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Cansado de ficar visitando múltiplos sites e lendo notícias intermináveis? Aqui você acompanha as notícias mais relevantes do mercado financeiro, com resumos focados nos traders que querem se manter atualizados de forma rápida e eficiente.

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  • Ibovespa: Inicia em alta nos 15 mil pontos, mas registra baixa de 0,25% às 10h10, atingindo 150.334,35 pontos.
  • Dólar: Opera em alta frente ao real, cotado a R$ 5,4015 (+0,05%).
  • Day Trade: Ágora recomenda comprar Suzano (SUZB3) e vender Itaú (ITUB4) para potencial de ganho de até 1,57%.
  • Expectativa de Juros: Mercado aguarda decisão do Copom sobre a Selic, com previsão de manutenção em 15% ao ano.
  • Propostas Fiscais: Senado deve votar hoje projetos de aumento de tributação sobre apostas online e isenção de IR para rendas até R$ 5 mil.

  • Ibovespa Futuro: Renovou máxima histórica em 153.250 pontos, fechando em leve alta de 0,03% aos 153.050 pontos.
  • Tendência Técnica: Análise do BTG Pactual mantém a tendência de alta para o Ibovespa, com suporte dinâmico em 152.600 pontos.
  • Dólar Futuro: Fechou com alta de 0,86% a R$ 5.442,50, rompendo resistência e criando potencial para subir até R$ 5.480.
  • Recomendações Swing Trade: BTG recomenda compra para BBAS3 (Preço entrada: R$22,45, Alvo: R$24,06) e ECOR3, e venda para ASAI3.
  • Ativos em Observação: A inversão da tendência do Ibovespa poderá ocorrer abaixo de 147.000 pontos. No início do pregão, registra recuo de 0,3%.

  • Data final de negociação: As ações PNB da Copel serão negociadas pela última vez no mercado secundário em 7 de novembro.
  • Conversão de ações: Papéis de classe B deixam de ser negociados em 10 de novembro, devido à conversão em ações classe A, com crédito depositado em 12 de novembro.
  • Impacto em ADS: A partir de 10 de novembro, as ADS que representavam ações PNB passarão a ser representativas de ações PNA, sem alteração nos números e símbolo CUSIP.
  • Unificação PN: A Unificação PN pela B3 e através do escriturador da companhia ocorrerá também em 7 de novembro.
  • Próximos eventos: O processo se concluirá antes da assembleia especial de acionistas preferencialistas, marcada para 17 de novembro.

  • Capex Reduzido: GPA prevê redução de seu capex para 2026, estimando entre R$ 300 milhões e R$ 350 milhões, uma queda significativa em comparação aos R$ 693 milhões registrados até setembro de 2023.
  • Controle de Custos: A empresa está focada em cortar custos e despesas, indicando uma estratégia de gestão financeira mais austera.
  • Eficiência Operacional: A redução de investimentos pode sinalizar um foco em eficiência operacional para manter rentabilidade.
  • Impacto nas Ações: Traders devem monitorar PCAR3 em busca de reação do mercado às mudanças financeiras e de investimento da empresa.
  • Expectativa de Mercado: É importante observar como essas estratégias impactarão o desempenho financeiro de GPA nos próximos anos.

  • Copom mantém Selic em 15%: Decisão unânime e antecipada pelos gestores, reforçando cenário de estabilidade monetária no Brasil.
  • Atração do "Kit Brasil": Reaparecimento de investimentos em Real, Bolsa local e juros pré-fixados, superando desempenho do CDI ao longo de 2025.
  • Confiança no Real e macroeconomia: Gestores amplificam exposição em moeda nacional e ativos locais, refletindo controle da inflação e câmbio.
  • Aumento em títulos nominais: Participação nas carteiras subiu significativamente, indicando maior otimismo com o mercado de juros.
  • Mudança no apetite por ações: Crescimento no interesse por Bolsa brasileira à medida que gestores reduzem exposição aos ativos dos EUA.

