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  • Dólar fecha semana com leve queda de 0,13% apesar da alta de 1,79% na sexta-feira, cotado a R$ 5,3092, influenciado por rumores de ofensiva dos EUA no Irã.
  • Decisões de política monetária impactaram o câmbio, com o Fed mantendo juros entre 3,50% e 3,75% ao ano, enquanto o Copom cortou a Selic de 15,00% para 14,75% no Brasil.
  • Probabilidade do Fed manter juros inalterados em abril é de 89,7%, com apenas 10,3% de chance de alta de 0,25 ponto percentual.
  • Ataque ao Irã aumenta aversão ao risco, com declarações de Trump indicando que não há perspectiva de cessar-fogo, potencialmente afetando preços de energia.
  • Futuros do Brent subiram 3,26% a US$ 112,19 o barril, com o petróleo tendo ultrapassado os US$ 119 durante a semana, gerando preocupações de choque inflacionário.

  • SLC Agrícola (SLCE3) acumula alta de cerca de 23% em 2026, superando o Ibovespa, que avança cerca de 12%. A valorização da soja, que sobe mais de 12% no ano, é um fator chave.
  • Bank of America eleva preço-alvo de SLCE3 de R$ 18 para R$ 20, indicando um potencial de alta de quase 10%, mas mantém recomendação neutra para o papel.
  • Fundamentos dos grãos seguem construtivos no curto prazo devido a estoques apertados e expectativa de maior demanda chinesa por soja.
  • Riscos climáticos e geopolíticos, como o avanço do El Niño e o conflito no Irã, podem impactar custos de fertilizantes.
  • BofA revisou para baixo suas projeções de rentabilidade devido a custos de produção elevados, valorização do real e fraco desempenho das operações de hedge em algodão, afetando as margens e o Ebitda estimado para 2027.

  • Corte na Selic: Banco Central reduziu a taxa Selic em 0,25 p.p., fixando-a em 14,75% ao ano, influenciando a expectativa do mercado sobre investimentos em renda fixa e variáveis.
  • Títulos do Tesouro: Após a decisão, as taxas dos títulos do Tesouro, como o IPCA+, dispararam, oferendo altos retornos, interessantes para quem foca em renda fixa.
  • Mercado Sensível: Eventos externos como ataques no Oriente Médio e decisões de outros bancos centrais têm aumentado a volatilidade, mantendo a renda fixa como opção segura.
  • Oportunidades de Investimento: Títulos "premium" de renda fixa são recomendados, oferecendo até 7,9% ao ano, acima da inflação, com isenção de IR, considerando o cenário atual.
  • Recomendações da Empiricus: Ajustes na carteira são sugeridos, com foco em ativos que asseguram retornos reais significativos em um ambiente de alta volatilidade.

  • Parceria entre Helbor e Cyrela: Helbor (HBOR3) e Cyrela (CYRE3) firmam acordo para desenvolver um empreendimento residencial do programa Minha Casa, Minha Vida, com VGV de R$ 1,5 bilhão.
  • Memorando de Entendimentos: Assinado para construção em um terreno de 26 mil m² na zona sul de São Paulo; Helbor cede o terreno e participa com 30% do empreendimento.
  • Participação da Cyrela: Cyrela adquire participação societária na HESA 159 ou estrutura outra alternativa, além da possibilidade de compra de 19.195 CEPAcs detidos pela HESA 159.
  • Impacto estratégico: Projeto fortalece portfólio de Helbor no segmento de baixa renda e reforça disciplina financeira por meio da parceria.
  • Condições da Operação: Dependente da aprovação do Cade para a conclusão do projeto.

  • Data de Corte: Acionistas devem ter posição em 25 de março de 2026 para receber JCP de R$ 0,18 por ação.
  • Ex-JCP: Ações serão negociadas sem direito ao provento a partir de 26 de março de 2026.
  • Pagamento: Será realizado em 10 de abril de 2026, sem correção monetária, pelo Banco Itaú Unibanco.
  • Imposto de Renda: JCP sujeito a retenção na fonte; documentação de isenção deve ser entregue até 2 de abril de 2026.
  • Investimentos Futuros: Totvs investirá cerca de R$ 600 milhões em desenvolvimento e tecnologia nos próximos quatro anos.

