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  • Vale (VALE3): A mineradora mostrará seus resultados hoje após o fechamento do mercado. Sinais prévios indicam aumento na produção e embarques acima das estimativas, sugerindo impacto positivo nos fundamentos.
  • Projeções de Receita: Segundo a Bloomberg, ajustado pelas prévias operacionais, a receita e o Ebitda devem crescer, apesar de uma projeção de queda no lucro líquido devido à variação cambial.
  • Preço do Minério em Alta: Com o minério de ferro acima dos US$ 100, há suporte adicional para a valorização das ações da Vale, importante para traders observar a influência deste fator nos resultados.
  • Desempenho do Ibovespa: O índice atingiu novas máximas históricas, mas foi contido pelas declarações de Jerome Powell do Federal Reserve, impactando potencialmente as estratégias de curto prazo.
  • Mercados Internacionais: A previsão para hoje é de queda nas bolsas asiáticas e europeias, enquanto índices futuros de Nova York indicam um dia de perdas, sugerindo cautela para investidores globais.

  • Futuros de índices americanos: Dow Jones futuro recua 0,27%, S&P 500 cai 0,16% e Nasdaq desce 0,15% no pré-mercado, impactados por declarações de Trump e Fed.
  • Negociações comerciais EUA-China: Trump anuncia redução de tarifas para produtos chineses de 57% para 47%, gerando otimismo global apesar de desafios estruturais permanecerem.
  • Decisão do Federal Reserve: Fed corta juros em 25 pontos-base, mas não garante nova redução em dezembro, influenciando revisões de projeções de mercado.
  • Expectativas de balanços de empresas: Investidores aguardam balanços da Apple e Amazon, enquanto ações da Alphabet, Meta e Microsoft mostram volatilidade através de variações significativas.
  • Movimentação do câmbio: Dólar opera em baixa ante euro e libra, com rendimentos dos Treasuries de longo prazo aumentando, refletindo ajustes em expectativas macroeconômicas.

  • Encontro EUA-China: Trump e Xi discutem comércio; EUA reduzem tarifas e China retoma compras de soja.
  • Federal Reserve: Jerome Powell indica incerteza sobre novos cortes de juros, impactando negativamente os mercados.
  • Ibovespa em Recorde: Fecha em alta de 0,82% e atinge nível histórico; atenção na temporada de balanços.
  • Balanços Corporativos: Vale e outras empresas do Ibovespa devem divulgar resultados, com expectativa de lucro robusto para a mineradora.
  • Mercados Internacionais: À espera dos resultados da Apple e Amazon; bolsas mistas com expectativas de balanços.

  • Nova Liderança: Gustavo Portela foi eleito como diretor-presidente da Caixa Seguridade (CXSE3).
  • Experiência Anterior: Portela foi CEO da Wiz Corporate e ocupa um cargo na Fundação dos Economiários Federais.
  • Transição de Liderança: Ele substitui Felipe Mattos, destituído em setembro, e Edgar Soares atuou como interino.
  • Implicações para o Mercado: Traders devem monitorar mudanças estratégicas potenciais sob a nova liderança.
  • Ações da Caixa Seguridade: Observação atenta das reações do mercado à nova liderança pode gerar oportunidades de trading.

  • Mercados Asiáticos Majoritariamente em Baixa: Índices da China registram quedas significativas após reunião entre Trump e Xi, com Xangai Composto caindo 0,73% e Shenzhen Composto recuando 1,27%.
  • Tarifas Reduzidas entre EUA e China: Trump anuncia a redução imediata das tarifas sobre produtos chineses de 57% para 47%, apontando para um acordo de um ano sobre terras raras.
  • Desempenho dos Índices Asiáticos: Nikkei atinge novo recorde em Tóquio, enquanto Kospi também avança. Por outro lado, Hang Seng e Taiex mostram ligeiras quedas.
  • Impacto da Decisão de Juros do Fed: Após corte de juros do Fed, incertezas persistem com possíveis pausas em futuros cortes, afetando o sentimento nos mercados asiáticos.
  • Bolsas Europeias Abertas de Forma Mista: Londres e Paris em queda, enquanto Frankfurt e Lisboa sobem, em meio a balanços corporativos e expectativa sobre juros do BCE.

