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Mostrando 1241 a 1280 de 18226 notícias

  • Bolsas de Valores: A bolsa de valores da Venezuela subiu mais de 16%.
  • Catalisador do Movimento: O salto ocorreu após um ataque dos EUA e a deposição de Nicolás Maduro.
  • Reação do Mercado: 26 ações fecharam com ganhos e duas ficaram estáveis.
  • Sentimento dos Investidores: A notícia trouxe otimismo e influenciou positivamente o mercado local.
  • Oportunidades de Negociação: Traders devem monitorar a continuidade dessas mudanças políticas para identificar oportunidades de investimento na bolsa venezuelana.

  • Dólar encerra o dia em queda a R$ 5,40, refletindo a reação do mercado à prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelos EUA.
  • Ação dos EUA sobre Nicolás Maduro ocorreu durante a madrugada de sábado, gerando tensões políticas regionais.
  • Variação cambial significativa com impacto direto no mercado, incentivando operações de compra e venda no day trade.
  • Possível volatilidade para moedas emergentes devido ao aumento das tensões geopolíticas após a prisão de um chefe de estado.
  • Monitorar notícias sobre desdobramentos políticos e outras reações internacionais, que podem impactar futuros movimentos cambiais.

  • Mudança Política na Venezuela: A prisão de Nicolás Maduro e possível mudança de regime podem reacender interesse em ativos de petróleo no país, criando oportunidades assimétricas.
  • Opção da Maha sobre Campo Petrourdaneta: A Maha Capital, através da Starboard, detém uma opção de compra de 40% deste campo até maio, com um custo total de US$ 10 milhões.
  • Potencial de Produção: Atualmente o campo produz 2 mil barris/dia, mas com revitalização, pode crescer para 40 mil barris/dia em quatro anos. Este é um campo com um histórico de alta produção.
  • Reservas e Valoração: Com 1 bilhão de barris em reservas estimadas, o campo poderia valer US$ 750 milhões. A participação da Maha seria avaliada em US$ 300 milhões, superando seu valor de mercado atual.
  • Estratégia de Venda: A Maha não pretende operar o campo, mas vender a participação. A Chevron é vista como potencial compradora, dada a possibilidade de sinergias operacionais.

  • Alta nos preços do petróleo: Petróleo Brent subiu 1,66% fechando a US$ 61,76, enquanto WTI teve alta de 1,74%, a US$ 58,32.
  • Impacto Geopolítico: Ação militar dos EUA na Venezuela fomentou tensões e aumentou as preocupações sobre o fornecimento global.
  • Persistente Incerteza no Mercado: Citi alerta que riscos de oferta podem sustentar preço do Brent acima de US$ 60/barrel nas próximas semanas.
  • Influência da Opep+: Cartel decidiu manter produção inalterada nos próximos meses, afetando potencialmente o equilíbrio de oferta e demanda.
  • Perspectiva de Investimento EUA: Interesse declarado no petróleo venezuelano pode a longo prazo resultar em impulso de baixa para o mercado.

  • Impacto Inicial: As ações da Minerva (BEEF3) caíram 3,35% devido a restrições da China às importações de carne bovina.
  • Exposição ao Mercado Chinês: Minerva é a mais exposta, com 59% da receita do 3T25 vinda da China, sendo a mais afetada pelas sanções.
  • Estratégia de Curto Prazo: Minerva pode explorar operações na Argentina e Uruguai para contornar restrições, mas solução de longo prazo é incerta.
  • Exploração de Novos Mercados: Brasil deve buscar abrir mercados como Indonésia, Japão e Coreia do Sul para minimizar impactos das restrições chinesas.
  • Comparativo de Empresas: JBS e MBRF estão sofrendo menos devido à diversificação geográfica e foco em produtos de maior valor agregado.

  • Crescimento dos preços: Brent e WTI avançam cerca de 1,7%.
  • Fator de influência: Incertezas sobre a produção de petróleo venezuelana.
  • Causa principal: Captura de Maduro impacta mercado.
  • Impactos para traders: Avaliar riscos relacionados a fluxos de petróleo da Venezuela.
  • Reação do mercado: Ações dos EUA podem influenciar futuros movimentos de preço.

