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  • Lucro Líquido Acima da Estimativa: Hypera (HYPE3) reporta lucro líquido de operações continuadas de R$ 453,9 milhões no 3T2024, superando estimativas em 10%.
  • Crescimento das Receitas: Receita líquida atingiu R$ 2,23 bilhões, 16,3% acima do ano anterior, impulsionada por aumento no 'sell-out' do varejo farmacêutico.
  • Ebitda e Fluxo de Caixa: Ebitda ajustado de R$ 756,2 milhões ficou levemente acima das expectativas; fluxo de caixa operacional alcançou recorde de R$ 853,6 milhões.
  • Desempenho por Categorias: 'Sell-out' no varejo farmacêutico cresceu 8,3%, superando o mercado; destaque para antigripais, analgésicos e categorias específicas.
  • Redução de Despesas: Despesas com vendas e administrativas registraram queda de 5,2% e quase 14%, respectivamente, enquanto despesas com marketing cresceram 5,6%.

  • Ibovespa fecha em alta: O índice subiu 0,31%, atingindo 147.428,9 pontos, com volume negociado de R$ 20,4 bilhões.
  • Decisão do Fed aguardada: Expectativa por corte de 0,25 ponto percentual na taxa de juros dos EUA anima mercados.
  • Ações em destaque: MBRF (MBRF3) lidera ganhos do Ibovespa com alta de 15,63%; Embraer (EMBR3) avança 3,1%.
  • Impacto do dólar: Moeda americana em queda de 0,2%, cotada a R$ 5,3597, favorece fluxos para ativos em mercados emergentes.
  • Mercado internacional: S&P 500, Dow Jones e Nasdaq fecham em alta; Nvidia (NVDA) dispara 4,98% com novos acordos de IA.

  • Lucro da Hypera (HYPE3) no 3º trimestre: Aumentou 22,6% alcançando R$ 453,9 milhões, superando projeções do mercado.
  • Receita líquida no 3º trimestre: Alcançou R$ 2,23 bilhões, um crescimento de 16,3% comparado ao mesmo período do ano anterior.
  • Perspectiva para ações HYPE3: Resultados acima das expectativas podem impulsionar o preço das ações a curto prazo.
  • Impacto dos resultados: O desempenho no trimestre pode gerar otimismo entre investidores e analistas.
  • Potencial de fusão: Contexto atual de negociações envolvendo a EMS pode influenciar a estratégia futura da empresa.

  • Plano Estratégico: Petrobras divulgará o plano 2026-2030 no dia 27 de novembro, destacando cortes nos investimentos devido à queda do preço do petróleo.
  • Corte de Investimentos: Espera-se que os cortes superem US$ 8 bilhões, refletindo o ambiente de preços reduzidos do barril de petróleo.
  • Produção: FPSO Almirante Tamandaré aumentou a capacidade de 225 mil para 270 mil bpd sem novos investimentos.
  • Campo de Búzios: Superou a produção de Tupi com 821,8 milhões de bpd; espera-se aumento com novos projetos P-78, P-79, P-82, P-84 e P-85.
  • Expectativas do Mercado: BTG Pactual prevê revisão para baixo em capex e opex, mas potencial aumento na meta de produção, mantendo forte fluxo de caixa e dividendos robustos.

  • Conteúdo Atualizado: A Ágora Investimentos produz vídeos e podcasts diários com insights do mercado financeiro, sendo uma fonte útil para traders se manterem informados.
  • Análise de Mercado: Os materiais cobrem análises atualizadas que podem influenciar decisões de investimento e estratégias de trading.
  • Diversidade de Tópicos: Os conteúdos abordam uma variedade de tópicos, desde ações até outros instrumentos financeiros, ajudando na diversificação do portfólio.
  • Expertise de Especialistas: Os vídeos e podcasts são apresentados por especialistas, oferecendo análises fundamentadas e confiáveis.
  • Acessibilidade: Com facilidade de acesso a partir de diversas plataformas, os traders podem acompanhar as atualizações em qualquer lugar e a qualquer momento.