  • Ibovespa atento ao IGP-M e dados do Caged: Indicadores econômicos nacionais podem impactar a movimentação do índice.
  • Temporada de balanços no radar: Traders devem monitorar os resultados de empresas como Ambev, Gerdau e Vale.
  • Fatores internacionais: Decisões econômicas do BCE, juntamente com dados econômicos do Japão e da China, são relevantes para os mercados globais.
  • Dados econômicos da zona do euro: Confiança do consumidor e taxa de desemprego podem influenciar a percepção sobre a economia europeia.
  • Indicadores econômicos do Japão e China: CPI, produção industrial e PMIs podem afetar a dinâmica dos mercados asiáticos.

  • Lucro da Ambev no 3º trimestre: A empresa reportou um aumento de 36% no lucro, totalizando R$ 4,86 bilhões.
  • Receita líquida: Cresceu organicamente 1,2%, atingindo R$ 20,85 bilhões.
  • Queda no volume: O volume apresentou uma queda orgânica de 5,8%.
  • Análise da ação ABEV3: O desempenho financeiro pode impactar a valorização da ação no curto prazo.
  • Estratégia de preços: Ajustes nos preços podem indicar estratégia para compensar a queda no volume de vendas.

  • Vale anuncia recompra de até R$ 16 bilhões em títulos perpétuos, o que pode influenciar positivamente a percepção de valor da empresa por investidores.
  • Relatórios trimestrais de Vale, Apple e Amazon serão divulgados hoje, oferecendo insights fundamentais sobre o desempenho e a saúde financeira dessas empresas.
  • Mercado de trabalho em foco com dados de emprego que devem ser divulgados, impactando diretamente a avaliação da economia americana e suas perspectivas.
  • Encontro entre Trump e Xi Jinping pode trazer novidades sobre a relação comercial entre os EUA e a China, afetando investidores globais.
  • Acontecimentos políticos e econômicos podem criar volatilidade nos mercados de câmbio e ações ao longo do dia.

  • Lucro Líquido ABEV3: A Ambev registrou um lucro líquido ajustado de R$ 3,84 bilhões no 3T25, um aumento de 7,4% comparado ao mesmo período de 2024.
  • Ebitda e Receita: O Ebitda ajustado caiu 0,1% para R$ 7,059 bilhões, enquanto a receita líquida foi de R$ 20,85 bilhões, queda de 5,7%, mas com crescimento orgânico de 1,2%.
  • Volume de Vendas: os volumes totais caíram 5,9%, impactando todas as unidades de negócio: Brasil, América Central e Caribe, América Latina Sul e Canadá.
  • Métricas Regionais: Brasil apresentou queda de volume de 7,7%, enquanto América Central e Caribe tiveram uma expansão de margem de 3 p.p.
  • Despesas e Custos: SG&A caiu 8,6% no reportado, e CPV/hl subiu 7,2%, com o lucro bruto crescendo organicamente 1,3%.

  • Influências Externas: O Federal Reserve (Fed) tem impacto significativo nas expectativas do mercado, afetando a cotação do minidólar WDOX25.
  • Política Monetária Brasileira: A taxa Selic também é um fator crucial que pode influenciar o movimento do dólar em relação ao real.
  • Análise Técnica: Traders devem prestar atenção aos níveis de suporte e resistência identificados nos gráficos recentes do minidólar.
  • Expectativas do Mercado: Mudanças nas perspectivas econômicas dos EUA e do Brasil podem alterar as previsões de curto prazo para o minidólar.
  • Estratégias de Trading: Monitorar anúncios econômicos e suas implicações pode ajudar traders a tomarem decisões informadas neste cenário de volatilidade.

