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  • Cogna apresenta queda: As ações da Cogna (COGN3) apresentaram queda após a divulgação dos resultados do terceiro trimestre, contrariando expectativas do mercado.
  • Ânima em alta: As ações da Ânima (ANIM3) dispararam, com analistas acreditando que ainda há potencial de valorização após resultados trimestrais positivos.
  • Comparativo de performance: Enquanto Cogna enfrenta dificuldades, Ânima mostra um crescimento acima de 100% no acumulado do ano.
  • Análise técnica favorável para ANIM3: Analistas recomendam acompanhamento de Ânima por potencial de alta contínua, sugerindo oportunidades de entrada.
  • Impacto dos resultados: Os resultados trimestrais foram um divisor de águas, reforçando a diferença de trajetória e perspectiva de investimento entre as duas empresas.

  • Resultados Financeiros Sólidos: Petrobras registrou lucro líquido de US$ 6,03 bilhões no 3T25, um aumento de 2,7% em relação a 2024, com recordes na exportação do pré-sal e aumento da produção.
  • Dividendos Aprovados: Conselho de Administração aprovou o pagamento de dividendos intercalares de R$ 12,16 bilhões, a serem pagos em 2026, sustentando atratividade aos acionistas.
  • Execução Operacional Eficiente: Plataformas atingiram máxima capacidade antes do previsto, contribuindo para eficiência técnica elevada, apesar da sensibilidade aos preços do Brent.
  • Pressão no Fluxo de Caixa: Aumento nos investimentos em capital reduziu o fluxo disponível para dividendos e elevou levemente o endividamento, exigindo monitoramento.
  • Recomendações e Riscos: Safra e BTG Pactual recomendam compra das ações com preço-alvo de R$ 43-44; riscos incluem interferência política e volatilidade do Brent.

  • Produção e resultados financeiros de PETR4: A Petrobras apresentou um robusto crescimento de produção no 3T, superando projeções financeiras e anunciando dividendos de R$ 12,6 bilhões.
  • Capex e resposta do mercado: O aumento das despesas de capital no 3T incomodou inicialmente os investidores, mas esclarecimentos do CFO resultaram em reversão no desempenho das ações.
  • Resultados financeiros destacados por Citi: Receita líquida de US$ 23,5 bilhões e Ebitda ajustado de US$ 12 bilhões; capex superior ao esperado pode impactar alavancagem.
  • Sinalizações futuras: A Petrobras considera postergar investimentos não contratados dependendo do preço do Brent e da alavancagem financeira futura.
  • Analistas e recomendações: Empiricus mantém Petrobras em sua carteira; Safra e Bradesco BBI indicam compra com expectativas de alta significativa no preço-alvo.

  • Estratégia Focada em Rentabilidade: Magazine Luiza (MGLU3) decide não participar da guerra de preços baixos e frete grátis no e-commerce, priorizando margens e rentabilidade.
  • Resultados Superam Expectativas: Lucro líquido ajustado do 3T25 foi de R$ 21,2 milhões, superando as expectativas do mercado que eram de R$ 4 milhões.
  • Novo Canal de Vendas: Lançamento do "WhatsApp da Lu" para compras via WhatsApp, inicialmente para 1 milhão de clientes, com expansão planejada até 2025.
  • Pressão dos Juros Altos: Despesas financeiras aumentaram 35,6%, impactando o lucro devido aos juros elevados; a taxa Selic está em 15%.
  • Foco em Multicanalidade: O Magazine Luiza aposta em combinar vendas online e offline e no AI Commerce para sustentar o crescimento, prevendo otimismo para 2026 com a Copa do Mundo.

