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  • Abertura de Nova Fábrica: A Heineken inaugurou uma nova fábrica em Passos, MG, com um investimento de R$ 2,5 bilhões, visando aumentar a produção de cervejas premium no Brasil.
  • Capacidade de Produção: A nova unidade possui uma capacidade inicial de 5 milhões de hectolitros por ano, que pode ser duplicada, focando principalmente em Heineken e Amstel.
  • Investimentos no Brasil: O total de investimentos da Heineken no Brasil nos últimos seis anos atinge R$ 6 bilhões, enfatizando a importância estratégica do mercado brasileiro.
  • Condições Climáticas: Apesar dos desafios climáticos, a Heineken não vê grandes preocupações futuras e espera um cenário positivo em 2026 impulsionado pela Copa do Mundo.
  • Crescimento com Qualidade: A prioridade do grupo é crescer sem sacrificar margens, especialmente durante períodos favoráveis como festas de fim de ano e carnaval.

  • Lucro Líquido: Banco ABC (ABCB4) registrou crescimento de 0,7% no lucro líquido do 3T25, totalizando R$ 256,8 milhões.
  • Margem Financeira: Aumento de 4,9% na margem financeira, alcançando R$ 652 milhões, mas receita de serviços recuou 5,6%, para R$ 110,7 milhões.
  • ROAE: Retorno sobre patrimônio líquido médio recorrente caiu para 15,5%, uma redução de 72 pontos base.
  • Carteira de Crédito: Expansão de 4,6% na carteira de crédito, totalizando R$ 52,3 bilhões.
  • Projeções 2025: Revisão da projeção de crescimento da carteira de crédito para 1% a 4%, e aumento de despesas revisto para 4% a 7%.

  • Entrada na Operação: Ação PRNR3, entrada entre R$ 15,22 e R$ 15,26.
  • Objetivos de Lucro: Primeiro objetivo R$ 16,46 (ganhos entre 7,88% e 8,15%); segundo objetivo R$ 17,11 (ganhos entre 12,14% e 12,42%).
  • Stop Loss: Fixa-se em R$ 14,98 com perda estimada entre 1,58% e 1,82%.
  • Duração e Estratégias Adicionais: Operação válida somente para o pregão de hoje; realizar 50% do lucro ao atingir o primeiro objetivo e ajustar stop para o preço de entrada.
  • Perfil Recomendado: Destinada a investidores com perfil arrojado; análise dos riscos conforme política de suitability da Ágora.

  • Ibovespa: Acompanhar a movimentação do índice para identificar tendências do mercado brasileiro.
  • Dólar: Monitorar a oscilação cambial e considerar impactos no comércio e nos preços de commodities.
  • Taxas de Juros: Mantêm-se em foco, impactando decisões de investimento em renda fixa e ações.
  • Índices Futuros dos EUA: Estão mistos, sinalizando incertezas sobre a economia americana.
  • Data importante: Quinta-feira, 06 de Novembro de 2025, relevante para atualização de análises e estratégias de trading.

  • Selic mantida em 15%: Copom decidiu manter a Selic em 15% ao ano, como esperado, influenciando taxas de juros de curto prazo e o mercado de ações brasileiro.
  • Isenção de Imposto de Renda aprovada: Senado aprovou isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil, impactando renda disponível e consumo no país.
  • Petrobras divulga balanço: Expectativa de queda no lucro entre 7% e 32% devido à baixa nos preços do petróleo e sem reajustes em combustíveis.
  • Banco da Inglaterra e Federal Reserve: Anúncios de juros pelo BoE e falas de dirigentes do Fed são aguardadas, podendo influenciar mercados globais.
  • Commodities em alta: Petróleo e minério de ferro em ascensão, sustentando ADRs da Vale e Petrobras e influenciando o Ibovespa.

  • Renúncia no Conselho Fiscal: Cristina Bueno Camatta renuncia ao cargo de membro titular do Conselho Fiscal da Petrobras.
  • Nova Posição: Cristina Camatta assume a posição de ouvidora-geral na Petrobras.
  • Implicações de Governança: Petrobras irá proceder com a recomposição do Conselho Fiscal conforme os ritos de governança.
  • Impacto nas Ações: Possível movimentação nas ações PETR3 e PETR4 devido às mudanças na governança corporativa.
  • Oportunidade de Monitoramento: Traders devem observar os desdobramentos e possíveis substituições no Conselho Fiscal.

