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  • Declarações de Trump: O presidente dos EUA fez declarações sobre tarifas que aumentaram a aversão ao risco nos mercados.
  • Impacto no setor de defesa: Ações de empresas de defesa foram significativamente afetadas, apresentando quedas consideráveis.
  • Setor de mineração em queda: Empresas de mineração na Europa também sofreram forte impacto, com suas ações fechando em baixa.
  • Bolsas europeias: Mercados em toda a Europa fecharam em queda devido às preocupações geradas pelas falas de Trump.
  • Aversão ao risco: A notícia ampliou o movimento de aversão ao risco entre os investidores, afetando diferentes setores econômicos.

  • Banco Master é proibido de conceder novos empréstimos consignados a aposentados e pensionistas devido a reclamações expressivas, informou o INSS.
  • INSS não renovou o Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com o banco, bloqueando novas operações até a conclusão de apurações.
  • Restrição pode ser revista somente com cumprimento integral das normas de crédito consignado e processo que investiga irregularidades.
  • Acesso do Banco Master aos sistemas de consignado foi cancelado por recomendações do INSS à Dataprev, após relatos de más práticas.
  • Problemas financeiros do banco se intensificam com a proibição atual e a negação de venda de sua subsidiária pelo Banco Central.

  • Expansão do financiamento imobiliário: O novo modelo de crédito imobiliário eleva o limite de financiamento no SFH de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões, beneficiando a classe média.
  • Atração de investimentos: O programa pretende revitalizar o mercado imobiliário em meio a altas taxas de juros, ampliando o acesso à moradia.
  • Flexibilidade nos recursos do SBPE: O novo modelo remove o direcionamento obrigatório de 65% dos depósitos da poupança ao crédito imobiliário, a vigorar plenamente em 2027.
  • Impacto imediato: A Caixa Econômica Federal financiará 80 mil novas moradias imediatamente, ampliando o acesso ao financiamento.
  • Orçamento do FGTS para 2024: Planeja-se que R$ 150 bilhões do orçamento do FGTS do próximo ano sejam alocados para habitação.

  • Luciano Huck avalia compra do Will Bank: O apresentador está em negociações iniciais para adquirir o banco digital controlado pelo Banco Master, junto a investidores privados.
  • Crise de liquidez do Banco Master: A venda do Will Bank pode ajudar o Banco Master a reduzir seu passivo bilionário e aliviar a pressão do FGC.
  • Interesse de outros investidores: Além de Huck, fundos de private equity e o BRB também demonstraram interesse no Will Bank.
  • Foco na redução de passivos: A venda do Will Bank é vista como crucial para a sobrevivência e reorganização do Banco Master, em meio a pressões financeiras.
  • Relação de Huck com o Will Bank: Huck já possui parceria comercial com o banco, o que pode motivar o interesse na aquisição.

  • Investimento Maciço: O projeto deve atrair R$ 50 bilhões para a construção do data center do TikTok no Brasil.
  • Prazo: As obras para o data center devem começar em seis meses, conforme anunciado pelo ministro Alexandre Silveira.
  • Setor de Tecnologia: A construção do data center reforça a posição do Brasil como importante hub tecnológico na América Latina.
  • Impacto Econômico: Esperam-se benefícios significativos à economia local, incluindo criação de empregos e desenvolvimento de infraestrutura.
  • Oportunidades para Traders: Observe possíveis movimentações nas ações de empresas que possam se beneficiar do projeto, como fornecedores de infraestrutura e serviços de construção.

  • Dólar sobe 2,10%, cotado a R$ 5,492, após declaração de Trump sobre aumento de tarifas à China.
  • Tensões EUA-China: Protesto de Trump contra restrições chinesas sobre exportações de terras raras.
  • Impacto no mercado: Índice VIX da Bolsa de NY aumenta 24,04%, indicando alta volatilidade.
  • China defende medidas: Controle de exportações para proteger interesses nacionais e evitar uso indevido.
  • Reunião suspensa: Trump cancela encontro com Xi Jinping na APEC devido às tensões comerciais.