  • Impacto na Petrobras (PETR4): Ações das petroleiras brasileiras caem após invasão dos EUA na Venezuela e possível retorno de empresas americanas ao mercado venezuelano, o que pressiona a oferta de petróleo no médio e longo prazo.
  • Aura Minerals (AURA33) em destaque: Ações da mineradora avançam cerca de 6% na sessão, impulsionadas pela alta de preços dos metais preciosos e incertezas globais.
  • Ouro em alta: Metal atinge novas máximas históricas, negociado a US$ 4.428,75 por onça-troy, com alta de 2,29%, refletindo tensões geopolíticas crescentes.
  • Oportunidade em Aura Minerals: A empresa é bem avaliada por analistas, estando na carteira recomendada do BTG Pactual, com perspectivas de crescimento e sólido pagamento de dividendos.
  • Estabilidade financeira da Aura Minerals: Baixa alavancagem e diversificação de ativos reduzem riscos operacionais, enquanto avaliação descontada sugere potencial de reprecificação das ações.

  • Taxa DI Janeiro 2028: Caiu para 12,99% após ajuste de 13,043% na sessão anterior, indicando tendência de queda nos juros futuros.
  • Motivação da Queda: Diminuição das tensões após reação inicial ao ataque dos EUA à Venezuela, que antes havia pressionado as taxas.
  • Impacto Geopolítico: Eventos internacionais, como conflitos, podem ter efeitos diretos nas taxas de juros e devem ser monitorados.
  • Oportunidade de Negociação: Observe a volatilidade nas taxas de DI como oportunidade para estratégias de trading de curto prazo.
  • Sentimento do Mercado: Fique atento a possíveis reações do mercado a desdobramentos futuros na geopolítica que possam impactar novamente as taxas.

  • Ações da Petrobras em queda: As ações PETR3 e PETR4 da Petrobras recuaram 1,89% e 1,66%, respectivamente, devido à possibilidade de aumento da produção de petróleo da Venezuela.
  • Reservas de petróleo da Venezuela: Com 303,8 bilhões de barris, a Venezuela pode impactar preços globais ao reestruturar sua capacidade produtiva após a intervenção dos EUA.
  • Necessidade de investimento e política: Produção venezuelana para níveis de 2005 requer acordos políticos e significativos investimentos estrangeiros.
  • Potencial efeito limitado na Petrobras: Apesar das mudanças, o custo competitivo de extração da Petrobras pode atenuar impactos nos preços baixos do petróleo.
  • Intervenção dos EUA: Prisão de Nicolás Maduro e planos americanos para investir na infraestrutura venezuelana podem reconfigurar o mercado energético.

  • Ação Militar nos EUA: O dólar reagiu à deposição de Nicolás Maduro na Venezuela por ação militar dos EUA, gerando incertezas sobre o impacto nas commodities.
  • Queda do Dólar à Vista: O dólar à vista (USDBRL) caiu 0,37%, fechando a R$ 5,4055, influenciado por dados econômicos dos EUA.
  • DXY em Declínio: O índice DXY, que mede o dólar frente a seis moedas globais, caiu 0,16%, refletindo o enfraquecimento da atividade industrial nos EUA.
  • Impacto Geopolítico Breve: O Citi prevê que o impacto da intervenção na Venezuela será curto, sem afetar a estratégia estrutural para ações latino-americanas.
  • Expectativas de Inflação: O Boletim Focus do Banco Central ajustou ligeiramente a projeção de inflação de 2026 para 4,06%, enquanto o IPCA de 2025 foi revisado para 4,31%.

  • Axia: Analistas cortaram o preço-alvo dos ativos, mas mantiveram a recomendação.
  • Auren: Preço-alvo revisado para baixo; recomendação continua intacta.
  • Copel: Redução no preço-alvo sem alteração na recomendação dos analistas.
  • Engie: Não foi mencionada corte no preço-alvo como nas outras, mas está incluída na projeção revisada.
  • Estratégia para Traders: Considerar manutenção de posição devido à continuidade da recomendação, mesmo após cortes de preço-alvo.