  • Lucro líquido: Hypera Pharma (HYPE3) teve lucro líquido de R$ 456,1 milhões no 3º tri, crescimento de 23,1% ano a ano.
  • Operações continuadas: Lucro dessas operações foi de R$ 453,9 milhões, aumento de 22,6% comparado ao ano anterior.
  • Receita líquida: A empresa reportou receita de R$ 2,227 bilhões, alta de 16,3% em relação ao mesmo trimestre do ano passado.
  • Ebitda: O Ebitda das operações continuadas atingiu R$ 756,2 milhões, um crescimento de 34,7% ano a ano.
  • Dívida líquida e alavancagem: Dívida líquida pós hedge foi reduzida para R$ 7,268 bilhões, com alavancagem em 2,4 vezes do Ebitda.

  • Fleury Expande Presença: Fleury (FLRY3) adquiriu 100% do LSL – Laboratório de Análises Clínicas Ltda, expandindo sua atuação no interior de São Paulo.
  • Valor da Aquisição: Operação avaliada em R$ 34 milhões, com múltiplo implícito de 3,4 vezes o EV/Ebitda, considerando sinergias.
  • Impacto no Lucro: Fleury registrou um declínio de 12,3% no lucro líquido do 2T25, pressionado por maiores investimentos em tecnologia.
  • Expectativas de Mercado: Lucro líquido de R$ 152,3 milhões no 2T25 ficou abaixo da expectativa de R$ 166 milhões.
  • Estrategia de Crescimento: A CEO, Jeane Tsutsui, destaca aumento de investimentos em tecnologia para melhorar produtividade e reduzir custos futuros.

  • Emissão de Debêntures: Cyrela aprovou a 19ª emissão de debêntures simples, não conversíveis, totalizando R$ 750 milhões.
  • Estrutura das Séries: Debêntures divididas em três séries com vencimentos em 2032, 2035 e 2040, e um valor nominal de R$ 1.000,00 cada.
  • Remuneração Diferenciada:
    • Primeira série: taxa média do DI, limitada a 96,50% ao ano.
    • Segunda série: taxa do Tesouro IPCA+ 2032, menos 0,20% ao ano.
    • Terceira série: taxa do Tesouro IPCA+ 2035.

  • Ibovespa Futuro: O índice subiu 0,26%, atingindo 150.220 pontos, com suporte técnico em 149.700 pontos, segundo o BTG Pactual.
  • Níveis de Resistência: Para confirmar a tendência de alta, é necessário romper o topo histórico de 150.750, com objetivo em 151.285.
  • Dólar Futuro: Caiu 0,34%, cotado a R$ 5,3650. Há forte disputa entre 5.400 (resistência) e 5.380 (suporte).
  • Influência Externa: O recuo do dólar internacional (DXY) acompanha expectativa de corte de juros pelo Fed, avaliado em 99,9% de probabilidade.
  • Cenário Fiscal Brasileiro: Discussões sobre isenção do IR para renda até R$ 5 mil. Governo estuda medidas para neutralizar impacto fiscal avaliado em até R$ 4 bilhões.

  • Recomendação do Banco: Santander mantém recomendação "outperform" para Sabesp (SBSP3) com preço-alvo de R$ 122,02, apesar das preocupações com crise hídrica.
  • Performance das Ações: Sabesp (SBSP3) fechou a R$ 131,84 com queda de 0,15% na terça-feira e acumula alta de 53,4% no ano.
  • Visão do Santander: Banco estima que impacto negativo de uma possível escassez de água seja de curta duração e que investimentos aumentem a disponibilidade hídrica a médio e longo prazo.
  • Plano de Investimentos: Sabesp planeja investir até R$ 70 bilhões em água e saneamento nos próximos cinco anos, para melhorar infraestrutura e disponibilidade.
  • Impacto das Medidas de Contingência: Plano anunciado pelo governo de SP é visto como positivo por trazer regras claras para crises e melhorar a transparência para consumidores e investidores.

  • Desempenho da Ação: Bradesco (BBDC4) registra alta de 60% no ano, após subir 2% nesta semana.
  • Expectativa de Lucro: Consenso da Bloomberg prevê lucro de R$ 6,1 bilhões, aumento de 17% com ROE médio de 14,85%.
  • Gestão em Foco: Genial Investimentos prevê continuidade no plano de reestruturação e controle sob inadimplência.
  • Análise de Corretoras: UBS BB e JPMorgan destacam melhorias em margens e provisões legais.
  • Previsão Futura: Projeções otimistas para 2026, impulsionadas por robustez na carteira de crédito e segmento de seguros.

