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Mostrando 8961 a 9000 de 19057 notícias

  • Petrobras ADRs: Ações ON subiram 0,41% e ações PN avançaram 0,95% após resultados do 3º trimestre de 2025 e anúncio de dividendos de R$ 12,16 bilhões.
  • Lucro da Petrobras: Lucro líquido de US$ 6 bilhões, superando estimativas, mas menor reação comparada à Suzano.
  • Suzano em destaque: Subiu 1,55% na Nyse apesar do lucro abaixo das expectativas devido ao preço da celulose.
  • Movimentos de mercado: Eletrobras caiu 2,66%, Itaú subiu 2,14%, Bradesco caiu 1,42% e Vale teve leve alta de 0,08%.
  • Desempenho do EWZ: ETF brasileiro em NY fechou quase estável, com leve alta de 0,06% após queda na sessão normal.

  • Pagamento de JCP do Santander Brasil: O Santander paga hoje, 7 de novembro, juros sobre capital próprio (JCP) a seus acionistas.
  • Valores por ação: R$ 0,5359 por unit (SANB11), R$ 0,2552 por ação preferencial (SANB4) e R$ 0,2807 por ação ordinária (SANB3).
  • Data de corte: Apenas investidores que possuíram ações do banco até 21 de outubro de 2025 têm direito ao JCP.
  • Imposto sobre os ganhos: Os valores estão sujeitos a uma alíquota de 15% de Imposto de Renda retido na fonte.
  • Importância do Dividend Yield: A análise do dividend yield é vital para investidores que buscam retornos por meio de dividendos.

  • ANP adia julgamento: O julgamento de suspeição dos diretores da ANP no caso Refit foi adiado, impactando o cronograma de decisões regulatórias.
  • Acusações de conflito de interesse: A Refit alega que os diretores da ANP têm interesses no processo, o que pode afetar decisões futuras.
  • Processo sigiloso: O processo que levou à interdição da Refit foi realizado de forma sigilosa, despertando preocupação sobre transparência.
  • Impactos para traders de energia: Traders devem estar atentos a possíveis mudanças nas normas regulatórias da ANP que possam afetar o setor de energia.
  • Risco para empresas do setor: Empresas semelhantes à Refit podem enfrentar riscos regulatórios, influenciando estratégias de investimento.

  • Zema propõe usar participação na Cemig para abater dívidas: O governador de Minas Gerais enviou proposta ao Ministério da Fazenda para incluir a participação acionária na Cemig no programa Propag como parte do pagamento da dívida estadual.
  • Privatização indireta de estatais via Propag: O plano de Zema busca converter a Cemig e outras estatais em companhias de capital pulverizado, similar à Eletrobras, onde o Estado perde controle direto sem um plebiscito.
  • Modelo de corporação depende de aprovação legislativa: A proposta depende do Projeto de Lei 3.053/2024, que está em tramitação na Assembleia Legislativa e enfrenta resistências políticas e jurídicas.
  • Potencial refinanciamento de longo prazo do passivo: A adesão ao Propag pode permitir a Minas Gerais pagar sua dívida de R$ 181 bilhões em até 30 anos, com condições especiais de correção e juros.
  • Risco político e necessidade de aprovação: O sucesso do plano está condicionado à aprovação do PL na Assembleia, crucial para viabilizar o uso das ações da Cemig no programa Propag e impulsionar a privatização.

  • Lucro no 3T: Caixa Seguridade reportou lucro de R$ 1,1 bilhão no terceiro trimestre, representando um aumento de 13% em relação ao ano anterior.
  • Receitas Operacionais: A empresa obteve receitas operacionais de R$ 1,5 bilhão entre julho e setembro, 13,1% acima do mesmo período de 2022.
  • Dividendos: Anúncio de pagamento de dividendo bilionário, relevante para investidores interessados em rendimento.
  • Desempenho Positivo: O crescimento de receitas e lucro impulsiona a atratividade das ações da empresa para os traders.
  • Comparação Anual: Desempenho financeiro da Caixa Seguridade melhorou significativamente em relação ao ano anterior, indicando tendência positiva.