  • Ações de Tecnologia em Correção: O setor de tecnologia enfrenta uma correção após um recente rali, levantando preocupações entre investidores.
  • Realização de Lucros: Especialistas interpretam o recuo como uma realização de lucros, não necessariamente indicando uma tendência de baixa prolongada.
  • Ações de IA em Foco: A queda envolve principalmente ações de inteligência artificial, que haviam registrado altas expressivas.
  • Recomendação de Cautela: Investidores são aconselhados a não entrar em pânico, mas a monitorar o mercado de perto nos próximos dias.
  • Oportunidade de Compra: Alguns analistas veem o momento como uma possível oportunidade de compra, caso as vendas sejam exageradas.

  • Renúncia de Executivo: Fernando Mano da Silva renunciou ao cargo de diretor geral da Copel Geração e Transmissão.
  • Efetividade da Renúncia: O desligamento está alinhado com o conselho de administração e entra em vigor a partir de 31 de outubro de 2025.
  • Motivo da Saída: Silva alegou questões de foro pessoal para a sua renúncia.
  • Substituição Temporária: Moacir Carlos Bertol, membro do Conselho de Administração da Copel, assumirá a função de forma concomitante.
  • Impacto na Empresa: Mudanças na liderança podem afetar as operações de geração e transmissão da empresa, impactando a estratégia a longo prazo.

  • Estreia de Novo Fundo: O Fator Administração de Recursos (FAR) lançou o Fator Div Ações, focado em empresas pagadoras de dividendos listadas no índice de dividendos da B3, o IDIV.
  • Estratégia de Longo Prazo: O fundo busca o compounding de longo prazo, investindo em empresas com capacidade de conversão de resultados em geração de caixa, oferecendo resistência nos diferentes ciclos econômicos.
  • Atração de Investidores: Com uma estrutura de liquidez D+3 e distribuição mensal de proventos, o fundo visa captar investidores que afastaram-se da B3, apostando na qualidade da estratégia de dividendos.
  • Custo Competitivo: O Fator Div Ações cobra uma taxa de administração de 1% e uma taxa de performance de 20% sobre o que superar o IDIV, propondo-se a ser uma alternativa frente aos ETFs.
  • Público-Alvo Diversificado: Destina-se tanto a pessoas físicas quanto a investidores institucionais, prometendo um "retorno suave" à renda variável e encorajando uma presença constante de ações no portfólio.

  • Reorganização Societária: Gol Linhas Aéreas Inteligentes caminha para fechar capital com a incorporação da Gol Investment Brasil pela Gol Linhas Aéreas.
  • OPA Planejada: Está planejada uma oferta pública de ações (OPA), sem preço definido por ação, dependendo de laudo de avaliação.
  • Limite de Dispêndio: Controladora define limite de R$ 47,25 milhões para aquisição de ações de minoritários.
  • Assembleia Especial: Nova assembleia dos preferencialistas marcada para 13 de novembro de 2025, após ausência mínimas de quórum na primeira reunião.
  • Capital Circulante: Gol opta por OPA em vez de se adequar ao mínimo de 25% de capital em circulação exigido pela B3 até 2027.

  • Atualização de Carteira: Planner troca BrasilAgro (AGRO3), CSU Digital (CSUD3) e Santander (SANB11) por Bradespar (BRAP4), Caixa Seguridade (CXSE3) e Ferbasa (FESA4).
  • Seguem na Carteira: Papéis da Alpargatas (ALPA4) e ISA Energia (ISAE4) permanecem.
  • Desempenho: Carteira obteve rendimento de 4,47% em outubro, superando o Índice Dividendos (IDIV) que teve 1,78%.
  • Distribuições Estimadas/Aprovadas: Bradespar deve distribuir JCP em novembro; Caixa Seguridade é esperada a distribuir dividendos complementares; Ferbasa pagará R$ 213 milhões em JCP em dezembro e junho.
  • Detalhes dos Proventos: Alpargatas: R$1,254 por ação; ISA Energia: R$0,574 por ação; Bradespar: R$0,808 por ação; Caixa Seguridade: R$0,255 por ação; Ferbasa: R$0,552 por ação.

