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  • Ibovespa encerra sequência de altas: Após 15 altas consecutivas, o Ibovespa caiu 0,07%, atingindo 157.632 pontos, com a realização de lucros em PETR4 e BBAS3.
  • Cenário externo misto: Dow Jones em alta pelo fim do shutdown do governo, enquanto Nasdaq cai com pressão nas ações de tecnologia, afetando otimismo local.
  • Galípolo do Banco Central não dá sinalizações: Discurso do diretor manteve postura cautelosa dos investidores, sem pistas sobre próximos passos do Copom.
  • Desempenho de ações: B3SA3 sobe 4,36% com lucro forte, enquanto CVCB3 cai 8,33% por custos maiores. VALE3 e GOLL54 apresentam fortes altas.
  • Dados econômicos e varejo: Setor de serviços avançou além do esperado, com o varejo no radar para influenciar o Ibovespa nos próximos pregões.

  • Lucro do 3º trimestre: Gol reportou lucro líquido de R$ 248 milhões, revertendo o prejuízo anterior.
  • Desempenho das ações: Ações GOLL54 registraram alta de 13,4% após a divulgação dos resultados.
  • Custos abaixo do previsto: Custos operacionais ficaram abaixo das expectativas do mercado, surpreendendo analistas.
  • Impacto financeiro: Os resultados indicam uma gestão eficiente de custos e pode influenciar positivamente as decisões de compra e venda.
  • Análise futura: Traders devem monitorar o desempenho contínuo da Gol em relação ao controle de custos e sustentabilidade dos lucros.

  • Proventos Surpreendem: Taesa (TAEE11) anunciou proventos acima das expectativas, o que impulsionou as ações no curto prazo.
  • Ação Salta: O mercado reagiu positivamente aos dividendos anunciados, levando a um salto nas ações da Taesa.
  • Expectativas de Dividendos: Analistas veem as expectativas de pagamento de dividendos como o principal catalisador para o movimento positivo das ações recentemente.
  • Pouco Espaço para Valorização: Apesar do movimento positivo, há pouco otimismo entre os analistas para uma valorização significativa das ações a longo prazo.
  • Análise Cautelosa: Investidores devem ter cautela, pois os gatilhos de crescimento são limitados e dependem principalmente dos dividendos a curto prazo.

  • Lucro líquido da B3 cresceu 10%: Resultados do terceiro trimestre superaram expectativas, com aumento significativo no lucro líquido.
  • Volume de negociação elevado: Crescimento no volume de negócios contribuiu para o otimismo do mercado.
  • Redução nas despesas operacionais: A empresa conseguiu diminuir as despesas, aumentando a eficiência e a rentabilidade.
  • Reação positiva do mercado: Ações da B3 subiram mais de 4% após a divulgação do balanço, indicando confiança dos investidores.
  • Perspectiva positiva para o futuro: Projeções indicam continuidade na trajetória de crescimento, impactando positivamente as ações.

  • Receita Líquida: Taesa (TAEE11) reportou R$ 650 milhões no 3T25, alta de 9,8% a/a e em linha com projeções.
  • Dividendos Anunciados: R$ 323 milhões, ou R$ 0,94 por ação, rendimento de 2,2%.
  • Recomendação do Citi: Neutra, com preço-alvo de R$ 34, implicando potencial desvalorização de 19,88%.
  • Comparativo de Retorno: Taxa interna de retorno real de 5%, inferior à de concorrentes como Alupar (ALUP11).
  • Perspectiva do Citi: Considera atual precificação de TAEE11 “como justa”.

  • Ações da Boa Safra (SOJA3) caíram 15% após divulgação de resultados financeiros.
  • Analistas agora focam na execução comercial da empresa.
  • Boa Safra planeja expandir seu fornecimento de sementes em cerca de 40% comparado ao ano anterior.
  • Investidores observam impacto dos resultados no futuro desempenho das ações.
  • Oportunidade para traders avaliarem a potencial recuperação no setor agrícola.