  • Ações da Petrobras (PETR4) sobem 2,9% após diretores enfatizarem cautela em investimentos e política de dividendos, mas acelerarem capex e focarem em aumento de produção.
  • Diretor financeiro, Fernando Melgarejo, reforça que não haverá mudanças na política de dividendos e que qualquer movimento de M&A precisará garantir a geração de caixa sustentável.
  • Pressão do preço do Brent pode postergar investimentos não contratados, enquanto o teto de endividamento permanece em US$ 75 bilhões.
  • Divulgação de lucro líquido de US$ 6,03 bilhões no 3T25, alta de 2,7%, e aprovação do pagamento de R$ 12,16 bilhões em dividendos intercalares, atraem avaliação positiva do BTG Pactual.
  • Investidores analisam a qualidade da alocação de capital; disciplina e previsibilidade na política de preços são cruciais para manter sustentáveis os dividendos.

  • Queda em M&A: BR Partners registrou uma queda em suas operações de M&A, impactando suas receitas.
  • Receita Menor: A companhia relatou receitas menores no período recente, o que pode afetar suas projeções financeiras futuras.
  • Retorno aos Acionistas: Para compensar, a empresa reforçou o retorno aos acionistas com proventos de R$ 1,02 por unit.
  • Dividendo Anunciado: BR Partners anunciou um dividendo que leva seu yield a 13,9%, antecipando-se a tributações futuras.
  • Impacto no Mercado: Traders devem monitorar o efeito desses resultados e da distribuição de dividendos no preço das units da BR Partners.

  • Ação ALPA4 tocou máxima desde fevereiro de 2023: Ação da Alpargatas atingiu valor não visto desde o início do ano.
  • Disparo de ALPA4: As ações da Alpargatas dispararam após divulgação de resultados positivos no terceiro trimestre.
  • Resultados do 3T: Alpargatas reportou melhorias significativas em várias áreas operacionais e financeiras.
  • Bons sinais em todas as frentes: Indicação de performance robusta sugere continuidade no crescimento da empresa.
  • Oportunidade de investimento: A valorização das ações pode representar uma oportunidade para traders que buscam ganhos rápidos.

  • SLCE3 avança 4%: Ações da SLC Agrícola sobem em resposta ao balanço do 3T25 e acordo estratégico.
  • Acordo bilionário: Parceria com BTG Pactual para irrigação, investindo R$ 1,033 bilhão, com SPEs e controle das áreas das fazendas.
  • Resultados financeiros: Prejuízo de R$ 14,5 milhões, mas forte geração de caixa de R$ 567 milhões e aumento de 28% na receita líquida.
  • Análises positivas: Bradesco BBI e BB Investimentos destacam disciplina de capital e crescimento da produtividade agrícola.
  • Recomendações mistas: Santander mantém recomendação neutra devido aos custos agrícolas crescentes, enquanto XP Investimentos vê potencial limitado no curto prazo.

  • Divulgação do Plano Estratégico: Petrobras anunciará seu Plano Estratégico para 2026-2030 em 27 de novembro, podendo impactar expectativas do mercado.
  • Política de Dividendos: A empresa manterá a política atual de dividendos, sem mudanças previstas, indicando estabilidade para investidores de PETR4.
  • Dívida da Petrobras: A dívida atual está próxima do teto de US$ 75 bilhões, com US$ 71 bilhões alcançados, mas sem intenção de alterar este limite.
  • Prudência em Fusões e Aquisições: Não há discussões em curso para mudanças ou novas operações, priorizando alocação sustentável de capital.
  • Aumento da Produção: A produção crescente é foco para melhorar resultados, com estimativa de alcançar o topo do guidance deste ano.

  • Data de Lançamento Adiada: Rockstar Games adiou o lançamento de GTA 6 para 19 de novembro de 2026, impactando expectativas de mercado.
  • Impacto Econômico: A franquia GTA movimentou mais de US$ 9,7 bilhões desde 2013, relevando a importância econômica dessa linha de produto.
  • Estratégia de Lançamento: Foco da Rockstar em qualidade e longevidade, não em calendário, podendo influenciar decisões de investimento.
  • Projeções para GTA 6: O jogo será ambientado em Leonida com potencial expansivo, sugerindo novas oportunidades de monetização no futuro.
  • Incertezas e Riscos: Adiamentos podem impactar estúdios terceirizados e relembrar problemas como os de Cyberpunk 2077, afetando cadeias produtivas.