  • Petrobras obteve decisão favorável do STJ em uma disputa judicial com uma ex-fornecedora de sondas, potencialmente beneficiando suas ações.
  • Decisão pode liberar R$ 154 milhões provisionados, melhorando a posição de caixa da empresa.
  • Valor total da ação estimado em R$ 2,9 bilhões, impactando significativamente as finanças da Petrobras se totalmente adjudicado.
  • Possível impacto positivo nas ações da Petrobras, devido à decisão judicial favorável.
  • Oportunidade para traders monitorarem o desempenho das ações da Petrobras em consequência do desfecho judicial.

  • Queda global em índices: Índices futuros de Nova York e principais bolsas europeias operam em baixa, seguindo recuo de mais de 2% em mercados asiáticos.
  • Resultados fracos de tecnologia: Dúvidas sobre valuations sustentáveis e resultados mais fracos de gigantes como AMD e Super Micro pressionam o setor.
  • Movimentos em câmbio e juros: Dólar e rendimentos de Treasuries estão estáveis; ouro avança, enquanto bitcoin caiu abaixo de US$ 100 mil.
  • Commodities em foco: Petróleo sobe devido a sanções e ataques na Rússia; minério de ferro recua levemente em Dalian.
  • Cenário doméstico estável: Expectativa de manutenção da Selic em 15%; ambiente externo pode limitar ativos locais após alta recente do Ibovespa.

  • Ventos Alísios Adquire 64,8% das Ações: Ventos Alísios comprou 403 milhões de ações ordinárias da Serena Energia, correspondendo a 64,8% do capital social, como parte do leilão da OPA.
  • Preço de Aquisição e Comparação: As ações foram adquiridas por R$ 12,63 cada, totalizando R$ 5,10 bilhões, enquanto o último preço de fechamento das ações SRNA3 era R$ 12,50.
  • Participação e Estrutura de Capital: Após o leilão, Ventos Alísios deterá 96,1% da companhia, restando 3,9% (24 milhões de ações) em circulação.
  • Processo de Deslistagem da B3: Serena Energia deixará o Novo Mercado da B3 e mudará seu registro para categoria "B", impactando governança e direitos de listagem.
  • Oportunidade de Venda e Contexto Financeiro: Acionistas que não venderam durante o leilão poderão negociar suas ações ao preço ajustado de R$ 12,63 no período de aquisição superveniente. A empresa busca simplificar sua estrutura e reduzir dívidas, com alavancagem reduzida de 6,8 para 4,38 vezes dívida líquida/Ebitda.

  • Correção no Mercado de Tecnologia: Ações de tecnologia e inteligência artificial sofreram correção significativa, com Nasdaq caindo 2%, S&P 500 recuando 1,2% e Dow Jones perdendo 0,5%.
  • Aversão ao Risco: O cenário desencadeou tomada de lucro em segmentos especulativos e ativos ligados à tecnologia, impactando também criptomoedas e ações "meme".
  • Proteção dos Investidores: Investidores buscaram refúgio em ativos como ouro, que avançou, enquanto o Bitcoin caiu abaixo de US$ 100 mil devido a grandes volumes de venda.
  • Impactos Macro: Incertezas macroeconômicas são exacerbadas pelo shutdown do governo dos EUA e julgamento de tarifas pela Suprema Corte, influenciando a avaliação de riscos nos mercados.
  • Expectativas de Flexibilização Monetária: Ibovespa segue em alta, suportado pela expectativa de corte na Selic, enquanto a atenção se volta para o comunicado do Copom e dados econômicos do Brasil.

  • STF julga ADC: Ação pode redefinir reajustes por idade em planos de saúde, potencialmente afetando contratos antigos e gerando perdas bilionárias.
  • Retroatividade do Estatuto do Idoso: Se mantida, operadoras terão que devolver valores cobrados desde 2004, impactando receitas.
  • Operadoras mais expostas: Unimed, Bradesco Saúde, Amil e SulAmérica correm maior risco financeiro, podendo enfrentar grandes prejuízos.
  • Impacto financeiro: Decisão negativa pode levar operadoras a devolverem reajustes passados, afetando estabilidade e potencialmente eliminando empresas do mercado.
  • Dilema entre segurança jurídica e impacto social: O STF deve escolher entre proteger contratos antigos ou garantir direitos ao consumidor idoso, com forte repercussão no setor.

