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  • Lucro da Cyrela: A construtora Cyrela (CYRE3) reportou um lucro de R$ 682 milhões no quarto trimestre de 2025, com um aumento de 37% em relação ao ano anterior.
  • Crescimento da receita: A receita líquida da Cyrela cresceu 29% no período, totalizando R$3,2 bilhões.
  • Novo empreendimento: A empresa lançou um novo empreendimento, "In The Park", localizado no bairro Cidade Jardim, no Rio de Janeiro.
  • Impacto no mercado: O lançamento do empreendimento está gerando interesse, impactando positivamente a percepção do mercado sobre a empresa.
  • Atenção aos investidores: Traders devem monitorar o desempenho das ações CYRE3, dadas as significativas melhorias financeiras da empresa e os novos empreendimentos imobiliários.

  • Queda do Dólar: O dólar caiu para R$ 5,21, refletindo tendências externas e a melhora de outros ativos.
  • Desempenho Anual: No acumulado do ano, a moeda registra uma queda de 4,98%.
  • Acompanhamento do Exterior: A desvalorização segue movimentos internacionais, sugerindo uma influência global significativa.
  • Ativos em Alta: A melhoria nos ativos contribuiu para a queda da moeda, indicando uma confiança crescente no mercado.
  • Impacto para Traders: Monitorar o desempenho do real e as tendências globais pode ser essencial para decisões de investimento no curto prazo.

  • Desempenho Ações: As ações do PicPay (PICS) despencaram 22,49% na Nasdaq, negociadas a US$ 12,27, apesar de números financeiros fortes no primeiro balanço após estreia em Nova York.
  • Contexto Global: Cenário de aversão ao risco em pregão global devido a tensões no Oriente Médio, com alta no preço do petróleo influenciando negativamente mercados sensíveis ao risco.
  • Números Financeiros: Lucro líquido ajustado do PicPay atingiu R$ 188,2 mi no 4T25, superando guidance; receita líquida total cresceu 69% anual e 10% trimestral, puxada por maior penetração de crédito.
  • Estrategia de Crescimento: Para 2026, o PicPay foca em expansão da carteira de crédito e produtos garantidos; inadimplência deve subir refletindo mudanças no mix de produtos e maturação da carteira.
  • Visão dos Analistas: Bank of America e Citi mantêm recomendação de compra. Citi destaca eficiência ajustada abaixo de 50% e projeção de múltiplos de lucro atrativos para 2026 e 2027.

  • Ibovespa fecha em alta de 0,35%: O principal índice da bolsa brasileira encerrou o dia aos 180.270,62 pontos, após começar a sessão em queda.
  • Dólar à vista cai 0,59%: Fechamento a R$ 5,2156, refletindo movimento positivo para o real.
  • Ações da Hapvida e Eneva em destaque: HAPV3 subiu 14,98% devido a reação positiva aos resultados do 4T25, e ENEV3 avançou 3,90% em razão do leilão de reserva.
  • Decisões de política monetária emergem: Copom cortou Selic para 14,75% ao ano, e BCs internacionais mantiveram juros estáveis, destacando preocupações geopolíticas.
  • Mau humor no mercado internacional: Wall Street e Europa fecharam em queda devido a incertezas monetárias e geopolíticas, impacto do Banco Central da Inglaterra e BCE.

  • Queda significativa do ouro: O contrato futuro do ouro recuou 5,93%, fechando a US$ 4.605,70 por onça-troy, impactando seu papel tradicional de proteção.
  • Alta do petróleo e cenário inflacionário: O avanço do petróleo potencializa o risco de inflação, com possíveis juros elevados por mais tempo, afetando a atratividade do ouro.
  • Busca por liquidez: Investidores preferem liquidez, levando a uma venda generalizada de ativos, inclusive os considerados seguros como o ouro.
  • Impacto no setor de mineração: As ações de mineradoras caíram nos EUA, Europa e Brasil, refletindo o ajuste no setor de commodities metálicas.
  • Pressão adicional do dólar: O fortalecimento do dólar reduz a demanda global por ouro, provocando uma pressão extra sobre o metal.