  • Maduro declara-se inocente: Nicolás Maduro e sua esposa Cília Flores se declararam inocentes das acusações de narcoterrorismo em um tribunal de Nova York.
  • Data do tribunal marcada: Próxima audiência sobre o caso de Maduro está agendada para 17 de março, fator que pode influenciar a estabilidade política da região.
  • Interesse dos EUA no petróleo venezuelano: A captura de Maduro impulsionou as ações de petrolíferas dos EUA, com Trump explicitando desejos de acesso às reservas de petróleo da Venezuela.
  • Resposta venezuelana: Em reação, o governo de Maduro ordenou a captura de apoiadores do ataque norte-americano, enquanto buscava possível cooperação com Trump.
  • Impactos geopolíticos: A operação de captura foi criticada por Rússia e China, e sua legalidade foi questionada, o que pode gerar volatilidade no mercado internacional.

  • Carteira sem mudanças: O Banco Safra manteve a mesma carteira recomendada de dividendos para janeiro de 2026, sem alterações.
  • Composição da carteira: Inclui ações de JBS (JBSS32), BB Seguridade (BBSE3), Itaú Unibanco (ITUB4), Bradesco (BBDC4), Petrobras (PETR4), Vale (VALE3), Gerdau (GGBR4), CPFL (CPFE3), Telefônica Brasil (VIVT3) e Copel (CPLE3).
  • Dividend Yield: Retorno previsto sobre dividendos para a carteira no mês de janeiro é de 8,8%.
  • Desempenho positivo em dezembro: A carteira superou o Índice Dividendos IDIV, com um ganho de 2,22% contra 1,46% do índice.
  • Performance anual robusta: Em 2025, a carteira obteve um retorno de 40,6%, superior ao IDIV (30,7%) e ao IBOV (34%).

  • Metais preciosos sobem: Ouro e prata registram aumento superior a 2% e 7%, respectivamente.
  • Busca por segurança: Conflitos e incertezas globais impulsionam a procura por ativos seguros.
  • Tensões geopolíticas: Ação na Venezuela intensifica preocupações, favorecendo alta nos metais preciosos.
  • Movimentos de mercado: A alta reflete a volatilidade e o interesse crescente em proteção contra riscos.
  • Monitoramento estratégico: Traders devem observar desenvolvimentos geopolíticos para ajustar estratégias com ouro e prata.

  • Investimentos em Tecnologia: O aumento dos investimentos em tecnologia, especialmente em inteligência artificial, pode pressionar os custos das empresas.
  • Impacto Inflacionário: Analistas destacam que a IA pode impulsionar a inflação, sendo um risco subestimado para 2026.
  • Revisão de Taxas de Juros: O aumento dos custos pode levar bancos centrais a reconsiderarem cortes de juros planejados.
  • Sentimento do Mercado: Investidores estão alertando sobre o risco inflacionário associado à tecnologia, o que pode influenciar decisões de alocação de ativos.
  • Foco em IA: 9 em cada 10 indústrias no Brasil já utilizam inteligência artificial, destacando seu impacto crescente na economia.

  • Expectativas de Inflação: O IPCA de 2026 subiu de 4,05% para 4,06%, permanecendo acima da meta, enquanto a projeção de 2025 recuou pela oitava semana seguida.
  • Selic: A taxa Selic continua elevada com expectativa de 12,25% em 2026, reforçando a leitura de juros altos no médio prazo.
  • Crescimento do PIB: Projeção de PIB para 2026 foi mantida em 1,80%, indicando um crescimento econômico tímido.
  • Projeção do Dólar: O câmbio se mantém estável com cotação projetada de R$ 5,50 para 2026, sem alterações há 12 semanas.
  • Pressões Inflacionárias: Estimativa de preços administrados para 2026 avançou levemente, apontando continuidade nas pressões inflacionárias.