  • Emissão de Debêntures: Taesa aprovou a 19ª emissão de R$ 688 milhões em debêntures simples, não conversíveis e quirografárias.
  • Detalhes das Debêntures: Serão 688 mil debêntures de R$ 1 mil cada, direcionadas exclusivamente a investidores profissionais.
  • Objetivo dos Recursos: Investimento na continuidade e expansão das operações, fortalecimento financeiro e melhorias nos serviços.
  • Aquisição Facultativa: Taesa realizará a aquisição facultativa das debêntures da primeira série da 10ª emissão, com 650 mil papéis em circulação.
  • Oportunidade de Investimento: Oferta destinada a investidores profissionais, com potencial impacto na percepção de risco e valor dos papéis da empresa.

  • A Claro está em conversas avançadas para adquirir 100% da Desktop (DESK3), mas ainda não fez uma oferta vinculante.
  • A possível aquisição pode fechar o capital da Desktop e fortalecer a infraestrutura de fibra da Claro, tornando-a a maior provedora de banda larga do Estado de SP.
  • O controlador da Desktop busca um valuation de até 8x ebitda, aproximadamente R$ 30 por ação, considerado difícil de ser aceito sob condições de mercado atuais.
  • Um valuation mais viável pode ser em torno de 6x ebitda, cerca de R$ 20 por ação, podendo facilitar a negociação entre as partes.
  • As ações da DESK3 já reagiram positivamente à notícia, destacando sua atratividade no mercado.

  • Emissão de Debêntures: A Motiva (MOTV3) aprovou a emissão de R$ 1,8 bilhão em debêntures quirografárias, em duas séries.
  • Características das Séries: Serão emitidos 1,8 milhão de títulos: 500 mil na primeira série (sete anos) e 1,3 milhão na segunda série (doze anos), cada um com valor nominal de R$ 1.000.
  • Juros e Rentabilidade: Primeira série terá juros de 100% do DI mais 0,47% ao ano. Segunda série seguirá a taxa IPCA+ do Tesouro até 2035, com adicional de -0,88% ao ano.
  • Finalidade da Captação: Recursos serão destinados ao reforço do caixa da companhia.
  • Oportunidades para Traders: A emissão oferece duas opções de investimento com diferentes perfis de retorno e riscos, podendo atrair diferentes tipos de investidores.

  • Ações da Raízen (RAIZ4): Recuo de 2,27% nesta sexta-feira, cotadas a R$ 0,86. Desempenho acumulado de 2025 mostra queda de 59,62%.
  • Deterioração dos Bonds: Títulos de dívida externa caem 20% em um dia, sinalizando preocupação com risco de calote e rápido consumo de caixa da empresa.
  • Aversão ao Risco: Influências negativas de Braskem e rumores sobre a Ambipar afetam os preços, aumentando a pressão sobre o mercado de crédito.
  • Posição do Mercado: Venda de posição por grande investidor e especulações sobre necessidade de injeção de liquidez pela Cosan na Raízen.
  • Estratégia da Cosan: Recursos de aporte de R$ 10 bilhões não serão usados na Raízen, mas foco em fortalecer estrutura de capital da Cosan, apesar de especulações contrárias.

  • Preços do Petróleo em Queda: O Brent recuava 3,77% a US$ 62,77, enquanto o WTI caía 4,16% a US$ 58,95.
  • Tarifas à Vista: Ameaça dos EUA de aumentar tarifas sobre a China aumentou incertezas no mercado.
  • Impacto Geopolítico: Cessar-fogo entre Israel e Hamas removeu prêmios de risco geopolítico dos preços do petróleo.
  • Reação do Mercado: Declarações de Trump sobre tarifas causaram queda nos índices de Wall Street após ganhos iniciais.
  • Preocupações Econômicas: Possível guerra tarifária entre EUA e China pode enfraquecer o consumo global de petróleo e apetite por ativos de risco.

  • Mercados internacionais caem com aumento da aversão ao risco após declarações de Trump sobre novas tarifas à China.
  • Volatilidade aumenta, com VIX em alta e queda nos rendimentos dos Treasuries.
  • Ibovespa recua 0,73%, impactado por preocupações fiscais e ruídos em crédito imobiliário no Brasil; índice aos 140.678 pontos.
  • Dólar sobe 2,11%, cotado a R$ 5,49, influenciado por aversão ao risco e preocupações locais.
  • Ações imobiliárias e varejistas lideram perdas; destaque para Cyrela, Direcional, MRV, CVC e Magazine Luiza.