  • Resultados do 3T25: Cogna (COGN3) reverteu prejuízo e lucrou R$ 191,6 milhões, mas ações caem forte no dia.
  • Desempenho das Ações: COGN3 caiu 4,80% para R$ 3,57, tornando-se a segunda maior baixa do Ibovespa.
  • Projeções vs. Realidade: Lucro líquido ajustado ficou em R$ 13,5 milhões, abaixo das expectativas de R$ 45,45 milhões.
  • Recomendações de Compra: Safra e Ágora/Bradesco BBI recomendam compra devido ao forte "momentum".
  • Avaliação do BTG Pactual: Mantém recomendação neutra, com preço-alvo de R$ 4,00, destacando precificação justa após alta de 230% no ano.

  • Fundo Soberano da Arábia Saudita: está vendendo ações dos EUA, com foco especial na Meta, um movimento significativo para o mercado.
  • Preocupações com a economia: Traders devem estar atentos às incertezas econômicas que estão afetando o mercado de ações.
  • Ações de tecnologia: Empresas de tecnologia enfrentam pressão, potencialmente impactando o desempenho do setor no curto prazo.
  • Oscilações extremas de preços: Grandes ganhos e perdas vêm desestabilizando Wall Street, exigindo cautela nas operações de trade.
  • Tendência semanal de queda: Wall Street está se encaminhando para uma semana de fortes perdas, importante para calibrar estratégias de investimentos.

  • Desempenho das Ações: Ações da PetroReconcavo (RECV3) caem 5,03%, liderando as quedas do Ibovespa.
  • Resultados Financeiros: Lucro líquido de R$ 122 milhões no 3º trimestre, 23% menor que no ano anterior; Ebitda de R$ 350 milhões, queda de 3% em relação ao trimestre anterior.
  • Impacto Operacional: Queda de 3% na produção média para 26,4 mil barris/dia devido a reparos e manutenções, enquanto os custos de extração aumentaram em média 12%.
  • Capex e Produção: Investimento (capex) de R$ 569 milhões no trimestre, com queda de produção para 24,9 mil barris de óleo equivalente em outubro.
  • Recomendação e Preço-Alvo: Itaú BBA mantém recomendação neutra (Market Perform) com preço-alvo de R$ 16,50, implicando potencial de valorização de 31,8%.

  • Ibovespa em queda: O índice brasileiro quebrou a sequência de altas e perdeu o patamar de 153 mil pontos.
  • Impacto nos mercados internacionais: Bolsas dos EUA estão operando em queda, influenciando o clima negativo.
  • Sentimento do investidor: As quedas atuais podem alterar o sentimento, reduzindo o apetite por risco entre os traders.
  • Monitoramento de políticas monetárias: Traders devem ficar atentos a eventuais mudanças nas políticas monetárias que podem impactar os mercados.
  • Oportunidades de compra: A correção pode ser vista como uma oportunidade para compras estratégicas em níveis de suporte.

  • Projeção de Aportes: A Petrobras anunciou que seus investimentos para o ano ficarão entre o centro e o teto da projeção indicada anteriormente.
  • Decisão de Investimento: A possibilidade de postergar investimentos não contratados dependerá da cotação do Brent, segundo o CFO da Petrobras.
  • Confiança do Mercado: A bem-sucedida oferta de títulos globais sugere uma confiança renovada dos investidores na estatal.
  • Impacto no Mercado: As ações da Petrobras registraram forte alta após o anúncio das decisões de investimento.
  • Relevância para Traders: Monitore as flutuações do Brent, pois elas podem impactar as estratégias de investimento futuro da Petrobras.

