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  • Queda nas ADRs: Após balanço do 3T, ADRs do Bradesco caem 6% no after-market, refletindo resultados abaixo das expectativas do mercado.
  • Ajuste de Expectativas: Resultado do 3T mostrou lucro de R$ 6,2 bilhões, mas frustrou parte do mercado que esperava surpresas positivas.
  • Provisões de Crédito: Despesas com provisão para devedores duvidosos subiram 20% no ano, refletindo cautela em segmentos vulneráveis como o agronegócio.
  • Impacto nas ADRs: Investidores estrangeiros, focados em rentabilidade, reagiram negativamente, intensificando a queda nas ADRs.
  • Pontos de Atenção: A alta nas despesas e sinais de deterioração de ativos podem sinalizar realização no pregão seguinte.

  • Ibovespa Recupera: O índice Ibovespa experimentou um aumento de 11,58% entre 28 de julho e 28 de outubro, sinalizando um ambiente mais otimista e propenso ao risk-on no Brasil.
  • Cenário Político Estável: A ausência de conflitos sérios entre Trump e Lula e a continuidade de um governo que evita erros fiscais graves estão contribuindo para um ambiente econômico mais estável.
  • Juros em Queda: As condições estão sendo reforçadas para um ciclo confiável de queda de juros começando em 2026, o que pode beneficiar investidores focados em renda variável.
  • Ciclo Eleitoral e Oportunidades Perdidas: Investidores focados no ciclo eleitoral recente podem ter perdido oportunidades, mas a situação política pode ainda se reverter com um candidato forte da centro-direita brasileira.
  • Recomendações para o Fim de Ano: A sugestão é desconsiderar o ciclo eleitoral e se concentrar no momento atual. Se o ambiente continuar a melhorar, o Ibovespa pode alcançar rapidamente 160 mil pontos.

  • Divergências sobre o tamanho do Estado: Eike Batista e Talis Gomes debateram sobre a participação do Estado na economia, com Batista apoiando intervenções governamentais e Gomes criticando o aumento de gastos públicos.
  • Preocupações fiscais: Gomes alertou sobre um potencial risco de crises fiscais no Brasil, comparando a situação com a da Argentina e criticando potenciais pacotes governamentais de R$ 100 bilhões.
  • Papel do Estado na inovação: Eike Batista destacou a importância do Estado em iniciativas como as da Embrapa e Petrobras, comparando seu impacto ao orçamento militar dos EUA que fomenta inovação.
  • Proteção contra riscos: Gomes ressaltou que empresas com receita dolarizada têm vantagem, mas alertou sobre a deterioração fiscal brasileira que poderia impactar a economia.
  • Importância da confiança: Ambos os empresários concordaram que confiança institucional é vital para atrair investimento e promover crescimento sustentável no Brasil.

  • Ibovespa atinge recorde: Fechou em alta de 0,82% aos 148.632,93 pontos, com volume de R$ 24,1 bilhões.
  • Decisão do Fed impacta mercado: Corte de juros de 25 pontos-base nos EUA; incertezas sobre nova redução em dezembro.
  • Divergência no Fed: Dois dirigentes votaram contra o corte, gerando incerteza sobre política monetária futura.
  • Ações em destaque: No Ibovespa, GPA (PCAR3) subiu 5,63%, Hypera (HYPE3) 4,84% e Gerdau (GGBR4) 4,28%.
  • Dólar e índice DXY: Dólar fechado estável a R$ 5,3595, enquanto o índice DXY subiu 0,5% a 99,207 pontos.

  • Distribuição de JCP: ISA Energia (ISAE4) anunciou R$445 milhões em Juros sobre Capital Próprio, equivalente a R$0,674997 por ação.
  • Lucro e Crescimento: Lucro líquido de R$550 milhões no terceiro trimestre, aumento de 27% em relação ao ano passado.
  • Impactos na Receita: Receita caiu 9% devido a fatores regulatórios e bases comparativas. Ebitda recuou 7% para R$888 milhões.
  • Investimentos em Expansão: Investimentos avançaram 39%, totalizando R$1,2 bilhão para novos projetos, incluindo o licenciamento para o projeto Serra Dourada.
  • Impactos da RAP: Atualização da Receita Anual Permitida com IPCA de 5,32% impulsionou resultados positivos.

