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Mostrando 1121 a 1160 de 24515 notícias

  • Ouro supera US$ 5 mil: O ouro voltou a negociar acima de US$ 5 mil por onça-troy após uma decisão judicial nos EUA e divulgação de dados de inflação.
  • Decisão da Suprema Corte: A decisão contra tarifas comerciais aumenta incertezas econômicas, potencialmente afetando a trajetória dos juros americanos.
  • Reação do mercado: Na Comex, ouro para abril subiu 1,67%, encerrando a US$ 5.080,9; prata também disparou, com alta de 6,07%.
  • Foco no Federal Reserve: Autoridades indicam necessidade de inflação atingir 2% antes de cortar juros, prolongando incertezas monetárias.
  • Ativos defensivos em alta: A procura por ouro como proteção patrimonial aumenta, refletindo busca por segurança em meio à volatilidade.

  • Valorização Semanal: O petróleo subiu mais de 5% na semana devido a tensões geopolíticas, com WTI acumulando +5,7% e Brent +5,2%.
  • Prêmio de Risco Adicionado: O mercado incorporou um prêmio de risco no preço do petróleo, variando de US$ 7 a US$ 10 por barril, ligado a possíveis conflitos no Oriente Médio.
  • Cenário Geopolítico: Temores de uma ofensiva dos EUA contra o Irã podem interromper a oferta global de petróleo, influenciando os preços.
  • Preço do Barril no Fechamento: O WTI fechou a US$ 66,48 e o Brent a US$ 71,30, apesar da estabilidade diária.
  • Possibilidade de Alta no Barril: Consultorias indicam que, em um cenário extremo de escalada geopolítica, o preço do barril pode se aproximar de US$ 100.

  • Alerta do Irã: Trump alertou o Irã sobre a necessidade de um acordo nuclear, o que pode afetar o mercado de petróleo e influenciar o câmbio.
  • Queda do Dólar: O dólar caiu para R$ 5,17, atingindo seu menor valor em 21 meses.
  • Motivo da Queda: A desvalorização ocorre após a derrubada das tarifas comerciais impostas por Trump.
  • Impacto para Traders: É importante monitorar a continuidade dessa tendência de queda e possíveis intervenções governamentais.
  • Reflexo nos Mercados: A queda do dólar pode favorecer setores exportadores brasileiros, enquanto impacta negativamente empresas com dívida em dólar.

  • Suprema Corte dos EUA anula tarifas de Trump: Decisão declara tarifas sem aprovação do Congresso inconstitucionais, afetando tarifas do Dia da Libertação de 2025.
  • Impacto para o Brasil: Taxas sobre exportações brasileiras, como aço, permanecem, mas redução geral das sobretaxas pode beneficiar setores exportadores, especialmente o agrícola.
  • Reação de Trump: Anunciou um plano B para reimpor tarifas globais de 10% em três dias, desafiando decisão da Suprema Corte.
  • Opinião de especialistas: Harrison Gonçalves destaca potencial para novas parcerias e oportunidades no setor agrícola; a decisão pode ser positiva para exportadores.
  • Posição legal de Trump: Consultoria aponta que substituir tarifas com acordos comerciais é legalmente mais seguro, mas limitado pela alíquota máxima de 15% e duração de 150 dias.

  • Dólar em queda: A moeda norte-americana recuou 0,99%, encerrando cotada a R$ 5,1766, movimento impulsionado pela decisão da Suprema Corte dos EUA sobre tarifas.
  • Impacto nos DIs: As taxas dos depósitos interfinanceiros caíram, com destaque para o DI de janeiro de 2028, que fechou em 12,54%, recuando 7 pontos-base.
  • Treasure Yields: Nos EUA, os rendimentos dos Treasuries subiram, com o Treasury de dez anos avançando 1 ponto-base para 4,086%.
  • Reação do mercado: A decisão judicial intensificou a busca por ativos de risco, enquanto Trump propôs medidas alternativas para impor tarifas.
  • Expectativa de política monetária: A probabilidade de manutenção da taxa pelo Fed em junho aumentou para 46,2%, enquanto a chance de corte caiu para 45,6%.