  • Crise Energética Global: A guerra no Irã levou a uma alta nos preços do petróleo, atingindo US$ 120 por barril, o maior em quatro anos.
  • Interrupção no Estreito de Ormuz: Bloqueio cortou cerca de 8 milhões de barris diários do suprimento global, impactando diretamente os mercados de energia.
  • Impacto Econômico: O relatório da Oxford Economics sugere que um aumento prolongado pode diminuir o crescimento do PIB e potencialmente causar recessões locais se os preços alcançarem US$ 140 por barril.
  • Resposta dos Bancos Centrais: Federal Reserve e outros bancos centrais podem endurecer políticas de taxa de juros se os preços do petróleo permanecerem altos, pressionando a atividade econômica.
  • Potencial de Mitigação: Liberação de reservas de petróleo e alterações nas sanções são ações dos EUA para estabilizar o mercado, mas previsões indicam que oscilações continuarão dependendo do conflito.

  • Ações de Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3) sobem com a alta do petróleo, impulsionadas pelas tensões no Oriente Médio.
  • Ativos de energia ganham destaque na bolsa, refletindo o aumento da commodity e riscos de oferta global.
  • PETR3 registra alta de 1,94% e PRIO3 sobe 2,71% em meio a um cenário de tensão geopolítica.
  • Mercado de olho no Estreito de Ormuz, crucial para o transporte global de petróleo, com risco de impacto nos preços.
  • Setor de óleo e gás beneficia-se do cenário atual, com margens potencialmente melhoradas e fluxo de capital positivo.

  • Índices de Wall Street fecharam em queda: Dow Jones -0,44%, S&P 500 -0,27%, Nasdaq -0,28%.
  • Preços do petróleo perdem força: Caíram após chegarem a um pico de US$ 119 devido a tensões geopolíticas.
  • Conflitos impactam mercado de energia: Ataques do Irã no Oriente Médio elevam preocupações sobre suprimento.
  • Possível intervenção dos EUA: Governo considera liberar reservas estratégicas de petróleo para controlar preços.
  • Reações globais ao conflito: Europa e Japão condenam ataques iranianos e buscam estabilizar o mercado energético.

  • Preços do Petróleo em Alta: O WTI e o Brent atingiram máximas em dez dias, negociados a US$ 100,48 e US$ 119,13, respectivamente.
  • Mercado Volátil: Após máximas, o petróleo começou a cair no after market devido a declarações sobre o Estreito de Ormuz.
  • Impacto Geopolítico: Tensões no Oriente Médio continuam a influenciar a volatilidade nos mercados de petróleo.
  • Monitorar Fala sobre Ormuz: Traders devem ficar atentos a novos desdobramentos relacionados ao estreito, crucial para o transporte de petróleo.
  • Estratégias de Curto Prazo: Operadores devem considerar a alta volatilidade ao desenvolver estratégias de trading para a commodity.

  • Ibovespa reverte queda: O índice brasileiro voltou a subir após notícias relacionadas à guerra.
  • Mercados internacionais em baixa: Índices nos EUA continuam operando no vermelho impactados pela alta do petróleo.
  • Dólar em queda: A moeda americana apresenta desvalorização, o que pode afetar exportadores e importadores.
  • Alta do petróleo: O aumento dos preços do petróleo está pressionando os índices globais.
  • Impacto das tensões geopolíticas: Notícias sobre a guerra estão influenciando diretamente a volatilidade dos mercados.