  • Resultados do 3º tri mostram resiliência: Petrobras aumentou o Ebitda da E&P em US$ 300 milhões, apesar da queda de US$ 11 no preço do Brent.
  • Aumento nos investimentos: A empresa investiu 28,6% a mais nos primeiros nove meses de 2025, somando US$ 14 bilhões, refletindo em resultados positivos.
  • Esforço em renováveis: A Petrobras tem histórico de investimentos em energias limpas, adaptando-se a um cenário global de demanda por renováveis.
  • Produção em alta: Um crescimento de 17% na produção foi registrado, gerado pela maior eficiência operacional e gestão de reservatórios.
  • Visão de longo prazo: Estratégia para os próximos 72 anos destaca aposta contínua em renováveis e capacidade de adaptação a novas demandas energéticas.

  • Valorização da Ação: A Vale (VALE3) subiu mais de 20% desde agosto devido a bons resultados operacionais e alta nos preços do minério de ferro.
  • Revisão de Preço-Alvo: Banco Safra aumentou o preço-alvo da Vale de US$ 11,50 para US$ 13,20, sugerindo um potencial de valorização de 16% e mantendo a recomendação de compra.
  • Aumento no Ebitda: Safra revisou projeção de Ebitda para US$ 16,6 bilhões em 2026 e US$ 16,7 bilhões em 2027 devido a preços mais fortes de commodities.
  • Dividendos Extraordinários: Expectativa de dividendos extraordinários de US$ 1 bilhão em 2026 e 2027, apoiados por estabilidade de mercado e bom desempenho operacional.
  • Investimentos vs. Dividendos: Capex projetado entre US$ 5,4 e US$ 5,7 bilhões, mas execução real deve ser menor, abrindo espaço para dividendos extraordinários.

  • Desempenho do Magalu: O Magazine Luiza registrou uma queda de 2,6% nas vendas totais no terceiro trimestre, com forte desaceleração de quase 12% no e-commerce (3P).
  • Estratégia da Empresa: A empresa optou por não entrar na guerra dos marketplaces, focando em rentabilidade ao invés de crescimento a qualquer custo no e-commerce (3P).
  • Reações do Mercado: As ações da MGLU3 subiam 1,5% por volta das 12h, com um preço de negociação de R$ 8,11, após liderarem os ganhos do Ibovespa na abertura.
  • Comentários dos Analistas: O BTG Pactual destacou uma visão positiva a longo prazo, enquanto o JP Morgan e o Goldman Sachs notaram tendências operacionais fracas, mas foco contínuo em geração de caixa.
  • Recomendações: BTG Pactual recomenda compra com preço-alvo de R$ 12. JP Morgan recomenda Underweight, indicando um desempenho inferior ao do setor ou benchmark esperado.

  • Ações da Lojas Renner (LREN3) recuam quase 2,5% nesta sexta-feira, cotadas a R$ 14,20, destacando-se entre as maiores quedas do Ibovespa.
  • Apesar de um lucro líquido de R$ 279,4 milhões no 3T25, a Ágora Investimentos avaliou os resultados como abaixo do esperado devido à desaceleração nas vendas em mesmas lojas.
  • Clima frio e exposição à região Sul afetaram negativamente a transição para a coleção de verão, pesando na performance de vendas e alavancagem operacional.
  • XP Investimentos também apontou Ebitda ajustado 7% abaixo da sua estimativa, com despesas elevadas impactando as margens da empresa.
  • A recomendação para Lojas Renner permanece neutra, com expectativa por sinais mais claros de retomada de crescimento e execução consistente.

  • Índice Bovespa fecha em alta: O índice Bovespa fechou na quinta-feira com uma ligeira alta de 0,03%, atingindo um novo recorde de 153.338,63 pontos.
  • Realização de lucros: O mercado está focado na realização de lucros influenciado pela movimentação de Nova York e do minério.
  • Petróleo e balanços: Fatores como o petróleo e a publicação de balanços estão ajudando a atenuar as oscilações no mercado.
  • Influência internacional: O cenário de Nova York continua a ter influência significativa nas ações do Ibovespa.
  • Monitoramento de commodities: Traders devem monitorar os preços do minério e do petróleo, pois suas variações têm impacto direto no índice.

