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  • JPMorgan revisa preço-alvo: Elevou o preço-alvo das ações ADR da Embraer para 2026 de US$ 79 para US$ 80.
  • Goldman Sachs e Morgan Stanley ajustam targets: Aumentaram suas projeções do ativo de US$ 67 para US$ 75.
  • Expectativa positiva após resultados do 3T: Performance do terceiro trimestre influenciou os bancos a reforçar a recomendação de compra.
  • Estratégia de crescimento da Embraer: Foco na entrega anual de 100 jatos comerciais até 2028, apesar dos desafios enfrentados.
  • Impacto potencial no mercado: Aumento das projeções pode levar a maior interesse e valorização das ações no curto a médio prazo.

  • CVM entra na Justiça: A CVM busca acessar dados financeiros da Ambipar (AMBP3), suspeitando do sumiço de R$ 4,7 bilhões de caixa.
  • Inconsistências financeiras: O órgão regulador vê descompasso nos relatórios, levantando dúvidas sobre governança e gestão na Ambipar.
  • Impacto no mercado: A demora na divulgação dos balanços trimestrais pode aumentar a desconfiança e pressão sobre as ações (AMBP3).
  • Pressão cambial: A empresa alega crise causada por contratos de swap com o Deutsche Bank, envolvendo chamadas de margem adicionais.
  • Expectativa de adiamento: Analistas acreditam que a divulgação do balanço será adiada novamente, mantêm-se incertezas sobre a situação financeira.

  • Caixa Seguridade (CXSE3) apresenta resultado recorde e anuncia dividendos robustos, impulsionando alta de 2,38% a R$ 15,51 na bolsa.
  • Dividend Yield atrativo de 10%: BTG Pactual destaca crescimento constante e margens elevadas que sustentam o pagamento de dividendos.
  • Originação de crédito imobiliário em alta: Caixa Econômica Federal poderá atingir R$ 150 bilhões, 40% acima do semestre anterior.
  • Recomendações de Compra: BTG Pactual e XP Investimentos mantêm recomendações de compra com preço-alvo de R$ 19,50 e R$ 20, respectivamente.
  • Tendência de crescimento em seguros: Prêmios de vida em recuperação e expansão em seguros habitacionais e de imóveis contribuem para resultados sólidos.

  • Copasa (CSMG3) pode integrar o Ibovespa: O Bank of America (BofA) espera que a Copasa seja adicionada ao índice, com uma participação de cerca de 0,3%, na revisão de janeiro.
  • CVC (CVCB3) em risco de exclusão: Estimativas do BofA sugerem que as métricas de negociabilidade da CVC podem não atender os requisitos do índice, aumentando a probabilidade de sua exclusão na próxima revisão.
  • Próximas prévias do Ibovespa: As prévias da nova composição do índice estão programadas para 1º, 16 e 29 de dezembro. A composição final será oficializada em 5 de janeiro.
  • Possíveis novas entradas no Ibovespa: Copel (CPLE3) e Tenda (TEND3) são cotadas como futuras inclusões, dependendo de melhorias em suas métricas de negociabilidade.
  • Outras ações em risco: Braskem (BRKM5) e PetroReconcavo (RECV3) juntam-se à CVC na "zona de risco" de rebaixamento por classificações baixas no índice de negociabilidade.

  • ETFs e grandes carteiras acumulam BTC: Entrada líquida de US$ 240 milhões em ETFs americanos após resgates, indicando demanda institucional.
  • Bitcoin experimenta volatilidade acentuada: Cai abaixo de US$ 100 mil, mas fecha a semana a US$ 102 mil; queda de 9% na semana e 18% em 30 dias.
  • Investidores brasileiros aproveitam queda: Aumento expressivo no número de compradores de BTC no Mercado Bitcoin; Net Buyers no melhor nível dos últimos oito meses.
  • Itaú reporta aumento nas compras de BTC: Crescimento relevante em aquisições de Bitcoin por investidores, indicando suporte em torno de US$ 100 mil como novo ponto de entrada.
  • Cenário macroeconômico desafiador persiste: Federal Reserve não sinaliza cortes de juros; medo de recessão técnica com aumento de demissões nos EUA.

