.
  • Lucro líquido no Q3 foi de R$ 117,6 milhões, aumento de 32,1% ano a ano.
  • Acionistas precisam de CPF/CNPJ e dados bancários atualizados para receber dividendos.

  • Petróleo e gás em alta: Agência Internacional de Energia (IEA) revisa previsão de demanda crescente até 2050, impactando estratégias de investimento em energia.
  • Preços do petróleo caem: Brent a US$ 64,50 e WTI a US$ 60,39, devido a ajustes técnicos e preocupações com consumo global.
  • Investimentos em GNL em expansão: Setor deve aumentar 50% até 2030, impulsionado por data centers e inteligência artificial.
  • Mercado de GNL em crescimento: Projeção de 1.020 bilhões de m³ em 2050, com grandes oportunidades para traders atentos a investimentos em infraestrutura.
  • Desafio de políticas climáticas: IEA adota abordagem mais realista, enfatizando a necessidade de políticas públicas efetivas para atingir metas climáticas.

  • Queda no E-commerce: GMV on-line caiu 74,6%, para R$ 167 milhões, enquanto GMV físico permaneceu estável em R$ 3,4 bilhões.
  • Desempenho Total: GMV total recuou 11,6% para R$ 3,7 bilhões; receita líquida sofreu leve queda de 1%, totalizando R$ 2,7 bilhões.
  • Diminuição do Lucro Líquido: Lucratividade despencou 96,4% devido à ausência de efeitos contábeis extraordinários do ano anterior, encerrando o trimestre em R$ 367 milhões.
  • Aumento do Ebitda Ajustado: Ebitda ajustado subiu 152,7%, atingindo R$ 561 milhões, refletindo melhoria operacional.
  • Foco em Reestruturação: Empresa destaca início de nova fase com foco em varejo, expansão de parcerias e inovação em cadeia de suprimentos e serviços financeiros.

  • Ação BBAS3 cai após revisão das projeções financeiras do Banco do Brasil.
  • Redução de 60% no lucro do Banco do Brasil no terceiro trimestre em comparação com o ano anterior.
  • Estima-se lucro menor em 2025, impactando as expectativas dos investidores.
  • Ajustes em projeções podem gerar volatilidade para BBAS3 nos próximos dias.
  • Monitorar anúncios futuros da instituição para possíveis oportunidades de compra ou venda.

  • Lucro em queda: Randoncorp (RAPT4) reporta queda de 81% no lucro do terceiro trimestre, totalizando R$ 23,1 milhões.
  • Receita líquida: Crescimento de 9,9% na receita líquida, alcançando R$ 3,4 bilhões no período de julho a setembro.
  • Impacto nos resultados: Resultado pode impactar as expectativas do mercado e influenciar o movimento das ações RAPT4.
  • Setor de atuação: A empresa atua no setor de veículos pesados, que pode ter variáveis econômicas e privadas afetando diretamente seu desempenho.
  • Análise de mercado: Traders devem observar o contexto setorial e avaliar se a queda no lucro pode representar uma oportunidade de compra a preços reduzidos.

  • Prejuízo Líquido: Simpar (SIMH3) reportou um prejuízo líquido de R$ 119 milhões no terceiro trimestre.
  • Desempenho Trimestral: Resultados divulgados na noite de quarta-feira indicam piora no desempenho em comparação aos trimestres anteriores.
  • Ação Recomendada: Traders devem observar o impacto nos preços das ações e considerar possíveis ajustes em suas estratégias.
  • Análise de Investimento: Avançar com cautela em novos investimentos na Simpar, analisando o contexto financeiro da empresa.
  • Perspectiva do Mercado: Avaliar as reações do mercado às notícias para identificar tendências emergentes no segmento.

  • Desempenho Digital em Queda: GMV digital da Americanas caiu 74,6% no 3T25, totalizando R$ 167 milhões.
  • Estabilidade no GMV Físico: Operações físicas mantiveram estabilidade com GMV de R$ 3,4 bilhões.
  • Ebitda Ajustado Cresce: Apesar da queda de 96,4% no lucro líquido, o Ebitda ajustado subiu 152,7%, totalizando R$ 561 milhões.
  • Novo Foco Operacional: Americanas inicia nova fase com ênfase na operação de varejo, pós-reestruturação.
  • Avanços Tecnológicos e Financeiros: Crescimento nas parcerias e uso da IA destacam-se, além de um crescimento superior a 50% na plataforma financeira.