  • Brasil ocupa a segunda posição no ranking mundial de juros reais, com uma taxa de 9,51% ao ano após a redução da Selic para 14,75%.
  • Decisão do Copom: Corte de 0,25 ponto percentual na Selic visa alinhar a inflação à meta e estabilizar o nível de atividade econômica.
  • Impactos Geopolíticos: Conflitos no Oriente Médio aumentam a incerteza global, influenciando preços de ativos e commodities, com potencial impacto na inflação.
  • Comparação internacional: Se tivesse reduzido a taxa em 0,50 ponto percentual, Brasil cairia para a quarta posição no ranking de juros reais.
  • Preservação da estabilidade: Corte na Selic busca assegurar estabilidade de preços e fomentar o pleno emprego em cenário adverso.

  • Dólar cai 0,59%: Fechou a R$ 5,2156 devido à diminuição dos preços do petróleo após Israel confirmar que não atacará novamente a infraestrutura do Irã.
  • DXY em queda: O índice DXY caiu 0,85%, atingindo 99,239 pontos, afetando a negociação do dólar em relação a moedas globais.
  • Política monetária: Fed manteve os juros, enquanto Copom reduziu a Selic de 15,00% para 14,75% no Brasil, influenciando o ambiente financeiro.
  • BCs mantêm juros: Japão, Reino Unido, Canadá e Zona do Euro não alteraram as taxas, com destaque para o BoE prevendo impacto inflacionário devido ao conflito no Oriente Médio.
  • Leilão de dólares pelo BC: Banco Central vendeu US$ 1 bilhão e 20.000 contratos de swap cambial reverso; impacto sobre a cotação do dólar considerado nulo.

  • Alerta de Abastecimento: Sindicom solicita ao governo que a Petrobras (PETR4) retome leilões de diesel e gasolina para evitar riscos ao abastecimento nacional.
  • Cortes de Fornecimento: Distribuidoras relatam aumento na demanda mas enfrentam cortes nas cotas de fornecimento de Petrobras, afetando planejamento operacional.
  • Impacto Global: Mercado enfrenta choque severo, elevando preços e aumentando competição internacional por suprimentos, conforme destacado pelo Sindicom.
  • Política de Preços: Incertezas na política de preços e cancelamento de leilões da Petrobras geram instabilidade no mercado doméstico de combustíveis.
  • Tensões no Setor: Governo busca conter alta do diesel, já tendo zerado tributos federais e instituído subvenção, em esforço de R$ 30 bilhões anual.

  • Dados fracos da China: A desaceleração da demanda chinesa pressionou o preço do minério de ferro e afetou negativamente as ações de mineração e siderurgia, incluindo a Vale (VALE3).
  • Realização de lucros: Investidores estrangeiros realizaram lucros devido à pressão de altos juros nos EUA e Brasil, intensificando o recuo das ações do setor.
  • Ações em queda: Vale (VALE3) caiu mais de 2%, enquanto Gerdau (GGBR4), CSN (CSNA3) e Usiminas (USIM5) também apresentaram quedas significativas, liderando as perdas do Ibovespa.
  • Juros elevados: A manutenção de juros altos nos EUA e sinais de pouco espaço para cortes no Brasil pesaram sobre ativos de risco, fortalecendo o dólar e pressionando o setor.
  • Cenário negativo para mineração e siderurgia: A combinação de demanda chinesa fraca, altos estoques e juros elevados cria um ambiente desafiador para o setor, afetando fortemente suas ações.

  • Preços do petróleo em alta: Brent sobe 1,18% para US$ 108,65 e WTI avança 0,09% para US$ 95,55.
  • Impacto geopolítico: Ataques do Irã afetam infraestrutura da QatarEnergy, ameaçando exportações de gás.
  • Tensão no Oriente Médio: Irã ataca refinaria saudita; escalada de conflito com possíveis consequências militares.
  • Ações internacionais: Países europeus e Japão tentam estabilizar mercado de energia através da liberação do Estreito de Ormuz.
  • Intervenção dos EUA: Governo pode liberar reservas estratégicas para conter aumento nos preços de energia.