  • Gabriel Bortoleto é destaque na Fórmula 1: tornou-se o mais jovem a pontuar e o brasileiro com maior pontuação em temporada de estreia, superando lendas como Ayrton Senna.
  • 19º na classificação geral: Ele acumula 19 pontos, já ultrapassando o total de 13 pontos de Senna em sua temporada de estreia.
  • Sistema de pontuação atual: Pontuar é mais acessível hoje; os 10 primeiros colocados recebem pontos, com adicionais para as Sprints.
  • Recordes históricos: Bortoleto supera estreias de Felipe Massa, Rubens Barrichello, Nelson Piquet e Emerson Fittipaldi em pontos.
  • Quadro comparativo: Com a contagem atual, Senna somaria 70 pontos em 1984, confirmando a evolução nos critérios da Fórmula 1.

  • Oferta Exclusiva: Empiricus Research antecipa a Black Friday oferecendo acesso a 15 carteiras pelo menor preço histórico, válido por 5 anos.
  • Cenário Econômico Favorável: Potenciais ganhos com criptomoedas e dólar barato, além de um mercado acionário e de renda variável favorecido por uma possível queda na Selic.
  • Carteiras Liberadas: Ofertas incluem Vacas Leiteiras, Super Renda Fixa, Exponential Coins e Crypto Signals, visando maximizar lucros dos investidores.
  • Data de Início: Acesso às carteiras será liberado em 10 de novembro; vagas são limitadas, exigindo resposta rápida dos interessados.
  • Inscrição Antecipada: Interessados devem se inscrever na lista preferencial para garantir acesso à oferta. Acesso ao link necessário para inscrição está disponível na publicação original.

  • Fundação Gates destina US$ 1,4 bilhão: Investimento focado em tecnologias agrícolas para África Subsaariana e Ásia nos próximos quatro anos.
  • Inovações apoiadas: Financiamento incluirá mapeamento da saúde do solo e desenvolvimento de biofertilizantes microbiológicos.
  • Foco no apoio aos mais afetados: Gates sugere mudar a estratégia climática para ajudar comunidades pobres impactadas por condições extremas.
  • Relatório destaca resiliência de cultivos: Investimentos em variedades de culturas resistentes ao clima e melhorias em previsões meteorológicas são essenciais.
  • Avanços em tecnologias específicas: Novas variedades de batatas resistentes à praga no Peru e atualizações meteorológicas por SMS para agricultores africanos são exemplos práticos.

  • LREN3 desvaloriza 3,85%: Ações caem para R$ 14 após resultados fracos no 3º trimestre de 2025.
  • Rebaixamento do JPMorgan: Recomendação passa de compra para neutra, com preço-alvo ajustado de R$ 19 para R$ 17.
  • Desempenho abaixo do esperado: Crescimento nas mesmas lojas subiu apenas 3,1%, abaixo das expectativas de mercado.
  • Margens comprometidas e alto SG&A: Margem bruta segura; no entanto, Ebitda ajustado fica 5,4% abaixo das projeções.
  • Concorrência forte: C&A (CEAB3) e Guararapes (GUAR3) ilustram maior crescimento, aumentando pressão sobre Renner.

  • Inclusão na carteira da Empiricus: Nubank (ROXO34) foi adicionado à lista de 10 ações para investir em novembro, visando sensibilidade à Selic e crescimento operacional.
  • Benefício da queda da Selic: Queda na Selic beneficia diretamente o Nubank, reduzindo custos de financiamento atrelados ao CDI e melhorando margens de lucro.
  • Expansão geográfica e de produtos: A fintech foca na expansão em México, Colômbia e nos EUA, além de introduzir novos produtos como crédito consignado.
  • Valuation atrativo: Com ROE de 28% e lucro esperado para crescer 40% até 2026, o múltiplo preço/lucro de 20,8 torna as ações do Nubank atrativas.
  • Carteira diversificada: A Empiricus recomenda uma carteira diversificada com 35% no setor financeiro, além de energia, exportadoras e nomes domésticos.