  • Lucro e Rentabilidade: Itaú Unibanco reporta lucro líquido de R$ 11,587 bilhões no 3T25, superando as projeções de R$ 11,369 bilhões, com um ROAE de 23,3% e uma sólida margem financeira de R$ 31,38 bilhões.
  • Ação e Performance: As ações ITUB4 iniciam o dia com leve queda de 0,75% a R$ 39,66, mas acumulam alta anual de 42%, permanecendo atraentes para traders.
  • Análise dos Bancos: JP Morgan destaca leve frustração na margem com clientes, enquanto a margem com o mercado superou as projeções; as demais corretoras, como XP e Genial, consideram os resultados sólidos.
  • Otimização de Custos: Expectativa de redução significativa no custo de atendimento e demissões não recorrentes tiotalizando R$ 55 milhões, o que pode refletir em ganho de eficiência operacional nos próximos trimestres.
  • Recomendações de Compra: BTG Pactual e Genial recomendam compra de ITUB4 com expectativas de valorização de até 17,1%; múltiplos atrativos e dividend yield superiores são destacados por analistas.

  • Americanas entra na corrida da Black Friday 2025: Oferece descontos de até 80% e parcelamento em até 24 vezes sem juros.
  • Campanha prolongada: Vai de 3 de novembro a 4 de dezembro com promoções diárias e quatro sextas-feiras de grandes descontos.
  • Expansão logística: Contratação de 5 mil temporários e aumento da frota em 115% para otimizar entregas.
  • Inovação com IA: Uso de inteligência artificial para otimizar gestão de estoques e roteirização.
  • Novo programa de fidelidade Cliente a.: Parceria com Dotz, onde compras geram pontos e bonificações.

  • Queda no Minério de Ferro: O contrato de janeiro mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian caiu 0,26%.
  • Preço Atual: A tonelada foi cotada em 776 iuanes, equivalendo a US$108,94.
  • Motivo da Queda: Preocupações contínuas com a demanda pela China pressionam os preços.
  • Impacto no Mercado: Após recuperação temporária, o minério de ferro encerra a semana em queda.
  • Atenção para Traders: Monitorar indicadores de demanda chinesa pode ser crucial para posicionamento de mercado.

  • Lucro Líquido: A CSN Mineração (CMIN3) reportou lucro de R$ 696 milhões no 3º tri de 2025, uma alta de 56% em relação a 2024 e 5 vezes superior ao trimestre anterior.
  • Ebitda Ajustado: A empresa registrou um Ebitda ajustado de R$ 1,991 bilhão, com crescimento de 74,9% ante o 3º tri de 2024, e margem Ebitda ajustada aumentou 8,0 p.p.
  • Receita Líquida: A receita líquida ajustada cresceu 48,2% para R$ 4,405 bilhões, impulsionada por volumes recordes de embarques e forte demanda chinesa.
  • Custos e Câmbio: O custo dos produtos vendidos foi de R$ 2,645 bilhões, com aumento devido ao preço do minério e variação cambial, enquanto o custo C1 cresceu 1,4% no trimestre.
  • Posição de Caixa: A empresa encerrou o trimestre com R$ 13,6 bilhões em disponibilidades e caixa líquido de R$ 3,9 bilhões, com alavancagem líquida de 0,59 vez negativo.

