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  • Azevedo & Travassos (AZEV4) assinou contrato com Petrobras (PETR4) com valor de R$ 1,3 bilhão na licitação EPC 12 Utilidades.
  • Contrato em consórcio com Construtora Colares Linhares: dividindo participação com 80% para Heftos e 20% para a parceira.
  • Escopo do projeto: inclui projeto executivo, suprimentos, construção e montagem, comissionamento e testes, e sistemas de utilidades variados.
  • Prazo de execução: o projeto tem um prazo de execução de 40 meses na região de Itaboraí (RJ).
  • Desempenho financeiro: Azevedo & Travassos relatou lucro líquido de R$ 61,3 milhões no segundo trimestre.

  • Rating Reafirmado: Fitch Ratings mantém 'AAA(bra)' para Eneva (ENEV3) e debêntures, com perspectiva estável, destacando robusta geração de caixa e posição no setor termelétrico.
  • Projeções de Receita Fixa: Contratos de longo prazo garantem receita fixa significativa, com ajuste de R$ 8,9 bilhões em 2025, caindo para R$ 7,2 bilhões em 2026 e retornando a R$ 8,9 bilhões em 2027.
  • Ebitda e Fluxo de Caixa: Projeção de Ebitda para 2025-2027 é de R$ 5,8 bilhões a R$ 6,8 bilhões, enquanto fluxo de caixa livre permanece pressionado, com saldo negativo projetado até 2026.
  • Investimentos e Alavancagem: Eneva investirá R$ 9,8 bilhões até 2026; alavancagem líquida ajustada deve atingir 3,6 vezes, mas cairá após 2027 com novas operações.
  • Liquidez e Financiamento: Com caixa robusto de R$ 3,9 bilhões até junho de 2025 e gestão de dívida eficaz, a liquidez é sustentada por linhas de crédito e novas emissões de debêntures.

  • Eneva (ENEV3): Lucro esperado de R$ 616 milhões, um aumento de 499% em relação ao ano anterior.
  • Aumento do despacho térmico: Despacho médio total subiu para 33% no terceiro trimestre, contribuindo para o forte desempenho da Eneva.
  • Crescimento do Ebitda: Espera-se um robusto crescimento anual de 60%, puxado pela incorporação de usinas do BTG e altos níveis de despacho.
  • Equatorial (EQTL3): Prevê-se aumento de 3% nos volumes faturados, impulsionado pelas operações no Piauí e Maranhão.
  • Cemig (CMIG4): Trimestre deve ser mais fraco, com expectativa de queda de 1,5% nos volumes faturados devido à perda de grandes clientes.

  • Ibovespa futuro (WINZ25) iniciou a semana em alta de 0,70%, aos 149.835 pontos, sugerindo retomada da tendência de alta no curto prazo após formação de fundo na média móvel de 50 dias.
  • Rompimento da máxima histórica do Ibovespa é critério para confirmação da força compradora; possibilidade de alcançar 152.350 pontos se a tendência de alta continuar.
  • Dólar futuro para novembro caiu 0,22%, cotado a R$ 5,3835, com expectativa de operar em lateralidade entre suportes e resistências específicas; atenção para possível nova queda se romper R$ 5,380.
  • Impasses fiscais nos EUA continuam e o shutdown chega ao 27º dia, enquanto a expectativa por um acordo comercial entre EUA e China suporta índices de Wall Street nas máximas históricas.
  • Acordos diplomáticos entre Brasil e EUA impulsionam Ibovespa futuro, aliados à revisão para baixo nas projeções de inflação pelo Boletim Focus, aliviando juros futuros e beneficiando ações brasileiras.