  • Metais Preciosos em Alta: Ouro subiu 2,82% a US$ 4.451,5 e prata aumentou 7,94% a US$ 76,66 na Comex, refletindo um rali impulsionado por tensões geopolíticas e busca por segurança.
  • Contexto Geopolítico: A operação dos EUA na Venezuela e tensões persistentes no Leste Europeu fazem os investidores reverem riscos globais, impactando a demanda por metais preciosos.
  • Análise de Risco: Fatores bullish beneficiaram o ouro, mas a Forex.com alerta para um possível arrefecimento no longo prazo, apesar da corrida atual por ativos de segurança.
  • Implicações para Mercados: Aumento da influência política dos EUA na Venezuela abre leitura de potencial aumento de pressão sobre a China, impactando negociações de outros ativos.
  • Outros Metais em Alta: Platina avançou 6,94% a US$ 2.285,20 e paládio subiu 4,38% a US$ 1.765,60, demonstrando um movimento generalizado de alta em metais preciosos.

  • Ações de petroleiras em queda: As petroleiras brasileiras caem na B3 apesar da alta do Brent; BRAV3 -4,44%, PRIO3 -2,06%, PETR3/PETR4 em baixa e RECV3 -0,36%.
  • Petróleo sobe no curto prazo: Brent avança 0,67% a US$ 60,16 e WTI 0,8% a US$ 57,78, devido à incerteza sobre produção venezuelana após intervenção dos EUA.
  • Riscos de oferta futura: Mercado precifica possível aumento da oferta global com reabertura do setor petrolífero venezuelano.
  • Impacto estrutural negativo esperado: Analistas veem impacto estrutural negativo para preços a médio e longo prazo, com aumento potencial da produção venezuelana.
  • Sensibilidade das petroleiras: BRAV3 é a mais sensível a quedas de preços; PRIO é preferida por baixo custo e flexibilidade; Petrobras enfrenta desafios de investimento e risco político.

  • Captura de Nicolás Maduro e Cilia Flores: A operação dos EUA na Venezuela resultou na captura de Nicolás Maduro e sua esposa, impactando a geopolítica do petróleo.
  • Intervenção petrolífera dos EUA: Donald Trump planeja enviar empresas petrolíferas americanas para a Venezuela, o que pode aumentar a oferta de petróleo no mercado.
  • Mudanças na produção de petróleo: Apesar de maior previsibilidade e potencial aumento na produção, espera-se que os efeitos nos preços sejam sentidos apenas no médio prazo.
  • Impacto nas ações das petroleiras: As ações das petrolíferas dos EUA, como Chevron e Exxon, estão em alta, enquanto as ações da Petrobras e outras petroleiras brasileiras estão em queda.
  • Influência da OPEP e situação da Venezuela: A OPEP+ manteve a produção inalterada e, apesar dos desafios no setor petrolífero da Venezuela, a confiança nas instituições do país é crucial para contratos de longo prazo.

  • Prisão de Maduro gera alta do dólar: O dólar subiu em relação ao real após a prisão de Nicolás Maduro pelos EUA, aumentando a aversão ao risco.
  • Movimento global favorece dólar: A tensão geopolítica na América Latina elevou o dólar no mercado internacional, com impacto direto no câmbio brasileiro.
  • Dólar futuro e à vista tiveram alta: Às 9h04, o dólar à vista subia 0,09% a R$ 5,428, enquanto o dólar futuro avançava 0,24% a R$ 5,468.
  • Banco Central atua para reduzir volatilidade: Anunciado leilão de 50 mil contratos de swap cambial para rolagem de vencimentos, buscando reduzir a volatilidade.
  • Declarações de Trump aumentam a incerteza: Trump ameaça novos ataques e ações contra países latino-americanos, mas dados dos EUA ainda têm peso maior na influência do dólar.

  • Google permite alteração de endereços @gmail.com: O Google está liberando gradualmente uma opção para usuários alterarem seus endereços de e-mail no domínio @gmail.com, quebrando uma regra de longa data.
  • Impacto inicial na Índia: A funcionalidade já aparece na página de suporte em hindi, sugerindo um lançamento inicial no mercado indiano, mas ainda não foi anunciada oficialmente.
  • Manutenção do e-mail antigo: O e-mail antigo não é excluído e continua a funcionar como um "apelido", possibilitando que e-mails sejam recebidos e mantidos no mesmo inbox.
  • Condições e limites: Após a troca, o novo endereço não pode ser alterado ou excluído por 12 meses, e é limitado a três mudanças por conta.
  • Sem impacto nos dados: Não haverá perda de dados com a mudança; o histórico e conteúdo permanecerão intactos enquanto ambos endereços podem ser usados para login.