  • Expectativa por balanços corporativos: Traders aguardam a divulgação de resultados trimestrais de importantes empresas, o que pode gerar volatilidade no mercado.
  • Olho no IGP-M: Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) será divulgado hoje, podendo afetar a precificação do mini-índice.
  • Análise técnica: Indicadores técnicos sugerem possíveis níveis de suporte e resistência para o mini-índice futuro (WINZ25).
  • Volatilidade esperada: Movimentos mais acentuados podem ocorrer dependendo dos resultados econômicos e balanços corporativos.
  • Observação do cenário externo: Eventos internacionais e decisões políticas podem influenciar as operações do mini-índice.

  • A Vale (VALE3) divulga seus resultados financeiros do 3º trimestre hoje após o fechamento do mercado.
  • Projeções da Bloomberg indicam crescimento na receita e Ebitda em comparação trimestral e anual, apesar da queda no lucro líquido.
  • Produção de minério de ferro da Vale aumentou 3,8% anualmente e 12,9% trimestralmente, com preços subindo 10,9% no período.
  • Recomendações: BTG Pactual e XP Investimentos estão neutros quanto às ações VALE3, enquanto Citi e Safra têm recomendação de compra.
  • Analistas esperam ver se Vale alcançará resultados sustentáveis para incentivar mudanças em suas posições e recomendações.

  • Lucro Sólido Esperado: A Vale (VALE3) deve apresentar lucro líquido de R$ 10,9 bilhões no 3º trimestre de 2025, com receita projetada de R$ 53,9 bilhões.
  • Produção Recorde: Produção totalizou 94,4 milhões de toneladas, alta de 3,8% em relação ao ano anterior, com destaque para o desempenho de S11D e projeto Capanema.
  • Análise do BTG Pactual: Relatório de produção reforçou perspectivas positivas, sendo um dos prováveis destaques no trimestre.
  • Perspectivas da Genial Investimentos: Espera recuperação operacional com aumento de 18% na receita líquida e 26% no Ebitda, além de melhora nos prêmios e custos sob controle.
  • Incertezas Futuras: Preço do minério entre US$ 100 e US$ 105 por tonelada exige cautela devido a possíveis expansões de oferta e ambiente macro desafiador.

  • Ibovespa em Alta: O Ibovespa mantém sua trajetória de alta e projeta buscar a marca de 150 mil pontos, um nível significativo para traders.
  • Suporte e Resistência: Pontos críticos de suporte e resistência do mini-índice e minidólar foram atualizados, oferecendo insights para estratégias intraday.
  • Volume de Negócios: O mercado apresenta aumento no volume de negócios, indicando potencial oportunidade para operações de curtíssimo prazo.
  • Impacto Econômico: Decisões de política monetária e indicadores econômicos estão influenciando o comportamento do mercado, afetando o cenário de curto prazo.
  • Recomendação de Estratégia: Considerar estratégias de momentum ou reversão conforme as atualizações nos níveis de suporte e resistência do mini-índice e minidólar.

  • Trump anunciou acordo comercial: Redução de tarifas à China em troca de compromisso chinês com compras de soja, envio de terras raras e combate ao tráfico de fentanil.
  • Impacto no mercado: Dow Jones Futuro apresentou queda após anúncio, refletindo receios do mercado quanto à eficácia do acordo.
  • Influência das big techs: Resultados financeiros de grandes empresas de tecnologia influenciam movimentos significativos nos mercados durante esta temporada de balanços.
  • Expectativas em Wall Street: O desalinhamento entre expectativas e realidade tem causado oscilações extremas nos preços das ações.
  • Atenção ao Federal Reserve: Decisões recentes do Fed também estão impactando o sentimento do mercado, exigindo atenção contínua dos traders.