  • Copom reduz taxa Selic: Corte de 0,25 p.p. leva a Selic a 14,75% a.a., podendo impactar renda fixa e variáveis futuras.
  • Fed mantém juros: Federal Reserve dos EUA não altera taxas, enquanto monitoram impacto do conflito no Oriente Médio.
  • Aumento do petróleo: Preço acima de US$ 100 eleva riscos de inflação em alimentos e transportes no Brasil.
  • Greve dos caminhoneiros: Risco de paralisação pode afetar logística; governo atua para minimizar impacto com nova MP.
  • Oportunidades de investimento: Renda fixa permanece estável; investidores são aconselhados a revisar suas carteiras na bolsa.

  • Ministro Gilmar Mendes validou prisões: As decisões judiciais foram mantidas, o que pode impactar a confiança dos investidores no ambiente legal.
  • Ressalvas sobre fundamentação jurídica: Críticas à fundamentação das prisões podem gerar incertezas e afetar a percepção de risco no mercado.
  • Crítica à atuação dos investigadores: Indiretas à Polícia Federal podem sinalizar tensões institucionais que afetam o risco político.
  • Gestos à defesa: Considerações em favor da defesa podem influenciar futuras decisões judiciais e impactar setores econômicos sensíveis à legislação.
  • Influência no mercado: A repercussão das críticas pode gerar volatilidade nos ativos brasileiros devido à incerteza jurídica e política.

  • Manutenção da Prisão Preventiva: O ministro do STF, Gilmar Mendes, votou pela manutenção da prisão preventiva do banqueiro Daniel Vorcaro, com o placar ficando 4 a 0 a favor.
  • Críticas ao Processo: Gilmar Mendes fez ressalvas sobre a condução do caso e o uso de expressões genéricas para justificar prisões preventivas, citando a importância de julgamentos justos e imparciais.
  • Ministério Público: Mendes destacou a necessidade de participação efetiva do Ministério Público na formação das decisões, mas afirmou que a falta do parecer do procurador-geral não anula a prisão.
  • Local de Detenção: O ministro não viu justificativa legal para manter Vorcaro na Penitenciária Federal de Segurança Máxima e criticou a instrumentalização da prisão preventiva para fins sociais.
  • Comparações com Lava Jato: Gilmar Mendes traçou paralelos com a operação Lava Jato, reafirmando a importância de não se ceder a argumentos utilitaristas e a necessidade de evitar vazamentos de informações.

  • Vibra Energia (VBBR3) dobra importação de diesel para abril, assegurando abastecimento contínuo para rede de postos com bandeira Petrobras.
  • Adaptação a disrupções globais: Navios com diesel importado já estão a caminho, devido à redução no fornecimento pela Petrobras e conflitos no Oriente Médio.
  • Petrobras colabora com distribuidoras, liberando volume adicional de gasolina e trabalhando junto para normalizar o fornecimento de diesel.
  • Desafios de preços: Há recomendação para reajuste de preços pela Petrobras para viabilizar importações, dado que a subvenção do governo não cobre a diferença de custos.
  • Mercado interno pressionado: Petrobras representa mais de 50% do consumo nacional de diesel, com importações e refinarias privadas suprindo o restante.

  • Montante de JCP: Totvs pagará aproximadamente R$ 104,2 milhões em juros sobre capital próprio.
  • Valor por ação: O pagamento será de R$ 0,18 por ação.
  • Data base: Terão direito ao JCP os acionistas com ações em 25 de março.
  • Data ex-direito: Negociações a partir de 26 de março serão "ex-direito".
  • Data de pagamento: O pagamento aos acionistas será realizado em 10 de abril de 2026.

  • Vibra Energia dobra importação de diesel em abril, aumentando a disponibilidade de combustível no Brasil.
  • Estoques de diesel estavam baixos, mas a situação está sendo normalizada com compras externas.
  • Abastecimento garantido nas redes com bandeira Petrobras, reduzindo os riscos de escassez nos postos.
  • Esta movimentação poderá impactar valores de ações de companhias de energia envolvidas com importação e distribuição.
  • Monitorar preços internacionais de diesel para avaliar oportunidades e riscos em posições de trading.

