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  • Ibovespa atinge recorde: O índice brasileiro subiu para históricos 148 mil pontos.
  • Otimismo EUA-China: Melhorias nas relações comerciais entre os países impulsionaram os mercados.
  • Reunião Trump-China confirmada: Trump confirmou encontro com o presidente da China, gerando expectativas positivas.
  • Projeções de cortes nos juros pelo Fed: Expectativas de corte nos juros norte-americanos animaram os investidores.
  • Impacto acionável: Potencial para ganhos em ações brasileiras influenciadas por fatores macroeconômicos globais.

  • Santander Brasil (SANB11) está próximo de atingir um ROE de 20%, mas o CEO afirma que essa não será a meta final, buscando uma operação mais rentável e resiliente.
  • Desempenho do terceiro trimestre superou expectativas, com lucro e rentabilidade impulsionados por uma alíquota de imposto mais baixa; desafio é manter avanços com tributos normalizados.
  • Estratégia de crescimento seletivo focada em clientes de maior valor agregado, reduzindo exposição à baixa renda para melhorar a qualidade do portfólio e receita.
  • Reestruturação interna e digitalização para aumentar eficiência: Novas iniciativas incluem corte de agências e de posições, além de foco em automação e tecnologia.
  • Postura conservadora no crédito ao agronegócio, com perspectiva de estabilidade nos portfólios para 2026, priorizando solidez frente a um ambiente macroeconômico desafiador.

  • Banco do Brasil (BBAS3), Santander Brasil (SANB11), Itaú BBA e BTG Pactual apontam ajuste no agronegócio brasileiro: Período de margens excepcionais (2020-2022) chegou ao fim.
  • Santander adota postura mais seletiva: Enfatiza alta alavancagem dos produtores e a crise no setor reduz expansão da carteira de crédito agro em 2025.
  • Banco Central endurece regras com Resolução 4966: Novas normas contábeis e de provisão de crédito aumentam a fiscalização sobre dívidas vencidas.
  • Preocupação com o uso inadequado de recuperações judiciais: A prática pode elevar custos e limitar concessões de crédito no setor.
  • BTG Pactual vê oportunidades estruturais no agronegócio: Logística, biocombustíveis e mercado de capitais são áreas promissoras, apesar dos desafios.

  • Minério de Ferro: Valorização da commodity, com contratos futuros em alta por três sessões seguidas, estimula avanço das ações da Vale (VALE3).
  • Negociações EUA-China: O otimismo com um possível acordo entre as duas maiores economias do mundo pressiona positivamente o mercado.
  • Vale e Demanda: Uma perspectiva positiva de demanda de minério no longo prazo mantém a confiança da mineradora entre analistas.
  • Expectativas para o 3T: Relatórios de analistas indicam previsões positivas de Ebitda e lucros para a Vale no terceiro trimestre.
  • Data Importante: A Vale divulgará os resultados do 3T em 30 de outubro, após o fechamento do mercado, oferecendo potencial movimentação de preço.

  • Aeroporto Changi em destaque: Bicampeão no Verified Air Travel Awards em 2025, sendo referência global em conforto e experiência de viagem.
  • Infraestrutura Premium: Inclui cinema 24h, piscina com jacuzzi e a maior cachoeira interna do mundo, a Rain Vortex.
  • Gastronomia de excelência: Aeroporto eleito o melhor do mundo na categoria, com mais de 200 restaurantes.
  • Emirates premiada: Melhor companhia aérea do mundo em 2025 pelo Verified Air Travel Awards.
  • Luxo nos voos: Suítes do Boeing 777-300ER com assentos de gravidade zero e exclusividades como caviar e traslado personalizado.

  • Axia Energia (AXIA3) adquire 100% da usina Três Irmãos, comprando Juno por R$ 247 milhões: Transação dá controle total à Axia e encerra litígios em curso desde 2021.
  • Capacidade e potencial de expansão: Hidrelétrica possui 808 MW de capacidade instalada, com plano para adicionar três novas unidades geradoras.
  • Impacto financeiro e receitas futuras: Projeção de receita de R$ 320 milhões em 2024, com EBITDA de R$ 136 milhões, sem dívidas existentes.
  • Encerramento das disputas judiciais: A compra permite liberar R$ 390 milhões em depósitos judiciais relacionados.
  • Estratégia e concessão: Posicionamento estratégico no setor hidrelétrico aprimorado; concessão da usina segue até 2044.

