LVL Trading

Newsfeed

Cansado de ficar visitando múltiplos sites e lendo notícias intermináveis? Aqui você acompanha as notícias mais relevantes do mercado financeiro, com resumos focados nos traders que querem se manter atualizados de forma rápida e eficiente.

Mostrando 13561 a 13600 de 19623 notícias

  • STOXX 600: Índice pan-europeu fechou em queda de 0,4% após recente máxima recorde.
  • Pressão de Ferrari e HSBC: Perdas significativas dessas empresas contribuíram para a queda do índice.
  • Confiança do Mercado: Ações no índice mostraram fragilidade após ganhos recentes, sinalizando volatilidade.
  • Oportunidades de Shorting: Traders podem considerar estratégias de venda a descoberto em ações afetadas negativamente.
  • Impactos Regionais: Desempenho do STOXX pode influenciar o apetite de investidores em outras bolsas europeias.

  • Bolsas internacionais: As ações americanas e europeias recuam, impactadas pela crise política na França e desempenho negativo do setor bancário britânico.
  • Mercado cambial e taxas de juros: O dólar se fortalece globalmente, enquanto os rendimentos dos Treasuries avançam. No Brasil, a leitura do IPCA favorece a queda dos juros futuros.
  • Desempenho do Ibovespa: O índice opera com leve alta, enquanto o dólar avança 0,47% frente ao real, impactado por preocupações fiscais e a derrubada da MP 1.303.
  • Ações específicas: WEG (WEGE3) e B3 (B3SA3) disparam, enquanto construtoras recuam. O setor varejista permanece misto devido a preocupações fiscais.
  • Commodities: Brava (BRAV3) e Petrobras (PETR3; PETR4) caem, acompanhando o petróleo. Vale (VALE3) mantém ganhos com minério em alta.

  • Ações WEGE3 sobem 4,28% com expectativa de novos contratos com a Light e negociações a R$ 37,02
  • Renovação da concessão da Light pode destravar investimentos bilionários, aumentando demanda por soluções WEG
  • Divulgação de resultados da WEG marcada para 22 de outubro, seguida de teleconferência em 23 de outubro
  • Analistas destacam crescimento sólido e recomendam compra das ações WEGE3
  • WEG mantém posição forte no setor elétrico, favorecida pela transição energética no Brasil

  • Ações da Oi (OIBR4) sobem 13,67%: As preferenciais da Oi disparam após novas medidas de gestão em meio à recuperação judicial.
  • Reestruturação de Governança: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro determina formação de Comitê de Transição, indicando novos gestores para a companhia.
  • Renúncia de Executivos: Cartas de renúncia de figuras-chave, incluindo o diretor-presidente Marcelo Milliet, com efeito desde 30 de setembro.
  • Foco na Continuidade Operacional: Comitê de Transição visa estabilidade administrativa enquanto negociações com credores avançam.
  • Impacto no Ibovespa: Apesar da alta, Oi não influencia diretamente o Ibovespa, que registra leve alta de 0,05%.

  • Inflação de setembro: IPCA subiu 0,48%, abaixo das expectativas de 0,52%.
  • Métricas subjacentes: Núcleo médio desacelerou para 5,08% e índice de difusão caiu para 52,0%.
  • Política monetária: Banco Central mantém Selic em 15% ao ano, com perspectiva de afrouxamento em dezembro.
  • Projeções ajustadas: BofA revisa inflação para 2025 de 5% para 4,5% e espera Selic a 11,25% até 2026.
  • Pressões inflacionárias: Aumento no consumo de energia e deflação em alimentos influenciaram o IPCA.

  • Ações da Tenda (TEND3) caem 3,11%, cotadas a R$ 23,69 após prévia operacional decepcionar, registrando queda em lançamentos e vendas no 3T25.
  • A prévia operacional mostrou queda de 27,1% nos lançamentos ano a ano, mas um aumento de 36,5% em relação ao trimestre anterior, com VGV de R$ 1,48 bilhão.
  • Vendas líquidas somaram R$ 1,09 bilhão, um declínio anual de 25%, embora tenham subido 4,5% em relação ao 2T25, e a VSO foi de 25,8%.
  • Analistas do JP Morgan e Safra mantêm recomendação de compra, citando possíveis melhorias nas perspectivas de lucros e processos de desalavancagem da Tenda.
  • Mercado aguarda desdobramentos futuros na redução de riscos e solidificação de vendas, potencialmente influenciados por incentivos estatais e fluxo de caixa.