  • Ações da Suzano caíram 2,03% após a divulgação de lucro de R$ 1,96 bilhão no 3T25, uma queda de 39% em comparação ao ano anterior.
  • BTG Pactual recomenda compra com preço-alvo de R$ 73, acreditando que o resultado já está precificado, apesar da fraqueza da celulose.
  • Genial Investimentos vê desconto exagerado no EV/Ebitda com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 63,50.
  • Itaú BBA otimista com aumento de preço de celulose e redução de custos, com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 70.
  • Bank of America surpreendido positivamente pelos preços da celulose, mantém recomendação de compra com preço-alvo de R$ 86.

  • Reabertura do mercado chinês: China suspendeu a proibição de importações de frango brasileiro, impulsionando ações da MBRF em 5,28%.
  • Impacto positivo em frigoríficos: Analistas veem melhoria nas margens e alívio no excesso de oferta doméstica com recuperação das exportações.
  • Projeções do Goldman Sachs: Banco estima aumento de até 7% no Ebitda do setor até 2026, com recomendação de compra para as ações da MBRF.
  • Valorização potencial: MBRF e BRF devem se beneficiar com recuperação operacional e têm, segundo o Goldman Sachs, potencial de valorização acima de 50%.
  • Perspectiva de crescimento: Expansão internacional e parceria com o fundo PIF são vistas como fatores de fortalecimento para o setor de proteínas.

  • EUA pedem foco no petróleo e gás: Secretários americanos sugeriram que a Europa priorize petróleo e gás ao invés de energias renováveis.
  • Motivo alegado: Eles afirmam que energias renováveis não estão entregando os resultados esperados.
  • Impacto no mercado: A tendência pode influenciar políticas e investimentos energéticos na Europa.
  • Possíveis oportunidades: Traders devem monitorar ações e futuros de empresas de petróleo e gás europeias e americanas.
  • Consequências para energias renováveis: Expectativa de possível pressão de venda em ativos ligados a energias renováveis na Europa.

  • Ibovespa em alta: O índice ampliou seus ganhos acumulados no ano, impulsionando o otimismo no mercado.
  • Ações em destaque: 14 ações registraram crescimento superior a 10% no último período.
  • Confiança do investidor: A valorização do mercado renovou a confiança entre investidores domésticos.
  • Setores aquecidos: Traders devem monitorar os setores que estão se destacando neste rali.
  • Riscos e oportunidades: Importante avaliar as ações com menor desempenho para identificar possíveis oportunidades e riscos.

  • Recomendação de Compra:** BTG Pactual mantém recomendação de compra para HBRE3, com preço-alvo de R$ 8, indicando potencial de valorização de 86%.
  • Resultados Financeiros:** HBR Realty reportou prejuízo líquido de R$ 30 milhões no 3T25, alta de 74% ano a ano; receita líquida cresceu 31% para R$ 50 milhões.
  • Operação e Receita:** ComVem e shopping centers mostram bom desempenho; vendas em mesmas lojas aumentaram 2,9% e 1,9%, respectivamente.
  • Consumo de Caixa e Endividamento:** Caixa consumido de R$ 22 milhões; dívida líquida de R$ 1,8 bilhão, representando 93% do patrimônio.
  • Descontos nas Ações:** Ações HBRE3 são negociadas a 0,5 vez o valor patrimonial, consideradas descontadas pelo BTG.