  • Fechamento Recorde do Dow Jones: O índice subiu 0,68%, alcançando 48.254,82 pontos.
  • Expectativas de Desbloqueio: Sentimentos positivos no mercado devido à expectativa de fim de paralisia nos EUA.
  • Oportunidade de Compra: Movimento pode sinalizar entrada estratégica em ações do Dow Jones.
  • Impacto Setorial: A subida pode beneficiar setores específicos; atenção aos movimentos setoriais.
  • Monitoramento Contínuo: Traders devem acompanhar as atualizações sobre a paralisação nos EUA.

  • Pagamento de JCP: Banco do Brasil anunciou R$ 410,59 milhões em juros sobre capital próprio (JCP) referentes ao 3º trimestre de 2025, equivalente a R$ 0,07192 por ação.
  • Data de Corte: Para receber os dividendos, investidores devem possuir ações BBAS3 até o pregão de 1º de dezembro; a partir do dia 2, papéis serão negociados “ex-direitos”.
  • Impacto Fiscal: JCP estão sujeitos a retenção de 15% de imposto de renda na fonte.
  • Resultado Financeiro: Banco apresentou lucro líquido recorrente de R$ 3,78 bilhões no 3T25, queda de 60,2% a.a., abaixo das expectativas de R$ 4,03 bilhões.
  • Rentabilidade em Queda: Retorno sobre patrimônio líquido (ROAE) caiu para 8,4%, impactado por inadimplência e elevadas provisões.

  • Selic em 15%: Presidente do BC, Gabriel Galípolo, mantém a Selic em 15% para garantir convergência da inflação à meta de 3% devido a pressões inflacionárias persistentes.
  • Resposta a Haddad: Galípolo rebate críticas do ministro Haddad, afirmando que o BC não pode agir por opinião, mas por dados econômicos concretos, enfatizando a autonomia da instituição.
  • Impacto nos mercados: A política monetária restritiva do BC poderá continuar desafiando ativos financeiros, até que dados de inflação mostrem sinais consistentes de meta alcançada.
  • Economia resistente: Apesar dos juros altos, a economia mantém resiliência com desemprego em baixa (5,6%) e crédito em alta, provocando análises sobre impactos do juro elevado.
  • Foco no futuro: Estudo do BC sobre canais de transmissão da política monetária visa entender persistência do consumo e crédito sob juros altos. Decisões futuras dependerão de novos dados.

  • Margens Resilientes: Itaú BBA destaca margens saudáveis nas operações de carne bovina na América do Sul, com integração dos ativos no Uruguai contribuindo para aumento de volume de 291 mil toneladas.
  • Exportações Influenciando Margens: Reabertura das exportações de frango para a China deve adicionar 200 pontos-base às margens, importante para divergências nas projeções de mercado.
  • Ebitda Ajustado Acima do Consenso: Ebitda ajustado de R$ 3,5 bilhões, superando levemente o consenso de R$ 3,4 bilhões; margem Ebitda subiu 190 pontos-base.
  • Expansão nos EUA: Margem Ebitda nos EUA subiu para 2% devido a sazonalidade e aumento de preços, apesar de perspectiva desafiadora segundo guidance da Tyson Foods.
  • Recomendação Neutra: Itaú BBA mantém recomendação neutra para ações da MBRF3 com preço-alvo de R$ 19,00 ao fim de 2025, implicando um potencial de valorização de 4,9%.

  • Lucro de R$ 367 mi: Americanas (AMER3) reportou lucro de R$ 367 milhões no 3º trimestre de 2025, uma queda de 96,4% em relação ao ano anterior.
  • Redução na receita líquida: A receita líquida de julho a setembro caiu 1%, totalizando R$ 2,7 bilhões.
  • Perspectivas para investidores: O declínio significativo no lucro sugere cautela para investidores e traders que acompanham a performance da empresa.
  • Tendências do mercado: Este resultado reflete um cenário desafiador para o setor de varejo, exigindo análise detalhada das tendências de consumo.
  • Ações da Americanas (AMER3): Traders devem observar a resposta do mercado e possíveis movimentos de preço das ações da Americanas após a divulgação dos resultados.