  • Investidor estrangeiro otimista com o Brasil: A combinação de dólar fraco e maior apetite por risco atrai investidores estrangeiros para o Brasil.
  • Juro alto beneficia bancos: Bancos brasileiros reportam altos ROEs devido à Selic a 15% e baixa inadimplência, favorecendo a alocação de capital.
  • Favoritos dos investidores europeus: Itaú Unibanco (ITUB4) e BTG Pactual (BPAC11) são vistos como vencedores estruturais, enquanto o valuation do Nubank (NU) gera debate.
  • Interesse moderado por outras instituições: Bradesco (BBDC4) e XP enfrentam pouco entusiasmo, enquanto o Banco do Brasil (BBAS3) mantém certo apelo no setor.
  • Panorama político e impactos econômicos: Investidores estrangeiros não consideram a eleição brasileira como evento binário, com foco em políticas econômicas pró-mercado.

  • Ibovespa em Alta: O índice alcançou um recorde histórico, fechando em alta de 0,55% aos 146.969,1 pontos, com negociação de R$ 16,5 bilhões.
  • Reunião Lula-Trump: Apesar das tarifas americanas em vigor, um cronograma de negociações foi acordado, podendo afetar o risco em ativos brasileiros.
  • Petrobras em Foco: Produção média de 3,144 milhões de barris diários no terceiro trimestre, ações ordinárias e preferenciais em alta de 0,69% e 0,54% respectivamente.
  • Nova York em Alta: S&P 500, Dow Jones e Nasdaq subiram consideravelmente, influenciados por expectativas de acordo EUA-China.
  • Variações no Ibovespa: Principais altas: Usiminas (10,53%), MBRF (6,45%), Magazine Luiza (5,45%). Principais quedas: Raízen (-2,06%), Yduqs (-1,96%), Klabin (-1,06%).

  • Contrato Anunciado: Prio (PRIO3) firmou parceria com a Shape Digital para implementar a plataforma de Gestão Inteligente de Ativos, Shape Lighthouse, com foco em otimizar operações.
  • Aplicação Tecnológica: A solução será usada nas plataformas Albacora Leste, Frade e Tubarão Martelo, com capacidade combinada de processamento de até 380 mil barris/dia na bacia de Campos.
  • Redução de Custos: Shape Lighthouse promete diminuição de cerca de 15% nas paradas não planejadas, impactando diretamente nos custos operacionais.
  • Monitoramento Avançado: As unidades serão supervisionadas por um vasto acervo de algoritmos de predição de falhas, melhorando a confiabilidade das operações.
  • Impacto para Traders: O uso da IA no setor pode proporcionar economia significativa e aumento na eficiência, influenciando potencialmente o desempenho das ações da PRIO3.

  • Açúcar bruto na ICE atinge nível mais baixo em quase cinco anos devido ao aumento da oferta e preocupações com a demanda reduzida por medicamentos para perda de peso.
  • Contrato de açúcar bruto caiu 3,4%, fechando a 14,46 centavos de dólar por libra-peso, marcando o nível mais baixo desde dezembro de 2020.
  • Datagro prevê excedente global de açúcar de 1,98 milhão de toneladas em 2025/26, comparado a um déficit na temporada anterior.
  • Chuvas no Brasil podem aumentar a produção de cana-de-açúcar, impactando ainda mais no preço do açúcar.
  • Café arábica e robusta caem; negociação comercial entre EUA e Brasil pode influenciar tarifas e oferta futura de café.

  • Presença Internacional: JBS opera em 16 países e 5 continentes, mantendo forte atenção a crises geopolíticas.
  • Relações Bilaterais em Ascensão: CEO Gilberto Tomazoni prevê mudança para relações bilaterais mais frequentes e diversificação como essencial.
  • Dependência do Agronegócio no Brasil: CEO alerta para a vulnerabilidade do Brasil devido à concentração no agronegócio.
  • Necessidade de Diversificação: Tomazoni defende a aceleração do desenvolvimento de outros setores além do agronegócio no Brasil.
  • Adaptação e Diversificação: A JBS enfatiza adaptação às realidades locais e diversificação de produtos para enfrentar desafios globais.