  • Pagamento de JCP: Totvs (TOTS3) aprova pagamento de R$ 0,18 por ação em JCP, somando R$ 104,2 milhões.
  • Data-base e Ex-JCP: Direito ao provento para acionistas em 25 de março de 2026; ações negociadas como "ex-JCP" a partir de 26 de março.
  • Data de Pagamento: JCP será pago em 10 de abril de 2026, sem correção, via crédito bancário no Itaú Unibanco.
  • Regularização Cadastral: Necessário regularizar cadastro com o banco para receber JCP; créditos para custódia fiduciária conforme B3.
  • Retenção de Imposto de Renda: JCP sujeito a IR; acionistas isentos devem comprovar status até 2 de abril de 2026.

  • Data do leilão: Segunda-feira, 23 de março.
  • Montante oferecido: Até US$ 2 bilhões.
  • Tipo de operação: Venda com compromisso de recompra.
  • Horário da operação: Marcada para as 10h30.
  • Referência de cotação: Usará Ptax das 10h.

  • Ibovespa caiu 0,81% na semana e atingiu 176.219,4 pontos, marcando a quarta semana consecutiva de perdas, o pior desempenho desde dezembro de 2024.
  • Mercado de petróleo misto: WTI recuou 4,02%, enquanto Brent avançou 8,77% na semana.
  • Desempenho negativo para metais: ouro caiu 10,64% e prata desvalorizou 14,36% entre segunda e sexta-feira.
  • Principais aumentos do Ibovespa: Eneva (ENEV3) subiu 24,7%, Prio (PRIO3) avançou 17,46%, e Natura (NATU3) cresceu 6,35% na semana.
  • Principais quedas do Ibovespa: Minerva (BEEF3) caiu 15,74%, Magazine Luiza (MGLU3) desvalorizou 10,71%, e Braskem (BRKM5) tombou 10,13% na semana.

  • Lula sugere estoque regulador de petróleo pela Petrobras: Presidente defende estratégia para mitigar variações bruscas de preços causadas por conflitos ou greves.
  • Impacto potencial das tensões EUA-Irã: Risco de interrupção no Estreito de Ormuz levanta preocupações sobre fornecimento global.
  • Desafios no setor energético brasileiro: Foco na falta de diesel, não de petróleo bruto, traz dúvidas sobre eficácia da medida proposta.
  • Alternativa de "Fundo de Estabilização": Ideia envolve uso de recursos para manter preços estáveis, a depender de fundo derivado de royalties ou dividendos.
  • Necessidade de transparência fiscal: Propostas enfrentam críticas sobre a importância de clareza nas movimentações financeiras e respeito às regras fiscais.

  • Renda fixa sob pressão: Juros futuros pioraram devido ao receio inflacionário elevado impulsionado pelas tensões geopolíticas.
  • Possível invasão do Irã: Notícias sobre possível ação militar dos EUA contra o Irã aumentam incertezas no mercado.
  • Aumento das taxas DI: Taxa do DI para janeiro de 2027 subiu de 14,014% para 14,42% no ajuste.
  • Escalada das taxas futuras: DI para janeiro de 2028 fechou em máxima intradia de 14,175%; DI para janeiro de 2031 subiu para 14,145%.
  • Impacto no preço da energia: Risco de choque ainda maior nos preços de energia devido à escalada do conflito.

  • Boulos nega saída do PSOL: Guilherme Boulos rebate rumores sobre sua saída do PSOL para o PT, classificando tais alegações como "oportunismo" e "desespero".
  • Fontes do PSOL indicam possível mudança: Informações internas sugerem que Boulos já teria comunicado sua migração para o PT, levando aliados do MTST junto.
  • Negação de aliados: Aliados de Boulos afirmam que ele não deixará o PSOL, contrariando rumores divulgados por algumas facções do partido.
  • Tensão interna no PSOL: Nota apócrifa circula, indicando que Boulos sairá; grupo interno pede que militantes permaneçam e resistam à pressão.
  • Histórico de divergências: Em março, o PSOL rejeitou aliança com o PT para 2026, decisão não apoiada pela corrente de Boulos, a Revolução Solidária.