  • Impacto da MP 1.304: A medida provisória 1.304 está causando turbulências nos setores elétrico e de petróleo, afetando ações relacionadas.
  • Setor Elétrico Sob Pressão: A MP visa endereçar restrições de energia, o que coloca empresas de eletricidade em alerta para possíveis mudanças regulatórias.
  • Óleo e Gás no Radar: O setor de petróleo também está sendo impactado, com o governo focando novamente nessas empresas para ajustes.
  • Expectativas do Mercado: Há expectativas de soluções definitivas para as atuais restrições, porém a incerteza está aumentando a volatilidade das ações.
  • Reação das Ações: Traders devem monitorar as reações das ações de empresas dos setores elétrico e de petróleo, buscando oportunidades e mitigação de riscos.

  • Ibovespa supera 148 mil pontos: O índice da bolsa brasileira alcança novo recorde histórico, indicando contínua força do mercado.
  • Meta do JP Morgan para o Ibovespa: Com a valorização recente, o índice está 4,7% abaixo do preço-alvo otimista de 155 mil pontos ainda para este ano.
  • Catalisadores positivos: Desaceleração da inflação brasileira, cortes nos juros dos EUA e melhora na política tarifária EUA-Brasil são fatores de otimismo.
  • Última valorização do Ibovespa: Desde 10 de outubro, índice acumula alta de 5%, alcançando quase 24% de valorização no ano.
  • Riscos potenciais: Dólar mais forte, cenário fiscal desafiador e possíveis frustrações na temporada de balanços podem impactar mercado.

  • Santander Brasil surpreende com lucro de R$ 4 bilhões, superando as expectativas dos analistas e aumentando a confiança dos investidores.
  • Ações sobem 2% após pico de 3,20%, destacando um movimento positivo no mercado com as ações SANB11 subindo 27% no ano.
  • Melhoria na rentabilidade e despesas controladas, com aumento da margem financeira sobre clientes e ajustes em estruturas administrativas refletindo positivamente no resultado.
  • Analistas cautelosos com itens não recorrentes: JPMorgan destaca que o EBT ficou 6% abaixo do esperado, criticando a geração de lucro por elementos pontuais.
  • Recomendações de corretoras: JPMorgan mantém recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 35, enquanto Safra mantém recomendação neutra, ambas destacando o potencial de retorno com ROE alto.

  • Corte de Juros nos EUA: Expectativa por corte de juros impulsiona o mercado; decisão sai nesta quarta-feira.
  • Processo Judicial contra JBS: A JBS enfrenta ação nos EUA por alegações de "greenwashing" feitas pelo grupo Mighty Earth.
  • Metas Climáticas Questionadas: A JBS acusado de declarações enganosas sobre metas de emissões líquidas zero até 2040; empresa nega.
  • Implicações Financeiras: O processo questiona títulos vinculados à sustentabilidade de US$ 3 bilhões emitidos em 2021.
  • Impactos Potenciais: Possíveis repercussões reputacionais e no ESG da JBS; a empresa mantém compromisso com redução de emissões.

  • Receita da Boeing cresce 28% devido ao aumento nas entregas, sinal positivo para fluxo de caixa futuro.
  • Despesas do programa 777X ainda pressionam os resultados financeiros da empresa.
  • Prejuízo por ação da Boeing supera as estimativas dos analistas, gerando preocupação no mercado.
  • Ações da Boeing podem apresentar volatilidade devido à pressão nos resultados e superação das expectativas de prejuízo por ação.
  • Oportunidade para traders em monitorar notícias sobre entregas e programas da Boeing para antecipar movimentos no preço das ações.

  • Lucro Líquido: UBS reporta lucro líquido de US$ 2,48 bilhões no 3º trimestre, um crescimento anual de 74%.
  • Receita: Receita do UBS também superou projeções, impulsionada pela aquisição do Credit Suisse.
  • Desempenho Acionário: Traders devem observar potenciais movimentos de alta nas ações do UBS, dado o forte desempenho financeiro.
  • Aquisição do Credit Suisse: A aquisição continua a trazer resultados financeiros positivos para o UBS.
  • Expectativas Superadas: O resultado trimestral superou as expectativas do mercado, sugerindo uma possível revisão de preço por analistas.