  • Caixa excedente e dividendos: Petrobras não possui caixa excedente para distribuição de dividendos extraordinários, segundo CFO Fernando Melgarejo.
  • Probabilidade de dividendos extraordinários: A empresa considera muito baixa a chance de distribuir dividendos extraordinários.
  • Endividamento: Dívida líquida da Petrobras cresceu 33,5% no 3º trimestre, alcançando US$ 59 bilhões, com teto de endividamento em US$ 75 bilhões.
  • Investimentos e preços do petróleo: Aumento dos investimentos e queda de 13,9% nos preços do petróleo, apesar do avanço da produção.
  • Dividendos intermediários e lucros: Conselho de Administração aprovou R$ 12,16 bilhões em dividendos intercalares; lucro líquido subiu 2,7% no 3T25, totalizando US$ 6 bilhões.

  • Companhias aéreas dos EUA cortam centenas de voos: Decisão causada por nova diretriz do governo, impactando operações nesta sexta-feira.
  • Motivo da redução: Ajustes logísticos e de regulamentação que deverão ser observados pelas empresas.
  • Mercado de aviação afetado temporariamente: Possíveis impactos na movimentação de ações das principais companhias aéreas.
  • Oportunidades para traders: Monitorar oscilações nos preços das ações das empresas aéreas em resposta à disrupção temporária.
  • Expectativa nos próximos dias: Recomenda-se acompanhar atualizações do governo que possam afetar futuras operações aéreas.

  • Lucro e Dividendo Surpreendem: Petrobras reporta lucro líquido de US$ 6,1 bilhões, superando expectativas, e anuncia R$ 12,2 bilhões em dividendos.
  • Capex em Alta: Crescimento de 24% no Capex para US$ 5,5 bilhões gera preocupação sobre futuras distribuições de dividendos e pressiona fluxo de caixa.
  • Resultados Operacionais Positivos: Receita líquida sobe 7,4% e Ebitda ajustado alcança US$ 11,95 bilhões, impulsionado por recorde de produção e exportações.
  • Fluxo de Caixa Livre Aumenta: Morgan Stanley nota melhora no fluxo de caixa livre, atingindo US$ 2 bilhões, refletindo eficiência operacional.
  • Recomendações de Compra: Apesar de cautela com Capex, analistas do BTG Pactual e JPMorgan mantêm recomendação de compra, esperando clareza do novo Plano Estratégico 2026–2030.

  • Inclusão de Copasa no Ibovespa: O BofA projeta que Copasa (CSMG3) será incluída na próxima prévia do Ibovespa, representando cerca de 0,3% do índice.
  • Possível saída da CVC: A CVC (CVCB3) é vista como a principal candidata a deixar o Ibovespa, devido a indicadores de negociabilidade abaixo do necessário.
  • Copel e Tenda como possíveis inclusões: Ambas as empresas dependem de melhorias em seus indicadores de liquidez para ingressar no índice.
  • Rebalanceamento do MSCI: Stone e Plaza entrarão nos índices MSCI, enquanto Qualitas sairá. As alterações ocorrem em 24 de novembro, com impacto na negociação subsequente.
  • Fluxo de capital e desempenho do Ibovespa: Apesar de um aumento de 3,2% em dólares na semana, houve saída de R$ 0,3 bilhão dos fundos de ações no Brasil, acumulando R$ 44 bilhões no ano.

  • Ações da Microsoft enfrentam queda: Aproximam-se da maior sequência negativa desde 2011.
  • Investidores preocupados: Gastos bilionários na expansão de infraestrutura de IA geram incertezas.
  • Impacto para traders: Volatilidade das ações deve aumentar devido a preocupações com IA.
  • Momento de cautela: Traders devem monitorar o desempenho da Microsoft frente à pressão do mercado.
  • Oportunidades de curto prazo: Potenciais movimentos voláteis podem gerar oportunidades para day trading.

  • Ibovespa em oscilação: Após um início volátil, o Ibovespa passou a oscilar com uma forte alta da PETR4.
  • PETR4 em destaque: As ações da Petrobras (PETR4) registraram um aumento significativo, impulsionando o índice brasileiro.
  • Mercado internacional: Bolsas dos EUA recuaram, com ações do setor de tecnologia em foco, influenciando negativamente o mercado global.
  • Atenção aos traders: Volatilidade do Ibovespa apresenta oportunidades de trading principalmente em ações ligadas a commodities.
  • Impacto potencial: Movimentos nas ações de tecnologia nos EUA podem continuar influenciando outros índices, incluindo o brasileiro.