  • Santander e Bradesco divulgarão seus resultados do terceiro trimestre em um cenário de juros altos (15% a.a.), o que deve afetar despesas financeiras.
  • Expectativa de crescimento da receita em 7% e do Ebitda em 3% ano a ano, porém, queda de 16% no lucro líquido médio, puxado pelo segmento de commodities.
  • Construção civil deve apresentar bons resultados, com destaque para Cyrela (CYRE3), Eztec (EZTC3), e JHSF (JHSF3).
  • Bancos como Bradesco (BBDC4), Itaú (ITUB4), e BTG (BPAC11) devem apresentar números sólidos, enquanto o varejo terá performance mista.
  • Setores de papel e celulose devem ter resultados pressionados, com Assaí (ASAI3) e Ambev (ABEV3) também possivelmente se destacando negativamente.

  • Alta nas taxas futuras: Os juros futuros fecharam em alta, especialmente nos vencimentos intermediários e longos.
  • Correção de mercado: Movimentação reflete uma correção após fortes quedas das taxas na semana anterior.
  • DI para janeiro de 2027: Taxa subiu de 13,812% para 13,820% no ajuste.
  • Variação em vencimentos mais longos: DI para janeiro de 2028 foi de 13,08% para 13,120%, enquanto o de 2029 passou de 13,02% para 13,080%.
  • Expectativas para 2031: DI de janeiro de 2031 aumentou de 13,286% para uma máxima intradiária de 13,375%.

  • Dólar em Queda: O dólar fechou em queda de 0,2%, cotado a R$ 5,3597, e o índice DXY caiu 0,12%, refletindo menor aversão global e expectativas de novo corte de juros pelo Fed.
  • Expectativa de Corte de Juros nos EUA: Investidores aguardam decisão do Fed sobre corte de juros, impactada por paralisação do governo americano, enquanto o diferencial de juros entre Brasil e EUA favorece o real.
  • Acordo Comercial EUA-China: Expectativas positivas sobre possível acordo entre Donald Trump e Xi Jinping na reunião de quinta-feira podem influenciar mercados favoravelmente.
  • Ibovespa em Alta: O Ibovespa teve ganhos de 0,31%, alcançando recorde histórico. Cenário de menor pressão tarifária e melhores acordos comerciais entre Brasil e EUA sustenta otimismo.
  • Negociações Tarifárias Brasil-EUA: Governo americano e Brasil concordam com cronograma de negociações sobre tarifas; ministros brasileiros devem ir a Washington na próxima semana.

  • Taxas dos DIs brasileiras ajustam: Os contratos de Depósitos Interfinanceiros (DIs) tiveram ajustes com taxas de longo prazo levemente em baixa e contratos de curto prazo estáveis, antes da decisão do Federal Reserve (Fed).
  • Expectativa de corte de juros pelo Fed: Mercado precifica 99,9% de probabilidade de corte de 25 pontos-base na taxa de juros dos EUA pelo Fed. Este movimento pode impactar as expectativas para o Brasil.
  • Tesouros americanos em movimento: Rendimentos dos Treasuries dos EUA caíram, refletindo as apostas para os rumos das taxas de juros de curto prazo.
  • Impacto na Selic: A percepção do mercado é de que o Banco Central brasileiro pode iniciar cortes na Selic já em janeiro, influenciado pela política do Fed.
  • Probabilidade de manutenção da Selic: A curva precificava 97% de probabilidade de a Selic se manter em 15% na próxima reunião do Copom.

  • Expectativa de corte de juros pelo Fed: Mercados em alta, com índices de Nova York renovando máximas históricas.
  • Encontro EUA-China: Otimismo crescente com encontro entre líderes dos EUA e China na quinta-feira, impactando positivamente os mercados.
  • Movimento das commodities: Queda de 2% no petróleo devido à perspectiva de maior oferta da Opep+, enquanto minério de ferro avança em Cingapura.
  • Ibovespa em máxima histórica: Subiu 0,31%, influenciado por ações de mineração e valorização da MBRF (MBRF3) após anúncio de expansão.
  • Movimentação no câmbio e juros: Dólar recua 0,20% frente ao real; juros futuros sobem ligeiramente acompanhando Treasuries e ajustes técnicos.