  • Selic cortada para 14,75%: Banco Central realiza corte em linha com expectativas do mercado, sinalizando ajustes na estratégia de investimentos.
  • Renda fixa permanece relevante: Tesouro Selic, IPCA+ e prefixados se destacam; investidores devem buscar equilíbrio entre segurança e retorno.
  • Oportunidade em ações: Empresas com foco na economia doméstica e papéis ligados a juros ganham destaque; destaque para Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3) no setor de energia.
  • Atenção em FIIs e crédito privado: FIIs pouco impactados no curto prazo, enquanto o crédito privado requer seletividade, favorecendo empresas com caixa sólido.
  • Revisão de carteiras: Especialistas aconselham ajustes na alocação, aproveitando novas oportunidades no mercado de renda fixa e variável.

  • Ação do BBAS3: Banco do Brasil (BBAS3) próximo de R$ 30, porém Itaú BBA alerta para potencial de queda, com preço-alvo reduzido para R$ 23.
  • Projeções de lucro reduzidas: Itaú BBA ajusta projeção de lucro para R$ 21 bilhões, abaixo das expectativas do BB, destacando risco no setor agrícola.
  • Fluxo de capital estrangeiro: Alta das ações do BB impulsionada por fluxo estrangeiro para emergentes, mas sem fundamento sólido.
  • Recomendações alternativas: Itaú sugere compra de Bradesco (BBDC4) e Nubank (ROXO33), com maior visibilidade de lucro e momentum positivo.
  • Dificuldades no agronegócio: Pressão nas margens dos produtores e altas no petróleo e juros afetam negativamente a performance do Banco do Brasil.

  • Suspensão de Leilões: Petrobras (PETR4) suspendeu leilões de gasolina e diesel devido à reavaliação dos estoques, influenciando a dinâmica do mercado de combustíveis.
  • Impacto da Guerra: O conflito no Oriente Médio alterou a demanda e pressionou os preços, aumentando a instabilidade no mercado de combustíveis.
  • Distribuidoras Reagem: A suspensão dos leilões gerou reações das distribuidoras, que tinham importado combustíveis devido a preços internacionais competitivos antes da guerra.
  • Produção e Entregas: Petrobras aumentou entregas em 10% a 15% para atender o crescimento da demanda e mantém refinarias operando com alta capacidade.
  • Monitoramento de Preços: O mercado continua a observar possíveis impactos nos preços no curto prazo, com uma maior incerteza devido aos ajustes da Petrobras.

  • Eneva (ENEV3) em alta: Ações sobem 4,15%, atingindo R$ 25,31, e a empresa se aproxima de valor de mercado de R$ 50 bilhões.
  • Desempenho semanal: Eneva registra alta acumulada de 26,3%, destacando-se como o melhor desempenho do setor elétrico no Ibovespa.
  • Impacto do leilão: Eneva vence leilão de reserva de capacidade, assegurando 27% do volume contratado e prepara R$ 18 bilhões em investimentos até 2031.
  • Novos contratos: Garantia de 3,6 GW em nova capacidade e 1,7 GW em termelétricas já operacionais, com projetos em Sergipe, Ceará, Sudeste, Espírito Santo e Maranhão.
  • Perspectivas de crescimento: CEO da Eneva projeta futuras oportunidades de expansão no setor elétrico brasileiro, destacando a preparação da empresa para atender novas demandas até 2035.

  • Proteção com Hedge: PetroReconcavo protege 65% da sua produção com hedge entre US$ 60 e US$ 70 por barril, reduzindo riscos de volatilidade.
  • Geração de Caixa e Dividendos: Alta do petróleo pode aumentar geração de caixa e destravar o pagamento de dividendos.
  • Exposição ao Gás: Gás representa 40% da receita e 42% da exposição ao petróleo, beneficiando-se da alta no preço do barril.
  • Estratégia de Produção: A empresa mantém produção estável até 2026, com flexibilidade para ajustar em cenário de preços altos.
  • Cautela Diante da Incerteza: Manutenção de postura cautelosa para enfrentar incertezas no mercado, priorizando eficiência nos investimentos.

