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Mostrando 801 a 840 de 18135 notícias

  • PETR4 recua, mas menos que outras empresas do setor: As ações da Petrobras (PETR4) apresentaram queda moderada acompanhando a desvalorização do petróleo, mas registraram perdas menores comparadas a empresas independentes.
  • Resiliência devido à escala e caixa forte: A robustez operacional e a forte geração de caixa da Petrobras proporcionam resiliência frente às oscilações do preço do petróleo.
  • Impacto direto do petróleo em queda: O recuo do preço do petróleo afetou o desempenho das ações de energia, mas PETR4 mostrou maior capacidade de absorver o impacto.
  • Peso no Ibovespa limita volatilidade: A significativa influência de PETR4 no Ibovespa ajuda a suavizar movimentos bruscos do mercado nos dias de retração do petróleo.
  • Fundamentos ainda atraentes para investidores: Mesmo com a volatilidade externa, analistas e investidores continuam focados nos fundamentos robustos e dividendos da Petrobras.

  • BRAV3 cai mais de 4%: Ações da Brava Energia (BRAV3) caem acima de 4%, influenciadas pela queda do petróleo.
  • Sensibilidade à commodity: Alta sensibilidade ao preço do petróleo aumenta a volatilidade das ações da empresa.
  • Capex elevado: Capex elevado e pressão sobre caixa aumentam a percepção de risco para BRAV3.
  • Fluxo de caixa negativo: Projeções indicam fluxo de caixa livre negativo em cenários de preços deprimidos, aumentando a cautela.
  • Perfil de risco elevado: Modelo operacional da Brava Energia aumenta exposição a choques no mercado de petróleo.

  • Mercado Europeu em Queda: Bolsas da Europa fecharam majoritariamente em baixa devido a tensões geopolíticas e movimentos de correção. Destaques: FTSE 100 caiu 0,74%, CAC 40 perdeu 0,04% e PSI 20 recuou 0,41%.
  • Setor de Defesa em Alta: Aumento das tensões globais impulsionou papéis do setor de defesa. Leonardo subiu 5%, Rheinmetall 4,4%, Saab 5% e Rolls-Royce 1,2%.
  • Pressão em Ações de Luxo: Tensão China-Japão afeta ações do setor de luxo; LVMH caiu 1,96%, Kering 3,34%, Brunello Cucinelli 1,85% e Ferrari 0,09%.
  • Cenário Geopolítico Volátil: Desdobramentos da disputa sobre a Groenlândia e tensões em Taiwan seguem sob foco dos investidores.
  • Contexto Macroeconômico: Desaceleração da inflação anual na zona do euro sugere manutenção da taxa de juros pelo BCE. Vendas do varejo recuaram na Alemanha.

  • Recomendação de Compra: JP Morgan mantém recomendação de compra para SEER3.
  • Preço-Alvo: Preço-alvo elevado para R$ 19,50, impulsionado por margens ligeiramente maiores.
  • Crescimento em Medicina: Expansão de vagas em cursos de medicina sustenta o crescimento orgânico da empresa.
  • Múltiplos Atrativos: A ação negocia a múltiplos de P/L baixos, destacando sua atratividade no mercado.
  • Baixa Liquidez: JP Morgan alerta para a baixa liquidez das ações, limitando o perfil de investidor.

  • PMI de serviços dos EUA supera expectativas: O dado positivo do PMI de serviços pelo ISM aumenta expectativa pelo payroll de sexta-feira, importante para decisões de traders.
  • Mercado de Treasuries em foco: Juros dos Treasuries caem na maior parte da curva, mas mostram moderação após dados de atividade econômica acima das projeções.
  • Volatilidade nas Commodities: Petróleo recua ligeiramente com foco em notícias sobre o fornecimento venezuelano, enquanto o minério de ferro mantém ganhos com estímulos na China.
  • Movimentações no Ibovespa: Após alta recente, Ibovespa cai 0,92%, pressionado por realização de lucros e antecipação do leilão de NTN-F 2037, com atenção a papéis do setor de educação.
  • Destaques de ações individuais: Ânima (ANIM3) e Cogna (COGN3) se destacam com fortes ganhos devido a revisões positivas, enquanto Azul (AZUL4) e C&A (CEAB3) caem por motivos internos e revisões de estimativas.