  • Distribuição de Dividendos: Caixa Seguridade (CXSE3) aprovou dividendos de R$ 1,05 bilhão, ou R$ 0,35 por ação, referente a 92,1% do lucro do 3º trimestre de 2025. Data de pagamento em 16 de janeiro de 2026.
  • Lucro Recorde: Caixa Seguridade reportou lucro líquido de R$ 1,140 bilhão, superando as expectativas de analistas e marcando um crescimento de 13,4% em relação ao 3º trimestre de 2024.
  • ROE Crescente: O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) recorrente atingiu 69,2%, alta de 6,3 pontos percentuais comparado ao ano anterior, indicando melhora nos indicadores operacionais.
  • Receitas e Custos: Receita operacional cresceu 13,1% para R$ 1,5 bilhão, enquanto custos com serviços subiram 28,5% no mesmo período.
  • Prêmios Estáveis e Sinistralidade: Prêmios emitidos mantiveram-se estáveis em R$ 2,5 bilhões, enquanto a sinistralidade foi reduzida para 23,8% em setembro de 2025.

  • Ibovespa fecha em alta: O índice marcou a 12ª sessão consecutiva de valorização, encerrando com +0,03% a 153.338,63 pontos, recorde de fechamento.
  • Copom mantém Selic em 15%: O Banco Central sinaliza juros altos por "período prolongado", impactando expectativas de futuros cortes de juros.
  • Desempenho de ações: Petrobras (PETR3) +0,09% e (PETR4) +0,52%; Vale (VALE3) -0,35%. Destaque para Axia Energia, com ELET3 +0,76% e ELET6 +0,84%.
  • Dólar em queda: Moeda fechou em -0,23% a R$ 5,3489, beneficiada por percepção positiva após decisão do Banco Central.
  • Mercado global em correção: Bolsas de NY fecham em baixa devido a preocupações com paralisia do governo dos EUA e direção de juros pelo Fed.

  • Lucro Líquido: Petrobras registrou lucro de US$ 6 bilhões no 3º trimestre, aumento de 2,7% em relação ao ano passado e 27,3% frente ao trimestre anterior, superando projeções.
  • Receita de Vendas: A receita de vendas foi de US$ 23,4 bilhões, um incremento de 0,5% em relação a 2024 e 11,6% antes do trimestre anterior.
  • Ebitda Ajustado: O Ebitda ajustado atingiu US$ 11,7 bilhões, com alta de 2,2% sobre o ano anterior e 26,9% frente ao trimestre anterior.
  • Fluxo de Caixa Livre: Fluxo de caixa livre foi de US$ 4,9 bilhões, queda anual de 27,6%, mas um aumento de 44,2% em relação ao trimestre anterior.
  • Dívida e Investimentos: A dívida líquida chegou a US$ 59 bilhões, 33,5% acima do ano passado; investimentos somaram US$ 5,5 bilhões, aumento de 23,7% YoY.

  • Lucro surpreende: Petrobras registrou um lucro líquido de US$ 6,027 bilhões no 3T25, superando em 2,7% o resultado do 3T24 e em 27,3% o do 2T25, contrariando as expectativas de queda.
  • Dividendo atraente: A estatal anunciou o pagamento de R$ 12,6 bilhões em dividendos intercalares, equivalente a R$ 0,94320755 por ação, acima das projeções do mercado.
  • Ebitda e Receita: O Ebitda ajustado cresceu 2,2% para US$ 11,728 bilhões ano a ano, e a receita de vendas subiu 11,6% trimestralmente, atingindo US$ 23,477 bilhões.
  • Estratégia de Produção: A Petrobras compensou a queda do preço do Brent (US$ 69,07/barril) com recordes de produção, superando 2,5 milhões de barris por dia.
  • Prazos de dividendos: As ações da Petrobras serão negociadas 'ex-dividendos' a partir de 23 de dezembro; pagamentos em fevereiro e março de 2026.

  • Dividendos Aprovados: Petrobras (PETR3; PETR4) aprovou dividendos intercalares de R$ 12,16 bilhões, ou R$ 0,94320755 por ação ordinária e preferencial.
  • Data-base para Direitos: Data base para acionistas é 22 de dezembro para ações B3 e 26 de dezembro para ADRs. Ações "ex-direitos" a partir de 23 de dezembro na B3.
  • Pagamentos em Parcelas: Dividendos serão pagos em duas parcelas: 20 de fevereiro e 20 de março de 2026. ADRs recebem em 27 de fevereiro e 27 de março de 2026.
  • Alinhamento com Política: Pagamento segue a Política de Remuneração aos Acionistas, considerando endividamento bruto abaixo de US$ 75 bilhões, distribuindo 45% do fluxo de caixa livre.
  • Acionistas Informados: Petrobras reitera informações em comunicado ao mercado, destacando cumprimento de requisitos da política remuneratória.