  • Ações da Azul (AZUL53) disparam até 60% devido às expectativas positivas em relação à saída do processo de recuperação judicial Chapter 11.
  • Processo de reestruturação está em suas etapas finais, sinalizando avanços significativos na recuperação da companhia aérea.
  • Expectativas de mercado aumentam conforme a conclusão do processo se aproxima, beneficiando outros players do setor, como a Embraer.
  • Possível impacto positivo no setor aéreo brasileiro caso a Azul finalize com sucesso seu processo de recuperação.
  • Movimentações das ações da Azul podem gerar oportunidades de curto prazo para traders interessados em ações do setor aéreo.

  • Expectativa de Corte na Selic: A ata do Copom em janeiro indica um possível corte de 0,5 ponto percentual na Selic em março. Isso levou a um aumento das apostas de queda nos juros futuros.
  • Mudanças nas Apostas e Vencimentos: Instituições ampliaram posições em contratos de prazos curto e intermediário, com a estratégia se estendendo até janeiro de 2029.
  • Impacto no Mercado: O Citi e o BNP Paribas seguiram aplicados em juros no Brasil, apostando em um novo rali devido à expectativa de cortes na Selic.
  • Riscos Considerados: Os riscos de inflação alta e políticas monetárias mais rigorosas são elementos críticos nas estratégias adotadas por bancos como o Citi.
  • Estratégias de Curto Prazo: Gestoras como Kinea e Bradesco Asset estão utilizando estratégias de curto e médio prazo para navegar pelas mudanças nas curvas de juros.

  • Queda nas Taxas: A taxa do DI para janeiro de 2028 caiu 7 pontos-base, fechando em 12,54%.
  • Decisão Judicial: Suprema Corte dos EUA derrubou tarifas impostas por Trump, influenciando a queda nas taxas.
  • Impacto Mercadológico: Movimentos no mercado de juros futuros refletem resposta positiva dos investidores à decisão.
  • Ajuste Anterior: Taxa anterior estava em 12,613%, representando uma queda significativa no ajuste diário.
  • Expectativas de Traders: Decisão pode sinalizar possíveis tendências de desvalorização das taxas futuras de juros.

  • Pagamento de R$ 0,48 por ação em JCP: A Petrobras iniciou o pagamento aos acionistas nesta sexta-feira com valor aprovado de R$ 0,48 por ação.
  • Data de Corte: Apenas investidores que possuíam PETR4 em 22/12/2025 têm direito ao JCP.
  • Ajuste Após Proventos: Queda leve das ações refletiu ajuste natural, com PETR4 recuando 0,50% a R$ 37,62 às 13h34.
  • Impacto Técnico: Parte do valor de proventos saiu da cotação, gerando correção técnica temporária no preço das ações.
  • Ex-direitos: As ações passaram a ser negociadas ex-direitos a partir de 23 de dezembro.

  • China menos propensa a comprar soja dos EUA: Após a Suprema Corte derrubar tarifas, analistas duvidam de novas compras de soja pela China, mesmo com pressões de Trump.
  • Queda nos preços da soja: Preço do contrato mais negociado de soja caiu após alta recente de 8,49%, destacando a volatilidade influenciada pela retórica comercial.
  • Concorrência do Brasil: Safra brasileira abundante torna a soja do Brasil mais barata, reduzindo a competitividade dos suprimentos dos EUA, especialmente sem tarifas.
  • Incerteza para futuros acordos comerciais: Decisão judicial levanta questões sobre estratégias futuras de tarifas e como elas afetarão a dinâmica EUA-China.
  • Monitoramento atento dos desenvolvimentos: Traders vão observar de perto mudanças na política tarifária e decisões de compra de soja da China, impactando diretamente as negociações.

  • Petróleo fecha estável: Apesar das tensões, o petróleo fechou perto da estabilidade.
  • Aumento semanal significativo: O barril teve uma alta de 5% na semana devido a tensões no Oriente Médio.
  • Tensões EUA-Irã: As tensões entre os Estados Unidos e o Irã contribuem para a volatilidade do mercado de petróleo.
  • Projeção de US$ 100: O mercado projeta o preço do barril de petróleo a US$ 100 devido a prêmios de risco.
  • Indicadores econômicos mistos: Sinais diversos da economia dos EUA também afetam o mercado de petróleo.