  • Recorde Histórico do Ibovespa: Fechou em 146.969,10 pontos, atingindo máxima intradia próxima de 148 mil pontos, impulsionado por encontro Lula-Trump e sinais de trégua com a China.
  • Impacto do Encontro Lula-Trump: Encontro simbólico gerou otimismo, mas sem promessas concretas de redução de tarifas, mantendo a volatilidade controlada.
  • Movimento do Dólar e Juros Futuros: Dólar caiu 0,42% para R$ 5,370, enquanto os juros futuros fecharam mistos após início em baixa.
  • Impacto No Cenário Externo: S&P 500 renovou máxima histórica, índice Nikkei superou 50 mil pontos no Japão, e otimismo global seguiu forte, com contribuições das negociações na América Latina.
  • Destaques de Ações no Pregão: VALE3 caiu (0,11%), enquanto PETR4 subiu (0,54%). Bancos lideraram altas, e Marfrig (MBRF3) disparou 6,45% com projeto de IPO da Sadia Halal.

  • Soja em alta: Soja na bolsa de Chicago subiu com especulação de acordo comercial EUA-China.
  • Valor do contrato: Fechamento com alta de 25,50 centavos, a US$10,6725 por bushel.
  • Expectativa de vendas: Possível retomada das exportações de soja dos EUA para a China.
  • Acordo comercial: Discurso otimista de Trump sobre negociações com a China, com reunião prevista na Coreia do Sul.
  • Impacto em outras commodities: Milho e trigo também beneficiados, com milho fechando a US$4,2875 e trigo a US$5,26 por bushel.

  • Recomendação de Compra para MBRF: Goldman Sachs mantém recomendação de compra para MBRF (MBRF3) com preço-alvo de R$ 27,80, potencial de alta de 85%.
  • Múltiplo Atrativo: Analistas destacam multiplicador EV/Ebitda de 9x para BRF Arábia, versus 6x para MBRF, sugerindo avaliação elevada mediante peers.
  • Dividendos e Investimentos: MBRF receberá dividendo extraordinário de US$ 266 milhões; Fundo Saudita contribuirá com US$ 113 milhões para a nova JV.
  • Pontencial IPO em 2027: A joint venture marca passo inicial para possível IPO na Bolsa de Riad, favorecendo avaliação de múltiplos superiores.
  • Análise Neutra do Bank of America: Banco vê acordo como positivo mas mantém recomendação neutra com preço-alvo de R$ 26, citando desafios de curto prazo no mercado de carne bovina e alavancagem elevada.

  • Ações argentinas disparam 22%: Vitória de Javier Milei nas eleições impulsiona otimismo no mercado.
  • Peso argentino valoriza 4%: Reação positiva à nova perspectiva política e econômica.
  • Alerta de euforia nos mercados: Momento oportuno para traders explorarem volatilidade em ativos argentinos.
  • Analistas expressam otimismo: Expectativa de reformas econômicas promissoras sob novo governo.
  • Oportunidades para trading em curto prazo: Monitorar oscilações de mercado para potenciais ganhos.

  • Stablecoins viabilizam arbitragem na Argentina: Investidores argentinos usam stablecoins para aproveitar a diferença entre o câmbio oficial e o paralelo, com lucros de até 4% por operação.
  • Restrições cambiais impulsionam operação "rulo": A proibição do Banco Central à revenda de dólares por 90 dias levou investidores às stablecoins como alternativa lucrativa.
  • Aumento na demanda por criptomoedas: Corretoras como Ripio relatam um aumento de 40% nas vendas de stablecoins devido à busca por arbitragem cambial.
  • Risco e retorno em destaque: Embora lucrativa, a prática de arbitragem traz riscos de liquidez e volatilidade, atraindo usuários por retornos rápidos de 3% a 4%.
  • Digitalização da economia argentina: A crescente adoção de criptos na Argentina reflete uma economia mais digital e descentralizada, em resposta à instabilidade econômica local.