  • Emissão de Debêntures: A Copasa (CSMG3) concluiu a 21ª emissão de debêntures totalizando R$ 600 milhões, divididas em duas séries, captadas para investidores profissionais.
  • Detalhes da Emissão: Primeira série atrelada a 100% CDI + 0,52% a.a.; Segunda série com juros fixos de 8,3342% a.a.; Rating "AAA" pela Moody's Local BR.
  • Implicações para Caixa e Infraestrutura: Reforço do caixa da Copasa para investir R$ 17 bilhões em infraestrutura e melhorias de serviços nos próximos quatro anos.
  • Privatização e Perspectiva do Mercado: Aprovação da PEC 24/23 reduz risco político da privatização; BTG Pactual recomenda compra, prevendo potencial de alta de até 48%.
  • Estratégia de Crescimento: Além de debêntures, Copasa busca geração de caixa própria, novas fontes de receita e redução de custos para financiar seus projetos.

  • Recorde do Ibovespa: Ibovespa atinge 147 mil pontos, seu maior nível histórico.
  • Desempenho Acumulado: Este é o 16º recorde alcançado pelo Ibovespa em 2025, indicando forte tendência de alta.
  • Impacto para Traders: A alta pode indicar oportunidades para ações listadas no índice, sugere continuação do otimismo no mercado.
  • Influência Macroeconômica: O recorde pode ser reflexo de um contexto econômico positivo e confiança dos investidores.
  • Atenção ao Volume de Negócios: Traders devem observar o volume de negociações para confirmar a força do movimento.

  • Interdição da Refinaria: A Refinaria de Manguinhos foi interditada pela Receita Federal e ANP em 19 de setembro por suspeita de irregularidades.
  • Motivo da Intervenção: A ação faz parte da Operação Cadeia de Carbono, que investiga possíveis irregularidades na refinaria.
  • Governo em Ação: O Governo Lula entrou com recurso no STJ para impedir a liberação das atividades da refinaria.
  • Implicações para o Mercado: O desenrolar deste caso pode impactar as operações e a confiança no setor de refino no Brasil.
  • Oportunidades de Negociação: Traders devem observar como essas ações judiciais podem afetar as ações das empresas envolvidas no setor.

  • S&P 500 rompeu o nível dos 6.900 pontos, marcando uma alta histórica no índice.
  • Bolsas de NY encerraram em alta pela 4ª sessão consecutiva, indicando um momentum positivo atual.
  • Ações da Nvidia desempenharam um papel crucial no impulso aos índices, destacando-se como uma oportunidade de investimento.
  • Setor de tecnologia foi o principal impulsionador do mercado durante esta sessão de alta.
  • Recomenda-se atenção ao comportamento das big techs que podem continuar impulsionando os índices para cima.

  • Índice de aprovação de Trump cai: A pesquisa Reuters/Ipsos mostra aprovação de 40%, a menor taxa durante seu mandato.
  • Insatisfação com custo de vida: Crescimento da desaprovação (57%) em relação à administração dos custos e inflação desde janeiro.
  • Impacto do 'shutdown': A paralisação governamental atual afeta principalmente sentimentos de frustração, mas pouco impacto direto é relatado por entrevistados.
  • Questão dos subsídios de saúde: Democratas bloqueiam projetos de lei republicanos e pressionam pela extensão dos subsídios, apoiados por 73% dos norte-americanos.
  • Implicações econômicas: Enfraquecimento do mercado de trabalho já levou à redução de taxa de juros pelo Banco Central dos EUA, refletindo preocupações inflacionárias.

  • Ibovespa fecha pela primeira vez acima dos 147 mil pontos, marcando alta histórica de 0,31%.
  • Marfrig (MRFG3) dispara 15,63% impulsionada pelo anúncio da Sadia Halal.
  • Expectativa pelo corte de juros do Fed na quarta-feira, impactando otimismos nos mercados.
  • Dólar cai 0,19% cotado a R$ 5,36, enquanto juros futuros sobem refletindo cautela do Fed.
  • Vale (VALE3), bancos e cenário externo positivo sustentam o Ibovespa.

  • Taxa para janeiro de 2035: 13,54%, aumento de 7 pontos-base em relação ao ajuste anterior.
  • Ajustes nas taxas dos DIs: Impacto relevante para operações de renda fixa e estratégias de alocação.
  • Atenção para a decisão do Fed: Traders devem monitorar possíveis impactos nas taxas de juros e no mercado.
  • Cenário de alta nos DIs: Implica em possíveis reavaliações de risco e oportunidade para investidores.
  • Impacto esperado no mercado: Movimentos nas taxas podem refletir mudanças na percepção econômica futura.