  • Desconto em relação a rivais: A Vale (VALE3) está negociando com um desconto de 30% em relação às mineradoras australianas, com previsão de redução dessa diferença.
  • Melhoria na qualidade do minério: Contra a tendência do mercado, a Vale melhora a qualidade do minério, elevando seus padrões enquanto concorrentes perdem pureza.
  • Estratégia de produto premium: A estratégia da Vale foca em minério premium (IOCJ e BRBF), com maior teor de ferro e menos impurezas, favorecendo preços melhores.
  • Posicionamento estratégico competitivo: A empresa destaca-se num cenário onde rivais priorizam volume sobre qualidade, realçando sua vantagem no mercado asiático.
  • Recomendação de compra do JPMorgan: Com valuation atraente e estratégia de qualidade, há expectativa de valorização das ações VALE3 a médio e longo prazo.

  • Analistas veem mais potencial em ANIM3: Ânima (ANIM3) surpreendeu com margens e fluxo de caixa, enquanto Cogna (COGN3) perdeu força após realização de lucros.
  • Resultados da Cogna: Apesar de resultados sólidos com EBITDA ajustado de R$ 423 milhões, Cogna viu suas ações caírem quase 5% diante de lucro realizado e incertezas no financiamento estudantil.
  • Desempenho da Ânima: Ânima apresentou EBITDA ajustado 6% acima do consenso, gerando otimismo com ações subindo quase 7% e mantendo forte recomendação de compra.
  • Projeções de crescimento: Setor educacional em ciclo de recuperação, com destaque para empresas com forte presença digital, onde Ânima pode se beneficiar mais rapidamente.
  • Recomendações de mercado: Sete das nove casas recomendam compra de ANIM3, enquanto COGN3 enfrenta revisões e recomendações neutras com preço-alvo em torno de R$ 4.

  • Itaú Unibanco (ITUB4) é a ação mais recomendada para dividendos em novembro, com 9 de 15 analistas consultados pelo Money Times indicando o papel.
  • Analistas do Safra apontam o Itaú como a opção de maior qualidade no setor bancário devido à sua resiliência e capacidade de inovação, destacando um ROE de 23,3%.
  • A XP aumentou a participação de ITUB4 em sua carteira de 12,5% para 15%, considerando bons resultados no 3º trimestre de 2025.
  • Petrobras (PETR4) é a segunda mais recomendada, com desconto em comparação a pares e revisões positivas na produção, apesar da volatilidade do Brent.
  • Petrobras aprovou dividendos intercalares de R$ 12,16 bilhões, com pagamento programado para fevereiro e março de 2026, corte de acionistas será em 22 de dezembro de 2025.

  • Aviso de Ciclone: Previsão de ventos de até 115 km/h no Sudeste do Brasil pode impactar eventos em São Paulo.
  • Segurança em Interlagos: O prefeito Ricardo Nunes assegurou que medidas de segurança foram reforçadas para o evento da F1.
  • Monitoramento intenso: Autoridades estão em estado de prontidão para responder a quaisquer eventualidades climáticas.
  • Papel do mercado financeiro: Traders devem monitorar o impacto potencial no setor de seguros e eventos esportivos.
  • Impacto no turismo e transporte: A previsão de ciclone pode afetar a infraestrutura e a movimentação de turistas durante o evento.

  • Receita Líquida: Cresceu 12% na comparação anual, atingindo R$ 2,38 bilhões, conforme esperado pelo BTG Pactual.
  • Ebitda: Registrou um aumento de 12% na base anual, chegando a R$ 599 milhões, superando as previsões em 2%.
  • Desempenho B2C: Impulsionou o aumento de 12% nas vendas brutas consolidadas, influenciado por aquisições como Confiance e Hemolab.
  • Estratégia de Aquisições: Fleury continua buscando crescimento estratégico independente de potenciais acordos com a Rede D’or (RDOR3).
  • Recomendação de Compra: Mantida pelo BTG Pactual, com preço-alvo de R$ 15,10, devido a seu modelo de negócios defensivo e rendimento de dividendos de 8%.