  • Lula sanciona lei para redução de alíquotas tributárias: Medida visa beneficiar indústrias químicas e petroquímicas com regime fiscal especial até 2027.
  • Orçamento do Reiq ampliado para R$ 3,1 bilhões: Inclui renúncia fiscal e incentivos para centrais petroquímicas e indústrias químicas.
  • Novas alíquotas de PIS e Cofins: Alíquotas de 0,62% e 2,83% para PIS e Cofins de março a dezembro de 2023, incluindo importações.
  • Impacto fiscal e previsão de arrecadação: Renúncia de R$ 3,1 bilhões compensada por ganhos projetados até 2026.
  • Abiquim celebra a medida: Espera-se recuperação na produção e competitividade da indústria química nacional.

  • Crescimento Rápido do E-commerce: O mercado de e-commerce surpreendeu com um aumento de 23% no GMV para cerca de R$ 450 bilhões em 2025.
  • Principais Plataformas em Foco: Mercado Livre, Shopee e Amazon lideram, com o Mercado Livre detendo 42% de participação e Shopee aumentando com 19%.
  • Expansões Estratégicas: Mercado Livre aumentou vendas reduzindo limite de frete grátis, e Shopee ajustou taxas de comissão para investir em logística.
  • Estratégias da Amazon: Implementação de "comissão zero" e incentivo de cashback para novos vendedores aumentam competitividade.
  • Entrada do TikTok Shop: TikTok Shop surge no mercado brasileiro com um GMV anual estimado em R$ 8 bilhões, equivalente a 1,6% de participação em 2026.

  • Bancos Centrais mantêm juros inalterados globalmente, destacando cautela devido a riscos geopolíticos e inflacionários.
  • Brasil inicia afrouxamento monetário, reduzindo a taxa Selic em 0,25 p.p. para 14,75%, o primeiro corte em quase dois anos.
  • Alta do petróleo continua a influenciar mercados, com conflito no Irã elevando preços e aumentando pressões inflacionárias.
  • Bancos Centrais prontos para reagir a pressões inflacionárias mais persistentes, especialmente no aumento de salários e energia.
  • Impacto no Brasil previsto como limitado no curto prazo, embora cenário inflacionário esteja se tornando levemente altista.

  • Crise de Preços de Energia: O governo brasileiro considera aumentar a mistura de biodiesel no diesel devido à crise de preços de energia causada pela guerra entre EUA e Israel contra o Irã.
  • Proposta de Mistura B20: Produtores de biodiesel estão prontos para uma mistura de 20% (B20), apesar dos testes necessários, conforme disse o ministro de Minas e Energia.
  • Impacto na Economia: A adoção da mistura B20 pode mitigar choques de preço no mercado interno, pois o biodiesel estaria mais barato que o diesel importado.
  • Pressão sobre o Governo: A iniciativa é acompanhada de preocupações inflacionárias relacionadas à demanda por óleo vegetal, mas a safra recorde de soja pode sustentar o aumento na produção de biodiesel.
  • Preços do Petróleo em Alta: Conflito no Oriente Médio elevou os preços do petróleo, impactando o custo do diesel importado pelo Brasil, que depende majoritariamente da Petrobras e importações.

  • Petróleo dos EUA apaga avanço: O preço do petróleo fechou em torno de US$ 96, eliminando ganhos anteriores.
  • Impacto nas Bolsas Americanas: As bolsas dos EUA reduziram perdas após o arrefecimento da alta do petróleo.
  • Influência nos mercados: Diminuição da alta do petróleo contribuiu para alívio nas pressões dos mercados.
  • Oportunidade para traders: Monitorar a relação entre o preço do petróleo e as movimentações das bolsas é essencial.
  • Perspectiva de curto prazo: O comportamento do petróleo pode continuar a influenciar a volatilidade das ações nos próximos dias.