  • Migração para Novo Mercado: A Axia (AXIA3) está migrando para o Novo Mercado da B3, indicando melhorias na governança corporativa.
  • Unificação de Ações: Haverá uma unificação das classes acionárias, resultando apenas em ações ordinárias (ON) com o princípio de "uma ação, um voto".
  • Proteção aos Minoritários: Todos os acionistas terão os mesmos direitos políticos, fortalecendo a proteção aos acionistas minoritários.
  • Redução de Distorções: A conversão das ações preferenciais para ordinárias deve reduzir distorções de governança, melhorando a visão de risco corporativo.
  • Melhora no Valuation: A Genial Investimentos projeta que essas mudanças podem aumentar gradualmente a percepção de valor de AXIA3.

  • Recomendação e preço-alvo: O Banco Safra iniciou cobertura de M. Dias Branco (MDIA3) com recomendação neutra e preço-alvo de R$ 29 em 12 meses.
  • Cenário de curto prazo: Possível alívio no curto prazo devido à estabilização de commodities agrícolas e câmbio mais comportado, melhorando margens operacionais.
  • Desafios estruturais: O setor enfrenta baixo crescimento, competição intensa e dificuldades para repassar preços ao consumidor, limitando o potencial de crescimento.
  • Impacto das commodities: Forte exposição a trigo e outras commodities, além de variação cambial, pode restringir expansão de margens ao longo do tempo.
  • Liberalidade na recomendação: A casa opta por um viés neutro, indicando incerteza quanto à consistência dos resultados futuros da empresa.

  • Cyrela vende frações de bonificação: Finaliza leilão na B3 com a venda de 35.916 ações referentes a frações não creditadas.
  • Leilão na B3: Negociação realizada para regularizar frações remanescentes de bonificação.
  • Distribuição proporcional: Valor arrecadado será repassado proporcionalmente aos acionistas que tinham direito às frações.
  • Impacto neutro para estratégia: Processo é operacional e não altera a estratégia corporativa.
  • Estrutura de capital mantida: Conclusão do processo regulariza posição acionária da Cyrela (CYRE3).

  • Recomendação do Bradesco BBI: Porto Seguro (PSSA3) tem recomendação rebaixada de compra para neutra, com preço-alvo de R$ 57, representando um potencial de alta de quase 9%.
  • Avaliação de múltiplos e prevalência de preço: Múltiplo justo de P/L calculado em 8,8 vezes, inferior ao P/L atual de 9,5 vezes, sugerindo que os benefícios estratégicos já estão precificados.
  • Revisão de estimativas de lucro: Projeções de lucro para 2026 e 2027 foram revisadas para baixo devido a um ambiente setorial desafiador e provisões mais elevadas no Porto Bank.
  • Ambiente competitivo: Forte concorrência no segmento de seguro auto pode limitar o crescimento dos prêmios, com índice de sinistralidade esperado em 59,5%.
  • Resultados recentes: Lucro líquido no quarto trimestre de 2025 foi de R$ 838,7 milhões, alta de 25% em relação ao ano anterior, com expectativa de resultado financeiro de R$ 1,4 a R$ 1,8 bilhão para 2026.

  • Guararapes aprova aumento de capital: O valor do aumento de capital foi de R$ 6,78 milhões.
  • Exercício de opções por executivos: A operação resulta do exercício de opções de compra de ações por executivos como parte de um plano de remuneração em ações.
  • Sem novos investidores: O aumento de capital não envolve oferta pública nem a entrada de novos investidores.
  • Diluição para acionistas: Pode ocorrer uma leve diluição para acionistas atuais, embora geralmente seja pequena.
  • Alinhamento de interesses: A operação busca alinhar os interesses da gestão com o desempenho das ações no longo prazo.

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  • EUA e Ibovespa sobem: O mercado apresentou entusiasmo após a decisão da Suprema Corte dos EUA.
  • Dólar em queda: A valorização do real frente ao dólar foi impulsionada pelas notícias recentes sobre tarifas.
  • Trump anuncia novas tarifas: Apesar de ameaçar com novas taxas, a reação de Trump não impediu o otimismo do mercado.
  • Decisão da Suprema Corte: Impactou positivamente o mercado americano, refletindo em alta nas bolsas.
  • Reação dos investidores: Mostraram-se otimistas com a possibilidade de redução nas tensões comerciais.