  • Trump prevê alta dos preços do petróleo, indicando uma possível escalada maior que o recente comportamento volátil.
  • S&P 500 fecha em queda, atingindo a faixa dos 6,5 mil pontos, após tocar recordes históricos nas semanas anteriores.
  • Tensão geopolítica no Oriente Médio: Trump mencionou suporte do público à ofensiva EUA-Israel contra o Irã, mas sem detalhes sobre ações militares.
  • Conflito com o Irã: EUA estão "muito adiantados" para resolver a situação, mas sem prazo definido para encerrar o conflito.
  • Commentários sobre resistência Democrata: Trump criticou a falta de aprovação para identificação de eleitores; questão pode impactar eleições futuras.

  • Ibovespa em Queda: O índice fechou em baixa de 2,25%, aos 176.219,4 pontos, influenciado pela tensão geopolítica no Irã e movimento adverso nas bolsas dos EUA.
  • Investimentos em Petróleo: Apesar do aumento nos preços do petróleo, só PRIO3 subiu, com alta de 3,14% a R$ 67,89. Outras petroleiras como Brava Energia e Petrobras registraram quedas.
  • Mercado de Câmbio: O dólar encerrou a sessão com alta de 1,79%, cotado a R$ 5,3092, sustentado pelo fortalecimento global da moeda americana.
  • Títulos do Tesouro Americano: Rentabilidades em elevação, com destaque para a T-note de 10 anos a 4,387%, refletindo tensões internacionais.
  • Movimentos em NY: Quedas nos índices Dow Jones, S&P 500, e Nasdaq, pressionados, entre outros fatores, pelo aumento dos juros dos títulos americanos.

  • Reajuste de preços necessário: Fontes do setor indicam a necessidade de Petrobras (PETR4) reajustar preços para abrir janela de importação.
  • Paridade com mercado internacional: Preço do diesel no Brasil está defasado em mais de 70% em relação ao exterior, segundo fontes.
  • Pressão governamental: Governo cortou tributos federais e pressiona Estados para reduzir ICMS, buscando evitar impacto no consumidor.
  • Importações afetadas: Distribuidoras enfrentam riscos devido à volatilidade do mercado externo, impactando importações de combustíveis.
  • Impacto no mercado financeiro: Empresas buscam evitar prejuízos devido à necessidade de praticar paridade de preços e evitar desabastecimento.

  • Mercados Globais: Aversão ao risco prevalece devido a tensões no Oriente Médio, com bolsas de NY fechando em queda; Nasdaq recuou 2,01%.
  • Petróleo e Inflação: Volatilidade no preço do Brent atingiu US$ 111, elevando preocupações inflacionárias e impacto em políticas monetárias.
  • Federal Reserve: Probabilidade de alta nas taxas de juros pelo Fed ronda os 40% para outubro; ouro reverteu alta e dólar se valorizou.
  • Ibovespa e Volatilidade: Ibovespa caiu 2,25%, pressionado por cenário global e vencimento de opções, com cautela impactando blue chips.
  • Renda Fixa e Câmbio: Curva de juros abriu forte, refletindo um cenário conservador, enquanto o dólar à vista subiu 1,79%, fechado em R$ 5,31.

  • Aumento do diesel: Preço do diesel subiu 20,6% na segunda semana de março em relação ao fim de fevereiro, alcançando R$ 7,65 por litro.
  • Impacto da Petrobras: Na semana após o reajuste de preços da Petrobras, o diesel registrou alta de 6,6% em relação à semana anterior.
  • Gasolina em menor alta: O preço da gasolina subiu 5,89% no início de março comparado ao final de fevereiro, e 2,9% contra a primeira semana do mês, alcançando R$ 6,65 por litro.
  • Estabilidade do gás de cozinha: Gás de cozinha manteve-se estável, com o botijão de 13 kg fixado em R$ 109,91 na segunda semana de março.
  • Cenário internacional: A elevação nos preços dos combustíveis é atribuída ao conflito no Oriente Médio, afetando os derivados de petróleo.