  • Ação BB Seguridade (BBSE3): Forte desempenho com retorno acima de 30% e volatilidade controlada em torno de 20%, ideal para investidores que buscam retornos com riscos reduzidos.
  • Klabin (KLBN11) e Petrobras (PETR4): Apresentaram rentabilidades superiores a 40% com riscos baixos, destacando-se como oportunidades de ganho em empresas sólidas.
  • Ações do Setor Elétrico: Eletrobras, Taesa e Engie oferecem estabilidade com rentabilidades modestas, ideais para quem busca previsibilidade e segurança.
  • Risco Multidimensional: Volatilidade não é o único fator de risco; liquidez, governança e exposição cambial devem ser considerados na avaliação das ações.
  • Importância da Diversificação: Fundamental para eliminar riscos não remunerados e acessar retornos ajustados ao risco, evitando concentração em poucas ações.

  • Índice Dow Jones teve alta de 0,71%, fechando aos 47.544,59 pontos.
  • S&P 500 subiu 1,22%, encerrando em 6.875,16 pontos.
  • Nasdaq avançou 1,86%, atingindo 23.637,46 pontos.
  • Movimento de alta apoiado por possível alívio de tensão comercial.
  • Oportunidade para traders: atenção aos desdobramentos nas negociações comerciais.

  • Taxas dos contratos de Depósitos Interfinanceiros (DIs) fecharam mistas: juros futuros longos caíram levemente, enquanto curtos ficaram estáveis.
  • Expectativa de corte de juros nos EUA: FedWatch do CME Group mostrou 97,8% de chance de corte de 25 pontos-base pelo FED na próxima quarta-feira.
  • Boletim Focus do Banco Central do Brasil reduziu previsões de inflação para 2025 e 2026, aproximando-se da meta.
  • Encontro Lula e Trump: Reduziu tensões Brasil-EUA, contribuindo para baixa do dólar ante o real.
  • Permanência da Selic: Probabilidade quase 100% de manutenção da Selic em 15% ao ano na próxima reunião do Copom, apesar da perspectiva de corte de juros nos EUA.

  • Ações da MBRF (MBRF3) sobem 6%: Após anúncio estratégico, as ações registraram forte valorização no mercado.
  • Criada a Sadia Halal: Movimento visa atender mercado halal, ampliando a atuação da empresa e gerando novas oportunidades de receita.
  • Analistas otimistas: Consideram o movimento como um desbloqueio de valor que pode aumentar o valuation das ações.
  • Impacto positivo no setor: Expansão no mercado halal pode representar um crescimento significativo para o setor de alimentos.
  • Oportunidade para traders: Monitorar o desempenho da MBRF3 dada as recentes mudanças estratégicas e perspectivas de valorização.

  • Ibovespa em Alta: O índice Ibovespa fechou em alta, renovando recordes, o que pode impactar positivamente negociações de ações brasileiras no curto prazo.
  • Ações da Usiminas sobem: Ação da Usiminas (USIM5) subiu 10%, sugerindo tendências de valorização para o setor siderúrgico.
  • Impacto de Discussões Comerciais: Discussões entre autoridades chinesas e norte-americanas alimentaram expectativas de um acordo, influenciando positivamente os mercados globais.
  • Otimismo Generalizado: Sentimento de otimismo prevalece nos mercados, indicando oportunidades de compra para traders otimistas.
  • Monitoramento Necessário: Traders devem monitorar desenvolvimentos nas relações comerciais EUA-China para ajustes rápidos em suas estratégias.

  • Mercados globais em alta: Expectativa de avanço nas negociações comerciais e possível corte de juros pelo Fed sustentam ganhos em Nova York e Europa.
  • Setor de tecnologia impulsiona: Gigantes de tecnologia reforçam apetite por risco nos mercados americanos.
  • Commodities em alta: Petróleo e cobre sobem com perspectiva de comércio global positivo, minério de ferro avança 1,9% em Dalian.
  • Ibovespa alcança novas máximas: Fechou em alta de 0,55% a 146.969 pontos, com real se valorizando frente ao dólar.
  • Juros futuros estáveis: Agenda doméstica leve e revisões baixistas do IPCA no Boletim Focus ajudam a manter tom construtivo.