  • Índices estáveis: Dow Jones futuro praticamente estável, seguindo o padrão dos mercados de Nova York no pré-mercado.
  • Recuperação em Wall Street: Mercerizado pelo fechamento em alta após dados positivos do setor privado e de serviços.
  • Foco no Federal Reserve: Investidores aguardam comentários de dirigentes do Fed para indicadores de futuras trajetórias dos juros.
  • Movimento dos Treasuries e Dólar: Rendimento dos Treasuries em leve baixa e o dólar cai frente a outras moedas de economias desenvolvidas.
  • Pequenas flutuações nos futuros: Dow Jones caía 0,04%, S&P 500 subia 0,03%, Nasdaq perdia 0,01%, e o índice DXY do dólar tinha baixa de 0,24%.

  • Selic mantida: Copom mantém a Selic em 15%, com comunicado indicando política contracionista prolongada, decepcionando expectativas de corte de juros.
  • Impacto no mercado: Expectativa de afrouxamento monetário em dezembro esfriou, gerando revisão de projeções para corte só em março de 2026, afetando o Ibovespa.
  • Resultados corporativos: Destaques para balanços de Assaí, Magazine Luiza, Petrobras, entre outros, com atenção aos lucros da Petrobras de R$ 19,6 bilhões no 3T25.
  • Câmbio e Bolsa: Ibovespa em alta de 1,72% no último pregão; dólar à vista em R$ 5,3614 com queda de 0,69%; EWZ sobe 0,75% no pré-market.
  • Mercados externos: Bolsas asiáticas fecham em alta; Europa recua; futuros de Nova York mistas; audiências e assembleias influenciando o humor externo.

  • COP30 promovendo debates climáticos: Líderes globais reúnem-se na Amazônia para discutir temas críticos em clima e cooperação.
  • Impacto no mercado de carbono: Discussões podem influenciar políticas futuras, afetando traders em mercados de carbono e energias renováveis.
  • Oportunidades em energias renováveis: Debates podem abrir caminhos para novos investimentos em tecnologias limpas.
  • Desafios de cooperação global: Preocupações sobre a efetividade das ações conjuntas podem afetar a confiança dos investidores.
  • Possíveis mudanças regulatórias: Acordos firmados poderão resultar em novas regulamentações ambientais, impactando diversas indústrias.

  • Lucro acima do esperado: Vivara (VIVA3) reportou lucro de R$ 176 milhões no terceiro trimestre.
  • Ebitda esperado: Analistas previam Ebitda de R$172,5 milhões para o período.
  • Desempenho positivo: Os resultados sugerem melhor performance financeira da Vivara em relação às expectativas do mercado.
  • Impacto nas ações: Investidores devem monitorar a reação do mercado às ações VIVA3 diante do lucro superior.
  • Estratégia de investimento: Considerar o desempenho financeiro sólido como fator para decisões de compra ou venda das ações da Vivara.

  • Divulgação do Balanço: Petrobras (PETR4) divulgará seu balanço do terceiro trimestre nesta quinta-feira (6), com expectativas de aumento em receita líquida e Ebitda em termos trimestrais.
  • Projeções Financeiras: Espera-se que o lucro líquido e o Ebitda tenham crescimentos trimestrais, mas ainda abaixo dos níveis do ano anterior devido à redução nos preços do Brent.
  • Produção Aumentada: A produção de petróleo da Petrobras aumentou 17,3% na comparação anual no 3º trimestre, impulsionada pelo crescimento das exportações e vendas de produtos petrolíferos.
  • Dividendos e Fluxo de Caixa: A expectativa é de que os dividendos superem os R$ 10 bilhões, com projeções indicando um fluxo de caixa livre (FCF) de até US$ 4,8 bilhões.
  • Recomendações de Mercado: Bancos como Santander e BTG mantêm recomendações para as ações da Petrobras, com foco em resultados operacionais e potenciais revisões no plano estratégico futuro.