  • Ações da Hypera Pharma subiram 5,10% após divulgação de resultados sólidos do terceiro trimestre, mas com divergência entre bancos sobre a sustentabilidade a médio prazo.
  • Citi destacou Ebitda limpo de R$ 753 milhões e fluxo de caixa livre robusto de R$ 390 milhões, mas observou que o crescimento das vendas foi abaixo do setor, recomendando neutralidade e manutenção de classificação de alto risco.
  • Hipera anunciou JCP de R$ 185 milhões, elevando o total distribuído em 2025 para R$ 740 milhões, com dividend yield próximo de 5%, mas com preocupações sobre benefícios fiscais e desempenho futuro.
  • Bradesco BBI destacou desempenho acima das expectativas, com Ebitda 1% maior e lucro 10% acima das projeções, impulsionado por bons resultados financeiros.
  • BTG enfatizou a importância da consistência na geração de caixa para uma visão mais positiva sobre a empresa, apesar da forte geração de caixa recente.

  • Nova proposta de MP pode ser votada hoje: Senador Eduardo Braga apresentou texto que altera cálculo dos preços de petróleo, impactando royalties e Imposto de Participação Especial.
  • Impacto estimado de R$ 7,5 bilhões/ano para o governo: Receita adicional viria principalmente de royalties e IPE, caso a MP seja aprovada.
  • Incertezas sobre nova metodologia: XP Investimentos aponta riscos de interpretação rígida ao substituir atual fórmula de referência pelo valor médio do Brent.
  • Possível impacto negativo nas petroleiras: Brava e Petrobras seriam as empresas mais afetadas em um cenário de preços de referência alinhados ao Brent.
  • Preocupações do IBP com investimentos: Instituto alerta que mudanças podem comprometer previsibilidade regulatória e desestimular investimentos no setor.

  • Preço-alvo da WEG (WEGE3) foi elevado de R$ 44 para R$ 46 pelo Bradesco BBI, com recomendação ainda neutra devido a valuation exigente.
  • Queda acumulada de 18% das ações da WEG em 2025, influenciada pela valorização do real e resultados frustrantes.
  • Projeção de crescimento para 2026 em 7%, impulsionado por bens de ciclo curto e novas frentes como mobilidade elétrica.
  • Pressões sobre margens continuam, devido a tarifas de exportação e falta de projetos solares e eólicos.
  • Lucro líquido de R$ 1,65 bilhão no 3T25, aumento de 4,5% ano a ano, superando ligeiramente as expectativas do mercado.

  • Hypera (HYPE3) registrou um lucro líquido 10% acima do consenso LSEG, indicando desempenho financeiro robusto.
  • Resultado impulsiona ações da Hypera, que experimentaram um salto após a divulgação dos números acima das expectativas.
  • Empresa demonstrou retomada operacional sólida, fator que pode gerar confiança entre investidores e aumentar o interesse de compra.
  • Traders devem observar a continuidade deste movimento positivo e possíveis atualizações nas projeções futuras da companhia.
  • Acompanhamento de novas possíveis fusões ou aquisições é essencial para antecipar movimentos estratégicos e suas implicações nas ações.

  • Ibovespa atinge nova máxima: O índice alcançou 148 mil pontos, um nível não visto anteriormente.
  • Bolsas americanas mistas: Os mercados nos EUA estão operando de forma variada enquanto aguardam a decisão do FED sobre taxas de juros.
  • Expectativa em torno do FED: Decisão esperada pode impactar tanto o mercado americano quanto influenciar o Ibovespa.
  • Implicações macroeconômicas: A especificação das taxas de juros pode influenciar a liquidez nos mercados globais.
  • Reação dos mercados: As decisões do FED serão cruciais para definir o movimento dos ativos tanto nos bolsos internacionais quanto no Brasil.

  • IBOV subiu +11,58%: Do final de julho ao final de outubro, indicando um forte movimento de risk-on no Brasil.
  • Clima político influenciador: Eventos políticos esperados, como conflitos envolvendo Trump e Lula, não ocorreram, aliviando tensões.
  • Expectativa de queda de juros: Cenário positivo preparado para possível ciclo de baixa nos juros a partir de 2026.
  • Volatilidade no cenário eleitoral: O governo de Javier Milei ilustra a rápida mudança de cenário político, sugerindo atenção aos traders.
  • 160 mil pontos como objetivo: O mercado pode atingir esse número se as condições permanecerem estáveis e sem eventos adversos inesperados.