  • Resultados Financeiros: PetroReconcavo (RECV3) anunciou um lucro líquido de R$ 122 milhões no terceiro trimestre de 2025, representando uma queda anual de 23%.
  • Desempenho do Ebitda: O Ebitda totalizou R$ 350 milhões entre julho e setembro, apresentando uma queda de 20% em relação ao mesmo período de 2024.
  • Impacto nos Investidores: Diminuição nos lucros e no Ebitda pode influenciar negativamente a percepção dos investidores sobre o papel RECV3.
  • Segurança e Gestão: Analisar a resposta da empresa para mitigar a queda nos resultados financeiros pode oferecer insights estratégicos aos traders.
  • Tendência de Mercado: A tendência de queda pode indicar oportunidades de venda em curto prazo para traders atentos ao comportamento do ativo.

  • Lucro Surpresa: Petrobras reportou lucro líquido de US$ 6,03 bilhões no 3T23, superando as estimativas do mercado de US$ 3,48 bilhões.
  • Ebitda Ajustado: Totalizou US$ 11,73 bilhões, uma alta de 2,2% em comparação com o mesmo período de 2024.
  • Dividendos Aprovados: Conselho de Administração aprovou pagamento de R$ 12,16 bilhões em dividendos, equivalente a R$ 0,94 por ação.
  • Receita e Dívida: Receita de vendas somou US$ 23,4 bilhões, enquanto a dívida líquida aumentou 33,5% para US$ 59 bilhões.
  • Custo de Extração: Lifting cost no 3T25 foi de US$ 6,30/boe, representando um aumento de 8,9%.

  • Conteúdo Atualizado: A Ágora Investimentos oferece vídeos e podcasts diários com análises de mercado.
  • Acesso a Insights: Traders podem obter insights valiosos sobre tendências e movimentações de mercado.
  • Estratégias de Investimento: Os conteúdos podem ajudar na formulação de estratégias de investimento baseadas em dados atuais.
  • Informação em Tempo Real: A atualização contínua permite que traders acompanhem o mercado em tempo real.
  • Ferramenta Educacional: Além de análises, os vídeos e podcasts servem como ferramenta educacional para traders aprimorarem seus conhecimentos.

  • Dividendos Aprovados: Petrobras (PETR4) aprovou pagamento de R$ 12,16 bilhões em dividendos, R$ 0,94 por ação.
  • Datas de Pagamento: Dividendo pago em duas parcelas: R$ 0,47 em 20 de fevereiro e R$ 0,47 em 20 de março.
  • Data de Corte: Para B3, 22 de dezembro de 2025; para ADRs na NYSE, 26 de dezembro de 2025. Ações ex-dividendo a partir de 23 de dezembro de 2025.
  • Forma de Distribuição: Será decidida até 11 de dezembro de 2025 e pode ser dividendo ou juros sobre capital próprio.
  • Resultados Financeiros: Lucro líquido do 3º trimestre: US$ 6,03 bilhões, aumento de 2,7% em relação ao ano anterior. Ebitda ajustado: US$ 11,73 bilhões, alta de 2,2%.

  • Ambição de rentabilidade: O Banco ABC Brasil (ABCB4) está insatisfeito com a rentabilidade atual entre 15% e 16% de ROE e está focado em superá-la com uma reorganização comercial, ganho de eficiência e reposicionamento de produtos.
  • Estratégias de margem financeira: Foco na expansão da margem financeira por meio de melhor precificação, mix de produtos com spreads mais elevados e retomada de posições de risco.
  • Escala e novos produtos: Crescimento disciplinado na carteira de crédito, ampliação do leque de produtos e atenção às condições macroeconômicas, especialmente com taxas de juros mais altas.
  • Segmentação comercial estratégica: Criação de verticais especializadas em agronegócio e setor imobiliário para melhorar o atendimento e a análise de crédito, apesar dos desafios econômicos atuais.
  • Perspectivas para 2026: O banco espera flexibilização monetária no Brasil a partir do segundo trimestre de 2026, mas com taxas ainda acima dos padrões históricos, e um cenário mais claro para intensificar o apetite ao risco.