  • Projeção de Lucro: Petrobras deve reportar lucro líquido entre US$ 4,01 bilhões e US$ 5,52 bilhões para o 3T25, indicando uma queda de 7% a 32% em relação ao ano anterior.
  • Desempenho do Ebitda: Espera-se um Ebitda ajustado de aproximadamente US$ 11,16 bilhões a US$ 11,59 bilhões, indicando uma expansão em relação ao 2T25.
  • Impactos no Mercado: A queda nos preços do petróleo e ausência de reajustes nos combustíveis influenciam negativamente os resultados, enquanto aumento na produção de petróleo melhora as expectativas trimestrais.
  • Previsões de Dividendos: Estima-se pagamento de dividendos em torno de US$ 2 bilhões a US$ 2,2 bilhões, com rendimento médio de 3,1%.
  • Recomendações de Investimento: Itaú BBA recomenda compra (preço-alvo de R$ 43), enquanto Ágora Investimentos sugere R$ 40, ambas com expectativa de valorização significativa das ações.

  • Automação no Mercado: A crescente presença de tecnologias automatizadas no mercado financeiro foi um dos principais tópicos abordados.
  • Valor da Interação Presencial: Investidores reforçaram a importância da troca de informações em eventos presenciais.
  • Confiança como Fator Decisivo: A confiança entre investidores e plataformas tecnológicas destacou-se como elemento essencial nas decisões de negociação.
  • Evento Trade2Go na XP: Marcou um ponto de encontro significativo para discutir avanços e desafios do setor financeiro.
  • Impacto para Traders: O equilíbrio entre tecnologia e confiança pode proporcionar novas oportunidades de investimento.

  • A Méliuz (CASH3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 15,3 milhões no 3T25, aumentando 12% sazonalmente.
  • Ebitda ajustado chegou a R$ 27,6 milhões, um crescimento anual de 126%, com margem ajustada subindo 258%.
  • Receita líquida atingiu R$ 123,7 milhões, o maior valor da história da empresa, 37% acima na base anual.
  • Base de usuários cresceu 29% no 3T25, enquanto atividade dos usuários aumentou 64% ano contra ano.
  • Méliuz acumulou 604,7 bitcoins, avaliados em R$ 366,7 milhões; ganho de R$ 17 milhões no trimestre.

  • Ibovespa reage à decisão do Copom: Impacto das novas sinalizações sobre cortes na taxa Selic influencia o índice.
  • Análise de desempenho automotivo: Dados de produção e vendas de veículos fornecem insights extras para movimentações no mercado.
  • Resultados corporativos em foco: Petrobras, Magazine Luiza, Assaí, Suzano e Lojas Renner estão no radar dos investidores devido à divulgação de seus resultados.
  • Influência global: Desempenho das bolsas internacionais pode afetar o Ibovespa após ajustes de política monetária.
  • Oportunidades para traders: Acompanhamento das empresas específicas e reações à Selic podem criar flutuações de curto prazo interessantes.

  • Bolsas asiáticas fecharam em alta: Hang Seng subiu 2,12% e Nikkei aumentou 1,34%, seguindo recuperação de Wall Street.
  • Recuperação em Wall Street: Sustentada por dados econômicos positivos dos EUA e recuperação de ações de tecnologia ligadas à IA.
  • Bolsas europeias abriram em baixa: Influenciadas por balanços corporativos e à espera de decisão de juros do BoE.
  • Produção industrial alemã abaixo do esperado: Pode impactar negativamente as expectativas para a economia europeia.
  • Bolsas da Oceania em sintonia positiva: S&P/ASX 200 subiu 0,30%, refletindo o otimismo observado em Wall Street e nas bolsas asiáticas.

  • Petrobras (PETR4) irá divulgar seu balanço financeiro nesta quinta-feira.
  • Ações da Petrobras estão atualmente em consolidação, sem uma direção clara.
  • O balanço financeiro pode atuar como um gatilho para definir a direção das ações.
  • Traders devem monitorar o balanço para oportunidades de entrada baseadas nos resultados.
  • A decisão de compra deve considerar a expectativa em torno dos resultados divulgados.