  • Dólar encerrou o dia cotado a R$ 5,36, apresentando uma leve queda em relação ao real.
  • Movimento do câmbio ocorreu com expectativa do mercado em relação ao Fed.
  • Investidores continuam atentos às políticas monetárias e suas implicações no mercado.
  • A queda no dólar impacta diretamente o comércio exterior e remessas internacionais.
  • Volatilidade no câmbio pode criar oportunidades para operações de curto prazo.

  • Nubank ultrapassa Petrobras em valor de mercado: Nubank (ROXO34) se tornou a empresa mais valiosa do Brasil, com valor de mercado de US$ 77,3 bilhões, superando a Petrobras (PETR4).
  • Crescimento impulsiona alta das ações: As ações do Nubank avançaram 50% em 2025, refletindo crescimento na base de clientes e solidez financeira.
  • Expansão internacional estratégica: Nubank solicitou licença para operar como banco nos EUA, visando ampliar sua presença internacional e diversificar receitas.
  • Desempenho robusto no mercado: Atualmente, o Nubank tem 122,7 milhões de clientes e registrou lucro líquido trimestral de US$ 637 milhões.
  • Potenciais desafios e oportunidades nos EUA: Analistas veem o pedido de licença nos EUA como um passo positivo, mas alertam para competição acirrada e custos elevados no mercado norte-americano.

  • Índices dos EUA em alta: os índices americanos subiram, ampliando recordes da véspera.
  • Atenção ao Fed: traders aguardam movimentações do Federal Reserve que podem impactar o mercado.
  • Impacto das Big Techs: resultados das grandes empresas de tecnologia podem influenciar os mercados.
  • Ibovespa em recorde histórico: B3 fechou acima de 147 mil pontos pela primeira vez na história.
  • Análise para próximos dias: observar a continuidade da tendência de alta com base nas decisões do Fed e resultados das Big Techs.

  • S&P 500 impulsionado por IA: O índice cruzou 6.900 pontos, influenciado pelo setor de inteligência artificial e big techs, antes do anúncio da taxa de juros pelo Fed.
  • Nvidia e Nokia anunciam colaboração: A Nvidia subiu 4,98% após divulgar parceria estratégica e aquisição de participação de US$ 1 bilhão na Nokia.
  • Microsoft e OpenAI: A Microsoft elevou seu valor de mercado ao ultrapassar US$ 4 trilhões e detém agora cerca de 27% da OpenAI Group PBC.
  • Ibovespa registra recorde: O índice brasileiro fechou em 147.428,90 pontos, influenciado principalmente pela MBRF3, que subiu 15,63%, e pela VALE3, avançando 0,88%.
  • Atenção ao Fed e ao câmbio: Expectativa de cortes na taxa de juros pelo Fed, enquanto o dólar registra queda de 0,20%, cotado a R$ 5,3597.

  • Santander (SANB11) apresentará resultados do terceiro trimestre em cenário de ceticismo, com alta de 24% da ação no ano.
  • Expectativa de lucro de R$ 3,7 bilhões, segundo consenso da Bloomberg, representando alta de 3% a/a.
  • Genial vê lucro maior de R$ 3,92 bilhões e ROE de 16,8%, impulsionado por menor PDD e expansão da Margem financeira com Clientes.
  • Crescimento de crédito projetado em 2,9% a/a, mas ainda abaixo da média do sistema financeiro (+10,1% a/a).
  • Meta de ROE de 20% adiada para 2027; postura cautelosa esperada para 2026, ano eleitoral, limitando ganhos de rentabilidade.

  • Ibovespa fecha em alta de 0,31%, atingindo novo recorde nominal histórico em 147.428,90 pontos, impulsionado por apetite ao risco no exterior e valorização do minério de ferro.
  • Dólar à vista encerra em R$ 5,3597, com queda de 0,20%, refletindo movimentos no cenário internacional e fiscal.
  • Ações da MBRF sobem mais de 20% com a criação da marca Sadia Halal, enquanto C&A e Auren registram perdas no Ibovespa.
  • Federal Reserve deve cortar juros em 0,25 ponto percentual, com quase 100% de chance precificada pelo mercado; notícia positiva para Wall Street.
  • Stoxx 600 na Europa fecha em queda de 0,22%, enquanto FTSE 100 de Londres desvia e atinge recorde nominal histórico com alta de 0,44%.