  • Auren critica MP 1.304: Diretora Priscila Lino alerta que a MP que adiciona térmicas agrava problemas de geração renovável e rigidez do sistema.
  • Impacto nos investidores: Críticas ressaltam riscos de "sangria financeira" e desestímulo a novos projetos se não houver resposta regulatória.
  • Questões regulatórias urgentes: A resolução regulatória é essencial para o avanço do setor e mitigação dos riscos de curtailment.
  • Leilão de capacidade preocupado: Lino destaca que regras do LRCAP 2026 podem complicar o sistema sem resolver problemas fundamentais.
  • Votação iminente: Parecer da MP 1.304 será votado na quinta-feira (30) em comissão especial.

  • Nubank tornou-se a empresa mais valiosa do Brasil, com valor de mercado de US$ 76 bilhões, superando a Petrobras.
  • Análise dividida sobre ações do Nubank: alguns analistas preveem possível correção de preços no médio prazo.
  • Expansão internacional em foco: Nubank busca licença bancária nos EUA, alinhando-se com sua estratégia de crescimento global.
  • Perspectiva otimista para resultados futuros: UBS BB estima lucro significativo no terceiro trimestre de 2025, impulsionado por iniciativas de IA.
  • Recomendações variadas para investidores: XP e UBS BB mantêm posição neutra, enquanto BTG Pactual recomenda compra com expectativa de valorização.

  • Lucro Líquido e Receita: A Kepler Weber (KEPL3) reportou lucro líquido de R$ 51,6 milhões no 3T de 2025, uma queda de 13,5% em comparação ao ano anterior, com receita líquida de R$ 423,3 milhões, representando retração de 3,6%.
  • Ebitda e Margens: O Ebitda caiu 20,8% para R$ 73,6 milhões, mas a margem Ebitda subiu para 17,4%, um avanço significativo de 5,2 pontos percentuais sobre o trimestre anterior.
  • Segmentos em Destaque: Negócios Internacionais e Portos e Terminais cresceram 23,6% e 97,4% respectivamente, enquanto Agroindústria e Fazendas enfrentaram declínios de desempenho.
  • Situação de Crédito e Custos: Apesar de um ambiente de crédito restrito e custos financeiros elevados, despesas gerais mantiveram-se sob controle com a margem bruta encerrando o trimestre em 24,9%.
  • Perspectivas para o Futuro: A empresa prevê estabilidade no 4T, mantendo um patamar mais saudável que o 1S e destaca bons negócios fechados para 2026.

  • Lucro Líquido: ISA Energia (ISAE4) reportou lucro líquido de R$ 550 milhões no terceiro trimestre.
  • Crescimento Anual: O lucro representa um aumento de 27% em relação ao mesmo período do ano anterior.
  • Divulgação: Os resultados foram divulgados na noite de quarta-feira, dia 29.
  • Papel no Mercado: A empresa é uma importante transmissora de energia elétrica.
  • Atenção para Traders: O desempenho positivo pode impactar a valorização das ações ISAE4.

  • Fonte de Informação: Ágora Investimentos oferece vídeos e podcasts diários.
  • Conteúdo Variado: Cobre análises de mercado, tendências econômicas e dicas de investimentos.
  • Relevância para Traders: Conteúdo atual pode impactar decisões de trading e estratégias.
  • Facilidade de Acesso: Disponibilidade de múltiplos formatos (vídeo e áudio) facilita o consumo.
  • Confiabilidade: Material produzido por uma reconhecida corretora do mercado financeiro.