  • Banco do Brasil reporta queda de 60% no lucro: Lucro líquido ajustado de R$ 3,8 bilhões no 3º trimestre de 2025, bem abaixo das previsões dos analistas.
  • Impacto negativo nas margens e aumento de provisões: Lucro contábil caiu para R$ 3 bilhões devido à elevação de provisões e redução das receitas de juros.
  • Pressão competitiva no setor: Desempenho afetado por forte concorrência de bancos digitais e custos crescentes na carteira de crédito empresarial.
  • Reflexos no mercado: Ações do BBAS3 caem após balanço decepcionante, sinalizando cautela dos investidores e possível revisão nas projeções de dividendos.
  • Perspectivas e ajustes do Banco do Brasil: Foco em expansão do crédito rural e digitalização, mantendo solidez financeira apesar do ajuste pontual.

  • Lucratividade Recorde: Ultra (UGPA3) reporta lucro de R$ 772 milhões no 3º trimestre de 2025, superando expectativas.
  • Operação Carbono Oculto: Resultados impulsionados por operação contra o mercado ilegal de combustíveis, realizada em agosto.
  • Impacto Positivo nos Papéis: Expectativa de aumento na confiança dos investidores, potencialmente influenciando o valor das ações.
  • Análise Técnica Sugerida: Traders devem observar sinais de tendência de alta no gráfico UGPA3 para possíveis oportunidades de investimento.
  • Decisões Estratégicas: Acompanhar comunicados futuros da empresa para entender estratégias de continuidade no combate a práticas ilegais no setor.

  • Lucro Líquido: Direcional (DIRR3) reportou lucro líquido de R$ 230 milhões no terceiro trimestre de 2025, um aumento anual de 43%.
  • Ebitda Ajustado: A companhia registrou um Ebitda ajustado de R$ 302 milhões, marcando um crescimento de 36% em relação ao trimestre anterior.
  • Desempenho da Ação: As ações da Direcional acumularam uma alta de 47% em 2025 até o momento.
  • Consistência Operacional: Direcional destacou consistência no desempenho operacional, fator relevante para avaliações em investimentos.
  • Perspectivas Positivas: O crescimento nos resultados financeiros pode trazer expectativas de valorização contínua para os traders monitorarem.

  • Banco do Brasil revisa projeções de lucro: expectativa passa de R$ 21-25 bilhões para R$ 18-21 bilhões, abaixo da média de analistas de R$ 22,375 bilhões.
  • Custo de crédito aumenta: Nova faixa está entre R$ 59-62 bilhões, comparado aos R$ 53-56 bilhões anteriores.
  • Indicadores inalterados: Projeções de carteira de crédito, margem financeira, receitas e despesas administrativas permanecem.
  • Resultados do 3T25: Lucro líquido ajustado de R$ 3,8 bilhões, queda de 60%, mas dentro das expectativas do mercado.
  • Lucro menor esperado em 2025: Banco reconhece desafios, mas projeta ainda rentabilidade sólida com provisões.

  • OPEP revisa projeções: A organização agora prevê um pequeno excedente de 20 mil barris por dia em 2026, contrariando a expectativa anterior de déficit. Isso pressionou os preços do petróleo Brent.
  • Impacto nos preços: O petróleo Brent caiu mais de 3% no dia, operando abaixo de US$ 63 por barril após a divulgação do relatório da OPEP.
  • Divergência com a AIE: A Agência Internacional de Energia (AIE) estima um excedente muito maior, de até 4 milhões de barris por dia em 2026, ampliando a incerteza no mercado.
  • Produção da OPEP+: A produção em outubro foi de 43,02 milhões de barris por dia, com uma leve queda influenciada por menores produções no Cazaquistão, mas compensada por outros membros.
  • Perspectivas e ações dos traders: Analistas veem potencial de volatilidade e um possível ajuste na produção. A OPEP+ pode rever cortes se preços continuarem baixos.