  • Crescimento do Lucro: Pague Menos (PGMN3) reportou um aumento de 50% no lucro líquido, atingindo R$ 80 milhões no 3T25.
  • Receita e Vendas: Receita bruta cresceu 18% ano a ano para R$ 4,145 milhões, com vendas nas mesmas lojas (SSS) subindo 17,6%.
  • Participação de Mercado: Market share subiu para 6,7%, com forte presença nas regiões Norte e Nordeste.
  • Gerenciamento de Caixa: Embora o fluxo de caixa operacional tenha caído para R$ 49 milhões, há expectativa de melhora no 4T25 através de otimizações e monetização de créditos fiscais.
  • Alavancagem e Endividamento: A alavancagem encerrou em 2,5x a dívida líquida sobre o Ebitda, com expectativas de redução através de geração de caixa e a oferta de ações (follow-on) de R$ 243,5 milhões.

  • Suzano (SUZB3): Recomendação de compra pela Ágora Investimentos para day trade, potencial de ganho de 1,47% com preço alvo em R$ 50,26.
  • Itaú (ITUB4): Recomendado para venda, oferecendo potencial de retorno de 1,38% com preço de stop sugerido em R$ 40,15.
  • CVC (CVCB3): Recomendação de compra com alvo de R$ 1,94 e potencial de ganho de 1,57%.
  • Pão de Açúcar (PCAR3): Recomendação de compra com preço alvo de R$ 3,85 e ganho potencial de 1,32%.
  • Eneva (ENEV3): Recomendação de venda com alvo de R$ 18,40 e potencial de ganho de 1,45%.

  • Lucro líquido ajustado da Iguatemi (IGTI11) cresceu 8,8% no 3T25, atingindo R$ 128,9 milhões, impulsionado por aumento em locação de lojas e ganhos operacionais.
  • O Ebitda ajustado registrou aumento de 20,6%, alcançando R$ 302,4 milhões, com melhoria na margem Ebitda para 79,4%.
  • A receita líquida ajustada subiu 17,7%, para R$ 381 milhões, enquanto a receita de estacionamento cresceu 11,2%, totalizando R$ 61,3 milhões.
  • Dívida líquida da empresa ficou em R$ 2,1 bilhões, com alavancagem de 1,64 vez, destacando a solidez financeira da Iguatemi.
  • As vendas totais nos shoppings cresceram 22,5%, alcançando R$ 6 bilhões, com ocupação de 96,1% e inadimplência líquida negativa, refletindo eficiência nas operações.

  • Dólar opera estável: O dólar está estável à espera da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa de juros.
  • Decisão de juros do Copom: Espera-se que o Copom mantenha a taxa de juros em 15% ao ano, impactando estratégias de investimento.
  • Reação do mercado financeiro: A estabilidade do dólar reflete a cautela dos investidores aguardando a decisão sobre os juros.
  • Impacto para traders: Traders devem monitorar a decisão do Copom, já que mudanças na taxa podem influenciar o câmbio e futuros ajustes de portfólios.
  • Análise dos economistas: Economistas em geral antecipam a manutenção dos juros, mas qualquer alteração inesperada pode causar volatilidade nos mercados.

  • Lucro líquido do Itaú (ITUB4) sobe para R$ 11,9 bilhões no 3º tri, superando consenso e crescendo 3,2% em relação ao trimestre anterior.
  • Índice de capital principal (CET1) robusto em 13,5%, reforçando espaço para pagamentos adicionais de dividendos e recompras de ações.
  • Margem financeira com mercado revisada em alta, projetando valor entre R$ 3 bilhões e R$ 3,5 bilhões para 2025.
  • Mudança de foco para 2026; mercado analisa eficiência, inovação e capitalização como fatores-chave para crescimento.
  • Inadimplência estabilizada em 1,9% acima de 90 dias, apesar do leve aumento nos atrasos entre 15 e 90 dias.

  • Ibovespa futuro opera em leve alta: Após abrir em queda, Ibovespa futuro testa alta de 0,05% aos 153.205 pontos, destacado pelo mercado interno.
  • Decisão do Copom: Traders devem ficar atentos à decisão sobre a taxa Selic, com expectativa de manutenção em 15%.
  • Projeto de isenção do IR: Comissão do Senado vota projeto para isentar IR até R$ 5 mil, impactando percepções fiscais.
  • Commodity e câmbio: Minério de ferro em baixa de 0,26%, petróleo estável, e dólar testa estabilidade a R$ 5,40.
  • Mercado internacional fraco: Shutdown nos EUA e decisões tarifárias da China pressionam índices internacionais e podem influenciar a Bolsa brasileira.