  • Aneel leiloa R$ 5,53 bilhões: Leilão de linhas de transmissão com sete lotes em 12 estados ocorre nesta sexta-feira (31), movimentando o mercado elétrico.
  • WEG (WEGE3) em destaque: A empresa pode se beneficiar da demanda por compensadores síncronos, ampliando receita e margens no segmento industrial.
  • Infraestrutura fortalecida: O leilão cobre mais de mil km de novas linhas, promovendo a integração de energias renováveis e aumentando a eficiência do sistema elétrico.
  • Atração de investidores: Modelo de Receita Anual Permitida (RAP) oferece previsibilidade, atraindo novos investimentos mesmo em cenários incertos.
  • Oportunidades para integradoras: Empresas que vencerem lotes de baixo risco podem se beneficiar rapidamente, enquanto o leilão pode aumentar a confiabilidade e os retornos do sistema elétrico.

  • Preços do Ouro em Queda: Após atingir um pico recente, os preços do ouro caíram 9%, agora em torno de US$ 4.000 por onça, gerando dúvidas sobre a continuidade do rali.
  • Previsão de Preço: Economistas revisaram previsões para baixo, esperando que o ouro caia para US$ 3.500 por onça até o final de 2026, conforme afirmações de Hamad Hussain da Capital Economics.
  • Motivações do Mercado: O recente rali do ouro é atribuído ao "FOMO", indicado mais como uma bolha, com a demanda de longo prazo permanecendo, mas limitada por fatores como a desdolarização e o mercado de ações aquecido na China.
  • Contra-Argumentos de Demanda: John Higgins apontou que os retornos anteriores nas reservas globais de ouro são improváveis, com a teoria do comércio de desvalorização sendo desmitificada pela estabilidade do dólar e títulos do Tesouro.
  • Perspectivas Variadas: Enquanto alguns como Ed Yardeni revisam previsões para US$ 5.000 em 2026, o contraste entre expectativa otimista e realidade dos preços é notório.

  • Reavaliação Técnica: Governo pode apoiar projeto complementar caso déficit entre R$ 1 bilhão e R$ 2 bilhões seja confirmado em nova análise técnica pela Fazenda.
  • Conteúdo da Proposta: Ampliação da isenção do IR para rendas até R$ 5 mil e tributação de lucros, dividendos, e imposto mínimo para rendas acima de R$ 600 mil.
  • Compensação Fiscal: Proposta visa neutralidade fiscal com novas tributações para compensar isenções do IR.
  • Cenários de Tramitação: Relator Renan Calheiros examina cinco cenários para votar antes de 8 de novembro, buscando evitar atrasos.
  • Prazo: Votação no Senado deve ocorrer até 8 de novembro, com foco do governo em neutralidade fiscal.

  • Índices de Wall Street batem recordes: S&P 500 ultrapassou 6.900 pontos; Dow Jones e Nasdaq também renovaram máximas históricas.
  • Ações de tecnologia impulsionam mercados: Nvidia avança mais de 5% graças a novidades em chips de IA e investimento na Nokia. Microsoft sobe mais de 2% antecipando resultados.
  • Expectativa de corte de juros pelo Fed: 97,8% de chance de redução de 0,25 p.p., com decisão anunciada amanhã. Traders atentos aos impactos.
  • Paralisação governamental dos EUA: Já a segunda mais longa da história, pode atrasar dados econômicos cruciais.
  • Acordos comerciais EUA-Japão: Avanços em parcerias sobre reatores nucleares e terras raras, com possibilidade de reunião EUA-China na semana.

  • Dólar encerrou a sessão a R$ 5,3597, com queda de 0,20%, refletindo a expectativa de corte de juros pelo Federal Reserve.
  • DXY, índice do dólar, caiu 0,06%, operando em 98,717 pontos, afetado por acordos comerciais e política monetária dos EUA.
  • Mercado prevê 99,9% de chance de corte de 0,25 pontos pelo Fed, com atenção voltada à decisão do Fomc e coletiva de Jerome Powell.
  • Acordo comercial EUA-China sendo aguardado, com possível encontro entre Trump e Xi Jinping, impulsionando apetite por risco.
  • No Brasil, cenário fiscal em foco; Haddad menciona possível ajuste de IR para manter neutralidade fiscal, analisando projeções do IFI.