  • Proventos Aprovados: Banco do Brasil aprovou R$ 410 milhões em juros sobre o capital próprio (BBAS3).
  • Valor por Ação: O valor por ação será de R$ 0,07192713139.
  • Data de Pagamento: Proventos serão pagos em 11 de dezembro; ações negociadas "ex" a partir de 2 de dezembro.
  • Lucro Líquido: Banco registrou lucro líquido ajustado de R$ 3,7 bilhões no 3º trimestre, queda de 60% no ano.
  • Comparativo Setorial: Único grande banco com redução no lucro após 16 trimestres de crescimento.

  • Possível correção técnica do Ibovespa: Após 15 altas consecutivas, a XP Investimentos sugere uma correção natural apesar do otimismo médio prazo.
  • Volatilidade e proteção: A volatilidade implícita do Ibovespa próxima de mínimas históricas (14,5%) sugere a compra de proteção como estratégia viável.
  • Cenários de alta: Expectativas de cortes de juros, movimentações eleitorais e bons resultados corporativos impulsionam a bolsa.
  • Expectativas e resultados: Com 61% das empresas superando expectativas de lucros, o ambiente corporativo permanece favorável para o índice.
  • Fluxos estrangeiros ajustados: Apesar da percepção de investimento estrangeiro, dados da B3 mostram fluxo neutro com destaque para a categoria “Outros”.

  • Ação BBAS3 em queda: Banco do Brasil decepciona o mercado após resultados do trimestre.
  • Analistas rebaixam ação: A performance fraca gerou ajustes negativos nas recomendações.
  • Pagamento de proventos: Banco do Brasil aprova R$ 410,6 milhões em dividendos a serem distribuídos.
  • Impacto no mercado: Expectativa de novos ajustes nas projeções pode afetar o preço dos papéis no curto prazo.
  • Oportunidade de trade: Traders devem avaliar a possibilidade de volatilidade nos próximos dias.

  • Lucro do BB abaixo do esperado: O lucro líquido recorrente do Banco do Brasil (BBAS3) caiu 60,2% no 3º trimestre de 2025, ficando em R$ 3,78 bilhões, abaixo do esperado pelo mercado que previa R$ 4,03 bilhões.
  • Pressão na rentabilidade: O retorno sobre patrimônio líquido médio (ROAE) caiu para 8,4%, o menor em décadas, pressionado por alta inadimplência e provisões crescentes.
  • Aumento da inadimplência: Índice de inadimplência acima de 90 dias subiu para 4,93%, com destaque negativo para o agronegócio e MPMEs, atingindo 10,25% neste segmento.
  • Preocupação para traders: Expectativa de que os resultados pressionem as ações no próximo pregão, já que o mercado ainda digere o balanço fraco.
  • Dividendos para acionistas: Banco anunciou distribuição de R$ 410,59 milhões em juros sobre o capital próprio, correspondente a R$ 0,07192 por ação BBAS3.

  • Lucro do BBAS3: Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 3,8 bilhões no 3º trimestre de 2025, queda de 60% em relação ao ano anterior.
  • Expectativas do Mercado: Resultados ficaram dentro das expectativas dos analistas, que previam R$ 3,2 bilhões de lucro.
  • Pressões Negativas: Aumento da inadimplência no agronegócio e novas regulamentações impactaram nos resultados.
  • ROE em Queda: Retorno sobre patrimônio líquido caiu para 8%, bem abaixo de concorrentes como Itaú, Santander e Bradesco.
  • Inadimplência Crescente: Índice de inadimplência do produtor rural subiu para 8,1%, com maior impacto sobre o setor financeiro.

  • Queda de Lucro: Banco do Brasil (BBAS3) reporta lucro de R$ 3,8 bilhões no 3º trimestre de 2025, marcando uma queda de 60% em relação ao ano anterior.
  • Atenção para BBAS3: A significativa queda no lucro pode impactar a avaliação e expectativa dos investidores em relação às ações BBAS3.
  • Dividendos: Nenhuma informação específica sobre alterações nos dividendos foi mencionada; atenção a possíveis mudanças futuras.
  • Considerações Estratégicas: O banco está traçando estratégias para proteção caso haja escalonamento de sanções nos EUA.
  • Data de Divulgação: Os resultados foram divulgados na noite de quarta-feira, o que pode influenciar o mercado a partir da abertura de quinta-feira.