  • Queda das Ações: As ações da Braskem (BRKM5) caem 5,37%, cotadas a R$ 6,17, após rebaixamento de recomendação pelo Citi.
  • Revisão de Preço-Alvo: Citi reduz o preço-alvo das ações para R$ 8, abaixo dos R$ 11 anteriores, refletindo previsão de vendas e spreads menores.
  • Incertezas Estruturais: Análises destacam incertidões sobre possível aumento de capital e reestruturação, afetando a perspectiva da Braskem.
  • Perspectivas Desafiadoras: Mesmo com valuation baixo, cenário complicado persiste, embora o programa PRESIQ possa trazer algum alívio.
  • Previsões Financeiras: Ebitda ajustado para o terceiro trimestre de 2025 está projetado em US$ 99 milhões, com uma receita estimada de US$ 3,1 bilhões e um prejuízo líquido de US$ 61 milhões.

  • Cyrela (CYRE3): Resultados sólidos superam expectativas com lançamentos de R$ 5,05 bilhões; recomendação de compra mantida pelo BTG Pactual com preço-alvo de R$ 32, indicando 9,6% de upside.
  • Cury (CURY3): Fluxo de caixa livre de R$ 233 milhões e forte desempenho operacional destacam-se; Itaú BBA mantém compra com preço-alvo de R$ 43, negociando a 6,8x P/L 2026.
  • Plano & Plano (PLPL3): Lançamentos recorde de R$ 2,14 bilhões superam estimativas, embora vendas líquidas fiquem 9% abaixo das projeções; preço-alvo de R$ 23 com upside de 21% pelo BTG Pactual.
  • Tendências para o 4T25: Expectativa de recuperação na velocidade das vendas e geração de caixa para Plano & Plano, segundo analistas do BTG Pactual.
  • Desempenho do Segmento: Segmento de baixa renda continua robusto, com impacto positivo nas estimativas de crescimento de longo prazo das construtoras analisadas.

  • Dólar sobe 2,4%: A moeda americana atingiu R$ 5,50, o maior nível em mais de um mês.
  • Motivos internos: A alta é impulsionada por preocupações com medidas fiscais do governo.
  • Cenário externo: Tensões comerciais aumentam devido a ameaças de Trump à China.
  • Reações do mercado: Traders estão atentos à volatilidade cambial e ajustando posições.
  • Importância para traders: A situação pode influenciar decisões de curto e médio prazo em ativos vinculados ao dólar.

  • Ambipar AMBP3: Variação extrema no preço da ação; disparou 50% e depois encerrou mais estável com ganho de 11%.
  • Volatilidade: Pequenas oscilações em penny stocks geram grandes variações percentuais em preço.
  • Nova regra B3: Ações não podem ficar abaixo de R$ 1 por 30 pregões consecutivos para evitar classificação de penny stock.
  • Disputa judicial vencida: Ambipar venceu Bradesco, acusação de fraude foi rejeitada.
  • Situação financeira: Endividamento alto, potenciais emissões e especulação sobre recuperação judicial colocam pressão sobre o papel.

  • Casos de intoxicação: Aumento de casos de intoxicação por bebidas adulteradas impacta negativamente a Ambev.
  • Queda nas vendas: Vendas fora de casa estão em declínio, agravando o cenário para a empresa.
  • Recomendação de venda: Analistas, incluindo o Goldman Sachs, mantêm recomendação de venda para ações ABEV3.
  • Crise do metanol: Metanol presente em bebidas está causando preocupação significativa no mercado.
  • Impacto nas ações: Espera-se que as ações da Ambev sofram volatilidade devido a esses fatores adversos.

  • Dólar à vista encosta nos R$ 5,50: A moeda registrou alta significativa de 2,15%, atingindo R$ 5,4907 intradia, devido à aversão ao risco e preocupações fiscais internas.
  • Desempenho divergente do dólar globalmente: Enquanto o real caiu, o DXY, índice que compara o dólar com outras moedas fortes, estava em queda, situando-se nos 99,0 pontos.
  • Impacto do cenário fiscal no Brasil: O real é pressionado por possíveis medidas fiscais do governo, incluindo um 'pacote de bondades' com elevado impacto financeiro esperado para 2026.
  • Influência de commodities e política de crédito: Queda do petróleo Brent e novas políticas de crédito também contribuíram para o desempenho do real.
  • Situação internacional do dólar: No exterior, o dólar enfraqueceu diante de moedas fortes após declarações de Donald Trump sobre tarifas e retaliações contra a China.