  • Lucro Líquido: Assaí (ASAI3) reporta lucro líquido de R$ 195 milhões no 3º trimestre de 2025, uma queda de 1,5% em relação ao mesmo período de 2024.
  • Receita Líquida e Ebitda: Receita líquida cresce 2,1% para R$ 18,956 bilhões, enquanto o Ebitda ajustado aumenta 6% para R$ 1,082 bilhão, com margem de 5,7%.
  • Dívida Líquida: Dívida líquida diminui R$ 909 milhões, totalizando R$ 11,4 bilhões, com alavancagem de 3,03x, a menor desde 2021.
  • Investimentos: Investimentos somam R$ 222 milhões no trimestre, refletindo uma redução devido ao adiamento de projetos e à concentração de aberturas de lojas para o 4º trimestre de 2025.
  • Ambiente Econômico: Desempenho em cenário de juros elevados destaca a eficiência operacional da empresa.

  • Lucro Líquido: PetroReconcavo (RECV3) registrou lucro de R$ 121,9 milhões no 3T25, queda de 23% em relação ao ano anterior.
  • Receita Líquida: Redução de 2% na receita líquida, totalizando R$ 786,3 milhões, influenciada por produção e fatores externos.
  • Produção de Barris: Produção média de 26,4 mil boe/dia, uma queda de 3% em relação ao trimestre anterior, afetando receitas.
  • Preço do Barril: Preço médio de venda do barril caiu para US$ 59,46, comparado a US$ 73,50 do ano anterior.
  • Resultados Financeiros: Ebitda caiu 20% no ano, para R$ 350 milhões, enquanto a empresa registrou resultado financeiro negativo de R$ 8,9 milhões.

  • Resultados Trimestrais: Petrobras (PETR4) reporta lucro de US$ 6,02 bilhões no terceiro trimestre de 2025, marcando um crescimento anual de 2,7%.
  • Crescimento Anual: O aumento de lucro destaca a resiliência da Petrobras em meio a condições de mercado voláteis.
  • Impacto no Mercado: O desempenho financeiro positivo pode influenciar a valorização das ações da empresa e atrair investidores.
  • Análise de Risco: Traders devem ponderar os possíveis impactos de políticas governamentais no setor de petróleo, que poderiam afetar os resultados futuros da Petrobras.
  • Oportunidades de Investimento: O crescimento contínuo pode indicar oportunidades de longo prazo para investidores interessados no setor energético brasileiro.

  • Divulgação de Resultados: O anúncio dos dividendos da Petrobras ocorreu junto com os resultados do terceiro trimestre de 2025.
  • Valor dos Dividendos: A Petrobras aprovou o pagamento de R$ 12,2 bilhões em dividendos.
  • Dividendo por Ação: O valor por ação será equivalente a R$ 0,94.
  • Impacto para Investidores: Essencial avaliar como esse pagamento de dividendos impactará o caixa e as operações futuras da empresa.
  • Oportunidade de Operação: Traders devem observar o comportamento das ações PETR4 na B3 em resposta a esses anúncios.

  • Lucro Líquido: Suzano reportou lucro líquido de R$ 1,96 bilhão no 3º trimestre, representando uma queda de 39% em relação ao ano anterior.
  • Ebitda Ajustado: A empresa alcançou um Ebitda ajustado de R$ 5,2 bilhões, 20% abaixo do 3º trimestre de 2024, em linha com expectativas de mercado.
  • Receita Líquida: Receita trimestral foi de R$ 12,15 bilhões, ligeiramente acima das expectativas de R$ 12 bilhões, com uma queda anual de 1%.
  • Custo de Produção: Custo caixa de produção de celulose de R$ 812 por tonelada, mostrando redução em relação ao trimestre anterior e ao ano passado.
  • Alavancagem Financeira: Alavancagem financeira em dólares aumentou para 3,3 vezes, acima dos 3,1 vezes registrados no mesmo período de 2024.