  • YDUQ3 rebaixada para neutro: O JP Morgan rebaixou a recomendação de Yduqs para neutro.
  • Guidance sob risco: Potencial dificuldade da Yduqs em cumprir seu guidance de lucro por ação em 2025.
  • Valuation esticado: Ações da Yduqs com avaliação mais alta em comparação aos concorrentes.
  • Crescimento de lucros em dúvida: Baixa visibilidade para crescimento de lucros em 2026.
  • Preço-alvo reduzido: JP Morgan ajustou o preço-alvo das ações para R$ 21.

  • Elevação para Compra: JP Morgan elevou a recomendação para compra das ações da Cogna (COGN3).
  • Preço-Alvo: Preço-alvo foi fixado em R$ 6,50, destacando viés positivo.
  • Potencial de Crescimento: Projeção de crescimento de receita de 12% para 2026.
  • Segmentos Fortalecidos: Avanço do ensino superior e K12 fortalece resultados.
  • Valuation Atrativo: Ações negociando a múltiplos descontados de P/L.

  • Recomendações Atualizadas: O JPMorgan elevou a classificação da Ânima (ANIM3) de neutra para compra, tornando-a a principal escolha no setor educacional.
  • Ajuste de Preço-Alvo: O preço-alvo das ações foi revisado para cima, de R$ 5 para R$ 9, indicando um potencial significativo de valorização.
  • Impacto do Corte de Juros: A expectativa de redução da taxa Selic a partir de março favorece o lucro da Ânima e melhora seu valuation.
  • Atraente Múltiplo P/L: A ação apresenta múltiplos baixos de preço sobre lucro, indicando potencial de valorização não refletido no consenso.
  • Perspectiva Positiva: Margens mais altas e menor alavancagem financeira são fatores para o otimismo do JPMorgan em relação à Ânima (ANIM3).

  • Ações da StoneCo (STNE) caíram quase 8% após anúncio da renúncia do CEO.
  • Pedro Zinner, CEO da StoneCo, renuncia por motivos pessoais, mas será indicado para o conselho de administração.
  • Mateus Scherer assume como novo CEO; era diretor financeiro e de relações com investidores.
  • Diego Salgado é o novo diretor financeiro, substituindo Scherer.
  • Lia Matos, executiva de estratégia e marketing, também deixa a empresa.

  • Petrobras: Expectativa de novo concurso em breve, motivada por Programa de Desligamento Voluntário que abre potencial para novas contratações.
  • Banco do Brasil: Planejamento para 7.200 novas vagas com possível aumento salarial e elevação do PLR; organização do concurso pode ficar com a Fundação Cesgranrio.
  • BNDES: Avalia a possibilidade de um novo concurso de nível médio, mas sem informações adicionais, no momento.
  • Concursos aguardados: Editais de Petrobras e Banco do Brasil são especialmente esperados, indicando oportunidades de carreira importantes.
  • Salários e Vagas: Remunerações competitivas oferecidas em concursos anteriores: até R$ 11.716,82 na Petrobras e R$ 20.900 no BNDES.

  • Brava Energia (BRAV3) registrou alta de 46% na produção média em 2025, atingindo 81,3 mil boe/d.
  • Papa-Terra e Atlanta foram destaques, batendo recordes históricos em produção e eficiência.
  • Campos de Papa-Terra e Atlanta sustentaram o crescimento, reforçando a estratégia operacional.
  • Produção trimestral do 4T ficou em 76,8 mil boe/d, impactada por manutenções programadas.
  • Queda no 4T não reflete a capacidade de produção atual da Brava Energia, segundo a empresa.