  • Americanas (AMER3) entra na Black Friday 2025: Com promoções antecipadas, a Americanas destaca-se com descontos de até 80%, parcelamento em até 24 vezes sem juros, e um novo programa de fidelidade.
  • Duração e estratégia da campanha: A campanha vai de 3 de novembro a 4 de dezembro, incluindo as "Black Cestas" com promoções diárias e quatro sextas-feiras de grandes descontos.
  • Expansão logística e uso de IA: Estoques reforçados, contratação de 5 mil temporários e uso de inteligência artificial para gerir sistemas logísticos, visando evitar gargalos durante a campanha.
  • Programa de fidelidade “Cliente a.”: Parceria com a Dotz oferece pontos por compras, missões personalizadas e bônus de recorrência, incentivando a fidelização de clientes.
  • Resultados esperados: A empresa espera um crescimento de até 200% nas interações em tempo real e melhorias na entrega, visando sustentar o ritmo de vendas durante a campanha prolongada.

  • Expectativa do Copom: Espera-se que a taxa Selic seja mantida em 15%, influenciando a precificação nos mercados de renda fixa.
  • Estabilidade do Ibovespa: O índice futuro opera estável, refletindo a expectativa do mercado em relação às decisões econômicas.
  • Foco em balanços: Investidores estão atentos à divulgação dos balanços trimestrais que podem impactar ações individuais.
  • Influência da Selic: Manutenção da taxa pode afetar setores como consumo e crédito, importante para decisões de trading.
  • Monitoramento dos sinais: Traders devem observar sinais e discursos do Banco Central para ajustar posições.

  • Aprovação do Tribunal: Azul recebeu aprovação do Tribunal de Falências de Nova York para a declaração de divulgação, permitindo a solicitação de votos dos credores para seu plano de reorganização.
  • Apoio Financeiro: Tribunal também aprovou um acordo de compromisso que garante aporte de US$ 650 milhões para apoiar a capitalização da Azul.
  • Acordo com Credores: Azul chegou a um acordo global com o Comitê Oficial de Credores Quirografários, reforçando a viabilidade do plano de reorganização consensual.
  • Retrospectiva do Processo: Azul entrou no processo de Chapter 11 em maio, junto com acordos de apoio à reestruturação com parceiros financeiros como AerCap, United e American Airlines.
  • Motivação da Reestruturação: A medida foi tomada devido aos impactos da pandemia e à deterioração macroeconômica, que afetaram a capitalização e suprimento da aviação.

  • Plano de desinvestimentos desacelerado: A Petrobras enfrenta desafios após o veto da ANP à retomada de produção em 13 campos offshore, dificultando o plano de desinvestimento da estatal.
  • Impacto financeiro significativo: O veto da ANP aumenta os custos de descomissionamento, estimados em US$ 1,7 bilhão, particularmente concentrados em campos de Sergipe.
  • Obrigações de descomissionamento: A Petrobras terá que lidar com o tamponamento de poços e desmontagem de plataformas, adicionando pressão financeira e operações prolongadas a seus ativos.
  • Ajustes estratégicos necessários: A presidente Magda Chambriard destaca a necessidade de foco em ativos mais lucrativos e a adaptação do plano de investimentos diante da volatilidade do mercado de petróleo.
  • Pressão sobre metas financeiras: O bloqueio regulatório e custos extra influenciam o plano de desinvestimentos e fluxo de caixa, demandando reavaliação estratégica interna.