  • Alexandre de Moraes determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre dados dos celulares de Frederick Wassef no caso de desvio de joias envolvendo Jair Bolsonaro.
  • A Polícia Federal (PF) identificou "eventos fortuitos" nos dados dos celulares de Wassef e sugere apuração em procedimento separado.
  • A PGR pediu arquivamento do caso, alegando falta de clareza legal sobre o recebimento de presentes por presidentes, mas deve se pronunciar sobre os dados enviados pela PF.
  • A PF concluiu indiciamentos de 12 pessoas, incluindo Bolsonaro e Mauro Cid, por crimes como peculato e lavagem de capitais relacionados ao desvio de presentes oficiais.
  • Os envolvidos foram indiciados por tentativa de peculato e associação criminosa, com acusações de desvio de joias e enriquecimento ilícito do ex-presidente Bolsonaro.

  • Queda Acentuada de GMAT3: As ações do Grupo Mateus (GMAT3) caíram 14,43% na B3, alcançando a mínima intradiária de R$ 4,03.
  • Resultados Financeiros: O lucro líquido foi de R$ 324,3 milhões no 4T25, com uma receita líquida de R$ 10,55 bilhões, mas o Ebitda recuou 3,1% em relação ao ano anterior.
  • Análise de Desempenho: Analistas consideram os números "fracos", devido a desaceleração na inflação de alimentos e consumo enfraquecido no Nordeste, especialmente com queda em vendas nas mesmas lojas.
  • Previsão para GMAT3: Itaú BBA prevê desafios contínuos para varejistas, sem alívio iminente, com fatores como aumento dos preços do petróleo potencialmente impactando a inflação de alimentos.
  • Recomendações: BTG Pactual mantém recomendação de compra com preço-alvo de R$ 9, enquanto Safra é neutro com preço-alvo de R$ 6. Itaú BBA também recomenda compra com alvo a R$ 9.

  • Previsão de duração do conflito: Economista do Itaú BBA prevê que a guerra no Oriente Médio pode durar até meados de abril, influenciando preços do petróleo e mercados globais.
  • Impacto nos preços do petróleo: Cotação do petróleo pode continuar subindo; controle norte-americano do Estreito de Ormuz poderia estabilizar preços, enquanto uma saída dos EUA mantém incerteza.
  • Impacto inflacionário no Brasil: Governo e Petrobras podem mitigar impactos, especialmente no diesel; expectativa é de impacto zero no IPCA caso medidas sejam mantidas.
  • Fatores cambiais: Real tem mostrado resiliência frente ao dólar, mantendo-se na faixa de R$ 5,20 a R$ 5,30, beneficiado por fatores como exportação de petróleo e altos juros.
  • Projeção de inflação: Se guerra não se prolongar, inflação no Brasil pode fechar em 3,8%, segundo o Itaú BBA; traders devem acompanhar a evolução do cenário político.

  • Declaração conjunta: França, Reino Unido, Alemanha, Itália, Holanda e Japão mostram disposição para normalizar mercados de energia e abrir o Estreito de Ormuz.
  • Efeitos no mercado: Fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã impacta mercados financeiros e provoca alta no preço do petróleo, afetando a economia global.
  • Conflito crescente: Escalada do conflito após ataques israelenses ao campo de gás do Irã, levando a retaliações contra a indústria de energia no Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes.
  • Pressão diplomática: Nações exigem que Irã cesse ataques e bloqueio do Estreito, destacando a importância da liberdade de navegação pelo direito internacional.
  • Relações internacionais: Governo iraniano mantém Estreito fechado para EUA, Israel e aliados; os ataques têm o apoio de potências europeias, exceto a Espanha.

  • Fim da patente do Ozempic: A patentaria da semaglutida expira em 20 de outubro, possibilitando maior concorrência no mercado.
  • Entrada de novas empresas: Outras farmacêuticas podem agora produzir medicamentos à base de semaglutida, com novas marcas oferecendo concorrência.
  • Impacto nos preços: Espera-se possível queda nos preços, porém não imediatamente, visto que novos medicamentos precisam ser aprovados pela Anvisa.
  • Investimentos e produção local: Empresas brasileiras como EMS estão investindo em produção local, com a EMS já inaugurando fábrica com capacidade significativa para canetas injetáveis.
  • Desafios para genéricos: Semaglutida é um biológico e seu equivalente será o biossimilar, podendo haver diferenças de preço e tecnologia em novas ofertas.