  • Copom - Mercado aguarda reação à decisão do Copom sobre a taxa Selic, o que pode impactar o comportamento de ativos de renda fixa e variáveis no Brasil.
  • Petrobras - Investidores atentos a possíveis mudanças estratégicas na gestão da Petrobras podem influenciar a volatilidade das ações da empresa no curto prazo.
  • Tesla - Flutuações nas ações da Tesla esperadas após novas declarações do CEO, que podem impactar outros papéis no setor de tecnologia e inovação.
  • Federal Reserve - Discurso recente de membros do Fed potencialmente afeta o dólar e os títulos do Tesouro dos EUA, importante para estratégias de forex e renda fixa.
  • Agenda Econômica - Indicadores econômicos globais a serem divulgados hoje podem influenciar mercados de câmbio e commodities, atentos a possíveis surpresas nos dados.

  • Selic em 15%: O mercado está reagindo à decisão do Copom de manter a Selic em 15%, influenciando as expectativas de inflação e política monetária.
  • Impacto no Minidólar: A taxa de juros elevada pode manter o real valorizado, afetando a direção do contrato futuro de minidólar WDOZ25.
  • Expectativas de Traders: Traders devem observar sinais de políticas futuras do Banco Central que podem alterar a taxa de câmbio e a volatilidade do ativo.
  • Análise Gráfica: Atenção às formações de suporte e resistência nos gráficos de 15 minutos para identificar possíveis pontos de entrada e saída.
  • Fatores Externos: Monitorar o dólar no mercado internacional e dados econômicos dos EUA que podem ter impacto direto no WDOZ25.

  • Ação do Mini-Índice (WINZ25): O contrato futuro do Indice Bovespa está apresentando sinais de euforia no mercado de ações, com traders atentos às novas resistências.
  • Análise Técnica: Indicadores apontam para possíveis altas no curto prazo, devido a padrões gráficos identificados nas últimas 15 minutos, o que pode sinalizar oportunidades de compra.
  • Níveis de Resistência: Traders estão focados em novas barreiras de preço que o índice pode encontrar nas próximas sessões, influenciando estratégias de trading.
  • Volatilidade: O movimento atual sugere uma potencial volatilidade no mercado, criando oportunidades tanto para estratégias de longo quanto de curto prazo.
  • Sentimento do Mercado: Um sentimento otimista prevalece entre os participantes do mercado, mas é recomendável cautela devido à possível rápida reversão de tendência.

  • Rali histórico: O mercado está em um rali histórico com 11 altas consecutivas.
  • Índice em foco: Índices estão mirando novos alvos, indicando oportunidades de movimento no mercado.
  • Suporte e resistência: Verifique os pontos de suporte e resistência atualizados para mini-índice e minidólar.
  • Data de referência: As informações são relevantes para o mercado do dia 06/11.
  • Estratégias de Day Trade: Analistas estão destacando tendências que podem ser lucrativas para day traders.

  • Atualização Tarifa: BNDES eleva projeção da tarifa de Angra 3 para R$ 778,86 - R$ 817,27/MWh, acima dos R$ 653/MWh projetados anteriormente.
  • Custo de Conclusão: Custo estimado da usina revisado para R$ 23,9 bilhões; custos de abandono variam de R$ 21,9 bi a R$ 25,97 bi, com grande impacto nos custos de financiamento.
  • Aquisição de Participação: J&F comprou participação da Axia na Eletronuclear por R$ 535 milhões, mantendo controle do governo via ENBPar.
  • Prazo de Conclusão: Estimativa de conclusão da obra adiada para 2033, atrasando 2 anos em relação à previsão anterior.
  • Custos Operacionais: Mesmo com o aumento dos custos, Angra 3 promete ser uma das térmicas mais competitivas do Sudeste; Eletronuclear gasta R$ 1 bi/ano para manutenção.

  • Lucro Líquido: Vivara reportou um lucro líquido de R$ 176 milhões no 3º trimestre de 2025, um aumento de 64,1% em relação ao mesmo período de 2024.
  • Desempenho Operacional: Ebitda ajustado ficou em R$ 175 milhões, superando a expectativa do mercado de R$ 172,5 milhões.
  • Margem Ebitda: Incremento na margem Ebitda de 22,6% para 26,3%.
  • Receita Líquida: Crescimento de receita para R$ 664,5 milhões, acima das previsões de R$ 640 milhões.
  • Superação de Expectativas: Resultados superaram previsões médias dos analistas, indicando um desempenho financeiro robusto.