  • Inflação subjacente elevada: A inflação subjacente continua acima do alvo, especialmente nos serviços sem habitação, complicando cortes mais amplos pelo Fed.
  • Mercado de trabalho resiliente: O desemprego permanece baixo e a criação de empregos mantém a inflação pressionada, reduzindo o espaço para cortes agressivos na taxa de juros.
  • Expectativas para 29/10: O mercado já precifica um corte de 0,25 ponto percentual para 29 de outubro, mas as probabilidades para cortes adicionais diminuíram.
  • Impacto nos Treasuries e dólar: Os rendimentos dos Treasuries subiram e o dólar se fortaleceu frente a moedas emergentes após a reavaliação das expectativas de cortes futuros.
  • Foco do Fed: Até a próxima reunião, o Fed observará de perto os dados de inflação e emprego, com a comunicação de Powell e presidentes regionais sendo fatores decisivos.

  • Febraban Endurece Regras: A Federação Brasileira de Bancos aumentou o rigor nas normas para identificação e encerramento de contas fraudulentas e de casas de apostas online irregulares.
  • Impacto nos Bancos: Os bancos agora são obrigados a recusar transações e encerrar contas imediatamente quando identificadas como ilícitas, além de comunicar o Banco Central.
  • Autorização Necessária para Bets: Contas de casas de apostas precisam de autorização da Secretaria de Prêmios e Apostas; 40% do mercado de bets é considerado clandestino.
  • Punições por Não Conformidade: Descumprimento das regras implica penalidades que vão desde advertências até exclusão do sistema de autorregulação da Febraban.
  • Amplo Alcance: A autorregulação inclui grandes bancos como Bradesco, Itaú, Santander, Caixa Econômica, entre outros, envolvendo fintechs e instituições financeiras.

  • RD Saúde (RADL3) lidera em produtividade de loja, apesar do aumento da concorrência no setor de farmácias.
  • Crescente concorrência de players on-line e regionais está estreitando a diferença de produtividade com a RD Saúde.
  • Analistas do Itaú BBA projetam obstáculos competitivos crescentes que podem afetar os retornos marginais da empresa.
  • O momento da RD Saúde é de "ascensão" com crescimento de receita impulsionado por medicamentos de GLP-1 e clima mais frio.
  • Atenção para a evolução das margens, especialmente a bruta, que será crucial para o desempenho futuro das ações.

  • Crescimento de Grupos Indígenas: O Censo de 2022 registra 391 etnias indígenas no Brasil, mostrando um aumento em relação às 305 de 2010, segundo o IBGE.
  • São Paulo Lidera em Diversidade: A cidade de São Paulo abriga a maior quantidade de etnias, com 194, seguida por Manaus, Rio de Janeiro e Salvador.
  • Fatores de Migração: Migração e busca por oportunidades são apontadas como razões para a diversidade étnica em São Paulo, com presença significativa de povos internos e de outros países da América Latina.
  • Terras Indígenas em São Paulo: A cidade possui cinco territórios demarcados, majoritariamente ocupados por guaranis, incluindo a menor terra indígena do Brasil, a TI Jaraguá.
  • Implicações Políticas e Legais: A situação legal das terras, especialmente a TI Jaraguá, detalha processos de demarcação e acordos para gestão compartilhada entre indígenas e autoridades estaduais.

  • Ações da MBRF3 sobem 9,78% após anúncio da Sadia Halal, joint venture voltada ao mercado muçulmano.
  • Goldman Sachs e BofA otimistas: ambos os bancos veem aumento de valor e recomendam compra, destacando expansão global.
  • Expansão estratégica no mercado MENA: MBRF possui 50% de participação na região, fortalecendo sua presença com a nova JV.
  • Riscos mencionados por analistas: endividamento elevado e incertezas geopolíticas podem impactar exportações e margens.
  • Perspectiva otimista da MBRF3: confiança na expansão internacional e estabilidade com maior demanda por produtos halal.