  • Bolsas dos EUA em queda: As bolsas americanas iniciaram o pregão em baixa após atingirem novos recordes recentemente.
  • Ibovespa recua: O índice brasileiro apresenta queda, influenciado principalmente pelo desempenho negativo das ações da PETR4.
  • Ações PETR4 em baixa: As ações da Petrobras (PETR4) lideram as perdas, impactando o movimento geral do Ibovespa.
  • Contra-movimento de VALE3 e B3SA3: As ações da Vale (VALE3) e da B3 (B3SA3) estão em alta, evitando uma queda mais acentuada do Ibovespa.
  • Importância para traders: Observar o desempenho das ações da PETR4 e a recuperação potencial liderada pela VALE3 e B3SA3 pode oferecer oportunidades de trading no curto prazo.

  • BofA rebaixou o Grupo São Martinho (SMTO3) para neutro e reduziu o preço-alvo de R$ 27 para R$ 20,50 por ação devido à previsão limitada para a recuperação dos preços do açúcar.
  • Produção de açúcar no Brasil mais forte do que esperado, com um mix produtivo mais voltado para o açúcar, resultando em uma previsão de preço médio de 17 centavos de dólar por libra-peso em 2026/27, uma queda de 6% em relação à estimativa anterior.
  • Estoque baixo de etanol mas existem riscos de queda nos preços, impulsionados por fatores como uma possível redução nos preços da gasolina e aumento na produção de etanol de milho.
  • Produção de açúcar na Índia em 2025/26 também deve ser sólida, apesar de atrasos devido a excesso de chuvas.
  • BofA reduziu as estimativas e o preço-alvo para Adecoagro para US$ 8,0 e manteve classificação de Underperform, devido a fracos preços de commodities e aumento de alavancagem.

  • Inovações no agronegócio: Arara Seed, plataforma de equity crowdfunding, oferece a investidores acesso a startups do agronegócio e projeta captar R$ 200 milhões até 2032.
  • Novas oportunidades de investimento: Arara Seed lança mini-CRIs e mini-CRAs, captando entre R$ 7 milhões e R$ 8 milhões, com rentabilidade de IPCA +10,4% a IPCA +12%.
  • Expansão e sustentabilidade: Aumento na demanda por terras agrícolas e foco em pastagens degradadas indicam maior interesse em agricultura sustentável e investigações regenerativas.
  • Bioinsumos em destaque: O mercado de fertilizantes biológicos, como os à base de algas marinhas, mostra potencial de crescimento e diminuição da dependência externa.
  • Resiliência do agronegócio: Apesar de fatores climáticos e compressão de preços, o setor se mantém sólido, enfrentando desafios de governança e sucessão familiar.

  • Dólar Vs. Real: Metade da queda recente do dólar está atribuída à apreciação do real, segundo o diretor do Banco Central.
  • Derivativos Dominam: No mercado de câmbio brasileiro, mais de 90% da liquidez está nos derivativos, comparado a apenas 10% no mercado à vista.
  • Impacto no Mercado: A estrutura de liquidez majoritariamente em derivativos pode implicar em maior volatilidade e oportunidades de arbitragem para traders.
  • Influência do BC: As declarações do Banco Central podem significar uma continuidade ou ajustes na política cambial que afetarão as expectativas dos investidores.
  • Ação Recomendável: Traders devem monitorar as políticas do BC e as condições do mercado de derivativos, visto sua influência significativa no câmbio.

  • Fortuna de Frank VanderSloot: Estimada em US$ 3,3 bilhões, faz dele o homem mais rico de Idaho. Proprietário de uma grande operação de gado Angus e fundador da Melaleuca com faturamento anual de mais de US$ 2 bilhões.
  • História Empresarial: VanderSloot transformou a Melaleuca em um nome de destaque no setor de bem-estar, crescendo a uma taxa anual composta de 28%.
  • Aquisição de Terras: Além de sua empresa, investiu pesadamente em terras, possuindo 60 mil hectares e administrando o Riverbend Ranch com mais de 62 mil cabeças de gado Angus.
  • Influência Política e Social: Discreto, mas influente, participou de campanhas presidenciais de Mitt Romney e apoia causas sociais em Idaho.
  • Desempenho Pessoal: Aos 77 anos, ele ainda demonstra forte capacidade atlética, quebrando seis recordes mundiais de remo indoor.