  • Lucro líquido caiu 73%: Vamos reportou lucro de R$ 50 milhões, representando uma queda anual significativa.
  • Ações caíram 2,6%: Notícia impulsionou queda nas ações da empresa (VAMO3) devido a resultados fracos.
  • Pressão de custos: Resultados foram impactados por custos elevados, destacando um desafio atual para a empresa.
  • Alavancagem financeira: Elevados níveis de dívida aumentam o risco percebido pelos investidores.
  • Estratégia de estoques: Necessidade de monitorar como a empresa ajustará a estratégia para enfrentar pressões financeiras.

  • Prejuízo Trimestral: A Auren registrou um prejuízo de R$403,7 milhões no terceiro trimestre, revertendo um lucro de R$197,2 milhões no ano anterior.
  • Impacto no Ebitda: O Ebitda ajustado caiu 10,4% em relação ao ano passado, totalizando R$772,7 milhões, devido a cortes de geração em ativos eólicos e solares.
  • Medida Provisória 1.304: A Auren aguarda sanção presidencial para a MP que prevê ressarcimento a empresas afetadas por "curtailment".
  • Reorganização Societária: A Auren pretende consolidar seus ativos hidrelétricos sob a Cesp para aumentar a eficiência financeira e operacional.
  • Foco em Desalavancagem: A empresa mantém seu índice de alavancagem estável, priorizando projetos com retornos atrativos, mesmo considerando a participação em leilões estratégicos.

  • Preço da Soja: O contrato de soja mais ativo na CBOT fechou em alta de 6,5 centavos, a US$11,3375 o bushel.
  • Ajuste de Posições: Traders ajustam posições com expectativa para dados de oferta e demanda dos EUA nesta sexta-feira (12).
  • Preocupação com Compras Chinesas: Falta de grandes compras chinesas limita a alta dos preços, apesar de compromissos chineses para o ano.
  • Impacto do USDA: Ausência de dados do USDA devido à paralisação do governo aumenta atenção para novos números de produtividade.
  • Cenário de Milho e Trigo: Milho subiu 3,25 centavos, enquanto o trigo fechou inalterado, com preocupações sobre produção de milho por seca e doenças.

  • Lucro no 3T: Aumento de 32,1% no lucro líquido para R$ 117,6 milhões em comparação anual, mas queda de 2,3% em relação ao trimestre anterior.
  • Receita e Margens: Receita líquida de R$ 548,4 milhões (alta de 9,3% anual, queda de 17,5% trimestral); destaque para a margem líquida subindo para 21,4% e margem bruta atingindo 41,3%.
  • Estratégia da Construtora: Foco em disciplina financeira e margens elevadas, com modelo de Condomínio que impulsiona margens através de menor exposição de caixa.
  • Dívida e Vendas: Dívida líquida de R$ 246,4 milhões, mantendo baixa alavancagem, e VSO líquida de 53,2% no último ano demonstrando liquidez estrutural.
  • Dividendos e Rentabilidade Futuras: Anúncio de dividendos de R$ 50,74 milhões, com planos de aumento; expectativa do ROAE subir de 21% para 24% até 2025.

  • Lucro Líquido: O PagBank registrou lucro líquido recorrente de R$571 milhões no terceiro trimestre, estável em relação ao ano anterior.
  • Receita e Carteira de Crédito: Receita líquida subiu 14,4% para R$3,4 bilhões e a carteira de crédito aumentou 30% para R$4,2 bilhões.
  • Crescimento de Clientes: Número de clientes atingiu 33,7 milhões, um crescimento anual de 5%.
  • ROAE e Depósitos: Rentabilidade ROAE ficou em 15,1% com depósitos totais de R$39,4 bilhões, um aumento de 15,3% anual.
  • Mudança na Gestão: Carlos Mauad será o novo CEO e Gustavo Sechin será o CFO a partir de 1º de janeiro, com antigos executivos para o Conselho de Administração.

  • Ibovespa fechou com queda de 0,07% aos 157.632,90 pontos, após 15 altas consecutivas, influenciado por recalibragem da Selic, queda do petróleo e balanços corporativos.
  • Dólar à vista subiu 0,38% encerrando em R$ 5,2932, com atenção dos investidores voltada à política monetária e dados macroeconômicos.
  • Setor de serviços cresceu 0,6% em setembro, registrando oitavo mês consecutivo de alta, superando expectativas do mercado.
  • Petróleo Brent caiu 3,76% para US$ 62,71 o barril, influenciando ações da Petrobras que recuaram mais de 2% no Ibovespa.
  • Wall Street fechou sem direção única; Dow Jones +0,68%, S&P 500 +0,06%, Nasdaq -0,26%, com expectativa de novo financiamento no Congresso dos EUA.