  • Privatização da Sabesp: Expectativa de valorização das ações (SBSP3) com possível privatização.
  • Ajuste de JCP: Valor por ação dos juros sobre capital próprio (JCP) reduzido de R$ 2,6305 para R$ 2,5678.
  • Manutenção do Montante: Total de proventos em R$ 1,798 bilhão é mantido, sem alteração no volume global.
  • Data de Direito aos Proventos: Acionistas até 23 de dezembro de 2025 terão direito ao JCP.
  • Pagamento Agendado: JCP será pago em 30 de abril de 2026, com ações ex-proventos a partir de 26 de dezembro de 2025.

  • Azul homologa aumento de capital de R$ 7,4 bilhões: A operação foi efetuada por meio da emissão de novas ações ordinárias e preferenciais.
  • Conversão de dívidas em ações: Principal objetivo foi converter dívidas financeiras em ações para fortalecer o balanço.
  • Emissão de ações: Foram emitidas 723,8 bilhões de ações ordinárias e 723,8 bilhões de ações preferenciais com preços específicos para cada tipo.
  • Novo capital social: O capital social passou de R$ 7,1 bilhões para R$ 14,5 bilhões após a conclusão da oferta.
  • Redução de alavancagem: A operação visa reduzir a alavancagem da companhia ao converter dívidas, especialmente no mercado externo.

  • Ibovespa em Máxima Histórica: O índice atingiu 164.456 pontos em 2025, quebrando 32 recordes ao longo do ano, evidenciando um rali de valorização.
  • Baixo Volume de Negociação: Apesar dos recordes, o volume financeiro médio diário caiu para R$ 16,44 bilhões, o menor desde 2019, indicando fragilidade e falta de convicção por parte dos investidores.
  • Divergência Preço-Volume: A alta do Ibovespa está ocorrendo com um volume em queda, uma combinação que, teoricamente, pode indicar um potencial de correção ou lateralização futura.
  • Fluxo Estrangeiro Positivo, mas Insuficiente: Houve uma entrada líquida de R$ 27,0 bilhões em 2025, no entanto, esta não foi suficiente para elevar a liquidez média do mercado.
  • Sinal de Alerta: A baixa liquidez e a concentração setorial aumentam a volatilidade potencial. Traders devem estar atentos a possíveis correções ou ajustes intensos nos preços.

  • Empiricus Research lança carteira recomendada para janeiro: Inclui 10 ações internacionais (BDRs) focadas em lucros com exposição internacional para 2026.
  • Incertezas geopolíticas não afetam ações de tecnologia e IA: Embora a situação tenha trazido incertezas, ativos de risco internacionais mostraram resiliência.
  • Positivo desempenho da bolsa americana em 2025: O S&P 500 e Nasdaq fecharam o ano em alta de 17% e 21% respectivamente, com boa expectativa para 2026.
  • Recomendações destacadas: Amazon e TSMC: Ambas empresas são vistas como fundamentais no desenvolvimento de IA, com potenciais lucrativos para 2026.
  • Outras 8 ações internacionais recomendadas: Além de tech e IA, a carteira inclui papéis de setores variados, disponíveis como BDRs na bolsa brasileira.

  • Ações da Vale (VALE3) sobem impulsionadas por minério de ferro e melhoria em cenário macroeconômico: Aumento inicial baseado na resiliência do minério de ferro e expectativas de estímulos chineses.
  • Níquel surge como catalisador surpresa: Preço do níquel subiu mais de 25%, abrindo espaço para reprecificação das ações.
  • Recomendação de compra pelo BTG Pactual: Posição mantida devido ao potencial de revisão de preços com o crescimento do mercado de níquel.
  • Divisão de metais básicos com potencial significativo: Poderia representar 15% a 20% do Ebitda em 2026, destravando até 20% de valor adicional para o equity.
  • Preferência por Vale frente às siderúrgicas: Bradesco BBI e XP destacam fundamentos mais sólidos da Vale em comparação às siderúrgicas.