  • Desafio Mil Milionários: Jader Nogueira, conhecido trader de criptos, lança um projeto para transformar R$ 3.125 em até R$ 1 milhão em 12 meses.
  • Automação de Operações: Parceria com a Opt.me para criar uma ferramenta que replica automaticamente as operações de Nogueira no mercado cripto.
  • Histórico de Sucesso: Nogueira já realizou operações significativas, como transformar investimentos pequenos em milhões, destacando-se na Forbes Under 40.
  • Data de Início: O desafio começa em 27 de outubro. Inscrições antecipadas são necessárias para participar.
  • Risco e Preparação: Embora promissor, investimentos em criptoativos envolvem riscos significativos; um valor inicial de R$ 3.125 é recomendado.

  • Incerteza Fiscal: A rejeição da MP 1.303 aumenta preocupações com as contas públicas, destacando a necessidade de medidas compensatórias pelo governo.
  • Aumento de Impostos: O governo ampliou o IOF como uma tentativa de aumentar a arrecadação, mas enfrenta desafios devido ao engessamento orçamentário.
  • Contexto Político: Aproximação eleitoral pode influenciar decisões econômicas, pressionando o governo a adotar medidas que elevem os gastos públicos.
  • Ouro como Proteção: Comércio de ouro é recomendado para proteção contra incertezas geopolíticas e fiscais globais, com aumento nas compras por bancos centrais.
  • Confiança do Mercado: Insistência em medidas populistas pode abalar a confiança do mercado, destacando a importância do compromisso fiscal para investidores.

  • Bolsas dos EUA caem: Queda de 1% nos índices americanos devido a críticas feitas por Trump à China afeta o mercado global.
  • Ibovespa em baixa: O índice brasileiro acompanha a tendência negativa dos EUA, pressionado também por preocupações fiscais locais.
  • Preocupações fiscais: Incertezas sobre a política fiscal no Brasil geram instabilidade, aumentando a cautela entre os investidores.
  • Impacto nas ações: A aversão ao risco pode afetar negativamente ações de setores mais expostos a políticas públicas e comércio exterior.
  • Oportunidades de trading: Volatilidade oferece movimento para traders que operam vendidos ou em busca de ativos mais resilientes.

  • Processo Judicial: O ex-CFO da Ambipar, João Arruda, foi à Justiça para impugnar as acusações feitas pela empresa sobre contratos de derivativos.
  • Assinatura dos Contratos: Ambipar alega que Arruda assinou aditivos de derivativos sem conhecimento da empresa, potencialmente antecipando R$ 10 bilhões em dívidas.
  • Defesa de Arruda: Arruda argumenta que o aditivo foi assinado por diretores de confiança da Ambipar e não por ele.
  • Transferência de Contrato: Ex-CFO afirma que não assinou transferência do contrato de swap do Bank of America para o Deutsche Bank.
  • Benefícios e Regularidade: Aditivo com o Deutsche Bank teria trazido benefícios financeiros e não apresenta irregularidades, segundo advogados de Arruda.

  • Contratos futuros de petróleo caem mais de 3%: Os preços dos futuros do WTI para novembro caíram 3,61% para US$ 59,28 e do Brent para dezembro recuaram 3,30% a US$ 63,07, atingindo mínimas de 4 a 5 meses.
  • Sentimento de risco deteriorado: O movimento no mercado de petróleo é impulsionado pela aversão ao risco, após ameaças de Trump de aumentar tarifas sobre a China.
  • Ações retaliatórias dos EUA: O governo Trump planeja um aumento significativo das tarifas sobre produtos chineses, indicando outras medidas de retaliação em consideração.
  • Impacto no comércio global: Restrições chinesas a exportações de terras raras poderiam provocar distúrbios nos mercados, com potencial para causar dificuldades econômicas globalmente.
  • Tensão nas relações EUA-China: Trump destacou a surpresa com o movimento chinês, dado o recente histórico positivo das relações comerciais entre os países.