  • Queda no Lucro: Kepler Weber (KEPL3) reportou uma redução de 13,5% no lucro líquido no 3º trimestre.
  • Receita Operacional: A receita operacional líquida caiu 3,6%, alcançando R$423,3 milhões.
  • Análise de Eficiência: Traders devem avaliar como essas reduções impactam na eficiência operacional da empresa.
  • Impacto no Mercado: A queda nos resultados pode influenciar a percepção do mercado sobre ações da KEPL3.
  • Oportunidades de Trading: Observar suporte e resistência para possíveis movimentos de preço devido aos resultados trimestrais.

  • Lucro líquido ajustado: Motiva (MOTV3) reportou um lucro líquido ajustado de R$ 683 milhões no 3T25, aumento de 22% em relação ao 3T24.
  • Efeito não recorrente: Aumento significativo no lucro líquido societário devido ao aditivo do contrato da ViaQuatro, influenciando fortemente os resultados.
  • Ebitda ajustado: Crescimento de 16,3%, chegando a R$ 2,545 bilhões, sustentado por novos projetos e controle de custos, com margem Ebitda ajustada subindo 6,5 p.p.
  • Receita líquida ajustada: Atingiu R$ 3,96 bilhões, marcando o maior valor trimestral da empresa, com alta de 16,3%.
  • Gestão de custos eficiente: Indicador de Opex/Receita Líquida Ajustada caiu para 34,8% no 3T25, aproximando-se da meta de 38% prevista para 2026.

  • Lucro Líquido: Bradesco (BBDC4) registrou aumento de 18,8% no lucro líquido recorrente no 3T25, atingindo R$ 6,2 bilhões. Crescimento de 2,3% em relação ao 2T25.
  • Retorno sobre Patrimônio: ROE subiu para 14,7%, incrementando 2,3 pontos em um ano, e 0,1 ponto em um trimestre.
  • Carteira de Crédito: Expandiu 9,6% anual, atingindo R$ 1,034 bilhão. Aumento impulsionado por concessões a médias e pequenas empresas e consumidores.
  • Margem Financeira: Margem financeira bruta avançou 16,9% ao ano, somando R$ 18,7 bilhões. Margem com clientes subiu 19% anualmente e 4,8% no trimestre.
  • Plano de Crescimento: Presidente Marcelo Noronha destaca compromisso com aumento contínuo de lucros e a transformação do banco, mantendo investimentos para competitividade a longo prazo.

  • Receita e Crescimento Consistente: Mercado Livre (MELi34) reportou receita de US$ 7,4 bilhões no Q3 2025, um crescimento de 39% YoY, sustentando 27 trimestres de expansão consecutiva. Lucro líquido subiu 6,1% para US$ 421 milhões.
  • Forte Desempenho no Brasil: GMV cresceu 34% e itens vendidos aumentaram 42%, impulsionados pelo frete grátis. O número de compradores únicos no Brasil subiu 29%, representando a melhor marca desde 2021.
  • Expansão Logística: Capacidade de distribuição na América Latina cresceu 41%, com recordes de entregas rápidas na Argentina, México e Brasil, impulsionando a eficiência logística.
  • Crescimento no Mercado Pago: A fintech fechou o trimestre com 72 milhões de usuários ativos, crescimento anual de 29%. Carteira de crédito avançou 83%, para US$ 11 bilhões, destacando o aumento de 104% nos cartões.
  • Estabilidade e Foco Estratégico: Taxa de inadimplência se manteve estável em 6,8%. TPV cresceu 41%, alcançando US$ 71 bilhões, com mais de 50% do uso de cartão fora do marketplace, refletindo estratégias de engajamento e fidelização do consumidor.