  • Ibovespa fechou em alta de 0,55%, aos 146.969 pontos, com destaque para ações da indústria e consumo, lideradas por Usiminas.
  • Usiminas (USIM5) subiu 10,12% após anunciar possível retomada do pagamento de dividendos, o que foi bem recebido pelo mercado.
  • MBRF (MBRF3) registrou alta de 6,92% com plano de reestruturação de operações Halal e criação da joint venture com a Arábia Saudita.
  • Magazine Luiza (MGLU3) teve recuperação de 5,69%, impulsionada por previsão de boas vendas de fim de ano e revisão positiva nas recomendações.
  • Outras altas relevantes incluem: CSN (3,36%), CVC (3,91%), Auren Energia (2,79%), Assaí (2,19%) e Eneva (2,70%).

  • Índices dos EUA em alta: S&P 500 alcança nova máxima devido ao otimismo em relação à trégua com a China.
  • Renovação de recordes no Ibovespa: Influenciado por fatores políticos internos e o cenário internacional, o índice brasileiro atingiu novos picos.
  • Fatores políticos impactando o mercado: Movimentos de Lula e Trump criam expectativas que afetam diretamente as bolsas.
  • Ação da Vale em queda: Apesar do cenário positivo geral, as ações da Vale recuaram, justificando atenção para investidores do setor de mineração.
  • Impulsos externos influenciando negativamente: O mercado internacional segue sendo um vetor de movimento, exemplificado pelo impacto das relações EUA-China.

  • Índices de Wall Street renovaram recordes históricos impulsionados por expectativas de acordo comercial EUA-China e corte de juros nos EUA.
  • S&P 500 fechou acima dos 6.800 pontos pela primeira vez, destacando o otimismo do mercado.
  • Expectativa de corte de juros nos EUA com 97,8% de chance de redução de 0,25 ponto percentual, a ser decidida na reunião do Fed dia 29.
  • Ações da Qualcomm subiram mais de 15% após anúncio de novos chips de IA, intensificando a concorrência com a Nvidia.
  • Paralisação do governo dos EUA continua sem resolução, podendo impactar a divulgação de dados econômicos futuros, como a inflação.

  • Dólar em queda: A moeda americana caiu para R$ 5,37, refletindo a situação no mercado externo e eventos políticos.
  • Impacto político relevante: O encontro entre Lula e Trump gerou um otimismo inesperado que influenciou o câmbio.
  • Influência do exterior: O movimento do dólar também segue tendências internacionais que beneficiam economias emergentes.
  • Sensibilidade a novidades políticas: Traders devem monitorar eventos políticos globais que possam afetar o cenário cambial.
  • Oportunidade de investimento: A queda do dólar pode apresentar boas oportunidades de ação no mercado de câmbio.

  • Ibovespa registra novo recorde: O índice encerrou o pregão em alta de 0,55%, aos 146.969,10 pontos, renovando seu recorde de fechamento.
  • Alta intradiária do Ibovespa: Durante a sessão, o Ibovespa atingiu a máxima intradiária histórica de 147.976,99 pontos.
  • Dólar em queda: O dólar à vista caiu 0,41%, fechando em R$ 5,3703, beneficiado pelas expectativas de acordos comerciais.
  • Altas e baixas notáveis: Ações da Usiminas subiram mais de 10%, enquanto Raízen caiu após rebaixamento da Fitch. MBRF e Petrobras se destacaram positivamente.
  • Cenário internacional otimista: Wall Street encerrou em alta com expectativas de acordo EUA-China, e cortes nas taxas dos EUA no radar. BCE e acordos comerciais globais são aguardados.

  • Taxas longas de DIs: As taxas longas apresentaram queda, o que pode indicar tendência de menor custo para financiamentos a longo prazo.
  • Queda do dólar: A desvalorização da moeda americana frente ao real impactou o cenário financeiro, favorecendo a queda nas taxas de juros.
  • Projeções do Focus: Houve ajustes nas projeções econômicas do Focus, o que pode influenciar expectativas de inflação e política monetária.
  • Contratos curtos estáveis: Contratos de juros de curto prazo mantiveram-se praticamente estáveis, sugerindo que as expectativas de curto prazo não sofreram alterações significativas.
  • Impacto para traders: Movimentos nas taxas de juros e no câmbio devem ser monitorados, pois afetam diretamente as estratégias de investimento e especulação no mercado financeiro.