  • Lucro Líquido: Motiva reportou lucro líquido ajustado de R$ 683 milhões no 3T25, um aumento de 22% em relação ao ano anterior. Este é o maior lucro líquido societário da empresa em um terceiro trimestre.
  • Melhoria do Ebitda: Ebitda ajustado atingiu R$ 2,547 bilhões, uma alta de 16,3% na comparação anual, com margem melhorando de 57,9% para 64,4%.
  • Receita e Opex: Receita líquida ajustada cresceu 4,6% para R$ 3,957 bilhões, enquanto o Opex sobre receita líquida atingiu 38,3%, indicando controle eficaz de custos.
  • Endividamento: Alavancagem ajustada ficou em 3,6 vezes, com aumento devido à aquisição de novos ativos, mas redução de 0,1x em relação ao 2T25.
  • Investimentos e Expansão: Investimentos no 3T25 aumentaram 11% para R$ 2,3 bilhões, com foco em melhorias nas concessões RioSP e ViaSul, e em infraestrutura de transporte urbano.

  • Desempenho dos Fundos: Fundos Mútuos de Privatização (FMPs) da Axia Energia (ex-Eletrobras) tiveram retorno de 41,63% desde junho de 2022, inferior ao Ibovespa (44,45%) e ao CDI (49,91%). Nos últimos 12 meses, porém, superaram ambos.
  • Desempenho das Ações: Ações ordinárias (ELET3) registraram alta de 46,98% e preferenciais (ELET6) subiram 72,98% desde junho de 2022. Nos últimos 12 meses, ELET3 subiu 57,32% e ELET6 subiu 51,58%.
  • Anúncio de Dividendos: O anúncio de R$ 4 bilhões em dividendos em agosto revitalizou o interesse do mercado, impulsionando cotações de cotas e ações.
  • Reação Pós-Privatização: Calmaria no mercado após acordo com a União em fevereiro de 2025 sobre direitos de voto e alterações no Conselho de Administração.
  • Recomendações de Investimento: UBS elevou preço-alvo para ações preferenciais de R$ 59 para R$ 80. Bank of America (BofA) e Itaú BBA também reforçaram recomendações positivas.

  • Redução de Tarifas: Trump e Xi Jinping acordaram reduzir tarifas sobre importações chinesas. As tarifas caem de 57% para 47%, crucial para o comércio de fentanil.
  • Mercado de Terras-raras: China manterá exportações de terras-raras, o que pode impactar empresas dependentes desses minerais.
  • Impacto nos Mercados: Bolsas asiáticas e futuros europeus mostraram volatilidade; futuros da soja nos EUA enfraqueceram, influência para negociações agrícolas.
  • Acordos Comerciais: Trump anunciou avanços comerciais adicionais com Japão, Coreia do Sul e países do Sudeste Asiático. Potencial de novas oportunidades nos respectivos mercados.
  • Incertezas Geopolíticas: Apesar dos acordos, analistas permanecem céticos sobre a durabilidade da trégua comercial entre EUA e China, aumentando a importância do monitoramento contínuo das relações bilaterais.

  • OpenAI IPO: A OpenAI está se preparando para realizar uma oferta pública inicial (IPO), potencialmente alcançando uma avaliação de até US$ 1 trilhão.
  • Potencial de Mercado: O IPO pode ser um dos maiores da história, oferecendo acesso a capital significativo para o CEO Sam Altman.
  • Prazo Esperado: A empresa está considerando registrar o pedido de IPO no segundo semestre de 2026, mas há discussões indicativas de que isso pode ocorrer só em 2027.
  • Levantamento de Capital: A OpenAI está explorando levantar no mínimo US$ 60 bilhões, conforme relatos preliminares.
  • Condições Variáveis: Os planos de IPO podem mudar com base no crescimento dos negócios e nas condições do mercado.

  • Brasil: Divulgação dos dados de geração de emprego formal do Caged para setembro.
  • Japão: Decisão de política monetária pelo Banco Central.
  • Alemanha: Publicação do PIB do 3º trimestre às 06:00 e do Índice de Preços ao Consumidor (preliminar) para outubro às 10:00.
  • Zona do Euro: Dados de confiança do consumidor de outubro serão liberados às 07:00.
  • Estados Unidos: Divulgação do PIB do 3º trimestre (anualizado) às 09:30, um indicador chave para a economia americana.