  • Ibovespa em foco: Acompanhe os movimentos do índice Bovespa ao longo do dia para identificar oportunidades de negociação.
  • Movimento do dólar: Fique atento às flutuações do dólar para prever tendências de mercado e ajustar estratégias de investimento.
  • Estados Unidos mistos: Índices futuros dos EUA apresentam movimento misto, indicando uma possível volatilidade no mercado.
  • Juros em perspectiva: Monitore as expectativas em torno das taxas de juros, pois elas podem influenciar decisões de compras e vendas.
  • Ações individuais: Observe empresas específicas que podem se destacar devido ao cenário econômico atual e anúncios recentes.

  • Usiminas: Ações da Usiminas estão em foco após relatórios de desempenho trimestral; traders devem monitorar potenciais movimentos de preço.
  • Itaú: Resultados financeiros recentes do Itaú podem influenciar negociações e sentiment do mercado no bancadaário.
  • Fleury: Expectativas de crescimento do setor de saúde podem impactar as ações da Fleury; fique de olho na volatilidade.
  • Azul: Mudanças nas tarifas do setor aéreo ou fatores externos podem afetar as ações da Azul.
  • Kepler Weber: Updates em contratos ou expansão de negócios podem causar oscilações nos ativos da Kepler Weber.

  • Lucro Líquido: RD Saúde (RADL3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 401,9 milhões no 3T, alta de 3,3% ano a ano. Lucro total R$ 476,0 milhões, aumento de 3,9%.
  • Receita Líquida: Receita totalizou R$ 11,264 bilhões, crescimento de 12,8% em relação ao mesmo período de 2024.
  • Ebitda: Ebitda de R$ 909,2 milhões, aumento de 7,5% em comparação anual.
  • Endividamento: Dívida líquida de R$ 3,380 bilhões, alta de 17,7% ano a ano, com alavancagem de 1,1x, queda de 0,2 p.p. do ano anterior.
  • Crescimento de Lojas: 3.453 lojas operacionais, com abertura de 88 novas unidades e crescimento de vendas em mesmas lojas de 9,7%.

  • Aversão a risco: Crescente aversão ao risco está levando investidores a buscar proteção no ouro.
  • Bancos centrais: Compras de ouro por bancos centrais estão sustentando o preço do metal precioso.
  • Correção recente: Após uma correção no preço, o ouro voltou a subir rapidamente.
  • Nível de preço: O valor do ouro retornou ao patamar de US$ 4 mil.
  • Mercado acionário: Queda nas bolsas reforça a demanda pelo metal como ativo seguro.

  • Crescimento de lucro: A C&A (CEAB3) apresentou um lucro líquido de R$ 69,5 milhões no 3T, crescimento de 62,2% em comparação ao mesmo período de 2024.
  • Evolução do Ebitda: O Ebitda (pré IFRS-16) subiu 9,6%, alcançando R$ 196,8 milhões, enquanto o Ebitda ajustado avançou 4,4%, totalizando R$ 208,8 milhões, impulsionando o resultado operacional.
  • Mudanças na receita: Receita líquida consolidada aumentou 2,3% para R$ 1,84 bilhão, com destaque para o crescimento de 8,9% da receita de vestuário, apesar de quedas nas receitas de eletrônicos, beleza e serviços financeiros.
  • Redução da alavancagem: Alavancagem total foi reduzida para 0,1 vez (dívida líquida/Ebitda ajustado pré-IFRS16), com a dívida líquida caindo 89,6% para R$ 91,5 milhões.
  • Investimentos e expansão: Investimentos no trimestre somaram R$ 145,8 milhões, aumento de 79,6%, foco em remodelagem e reinauguração de lojas, sem adição de novas unidades.

  • Resultados Consistentes: Itaú (ITUB4) apresenta resultados consistentes e previsíveis, mesmo em ciclos de maior incerteza.
  • Dividendo Recorde: Expectativa de dividendos superiores a R$ 30 bilhões, tornando-se um ponto de atenção para investidores em busca de renda passiva.
  • Impacto Positivo no Mercado: Rendimentos expressivos podem influenciar positivamente a percepção do mercado sobre as ações do banco.
  • Resiliência no Setor: Desempenho contínuo do Itaú destaca resiliência no setor financeiro, sendo um dos líderes em estabilidade e geração de valor.
  • Oportunidades de Investimento: O cenário é favorável para traders que buscam oportunidades em ativos robustos e no setor bancário.