  • Exclusão de Índices: A Ambipar (AMBP3) será removida de nove índices da B3, sem renovação de designação de ações verdes, por preocupações de liquidez e governança.
  • Redistribuição de Participação: A exclusão ocorrerá ao preço de fechamento de 15 de outubro, com a reatribuição das participações aos demais ativos.
  • Critérios de Exclusão: Baseia-se na preservação da continuidade e integridade dos índices, conforme procedimento do manual da B3.
  • Ação Judicial: A Ambipar obteve tutela cautelar para suspender efeitos de cláusulas que aceleram dívidas, após exigências de garantias pelo Deutsche Bank.
  • Volatilidade das Ações: Desde medidas de proteção, as ações caíram 93%; porém, saltaram 26,47% nesta quinta-feira, cotadas a R$ 0,86, motivadas por risco de recuperação judicial.

  • MP 1.303 foi derrubada: O Congresso rejeitou a medida que visava aumentar a arrecadação por meio da tributação de investimentos e apostas, em vez do aumento do IOF.
  • Impacto positivo no mercado: Retorno ao "status quo" é visto como positivo para investidores, evitando assimetrias nos ativos.
  • Risco fiscal elevado: Persistente risco de elevação do IOF e dificuldades fiscais, especialmente com eleições chegando em 2026.
  • Reformas estruturais em falta: Ausência de avanços em reformas importantes como previdência militar e controle de gastos.
  • Foco em inflação e juros: Preocupações com a inflação impactando expectativas de corte de juros, observadas no mercado global.

  • Ticker AMBP3: A Ambipar será removida de todos os índices da B3, o que pode afetar a liquidez de suas ações.
  • Ação Verdes: As ações da Ambipar não terão mais a designação de "Ações Verdes", o que pode influenciar a percepção dos investidores que buscam sustentabilidade.
  • Impacto nos Índices: A exclusão pode causar volatilidade nos preços das ações devido à saída de fundos indexados.
  • Reavaliação por Traders: Investidores devem revisar suas posições e estratégias relacionadas ao papel.
  • Reputação Sustentável: A perda da designação de "Ações Verdes" pode impactar o apelo da empresa para fundos ESG.

  • Banco Central preparado para ajustar Selic: Diretor afirma que não haverá problemas em subir a Selic novamente se necessário, apesar da manutenção atual em 15%.
  • Inflação abaixo do esperado: IPCA de setembro subiu 0,48%, abaixo da projeção de 0,52%, com inflação anual de 5,17%.
  • Política monetária mais restritiva: Cenário de incerteza exige política monetária mais restritiva, segundo diretor do BC.
  • Crescimento econômico acima do potencial: Brasil teve quatro anos de crescimento robusto, mas espera-se moderação para conter inflação.
  • Expectativas de inflação e ruídos de mercado: BC não quer reagir a ruídos e destacou que o mercado aceita bem a pausa nas elevações da Selic.

  • Taxas de DIs recuam refletindo dados de inflação favoráveis no Brasil. Dados do IBGE mostraram inflação abaixo do esperado, influenciando o mercado.
  • DI para janeiro de 2027 fechou em 14,04%, em queda de 6 pontos-base. O cenário sugere um mercado otimista com o controle inflacionário.
  • Inflação de setembro ficou abaixo das expectativas, com IPCA subindo 0,48%. As projeções eram de 0,52%, indicando alívio no curto prazo.
  • MP 1303 sobre taxação de aplicações foi arquivada sem votação no Congresso. Isso causou incertezas sobre ajustes fiscais futuros no Brasil.
  • Banco Central do Brasil mantém postura firme sobre taxa Selic. Reiterou a manutenção em 15% e a possibilidade de novos aumentos se necessário.