  • Câmara aprova PL: Câmara dos Deputados aprova projeto que incorpora medidas de taxação financeira para compensar contas após derrubada de proposta de elevação do IOF.
  • Impacto Tributário: Medidas incluem restrições a compensações tributárias e limitação de despesas federais com previdência social.
  • Ajustes Orçamentários: Inclusão do programa Pé-de-Meia no cálculo do mínimo constitucional em educação gerou críticas, mas busca aumentar receitas.
  • Projeção Fiscal: Líder do PT afirma que alterações podem aumentar arrecadação em R$ 25 bilhões.
  • Próximos Passos: Texto modificado foi enviado ao Senado para decisão final.

  • Reajuste aprovado: A Câmara de São Paulo aprovou um reajuste do IPTU que limita a correção a um máximo de 10% ao ano para qualquer imóvel, incluindo residências e comércios.
  • Impacto no setor imobiliário: A medida pode influenciar o mercado imobiliário, com potenciais ajustes nos preços de imóveis e aluguéis em São Paulo.
  • Implicações para investidores: Investidores que possuem imóveis comerciais ou residenciais em São Paulo devem considerar os possíveis impactos nos retornos de investimento devido ao aumento do tributo.
  • Análise setorial: Traders devem observar reações nas ações de empresas do setor imobiliário e de construção civil, que podem ser afetadas pelo aumento do IPTU.
  • Monitoramento de políticas: Acompanhar futuras votações e decisões políticas que possam afetar a carga tributária em outras regiões ou setores.

  • Lucro líquido regulatório: Isa Energia reportou um aumento de 27,4%, alcançando R$ 550 milhões no 3T25.
  • Ebitda e receita líquida regulatória: O Ebitda caiu 7,3% para R$ 888,5 milhões e a receita líquida regulatória diminuiu 9,1% para R$ 1,07 bilhão.
  • Impacto da Revisão Tarifária Periódica: As quedas no Ebitda e na receita líquida devem-se ao efeito comparativo de uma Revisão Tarifária ocorrida em 2024.
  • Custos e despesas operacionais: Reduzidos em 2,5%, totalizando R$ 187 milhões, com benefícios de R$ 32 milhões da subestação relicitada.
  • Fatores adicionais que impulsionaram resultados: Menor depreciação e impactos tributários ligados aos juros sobre capital próprio contribuíram positivamente.

  • Moody’s alerta para aumento de riscos climáticos na América Latina: Brasil, Colômbia, México e Chile são os mais afetados por eventos como secas e inundações, impactando risco de crédito.
  • Exposição significativa no Brasil: Vulnerável a inundações e ondas de calor, com enchentes recentes afetando logística no Rio Grande do Sul; plano climático 2024–2035 visa descarbonizar a economia.
  • Desafios na Colômbia: Dependência de hidrelétricas torna país sensível a secas; restrições fiscais e juros elevados dificultam investimentos em renováveis.
  • Impactos no México: Furacão Otis gerou US$ 15 bilhões em perdas em Acapulco; governo desenvolve plano de adaptação para coordenar ações de proteção.
  • Chile aposta em políticas de adaptação: Incêndios recentes desafiam setores florestal e urbano; foco em transporte limpo e gestão hídrica resiliente com apoio de sistemas de alerta precoce.

  • Queda nas ADRs: Após balanço do 3T, ADRs do Bradesco caem 6% no after-market, refletindo resultados abaixo das expectativas do mercado.
  • Ajuste de Expectativas: Resultado do 3T mostrou lucro de R$ 6,2 bilhões, mas frustrou parte do mercado que esperava surpresas positivas.
  • Provisões de Crédito: Despesas com provisão para devedores duvidosos subiram 20% no ano, refletindo cautela em segmentos vulneráveis como o agronegócio.
  • Impacto nas ADRs: Investidores estrangeiros, focados em rentabilidade, reagiram negativamente, intensificando a queda nas ADRs.
  • Pontos de Atenção: A alta nas despesas e sinais de deterioração de ativos podem sinalizar realização no pregão seguinte.