  • Trump avalia novas tarifas sobre produtos chineses: O presidente dos EUA considera impor retaliações financeiras devido a controles de exportação chineses sobre terras raras.
  • Impacto nos mercados acionários: A ameaça tarifária causou uma reação negativa nos índices de Wall Street, com Dow Jones e S&P 500 caindo mais de 1,5%, enquanto Nasdaq recuou mais de 2%.
  • Dólar em queda: O índice DXY, que mede o dólar contra seis moedas globais, caiu para 98,839 pontos, marcando uma diminuição de 0,70% após as declarações de Trump.
  • Ausência de diálogo com a China: Trump afirmou não ter conversado com o presidente chinês Xi Jinping e cancelou um encontro previsto para a APEC.
  • Possíveis contramedidas dos EUA: Além de tarifas, outras ações financeiras contra a China estão sendo consideradas por Trump, focadas nos elementos monopolizados por Pequim.

  • O ouro futuro consolidou-se acima de US$ 4 mil a onça-troy com alta de 1,34% nesta sexta-feira, refletindo tensões nas relações sino-americanas.
  • Donald Trump ameaçou aumentar tarifas sobre produtos chineses, alegando retaliação às restrições de exportação de elementos estratégicos por parte de Pequim.
  • Trump mencionou que há "muitas outras medidas de retaliação" contra a China em avaliação, apontando tensão crescente no comércio global.
  • China planeja controlar exportações de terras raras, gerando preocupação internacional sobre impactos no mercado global.
  • O mercado reagiu às declarações de Trump e outros países manifestaram irritação com a hostilidade comercial percebida.

  • Dólar disparou 2% e se aproxima dos R$ 5,50: Alta forte na cotação do dólar preocupando investimentos externos.
  • Temor fiscal impulsionando a moeda: Incertezas sobre medidas do governo para gestão fiscal impactam o mercado.
  • Influência externa significativa: Declarações de Trump sobre China aumentam a aversão ao risco global.
  • Pressão sobre a inflação: Alta do dólar pode elevar índices inflacionários, afetando renda doméstica.
  • Impacto na política monetária: Expectativas de ajuste nos juros devem ser reavaliadas.

  • Dow Jones recua: O índice Dow Jones Industrial Average caiu 0,44%, atingindo 46.156,54 pontos.
  • Ações em baixa: Queda geral nas ações após declaração de Trump sobre tarifas.
  • China sob pressão: Possível aumento nas tarifas para produtos chineses gera nervosismo nos mercados.
  • Volatilidade esperada: Traders devem se preparar para mais volatilidade com possíveis novas declarações.
  • Impacto em setores: Setores expostos ao comércio com a China podem ser mais afetados.

  • Bolsas dos EUA caíram 1% após críticas de Trump sobre a China.
  • Ibovespa perde os 141 mil pontos, refletindo as quedas observadas no exterior.
  • Investidores atentos às tensões comerciais entre EUA e China, impactando o mercado.
  • Pressão de venda nas ações brasileiras, motivada por incertezas externas.
  • Monitorar declarações políticas que podem influenciar o apetite ao risco global.

  • Dólar à vista encosta nos R$ 5,50 com aumento da aversão ao risco doméstica devido ao cenário fiscal.
  • Dólar atinge máxima intradia de R$ 5,4907, com avanço de 2,15%, refletindo tensões fiscais e geopolíticas.
  • Real tem o pior desempenho entre emergentes, afetado por planos fiscais do governo que incluem R$ 100 bilhões em pacotes de bondades.
  • Alterações no crédito imobiliário brasileiro previstas para 2027 preocupam o mercado, influenciando o câmbio.
  • Dólar cai no exterior, impactado por declarações do presidente Trump sobre possíveis sanções e tarifas contra a China.

  • Caixa Econômica Federal volta a financiar até 80% do valor dos imóveis.
  • Pacote inclui liberação de recursos da poupança.
  • Teto do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) é reajustado.
  • Alterações após mudanças no FGTS e poupança estimulam o mercado imobiliário.
  • Impacto potencial em construtoras e incorporadoras listadas na bolsa.