  • Ouro em queda: Preço do ouro caiu quase 6% devido à intensificação da guerra no Oriente Médio, impactando negativamente o metal.
  • Instabilidade geopolítica: A incerteza na região aumenta a volatilidade nos mercados, especialmente no que diz respeito a ativos de refúgio como o ouro.
  • Impacto nas estratégias de hedge: Traders devem reavaliar estratégias de hedge, uma vez que o ouro tradicionalmente percebido como porto seguro está sob pressão.
  • Atenção ao mercado de commodities: Monitorar outros ativos de commodities que possam ser influenciados pela mesma tensão geopolítica.
  • Potencial para oportunidades de compra: A queda significativa no preço do ouro pode representar oportunidades táticas de compra para traders que antecipam uma recuperação.

  • Decisão do governo: O governo Trump decidiu não restringir as exportações de petróleo e gás.
  • Pressão econômica: A decisão ocorreu apesar da pressão devido aos altos preços da gasolina.
  • Reunião executiva: Análise seguiu após reunião entre JD Vance e executivos do setor.
  • Impacto global: Há temor de novos choques globais de energia que influenciaram a decisão.
  • Relevância para traders: A manutenção das exportações pode impactar a oferta global e preços dos combustíveis no mercado.

  • Bolsas da Europa fecharam em forte queda: FTSE 100 caiu 2,35%, DAX caiu 2,76%, CAC 40 perdeu 2,03%, FTSE MIB recuou 2,32%, Ibex 35 caiu 2,27%, PSI 20 caiu 2,06%.
  • BCE e BoE mantêm taxas de juros inalteradas: Alerta sobre riscos de alta da inflação devido ao aumento dos preços de energia pelo conflito no Oriente Médio.
  • Revisão de projeções pelo BCE: Inflação projetada para 2026 revisada para 2,6%, crescimento do PIB da zona do euro reduzido para 0,9% este ano.
  • Ações de mineradoras e companhias aéreas em queda: Antofagasta e Fresnillo caíram 5,1% e 6,4%, Air France-KLM e Lufthansa caíram 6,2% e 5,7%, respectivamente.
  • Setores mais afetados: Recursos básicos, bancos e tecnologia registraram perdas de 2,7% a 4,2%. O setor de energia foi uma exceção, com alta de 1,5%.

  • Disruptions in Strait of Hormuz: Key oil route disruptions lead to Brent crude surpassing US$ 115/barrel, a weekly high after Iranian attacks on fuel facilities.
  • Potential Historic Oil Supply Shock: Escalation may lead to 20% global oil supply cut, surpassing previous crises like the 1973 Arab oil embargo.
  • Inflationary Pressures: Rising fuel prices may drive inflation, impacting interest rate cuts and economic activity, as seen with Brazil's cautious Selic rate decrease.
  • Commodities Supercycle Potential: Ongoing conflict may signal the start of a new commodities supercycle, with energy and agriculture showing early upward trends.
  • Investment Opportunities: Consider reallocating portfolios to include commodities, utilizing ETFs that include oil, mining, and agro companies for diversified exposure.

  • BB Investimentos rebaixou a recomendação da MBRF (MBRF3) de compra para neutra devido a resultados fracos do 4T25, com preço-alvo de R$ 28,60.
  • Lucro líquido de R$ 91 milhões no 4T25, uma queda acentuada de R$ 2,6 bilhões ano a ano, impactado por despesas financeiras e custos de fusão.
  • Deterioração dos indicadores financeiros, com destaque para alavancagem elevada, dívida líquida de R$ 43 bilhões, 3,3x o Ebitda ajustado.
  • Consumo de caixa de R$ 63 milhões no trimestre, com geração operacional de R$ 3,6 bilhões, mas alta de investimentos e despesas financeiras.
  • Queda acumulada de 15% em 2025 nas ações MBRF devido a preocupações setoriais e possíveis riscos geopolíticos e econômicos.