  • Mini-Índice em Queda: O Ibovespa futuro para dezembro (WINZ25) caiu 0,20%, fechando aos 159.645 pontos, mas a tendência de alta segue intacta segundo o BTG Pactual.
  • Análise Técnica: Sem sinais de correção, o preço atual é visto como "esticado"; suporte e alvo estabelecidos em 158.395 e 164.085 pontos, respectivamente.
  • Câmbio em Foco: Dólar futuro subiu 0,33% a R$ 5,313; movimento alinhado ao avanço externo com DXY operando em alta e suporte retomado acima de R$ 5,300.
  • Cenário Externo: Expectativas sobre fim de paralisação nos EUA e apoio de Trump a pacote financeiro influenciam o dólar futuro; enfraquecimento das commodities também pressionou.
  • Efeito Local: Falas do presidente do Banco Central e crescimento do setor de serviços em setembro impactaram o Ibovespa futuro, oferecendo visão positiva para o mercado interno.

  • Ibovespa recua 0,07%: O principal índice da bolsa brasileira fechou em leve baixa, marcando 157.632,90 pontos.
  • Pressão de Petrobras: Movimentos na estatal influenciam o recente desempenho do índice.
  • Fim de série histórica: Ibovespa encerra sua maior sequência de altas em mais de 30 anos.
  • Atenção para Galipolo e petróleo: Mercado está atento aos desdobramentos envolvendo Galipolo e os preços do petróleo.
  • Oportunidades de oscilação: Traders devem observar volatilidade do mercado após a interrupção da sequência de altas.

  • Lucro líquido ajustado: R$ 3,785 bilhões no 3T25, queda de 60,2% ano a ano.
  • Performance em linha: Resultado alinhado com estimativas do mercado, conforme prévias da Broadcast.
  • Projeção de lucro revisada: Nova expectativa entre R$ 18 bilhões e R$ 21 bilhões para 2025.
  • Impacto de inadimplência: Cenário de maior pressão sobre inadimplência e crédito afetou resultados.
  • Atualização futura: Mais informações sobre o balanço do 3T25 serão divulgadas em breve.

  • Ibovespa encerra sequência de altas: Após 15 altas consecutivas, o Ibovespa caiu 0,07%, atingindo 157.632 pontos, com a realização de lucros em PETR4 e BBAS3.
  • Cenário externo misto: Dow Jones em alta pelo fim do shutdown do governo, enquanto Nasdaq cai com pressão nas ações de tecnologia, afetando otimismo local.
  • Galípolo do Banco Central não dá sinalizações: Discurso do diretor manteve postura cautelosa dos investidores, sem pistas sobre próximos passos do Copom.
  • Desempenho de ações: B3SA3 sobe 4,36% com lucro forte, enquanto CVCB3 cai 8,33% por custos maiores. VALE3 e GOLL54 apresentam fortes altas.
  • Dados econômicos e varejo: Setor de serviços avançou além do esperado, com o varejo no radar para influenciar o Ibovespa nos próximos pregões.

  • Lucro do 3º trimestre: Gol reportou lucro líquido de R$ 248 milhões, revertendo o prejuízo anterior.
  • Desempenho das ações: Ações GOLL54 registraram alta de 13,4% após a divulgação dos resultados.
  • Custos abaixo do previsto: Custos operacionais ficaram abaixo das expectativas do mercado, surpreendendo analistas.
  • Impacto financeiro: Os resultados indicam uma gestão eficiente de custos e pode influenciar positivamente as decisões de compra e venda.
  • Análise futura: Traders devem monitorar o desempenho contínuo da Gol em relação ao controle de custos e sustentabilidade dos lucros.

  • Proventos Surpreendem: Taesa (TAEE11) anunciou proventos acima das expectativas, o que impulsionou as ações no curto prazo.
  • Ação Salta: O mercado reagiu positivamente aos dividendos anunciados, levando a um salto nas ações da Taesa.
  • Expectativas de Dividendos: Analistas veem as expectativas de pagamento de dividendos como o principal catalisador para o movimento positivo das ações recentemente.
  • Pouco Espaço para Valorização: Apesar do movimento positivo, há pouco otimismo entre os analistas para uma valorização significativa das ações a longo prazo.
  • Análise Cautelosa: Investidores devem ter cautela, pois os gatilhos de crescimento são limitados e dependem principalmente dos dividendos a curto prazo.

  • Lucro líquido da B3 cresceu 10%: Resultados do terceiro trimestre superaram expectativas, com aumento significativo no lucro líquido.
  • Volume de negociação elevado: Crescimento no volume de negócios contribuiu para o otimismo do mercado.
  • Redução nas despesas operacionais: A empresa conseguiu diminuir as despesas, aumentando a eficiência e a rentabilidade.
  • Reação positiva do mercado: Ações da B3 subiram mais de 4% após a divulgação do balanço, indicando confiança dos investidores.
  • Perspectiva positiva para o futuro: Projeções indicam continuidade na trajetória de crescimento, impactando positivamente as ações.