  • Vale aumenta vantagem competitiva: JPMorgan destaca que a Vale está melhorando sua posição enquanto concorrentes enfrentam desafios de qualidade.
  • Mudança estrutural no mercado de minério: A mineradora vai na contramão, fortalecendo sua posição no setor.
  • Potencial de destaque: A estratégia da Vale pode aumentar sua relevância no mercado de minério de ferro, segundo análise do JPMorgan.
  • Oportunidade de investimento: Ações da Vale podem se tornar mais atraentes para investidores em busca de oportunidades no setor minerador.
  • Condições do mercado: Monitorar a evolução das estratégias da Vale em resposta aos desafios de seus concorrentes pode oferecer insights valiosos.

  • Ibovespa atinge 150 mil pontos: Impulsionado pelo otimismo dos investidores com a temporada de balanços e expectativa de queda de juros.
  • Dados econômicos positivos: Emprego forte e sinais de arrefecimento da inflação contribuíram para o aumento do índice.
  • "Grande Reset" do Ibovespa: Segundo EQI Research, é o início de uma reconfiguração das oportunidades no mercado.
  • Novos setores em destaque: Consumo doméstico, energia, infraestrutura e empresas de valor são apontadas como promissoras.
  • Relatório da EQI Research: Proporciona análise e recomendações para investidores aproveitarem o novo ciclo de alta.

  • Produção e Guidance: Produção normalizada em Peregrino e avanços técnicos em Wahoo reforçam previsão de aumento superior a 40%.
  • Recomendação de Compra: Bradesco BBI eleva preço-alvo para R$ 62, mantendo a recomendação de compra pela solidez dos resultados do 3º trimestre de 2025.
  • Liquidez e Dívida: Liquidez robusta e alongamento da dívida ampliam espaço para recompra de ações, destacando disciplina financeira.
  • Operações e Custos: Apesar da parada em Peregrino, operação retomada a níveis históricos, com controle de custos e expansão sustentada.
  • Perspectivas de Crescimento: Projeção de produção combinada alcançar cerca de 190 mil barris/dia até 2026, com potencial para superar 200 mil barris/dia.

  • JP Morgan eleva preço-alvo da Embraer: Novo preço-alvo para ações da EMBR3 é de US$ 80 para dezembro de 2026, justificando um potencial de valorização de 25%.
  • Desempenho superior esperado: A margem Ebit do quarto trimestre de 2025 é projetada para 9,5%, acima do consenso de mercado.
  • Pontos de atenção para traders: Embraer pode negociar com um desconto de 15% em relação aos pares devido ao menor tamanho e foco em aviação regional.
  • Fatores externos: Possível impacto positivo com melhora nas relações Brasil-EUA e eventos como o Dubai Airshow e pedidos potenciais do grupo ABRAS e da Índia.
  • Riscos a ser monitorados: Não superar a margem Ebit prevista para 2025 é o risco principal; foco em execução devido à carteira recorde de US$ 31 bilhões.

  • Suzano: Recomendação de compra com preço-alvo de R$ 63,50, potencial de alta de 30,5%. Múltiplo EV/Ebitda atraente a 5,8x abaixo do histórico.
  • Klabin: Lucro caiu 34% no 3T25; pagamento de R$ 318 milhões em dividendos, recomendação de compra com preço-alvo de R$ 23 pelo Itaú BBA.
  • Minerva: Lucro de R$ 120 milhões, menor alavancagem líquida desde 2022, mas ações em queda após resultados.
  • JBS e Cosan: Resultados a serem divulgados em 13 e 14 de novembro, potencial movimentação nas ações com divulgação dos dados.
  • Ações Mais Recomendadas: Suzano, Klabin, JBS, Cosan e Minerva destacam-se como recomendações para novembro em levantamento de 19 carteiras.