  • Ações da Petrobras sobem mais de 2%, impulsionadas pela confiança do mercado na gestão financeira, com as ações PETR4 cotadas a R$ 31,90.
  • Possibilidade de adiamento de aportes: Petrobras poderá adiar investimentos se o preço do Brent cair além das previsões.
  • Capex de US$ 18,5 bi em estágio avançado, com execução acelerada, mas disciplinada, sem aumento de custos, respeitando o cronograma 2025.
  • Lucro líquido cresce para US$ 6,02 bilhões no terceiro trimestre; o resultado foi bem recebido pelo mercado, mesmo com a volatilidade do petróleo.
  • Equilíbrio entre expansão e disciplina financeira: analistas veem positivamente a ênfase da Petrobras no crescimento sustentável, equilibrando riscos e oportunidades.

  • Crédito privado perde apelo: Apesar da perda de interesse, ainda é visto como ferramenta de diversificação com debêntures e CRIs/CRAs permanecendo relevantes.
  • Antecipação de corte da Selic: Mercado projeta corte da Selic em 2026, incentivando reposicionamento de carteiras focando na possível nova direção dos juros.
  • Papéis atrelados ao IPCA em alta: Com juros reais acima de 8% a.a, títulos IPCA+ chamam atenção para proteção contra inflação e durante ciclos de queda de juros.
  • Atenção a pós-fixados e prefixados: Pós-fixados são vistos como seguros enquanto prefixados pedem cautela devido à incerteza fiscal e eleitoral.
  • Risco fiscal e crédito privado: Foco em evitar setores cíclicos no crédito privado, priorizando debêntures incentivadas e análise cuidadosa de risco.

  • Mercado Europeu em Queda: As bolsas europeias fecharam em baixa, com o índice Stoxx 600 recuando 0,55%, pressionadas por temores de uma bolha de IA.
  • Desempenho das Bolsas: Principais quedas semanais incluem Lisboa (-2,84%), Paris (-2,10%) e Frankfurt (-1,66%).
  • Impactos Corporativos: Em Lisboa, EDP (-5,70%) e EDP Renováveis (-5,86%) pressionaram o índice regional devido a queda nos lucros trimestrais.
  • Movimentos Acionistas: A Rightmove caiu 12,15% em Londres após previsão de lucro operacional menor; ITV subiu quase 17% em meio a rumores de fusão com Sky.
  • Banco Italiano em Alta: O Monte dei Paschi subiu 4,58% após um aumento nos lucros trimestrais; está em processo de fusão com Mediobanca.

  • Revisão do poder presidencial sobre tarifas pela Suprema Corte dos EUA: A Corte está analisando a legalidade das tarifas impostas unilateralmente por Trump, podendo limitar sua capacidade de taxar importações sem aprovação do Congresso.
  • Impacto econômico significativo: As tarifas geraram mais de US$ 200 bilhões em 2025, mais do que o dobro do ano anterior. A decisão pode obrigar a devolução de parte desses valores.
  • Potenciais consequências políticas e econômicas: Uma decisão desfavorável seria um golpe para a estratégia econômica de Trump, com possíveis efeitos de "calamidade econômica".
  • Alternativas caso a decisão limite as tarifas atuais: Mesmo com restrições, Trump pode usar normas de segurança nacional para impor tarifas específicas.
  • Iniciativa do Congresso para restringir o poder executivo em tarifas: Congresso, especialmente democratas, busca limitar as ações tarifárias excessivas e concentrações de poder no Executivo.