  • Atualização da carteira da Empiricus: Itaú (ITUB4), Cosan (CSAN3) e Prio (PRIO3) incluídos entre as 10 ideias para lucros em 2026.
  • Perspectivas para o Ibovespa: Expectativa de continuidade no bom desempenho em 2026 devido ao enfraquecimento do dólar e aumento da liquidez global.
  • Foco em Direcional (DIRR3): Aumento de exposição após uma correção de -23% em dezembro, visto como uma oportunidade devido à sua forte performance operacional.
  • Redução de posição em Itaú (ITUB4): Apesar da redução, mantém peso importante devido à eficiência elevada e valuation atrativo.
  • Ações em setores variados: Recomendações incluem papéis como Prio (PRIO3) e Cosan (CSAN3), proporcionando equilíbrio setorial no portfólio.

  • Bolsas dos EUA sobem: A alta foi motivada por notícias de menor risco em ações relacionadas à Venezuela.
  • Ibovespa tateia 162 mil pontos: Apesar de algumas baixas, o índice chegou próximo a essa marca significativa.
  • Desempenho das ações da Petrobras (PETR4): Ações como a PETR4 apresentaram queda, afetando o índice geral.
  • Investidores monitoram riscos globais: Traders estão atentos a desdobramentos internacionais que possam impactar os mercados.
  • Tendências de curto prazo: Foco dos traders está em oportunidades de alta nos índices externos e ajustes no Ibovespa.

  • Confiança nas decisões do Banco Central: As principais entidades financeiras reiteram apoio às decisões técnicas do Banco Central, destacando sua importância para a estabilidade do mercado.
  • Independência do Banco Central: Preservar a independência do BC é visto como crucial para manter um sistema financeiro sólido e resiliente.
  • Desempenho técnico do Banco Central: O BC é reconhecido por exercer seu papel de forma técnica, prudente e independente, garantindo a solvência e integridade do sistema financeiro.
  • Inspeção do TCU no Banco Central: O Tribunal de Contas da União solicita investigação detalhada das decisões do BC, especialmente no caso da liquidação do Banco Master.
  • Urgência e sigilo na investigação: O TCU enfatiza a necessidade de uma inspeção urgente e sigilosa no BC, cobrindo atos de supervisão e resolução de 2019 a 2025.

  • Ações pós-captura de Maduro: Títulos da Venezuela e PDVSA dispararam após captura de Nicolás Maduro, fomentando esperanças de transição política e futura reestruturação da dívida.
  • Valorização dos bonds em default: Preços mais que dobraram nos últimos meses, indo de 23 a 33 centavos por dólar, com uma possível recuperação até 50-60 centavos, embora o risco permaneça.
  • Preços refletem incertezas políticas: Apesar de ganhos recentes, fundamentos econômicos frágeis persistem; opcionalidade política agora precificada pelo mercado.
  • Restrição de reestruturação: Dívida de US$ 154 bilhões precisa de reorganização; reestruturação só é viável com um governo legítimo e apoio do FMI.
  • Impacto na liquidez e apetite por risco: Liquidez ainda baixa, mas o apetite por risco cresce após a flexibilização das sanções ao trading secundário em 2023.

  • Alíquotas do IPVA 2026 em SP: As alíquotas permanecem em 4% para automóveis, 2% para motocicletas, caminhonetes, micro-ônibus, ônibus e maquinário pesado; 1,5% para caminhões e 1% para veículos de locadoras.
  • Isenções de IPVA: Veículos com mais de 20 anos, elétricos, híbridos até R$ 250 mil, movidos a hidrogênio, e veículos a gás estão isentos. A proposta para isentar motocicletas até 150 cilindradas ainda aguarda aprovação.
  • Opções de pagamento: Desconto de 3% para pagamento em cota única em janeiro; cota única sem desconto em fevereiro; parcelamento em até 5 vezes de janeiro a maio, sem desconto.
  • Vencimentos de acordo com a placa: O pagamento varia conforme o final da placa, com datas distintas para cota única e parcelas. Caminhões possuem calendário específico com mais parcelamentos.
  • Formas de pagamento: Pagamento via instituições bancárias credenciadas e Pix estão disponíveis, sendo o último uma opção para quitação imediata através de QR Code no site da Sefaz-SP.