  • Ibovespa Recupera: O índice Ibovespa experimentou um aumento de 11,58% entre 28 de julho e 28 de outubro, sinalizando um ambiente mais otimista e propenso ao risk-on no Brasil.
  • Cenário Político Estável: A ausência de conflitos sérios entre Trump e Lula e a continuidade de um governo que evita erros fiscais graves estão contribuindo para um ambiente econômico mais estável.
  • Juros em Queda: As condições estão sendo reforçadas para um ciclo confiável de queda de juros começando em 2026, o que pode beneficiar investidores focados em renda variável.
  • Ciclo Eleitoral e Oportunidades Perdidas: Investidores focados no ciclo eleitoral recente podem ter perdido oportunidades, mas a situação política pode ainda se reverter com um candidato forte da centro-direita brasileira.
  • Recomendações para o Fim de Ano: A sugestão é desconsiderar o ciclo eleitoral e se concentrar no momento atual. Se o ambiente continuar a melhorar, o Ibovespa pode alcançar rapidamente 160 mil pontos.

  • Divergências sobre o tamanho do Estado: Eike Batista e Talis Gomes debateram sobre a participação do Estado na economia, com Batista apoiando intervenções governamentais e Gomes criticando o aumento de gastos públicos.
  • Preocupações fiscais: Gomes alertou sobre um potencial risco de crises fiscais no Brasil, comparando a situação com a da Argentina e criticando potenciais pacotes governamentais de R$ 100 bilhões.
  • Papel do Estado na inovação: Eike Batista destacou a importância do Estado em iniciativas como as da Embrapa e Petrobras, comparando seu impacto ao orçamento militar dos EUA que fomenta inovação.
  • Proteção contra riscos: Gomes ressaltou que empresas com receita dolarizada têm vantagem, mas alertou sobre a deterioração fiscal brasileira que poderia impactar a economia.
  • Importância da confiança: Ambos os empresários concordaram que confiança institucional é vital para atrair investimento e promover crescimento sustentável no Brasil.

  • Ibovespa atinge recorde: Fechou em alta de 0,82% aos 148.632,93 pontos, com volume de R$ 24,1 bilhões.
  • Decisão do Fed impacta mercado: Corte de juros de 25 pontos-base nos EUA; incertezas sobre nova redução em dezembro.
  • Divergência no Fed: Dois dirigentes votaram contra o corte, gerando incerteza sobre política monetária futura.
  • Ações em destaque: No Ibovespa, GPA (PCAR3) subiu 5,63%, Hypera (HYPE3) 4,84% e Gerdau (GGBR4) 4,28%.
  • Dólar e índice DXY: Dólar fechado estável a R$ 5,3595, enquanto o índice DXY subiu 0,5% a 99,207 pontos.

  • Distribuição de JCP: ISA Energia (ISAE4) anunciou R$445 milhões em Juros sobre Capital Próprio, equivalente a R$0,674997 por ação.
  • Lucro e Crescimento: Lucro líquido de R$550 milhões no terceiro trimestre, aumento de 27% em relação ao ano passado.
  • Impactos na Receita: Receita caiu 9% devido a fatores regulatórios e bases comparativas. Ebitda recuou 7% para R$888 milhões.
  • Investimentos em Expansão: Investimentos avançaram 39%, totalizando R$1,2 bilhão para novos projetos, incluindo o licenciamento para o projeto Serra Dourada.
  • Impactos da RAP: Atualização da Receita Anual Permitida com IPCA de 5,32% impulsionou resultados positivos.

  • Auren critica MP 1.304: Diretora Priscila Lino alerta que a MP que adiciona térmicas agrava problemas de geração renovável e rigidez do sistema.
  • Impacto nos investidores: Críticas ressaltam riscos de "sangria financeira" e desestímulo a novos projetos se não houver resposta regulatória.
  • Questões regulatórias urgentes: A resolução regulatória é essencial para o avanço do setor e mitigação dos riscos de curtailment.
  • Leilão de capacidade preocupado: Lino destaca que regras do LRCAP 2026 podem complicar o sistema sem resolver problemas fundamentais.
  • Votação iminente: Parecer da MP 1.304 será votado na quinta-feira (30) em comissão especial.