  • Lucro Líquido: CSN (CSNA3) registrou lucro líquido de R$ 76 milhões no 3T de 2025, revertendo prejuízo dos trimestres anteriores.
  • Ebitda Ajustado: R$ 3,319 bilhões, um aumento de 45,3% em relação ao ano anterior, com margem de 26,8%.
  • Segmento de Crescimento: Destaques nas áreas de mineração e cimentos, com recordes de produção, e logística com maior eficiência.
  • Pressão no Segmento de Siderurgia: Impacto do material importado, mas com sinais de recuperação e reajustes de preços no 4T de 2025.
  • Receita Líquida: R$ 11,794 bilhões no 3T de 2025, um crescimento anual de 6,6%.

  • Data de corte para proventos: Terão direito aos dividendos e JCP os acionistas com posição em 7 de novembro de 2025. Negociações "ex-direito" começam em 10 de novembro.
  • Montante e valor por ação: Serão distribuídos R$ 424,2 milhões em dividendos (R$ 0,0781/ação) e R$ 479 milhões em JCP (R$ 0,0882/ação), com IR de 15% sobre JCP.
  • Pagamento: Dividendo e JCP serão pagos em 19 de novembro de 2025, sem atualização monetária.
  • Resultados trimestrais: CSN Mineração reportou lucro líquido de R$ 696 milhões no 3T25, com Ebitda ajustado de R$ 2 bilhões, superando expectativas de R$ 1,7 bilhão.
  • Diversificação: Traders devem considerar o impacto dos altos resultados trimestrais na estratégia de investimento e análise de portfólio.

  • Kepler Weber (KEPL3) recebeu proposta de fusão da GPT, o que pode influenciar valorização dos papéis no curto prazo.
  • Exclusividade de 90 dias foi concedida à GPT para avaliação da proposta, indicando potencial de movimentos no mercado dependendo do andamento das negociações.
  • Investidores devem monitorar declarações de ambas as partes, especialmente porque movimentos de fusão podem alterar a estrutura de mercado da empresa rapidamente.
  • Impacto imediato previsto nas ações da Kepler Weber, uma vez que notícias de fusão tendem a movimentar o mercado e trazer especulações.
  • Avaliação de riscos e oportunidades é essencial antes de investir, devido à volatilidade relacionada a propostas de fusões em seu estágio inicial.

  • Valor dos Proventos: CSN Mineração (CMIN3) distribui R$ 903,2 milhões em proventos, com R$ 424,2 milhões em dividendos intercalares e R$ 479 milhões em juros sobre capital próprio (JCP).
  • Valores por Ação: Dividendos de R$ 0,0780931987417 por ação e JCP de R$ 0,0881804257401 por ação (R$ 0,0751925220511 líquido após 15% de IR).
  • Data de Corte: Ação com direito aos proventos, quem for acionista em 7 de novembro. A partir do dia 10 de novembro, ações serão negociadas ex-dividendos.
  • Data de Pagamento: Dividendos e JCP serão pagos a partir de 19 de novembro.
  • Impacto no Mercado: As datas de corte e pagamento podem influenciar a liquidez e volatilidade das ações no curto prazo.

  • Acordo com Ministério Público: JHSF (JHSF3) firmou acordo para encerrar ação civil pública sobre impactos ambientais em Porto Feliz, SP.
  • Licenças Garantidas: Acerto assegura a manutenção de licenças já concedidas e continuidade dos processos em andamento, eliminando incerteza jurídica.
  • Investimento em Medidas Sociais: Acordo inclui implementação e financiamento de ações sociais e ambientais por 15 anos.
  • Ampliação de Infraestrutura Educacional: Projetos incluem construção de creches e bibliotecas e programas para jovens, beneficiando mais de dois mil alunos.
  • Compromisso com Sustentabilidade: Empresa realizará Estudo Ambiental Consolidado para identificar medidas adicionais de sustentabilidade em Porto Feliz.
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