  • Alta das Ações: As ações da Alpargatas (ALPA4) dispararam quase 9% após resultado positivo no 3T25.
  • Resultados Financeiros: Lucro líquido cresceu 199,2%, totalizando R$ 171,3 milhões, e o Ebitda ajustado subiu 86,8%.
  • Reação dos Analistas: Analistas como a XP consideraram os resultados positivos, mas mantêm recomendação neutra.
  • Receita e Margens: Receita líquida de R$ 1,1 bilhão, com margem Ebitda ajustada aumentando para 22,9%.
  • Perspectivas: Potencial de valorização de 14,2% com preço-alvo de R$ 12, mas cautela sobre recuperação no mercado brasileiro.

  • SLC Agrícola (SLCE3) pagará R$ 73 milhões em dividendos em maio, impactando diretamente os acionistas.
  • Criação de joint venture de R$ 1 bilhão com investidor internacional: Gera R$ 700 milhões em caixa, reforçando a liquidez.
  • Uso estratégico dos recursos: Aquisição de fazenda e implementação de sistemas de irrigação na Bahia, melhorando produtividade.
  • Redução de alavancagem: A operação contribuirá para diminuir o índice de alavancagem, atualmente em 2,33x o EBITDA.
  • Perspectiva de ganhos elevados por hectare: Projeção de aumento de R$ 6 mil a R$ 7 mil por hectare sazonalmente, indicando incremento na eficiência operacional.

  • Ações Tenda (TEND3) sobem 6%: Negociadas a R$ 24,17 por volta das 11h30, destaque entre as maiores altas da B3.
  • Lucratividade em alta: Lucro líquido de R$ 111,7 milhões no 3T25, um crescimento de 46,6% em relação ao ano anterior.
  • Geração de caixa positiva: Fluxo de caixa de R$ 77 milhões no 3T25, revertendo a tendência negativa do trimestre anterior.
  • Visão otimista dos analistas: XP e BTG destacam o desempenho robusto e recomendam compra das ações TEND3.
  • Ações subavaliadas: TEND3 está negociada a 4,3 vezes o P/L estimado para 2026, abaixo de pares como Cury (8 vezes).

  • MBRF (MBRF3) sobe 4,81%: Por volta das 11h27, ações estavam entre os destaques positivos do Ibovespa.
  • Motivo da alta: Decisão da China de liberar importação de carne de frango do Brasil após embargo em maio.
  • Revogação de embargo: Decisão chinesa baseada em análise de risco, comunicada oficialmente nesta sexta-feira.
  • Impacto no Brasil: Sendo o maior exportador avícola mundial, a liberação favorece significativamente a indústria brasileira.
  • Próximos eventos: MBRF divulgará resultados do 3T25 em 13 de outubro, primeiro balanço após fusão com Marfrig.

  • Petrobras estuda retorno ao varejo de combustíveis como estratégia para controlar preços e aumentar a competitividade no mercado.
  • Resultado positivo da empresa no último período é enaltecido, destacando a resiliência e a capacidade de adaptação da estatal.
  • Declaração da presidente: acredita ser desvantajoso apostar contra a companhia, sugerindo confiança no desempenho futuro.
  • Preparação a longo prazo: Petrobras se posiciona para garantir sustentabilidade e crescimento nos próximos 72 anos.
  • Impacto no mercado: Traders devem monitorar a reação do mercado às ações da Petrobras e possíveis ajustes na estratégia de preços.

  • Ações em Alta: As ações do Fleury (FLRY3) avançaram 3,11%, negociadas a R$ 15,57, após divulgação de resultados do 3T25, tornando-se uma das maiores altas do Ibovespa.
  • Recomendações de Compra: BTG Pactual e Safra mantêm recomendação de compra para FLRY3, com preço-alvo de R$ 18, indicando potencial de valorização de 15%.
  • Resultados Financeiros: Lucro do 3T25 caiu 3% para R$ 184,9 milhões, mas EBITDA e receita líquida cresceram 11,5% e 11,6% respectivamente, ano a ano.
  • Expansão por Aquisições: Fleury confirmou aquisições recentes, incluindo o Laboratório São Lucas e GIP Medicina Diagnóstica, apoiando o crescimento estratégico da companhia.
  • Fluxo de Caixa e Yield: Fluxo de caixa ao acionista foi de R$ 455 milhões no trimestre, com yield anualizado de cerca de 10%, atraente para investidores.