  • Nubank tornou-se a empresa mais valiosa do Brasil, com valor de mercado de US$ 76 bilhões, superando a Petrobras.
  • Análise dividida sobre ações do Nubank: alguns analistas preveem possível correção de preços no médio prazo.
  • Expansão internacional em foco: Nubank busca licença bancária nos EUA, alinhando-se com sua estratégia de crescimento global.
  • Perspectiva otimista para resultados futuros: UBS BB estima lucro significativo no terceiro trimestre de 2025, impulsionado por iniciativas de IA.
  • Recomendações variadas para investidores: XP e UBS BB mantêm posição neutra, enquanto BTG Pactual recomenda compra com expectativa de valorização.

  • Lucro Líquido e Receita: A Kepler Weber (KEPL3) reportou lucro líquido de R$ 51,6 milhões no 3T de 2025, uma queda de 13,5% em comparação ao ano anterior, com receita líquida de R$ 423,3 milhões, representando retração de 3,6%.
  • Ebitda e Margens: O Ebitda caiu 20,8% para R$ 73,6 milhões, mas a margem Ebitda subiu para 17,4%, um avanço significativo de 5,2 pontos percentuais sobre o trimestre anterior.
  • Segmentos em Destaque: Negócios Internacionais e Portos e Terminais cresceram 23,6% e 97,4% respectivamente, enquanto Agroindústria e Fazendas enfrentaram declínios de desempenho.
  • Situação de Crédito e Custos: Apesar de um ambiente de crédito restrito e custos financeiros elevados, despesas gerais mantiveram-se sob controle com a margem bruta encerrando o trimestre em 24,9%.
  • Perspectivas para o Futuro: A empresa prevê estabilidade no 4T, mantendo um patamar mais saudável que o 1S e destaca bons negócios fechados para 2026.

  • Lucro Líquido: ISA Energia (ISAE4) reportou lucro líquido de R$ 550 milhões no terceiro trimestre.
  • Crescimento Anual: O lucro representa um aumento de 27% em relação ao mesmo período do ano anterior.
  • Divulgação: Os resultados foram divulgados na noite de quarta-feira, dia 29.
  • Papel no Mercado: A empresa é uma importante transmissora de energia elétrica.
  • Atenção para Traders: O desempenho positivo pode impactar a valorização das ações ISAE4.

  • Fonte de Informação: Ágora Investimentos oferece vídeos e podcasts diários.
  • Conteúdo Variado: Cobre análises de mercado, tendências econômicas e dicas de investimentos.
  • Relevância para Traders: Conteúdo atual pode impactar decisões de trading e estratégias.
  • Facilidade de Acesso: Disponibilidade de múltiplos formatos (vídeo e áudio) facilita o consumo.
  • Confiabilidade: Material produzido por uma reconhecida corretora do mercado financeiro.

  • Queda no Lucro: Kepler Weber (KEPL3) reportou uma redução de 13,5% no lucro líquido no 3º trimestre.
  • Receita Operacional: A receita operacional líquida caiu 3,6%, alcançando R$423,3 milhões.
  • Análise de Eficiência: Traders devem avaliar como essas reduções impactam na eficiência operacional da empresa.
  • Impacto no Mercado: A queda nos resultados pode influenciar a percepção do mercado sobre ações da KEPL3.
  • Oportunidades de Trading: Observar suporte e resistência para possíveis movimentos de preço devido aos resultados trimestrais.

  • Lucro líquido ajustado: Motiva (MOTV3) reportou um lucro líquido ajustado de R$ 683 milhões no 3T25, aumento de 22% em relação ao 3T24.
  • Efeito não recorrente: Aumento significativo no lucro líquido societário devido ao aditivo do contrato da ViaQuatro, influenciando fortemente os resultados.
  • Ebitda ajustado: Crescimento de 16,3%, chegando a R$ 2,545 bilhões, sustentado por novos projetos e controle de custos, com margem Ebitda ajustada subindo 6,5 p.p.
  • Receita líquida ajustada: Atingiu R$ 3,96 bilhões, marcando o maior valor trimestral da empresa, com alta de 16,3%.
  • Gestão de custos eficiente: Indicador de Opex/Receita Líquida Ajustada caiu para 34,8% no 3T25, aproximando-se da meta de 38% prevista para 2026.