  • Programa MCMV como vetor de crescimento: As construtoras Cyrela, Direcional e Tenda continuam se beneficiando do programa Minha Casa, Minha Vida, indicando resiliência no setor de construção, mesmo com uma alta taxa de juros.
  • Desempenho misto na bolsa: Apesar de resultados sólidos no terceiro trimestre, as ações de Cyrela (CYRE3) e Direcional (DIRR3) caíram 0,9% e 2,3%, respectivamente, enquanto a Tenda (TEND3), com resultados mais fracos, subiu 0,5%.
  • Metas de crescimento futuras: O governo planeja um orçamento de R$ 160 bilhões para o MCMV em 2026, beneficiando especialmente a Direcional e Tenda. Cyrela também está aumentando sua presença no segmento de baixa renda.
  • Destaque em lançamentos e vendas: Cyrela superou expectativas com lançamentos de R$ 5,05 bilhões. Direcional registrou R$ 2,15 bilhões em lançamentos, enquanto Tenda teve R$ 1,56 bilhão, com lançamentos mais concentrados na marca principal.
  • Recomendações dos analistas: BTG Pactual e XP recomendam compra de Cyrela, projetando alvos de R$ 32 e R$ 37, respectivamente. Direcional também tem recomendação de compra pelo BTG, com preço-alvo de R$ 20. A Tenda é vista favoravelmente pelo BTG, mas avaliada como "venda" pelo BofA.

  • Injeção de R$ 20 bilhões: Novo modelo de crédito imobiliário com início de R$ 20 bilhões no mercado habitacional. Injeção inicialmente de bancos públicos, potencialmente ampliada com adesão privada.
  • Juros e Flexibilização: Programa de reformas residenciais com juros a partir de 1,17% ao mês para famílias de baixa renda, e flexibilização das regras de financiamento.
  • Dependência do CMN: Mudanças dependem da aprovação do Conselho Monetário Nacional visando ampliar a oferta de crédito e garantir estabilidade.
  • Implementação Gradual: Novo formato será aplicado gradualmente; em 2024, sistema atual e alternativo coexistirão para avaliar o impacto.
  • Impacto Econômico: Trader's look out: O efeito no PIB e movimento no mercado imobiliário dependerá da adesão dos bancos privados e estabilidade das taxas de juros.

  • Revisão da Projeção de Inflação: O Itaú reduziu a projeção de inflação para 2025 de 5% para 4,7% e para 2026 de 4,4% para 4,3%.
  • Impacto no IPCA e Alimentação: A revisão incorpora surpresas recentes no IPCA, especialmente na alimentação, com riscos assimétricos para baixo.
  • Influências Cambiais e de Petróleo: Moeda mais forte e queda no preço do petróleo podem reduzir custos de gasolina nas refinarias.
  • Projeção Cambial: Expectativa de câmbio em R$ 5,35 por dólar até o final de 2023 e R$ 5,50 em 2024.
  • Expectativas de Política Monetária: Início do ciclo de afrouxamento da Selic previsto para janeiro de 2026, com primeiro corte de 0,25 ponto percentual.

  • Luciano Huck demonstra interesse no Will Bank: O apresentador está em negociações iniciais para potencialmente investir na instituição financeira pertencente ao Banco Master.
  • Situação do Will Bank: Com 12 milhões de clientes, o banco é visto como um ativo de ouro, especialmente por sua atuação predominante no Nordeste.
  • Bancos Master busca reforçar liquidez: A instituição contratou a Laplace para auxiliar na venda de ativos e melhorar a liquidez após ter operação com BRB negada pelo Banco Central.
  • Melhora nos resultados financeiros do Will Bank: O banco reverteu um prejuízo de R$ 182,3 milhões em 2023 para um lucro de R$ 199,1 milhões em 2024, com avanços notáveis na geração de caixa operacional.
  • Segmento de CDBs com baixo risco: Quase todos os CDBs emitidos pelo Will Bank são cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos, reduzindo consideravelmente os riscos para investidores.