  • Cenário do Petróleo: Apesar de um cenário desafiador, analistas estão otimistas em relação às ações da Petrobras.
  • Expectativa para 2026: A empresa pode apresentar um desempenho positivo no próximo ano, segundo projeções de analistas do mercado.
  • Recomendações: Algumas corretoras mantêm recomendações de compra para as ações PETR4, focadas no potencial de recuperação dos preços do petróleo.
  • Desempenho Recente: A volatilidade no mercado global de petróleo continua influenciando o preço das ações da Petrobras.
  • Fatores Externos: Investidores devem monitorar variáveis geopolíticas e econômicas que podem impactar o setor de energia.

  • Embraer (EMBR3) entrega 91 aeronaves no 4T, superando o consenso e atingindo metas de 2025, o que sinaliza resultados positivos para o 4T.
  • Mix favorável de jatos executivos sustenta margens e forte geração de caixa, com destaque para aviação executiva e defesa.
  • Bancos mantêm recomendação de compra, com preços-alvo entre R$ 99 e R$ 108, destacando potencial de valorização.
  • Valuation atrativo: A EMBR3 negocia a múltiplos inferiores a concorrentes como Airbus e Boeing, reforçando o desconto relativo.
  • Sazonalidade positiva no 4T, tradicionalmente forte para a Embraer, compensa ajustes na produção e sustenta guidance de rentabilidade.

  • Tensão Geopolítica: Investidores estão atentos às ameaças de Donald Trump em relação à Groenlândia, refletindo uma corrida por ativos de proteção e teses bélicas.
  • Dados de Emprego nos EUA: Relatórios ADP e JOLTS estão sob análise, com economia dos EUA criando 41 mil empregos no setor privado em dezembro.
  • Movimentações no Ibovespa: Yduqs (YDUQ3) e Brava Energia (BRAV3) apresentam principais quedas; já Embraer (EMBJ3) e Cogna (COGN3) se destacam entre as altas.
  • Ações e Ofertas: Azul (AZUL54) aprova oferta de R$ 7,44 bilhões com emissão de novas ações, originalmente anunciada para dezembro de 2025.
  • Crescimento da Smart Fit: Smart Fit (SMFT3) encerrou 2025 com 2.084 academias em 16 países, superando metas com abertura de 341 unidades em 2025.

  • Vale (VALE3) e Itaú (ITUB4) lideram recomendações: Ambas as ações recebem 7 indicações das principais corretoras, destacando-se pela capacidade de enfrentar a volatilidade com fluxo de caixa previsível.
  • Valorização de dezembro: VALE3 avançou 12,35%, e ITUB4 subiu 2,63%, reforçando seu status defensivo.
  • Cenário macroeconômico: Investidores estão cautelosos devido às incertezas políticas e fiscais, mas mantêm otimismo moderado com foco em ativos defensivos.
  • Outras recomendações: Petrobras (PETR4), Cyrela (CYRE3), Localiza (RENT3) e BTG Pactual (BPAC11) também são destacados entre as carteiras recomendadas.
  • Peso do setor financeiro: BTG Pactual reforça a relevância do setor financeiro, que é o único com mais de um representante entre os papéis mais recomendados.

  • Anvisa proíbe venda e consumo de panetones D’Viez devido a presença de fungos: Medida inclui lotes específicos e requer recolhimento imediato dos produtos.
  • Produtos Coguvita II Alimentos são banidos: Rege sobre uso inadequado de cogumelos Lion's Mane e Cordyceps sem avaliação de segurança.
  • Proibição de lotes de fórmulas infantis da Nestlé no Brasil: Contaminação por cereulide, toxina da bactéria Bacillus cereus, motiva recall.
  • Nestlé anuncia recall global: Medida afeta 25 países, incluindo Brasil, com orientação de reembolso para consumidores.
  • Anvisa alerta sobre consumo interrompido: Instruções claras de devolução e contato com fabricantes devido ao risco à saúde.