  • Corte de Juros: O Fed confirmou a redução de 0,25 p.p. na taxa básica, mas futuros cortes não são garantidos, mudando o tom do mercado.
  • Juros dos Treasuries e Dólar: A mudança no discurso de Powell fez os juros dos Treasuries subirem e o dólar se fortalecer frente a outras moedas.
  • Bolsas de NY: Bolsas americanas apagaram ganhos iniciais e fecharam de forma mista, refletindo cautela pós-declarações do Fed.
  • Commodities: Petróleo manteve leve alta e minério de ferro subiu cerca de 2% em Dalian, melhorando perspectivas de demanda.
  • Ibovespa: Fechou em alta de 0,82% a 148.633 pontos, com impulso do setor financeiro e commodities, enquanto o dólar ficou estável a R$ 5,36.

  • Resultado Financeiro: A empresa Motiva (antiga CCR) reportou um aumento de 22% no lucro ajustado, atingindo R$ 683 milhões no terceiro trimestre de 2025.
  • Ebitda Ajustado: Houve um crescimento de 16,3% no Ebitda ajustado, alcançando quase R$ 2,55 bilhões, refletindo melhorias operacionais.
  • Impacto Positivo: Os resultados indicam uma forte performance operacional, podendo impulsionar a confiança dos investidores no papel.
  • Volume Operacional: A melhora no desempenho pode sinalizar um aumento na eficiência e rentabilidade das operações da empresa.
  • Expectativas de Mercado: Traders devem observar potenciais reavaliações de preço-alvo das ações MOTV3 por analistas em função dos resultados positivos.

  • Taxas dos contratos de DI fecharam em alta, refletindo a reação ao aumento dos rendimentos dos Treasuries dos EUA.
  • Decisão do Fed de cortar a taxa de referência em 25 pontos-base e parar a redução do balanço patrimonial impactou o mercado.
  • Probabilidade de novo corte de juros em dezembro caiu para 63,4% após a decisão do Fed.
  • Afirmações de Jerome Powell geraram incertezas sobre futuros cortes de juros, afetando a curva de rendimentos.
  • Curva de juros brasileira indica 98% de chance de manutenção da Selic em 15% na próxima reunião do Copom.

  • Ações da Meta caem 8,35%: Após registrar impacto de quase US$ 16 bilhões devido a encargos fiscais do "Big Beautiful Bill", ações da Meta caíram 8,35% no after-market.
  • Investimentos Aumentarão em 2026: A Meta planeja aumentar significativamente seus investimentos em 2026, superando os de 2025, focando em infraestrutura própria e nuvem.
  • Enfoque em Inteligência Artificial: A companhia está contratando agressivamente para expandir suas capacidades de IA, reorganizando esforços sob a unidade Superintelligence Labs.
  • Projeto de Data Center de IA: Acordo de US$ 27 bilhões com a Blue Owl Capital para financiar megacentro de dados em Louisiana, maior da história da Meta.
  • Mercado de Video e Anúncios: Meta expande anúncios no WhatsApp e Threads, e Reels do Instagram compete com TikTok e YouTube Shorts.

  • Lucro abaixo do esperado: Mercado Livre reportou lucro líquido de US$ 421 milhões no 3T25, abaixo dos US$ 488,65 milhões esperados pelo mercado.
  • Crescimento de receita: Receita líquida alcançou US$ 7,4 bilhões, superando as expectativas de US$ 7,23 bilhões com um crescimento de quase 40% na base anual em câmbio neutro.
  • Impactos cambiais na Argentina: A desvalorização do peso argentino impactou negativamente os resultados da empresa, com vendas crescendo 44% versus projeção de 48%.
  • Fortalecimento no Brasil: No Brasil, o GMV aumentou 34%, com expansão nas vendas e aumento de 29% no número de compradores únicos, impulsionado por investimento em logística e frete grátis.
  • Expansão do Mercado Pago: O braço financeiro cresceu quase 30% em MAUs e 83% no portfólio de crédito, mantendo a taxa de inadimplência estável em 6,8%.