  • Aquisição do Laboratório São Lucas (LSL): Fleury (FLRY3) anunciou a compra de 100% do LSL em Rio Claro, SP, por R$ 334 milhões. O valor representa 4,5 vezes o Ebitda e 3,4 vezes pós-sinergia.
  • Estratégia de Expansão: Parte de uma série de aquisições (mais de 20 desde 2017) em meio a juros elevados. Recentes aquisições incluem Confiance, um laboratório em Itajaí (SC) e Hemolab em Conselheiro Lafaiete (MG).
  • Posicionamento Estratégico: Expansão em regiões com alto desenvolvimento econômico e penetração de planos de saúde. 45% da população de Rio Claro tem acesso à saúde suplementar.
  • Saúde Financeira: Fleury mantém disciplina financeira com dívida líquida/Ebitda adequada. A estratégia de aquisições deve continuar, focando em ativos de qualidade.
  • Negociações Ativas: Fleury continua em diálogo com Rede D’or (RDOR3) apesar de rumores de desacordo sobre preço. Situação a ser monitorada por possíveis impactos no mercado.

  • Aumento de capital de R$ 2 bilhões: PRIO (PRIO3) aprovou aumento de capital via capitalização de lucros, sem emissão de novas ações.
  • Estrutura acionária mantida: Operação não altera o número de ações em circulação nem o controle acionário.
  • Reforço no patrimônio líquido: Capital social aumentou para R$ 15,733 bilhões, fortalecendo a posição financeira da empresa.
  • Sem diluição para acionistas: Capitalização feita exclusivamente a partir de reserva de lucros acumulada, sem recorrer a terceiros.
  • Impacto positivo para investidores: Medida melhora capacidade de investimento e demonstra compromisso com disciplina financeira.

  • Performance da Ação: Cogna (COGN3) lidera o Ibovespa com alta de 240% em 2025, impulsionada por Kroton, Vasta e Saber.
  • Recomendações de Analistas: Bradesco BBI, Bank of America e Goldman Sachs mantêm recomendação de compra com preço-alvo de R$ 3,50.
  • Fatores de Crescimento: Novo marco regulatório do EAD e crescimento do B2G são esperados para sustentar captação e receita.
  • Projeções de Lucro: BBI estima EBITDA ajustado de R$ 393 milhões para o 3T25, com Kroton prevendo aumento de receita de dois dígitos.
  • Sentimento do Mercado: Apesar do alto desempenho, Cogna tem baixa exposição entre investidores, com potencial de valorização contínuo.

  • Ibovespa alcança máxima histórica intradia: O índice ultrapassou 148 mil pontos pela primeira vez, alcançando 148.614,38 pontos com alta de 0,80%.
  • Corte de juros nos EUA: A expectativa é que o Federal Reserve reduza a taxa de juros em 0,25 ponto percentual, com 99,9% de chance de corte hoje, o que pode influenciar mercados globais.
  • Reunião EUA-China: Marcada para hoje, espera-se que presidências discutam suspensão de tarifas e acordo sobre terras raras, afetando o mercado global.
  • Desempenho de ações no Ibovespa: Hypera (HYPE3) avança 6% com balanço positivo, enquanto Santander (SANB11) reporta lucro acima do esperado, impactando mercados.
  • Dólar em alta global, mas em queda no Brasil: O dólar opera em alta ante moedas globais, mas cai ante o real devido ao diferencial de juros e fluxo estrangeiro, cotado a R$ 5,3446.

  • Nvidia alcança marca de US$ 5 trilhões em valor de mercado, a primeira empresa a atingir esse patamar.
  • Crescimento impulsionado pelo aumento na demanda por inteligência artificial.
  • Fortes ganhos em ações da Nvidia devido ao seu foco em tecnologias emergentes.
  • Relevante para monitoramento a contínua evolução do mercado de IA e suas implicações nos preços das ações.
  • Oportunidade para traders explorarem movimentos altistas em tecnologias relacionadas à IA.