  • Suprema Corte dos EUA declara inconstitucional o "tarifaço" de Donald Trump, abrindo espaço para mudanças nas tarifas comerciais dos EUA.
  • Decisão favorece produtos agropecuários brasileiros, possibilitando a diminuição ou eliminação de tarifas de 10% a 40% sobre exportações aos EUA, como café, uva e carne bovina.
  • Alívio potencial para o agronegócio brasileiro, oferecendo maior competitividade e recuperação de margens nas exportações para o mercado norte-americano.
  • Os traders devem monitorar possíveis ajustes contratuais no setor agropecuário, com foco na safra 2026/27, em função da decisão dos EUA.
  • Cenário oferece oportunidades na recomposição de indicadores financeiros e de volume para exportadores e produtores do agronegócio.

  • Dividendo Ajustado: Allos (ALOS3) ajusta dividendo para R$ 0,29248 por ação após mudança no número de ações em tesouraria.
  • Data de Pagamento: Pagamento dos dividendos está previsto para 3 de março de 2026.
  • Alteração Contábil: Ajuste no dividendo devido à alteração na quantidade de ações em circulação, mantendo o montante total distribuído.
  • Impacto para Investidores: Mesmo valor total distribuído, mas valor unitário por ação mudado; atenção à posição em carteira na data-base.
  • Relevância do Ajuste: Alterações são comuns em empresas com programas de recompra e não impactam o caixa distribuído.

  • Decisão da Suprema Corte dos EUA: Considerou ilegais as tarifas de Donald Trump, o que impacta imediata e favoravelmente o Brasil e outros países parceiros comerciais.
  • Base Legal Enfraquecida: A Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) não autoriza tarifas, minando a fundamentação do tarifaço contra o Brasil.
  • Posição Brasileira: Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, vê a decisão como resultado de apelo ao multilateralismo e diálogo, validando estratégia de ação via OMC.
  • Comentário de Lula: O presidente brasileiro destaca a importância de evitar conflitos como a nova Guerra Fria com China e EUA, defendendo respeito ao território dos países.
  • Ações Futuros dos EUA: Apesar do revés judicial, os EUA iniciaram investigações sob a Seção 301 para potencialmente aplicar sanções futuras, buscando manter pressão comercial.

  • Polo Capital reduz participação: A Polo Capital diminuiu sua participação acionária na Tenda (TEND3) para 19,8% com 24,27 milhões de ações.
  • Uso de derivativos: Cerca de 4,2 milhões destas ações estão em derivativos, sugerindo uma valorização tática da posição.
  • Ajuste estratégico: Este movimento pode indicar um ajuste estratégico na exposição ao risco pela Polo Capital.
  • Monitoramento de posições: Alterações de participação, especialmente de grandes fundos, são monitoradas por possíveis indicações de mudança na percepção de risco.
  • Atenção ao setor e juros: Traders devem seguir as tendências do setor imobiliário e as mudanças nas taxas de juros, que impactam diretamente o desempenho das ações.

  • Powell sob pressão: Investigação em andamento pelo Departamento de Justiça dos EUA sobre Jerome Powell, atual chair do Fed.
  • Sucessão no Fed: Trump anunciou Kevin Warsh como potencial sucessor de Powell, a ser confirmado quando o mandato de Powell terminar em maio.
  • Expectativa de juros: Trump sugeriu que os juros deveriam cair substancialmente, o que pode influenciar a política monetária futura.
  • Impacto no mercado: Mudanças potenciais na liderança do Fed e na direção da política de juros podem afetar o mercado financeiro.
  • Estratégias de trading: Monitorar declarações de Trump e decisões do Fed para antecipar movimentos nos mercados de juros e moeda.