  • Lucro Líquido: Kepler Weber reportou um lucro líquido de R$ 51,6 milhões no 3T25, abaixo dos R$ 59,6 milhões do 3T24.
  • Receita Líquida Operacional: Receita líquida caiu 3,6%, totalizando R$ 423,3 milhões, comparado ao mesmo trimestre do ano anterior.
  • Queda no Ebitda: Ebitda diminuiu 20,8%, encerrando em R$ 73,6 milhões, pressionando a rentabilidade.
  • Projeto Internacional: Assinatura do maior contrato internacional na Venezuela, com pagamento antecipado, fortalece divisão de Negócios Internacionais.
  • Evolução Estrutural: Margem Ebitda de 17,4% aponta para uma evolução do modelo de negócios, mantendo rentabilidade apesar de juros elevados.

  • Santander Brasil superou as expectativas de lucro: O banco apresentou resultados financeiros melhores do que o projetado pelos analistas no primeiro trimestre.
  • Ações do Santander Brasil em alta: Após a divulgação dos resultados, as ações SANB11 mostraram um movimento de valorização no mercado.
  • Qualidade do lucro ainda questionada: Apesar dos números positivos, analistas levantam dúvidas sobre a qualidade do lucro informado pelo banco.
  • Recuperação da rentabilidade: O banco apresentou uma forte recuperação da rentabilidade, o que pode representar um impulso positivo para os investidores.
  • Avaliação de mercado mista: Enquanto o desempenho impulsiona as ações, a avaliação geral dos analistas mantém um tom de cautela.

  • Lucro Líquido: Hypera reportou lucro líquido 10% acima do consenso LSEG.
  • Performance Acionária: Ações da Hypera (HYPE3) apresentaram alta significativa após divulgação dos resultados.
  • Projeções Superadas: Os resultados financeiros da empresa superaram as projeções do mercado.
  • Retomada Operacional: Indicadores apontam para uma retomada operacional da Hypera.
  • Oportunidade de Compra: Resultados sólidos podem indicar potencial de valorização para traders no curto prazo.

  • Bradesco divulgou lucro líquido recorrente de R$6,2 bilhões no 3º trimestre de 2025, representando um aumento anual de 18,8%.
  • Resultados superaram as expectativas do mercado, sugerindo uma performance sólida da instituição financeira.
  • Investidores podem observar a reação das ações BBDC4 após a divulgação dos resultados fortes, possivelmente impactando o preço das ações.
  • Analistas podem revisar suas projeções para o Bradesco, impactando a percepção futura do mercado sobre a empresa.
  • Comparação com outros bancos do setor será chave para avaliar o desempenho relativo do Bradesco no contexto do mercado bancário.

  • Multiplan Expansões: Anunciado lançamento de expansões no BarraShopping (RJ) e BH Shopping (BH).
  • Investimento BarraShopping: Adição de 4.000 m² de ABL divididos em duas fases, com investimento inicial de R$ 35 milhões.
  • Expansão BH Shopping: Nova área de 1.962 m² de ABL, seis novas lojas, investimento de R$ 30 milhões.
  • Previsão de Conclusão: Inauguração do BarraShopping em 2026 e do BH Shopping em primeiro semestre de 2026.
  • Ações da MULT3: Monitorar impactos das expansões e investimentos no desempenho das ações da Multiplan (MULT3).

  • Lucro do Bradesco: O lucro recorrente do Bradesco no 3º trimestre de 2025 foi de R$ 6,2 bilhões, um aumento de 18,8% em relação ao ano anterior e dentro do esperado pelo mercado.
  • Rentabilidade e Confiança: Retorno sobre o patrimônio subiu para 14,7%, enquanto as ações BBDC subiram 3% no Ibovespa, reestabelecendo confiança dos analistas.
  • Crescimento da Carteira de Crédito: A carteira de crédito totalizou R$ 1 trilhão, com crescimento de 9,6% no trimestre, impulsionada pelos segmentos de MPME e pessoas físicas.
  • Despesas com Inadimplência: Despesas com PDD aumentaram 20% ano a ano, totalizando R$ 8,5 bilhões, indicando precaução em meio aos altos juros.
  • Desempenho das Receitas e Margens: Receita total atingiu R$ 35 bilhões, aumento de 13,1% ano a ano, com receitas de serviços e seguros destacando-se.