  • Ações da Ferrari caem mais de 14% na NYSE e na Borsa Italiana após atualização de guidance.
  • Projeções financeiras ajustadas para 2030: receita líquida de 9 bilhões de euros e EBITDA com margem mínima de 40%.
  • Capex planejado em 4,7 bilhões de euros entre 2026 e 2030, focando em inovação e eletrificação.
  • Meta de lançamento de carros: quatro novos modelos por ano e introdução do primeiro carro 100% elétrico até 2026.
  • Retorno aos acionistas de 7 bilhões de euros até 2031, incluindo aumento do payout de dividendos para 40% do lucro ajustado.

  • Desinvestimentos estratégicos: Grupo SBF anunciou o desinvestimento das empresas NWB e X3M, focando em suas operações centrais, Centauro e Fisia.
  • Impacto financeiro controlado: Ambas as empresas desinvestidas já alcançaram breakeven, portanto, a saída não deve impactar os resultados financeiros significativamente.
  • Entrada de caixa futura: Os desinvestimentos devem gerar entrada de caixa no quarto trimestre de 2025, redirecionando recursos para o core business.
  • Foco no crescimento: Compromisso da empresa em fortalecer suas operações principais, com expectativas de aumentar a receita em 12,5% até 2026.
  • Recomendação de ações: A ação SBFG3 permanece como recomendação com múltiplo P/L abaixo de 6x para 2026, reforçando seu potencial de valorização.

  • Tenda (TEND3) apresentou desempenho fraco no 3T25: lançamentos abaixo das projeções, com a ação caindo 2,99% e sendo cotada a R$ 23,68.
  • Ação ainda recomendada para compra: Preços-alvo entre R$ 30 e R$ 40, apesar do trimestre neutro a levemente negativo.
  • Alerta no ritmo de expansão: parte dos projetos foi adiada e o aumento dos distratos para 12,8% afetou as expectativas.
  • Ponto positivo na resiliência das vendas: aumento de 8% no preço médio dos lançamentos e VSO da Alea avançando para 35%.
  • Recomendações de bancos mantidas: BB Investimentos e Itaú BBA veem potencial de valorização até R$ 40, enfatizando a posição de Tenda no segmento de baixa renda.

  • Trader 5K Verificado: robô de mini-índice que opera automaticamente usando a técnica de rompimento, desenvolvida por Leo Nonato.
  • Performance testada: gerou R$ 17 mil de lucro em três meses, equivalente a uma renda média mensal de R$ 5.626 com operações reais.
  • Estratégia de operação: identifica e atua em rompimentos de suporte e resistência, validado por análise de volume e contexto de mercado.
  • Capital recomendado: mínimo de R$ 3 mil para operar com 5 contratos; possibilidade de alavancagem para 10 contratos.
  • Lançamento oficial: disponível para testes a partir de 20 de outubro, em parceria com a Opt.me e Empiricus Research.

  • Corinthians retém R$ 100 milhões: O clube deixou de repassar valores ao fundo da Neo Química Arena, aumentando dívida com a Caixa para R$ 645 milhões.
  • Uso indevido de receita: Recursos de bilheteria e naming rights foram usados para despesas internas, contrariando plano de amortização de dívida.
  • Proposta de novo fundo: Clube e Caixa consideram captar recursos de torcedores, vendendo cotas do estádio como forma de reestruturar dívida.
  • Aviso de risco: Especialistas alertam que o novo fundo pode ser arriscado, com baixo retorno financeiro e suspeitas sobre a administração atual.
  • Impacto no mercado: A Reag Trust, atual administradora do fundo, está sob investigação, levantando dúvidas sobre a credibilidade do investimento.

  • Wall Street opera em queda: Falta de novas diretrizes de Jerome Powell sobre taxas de juros gera incertezas.
  • Impacto imediato: Ações são afetadas em um momento sazonalmente fraco para o mercado.
  • Atenção à postura 'hawkish': Qualquer sinal de aumento das taxas de juros pode pressionar ainda mais as ações.
  • Volatilidade no curto prazo: Traders devem monitorar de perto declarações futuras do Fed para ajustes de estratégias.
  • Análise de risco: Considerar maior volatilidade no mercado ao tomar decisões de trading.