  • A decisão da Suprema Corte dos EUA revogou as principais tarifas comerciais impostas por Trump.
  • Indices Nasdaq Composite e S&P 500 subiram 0,9% e 0,6% após a decisão, indicando otimismo nos mercados.
  • Ações de tecnologia, como Amazon e Alphabet, tiveram alta significativa; Amazon subiu 2,39% e Alphabet 3,71%.
  • Analista recomenda compra de ações de tecnologia por estarem subvalorizadas, com destaque para Amazon e Alphabet.
  • Empiricus liberou gratuitamente acesso à carteira recomendada de 10 melhores ações internacionais para o momento.

  • A China impôs cotas à carne bovina brasileira, levando a uma corrida entre frigoríficos para garantir espaço dentro da cota já no início do Ano Novo Chinês 2026.
  • Oferta restrita de animais e demanda externa aquecida sustentam preços do boi gordo, com o indicador Cepea/Esalq atingindo 8,21% de alta no ano.
  • Pedro Fernando Iglesias alerta sobre riscos de esgotamento da cota até agosto/setembro de 2026, podendo impactar o mercado no último quadrimestre.
  • Sugere-se uso de hedge na B3 para travar margens, visto que a previsão é de que os preços do boi gordo poderiam atingir no máximo R$ 370/arroba em 2026.
  • A diversificação de mercados é essencial para reduzir a dependência da China, uma prioridade do Ministério da Agricultura em 2026.

  • Preço do Ouro: Ouro ultrapassa a marca de US$ 5.000 devido a eventos recentes, importante para traders monitorarem potenciais ajustes.
  • Decisão Judicial: A Suprema Corte dos EUA tomou decisão contra as tarifas de Trump, impulsionando o mercado de ouro.
  • Inflation Data and Fed: Atenção aos dados de inflação e posicionamento do Federal Reserve, aspectos cruciais para avaliação futura do ouro.
  • PCE Impact: Indicador de preços do consumidor (PCE) também influencia o movimento observado no mercado do ouro.
  • Oportunidades de Traders: Traders devem ficar atentos às volatilidades causadas por essas novidades para estratégias de curto/médio prazo.

  • Suprema Corte dos EUA derruba tarifas: Promove apetite ao risco, com alta nos índices de Nova York e rendimentos dos Treasuries.
  • Flutuações no câmbio: Dólar perde força, enquanto euro e libra se valorizam; impacto no mercado cambial global.
  • Mercado de commodities: Petróleo recua sob tensões geopolíticas, enquanto ouro se mantém estável e cobre avança.
  • Ibovespa quebra recorde: Sobe 0,42% aos 189.317 pontos, impulsionado por decisão dos EUA e PMIs positivos na Europa.
  • Ações em destaque: Bancos e Vale (VALE3) sobem; CSN (CSNA3) avança com potencial venda de divisão de cimentos.

  • Trump anuncia tarifa global de 10%: Medida válida por 150 dias substitui tarifas derrubadas pela Suprema Corte.
  • Base legal: Tarifa imposta sob a Seção 122 da Lei Comercial de 1974, permitindo ações rápidas sem investigações.
  • Reação do mercado: Novas tarifas podem causar volatilidade, investidores devem monitorar possíveis retaliações comerciais.
  • Investigações sob a Seção 301: Início de investigações de práticas comerciais desleais, o que pode afetar negociações e parcerias comerciais.
  • Expectativa de impacto econômico: Apesar do limite de tempo, tarifas podem influenciar balança comercial e entesouramento dos EUA.

  • Operação Normal dos Portos: Portos exportadores de grãos da Argentina retomaram operação normal após greve.
  • Impacto da Greve: Greve paralisou portos por dois dias, afetando a saída de, pelo menos, 12 navios.
  • Reforma Trabalhista Aprovada: Câmara dos Deputados da Argentina aprovou nova reforma trabalhista, que visa atrair investimentos.
  • Desdobramentos Políticos: Reforma foi promovida pelo presidente Javier Milei e enfrenta resistência sindical; ainda precisa de ratificação pelo Senado.
  • Relação com Exportações: Argentina é um dos principais exportadores mundiais de grãos, o que torna a situação relevante para o mercado de commodities.