  • Meta do Ibovespa: JPMorgan projeta que o Ibovespa pode alcançar 155 mil pontos, impulsionado por juros menores e um cenário tarifário favorável.
  • Ações com potencial de alta: Destaques incluem SANB11, SIMH3, RENT3, KLBN11 e EMBR3, consideradas baratas e com fundamentos atraentes.
  • Fatores de otimismo: A queda da inflação, afrouxamento monetário e melhora tarifária global são fatores que podem impulsionar o mercado.
  • Critérios de seleção do JPMorgan: Ações com menor P/L, crescimento de lucros acima de 15% até 2026 e dívida/Ebitda favorável são consideradas promissoras.
  • Monitoramento de riscos: Traders devem observar o dólar forte, aumento de gastos no Brasil e potenciais resultados corporativos decepcionantes.

  • Santander Brasil supera expectativas: Lucro de R$ 4 bilhões, acima do consenso de R$ 3,7 bilhões, impulsiona perspectivas positivas.
  • Crescimento da carteira de crédito: Aumento de 3,8% para R$ 689 bilhões, embora abaixo da média de mercado de 10%.
  • Estratégia focada em qualidade: O banco prioriza segmentos de alta renda e empresas, indicando uma abordagem conservadora e seletiva.
  • Expectativas de política monetária: Sinais de desaceleração econômica, possíveis cortes de juros previstos para o primeiro trimestre do ano que vem.
  • Volatilidade em ano eleitoral: Santander se prepara para potencial volatilidade em 2026, mantendo foco na proximidade com clientes.

  • Nvidia (NVDA) atinge US$ 5 trilhões em valor de mercado, a primeira empresa pública a alcançar essa marca.
  • Ações da Nvidia sobem 4,60%, sendo negociadas a US$ 210,24 por volta das 10h40.
  • Investidores continuam mostrando forte interesse devido ao papel da Nvidia na corrida da Inteligência Artificial (IA).
  • Nvidia acumula valorização de mais de 56% em 2025, impulsionada por condições favoráveis de mercado.
  • Expectativas de cortes nas taxas de juros nos EUA e melhorias nas relações comerciais com a China têm impulsionado o otimismo nos mercados.

  • Lucro Líquido e ROE: Santander Brasil (SANB11) registra lucro líquido de R$ 4,0 bilhões, superando o consenso em 6,9%, e atinge ROE de 17,5%, acima das expectativas de 15,8%.
  • Controle de Despesas e Eficiência: Redução de despesas operacionais e provisões impulsionaram o resultado. A alíquota efetiva foi de 4,4%, bem abaixo dos 9,5% previstos.
  • Inadimplência e Tesouraria: Inadimplência acima de 90 dias aumentou para 3,4%. Perdas em tesouraria somaram -R$ 1,3 bilhão, mas o lucro expandiu.
  • Avaliação de Analistas: JPMorgan e Morgan Stanley destacam qualidade moderada do lucro, recomendando overweight devido ao valuation atrativo e resiliência operacional.
  • Perspectivas Futuras: Bradesco BBI mantém recomendação neutra, projetando que o ROE se estabilize entre 17% e 18%, próximo à meta de longo prazo de 20%.

  • Santander supera expectativas: Lucro líquido no 3T25 foi de R$ 4,01 bilhões, acima dos R$ 3,724 bilhões projetados.
  • Ações sobem na bolsa: Papéis SANB11 registraram aumento de 1,63% na abertura do pregão, com forte valorização acumulada no ano.
  • Pontos de preocupação: Apesar do bom resultado, JP Morgan cita "baixa qualidade" devido à alíquota efetiva de imposto muito baixa e margem financeira líquida enfraquecida.
  • Indicadores positivos: Carteira de crédito ampliada e qualidade dos ativos foram aprimorados, conforme análise dos analistas.
  • Recomendações de mercado: Seis de nove casas de análises recomendam compra para SANB11, refletindo otimismo no potencial futuro do banco.

  • Shutdown nos EUA: Parte das atividades governamentais é paralisada, mas emissão de passaportes e vistos segue operando.
  • Taxas consulares mantêm operação: A emissão de vistos é financiada por taxas dos solicitantes, não dependendo do orçamento do Congresso.
  • Funcionamento normal no Brasil: Embaixada e consulados seguem emitindo vistos de turismo (B2) e negócios (B1) sem interrupções.
  • Tempo de espera variável: Agendamentos para entrevistas consulares podem demorar meses, dependendo da localidade e da demanda.
  • Planejamento essencial: Agendar com antecedência é crucial, especialmente para eventos futuros, como a Copa do Mundo de 2026.