  • Receita Líquida: Taesa (TAEE11) reportou R$ 650 milhões no 3T25, alta de 9,8% a/a e em linha com projeções.
  • Dividendos Anunciados: R$ 323 milhões, ou R$ 0,94 por ação, rendimento de 2,2%.
  • Recomendação do Citi: Neutra, com preço-alvo de R$ 34, implicando potencial desvalorização de 19,88%.
  • Comparativo de Retorno: Taxa interna de retorno real de 5%, inferior à de concorrentes como Alupar (ALUP11).
  • Perspectiva do Citi: Considera atual precificação de TAEE11 “como justa”.

  • Ações da Boa Safra (SOJA3) caíram 15% após divulgação de resultados financeiros.
  • Analistas agora focam na execução comercial da empresa.
  • Boa Safra planeja expandir seu fornecimento de sementes em cerca de 40% comparado ao ano anterior.
  • Investidores observam impacto dos resultados no futuro desempenho das ações.
  • Oportunidade para traders avaliarem a potencial recuperação no setor agrícola.

  • Proventos Aprovados: Banco do Brasil aprovou R$ 410 milhões em juros sobre o capital próprio (BBAS3).
  • Valor por Ação: O valor por ação será de R$ 0,07192713139.
  • Data de Pagamento: Proventos serão pagos em 11 de dezembro; ações negociadas "ex" a partir de 2 de dezembro.
  • Lucro Líquido: Banco registrou lucro líquido ajustado de R$ 3,7 bilhões no 3º trimestre, queda de 60% no ano.
  • Comparativo Setorial: Único grande banco com redução no lucro após 16 trimestres de crescimento.

  • Possível correção técnica do Ibovespa: Após 15 altas consecutivas, a XP Investimentos sugere uma correção natural apesar do otimismo médio prazo.
  • Volatilidade e proteção: A volatilidade implícita do Ibovespa próxima de mínimas históricas (14,5%) sugere a compra de proteção como estratégia viável.
  • Cenários de alta: Expectativas de cortes de juros, movimentações eleitorais e bons resultados corporativos impulsionam a bolsa.
  • Expectativas e resultados: Com 61% das empresas superando expectativas de lucros, o ambiente corporativo permanece favorável para o índice.
  • Fluxos estrangeiros ajustados: Apesar da percepção de investimento estrangeiro, dados da B3 mostram fluxo neutro com destaque para a categoria “Outros”.

  • Ação BBAS3 em queda: Banco do Brasil decepciona o mercado após resultados do trimestre.
  • Analistas rebaixam ação: A performance fraca gerou ajustes negativos nas recomendações.
  • Pagamento de proventos: Banco do Brasil aprova R$ 410,6 milhões em dividendos a serem distribuídos.
  • Impacto no mercado: Expectativa de novos ajustes nas projeções pode afetar o preço dos papéis no curto prazo.
  • Oportunidade de trade: Traders devem avaliar a possibilidade de volatilidade nos próximos dias.

  • Lucro do BB abaixo do esperado: O lucro líquido recorrente do Banco do Brasil (BBAS3) caiu 60,2% no 3º trimestre de 2025, ficando em R$ 3,78 bilhões, abaixo do esperado pelo mercado que previa R$ 4,03 bilhões.
  • Pressão na rentabilidade: O retorno sobre patrimônio líquido médio (ROAE) caiu para 8,4%, o menor em décadas, pressionado por alta inadimplência e provisões crescentes.
  • Aumento da inadimplência: Índice de inadimplência acima de 90 dias subiu para 4,93%, com destaque negativo para o agronegócio e MPMEs, atingindo 10,25% neste segmento.
  • Preocupação para traders: Expectativa de que os resultados pressionem as ações no próximo pregão, já que o mercado ainda digere o balanço fraco.
  • Dividendos para acionistas: Banco anunciou distribuição de R$ 410,59 milhões em juros sobre o capital próprio, correspondente a R$ 0,07192 por ação BBAS3.
Filtros de Categoria
3 categorias ativas