  • Rebaixamento para B2: Moody’s rebaixou o rating da CSN (CSNA3) para B2, que é considerado especulativo, aumentando o risco percebido.
  • Perspectiva negativa: A classificação negativa sugere risco de novos cortes se a estrutura financeira não melhorar a curto prazo.
  • Aumento no custo de financiamento: Com o rebaixamento, espera-se que o custo de captação da empresa suba, afetando seu caixa e flexibilidade financeira.
  • Dependência da melhoria financeira: A recuperação do rating depende da redução do endividamento e melhoria na geração de caixa.
  • Possível impacto para investidores: A deterioração ou estabilização futura do rating pode afetar a confiança dos investidores e bancos.

  • BBAS3 pagará R$ 400,4 milhões em JCP - Banco do Brasil anuncia distribuição de Juros sobre Capital Próprio referente ao 1º trimestre de 2026.
  • Pagamento em 11 de março - Valor por ação será de R$ 0,07014, agendado para 11 de março, proporcionando fluxo recorrente de retorno aos acionistas.
  • Benefícios fiscais e tributação - JCP traz benefício fiscal ao banco, mas há retenção de 15% de IR na fonte para o investidor.
  • Complementação de R$ 1,2 bilhão em fevereiro - Além deste pagamento, o Banco do Brasil já havia anunciado R$ 1,2 bilhão em JCP adicional.
  • Atração de investidores focados em renda - Distribuição de proventos em ritmo elevado atrai investidores, aumentando a previsibilidade de retorno.

  • Data da Tarifa: Trump anunciou que uma tarifa global de 10% será imposta ainda nesta sexta-feira.
  • Implicações Econômicas: Traders devem ficar atentos ao impacto econômico deste movimento, potencialmente afetando empresas exportadoras.
  • Mercado de Ações: O anúncio pode causar volatilidade no mercado de ações, especialmente em setores que dependem fortemente de comércio exterior.
  • Reação Internacional: Avaliar a resposta de outros países pode dar pistas sobre tendências futuras e ajustes no comércio global.
  • Petróleo Venezuelano: Trump exaltou o petróleo da Venezuela, possivelmente influenciando o mercado de commodities focado em petróleo bruto.

  • Déficit do BRB: O BRB enfrenta um déficit estimado em R$ 5 bilhões devido a provisões ligadas a ativos herdados do Banco Master.
  • Negociação com a Caixa: A Caixa Econômica Federal negocia a compra de carteiras de crédito originadas pelo próprio BRB para aliviar a situação financeira.
  • Foco em ativos saudáveis: A proposta da Caixa envolve adquirir apenas carteiras consideradas saudáveis, evitando riscos associados a créditos do Banco Master.
  • Injeção de liquidez: A operação proporcionaria liquidez imediata, permitindo ao BRB organizar seu balanço e reduzir a pressão no curto prazo.
  • Apoio adicional do Distrito Federal: Existe avaliação de um possível apoio financeiro adicional envolvendo o Distrito Federal, mas sem avanços concretos até o momento.

  • Suprema Corte dos EUA derruba tarifas amplas: Por 6 votos a 3, a decisão limita o uso da lei de emergência para impor tarifas.
  • Impacto nos mercados internacionais: Potencial alívio em tensões comerciais pode afetar mercados globais, trazendo mais previsibilidade.
  • Oportunidades de reembolso: Expectativa de discussões sobre possíveis reembolsos das tarifas pagas anteriormente.
  • Reação e políticas futuras: Monitorar a resposta da administração atual dos EUA e ajustes em políticas comerciais.
  • Efeito sobre o Brasil: Potencial impacto positivo para exportações brasileiras e setores afetados pelas tarifas.

  • Ibovespa reage timidamente: O índice não mostrou grande variação após a Suprema Corte dos EUA considerar ilegais as tarifas de Trump.
  • Ações da Taurus disparam: A empresa viu suas ações subirem 12,45% para R$ 5,87, após ser uma das mais afetadas pelas tarifas devido à alta dependência do mercado dos EUA.
  • Suprema Corte derruba tarifas: As tarifas de Trump foram consideradas ilegais, mas ainda existe a possibilidade de reconstrução parcial das medidas tarifárias através de outras leis.
  • Possíveis novas medidas tarifárias: Existem dispositivos legais como as seções 301 e 122 da Lei de Comércio de 1974 que podem servir para reinstauração das tarifas.
  • Impacto sobre a política de Trump: As tarifas são um pilar da política econômica de Trump, que enfrentam desafios judiciais, mas buscam alternativas para manutenção.