  • Volatilidade nos Preços do Petróleo: A captura de Nicolás Maduro pelos EUA pode aumentar a volatilidade nos preços do petróleo, impactando o Brent com maior risco de queda.
  • Impacto na Brava (BRAV3): A Brava é mais sensível a quedas no Brent devido à sua elevada alavancagem, com potencial de desvalorização acelerada.
  • Perfil da Prio (PRIO3): A XP indica que a Prio é uma opção preferida, possuindo uma margem de segurança significativa em relação aos impactos negativos no preço do Brent.
  • Aumento Potencial da Oferta: Possível crescimento da oferta venezuelana, contribuindo para o excesso de oferta estrutural previsto para 2026, conforme a XP e AIE.
  • Movimento das Ações: Às 15h, ações da Brava (BRAV3) caíam 6,12%, enquanto Prio (PRIO3) desvalorizava 2,27%, refletindo preocupações do mercado.

  • Inteligência artificial e robótica: São identificados como principais motores de crescimento, com investimentos combinados de US$ 400 bilhões em infraestrutura para IA e robôs neste ano, e previsão de US$ 250 bilhões em 2024.
  • Infraestrutura crítica: Data centers e redes de energia são estratégicos, com previsão de US$ 6,7 trilhões para data centers até 2030 e a necessidade de modernização de redes elétricas, especialmente nos EUA.
  • Avanços em biotecnologia: O setor deve atrair US$ 1,2 trilhão em investimentos até 2032, com destaque para medicamentos GLP-1, que têm potencial para tratar múltiplas doenças crônicas.
  • Cibersegurança e defesa: Com conflitos em alta, o mercado de cibersegurança deve saltar de US$ 215 bilhões em 2025 para US$ 432 bilhões até 2030, destacando a demanda crescente por proteção digital.
  • Minerais críticos: A escassez de minerais como lítio e cobre é preocupante, com previsão de investimento de US$ 900 bilhões até 2030 para evitar crises de abastecimento e suportar a transição tecnológica.

  • Troca na Carteira: Itaú BBA substituiu Direcional (DIRR3) por Caixa Seguridade (CXSE3) em sua carteira de dividendos para janeiro de 2026.
  • Desempenho em Dezembro: A carteira de dividendos teve retorno de 1,2%, ligeiramente abaixo do Ibovespa (+1,3%), mas encerrou o ano com retorno de 88,5%, superando o índice em 54,6 pp.
  • Ações em Destaque: Aura Minerals (AURA33) impulsionou o rendimento da Carteira Top 5 com um retorno de 30%, enquanto Allos (ALOS3) teve um crescimento de 1,2%.
  • Queda Notável: Ações de Direcional tiveram a maior queda na carteira, cerca de 16%, atribuída a uma correção de valuations no setor de Construção Civil.
  • Histórico de Performance: Desde janeiro de 2012, a carteira de dividendos acumulou um retorno de 765%, em comparação ao Ibovespa que obteve 185% no mesmo período.

  • Petróleo em queda: Ações de petroleiras caem devido ao temor de aumento da oferta global após invasão dos EUA na Venezuela, apesar do aumento dos preços do petróleo.
  • Aura Minerals em alta: Mineradora avança 6,52%, beneficiada por valorizações nos metais preciosos e permanece como destaque na carteira de small caps do BTG Pactual.
  • Ouro e prata em alta: Ouro atingiu US$ 4.428,75 a onça-troy (+2,29%) e prata, US$ 74,62 (+5,06%), favorecendo empresas expostas a metais preciosos.
  • Tensões globais aumentam: Incertezas geopolíticas afetam mercados com risco de novas incursões militares após invasão da Venezuela.
  • Oportunidades em Aura: Projetada para dobrar produção, com novos ativos e forte geração de caixa, mantendo-se uma recomendação forte por analistas.