  • Lucro líquido recorrente: Bradesco reportou R$ 6,2 bilhões no 3º trimestre de 2025, um crescimento de 18,8% em relação ao 3º trimestre de 2024, alinhado com as expectativas do mercado.
  • Retorno sobre patrimônio: ROAE de 14,7% no 3T25, dentro das expectativas de 14,8%, mas inferior ao Santander que entregou um ROE de 17,5%.
  • Crescimento da carteira de crédito: Expansão de 9,6% ano a ano para R$ 1,03 trilhão, impulsionada por crédito consignado e rural. Pessoa Jurídica cresceu 6,5% no mesmo período.
  • Qualidade de ativos: Manutenção do índice de inadimplência de 90 dias em 4,1%, com provisões para devedores duvidosos aumentando 20,1% ano a ano.
  • Perspectivas e investimentos: CEO reafirma compromisso de crescimento embalado por investimentos em tecnologia, apesar de custos operacionais terem subido 9,6% no comparativo anual.

  • Dow Jones: caiu 0,16%, fechando em 47.632,00 pontos.
  • S&P 500: encerrou estável em 6.890,59 pontos.
  • Nasdaq: subiu 0,54% para um novo recorde de 23.958,47 pontos.
  • Comentário de Powell: as bolsas reagiram a falas de Jerome Powell sobre não cortar mais os juros em 2025, indicando cautela nos mercados.
  • Tendência mista: mercados permaneceram sem sinal claro, refletindo incertezas econômicas.

  • Ibovespa Recorde: O Ibovespa superou os 148 mil pontos pela primeira vez, marcando 18 recordes em 2025.
  • Afluência Estrangeira: Investidores estrangeiros impulsionam o mercado brasileiro, apesar da cautela local devido aos juros altos.
  • Valuation Atrativo: Ações no Brasil estão sendo negociadas com preços baixos em termos de P/L, atraindo fluxos internacionais.
  • Investimento Cauteloso: Investidores locais estão retraídos, com poucos IPOs e saídas de empresas da Bolsa brasileira.
  • Desempenho em Dólares: Em dólares, o Ibovespa ainda está longe do pico de 2008, refletindo volatilidade cambial.

  • CEO do Santander Brasil (SANB11), Mario Leão, afirma que não há crise de crédito iminente: Apesar das dificuldades financeiras de empresas como Ambipar (AMBP3) e Braskem (BRKM5), o cenário, segundo Leão, não configura uma crise de crédito, mas requer gestão cuidadosa.
  • Santander é o maior credor da Ambipar, com exposição de R$ 663 milhões: A empresa enfrenta dificuldades financeiras, estando sob acompanhamento próximo do banco para gerenciar riscos.
  • Impacto da taxa Selic elevada: A Selic de 15% ao ano desafia empresas alavancadas, pressionando operações e portfólios de crédito, mas não é vista como causador de uma crise sistêmica pelo Santander.
  • Estrategia do Santander: aumento de provisões e gestão disciplinada: A instituição está disposta a aumentar provisões para proteger-se de riscos financeiros e manter a qualidade do portfólio.
  • Ajustes na concessão de crédito: Em resposta ao ambiente desafiador, o Santander está reduzindo concessões de crédito novo, especialmente para o setor rural, como medida preventiva.

  • Lucro por Ação: Cresceu de US$ 3,30 para US$ 3,72; ajustado, chegou a US$ 4,13.
  • Lucro Trimestral: Microsoft registrou US$ 27,7 bilhões no último trimestre fiscal.
  • Investimento em IA: Comprometeu quase US$ 35 bilhões em inteligência artificial.
  • Impacto no Mercado: Resultados financeiros e investimentos podem influenciar ações da Microsoft.
  • Oportunidades de Trading: Monitorar movimentos em tecnologia e IA para potenciais impactos de mercado.