  • Participação do CEO em queda: A participação de Tércio Borlenghi Junior, CEO da Ambipar, caiu de 73,48% para 67,68% devido à venda forçada de ações.
  • Venda de ações: Entre 30 de setembro e 06 de outubro de 2025, foram transferidas ao Bradesco cerca de 72,2 milhões de ações, incluindo vendas pela Genial Investimentos/Grupo Opportunity.
  • Ação judicial e medidas legais: Borlenghi afirma que as vendas foram ilegais, violando uma ordem judicial, e que medidas legais estão sendo tomadas para a reversão da situação.
  • Oscilações significativas das ações: Apesar da grande alta de 47,22% nas ações da Ambipar em um dia, a desvalorização acumulada do ano supera 90%.
  • Crise financeira e proteção judicial: A Ambipar está considerando uma recuperação judicial como resposta à pressão dos credores, apesar de ter uma posição de caixa teoricamente forte em relação às suas dívidas.

  • Citi corta recomendação da Braskem (BRKM5) de compra para neutra e reduz preço-alvo de R$ 11 para R$ 8.
  • Preço-alvo acima da cotação atual, de R$ 6,52, mas sem catalisadores positivos no curto prazo.
  • Cenário global desfavorável com margens pressionadas e dinâmica de preços fraca no mercado internacional.
  • Preocupação com estrutura de capital e endividamento elevado em meio à recuperação global lenta.
  • Possíveis gatilhos futuros: aprovação do programa Presiq e políticas de defesa comercial poderiam favorecer a Braskem.

  • Rejeição à Reeleição de Lula: 56% dos brasileiros são contra a nova candidatura de Lula em 2026, apesar de uma leve redução na rejeição.
  • Apoio a Outro Candidato Bolsonarista: 76% dos eleitores preferem que Bolsonaro apoie outro nome em 2026, sinalizando uma divisão na base bolsonarista.
  • Recorde de Rejeição de Tarcísio de Freitas: Governador de SP alcança 41% de rejeição, mas ainda é visto como potencial nome bolsonarista.
  • Rejeição Nacional de Lula e Bolsonaro: Lula apresenta 51% de rejeição, enquanto Bolsonaro tem 63%, refletindo cansaço com figuras tradicionais.
  • Conhecimento Público de Novos Nomes: Alta porcentagem do público desconhece Caiado, Zema e Ratinho Jr., mas há espaço para crescimento político.

  • Ibovespa oscila: O índice brasileiro está variando influenciado por notícias de novos créditos imobiliários.
  • PETR4 em queda: Ações da Petrobras estão sendo negociadas em baixa, o que pode afetar a atratividade do setor.
  • VALE3 em alta: A Vale está vindo em um movimento de valorização, oferecendo oportunidades para traders focados em commodities.
  • Bolsas dos EUA sem força: A incerteza internacional, embora o conflito em Israel tenha terminado, não está impulsionando ganhos nos mercados norte-americanos.
  • Impacto dos novos créditos: As mudanças no crédito imobiliário podem criar oscilações nos setores bancário e de construção civil.

  • La Niña confirmado até 2026: NOAA confirma La Niña até o primeiro trimestre de 2026, impactando mercados climáticos e agrícolas.
  • Intensidade Fraca Prevista: Previsão de moderada intensidade, com efeitos limitados sobre a estiagem no Rio Grande do Sul, monitoramento necessário para posições de commodities.
  • Impacto Regional Divergente: Espera-se chuvas acima da média no Norte e Nordeste do Brasil; traders devem observar potenciais implicações logísticas.
  • Expectativas de Chuva: Janeiro pode ver chuvas concentradas no Sudeste e Centro-Oeste, aumentado riscos de invernadas, afetando colheitas.
  • Potenciais Riscos: Invernadas associadas a La Niña podem prejudicar o manejo agrícola e elevar riscos de doenças nas plantações.

  • Aumento da Popularidade de Lula: Reduz probabilidade de alternância para candidatos alinhados ao mercado em 2026, trazendo risco fiscal.
  • Preocupações Fiscais: Possível heterodoxia no próximo ano com tarifação de ônibus e pressões populistas por corte de juros.
  • Trade Eleitoral Temporariamente Irrelevante: De acordo com Miranda, o trade eleitoral terá menos impacto imediato no Ibovespa.
  • Dólar Fraco Beneficia Emergentes: O Brasil se beneficia da fraqueza do dólar, favorecendo ouro e bitcoin, e diversificando portfólios.
  • Tendência Global de Queda de Juros: A queda de juros e revisões positivas de inflação impulsionam o Ibovespa para novas máximas.
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