  • Antecipação de Contribuições: Bancos terão que antecipar até 84 meses de contribuições ao FGC, começando com 60 meses em 2026.
  • Impacto no Lucro: Efeito projetado no lucro dos bancos em 2026 varia entre 0,4% (Nubank) e 1,9% (Banco do Brasil).
  • Contribuição Extraordinária: Além da antecipação, haverá uma contribuição anual extraordinária de 6 pontos-base, impacto pequeno no capital de nível 1.
  • Negociações com BC: Bancos estudam usar depósitos compulsórios e esperam possível waiver regulatório para minimizar custo econômico.
  • Reação Esperada: Caso não haja alívio regulatório, espera-se que bancos acelerem eficiência e ajustem preços de crédito para manter ROE.

  • Bolsas europeias em alta: A maioria das bolsas europeias fecharam em alta após decisão da Suprema Corte dos EUA sobre tarifas de Trump.
  • Ações de semicondutores sobem: A ASML Holding subiu 1,4%, ASM International 1,3% e BE Semiconductor 6,8% após notícias sobre as tarifas.
  • Setor de luxo em destaque: LVMH e Hermès dispararam 4,4% e 3,6%, respectivamente, com a decisão tarifária.
  • Resultados positivos para Anglo American: Ações subiram 1,33% em Londres impulsionadas por bons resultados.
  • Dados macroeconômicos positivos: PMIs da zona do euro, Alemanha e Reino Unido surpreenderam positivamente, indicando melhora na demanda interna.

  • Dívida Alta: CSN enfrenta dívida próxima a R$ 40 bilhões e busca sobreviver através da venda de ativos, com destaque para a CSN Cimentos.
  • Venda Estratégica: J&F, holding dos irmãos Batista, está interessada na compra da CSN Cimentos por cerca de R$ 10 bilhões, enquanto a CSN busca entre R$ 16 bilhões e R$ 18 bilhões.
  • Impacto Financeiro: A venda poderia gerar R$ 4,3 bilhões em caixa, cobrindo 12% da dívida líquida prevista para 2025 e aliviando a pressão da dívida no curto prazo.
  • Risco de Crédito: Moody’s e Fitch rebaixaram a nota de crédito da CSN, alertando para o risco aumentador de refinanciamento devido à atual queima de caixa e futuros vencimentos significativos.
  • Análise de Futuro: A operação é vista como crucial para a desalavancagem e fortalecimento da liquidez. Contudo, medidas adicionais serão necessárias para enfrentar os vencimentos de dívida de 2028 em diante.

  • O dólar opera em queda de 0,82%, cotado a R$ 5,1841, movimento alinhado com o desempenho global da moeda.
  • Decisão da Suprema Corte dos EUA derruba tarifas de Trump, potencialmente beneficiando empresas exportadoras e aumentando a volatilidade cambial.
  • Impacto sobre o real e a inflação brasileira: A decisão pode fortalecer o real, ajudando a conter preços dolarizados e influenciar o controle inflacionário.
  • Oportunidades para empresas exportadoras: Empresas brasileiras focadas em exportação para os EUA podem ver benefícios, principalmente nos setores agrícola e de aço.
  • Perspectiva de longo prazo: A remoção das tarifas sugere um cenário favorável para a globalização e mercados emergentes, impactando positivamente a Bolsa brasileira.

  • A C&A (CEAB3) cai 3,46% às 14h10, renovando mínima de R$ 12,79, após três pregões de alta.
  • A discussão sobre o fim da escala 6x1 pode elevar custos trabalhistas em 10%, impactando o Ebitda entre 8% e 18%.
  • Empresas com margens apertadas, como a C&A, são mais vulneráveis a esse cenário, levando a ajustes no prêmio de risco.
  • Renner (LREN3) recua 0,06% e Riachuelo (RIAA3) desce 0,38%, alinhadas à pressão setorial.
  • Mesmo com a pressão nas varejistas, o Ibovespa apresenta leve alta de 0,09%, atingindo 188.707 pontos.
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