  • Crisde do Banco Master não é sistêmica: Segundo Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central, a crise não representa um risco ao sistema financeiro brasileiro, mas possui um risco de imagem.
  • Confirmação da Robustez do Sistema: Campos Neto ressaltou a solidez do sistema financeiro do Brasil e a eficácia da atuação das autoridades monetárias.
  • Falha na Aquisição pelo BRB: A negociação do Banco de Brasília para adquirir o Banco Master foi vetada pelo Banco Central, citando falta de viabilidade econômica.
  • Altos Custos de Captação do Master: O Banco Master é conhecido por emitir CDBs com remuneração superior à média, sinalizando risco potencial.
  • Obrigações Financeiras Urgentes: Até outubro, o Banco Master tem R$ 1 bilhão em CDBs vencendo e uma dívida de R$ 4 bilhões com o Fundo Garantidor de Créditos em novembro.

  • Queda Leve no Bitcoin: Bitcoin apresenta uma leve queda em meio a incertezas no mercado.
  • Expectativa pelo Fed: Mercado aguarda decisão do Federal Reserve sobre possíveis cortes de juros nos EUA.
  • Reunião Trump-Xi: Próxima reunião entre Donald Trump e Xi Jinping adiciona incerteza ao mercado, afetando criptomoedas.
  • Pressão do Mercado: Movimentações em exchanges estão limitando a alta do Bitcoin, aumentando a pressão.
  • Impacto nas Negociações Comerciais: Avanços nas negociações comerciais são esperados para influenciar o preço das criptos.

  • Disponibilidade da CIN: A nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) já está disponível para os brasileiros.
  • Prazo de Validade do RG Antigo: O RG antigo será válido até 2032, não sendo obrigatória a troca imediata.
  • Identificação Única com CPF: O CPF será o único número de identificação utilizado pelo governo, reduzindo fraudes.
  • Emissão do Novo Documento: A solicitação da CIN deve ser feita mediante agendamento online nos institutos estaduais de identificação.
  • Custos e Isenções: A primeira via é gratuita; a segunda pode ter custo variável por estado, com isenções para grupos específicos.

  • Contrato com Shape Digital: PRIO3 firmou acordo para implementar a plataforma Shape Lighthouse em seus FPSOs, visando melhorar a confiabilidade operacional e reduzir custos.
  • Redução de paradas operacionais: Espera-se uma diminuição de 15% nas paradas indesejadas, otimizando a gestão de ativos e maximizando a produção na Bacia de Campos.
  • Tecnologia avançada de IA: Shape Lighthouse utiliza algoritmos de IA para prever e mitigar falhas, contribuindo para eficiência operacional e redução de custos.
  • Impacto competitivo: A iniciativa reforça a posição da PRIO3 no setor de óleo e gás, tornando suas operações mais confiáveis e competitivas a longo prazo.
  • Inovação e futuro: Movimento destaca a aposta da PRIO3 em soluções digitais, priorizando eficiência e custos reduzidos, alinhando-se às tendências de automação no setor.

  • Falta de dados econômicos: Devido ao fechamento do governo dos EUA em 1º de outubro, membros do Fed têm acesso limitado a dados econômicos cruciais, complicando a tomada de decisões.
  • Expectativa de corte de juros: Probabilidade de 97,8% de um corte de 25 bps na reunião do Fed, baseada em dados de inflação do IPC mais fracos que o esperado.
  • Possível término do QT: JP Morgan e Bank of America preveem que o Fed possa encerrar o regime de Aperto Quantitativo nesta reunião.
  • Impacto nos mercados de ativos: Corte de taxas e fim do QT podem parecer otimistas, mas reações dos mercados podem ser moderadas ou até negativas.
  • Olhos na coletiva de imprensa: Traders vão monitorar de perto as declarações de Powell para insights sobre direções futuras da política monetária do Fed.

  • Desaprovação de Trump: Pesquisa Reuters/Ipsos indica que 57% dos americanos desaprovam a gestão do presidente.
  • Custo de Vida: A preocupação com o aumento do custo de vida é um dos fatores chave para a queda na popularidade.
  • Impacto Eleitoral: A desaprovação pode ter consequências nas eleições e afetar políticas econômicas futuras.
  • Mercado Financeiro: Traders devem monitorar possíveis reações do mercado a mudanças na política doméstica dos EUA.
  • Análise de Sentimento: A queda na popularidade de Trump pode influenciar o sentimento do consumidor e as avaliações de risco.
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