  • Ibovespa em Alta: A bolsa brasileira subiu, renovou sua máxima e chegou aos 148 mil pontos.
  • Mercados dos EUA: As bolsas americanas estão operando de maneira mista enquanto aguardam a decisão do FED.
  • Expectativa do FED: Há grande expectativa dos investidores quanto à próxima decisão de política monetária do Federal Reserve.
  • Sentimento do Mercado: O sentimento dos investidores está volátil, refletindo a incerteza sobre a política monetária futura.
  • Oportunidades de Trading: Considerar posições longas no Ibovespa devido à tendência de alta, mas ficar atento à decisão do FED que pode impactar globalmente.

  • Lucro acima do esperado: Santander Brasil reportou lucro além das projeções, surpreendendo analistas.
  • Ações em alta: Notícias de resultados fortes elevam as ações SANB11, apresentando bom desempenho no mercado.
  • Qualidade do lucro questionada: Apesar do lucro impressionante, analistas dizem que a qualidade ainda é uma preocupação.
  • Rentabilidade em recuperação: Banco mostra sinais de recuperação na rentabilidade, aspecto considerado positivo por investidores.
  • Recomendações de ações: Traders devem monitorar recomendações e análises futuras para ajustar posições em SANB11.

  • Ação Recomendada: Goldman Sachs mantém recomendação de compra para MBRF, indicando confiança na valorização futura, mesmo após alta recente.
  • Movimentação Recente: Ações da MBRF subiram 23% em apenas duas sessões, destacando um forte interesse do mercado.
  • Impacto Positivo: Anúncio do banco traz efeitos além do crescimento operacional, sugerindo potencial de valorização adicional.
  • Oportunidade de Investimento: Traders devem observar a continuidade do suporte dos analistas e o desempenho pós-alta das ações.
  • Volatilidade Observada: A forte alta recente das ações pode trazer volatilidade, apresentando tanto riscos como oportunidades para traders.

  • Ibovespa sobe 0,51% para 148.173,75 pontos, impulsionado por ganhos em bancos e commodities.
  • Bancos lideram alta com Santander (SANB11) +1,98%, Banco do Brasil (BBAS3) +0,62%, Itaú (ITUB4) +0,39% e Bradesco (BBDC4) +0,49%.
  • Commodities acompanham: Vale (VALE3) +1,13% e Petrobras (PETR4) +0,13% refletem otimismo no setor.
  • Mercado externo positivo: Futuros dos EUA em leve alta, com dólar próximo a R$ 5,36.
  • Juros futuros mistos, indicando cautela, enquanto mercado espera consistência nos resultados corporativos.

  • Dólar recua: O dólar apresentou queda enquanto o mercado aguarda a decisão sobre o corte de juros nos EUA.
  • Corte de juros esperado: Investidores já antecipam um corte nas taxas de juros pelo Federal Reserve.
  • Atenção ao discurso de Powell: Traders estão de olho no tom do discurso do presidente do Fed, Jerome Powell, que pode influenciar futuros movimentos do mercado.
  • Implicações para mercados globais: A decisão de juros pode afetar moedas emergentes e o fluxo de investimentos, sendo um ponto crítico para estratégias de trading.
  • Monitoramento de volatilidade: A expectativa de corte de juros pode aumentar a volatilidade no mercado cambial, impactando rapidamente as decisões de traders.

  • Resultados financeiros do Bradesco: Lucro recorrente previsto acima de R$ 6 bilhões, sinalizando recuperação com potencial para superar R$ 6,3 bilhões, ROE estimado em 14,6%.
  • Desempenho das ações: BBDC4 acumula alta de 70,6% em 2025, destacando-se no setor financeiro, com recente alta de 3,2% em outubro.
  • Níveis técnicos importantes: Rompimento de R$ 18,40 pode levar ao teste de alvos em R$ 19,90, R$ 20,82 e R$ 21,10; resistência chave em R$ 18,88.
  • Indicadores técnicos: IFR em 68,6 (curto prazo) e 73,7 (semanal), demonstrando domínio comprador, próximo à zona de sobrecompra.
  • Suportes estratégicos: Principais suportes em R$ 17,91, R$ 17,46, R$ 16,59, R$ 15,00 e R$ 14,45, indicando estrutura técnica saudável para manter a tendência de alta.