  • Sérgio Moro recebe apoio do PL de Flávio Bolsonaro para o governo do Paraná.
  • Moro planeja sair do União Brasil e se filiar ao PL em breve.
  • PSD considera Ratinho Junior para a Presidência, envolvendo disputa com Ronaldo Caiado e Eduardo Leite.
  • Flávio Bolsonaro busca palanque no Paraná e soluciona apoio com pré-candidatura de Moro.
  • Moro se reúne com União Progressista; filiação ao PL é possível se não conseguir candidatura.

  • Cemig reduz posição vendida: Primeira vez no ano que a companhia reduce posição vendida de longo prazo.
  • Alta nos preços de energia: Movimento ocorre em meio a um contexto de alta nos preços de energia.
  • Resultados acima das expectativas: Cemig supera expectativas do mercado com seus resultados financeiros.
  • Ação lidera Ibovespa: Em dia de queda quase generalizada, ação da Cemig subiu mais de 2% no Ibovespa.
  • Contexto de mercado favorável: A reação positiva das ações ocorre apesar do cenário desfavorável do índice geral.

  • S&P 500: O índice caiu 1,51%, encerrando a sessão em 6.506,48 pontos, o nível mais baixo desde setembro.
  • Wall Street Impacto: A queda foi impulsionada por turbulências geopolíticas no Oriente Médio.
  • Inflation Concerns: O cenário no Oriente Médio aumentou os medos de inflação entre investidores.
  • Volatilidade Esperada: Traders devem se preparar para possíveis volatilidades adicionais nos mercados devido a incertezas geopolíticas.
  • Investment Strategy: Considere revisar exposições em setores sensíveis a choques geopolíticos e inflacionários.

  • Perda semanal: O Ibovespa caiu 0,81% na semana.
  • Desempenho mensal: O índice acumula uma queda de 6,66% no mês.
  • Mínima em dois meses: Ibovespa atingiu a menor pontuação em dois meses, caindo 2,25%.
  • Fatores geopolíticos: Não há sinais de arrefecimento no conflito corrente, impactando o mercado.
  • Impacto para traders: Tendência negativa pode continuar, considerando os fatores externos não resolvidos.

  • Brent para maio sobe US$3,54: Alta de 3,26%, fechando a US$ 112,19 o barril.
  • Maior valor desde julho de 2022: Brent atinge pico não visto em mais de um ano.
  • Avanço semanal de cerca de 9%: Petróleo mantém tendência de alta na semana.
  • Impacto da oferta no Oriente Médio: Interrupções estão impulsionando os preços.
  • Alerta para traders de commodities: Monitorar desenvolvimentos geopolíticos na região.

  • Ibovespa cai mais de 2%: O principal índice da B3 registra queda superior a 2%, afetando o desempenho de ações brasileiras.
  • Quarta semana consecutiva de perdas: Ibovespa acumula resultados negativos por quatro semanas seguidas, impactando a confiança dos investidores.
  • Dólar dispara: A moeda norte-americana apresenta forte valorização frente ao real, resultado das incertezas no mercado.
  • Impacto de tensões internacionais: As bolsas dos EUA também registram quedas devido a preocupações renovadas na guerra no Irã, influenciando mercados globais.
  • Volatilidade para traders: O cenário incerto e a volatilidade podem criar oportunidades e riscos adicionais nos mercados de ações e câmbio.

  • Ibovespa e Dólar: Ibovespa despencou 2,25% na sexta-feira, fechando a semana com recuo de 0,81%, enquanto o dólar subiu 1,79%, a R$ 5,3092, acumulando queda semanal de 0,13%.
  • Petrobras: Atenção para os riscos de ingerência política, pois governo pode intervir na estatal com subsídios ao diesel e recompra de refinaria na Bahia.
  • Movimentações no Ibovespa: Ação da Cemig (CMIG4) subiu 0,41%, impulsionada por anúncio de JCP. Braskem (BRKM5) liderou as quedas, caindo 14,21% devido a realizações de lucro.
  • Mercado Internacional: Wall Street encerrou em queda com declarações de Trump sobre o Irã. Dow Jones -0,96%, S&P 500 -1,51%, Nasdaq -2,01%.
  • Juros e Economia Global: Fed deve manter juros até dezembro. Na China, juros não mudaram pela décima vez consecutiva; LPR de um ano em 3,0%.