  • BTG Pactual conclui aquisição do M.Y. Safra Bank: A compra permite ao banco atuar como instituição bancária nos EUA a partir de 2026.
  • Expansão no mercado dos EUA: Habilitado para oferecer serviços bancários completos, complementando suas atividades de corretora e gestora no país.
  • Foco em clientes de alto patrimônio: O M.Y. Safra Bank tem destaque em private banking e financiamentos imobiliários, alinhando-se à estratégia do BTG.
  • Resposta à demanda de serviços offshore: A aquisição suporta a internacionalização de investimentos de clientes brasileiros de alta renda.
  • Nova liderança: Kathleen Romagnano, ex-M.Y. Safra, assume como CEO das operações do BTG nos EUA.

  • Chevron lidera alta e chega a subir dois dígitos: As ações da Chevron (CHVX34) subiram até 10%, beneficiadas por sua presença contínua na Venezuela e autorização especial do governo dos EUA.
  • Exxon e Conoco também avançam, mas com cautela: Exxon (EXXO34) e ConocoPhillips (COPH34) tiveram alta, mas enfrentam disputas financeiras pendentes com a Venezuela.
  • Insegurança jurídica ainda limita novos investimentos: Empresas relutam em investir devido ao governo temporário venezuelano e a incertezas legais.
  • Exxon adota postura defensiva; Chevron mantém operações: Exxon aborda com prudência oportunidades na Venezuela, enquanto Chevron continua operando e exportando petróleo venezuelano.
  • Produção ainda deve levar anos para se recuperar: A infraestrutura degradada da Venezuela pode demorar anos para ser restaurada, impactando a oferta global de petróleo.

  • México renova por um ano o programa Pacic, garantindo isenção tarifária para carne de frango, beneficiando exportadoras como MBRF e JBS.
  • Aumento de tarifa na carne bovina e suína no México pode impactar marginalmente JBS, mas favorece exportadoras brasileiras em um saldo geral positivo.
  • México é um mercado importante para frango brasileiro, comprando um mix premium de cortes, enquanto Brasil terá limitado impacto no aumento tarifário de carne bovina.
  • EUA continuam com tarifa na carne bovina, mantendo escassez de oferta e favorecendo exportadores brasileiros no cenário atual.
  • Cotas e tarifas da China para carne bovina em 2026 incentivarão mudança nos fluxos de exportação, beneficiando Uruguai e Argentina em relação a Brasil e Austrália.

  • PRIO (PRIO3) lidera preferência: JPMorgan coloca PRIO como proteção ideal em cenários de petróleo barato, com baixo custo e capex flexível, suportando grande geração de caixa, mesmo com o Brent a US$ 55.
  • Petrobras (PETR4) perde atratividade: Rigidez de capex e compromissos estratégicos limitam a flexibilidade, tornando-a menos atrativa em ambiente de Brent mais baixo.
  • Brava (BRAV3) é mais vulnerável: Alta sensibilidade a quedas no Brent, com FCF projetado negativo e necessidade de investimentos contínuos, apesar de hedge ativo.
  • Impacto da Venezuela: Transição pós-Maduro pode aumentar produção e pressão sobre preços, afetando margens de empresas como PRIO e BRAV3.
  • Genial alerta sobre dividendos da Petrobras: Risco crescente na política de altos investimentos pode comprometer dividendos se Brent permanecer pressionado.

  • Acordo Petrobras-Vale: Parceria para fornecimento de diesel entre Petrobras e Vale, focada em operações da mineradora em Minas Gerais.
  • Combustíveis de Baixo Carbono: O contrato inclui desenvolvimento de negócios com diesel renovável e HVO, reduzindo emissões de carbono.
  • Estrategia de Mercado: Venda direta da Petrobras visa aproximação com consumidores finais, alinhada a estratégias de descarbonização.
  • Satisfação Mútua: CEO da Vale destaca fortalecimento da parceria, visando soluções inovadoras para operações mais eficientes e sustentáveis.
  • Testes e Cooperação: Colaborações em andamento desde 2023 e testes de combustíveis renováveis planejados para 2024.