  • Petrobras destaca-se nos resultados do 3T25: Resultados superam expectativas, com destaque para receita e Ebitda elevados, apesar do aumento em investimentos e endividamento.
  • Dividendo da Petrobras atrai atenção: A empresa distribuiu mais de R$ 12 bilhões em dividendos neste trimestre, acima do esperado, sem planejar mudanças na política de proventos.
  • Alpargatas surpreende com alta no lucro: Lucro cresceu 200% no ano, refletindo melhorias em produtividade e eficiência, com margens elevadas e redução de despesas.
  • SLC Agrícola em foco: Redução de prejuízo e joint venture com BTG Pactual para investir em irrigação animam o mercado, aliviando a necessidade de alocação de capital em um contexto de preços baixos dos grãos.
  • Preocupação com investimentos e endividamento da Petrobras: Investimentos e endividamento acima do esperado podem afetar dividendos futuros, apesar dos números positivos atuais.

  • Bolsas europeias fecharam em queda: As principais praças europeias terminaram o dia no vermelho, influenciadas por temores de correção dos mercados.
  • Preocupações com bolha de IA: Investidores estão apreensivos com uma potencial bolha no setor de inteligência artificial.
  • Lisboa foi destaque negativo: A bolsa de Lisboa caiu 2%, liderando as perdas na Europa.
  • Impacto nos próximos dias: As quedas podem sinalizar para um movimento de correção mais amplo, o que exige atenção dos traders.
  • Oportunidades de curto prazo: Derrocadas como essa podem abrir oportunidades para estratégias de venda a descoberto ou compra em pontos de suporte.

  • Extensão de Prazo: O prazo para apuração de dividendos isentos de IR pode ser estendido para 30 de abril de 2026, beneficiando investidores a evitar a nova tributação.
  • Tributação sobre Dividendos: Dividendos acima de R$ 50 mil/mês pagam 10% de IR na fonte a partir de 2024, enquanto dividendos apurados até 2025 permanecem isentos.
  • Nova Isenção de IR: Pessoas recebendo até R$ 5 mil mensais estarão isentas de IR a partir de 2026, impactando o planejamento financeiro pessoal.
  • Tributação Internacional: Lucros e dividendos do exterior acima de R$ 50 mil também terão tributação de 10%, com compensações para evitar bitributação.
  • Deduções e Isenções: Fundo imobiliário e Fiagros permanecem isentos, com novas deduções para setores específicos, influenciando estratégias de investimento.

  • Receita líquida cresceu 28% no 3T25, mas abaixo do consenso: A receita da Smart Fit de R$ 1,82 bilhões ficou levemente alinhada com as expectativas internas, mas inferior ao esperado pelo mercado.
  • Desafios no México afetam margem bruta: Receita do México cresceu 13,65% a/a, abaixo das expectativas, devido à menor adesão às novas unidades e falta de reajustes.
  • Operação em Outros Latam mostra força: Receita cresceu 35% a/a com aumento de 17% na base de alunos, impulsionada por sazonalidades na Colômbia e Peru.
  • Despesas em queda melhoram EBITDA: Despesas gerais caíram, levando a um EBITDA de R$ 586 milhões e margem de 32,1%, levemente abaixo das expectativas.
  • Ações negociadas a múltiplo P/L de 15,8x: Apesar das pressões, recomendação de compra continua, com expectativa de melhora da margem conforme novas unidades amadurecem.

  • Netflix (NFLX34) lança estreia da última temporada de Stranger Things, gerando interesse dos investidores.
  • Resultados do 3T25 da Netflix desagradaram, com queda de 7% nas ações after-market e BDRs recuando 10%.
  • Apesar das quedas, há otimismo com a publicidade, mas analista recomenda cautela ao investir exclusivamente na Netflix.
  • A Disney (DISB34) é uma opção atrativa no setor, com diversificação além do streaming.
  • Amazon (AMZO34) superou expectativas do 3T25, com valorização de 13%, sendo uma alternativa promissora no setor.