  • Dólar sobe quase 2%: A moeda norte-americana teve um aumento significativo, superando R$ 5,30.
  • Piora de ativos: A alta do dólar está associada à deterioração dos ativos devido ao conflito no Oriente Médio.
  • Impactos geopolíticos: O mercado está reagindo fortemente aos eventos geopolíticos, com atenção especial à guerra no Oriente Médio.
  • Risco avesso: O cenário atual está levando os investidores a buscar ativos mais seguros, influenciando o câmbio.
  • Vigilância em notícias internacionais: Traders devem monitorar atualizações do conflito no Oriente Médio para prever movimentos futuros no câmbio.

  • Alta incidência de assédio digital no Brasil, com cidadãos sendo alvos de marketing agressivo via bancos de dados ilegais.
  • Denúncia via WhatsApp: Recomenda-se denunciar contas desconhecidas que enviam propaganda política, alertando a Meta sobre práticas de spam.
  • Importância da denúncia: Priorizar a denúncia sobre bloqueio, uma vez que ela ajuda a identificar e coibir usos indevidos.
  • Ferramenta oficial: Aplicativo Pardal do TSE pode ser usado para registrar propaganda irregular e uso indevido de dados.
  • LGPD e Justiça Eleitoral: Reforça que disparo de mensagens sem consentimento explícito é uma violação sujeita a penalidades severas.

  • Wall Street encerra em queda: Dow Jones -0,96%, S&P 500 -1,51%, Nasdaq -2,01%. Atenção para possível correção.
  • Alta no índice VIX: Disparo de 11,22% para 26,76 pontos, sinalizando alta volatilidade e incerteza.
  • Conflito no Oriente Médio Impactando: Aumento das incertezas com possíveis ações militares, podendo afetar mercados de petróleo e ações.
  • Preços do petróleo em alta: Fecharam acima de US$ 112, reflexo de tensões geopolíticas.
  • EUA podem liberar reservas de petróleo: Governo considera ação para conter preços de energia; possível remoção de sanções ao petróleo iraniano.

  • Alta do Dólar: O dólar subiu 1,79% frente ao real, fechando a R$ 5,3092, impulsionado por tensões geopolíticas no Irã.
  • DXY em Alta: O índice DXY, que mede o dólar contra outras moedas globais, subiu 0,33%, alcançando 99,557 pontos.
  • Impacto do Petróleo: Os preços do petróleo Brent subiram 3,26%, encerrando a US$ 112,19, elevando temores de inflação.
  • Expectativas de Juros nos EUA: Traders descartam cortes nos juros pelo Fed até dezembro, com previsão de afrouxamento a partir de setembro de 2027.
  • Aposta de Corte de Juros no Brasil: Mercado espera corte de 0,25 p.p. na próxima reunião do Copom, após recente redução da Selic para 14,75%.

  • Fed cauteloso: O Federal Reserve adota um tom cauteloso devido às incertezas da guerra no Oriente Médio e preços altos de energia.
  • Estabilidade do Bitcoin: A criptomoeda opera perto da estabilidade e continua abaixo da marca de US$ 70 mil.
  • Impacto da geopolítica: O cenário geopolítico atual está afetando o mercado de criptomoedas, especialmente o Bitcoin.
  • Preocupações com energia: Preços elevados de energia adicionam pressão negativa sobre o valor das criptomoedas.
  • Sentimento do mercado: Traders devem ficar atentos à reação do Bitcoin às mudanças no cenário internacional e políticas monetárias.

  • Brent para maio subiu 3,26% a US$ 112,19; importante alta na Intercontinental Exchange de Londres.
  • WTI para maio avançou 1,91% a US$ 94,74; cotação na New York Mercantile Exchange.
  • Acúmulo semanal: Brent +8,77%, WTI -4,02%; variação relevante para ajustar estratégias de trading.
  • Tensão política EUA-Irã; possibilidade de ações militares pressiona decisões de mercado.
  • Expectativa de remoção de sanções ao petróleo iraniano; potencial alívio no mercado se concretizado.