  • Lucro Ajustado por Ação: O lucro ajustado por ação da Alphabet ficou em US$ 2,87, superando as estimativas de US$ 2,26 por ação.
  • Receita Total: A Alphabet reportou um lucro de US$ 34,98 bilhões no terceiro trimestre.
  • Desempenho Acima das Projeções: Os resultados financeiros da Alphabet superaram as previsões dos analistas do mercado.
  • Impacto nas Ações: Expectativa de alta nas ações da Alphabet devido aos resultados financeiros melhores que o esperado.
  • Foco para Traders: Atenção para movimentações nas ações de tecnologia, com ênfase na Alphabet, após divulgação de lucros.

  • Lucro da Meta caí no 3º trimestre devido a um encargo fiscal de $16 bilhões.
  • Ações da Meta caem após divulgação dos resultados financeiros.
  • Excluindo a despesa, o lucro líquido teria aumentado para $18,64 bilhões.
  • Resultado abaixo das expectativas pode impactar a confiança de investidores no curto prazo.
  • Monitorar movimentações das ações da Meta após ajustes de mercado.

  • Ibovespa atinge novas máximas: O índice flerta com a marca de 149 mil pontos.
  • Desempenho positivo: A alta foi impulsionada por ações de grandes players como Vale e bancos.
  • Atividades do Banco Central dos EUA: Realizou mais um corte de 0,25 ponto percentual na taxa de juros.
  • Foco para traders: Monitorar ações de mineradoras e instituições financeiras para possíveis ganhos.
  • Tendência macroeconômica: Manutenção da trajetória de cortes de juros pode continuar impulsionando o mercado de ações.

  • Ibovespa atinge recorde histórico: o índice encerrou o dia em alta de 0,82%, alcançando 148.632,93 pontos, um novo recorde impulsionado por ganhos em VALE3 e no setor bancário.
  • Tom cauteloso de Powell: o presidente do Fed, Jerome Powell, reduziu as chances de novos cortes de juros, esfriando apostas para dezembro e impactando os juros futuros e o real.
  • Wall Street mista: as bolsas americanas fecharam de forma variada, refletindo incertezas sobre a política monetária, com destaque para o Nasdaq, que obteve ganhos moderados.
  • Desempenho da Vale e bancos: Vale (VALE3) subiu 1,82% e Bradesco (BBDC4) avançou 3,23%, sustentando o rali da Bolsa; Santander (SANB11) e Hypera (HYPE3) também tiveram desempenho positivo.
  • Fatores geopolíticos em foco: os investidores monitoram o encontro entre Trump e Xi Jinping, o qual pode reabrir diálogos comerciais entre EUA e China, impactando o mercado.

  • Decisão Dividida: O presidente do Fed, Jerome Powell, destacou a divisão existente entre as autoridades do Fed sobre a trajetória futura dos juros.
  • Foco na Incerteza: Powell evitou comprometer-se com uma nova flexibilização da política monetária em dezembro devido à falta de consenso.
  • Atenção a Dados: A política futura do Fed dependerá de dados econômicos ainda a serem coletados, aumentando a volatilidade potencial do mercado.
  • Impacto Imediato: A decisão dividida pode gerar incerteza nos mercados financeiros, afetando ativos de risco nos próximos dias.
  • Monitoramento Necessário: Traders devem acompanhar novos dados econômicos e declarações do Fed, que podem fornecer pistas sobre suas intenções futuras.