  • Ibovespa em alta recorde: O índice atingiu um pico histórico de 153 mil pontos, acumulando uma alta de 27,44% no ano.
  • Investidores estrangeiros impulsionam mercado: Redirecionamento de capital dos EUA para o Brasil, com aporte positivo de R$ 25,286 bilhões na B3 nos primeiros dez meses de 2025, influenciado por cortes de juros do Fed.
  • Expectativas com a Selic: Manutenção da Selic em 15% pelo Copom, mas com indicações de possível queda futura, sendo um ponto de atenção para traders.
  • Estratégias de realização de lucros: Analistas sugerem realizar parte do lucro e reinvestir, mantendo foco em diversificação e fundamentos sólidos.
  • Projeções e riscos para o Ibovespa: Estimativas otimistas de 170-172 mil pontos até 2026, mas com atenção aos riscos externos e política eleitoral em 2026.

  • Acordo Comercial UE-Mercosul: Assinatura prevista para 20 de dezembro de 2024 no Rio de Janeiro.
  • Confirmação da União Europeia: Ursula von der Leyen reafirma compromisso com a data de assinatura.
  • Expectativa Presidencial: O presidente Lula já manifestou a expectativa de assinatura antes do fim de 2024.
  • Dimensão do Acordo: Considerado o maior da história da UE, demorou 25 anos de negociações.
  • Bloco Mercosul: Inclui Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, criando grandes oportunidades comerciais.

  • A Suprema Corte dos EUA questiona a legalidade das tarifas de Trump: Juízes levantaram dúvidas sobre se uma lei de 1977 daria ao presidente poder para impor tarifas unilateralmente.
  • Possível decisão contra Trump não impede tarifas: Caso a decisão seja negativa, o secretário do Tesouro dos EUA afirmou que buscará outras autoridades legais para manter as tarifas.
  • Impacto econômico potencial: As tarifas, que podem gerar receitas de trilhões de dólares, são uma questão-chave na política econômica e externa dos EUA.
  • Divisão na Suprema Corte: O tribunal, composto por uma maioria conservadora de 6 a 3, está dividido sobre a autoridade presidencial versus o poder do Congresso.
  • Clima de incerteza até a decisão: Embora o governo peça uma ação rápida, o momento da decisão da Suprema Corte ainda é indefinido, influenciando o mercado de forma temporária.

  • Lucro Líquido: Rede D'Or (RDOR3) registrou lucro líquido de R$ 1,54 bilhão no terceiro trimestre de 2025, acima do esperado pelo mercado de R$ 1,2 bilhão.
  • Ebitda: A empresa reportou Ebitda de R$ 3,23 bilhões, superando as expectativas de R$ 2,73 bilhões e representando um crescimento de 24,6% em relação ao ano anterior.
  • Receita Líquida: A receita líquida aumentou 10,7% para R$ 14,4 bilhões, embora tenha ficado abaixo da previsão média de R$ 15,24 bilhões.
  • Comparação Anual: O lucro e Ebitda da Rede D'Or mostram uma performance significativamente superior em relação ao mesmo período do ano anterior, com lucros quase 32% maiores.
  • Expectativas do Mercado: A empresa superou as expectativas de lucro e Ebitda do mercado, sugerindo potencial de reavaliação das ações no curto prazo.

  • Recompensas em Criptomoedas: Cassinos online aceitam criptomoedas e oferecem bônus baseados em blockchain, permitindo pagamentos instantâneos e transparência nos jogos.
  • Tecnologias Embarcadas: Blockchain e contratos inteligentes garantem segurança e eficiência, com sistemas "comprovadamente justos" para comprovar a aleatoriedade dos jogos.
  • Tipos de Recompensas Disponíveis: Bônus de boas-vindas, rakeback, cashback, programas de fidelidade e VIP, além de ofertas sazonais e de indicações.
  • Estrategias para Maximizar Bônus: Entender requisitos de apostas, combinar cashback com rakeback, ser fiel a plataformas e participar de programas baseados em tokens.
  • Riscos e Considerações: Volatilidade dos tokens, conformidade regulatória e a importância do jogo responsável são aspectos críticos a serem considerados.