  • Mercados em queda: Sessão negativa nos principais mercados globais devido a preocupações com ações de inteligência artificial e prolongado shutdown nos EUA.
  • Confiança do consumidor: Queda na confiança do consumidor americano, agora em 50,3 pontos, reforça cautela nos mercados.
  • Ibovespa e ações brasileiras: Ibovespa cai 0,19%, interrompendo 12 altas consecutivas; destaque positivo para Petrobras com resultados fortes e política de dividendos.
  • Setor de commodities pressionado: Minério de ferro em queda impacta ações da Vale e setor metálico; dados fracos da China contribuem.
  • Movimentos mistos na B3: Ajustes pontuais em ações do Ibovespa, com destaque para alta da MBRF devido à retomada das exportações de frango para a China.

  • Brasil precisa de ajuste fiscal rápido: UBS destaca que medidas graduais e baseadas em arrecadação falharam no passado e que o foco deve ser na redução de despesas.
  • Contexto econômico desafiador: Dívida pública alta, déficit nominal elevado e juros reais são obstáculos para a economia brasileira.
  • Aproximação das eleições de 2026: Debate sobre ajuste fiscal deverá ser central para a estabilização da dívida pública no Brasil.
  • Gasto público em foco: UBS sugere que o país precisa enfrentar despesas crescentes e inflexíveis para recuperar a confiança do mercado.
  • Exemplos internacionais e do passado brasileiro: Ajustes rápidos e focados em despesas são mais eficazes, conforme visto em outros países e na experiência do Brasil após 2016.

  • Ações da PetroReconcavo caem 5,67% após resultados do 3T25 decepcionarem no lado operacional e maiores gastos com investimentos.
  • Produção reduziu 3%, com impacto do campo Tiê e problemas nas operações do Potiguar, além de aumento de 12% nos custos de extração.
  • Capex elevado, somando R$ 796 milhões em 2025, superando estimativas da empresa e pressionando ações.
  • Free Cash Flow negativo em R$ 260 milhões devido à aquisição de ativos no Rio Grande do Norte, deslocando a companhia de fluxo positivo para negativo.
  • BTG Pactual e XP recomendam compra, com preços-alvo de R$ 19 e R$ 15, respectivamente, enquanto Itaú BBA mantém posição neutra com alvo em R$ 16,50.

  • Redução de Lucro: Honda reduziu sua previsão de lucro anual em 21%, para 550 bilhões de ienes, impactada por custos com veículos elétricos e queda nas vendas na Ásia.
  • Prejuízo Operacional: Divisão automobilística registrou prejuízo no primeiro semestre devido a despesas extraordinárias de 224 bilhões de ienes relacionadas a veículos elétricos.
  • Redução nas Vendas e Metas: Previsão de vendas de 925.000 veículos na Ásia caiu mais de 10%, e a meta de participação de veículos elétricos em 2030 reduziu para 20%.
  • Impacto dos Chips: Prejuízo de 150 bilhões de ienes devido à escassez de chips da Nexperia, afetando a produção e levando à suspensão temporária em algumas unidades.
  • Tarifas e Produção Local: Prejuízo estimado de 385 bilhões de ienes por tarifas nos EUA, com a Honda beneficiando-se de alta produção local na América do Norte e forte demanda por híbridos.

  • Debate sobre transição energética: Lula destacou a importância dos minerais críticos na fabricação de baterias e painéis solares durante a cúpula de líderes antes da COP30.
  • Foco em minerais críticos: Discutir transição energética envolve abordar a necessidade desses minerais essenciais e suas cadeias globais de valor.
  • Desenvolvimento de países em crescimento: Necessidade de países emergentes participarem de todas as etapas dessa cadeia para gerar empregos e assegurar segurança energética.
  • Alternativas aos combustíveis fósseis: Lula enfatiza que o mundo precisa adotar modelos de desenvolvimento voltados para a energia limpa.
  • Tecnologias de financiamento: Necessidade de criar mecanismos financeiros voltados para o desenvolvimento sustentável no Sul Global.
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