  • Desaceleração da inflação: IPCA em outubro subiu apenas 0,09%, o menor aumento para o mês desde 1998.
  • Alimentos impactam: Grupo Alimentação e Bebidas registrou 0,01%, enquanto batata inglesa subiu 8,56% e óleo de soja 4,64%.
  • Oferta limitada: Batata e óleo de soja enfrentam aumentos por questões climáticas e crescimento das exportações, respectivamente.
  • Segmentos variados: Setores como Vestuário (+0,51%) e Saúde (+0,41%) mostram variações importantes.
  • Produto com exportação crescente: Óleo de soja se valoriza no mercado externo, afetando oferta interna e preços.

  • Endividamento acima de 100% do PIB: Trajetória da dívida pública pressionada por juros altos e baixo crescimento, com previsão de ultrapassar 100% até 2027.
  • Gastos obrigatórios crescem: Ampliados no governo atual, deixam pouco espaço para investimentos e podem paralisar gastos discricionários até 2027.
  • Manobras contábeis e aumento da arrecadação: Estratégias atuais não sustentáveis, aumentando custo futuro e exigirão ajustes rigorosos do próximo governo.
  • Reformas estruturais urgentes: Necessidade de modernização do Estado e reformas para evitar "abismo fiscal" e restaurar a confiança do mercado.
  • Desafios para 2027: Novo governo enfrentará riscos fiscais crescentes, necessidade de reformas imediatas e manter credibilidade fiscal para evitar deterioração permanente.

  • Inflação de outubro: O IPCA subiu apenas 0,09%, o menor aumento para este mês desde 1998, puxado principalmente por variações específicas em alimentos.
  • Impacto da batata e óleo de soja: A batata inglesa subiu 8,56% e o óleo de soja 4,64%, afetando significativamente o índice geral de preços.
  • Dinamismo dos alimentos: Apesar da pequena alta de 0,01% nos preços de alimentos e bebidas, a variação marcante de produtos específicos, como a batata e o óleo, merece atenção.
  • Fatores climáticos e exportações: As altas dos preços da batata foram atribuídas a condições climáticas adversas, enquanto o óleo de soja foi influenciado por aumento de exportações.
  • Tendências mensais passadas: Produtos como tomate, café e batata mostraram-se voláteis ao longo do ano, com variações expressivas em diferentes meses, destacando a necessidade de monitorar continuamente esses mercados.

  • Desempenho das ações: As ações da Vamos (VAMO3) caíram mais de 7% após balanço abaixo das expectativas; perdas reduziram para -1,86% no final do pregão.
  • Resultados financeiros: Lucro líquido ajustado foi de R$ 50,4 milhões, 72,7% inferior ao ano anterior. Ebitda ajustado subiu 3,7%, totalizando R$ 895 milhões.
  • Projeções vs. Realidade: Projeções da LSEG indicavam lucro esperado de R$ 83,5 milhões. O Ebitda esperado era R$ 938 milhões.
  • Perspectivas de analistas: BTG Pactual e Bradesco BBI mantêm recomendação de compra, apesar dos desafios de margens e custos elevados, vendo oportunidade com a queda dos juros.
  • Recomendações e desafios: XP e Safra mantêm recomendação de compra devido ao valuation atrativo, mas ressaltam a compressão de margens e despesas financeiras altas como desafios.

  • Queda no petróleo: O petróleo caiu cerca de 4% após a Opep apontar para um equilíbrio entre oferta e demanda até 2026.
  • Impacto da Opep: A expectativa de equilíbrio no mercado impacta diretamente nas decisões de produção e planejamento de empresas ligadas ao setor.
  • Oferta global em foco: As preocupações sobre o aumento da oferta global influenciaram fortemente o movimento do mercado de petróleo.
  • Análise de longo prazo: Traders devem acompanhar projeções da Opep e ajustar estratégias conforme as metas de equilíbrio de mercado até 2026.
  • Relevância para o trading diário: A volatilidade atual pode criar oportunidades para realizar operações de curto prazo no mercado futuro de petróleo.