  • Recomendação do UBS BB: Analistas elevaram a recomendação do Nubank de "neutro" para "compra", com preço-alvo ajustado de US$ 17,20 para US$ 17,60, sugerindo uma valorização potencial de quase 26%.
  • Expansão de Limites de Crédito: O CLIP impulsionou uma expansão de 63% nos limites não utilizados, prevendo um crescimento contínuo nos empréstimos do Nubank.
  • Expansão no México: Nubank com 14,1 milhões de clientes e potencial de lucro de US$ 129 milhões se a relação empréstimos/depositos alcançar 50% no país.
  • Valuation Atrativo: Nubank negocia a 16,4 vezes o lucro estimado para 2026, um desconto em comparação à sua média histórica, com lucro de US$ 2,9 bilhões e ROAE de 30%.
  • Riscos Identificados: Possíveis impactos da alta inadimplência no Brasil, novos produtos que podem canibalizar outros créditos e custos de expansão são citados como riscos.

  • Eneva vê oportunidades de expansão: O CEO da Eneva, Lino Cançado, afirmou que o leilão de reserva de capacidade abre caminho para uma "nova onda de expansão".
  • Necessidade de mais capacidade: O Brasil precisará de mais capacidade firme no sistema elétrico até 2035, criando oportunidades para a Eneva.
  • Performance das ações: As ações ENEV3 subiram cerca de 4,11%, sendo negociadas a R$ 25,35.
  • Pipeline robusto: A Eneva possui um "pipeline robusto" de projetos térmicos e campanhas exploratórias de gás nas bacias do Amazonas e Paraná.
  • Financiamento estável: A empresa possui um fluxo de caixa robusto e espaço no balanço para suportar novos investimentos.

  • Queda acentuada no ouro: O ouro fechou com uma queda de quase 6%, chegando a derreter até 9% durante o pregão regular devido à intensificação do conflito no Oriente Médio.
  • Fortalecimento do dólar: O fortalecimento do dólar e a disparada nos preços do petróleo estão pressionando o mercado do ouro, afetando negativamente suas cotações.
  • Preocupações dos CTAs: Consultores de Negociação de Commodities (CTAs) continuarão vendendo no curto prazo, embora em escala modesta, apontando um cenário ainda desafiador para o ouro.
  • Influência do Oriente Médio: A queda nas compras institucionais pelos países árabes fragiliza ainda mais os preços do ouro, criando vulnerabilidades adicionais.
  • Potencial de queda: TD Securities alerta que o ouro ainda tem potencial para cair cerca de US$ 1 mil por onça, indicando riscos adicionais para os investidores.

  • Alertas de Abastecimento: Distribuidoras de combustíveis emitiram alertas sobre riscos no abastecimento no Brasil.
  • Leilões Cancelados: A Petrobras cancelou leilões de diesel e gasolina nesta semana, segundo o Sindicom.
  • Petições do Sindicom: Sindicom solicitou retomada imediata dos leilões de combustíveis pela Petrobras.
  • Riscos para Traders: Incertezas sobre suprimento de combustível podem impactar os preços e operações no curto prazo.
  • Políticas Governamentais: Traders devem monitorar possíveis respostas do governo a esses alertas de abastecimento.

  • STF começa julgamento sobre a privatização da Sabesp, com decisão esperada até 27 de março.
  • Governador Tarcísio de Freitas busca apoio junto a ministros do STF hoje, 19 de março.
  • PT e outros partidos questionam a privatização, alegando conflitos de interesse e falta de estudos de impacto.
  • Sabesp defende o processo de venda e argumenta contra as alegações de irregularidades dos partidos.
  • Liminar para suspender a privatização foi negada, devido à necessidade de análise aprofundada e riscos de danos ao Estado.
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