  • Produção de Dezembro: A Opep+ deve aprovar um aumento modesto de produção de 137 mil barris por dia em dezembro, mantendo ajustes mensais.
  • Histórico de Ajustes: Desde abril, as metas foram elevadas em 2,7 milhões bpd, refletindo quase metade dos cortes cumulativos prévios de 5,85 milhões bpd.
  • Influências Geopolíticas: Sanções aos produtores russos e pressões da Arábia Saudita estão moldando negociações e afetando preços do petróleo.
  • Impacto nos Preços: O aumento na oferta tem potencial para pressionar os preços, com sanções russas trazendo volatilidade ao mercado.
  • Reunião Decisiva: A reunião oficial acontecerá no domingo, com o anúncio esperado logo após, impactando contratos futuros e previsibilidade de mercado.

  • Dólar em queda: O dólar à vista (USDBRL) caiu 0,41% nesta segunda-feira, fechando a R$ 5,3703, pressionado por alívio nas tensões comerciais EUA-China e expectativas de cortes nos juros nos EUA.
  • Tensão comercial EUA-China: Os EUA retiraram a ameaça de tarifas de 100% sobre importações chinesas, aumentando o apetite ao risco e fortalecendo moedas emergentes.
  • Expectativa de corte de juros nos EUA: 97,8% de chance de redução de 0,25 ponto no próximo encontro do FOMC, influenciando negativamente o dólar.
  • Movimento do Banco Central do Brasil: O BC realizou operações de venda de dólares e swaps cambiais reversos, injetando liquidez sem alterar cotações.
  • Contexto político e econômico: No Brasil, projeções de inflação em queda e negociações comerciais com os EUA em foco, após encontro entre Trump e Lula.

  • Data de Divulgação dos Resultados: Banco do Brasil (BBAS3) divulgará os resultados do 3T25 em 12/11/2025, após o fechamento do mercado.
  • Período de Silêncio: Entre 28/10 e 12/11, o banco entra em período de silêncio, garantindo transparência e igualdade de informação para investidores.
  • Live de Apresentação: A apresentação dos resultados ocorrerá em 13/11/2025, às 9h, detalhando indicadores como lucro líquido e margem financeira.
  • Impacto no Mercado: O período ajuda analistas a revisarem projeções e focarem nos indicadores de desempenho, preparando estratégias com base no cenário econômico.
  • Expectativas e Estratégias: A live também será crucial para definir expectativas de curto prazo e avaliar o impacto das estratégias de adaptação econômica e expansão do banco.

  • Vice-presidências criadas e unificação de áreas: WEG anuncia reestruturação estratégica, criando novas vice-presidências e unificando áreas de negócios para otimizar recursos e expansão internacional.
  • Desempenho das ações: Papéis da WEG (WEGE3) sobem 1,76% após anúncio de ajustes na diretoria e resultados sólidos do 3T25.
  • Resultados financeiros robustos: Lucro líquido de R$ 1,65 bilhão e receita de R$ 10,271 bilhões no 3T25 fortalecem confiança no crescimento sustentável da empresa.
  • Novas lideranças e foco estratégico: Mudanças executivas incluem a criação de novas diretorias para fortalecer vendas internacionais e inovação, reforçando competitividade.
  • Confiança do mercado e perspectivas: Investidores veem reestruturação e resultados financeiros como indicativos de crescimento sólido, beneficiando as ações WEGE3.

  • Petróleo em Queda: Preços do petróleo fecharam em baixa devido a incertezas nas expectativas em relação ao Federal Reserve e ao encontro entre Trump e Xi Jinping.
  • Tensões EUA-China: Negociações comerciais entre os EUA e a China são observadas de perto pelos investidores, influenciando os mercados globais.
  • Conflitos Rússia-Ucrânia: Continuação das tensões geopoliticas entre Rússia e Ucrânia cria volatilidade nos mercados europeus e de commodities.
  • Expectativas sobre o Fed: Decisões futuras do Federal Reserve são críticas para definir o rumo das taxas de juros e o impacto nos ativos de risco.
  • Análise de Oferta e Demanda: Avaliação dos riscos na oferta e demanda do petróleo continua sendo um fator crucial para as decisões de investimento.