  • Maior Surto de Gripe Aviária na Alemanha: O país registrou o maior número de surtos dos últimos três anos em 2025, com um alto número de infecções detectadas.
  • Impacto no Setor Avícola: A gripe aviária pode levar a restrições comerciais, abate de aves e afetações na cadeia de suprimentos do setor.
  • Ações de Contenção Local: Autoridades alemãs não impuseram lockdown nacional, mas ordenaram confinamento de aves e flexibilizaram proteções aos grous.
  • Nível de Risco e Disseminação: O Instituto FLI classificou o risco como "alto", destacando desafios na contenção devido a padrões de migração de aves.
  • Preços dos Ovos e Carne de Aves: Analistas não observaram impacto significativo nos preços, citando uma população de aves de cerca de 200 milhões na Alemanha.

  • Dólar à vista fechou em baixa de 0,62% na terça-feira, cotado a R$ 5,2746.
  • Queda após 5 sessões consecutivas de baixas anteriores, com alta pontual na quarta-feira para R$ 5,29.
  • Movimento contraria a tendência dos mercados internacionais, que apresentavam um enfraquecimento do dólar.
  • Atenção aos próximos indicadores econômicos que podem impactar a moeda, como dados de inflação e decisões de política monetária.
  • Volatilidade crescente pode representar oportunidades para operações de curto prazo no mercado cambial.

  • Amazon Brasil oferece descontos de até 70% em seu "Esquenta Black Friday 2025", com R$ 50 milhões em cupons e ofertas cobrindo mais de 50 categorias.
  • Promoções da Black Friday estendidas por todo o mês de novembro, com datas específicas como o "11.11" gerando aumento de 74% no tráfego da Amazon de um dia para o outro.
  • A estratégia de cupons com "chuva de cupons" oferece autonomia aos consumidores, permitindo maior controle sobre a aplicação dos descontos.
  • Black Friday oficial da Amazon começa em 21 de novembro, sem divulgação de desconto máximo até o momento.
  • Concorrência acirrada no e-commerce, com Amazon destacando uso de influenciadores, programa de afiliados e foco em entregas rápidas e frete grátis para clientes Prime.

  • Dólar recupera ganhos: Após cinco quedas consecutivas, o dólar reverte tendência com foco em acordo orçamentário nos EUA.
  • Cotação do dólar à vista: Fechou em R$ 5,2932, com alta de 0,38% nesta quarta-feira.
  • Impactos da política monetária no câmbio: Declarações de Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, geram volatilidade no mercado.
  • Pressão das commodities: Queda de quase 4% nos futuros do petróleo Brent afetou o real.
  • Acordo nos EUA: Expectativa sobre aprovação de pacote de financiamento provisório pode influenciar movimentos cambiais.

  • Carteira Agrícola: A carteira agrícola do Banco do Brasil atingiu R$ 400 bilhões em fevereiro, crescendo 12% em relação a 2024.
  • Impacto do Agronegócio: Condições macroeconômicas ou climáticas adversas podem aumentar as provisões para devedores duvidosos (PDD).
  • PDD em Alta: O aumento do PDD no 2T25 sinaliza risco material na dinâmica agrícola brasileira.
  • Divulgação de Resultados: Resultado do 3º trimestre de 2025 será divulgado em 12 de novembro, após o fechamento do mercado.
  • Previsão de Impacto: Espera-se que o agronegócio impacte negativamente o balanço do Banco do Brasil.

  • Ibovespa em alta: A bolsa brasileira opera com a maior sequência de ganhos em mais de três décadas, com o Ibovespa nas máximas nominais históricas, mas o fundo Verde reduziu sua exposição a ações brasileiras.
  • Movimento do Fundo Verde: Após anunciar retomada marginal de compras, o fundo Verde agora vê retorno prospectivo limitado frente aos riscos e volatilidades, reduzindo alocação em ativos de risco brasileiros.
  • Incertezas e posições do fundo: O fundo Verde aponta incertezas, como a derrota do governo na MP 1.303 e a oscilação de popularidade do presidente Lula, optando por zerar posições no Real e ajustando sua carteira de moedas e renda fixa.
  • Retorno do fundo: Em outubro, o fundo multimercado da Verde obteve retorno de 1,41%, superando o CDI de 1,28%, e acumula alta de 13,58% no ano contra 11,76% do benchmark.
  • Cenário global: Incerteza cresce com "shutdown" nos EUA e apostas em IA são voláteis; Verde segue alocado em juro real e inflação implícita nos EUA, acompanhando a tendência de diversificação de moedas além do dólar.