  • Crescimento da Receita: Fleury (FLRY3) registra aumento de 11,6% na receita líquida, atingindo R$ 2,2 bilhões, sustentado por desempenho orgânico e fusões/aquisições.
  • Desempenho Regional: Crescimento de dois dígitos em todas as regiões, com destaque para São Paulo (+27,1%) e consola Marcas Fleury (+12,2%).
  • Geração de Caixa e Lucros: EBITDA sobe 11,5% com margem de 27,4%; geração de caixa operacional cresce 28,6%, enquanto lucro líquido cai 3% devido a juros e investimentos.
  • Estratégia de M&As: Fleury adquire laboratórios Femme e São Lucas; múltiplos atrativos de EV/EBITDA em torno de 3,3x-3,4x, mantendo alavancagem em 1x.
  • Valuation e Ações: Ações FLRY3 negociam a 5,2x EV/EBITDA, com valorização de 4% no último ano, e valor de mercado de R$ 8,1 bilhões na B3.

  • Preço-alvo atualizado: JP Morgan revisa projeção para Embraer (EMBJ3) a R$ 108 para dezembro de 2026; inclusão da divisão EVE eleva o preço-alvo para R$ 121, representando alta de 42,35%.
  • Valuation atrativo: A Embraer negocia a um múltiplo de 10,1 do valor de mercado sobre o Ebitda, com desconto de 25% em relação aos pares.
  • Catalisadores positivos: Possível redução de tarifas americanas e novos pedidos na feira de Dubai são fatores que podem impulsionar as ações da Embraer.
  • Riscos identificados: Principais riscos envolvem a potencial falha em atingir margem EBIT projetada e dificuldades na execução da carteira de pedidos estimada em US$ 31,3 bilhões.
  • Crescimento e perspectivas: JP Morgan espera que o desconto em relação aos concorrentes diminua devido ao crescimento, melhores retornos e carteira de pedidos recorde da empresa.

  • Axia Energia (AXIA3) distribui R$ 4,3 bilhões em dividendos, superando expectativas e elevando o dividend yield do ano para cerca de 6,3%.
  • EBITDA ajustado de R$ 5,9 bilhões fica 20% acima das estimativas, impulsionado por vendas de ativos e corte de custos.
  • Reestruturação financeira inclui a venda da Eletronuclear e outras usinas térmicas, levantando R$ 6,6 bilhões no total.
  • Ações PN da Axia sobem 2,7%, com valorização superior a 60% em 2025, refletindo confiança do mercado.
  • Analistas revisam projeções de dividendos, reforçando a percepção de eficiência operacional e retorno aos acionistas.

  • Ibovespa fecha em queda: O índice quebra a sequência de altas e perde o patamar de 153 mil pontos, sinalizando volatilidade.
  • Bolsas dos EUA com desempenho negativo: Atente ao impacto das bolsas norte-americanas em ativos brasileiros e correlacionados.
  • Motivos para a queda: Sem informações adicionais, é importante monitorar notícias que possam impactar o humor do mercado.
  • Investidores cautelosos: O recuo pode representar uma oportunidade, mas requer análise estratégica e atenção ao cenário externo.
  • Reavaliação de estratégias: Traders devem considerar ajustar suas posições face à recente reversão no índice.