  • Transformação Necessária na Política Agrícola: O modelo atual do Brasil está ultrapassado, com baixa atenção a seguros rurais e categorização ineficaz dos agricultores.
  • Redefinição de Bens Públicos: Foco em pesquisa, inovação, acesso a mercados e gestão de riscos é essencial para modernizar o setor.
  • Desafios Macroeconômicos até 2026: Cenário previsto é negativo, com políticas macroeconômicas ruins, juros altos e incertezas cambiais.
  • Crédito e Recursos Escassos: Pequenos produtores têm acesso ao crédito oficial, mas grandes utilizam cada vez mais o mercado financeiro, incluindo Fiagros e CRAs.
  • Impacto de Eventos Climáticos: Possibilidade de eventos extremos no curto prazo, com impacto na rentabilidade, em um ano eleitoral e de complexas questões geopolíticas.

  • Ações da C&A (CEAB3) acumularam queda de 20% nos primeiros sete dias de 2026, em meio a preocupações com desempenho abaixo do esperado nas vendas de Natal.
  • Estimativas de vendas mesmas lojas decepcionaram, com expectativa de crescimento que não se materializou, indicando possível impacto negativo nos resultados do 4º trimestre de 2025.
  • UBS BB revisou estimativas para a C&A, devido a menor fluxo de visitantes nos shoppings em dezembro, mas mantém visão positiva em longo prazo devido à boa geração de fluxo de caixa.
  • Recomendação de compra do UBS BB; preço-alvo reduzido de R$ 23 para R$ 20, oferecendo potencial de alta de 87% em relação ao último fechamento das ações CEAB3 a R$ 10,69.
  • Intensificação promocional no varejo brasileiro, com aumento da concorrência de grandes nomes como Amazon e Mercado Livre, pode continuar a pressionar as margens da C&A.

  • Reversão da Liquidação do Banco Master: Decisão sobre a possível reversão da liquidação cabe ao STF e não ao TCU, segundo o ministro Vital do Rêgo.
  • TCU Proporciona Elementos ao STF: O TCU está fornecendo ao STF informações pertinentes à legalidade da liquidação para melhor análise.
  • Inspeção do Banco Central pelo TCU: Técnicos do TCU estão analisando documentos do Banco Central para verificar a regularidade da liquidação do Banco Master.
  • Possível Impedimento de Venda de Bens: Ministro do TCU alerta que pode impedir o Banco Central de vender ativos do Banco Master durante o processo de liquidação.
  • TCU Reforça Fiscalização: Vital do Rêgo afirma que a competência do TCU para supervisionar o trabalho do Banco Central não está em questão.

  • Acionistas solicitam assembleia geral: Rafael Ferri e Hugo Shoiti Fujisawa, que possuem 3,2156% do GPA (PCAR3), pedem nova eleição do Conselho de Administração.
  • Alterações propostas: Eleição de todo o Conselho e exclusão do Capítulo 10 do estatuto social estão na pauta dos acionistas.
  • Motivo da convocação: Pedido ocorre após renúncia de dois membros do atual Conselho, eleitos por voto múltiplo em 2022.
  • Candidatos indicados: Daniel Vinicius Alberini Schrickte e Gustavo Viana Volpato são os nomes propostos para o Conselho.
  • Próximos passos: O Conselho de Administração analisará o pedido e a legalidade do processo no prazo aplicável.

  • EUA propõem investimento de quase US$ 1 bilhão em fundos para minerais e materiais críticos, segundo o secretário de Energia, Chris Wright.
  • Controle de recursos estratégicos como o petróleo venezuelano é visto como uma forma de aumentar a influência dos EUA.
  • Petróleo venezuelano no foco: os EUA planejam vender esse recurso, destacando sua importância estratégica.
  • Impactos potenciais: traders devem considerar efeitos nos mercados de energia e commodities.
  • Monitorar movimentos dos preços de petróleo e minerais críticos, dado o potencial de novas políticas e investimentos dos EUA.