  • Primeiro ETF de Ouro da Itaú Asset: Lançamento do GLDI11, marcando a entrada da empresa no segmento de commodities.
  • Estrutura do GLDI11: Acesso ao contrato futuro de ouro, usando a LTF como segurança, garantindo performance ajustada sem variação cambial.
  • Requisitos de Investimento: Aplicação mínima de R$ 50,00, com taxa de administração de 0,40% ao ano.
  • Liquidez do ETF: Liquidez em até dois dias após a operação, oferecendo agilidade nas transações.
  • Benefício do Ouro na Carteira: Alta descorrelação com outros ativos, potencial para equilibrar e melhorar resultados da carteira ao longo do tempo.

  • Crescimento de 26% em 2025: Xeque Mate produziu 9 milhões de litros, consolidando-se como uma das maiores produtoras independentes do Brasil.
  • Parcerias estratégicas: Alianças com Ambev e novos canais de distribuição ampliaram a presença nacional da marca.
  • Foco na autenticidade: Ingredientes de alta qualidade e o processo artesanal diferenciam a marca, protegendo-a contra cópias.
  • Resiliência durante a crise: Xeque Mate manteve vendas estáveis durante a crise do metanol e planeja manter a produção de 3,4 milhões de litros até o Carnaval de 2026.
  • Lançamento da Mascate Drinks: Nova linha de bebidas prontas para consumo, com produção inicial de 1,04 milhão de litros, expandindo o portfólio da empresa.

  • XP Investimentos projeta alta de 35% nas ações da Pague Menos até 2026, retomando cobertura da empresa.
  • Expectativa de aumento de produtividade nas lojas da rede de farmácias, segundo avaliação da corretora.
  • Potencial de crescimento na venda de medicamentos à base de GLP-1 como fator positivo.
  • Pague Menos tem vantagem competitiva sobre marketplaces em higiene e cosméticos.
  • Loja está explorando conversões de lojas após fim da marca ExtraFarma.

  • Bitcoin (BTC): Cai 12,7% em outubro, mas permanece um pilar do mercado. Potencial de retomada em novembro com cenário macroeconômico favorável.
  • Ethereum (ETH): Atração crescente de investidores institucionais com foco em ETFs e tokenização, apesar de queda de 18,3% em outubro.
  • Solana (SOL): Forte ecossistema com aplicação em games e pagamentos, mantendo atração entre desenvolvedores mesmo após um recuo de 11,45%.
  • Hyperliquid e Jupiter: Destaques positivos, com Hyperliquid registrando 3,19% de retorno e Jupiter com 9,41% de alta graças a integrações institucionais.
  • XRP: Estabiliza perto de US$ 3, com potencial de crescimento para até US$ 7 se fluxos institucionais permanecerem positivos.

  • Escalada nas tensões China-EUA: China acusa os EUA de roubar US$ 13 bilhões em Bitcoin, aumentando atritos diplomáticos.
  • Operação hacker estatal: Relatório sugere ação americana contra o pool de mineração LuBian em 2020.
  • Coincidência na movimentação de Bitcoins: 127.272 Bitcoins confiscados nos EUA podem estar ligados ao ataque.
  • Silêncio dos EUA: Departamento de Justiça confirma apreensão, mas evita detalhar métodos, alimentando suspeitas chinesas.
  • Implicações geopolíticas: O caso pode intensificar a rivalidade digital e militar entre China e EUA.