  • Receita da Suzano: A empresa reportou uma receita líquida de R$ 12,15 bilhões, superando a expectativa média de analistas de R$ 12 bilhões.
  • Queda Anual de Receita: Apesar de superar expectativas, houve um declínio de 1% na receita em relação ao mesmo período do ano anterior.
  • Lucro do Terceiro Trimestre: Suzano registrou um lucro de R$ 1,96 bilhão, marcando uma queda de 39% em comparação anual.
  • Análise de SUZB3: Os investidores devem observar a performance do papel da Suzano (SUZB3) pós-divulgação de resultados abaixo do esperado no lucro.
  • Impacto no Mercado: As informações podem gerar volatilidade no mercado, sendo relevante para traders focados no setor de papel e celulose.

  • Lucro líquido: Cogna (COGN3) reportou lucro líquido de R$ 191,6 milhões, revertendo prejuízo do ano anterior.
  • Ebitda recorrente: Crescimento de 9,0%, totalizando R$ 422,7 milhões, com margem reduzida em 2,3 p.p.
  • Ebitda ajustado: Aumento significativo de 20,6%, alcançando R$ 2,329 bilhões.
  • Receita líquida: Subiu 18,9% em relação ao ano anterior, totalizando R$ 1,523 bilhão.
  • Dívida líquida: Reduzida em 15,5%, com alavancagem diminuindo de 1,58 para 1,11.

  • Demissões nos EUA: Relatório privado mostra mais de 153 mil cortes de empregos em outubro, o maior número desde 2003.
  • Expectativa de política monetária: Dados alimentam expectativas de redução de juros pelo Federal Reserve em dezembro.
  • Impacto nos mercados globais: Rendimentos dos Treasuries caem, e dólar perde força frente a outras moedas; bolsas na Europa e EUA fecham em baixa.
  • Ibovespa estável: Índice brasileiro termina o dia praticamente estável, influenciado por ajustes em portfólios e realização de lucros.
  • Real valorizado: Moeda brasileira se fortalece contra o dólar, com a curva de juros futuros ajustando-se à perspectiva de política monetária.

  • Aneel propõe aumento: A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) sugere que 75 milhões de consumidores paguem tarifas mais altas durante o horário de pico.
  • Adequação tarifária: A proposta visa ajustar as tarifas à nova realidade do sistema elétrico no Brasil, impactando diretamente os custos energéticos.
  • Impacto no consumo doméstico: Consumidores devem esperar aumento nos custos de energia, especialmente em horários de maior demanda.
  • Potenciais efeitos no mercado: Alta de tarifas pode influenciar setores dependentes de energia, afetando custos operacionais e preços de ações de empresas relacionadas.
  • Data e implementação: Traders devem monitorar a decisão final da Aneel e o cronograma de implementação para avaliar o impacto nos mercados financeiros.

  • Lucro Líquido: Magazine Luiza (MGLU3) teve lucro líquido ajustado de R$ 21,2 milhões no 3T25, queda de 69,8% em relação ao 3T24.
  • Receita Líquida e Vendas: Receita líquida atingiu R$ 9,026 bilhões, aumento de 0,3%. Vendas totais somaram R$ 15,1 bilhões, queda de 2,6%.
  • Crescimento Lojas Físicas: Vendas nas lojas físicas cresceram 5,2% no conceito mesmas lojas, enquanto o e-commerce total reduziu 5,8%.
  • EBITDA Ajustado: EBITDA ajustado foi de R$ 711,4 milhões, com uma ligeira queda de 0,9%, e margem EBITDA ajustada de 7,9%.
  • Luizacred: Faturamento em cartões de crédito alcançou R$ 15 bilhões, com lucro líquido de R$ 68 milhões e queda nas taxas de inadimplência.

  • Receita Líquida: Assaí registrou receita líquida de R$ 19 bilhões no 3º trimestre de 2025, com um crescimento de 2,1%.
  • Lucro: O lucro da empresa foi de R$ 195 milhões, representando uma queda anual de 1,5%.
  • Desempenho das Ações: A relação entre o desempenho das ações (ASAI3) e os resultados financeiros pode impactar o sentimento dos investidores.
  • Impacto em Decisões de Investimento: O crescimento de receita e a queda no lucro devem ser analisados por traders, pois podem influenciar decisões de compra ou venda.
  • Tendências de Mercado: A evolução futura nas políticas de remuneração do conselho pode afetar expectativas de investidores e movimentações de ações.