  • Índices Futuros dos EUA em Alta: Antes da decisão do FED, os índices futuros norte-americanos estão mostrando tendência de alta, o que pode indicar um otimismo do mercado.
  • Ibovespa Renova Máxima: O Ibovespa subiu e renovou sua máxima histórica, chegando a 148 mil pontos, importante marca para traders acompanharem.
  • Expectativas com o FED: A atenção do mercado está voltada para a próxima decisão do FED, que pode impactar a direção dos mercados globais.
  • Valorização da Bolsa Brasileira: A alta do Ibovespa pode atrair a atenção de investidores internacionais e aumentar o fluxo de capitais para o Brasil.
  • Monitorar Reações do Mercado: Traders devem ficar atentos às reações dos investidores após o anúncio do FED, que pode criar oportunidades de curto prazo.

  • Ibovespa Futuro: Fechou em alta de 0,39%, aos 150.375 pontos, acima do patamar psicológico dos 150 mil pontos.
  • Análise Técnica BTG Pactual: O ativo usa a média móvel de 21 períodos (149.740) como suporte dinâmico; continuo otimista acima de 150.750 pontos.
  • Dólar Futuro: Fechou em queda de 0,32%, a 5.365,00 pontos; rompimento de 5.350 pontos poderia intensificar a pressão de baixa.
  • Viés Dólar: Lateralização na faixa de 5.367; baixa projetada no curto, médio e longo prazo.
  • Swing Trade: BTG Pactual não divulgou novas recomendações hoje; ativos em andamento incluem CYRE3, UGPA3, e EMBR3.

  • 1. Ibovespa atinge novo recorde: O índice ultrapassou os 148 mil pontos com alta de 0,52% às 10h08, marcando um novo maior nível intradia.
  • 2. Dólar em queda: O dólar à vista caiu a R$ 5,3474 (-0,22%) contra o real, diferindo do mercado externo.
  • 3. Reunião do Fed: Espera-se que o Federal Reserve corte os juros em 0,25 ponto percentual. Decisão será anunciada hoje, com coletiva do presidente Jerome Powell.
  • 4. Ações recomendadas para Day Trade: Compra da Embraer (EMBR3) e venda da MRV (MRVE3) aconselhadas para lucros de até 1,48% pela Ágora.
  • 5. Encontro Trump-Xi: Confirmado para amanhã na Coreia do Sul, discussão focará em questões estratégicas entre China e EUA.

  • Receita da Intelbras abaixo do esperado: R$ 1,12 bilhões, inferior à estimativa de R$ 1,21 bi e ao consenso de R$ 1,22 bi, com destaque negativo para os segmentos de Comunicação e Energia.
  • Surpresa positiva nas margens: Margem bruta atingiu 30,9%, superando expectativa de 30,0%, refletindo vendas de maior qualidade e esforço pela rentabilidade.
  • Lucro líquido supera expectativas: Crescimento de 14,3% a/a, alcançando R$ 147,9 milhões, acima da expectativa de R$ 138 milhões e consenso de R$ 135 milhões.
  • Forte geração de caixa livre: R$ 349 milhões, com a empresa retornando à condição de caixa líquido, reforçando melhora no capital de giro.
  • Recomendação de compra mantém-se: Papéis negociam a múltiplos atrativos, com P/L projetado de 6,3x a 6,8x, destacando o foco contínuo em rentabilidade.

  • Lucro líquido supera estimativas: Hypera (HYPE3) registrou lucro de R$ 453,9 milhões no 3º trimestre de 2025, alta de 22,6%, 10% acima das previsões do mercado.
  • Receita líquida e Ebitda forte: Receita líquida cresceu 16,3% atingindo R$ 2,23 bilhões, e Ebitda ajustado alcançou R$ 756,2 milhões, levemente acima das expectativas.
  • Desempenho no varejo e redução de estoques: Vendas no varejo farmacêutico cresceram 8,3%, superando a média do mercado, enquanto vendas institucionais caíram 4,3%.
  • Fluxo de caixa recorde e controle de despesas: Fluxo de caixa operacional de R$ 853,6 milhões, com redução de 14% nas despesas administrativas e 5,2% nas despesas de vendas.
  • Perspectiva positiva para HYPE3: Analistas mantêm visão otimista para a empresa que deve continuar mostrando resultados sólidos, impactando positivamente as ações.
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