  • Ibovespa bate recorde: O índice fechou em alta de 0,82%, alcançando 148.632,93 pontos, com forte influência de expectativas de acordo entre EUA e China e avanço das commodities.
  • Ações em destaque: GPA (PCAR3) subiu mais de 5% e Hypera (HYPE3) reportou resultados do 3T25 acima das expectativas, enquanto Santander (SANB11) e Vale (VALE3) também mostraram desempenhos positivos.
  • Mudança na dívida pública: A dívida pública caiu 0,28% em setembro, para R$ 8,122 trilhões, com resgate líquido de R$ 100 bilhões influenciando o resultado.
  • Dólar estável: O dólar à vista encerrou em R$ 5,3595, sem alterações significativas, enquanto investidores dividiam atenções entre notícias corporativas e dados econômicos.
  • Cenário Internacional: Índices de Wall Street tiveram máximas históricas, mas recuaram após novas declarações do Fed; mercados europeus fecharam em queda, exceto FTSE 100 que registrou alta.

  • Banco Central da Argentina lança moeda comemorativa: A moeda celebra o "Gol do Século" de Maradona na Copa de 1986.
  • Impacto histórico: Moeda reacende rivalidade com a Inglaterra; partida ocorreu após a Guerra das Malvinas.
  • Valor nominal baixo: Apenas dez pesos argentinos (cerca de R$ 0,03), mas tem grande significado simbólico.
  • Edição limitada: Parte do Programa Internacional de Moedas Comemorativas da FIFA, que inclui várias edições anteriores.
  • Colecionadores em potencial: Moeda pode atrair interesse não apenas de colecionadores, mas também de fãs do futebol global.

  • Lucro Líquido: Mercado Livre (MELI34) reportou lucro líquido de US$ 421 milhões no 3º trimestre, abaixo da projeção de US$ 481 milhões dos analistas.
  • Receita e GMV: Receita líquida cresceu 39% no ano, totalizando US$ 7,4 bilhões; GMV alcançou US$ 16,5 bilhões, crescimento anual de 35%.
  • Ebit e Margens: Ebit aumentou 30% para US$ 724 milhões, mas abaixo da estimativa de US$ 752 milhões; Margem Ebit caiu para 9,8% devido à estratégia de frete grátis.
  • Fatores Cambiais: Depreciação do peso argentino impactou negativamente resultados devido a perdas cambiais e aumento na taxa de imposto.
  • Estrategia de Investimentos: Mercado Livre identifica que investimentos em frete grátis, marketing e expansão de crédito impactam margens, mas sustentam crescimento a longo prazo.

  • Projeção do Ibovespa: O JPMorgan prevê que o Ibovespa pode atingir 155 mil pontos até o fim de 2025, impulsionado por cortes de juros no Brasil e EUA e um cenário tarifário favorável para China e Brasil.
  • Expectativas de Inflação e Selic: Com a diminuição dos dados e expectativas de inflação, o JPMorgan projeta um ciclo de afrouxamento da taxa Selic em 425 pontos-base, podendo iniciar mais cedo.
  • Cortes de Juros nos EUA: O Federal Reserve deve cortar juros mais duas vezes em 2025, além da decisão desta semana, beneficiando ações da América Latina.
  • Risco Cambial: O dólar, que estabilizou após atingir um piso em julho, pode limitar o potencial de valorização das ações se fortalecer.
  • Riscos Adicionais: A política fiscal pode atrasar a flexibilização monetária e a temporada de balanços pode não atender expectativas, representando riscos adicionais.

  • Preço-alvo da Tupy (TUPY3) cortado: XP Investimentos reduziu o preço-alvo de R$ 20 para R$ 15, mantendo recomendação neutra devido à falta de catalisadores de curto prazo.
  • Demanda fraca por caminhões: A retração na demanda por veículos comerciais nos EUA e Brasil impede recuperação rápida no setor.
  • Preocupações com alavancagem: Dívida líquida/EBITDA da Tupy pode atingir 3,1x até 2025, ampliando desafios operacionais e afetando margens.
  • Projeções financeiras ajustadas: XP prevê prejuízo de R$ 15 milhões em 2025, revisando margens EBITDA e estimativas de receita para baixo.
  • Cenário de longo prazo: Apesar do potencial de recuperação a partir de 2026, XP prefere cautela, aguardando um ponto de inflexão antes de novas posições.
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