  • Lucro Líquido: Bradesco (BBDC4) registrou aumento de 18,8% no lucro líquido recorrente no 3T25, atingindo R$ 6,2 bilhões. Crescimento de 2,3% em relação ao 2T25.
  • Retorno sobre Patrimônio: ROE subiu para 14,7%, incrementando 2,3 pontos em um ano, e 0,1 ponto em um trimestre.
  • Carteira de Crédito: Expandiu 9,6% anual, atingindo R$ 1,034 bilhão. Aumento impulsionado por concessões a médias e pequenas empresas e consumidores.
  • Margem Financeira: Margem financeira bruta avançou 16,9% ao ano, somando R$ 18,7 bilhões. Margem com clientes subiu 19% anualmente e 4,8% no trimestre.
  • Plano de Crescimento: Presidente Marcelo Noronha destaca compromisso com aumento contínuo de lucros e a transformação do banco, mantendo investimentos para competitividade a longo prazo.

  • Receita e Crescimento Consistente: Mercado Livre (MELi34) reportou receita de US$ 7,4 bilhões no Q3 2025, um crescimento de 39% YoY, sustentando 27 trimestres de expansão consecutiva. Lucro líquido subiu 6,1% para US$ 421 milhões.
  • Forte Desempenho no Brasil: GMV cresceu 34% e itens vendidos aumentaram 42%, impulsionados pelo frete grátis. O número de compradores únicos no Brasil subiu 29%, representando a melhor marca desde 2021.
  • Expansão Logística: Capacidade de distribuição na América Latina cresceu 41%, com recordes de entregas rápidas na Argentina, México e Brasil, impulsionando a eficiência logística.
  • Crescimento no Mercado Pago: A fintech fechou o trimestre com 72 milhões de usuários ativos, crescimento anual de 29%. Carteira de crédito avançou 83%, para US$ 11 bilhões, destacando o aumento de 104% nos cartões.
  • Estabilidade e Foco Estratégico: Taxa de inadimplência se manteve estável em 6,8%. TPV cresceu 41%, alcançando US$ 71 bilhões, com mais de 50% do uso de cartão fora do marketplace, refletindo estratégias de engajamento e fidelização do consumidor.

  • Corte de Juros: O Fed confirmou a redução de 0,25 p.p. na taxa básica, mas futuros cortes não são garantidos, mudando o tom do mercado.
  • Juros dos Treasuries e Dólar: A mudança no discurso de Powell fez os juros dos Treasuries subirem e o dólar se fortalecer frente a outras moedas.
  • Bolsas de NY: Bolsas americanas apagaram ganhos iniciais e fecharam de forma mista, refletindo cautela pós-declarações do Fed.
  • Commodities: Petróleo manteve leve alta e minério de ferro subiu cerca de 2% em Dalian, melhorando perspectivas de demanda.
  • Ibovespa: Fechou em alta de 0,82% a 148.633 pontos, com impulso do setor financeiro e commodities, enquanto o dólar ficou estável a R$ 5,36.

  • Resultado Financeiro: A empresa Motiva (antiga CCR) reportou um aumento de 22% no lucro ajustado, atingindo R$ 683 milhões no terceiro trimestre de 2025.
  • Ebitda Ajustado: Houve um crescimento de 16,3% no Ebitda ajustado, alcançando quase R$ 2,55 bilhões, refletindo melhorias operacionais.
  • Impacto Positivo: Os resultados indicam uma forte performance operacional, podendo impulsionar a confiança dos investidores no papel.
  • Volume Operacional: A melhora no desempenho pode sinalizar um aumento na eficiência e rentabilidade das operações da empresa.
  • Expectativas de Mercado: Traders devem observar potenciais reavaliações de preço-alvo das ações MOTV3 por analistas em função dos resultados positivos.
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