  • Ibovespa alcança novo recorde: O índice atingiu a marca de 154.352,25 pontos, após 12 dias consecutivos de alta, mas perdeu força devido à correção em ações de tecnologia internacionais.
  • Influência do Copom: O tom conservador do comunicado do Copom ao manter a Selic em 15% ao ano impactou negativamente o índice na reta final do pregão. A expectativa ainda é de um corte em dezembro.
  • Mudança no mercado de câmbio: O dólar à vista caiu 0,23%, cotado a R$ 5,3489, influenciado por dados fracos do mercado de trabalho dos EUA que aumentaram a previsão de corte de juros pelo Fed em dezembro.
  • Queda em Wall Street: Bolsas americanas fecharam no vermelho, com destaque negativo para ações de tecnologia e IA, como Nvidia e Microsoft, pressionadas por preocupações com valuations elevados.
  • Impacto nas ações de IA: Empresas ligadas à inteligência artificial sofreram quedas acentuadas, como AMD (-7%) e Palantir (-7%), refletindo a volatilidade associada ao setor atualmente.

  • Ibovespa Futuro (WINZ25) fechou praticamente estável, queda de 0,03%, em 155.740 pontos. Potencial para subir até 156.940 pontos, segundo BTG Pactual.
  • Suportes Técnicos importantes para o mini-índice estão nas médias de 21 e 50 períodos, em 153.930 e 152.620 pontos respectivamente.
  • Dólar Futuro caiu 0,15%, cotado a R$ 5,38; movimento seguiu a queda global do dólar, com DXY recuando 0,47%.
  • Suprema Corte dos EUA levanta questões sobre tarifas comerciais; continuidade do shutdown pode impactar decisões monetárias e afetar o mercado.
  • Selic Mantida pelo Copom em 15% ao ano; decisão já esperada, reforçando o contexto de carry trade para o real.

  • Lucro Líquido Substancial: Cogna reportou lucro líquido de R$ 191,6 milhões, revertendo prejuízo de R$ 29,1 milhões ano a ano.
  • Receitas e Divisões em Alta: Receita líquida cresceu 18,9% para R$ 1,5 bilhão, com destaque para Kroton (+20,9%) e Vasta (+13,4%).
  • Redução de Dívida: Dívida líquida caiu para R$ 2,6 bilhões, com alavancagem em 1,11 vez, menor nível em sete anos.
  • Provisões e Inadimplência: Provisão para créditos duvidosos aumentou, mas é considerada controlada devido à estratégia de parcelamento.
  • Fechamento de Capital da Vasta: Cogna foca em utilizar a geração de caixa para concluir o fechamento de capital da Vasta.

  • Prejuízo 1T26: BrasilAgro (AGRO3) relatou um prejuízo de R$ 64,275 milhões, revertendo lucro de R$ 97 milhões no mesmo trimestre anterior.
  • Receita Líquida: Caiu 33% para R$ 302 milhões; Ebitda ajustado decresceu 62% para R$ 64,349 milhões.
  • Influência de Sazonalidade: Trimestre tradicionalmente mais fraco, com menor comercialização de produtos agrícolas.
  • Sem Venda de Fazendas: Ausência de receita significativa da venda de fazendas impactou negativamente o resultado.
  • Expectativa de Produção: BrasilAgro prevê aumento de 20% na produção de grãos e algodão na safra 2025/2026, destacando ganhos de produtividade.

  • Queda no Lucro: Magazine Luiza reportou lucro líquido ajustado de R$ 21 milhões no 3T25, uma queda de quase 70% em relação ao ano anterior, mas acima do esperado pelos analistas.
  • Impacto da Selic: O CFO atribui a queda nos lucros aos juros altos do Brasil, com a Selic em 15%, e destaca que cada redução de 1 ponto percentual poderia aliviar as despesas financeiras em R$ 100-120 milhões.
  • Crescimento do Ebitda: O Ebitda ajustado foi R$ 711,4 milhões, superando expectativas do mercado, com um aumento anual de 13,2% e avanço de 1 ponto percentual na margem.
  • Desempenho de Vendas: As vendas totais caíram 2,6% para R$ 15,1 bilhões com destaque negativo para e-commerce 3P, que caiu 11,7% devido à estratégia de focar em produtos de maior margem.
  • Investimento em Ecossistema: Avanços significativos no LuizaCred e na implementação do Magalupay SCFI; receita do MagaluAds cresceu 69%, impulsionada pela expansão de anunciantes.