  • Copom mantém a Selic em 15%, decisão unânime pelo terceiro encontro consecutivo, corroborando expectativas do mercado.
  • Ambiente externo incerto e tensão geopolítica requerem cautela dos mercados emergentes, impactando condições financeiras globais e ativos.
  • Comunicação do Copom é considerada hawkish, não indica flexibilizações e sugere manutenção de juros altos por período prolongado, influenciando expectativas de traders.
  • Perspectivas de inflação: Copom reconhece desaceleração, mas expressa cautela diante do cenário fiscal e despesas pré-eleitorais elevadas.
  • Expectativa de corte na Selic: Analistas projetam início do ciclo de afrouxamento monetário apenas a partir de 2026, influenciado por panorama fiscal e eleitoral.

  • Ampliação da isenção do Imposto de Renda: Quem ganha até R$ 5 mil mensais será isento; desconto para rendas entre R$ 5 mil e R$ 7.350.
  • Taxação sobre renda alta: Implementação de uma taxação mínima de até 10% para equilibrar a perda de receita.
  • Aprovação sem mudanças: Projeto aprovado pela Câmara segue para sanção presidencial sem alterações, permitindo início em 2026.
  • Tributação adicional planejada: Relator busca votação de projeto para taxar apostas online e fintechs, visando evitar retorno do projeto à Câmara.
  • Reação do mercado: Expectativa de melhoria em indicadores econômicos, conforme declaração do ministro da Fazenda Fernando Haddad.

  • Governo Lula adia proposta: Atuação governista impediu avanço da proposta que equipara facções criminosas ao terrorismo, articulando adiamento na Câmara.
  • Votação obstruída na CCJ: Intervenção direta do governo esvaziou sessão da Comissão de Constituição e Justiça, interrompendo análise do texto emergencial da oposição.
  • Prioridade ao PL Antifacção: Planalto concentra esforços em seu próprio projeto de lei, considerado mais brando, que visa centralizar o debate no Executivo.
  • Confronto político acirrado: Oposição critica manobra governista como proteção a interesses políticos; aliados afirmam que tema requer equilíbrio jurídico.
  • Impacto na segurança pública: Disputa legislativa tem repercussão nas eleições e imagem do governo, afetando percepções sobre o combate ao crime organizado.

  • Copom Manteve Selic em 15%: Comitê de Política Monetária mantém taxa básica de juros em 15% ao ano, maior nível desde 2006, decisão foi unânime.
  • Comunicado com Tom Duro: Comunicado do Copom sinaliza ausência de afrouxamento monetário este ano, mantendo porta aberta para futuras altas de juros.
  • Manutenção Prolongada: Expectativa é manter a Selic em 15% por um período prolongado, possivelmente nas próximas reuniões de dezembro e janeiro.
  • Influência do Cenário Fiscal: Questões fiscais limitam potencial queda de juros, com possibilidade de pressão inflacionária e impactando a credibilidade do Banco Central.
  • Influência do Fed: Redução de juros nos EUA pelo Fed não garante alívio na Selic, destacando a complexidade do cenário com variáveis externas.

  • Resultado trimestral: CBA reverteu prejuízo do 2º trimestre com lucro de R$ 131 milhões no 3º trimestre.
  • Ponto de virada: A reversão de prejuízo é um sinal positivo para a performance da empresa.
  • Perspectiva de Investimento: Lucratividade renovada pode indicar fortalecimento das ações da CBA (CBAV3).
  • Oportunidade de mercado: Traders devem observar o impacto desse resultado nas cotações da CBA e do setor de commodities.
  • Sentimento do mercado: A notícia pode influenciar o sentimento dos investidores positivamente em relação ao setor.