  • Alta do Brent: O preço do Brent para maio subiu 3,26%, fechando a US$ 112,19 o barril.
  • Avanço Semanal: O Brent acumula um avanço semanal de cerca de 9%.
  • Motivo da Alta: Tenha em mente fatores geopolíticos e riscos nos mercados que podem estar influenciando este movimento de alta.
  • Impacto para Traders: Visão positiva para posições longas em petróleo, observe volatilidade do mercado.
  • Análise Técnica: Monitore níveis de resistência e suporte para Brent durante a próxima semana.

  • Suspensão do Pix Saque e Pix Troco: A Caixa Econômica Federal parou de oferecer os serviços de Pix Saque e Pix Troco nas lotéricas desde 16 de outubro.
  • Exclusividade para correntistas da Caixa: Agora, essas transações são exclusivas para quem possui conta na Caixa Econômica Federal.
  • Impacto nas lotéricas: Federação Brasileira das Empresas Lotéricas (Febralot) expressou preocupação, afirmando que o Pix Saque era uma peça estratégica para o fluxo de clientes.
  • Atenção ao público desbancarizado: Cerca de 60 milhões de brasileiros que dependem das lotéricas foram afetados, conforme Febralot.
  • Continuação de outros serviços: Saques tradicionais, pagamentos, consulta de saldos, depósitos, abertura de poupança e recarga de celular continuam disponíveis nas lotéricas.

  • Decisão de Gilmar Mendes: O ministro decidiu anular a quebra de sigilo do fundo Arleen, abrindo caminho para outras empresas ligadas ao banqueiro Daniel Vorcaro buscarem decisões similares.
  • Impacto nas empresas relacionadas: Varajo Consultoria e Prime You buscam extensão da decisão para anular quebras de sigilo aprovadas pela CPI do Crime Organizado.
  • Contexto da decisão: Gilmar Mendes alegou que as quebras de sigilo não constituem atos ordinários de investigação e necessitam de justificativa robusta.
  • Investigações da Polícia Federal: A Varajo Consultoria é suspeita de simular contratação para justificar pagamentos ao ex-chefe de supervisão bancária do BC, Belline Santana.
  • Conteúdo sensível em questão: Prime You alega que a devassa atingiria dados de clientes envolvidos em relações comerciais lícitas e que a medida é desproporcional.

  • Resultado robusto: Axia anunciou resultados financeiros sólidos, impulsionando a confiança dos investidores.
  • Distribuição de dividendos: A Axia declarou um dividendo significativo de R$ 4,3 bilhões, atraindo traders em busca de retorno.
  • Ações em alta: As ações da Axia apresentaram valorização no mercado após o anúncio, indicando uma tendência positiva.
  • Troca de ativos: A operação entre ISA Energia e Axia foi vista como benéfica para ambas as companhias, influenciando suas ações.
  • Valuation neutro: Analistas consideram o anúncio neutro para o valuation da Axia, mas ligeiramente positivo para a ISA.

  • Juros Sobre Capital Próprio (JCP) Aprovados: A Cemig (CMIG4) aprovou a distribuição de R$ 658 milhões em JCP, representando R$ 0,23 por ação, conforme decisão do Conselho de Administração.
  • Data de Corte: Para ter direito aos proventos, os investidores devem possuir ações em 24 de março de 2026, decisiva para estratégias de compra.
  • Pagamento em Parcelas: O JCP será pago em duas parcelas iguais, a primeira até 30 de junho de 2027 e a segunda até 30 de dezembro de 2027, diluindo o fluxo de caixa da empresa.
  • Política de Remuneração: O anúncio reforça a consistência e atratividade da política de remuneração da Cemig, mantendo o papel no radar dos investidores.
  • Ações ON e PN: A distribuição abrange tanto ações ordinárias (ON) quanto preferenciais (PN), importante para o planejamento dos traders no mercado.
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