  • Magazine Luiza (MGLU3) apresenta lucro líquido ajustado de R$ 21,2 milhões no 3T25, superando estimativas de lucro de R$ 4 milhões, apesar da queda de 69,8% em relação ao ano anterior.
  • Ebitda ajustado soma R$ 711,4 milhões, superando a estimativa de R$ 707 milhões, com margem Ebitda ajustada estável em 7,9%.
  • Ações MGLU3 registram alta de 2%, sendo negociadas a R$ 8,15, com avanço superior a 5% mais cedo no pregão.
  • JP Morgan e Genial Investimentos classificam o trimestre como fraco e mantêm recomendações de venda e neutra, respectivamente, devido a desafios no crescimento e pressão competitiva.
  • BTG Pactual recomenda compra da ação com preço-alvo de R$ 14, enquanto XP Investimentos e Safra mantêm posição neutra, citando dificuldades macroeconômicas.

  • Reabertura do mercado chinês: A China levantou a proibição de importação de frango brasileiro, potencialmente impulsionando as exportações.
  • Ação da MBRF valoriza: As ações da MBRF (MBRF3) subiram mais de 5% após a notícia da reabertura do mercado chinês.
  • Impacto nas exportadoras: Empresas exportadoras de frango podem se beneficiar de aumento de demanda, impactando positivamente suas ações.
  • Listas de compra: Traders devem considerar adicionar empresas de frango às suas carteiras, dadas as novas oportunidades no mercado chinês.
  • Acompanhamento contínuo: Monitore mudanças nas regulações de exportação que possam afetar o mercado de aves para ajustes rápidos na estratégia.

  • Indicadores fundamentais e de mercado são essenciais para avaliar o valor real e a saúde financeira de uma empresa, impactando tanto investimentos de longo prazo quanto decisões diárias.
  • Dados precisos são cruciais; informações imprecisas ou atrasadas podem levar a julgamentos errados, afetando severamente suas operações de trading.
  • Desafios no acesso a dados confiáveis; traders enfrentam restrições geográficas e limites de solicitações ao buscar informações em grande escala.
  • Proxies como solução para bloqueios de dados; ajudam a contornar restrições geográficas e limitações de acesso, utilizando endereços IP alternativos.
  • MarsProxies oferece flexibilidade e alcance global com mais de um milhão de IPs rotativos para assegurar acesso consistente e evitar detecção em grandes volumes de dados.

  • Acordo Estratégico com BTG Pactual: SLC Agrícola (SLCE3) firmou parceria com fundos do BTG Pactual para desenvolver projetos de irrigação e infraestrutura em duas fazendas na Bahia.
  • Estrutura das SPEs: Criação de SPEs com participação de 50,01% da SLC Agrícola e 49,99% dos fundos, com investimento total de R$ 1,03 bilhão.
  • Aquisição e Expansão: As SPEs comprarão 21.471 hectares, com projetos de irrigação em expansão na Fazenda Piratini (13.204 hectares até 2026) e implementação na Fazenda Paladino (14.730 hectares entre 2028 e 2030).
  • Operação Agrícola e Contratos: SLC Agrícola manterá a produção via contratos de parceria rural iniciais de 18 anos, renováveis a cada três anos, com SPEs recebendo 19% da produção.
  • Condições para Conclusão: O negócio está sujeito à aprovação do CADE e condições usuais de fechamento, com assessoria financeira do BTG Pactual e jurídica do Pinheiro Neto Advogados.

  • Ibovespa: Inicia o pregão em leve queda de 0,15%, refletindo cautela internacional e preocupações com juros nos EUA.
  • Dólar e Juros Futuros: Dólar sobe para R$ 5,36 e juros futuros avançam, impulsionados pela aversão ao risco global.
  • Desempenho das Ações: Vale (VALE3) cai 1,10% com baixa no minério de ferro; Petrobras (PETR4) avança 0,42% com recuperação do Brent.
  • Influência Externa: Índices futuros dos EUA em baixa e possibilidade de juros altos reforçada pelas declarações do Federal Reserve.
  • Expectativas do Mercado: Atenção voltada para dados de inflação e emprego nos EUA e balanços corporativos no Brasil, com previsão de volatilidade elevada.
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