  • Presidente do TCU: Vital do Rêgo destaca que a eventual reversão de liquidação do banco Master ficará sob responsabilidade do STF.
  • TCU continua rigoroso: O Tribunal de Contas da União mantém postura rigorosa na fiscalização de contas públicas.
  • Papel do TCU: O órgão oferecerá elementos ao Supremo para apuração da legalidade em operações financeiras questionáveis.
  • Impacto no setor bancário: Traders devem monitorar as decisões do STF quanto ao banco Master, pois podem influenciar a estabilidade do setor.
  • Potenciais mudanças regulatórias: A situação destaca a importância da atenção às possíveis mudanças na regulamentação financeira pelo governo.

  • Sucessão na Stone: Mateus Scherer, atual CFO e diretor de RI, será o novo CEO em março, substituindo Pedro Zinner.
  • Reestruturação da Equipe: Diego Salgado será o novo CFO e diretor de RI, e Sandro Bassili assumirá como COO após a venda da Lix.
  • Foco Estratégico: A empresa continuará focada em atendimento ao cliente, disciplina de capital e execução do plano de longo prazo.
  • Mudança no Conselho: Zinner será indicado para presidente do Conselho, substituindo Mauricio Luchetti.
  • Saída de Executiva: Lia Matos, head de marketing e estratégia, deixará a empresa.

  • Ânima Educação (ANIM3): Recomendação elevada para overweight (compra) pelo JP Morgan, tornando-se a ação favorita do setor. Novo preço-alvo de R$ 9, indicando potencial de valorização de 154,9%.
  • Cogna (COGN3): Recomendação melhorada de neutra para compra. Valuation atrativo e perspectiva de crescimento sólido, com preço-alvo de R$ 6,50, sugerindo valorização de 95,2%.
  • Yduqs (YDUQ3) e Afya (AFYA): Ambas rebaixadas de compra para neutra. Perspectivas limitadas para Yduqs e menor impacto esperado de cortes na taxa de juros para Afya.
  • Mudança de avaliação: JP Morgan alterou o critério de avaliação de Fluxo de Caixa Livre (FCF) para múltiplo de preço sobre lucro (P/L), priorizando lucro como estimativa menos volátil.
  • Impacto da Selic: Redução projetada de 3,5 pontos percentuais na Selic beneficia mais a Ânima, aumentando lucros significativamente, já que eles não estão totalmente precificados nas ações ainda.

  • Risco de Atraso nos Pagamentos: A reversão da liquidação pelo STF pode atrasar ressarcimentos do FGC, aumentando o risco para investidores de CDBs do Banco Master.
  • Interferência Judicial: A determinação de acareação pelo ministro do STF, Dias Toffoli, levanta preocupações sobre interferência nas decisões do Banco Central e abala a confiança no sistema regulador.
  • Volume de CDBs: O Banco Master tem cerca de R$ 50 bilhões em CDBs, com investidores esperando ressarcimento de até R$ 250 mil por CPF, algo que pode ser comprometido por reversão judicial.
  • Prejuízos Potenciais: Especialistas indicam que a reversão não garante o pagamento dos CDBs, deslocando o risco de volta ao banco, que enfrenta dificuldades de captação devido à desconfiança.
  • Impacto na Autonomia do BC: A potencial anulação da liquidação pode questionar a independência do Banco Central, influenciar a visão de capital estrangeiro e intensificar a judicialização no setor.