  • Tesouro Nacional captou US$ 2,25 bilhões em nova emissão de títulos sustentáveis com vencimento em 2033 e reabertura de título para 2035.
  • Objetivo da emissão: reafirmar compromisso sustentável, com alocação dos recursos em ações de sustentabilidade e mitigação climática.
  • Initial price talk: 6,00% para 2033 e 6,50% para 2035, conforme a IFR.
  • Distribuição do valor captado: US$ 1,5 bilhão para 2033 e US$ 750 milhões para 2035, liderada por Citibank, Deutsche Bank e Goldman Sachs.
  • Destinação dos recursos: Promover liquidez da curva de juros em dólar e antecipar financiamento da dívida pública externa.

  • Lucro Líquido Ajustado: Magazine Luiza (MGLU3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 21,2 milhões no 3T25, superando expectativas de mercado de R$ 4 milhões, apesar de ser uma queda de 69,8% comparado ao ano anterior.
  • Ebitda e Margem: Ebitda ajustado atingiu R$ 711,4 milhões, acima da expectativa de R$ 707 milhões; margem Ebitda ajustada foi de 7,9%, refletindo uma gestão rigorosa de despesas.
  • Vendas e Receita: Vendas totais atingiram R$ 15,1 bilhões e a receita líquida somou R$ 9,02 bilhões no trimestre, com crescimento contínuo no mercado offline e diversificação no canal de vendas online.
  • Despesas Financeiras e Juros: Despesas financeiras cresceram 35,6% devido à alta dos juros; importante para traders observar a gestão de operações em um cenário de Selic alta, agora em 15%.
  • Estratégia e Inovações: Expansão de AI Commerce com lançamentos como o "WhatsApp da Lu" integrando inteligência artificial para melhoria de vendas e atendimento ao cliente.

  • Resultado Negativo no 3T25: A Espaçolaser (ESPA3) registrou um prejuízo ajustado de R$ 7,6 milhões, piora de 72,8% em relação ao ano anterior, impactado principalmente por juros altos e aumento de despesas financeiras.
  • Foco na Desalavancagem: A dívida líquida caiu 7%, e a alavancagem está no menor nível em 16 trimestres (1,9x dívida líquida/Ebitda ajustado), permitindo novos investimentos com menor desembolso.
  • Estratégia de Crescimento via Franquias: A empresa prioriza a expansão através de franquias para preservar caixa e garantir retorno rápido, com foco em crescimento de lojas 100% com franqueados até 2026.
  • Iniciativas para Redução de Custos: A troca de sistemas antigos por novos resfriadores já gerou uma economia significativa de R$ 4,7 milhões no trimestre, com plano de implementação completa até 2026.
  • Oportunidades de Mercado: A nova estratégia visa aumento do ticket médio, expansão no público masculino (atualmente 13,5% da base) e diversificação de serviços além da depilação a laser, visando explorar melhor o mercado brasileiro.

  • Lucro Líquido: Magazine Luiza reportou um lucro líquido de R$ 84,6 milhões no terceiro trimestre de 2025, representando uma queda de 17,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.
  • Ebitda Estável: Apesar da queda no lucro, o Ebitda da empresa manteve-se estável, indicando eficiência operacional em meio a um cenário desafiador.
  • Crescimento em Lojas Físicas: A varejista registrou crescimento no setor de lojas físicas, o que pode indicar potencial de recuperação e expansão do mercado offline.
  • Expansão de Serviços: Magazine Luiza está expandindo seus serviços financeiros e logísticos, diversificando suas fontes de receita e oferecendo novas oportunidades de negócios.
  • Impacto da Alta de Juros: A alta dos juros teve impacto sobre os resultados financeiros da empresa, sendo um fator crucial a ser monitorado por traders interessados na companhia.