  • TCU pode impedir BC de vender bens do Banco Master: O ministro Jhonatan de Jesus alerta para possível intervenção para preservar o valor da massa liquidanda na liquidação do banco.
  • Inspeção no BC: Técnicos do TCU realizarão inspeção in loco para verificar documentos relativos à supervisão do Banco Master, com foco em verificação de cumprimento regulatório.
  • Critério de motivação e coerência: Avaliação das decisões do BC sobre alternativas menos gravosas em operações financeiras e análise de divisões internas entre diretorias.
  • Cerco ao Banco Central e implicações legais: O TCU, com apoio do presidente da corte, aumenta pressão sobre decisões do BC, que podem levar a contestações judiciais por Daniel Vorcaro.
  • Indícios de fraudes de alto valor: BC comunicou ao Ministério Público sobre possíveis fraudes de R$ 11,5 bilhões vinculadas ao Banco Master envolvendo operações simuladas.

  • Santander fez três mudanças em sua carteira recomendada para janeiro, • excluindo ações da Multiplan (MULT3) e Sabesp (SBSP3), e ajustando o peso da Vale (VALE3) em 1 ponto percentual para cima.
  • Ações incluídas: Eneva (ENEV3) e Localiza (RENT3) foram adicionadas à carteira, devido a boas perspectivas de crescimento e destaque de cada empresa em seus setores específicos.
  • Eneva: O banco vê potencial de crescimento ainda substancial não refletido nas ações, estimando geração de R$ 9,2 bilhões a partir de expansão de projetos e aumento de receitas fixas.
  • Localiza: Identificada como Top Pick no setor de Transporte, com preço-alvo elevando de R$ 53 para R$ 69; expectativa de crescimento anual de 10% da receita e 15% do EBITDA até 2026.
  • Desempenho passado: Em dezembro, a carteira recomendada teve desempenho de 0,32%, inferior ao Ibovespa (1,91%). No acumulado de 2025, a carteira avançou 36,42%, comparado a 34,55% do índice de referência.

  • Prisão de Nicolás Maduro: Estados Unidos prenderam o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante a madrugada de sábado.
  • Impacto no Mercado: A notícia impactou diretamente o mercado de câmbio, levando o dólar a virar para queda.
  • Oportunidade de Venda: Comerciantes devem observar a retração do dólar como uma potencial oportunidade de venda a curto prazo.
  • Mudança de Sentimento: A prisão pode alterar o sentimento de risco no mercado, afetando moedas de países emergentes.
  • Reação Rápida: Traders devem agir rapidamente para capitalizar sobre a volatilidade aumentada no mercado de câmbio.

  • Estreia AUAU3: A União Pet (AUAU3) estreou na B3 com alta superior a 8%, refletindo otimismo inicial do mercado.
  • Recomendação XP: A XP reiterou recomendação neutra, citando a intensa concorrência apesar da fusão Petz e Cobasi.
  • Governança e lock-up: Governança, lock-up e acordos acionários proporcionam previsibilidade; a execução será crucial.
  • Sinergias e escalabilidade: A avaliação de sucesso futuro depende da execução das sinergias prometidas pela fusão.
  • Ambiente competitivo: Mesmo com aumentos de escala, o ambiente competitivo continua desafiador, justificando a postura cautelosa da XP.

  • Inauguração da unidade 2 mil: Smart Fit atingiu 2 mil unidades em 2025, marcando forte presença na América Latina.
  • Expansão futura: Planeja abrir mais de 340 novas unidades em 2026, incluindo expansão para a África com a primeira academia no Marrocos.
  • Desempenho financeiro: Crescimento de lucro de 40% em 2025, tornando-se destaque positivo entre analistas.
  • Recomendação e preço-alvo: Itaú BBA mantém recomendação de compra com preço-alvo de R$ 33 para as ações da Smart Fit.
  • Estimativas otimistas: Expectativa de lucro líquido de R$ 969 milhões em 2026 e R$ 1,3 bilhão em 2027, com perspectiva de rendimento de 11% ao ano para os acionistas.
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