  • Queda no Lucro: Vibra registrou lucro líquido de R$ 407 milhões no 3T25, queda de 90,3% comparado ao ano anterior.
  • Impacto nos Resultados Financeiros: Receita financeira caiu de R$ 131 milhões para um prejuízo de R$ 647 milhões.
  • Dívida Crescente: Dívida bruta aumentou 46,3% e líquida cresceu 101,6%, alcançando R$ 18,7 bilhões.
  • Volume de Distribuição: Volume total vendido ficou estável em 9,3 milhões de metros cúbicos; alta de 2,1% nos postos.
  • Desempenho em Renováveis: Ebitda de renováveis caiu 25%, impactado por curtailment devido à falta de estrutura de distribuição.

  • Ibovespa surpreende: Superou recordes antes do Copom, ultrapassando 153 mil pontos.
  • Expectativa do mercado: Havia expectativa de que o comunicado do Copom indicasse um corte iminente de juros.
  • Comunicação do Copom: O comunicado não apresentou sinalização clara de corte de juros.
  • Reação esperada: Analistas preveem uma "ressaca" no mercado brasileiro devido ao tom mais duro do Copom.
  • Oportunidades de trading: Fique atento à volatilidade do mercado, especialmente em setores sensíveis a juros.

  • Lucro no 3º trimestre de 2025: Petz (PETZ3) reportou um lucro de R$33,4 milhões.
  • Atenção ao mercado: Resultados foram divulgados na noite de quarta-feira, impactando possíveis ajustes no preço das ações.
  • Fusão estratégica: União com Cobasi motivada pela concorrência dos marketplaces, podendo influenciar sinergias futuras e corte de custos.
  • Impacto nos market shares: A aliança pode fortalecer a presença de mercado das duas empresas no setor de pet shops.
  • Reação do mercado: Monitorar a reação do mercado aos resultados e à fusão, pois pode influenciar volatilidade no curto prazo.

  • Lucro líquido de R$ 120,7 milhões, queda de 75,8% ano a ano, devido a uma despesa financeira não-caixa.
  • Lucro líquido ajustado foi de R$ 681,3 milhões, superando a expectativa de consenso de R$ 48 milhões.
  • Ebitda ajustado recorde de R$ 1,3 bilhão, aumento de 78,7%.
  • Produção de 92 mil boe/d, aumento de 77,5%, impactando positivamente os custos operacionais.
  • Lifting cost reduzido para US$ 13 por barril, menor da história da Brava, apontando eficiência operacional.

  • Ebitda ajustado recorde: Brava Energia reportou um Ebitda ajustado de R$ 1,3 bilhão.
  • Lucro líquido: A empresa registrou um lucro líquido de R$ 120,7 milhões no terceiro trimestre.
  • Queda significativa de lucro: O lucro líquido caiu 76% em comparação ao mesmo período do ano anterior.
  • Nome da empresa: A companhia, anteriormente conhecida como 3R Petroleum, agora se chama Brava Energia.
  • Implicações no mercado: A divulgação desses números pode impactar a percepção de valor e a volatilidade das ações BRAV3.

  • Copom mantém Selic em 15%: Decisão unânime e já esperada, reforçando política monetária restritiva e controle da inflação.
  • Juros altos por longo período: BC indica manutenção da Selic até que as expectativas de inflação retornem para a meta.
  • Cortes de juros apenas em 2026: Mercado ajusta projeções para primeiro corte de juros no segundo semestre de 2026.
  • Cenário global e doméstico instáveis: Tensão geopolítica e inflação em serviços justificam taxas elevadas.
  • Inflação acima da meta: Expectativas de inflação para 2025 e 2026 continuam altas, sustentando necessidade de vigilância e cautela.

  • Lucro Líquido: Axia Energia (AXIA3) reporta lucro líquido IFRS ajustado de R$ 2,18 bilhões no 3º trimestre de 2025, queda de 68% ano a ano.
  • Ebitda Reduzido: Ebitda IFRS ajustado caiu 50,8%, para R$ 5,89 bilhões, impactado por menor remensuração regulatória.
  • Despesas: PMSO IFRS ajustado somou R$ 1,51 bilhão, influenciado por ganhos de eficiência e despesas pontuais.
  • Resultado Financeiro: Resultado financeiro IFRS ajustado negativo em R$ 2,39 bilhões, com queda nas despesas de imposto.
  • Dividendos: Aprovação de R$ 4,3 bilhões em dividendos intermediários, baseado em posição de 30 de setembro de 2025.
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