  • Lucro Líquido: Fleury (FLRY3) reportou lucro líquido de R$ 184,9 milhões no 3T25, uma queda de 3,0% em relação ao ano anterior, impactado por custos de juros e depreciação/amortização.
  • Ebitda: Crescimento de 11,5% no Ebitda, totalizando R$ 599,4 milhões, com uma margem Ebitda estável de 27,4%.
  • Receita Líquida: Receita líquida aumentou 11,6%, atingindo R$ 2,191 bilhões, refletindo a boa performance operacional.
  • Dívida Líquida: Dívida líquida cresceu 8,9% ano a ano para R$ 2,030 bilhões, mas caiu 12,1% em comparação ao trimestre anterior, com alavancagem estável em 1,0 vez o Ebitda.
  • Estratégia de Capital: Estrutura de capital com baixa alavancagem é mantida para enfrentar cenários de juros altos, enquanto empresa continua a investir e distribuir dividendos devido à forte geração de caixa.

  • Prejuízo Reduzido: SLC Agrícola (SLCE3) reporta prejuízo de R$ 14,525 milhões no 3T25, uma redução em relação ao prejuízo de R$ 17,282 milhões no 3T24.
  • Crescimento de Receita: Receita líquida sobe 27,9%, totalizando R$ 2,087 bilhões, e o Ebitda ajustado aumenta 14,7%, alcançando R$ 531 milhões.
  • Acordo Estratégico: Celebração de acordo com fundos administrados pela BTG Pactual para investimento em terras e infraestrutura agrícola.
  • Parceria e SPEs: Formação de SPEs com 50,01% de participação da SLC Agrícola para investimento conjunto em projetos de irrigação e arrendamento de terras.
  • Projetos de Irrigação: Implementação nos períodos de 2026 a 2030 em duas fazendas, visando ampliar áreas irrigadas e melhorar a produção agrícola.

  • Lucro Líquido Ajustado: StoneCo registrou lucro líquido ajustado de R$ 641 milhões no 3T, com crescimento de 13% em relação ao mesmo período do ano anterior, superando a expectativa de R$ 638,5 milhões.
  • Receita Total: A receita de operações continuadas foi de R$ 3,6 bilhões, representando um aumento de 16% na comparação anual, alinhada com as previsões de mercado.
  • Crescimento de Clientes: Base de clientes na área de pagamentos cresceu 17% ano a ano, atingindo 4,7 milhões, com TPV alcançando R$ 126 bilhões, alta de 11% anualmente.
  • Operação Bancária: Clientes ativos da operação bancária aumentaram 22% ano a ano, totalizando 3,5 milhões. Carteira de crédito cresceu 27% no trimestre, alcançando R$ 2,3 bilhões.
  • Inadimplência: A taxa de inadimplência para operações vencidas há mais de 90 dias foi de 5,03%.

  • Xique-xique (BA) se tornará um polo de mineração de Bitcoin no Brasil: Anunciado por Stefano Sergole, CEO da Minter, durante o OranjeBTC Summit.
  • Mineração de Bitcoin impulsionada por energia barata: A planta da Minter em Xique-xique beneficia-se de energia barata e imóveis acessíveis, essenciais para o sucesso da mineração.
  • Impacto econômico e social em Xique-xique: A operação da Minter gerou empregos para cerca de 20 famílias, melhorando as condições econômicas locais.
  • Capacidade energética do Brasil comporta o consumo do Bitcoin: Sergole destacou que o consumo do protocolo Bitcoin é cerca de 20 GW, enquanto o Brasil tem capacidade instalada de 200 GW.
  • Bitcoin como "superbateria": Sergole descreve o Bitcoin como um sistema econômico que utiliza energia excedente, sem impacto no custo para consumidores finais.

  • Ibovespa atingiu a marca de 154 mil pontos: Atingir esse nível pode indicar uma continuada tendência de alta no índice brasileiro.
  • 12 altas seguidas no Ibovespa: Marca inédita em mais de 28 anos, reforçando a força do mercado de ações local.
  • Redução do fôlego após recorde: Ibovespa mostrou sinais de retração após atingir o pico, exigindo cautela para novos investimentos.
  • Comparação histórica: Última sequência de 12 altas foi observada entre 15 de maio e 2 de junho de 1997.
  • Possível consolidação: Traders devem monitorar se a queda de fôlego sinaliza uma correção ou apenas um ajuste temporário.
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