  • Reação do mercado: A publicação do livro de memórias de Virginia Giuffre reacendeu a controvérsia em torno do príncipe Andrew, afetando a percepção pública da monarquia e possivelmente influenciando ativos relacionados ao Reino Unido.
  • Impactos políticos: A hostilização de Rei Charles em razão das acusações contra seu irmão pode ter implicações políticas internas, potencialmente afetando a estabilidade política e o mercado.
  • Sentimento do consumidor: A imagem da família real pode ser impactada negativamente, afetando setores que dependem do turismo e da confiança pública no Reino Unido.
  • Movimentação de ativos: Traders devem estar atentos a possíveis impactos em ações relacionadas a hotéis e turismo no Reino Unido devido a mudanças na percepção pública.
  • Análise de risco: A instabilidade na imagem da monarquia deve ser considerada na avaliação de riscos ao investir em ativos diretamente ligados à economia britânica.

  • Projeção de Inflação de 2025: Economistas do Banco Central ajustaram a projeção de inflação de 2025 de 4,70% para 4,56%, com a meta sendo 3% e tolerância de 1,5 ponto percentual.
  • Indicadores Econômicos: O IBC-Br registrou alta de 0,4% em agosto, enquanto o PIB anual foi de 2,6%, e 3,2% no acumulado de 12 meses.
  • Mercado de Trabalho: 147.358 novos empregos formais foram criados em agosto, totalizando 1.501.930 no ano, um crescimento de 3,18% desde dezembro de 2024.
  • Ajuste nas Expectativas: A prévia da inflação do IBGE surpreendeu com alta de 0,18% em outubro, acumulando 4,94% em 12 meses, abaixo das projeções de 0,24% e 5%.
  • Impacto nos Preços: Corte de 4,9% nos preços da gasolina anunciado pela Petrobras deverá impactar o IPCA nas próximas leituras.

  • Crescimento em Vendas em Shoppings: As vendas consolidadas de shoppings cresceram 10,8% no 3T25 em relação ao 3T24, impulsionadas pelo maior fluxo de consumidores e desempenho positivo de marcas de luxo.
  • Desempenho Positivo em Incorporação: As vendas contratadas em incorporação atingiram R$ 399,7 milhões, com um aumento de 5,8%, destacando o avanço em empreendimentos de alto padrão.
  • Movimento das Ações JHSF3: As ações da JHSF (JHSF3) subiram 0,48% durante o pregão, refletindo o otimismo do mercado com os resultados operacionais sólidos da companhia.
  • Foco Estratégico em Rentabilidade: A JHSF mantém foco em segmentos de maior margem, como hospitalidade, shoppings e incorporação de luxo, fortalecendo sua posição competitiva e reduzindo a volatilidade.
  • Perspectivas de Crescimento para 2025: Investidores esperam que a JHSF mantenha sua trajetória de crescimento, com a estabilidade da demanda de alta renda sustentando as operações em shoppings e incorporação.

  • Queda nos Futuros de Petróleo: Contratos de petróleo WTI caíram 0,31% para US$ 65,31 e Brent recuou 0,46% para US$ 64,90.
  • Eventos Chave à Frente: Investidores aguardam decisão de juros do Fed e encontro entre Trump e Xi Jinping.
  • Relações EUA-China: Trump menciona chance de acordo comercial e possível visita à China.
  • Impactos Geopolíticos: Alertas sobre testes de mísseis nucleares da Rússia e tensão no Leste Europeu afetam mercados.
  • Riscos de Oferta e Demanda: Pressão dos mercados de petróleo devido a riscos de excesso de oferta e demanda global frágil.
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