  • Ibovespa em queda: O índice está tentando sustentar a marca de 162 mil pontos, indicando volatilidade no mercado brasileiro.
  • Bolsas dos EUA sem força: As bolsas americanas estão operando com pouca movimentação após a divulgação de dados de emprego.
  • Dados de emprego influenciam mercados: A interpretação dos dados de emprego nos EUA pode criar oportunidades de trade dependendo da análise do impacto econômico.
  • Momento para análise técnica: Com a instabilidade no índice Ibovespa, traders podem focar em indicadores técnicos para identificar pontos de suporte e resistência.
  • Monitoramento de notícias globais: Continuar atento às notícias internacionais pode ser crucial para entender o comportamento do mercado brasileiro e americano.

  • Volume de Exportação: A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirma que o volume de petróleo enviado a Cuba está dentro da média histórica.
  • Impasse com Venezuela: A queda na oferta de petróleo venezuelano não gerou aumento das exportações mexicanas para Cuba.
  • Foco Comercial: México busca reforçar colaboração comercial com o Canadá frente a ameaças tarifárias dos EUA.
  • Impacto no Mercado: A tensão geopolítica pode impactar o mercado de petróleo e a relação comercial entre as nações.
  • Ações e Commodities: Traders devem monitorar a resposta do mercado de commodities energéticas e potenciais ajustes nas tarifas comerciais.

  • Ação da Brava (BRAV3) caiu quase 5% em resposta à nova queda nos preços do petróleo.
  • Dados de produção divulgados pela empresa também influenciaram negativamente o desempenho da ação.
  • Queda no preço do petróleo traz um nível elevado de sensibilidade para a Brava, impactando diretamente suas ações.
  • Investidores devem acompanhar qualquer mudança no cenário de preços do petróleo para ajustes rápidos em suas estratégias.
  • Análise dos dados de produção é crucial para entender o desempenho futuro da BRAV3 no mercado.

  • Leblon mantém liderança: O metro quadrado no Leblon continua sendo o mais caro do Brasil.
  • Outros bairros valorizados: Ipanema, Itaim Bibi, Pinheiros e Savassi são outros endereços premium destacados.
  • Impacto para investidores: A alta constante no preço do metro quadrado nesses bairros sugere demanda contínua por imóveis de luxo.
  • Oportunidades de especulação: Investidores devem ficar atentos a possíveis aumentos de preço que podem oferecer oportunidades de venda.
  • Comparação regional: O estudo destaca as diferenças de preços entre as regiões, auxiliando investidores a identificar potências ainda não exploradas.

  • Plano de Recuperação da Lavoro: A empresa Lavoro teve seu plano de recuperação extrajudicial homologado, possibilitando avanços na venda de ativos.
  • Impacto da Trégua Comercial: Acordo entre EUA e China aumentou as vendas de soja norte-americana para o mercado chinês.
  • Demanda Brasileira Ameaçada: A exportação de soja do Brasil para a China pode diminuir em 10 milhões de toneladas até 2026 como consequência direta.
  • Reavaliação de Estratégias: Produtores brasileiros devem reavaliar estratégias de exportação em resposta às mudanças no mercado internacional.
  • Anec em Foco: A análise e previsão são fornecidas pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), identificando desafios futuros para o setor.

  • Vagas de emprego caem mais que o esperado: As vagas de emprego abertas nos EUA caíram para 7,146 milhões em novembro, abaixo das expectativas de 7,60 milhões.
  • Menor contratação em novembro: As contratações reduziram em 253.000, para 5,115 milhões, indicando um enfraquecimento nos ganhos de emprego.
  • Revisão dos dados de outubro: Os dados de outubro foram ajustados para 7,449 milhões de vagas, uma revisão para baixo em relação às estimativas anteriores.
  • Incerteza política impacta empregos: Incertezas econômicas, especialmente sobre tarifas, estão inibindo as contratações e gerando uma expansão sem crescimento de empregos.
  • Expectativas para dezembro: Economistas preveem a criação de 60.000 novos empregos em dezembro, com taxa de desemprego possivelmente caindo para 4,5%.