  • Corte da Selic: Ministra do Planejamento afirma que o Banco Central pode reduzir a taxa Selic até janeiro, com base na evolução dos indicadores econômicos.
  • Inflação: Expectativa de que a inflação alcance o centro da meta de 3% até 2026, com sinais de mercado indicando essa tendência.
  • Meta Fiscal: O governo mantém a meta de superávit fiscal para 2026, evitando mudanças para preservar a credibilidade econômica.
  • Tributação das Bets: Proposta de aumentar a alíquota sobre bets online de 12% para 24% para fortalecer as finanças públicas.
  • Sustentabilidade da Dívida: Regras fiscais atuais insuficientes para sustentabilidade, mas suficientes para estabilidade, com foco no cumprimento das metas.

  • Trump promete redução tarifária no café: O presidente dos EUA anunciou possíveis cortes nas tarifas de importação sobre o café, favorecendo o Brasil, principal fornecedor.
  • Impacto negativo das tarifas: Desde as sanções em agosto, exportações de café do Brasil para os EUA despencaram 53%, com forte impacto para exportadores.
  • Alívio na pressão sobre preços: Trump busca conter a alta dos preços nos EUA, onde o café subiu 19%, favorecendo o possível alívio tarifário como estratégia eleitoral.
  • Oportunidades para exportadores brasileiros: A redução das tarifas pode renovar contratos e melhorar as margens para cooperativas brasileiras, reativando o mercado de exportação para os EUA.
  • Diplomacia ativa: Negociações bilaterais entre Brasil e EUA, lideradas por diplomatas brasileiros, focam na reversão tarifária com encontros previstos no G7.

  • Feirantes do Ver-o-Peso relatam isolamento e perda de renda durante a COP30.
  • Obras e bloqueios transformaram o mercado em vitrine turística, sem incluir os trabalhadores locais.
  • Reduções no fluxo de visitantes, causadas por barreiras de segurança, prejudicam vendas.
  • Alta nos preços de produtos típicos, como óleo de andiroba e copaíba, sem apoio governamental.
  • Apelos diretos ao governo pedem valorização e espaço para quem representa a cultura amazônica.

  • Minério de ferro com ganhos: O preço do minério de ferro apresentou alta, beneficiando empresas do setor como a Vale.
  • Ações de siderúrgicas sobem: Siderúrgicas registraram desempenho positivo no mercado, refletindo a recuperação nos preços do minério.
  • Petroleiras em queda: Ações de empresas petroleiras sofreram perdas significativas, acompanhando a desvalorização do petróleo no mercado.
  • Impacto nas commodities: O dia foi marcado por movimentos opostos para commodities, com minerais em alta e petróleo em baixa.
  • Tendências de mercado: Traders devem monitorar a oscilação das commodities, especialmente em relação às decisões de compra/venda em setores de mineração e petróleo.

  • Aprovação de Lula: A queda na aprovação de Lula para 47% foi parcialmente causada pela reação negativa à sua declaração sobre traficantes.
  • Segurança Pública em Destaque: Violência ultrapassa a economia como maior preocupação nacional, reforçada por operações policiais no Rio de Janeiro.
  • Medidas Rigorosas: Alta aprovação (73%) para classificar organizações criminosas como terroristas, e apoio a penas mais duras contra o crime.
  • Impacto da Declaração: 81% dos brasileiros discordam da afirmação de Lula sobre traficantes serem "vítimas".
  • Pesquisa e Percepção Pública: 67% aprovam operações policiais no Rio, enquanto governos estaduais têm maior confiança popular comparado ao federal.

  • Projeções para 2026: EQI Research destaca que, apesar de 2025 ter sido impulsionado por fatores externos, 2026 exigirá maior foco em fundamentos internos, microeconomia e seleção setorial específica.
  • Redução da Selic: Expectativa de corte na taxa Selic no início de 2026 devido à convergência da inflação para a meta, mas eleições podem gerar volatilidade e alterações no risco.
  • Alocação de ativos: Estratégia se diversifica por perfil: conservadores (85% renda fixa), moderados (60% renda fixa; 15% FIIs), arrojados (45% renda fixa; 20% ações).
  • Ibovespa e Ações: Expectativa de que o Ibovespa alcance 174 mil pontos ao final de 2026, com potencial valorização de 20%, apesar de volatilidade eleitoral. Ações podem superar retornos da renda fixa.
  • Risco político e fiscal: Processos eleitorais de 2026 e questões fiscais são riscos significativos que podem impactar negativamente projeções otimistas do mercado financeiro.
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