  • Potencial de alta no Ebitda e ações da Vale: Se a tendência de alta do níquel se confirmar, o Ebitda da Vale pode aumentar 8% e a ação pode subir 20%.
  • Disparada do preço do níquel: O preço do níquel subiu de US$ 14 mil para US$ 18 mil por tonelada em um mês, devido à oferta apertada da commodity.
  • Programa de eficiência e cortes de custos: A Vale realizou um programa que resultou em US$ 240 milhões em cortes de custos na divisão de níquel.
  • Legislação e produção na Indonésia: A Indonésia, maior fornecedora de níquel, está discutindo novas legislações que poderão afetar a oferta global.
  • Reavaliação de valuation: A Vale pode ser reavaliada significativamente, com potencial de aumentar o valor de mercado em 20%, caso o Ebitda dos metais básicos alcance US$ 4 bilhões.

  • Geopolítica e defesa: O BTG Pactual destaca a conexão entre a tensão geopolítica na América Latina e o fortalecimento do setor de defesa como motivos para a recomendação de compra das ações da Embraer (EMBJ3).
  • Petróleo e defesa: O aumento de tensões geopolíticas, derivado das movimentações no mercado de petróleo, favorece gastos militares, o que beneficia a Embraer com seu portfólio de defesa, incluindo o Super Tucano e o KC-390.
  • Resultados sólidos: A Embraer encerrou 2025 com entrega de 233 aeronaves, em linha com suas projeções, mostrando execução operacional sólida apesar de desafios na aviação comercial.
  • Mercado de defesa em alta: A Embraer viu uma forte demanda no segmento de defesa, refletido nas vendas de aeronaves militares, impulsionando sua avaliação positiva pelo BTG.
  • Valorização das ações: As ações da Embraer subiram cerca de 7%, impulsionadas pelo fortalecimento do setor de defesa e pelo preço-alvo do BTG de US$ 79 para os ADRs, destacando o desconto em relação a seus pares globais.

  • BC solicita decisão colegiada: O Banco Central pediu que o Tribunal de Contas da União (TCU) decida de forma colegiada sobre a liquidação do Banco Master, contestando decisão individual de ministro.
  • Pressão sobre estabilidade jurídica: A inspeção sobre o Banco Master não reverte a liquidação, mas aumenta a incerteza institucional, abrindo espaço para questionamentos futuros.
  • Potencial impacto de R$ 55 bilhões: A liquidação do Banco Master pode custar até R$ 55 bilhões ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC), ampliando a pressão sobre o sistema financeiro.
  • Setor financeiro apoia o BC: 11 entidades do setor financeiro emitiram uma nota conjunta em defesa da independência do Banco Central, destacando a importância de decisões técnicas.
  • Risco institucional observado: A rápida expansão do Banco Master e seu crescimento baseado em ativos de risco aumentaram o escrutínio sobre a atuação do regulador, impactando a confiança do mercado.

  • Bonds venezuelanos disparam: Títulos soberanos da Venezuela subiram 29% após a queda de Nicolás Maduro, mas especialistas permanecem cautelosos devido ao alto risco jurídico e político.
  • Venezuela considerada ininvestível: Gestores acreditam que o recente rali dos títulos não compensa o risco de default, classificando o país como ininvestível, apesar de mudanças políticas.
  • Impacto nas ações de petroleiras: Ações da Chevron, ConocoPhillips e Exxon Mobil tiveram alta após a tentativa de revitalizar a indústria petrolífera venezuelana, mas enfrentam volatilidade.
  • Pressão sobre mercados latino-americanos: México e Colômbia são vistos como mais sensíveis a reprecificações regionais, com impacto potencial sobre a volatilidade do dólar e spreads.
  • Cautela com investimentos na região: Analistas sugerem monitorar desdobramentos políticos na Venezuela, que podem influenciar mercados latino-americanos e a dinâmica do petróleo no longo prazo.
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