  • Ações em Queda: BRAV3 em baixa de 2,37%, cotadas a R$ 16,49, após anúncio de paralisação na Bacia Potiguar.
  • Auditoria da ANP: Auditoria programada pela ANP em curso desde 29 de setembro, prevista para durar até 10 de outubro de 2025.
  • Impacto da Paralisação: Produção interrompida para adequações exigidas; analistas estimam impacto de até U$ 8 milhões/mês por 5 mil bpd paralisados.
  • Análise XP Investimentos: Considera o anúncio ligeiramente negativo, mas o efeito não deve ser material.
  • Previsão Bradesco BBI: Espera-se que a produção retorne gradualmente no quarto trimestre.

  • Ações AMBP3 sobem 38,24% até às 12h45, cotadas a R$ 0,94, mesmo com uma desvalorização superior a 90% desde o início do ano.
  • Volatilidade ligada a penny stocks: Status de penny stock intensifica movimentações devido ao preço baixo das ações.
  • Cancelamento de AGE e emissão de debêntures influenciam o valor das ações; AGE cancelaria a eleição de um novo membro do conselho e uma emissão de R$ 3 bilhões em debêntures.
  • Presumida recuperação judicial: A empresa pode estar se preparando para um pedido de recuperação judicial, apesar de ter R$ 4,7 bilhões em caixa.
  • Pressão sobre partes relacionadas: BlueBank estaria em busca de um comprador devido à exposição em AMBP3, mesmo negando estar à venda, e o FII BMLC11 não recebeu o aluguel de setembro da Ambipar.

  • Anúncio Imminente: O presidente Lula anunciará uma nova política habitacional focada em famílias com rendimento acima de R$ 12 mil, que hoje não têm acesso adequado ao financiamento de imóveis.
  • Impacto nos Financiamentos: A expectativa é que essa nova política permita mais de 80 mil novos financiamentos apenas para a Caixa Econômica Federal.
  • Ajustes no MCMV: O governo planeja ajustar os tetos de valor de imóveis e de renda nas faixas do Minha Casa, Minha Vida, com novas diretrizes previstas para 2025.
  • Expansão de Metas: O MCMV visa contratar 3 milhões de unidades até o final de 2026, superando a previsão inicial de 2 milhões em quatro anos.
  • Funding Recorde: O orçamento do FGTS para 2026 deve destinar R$ 150 bilhões para habitação, acompanhado por R$ 30 bilhões do Fundo Social do Pré-Sal para continuidade dos programas.

  • Acordo de R$300 mil: Ícaro Borrello, diretor da Vivara (VIVA3), pagou R$300 mil à CVM para encerrar investigação por uso de informação privilegiada.
  • Situação investigada: Investigação envolveu compra de ações antes da divulgação dos resultados do 2T de 2024. CVM aceitou o acordo e arquivou o processo sem penalidades adicionais.
  • Movimentos de ações: Apesar da investigação, as ações da Vivara se mantiveram estáveis nos pregões seguintes. Caso restrito ao executivo.
  • Governança em pauta: O episódio levantou discussões sobre governança corporativa e conduta ética, intensificando a vigilância da CVM contra práticas desleais.
  • Expectativas futuras: Investidores aguardam próximas divulgações de resultados, com expectativa de dividendos robustos até o fim do ano.

  • Aumento de Ações: Ação da Ambipar (AMBP3) sobe 23,5% nesta quinta-feira para R$ 0,84 em meio a incertezas recentes.
  • Possível Recuperação Judicial: A empresa pode entrar com pedido de recuperação judicial na próxima semana no Rio de Janeiro.
  • Endividamento Crescente: O endividamento líquido da Ambipar era de quase R$ 6 bilhões no segundo trimestre, com dívida líquida/Ebitda projetada em 3,2 vezes para 2025.
  • Calote em Fundos: Fundo BM Brascan Lajes Corporativas (BMLC11) não recebeu aluguel de Ambipar Response, impactando dividendos.
  • Controvérsia com Deutsche Bank: Banco exigiu aditivo de US$ 35 milhões devido à desvalorização dos bonds, potencialmente acelerando obrigações em até R$ 10 bilhões.

  • Ações da WEG (WEGE3) sobem 5%: A valorização ocorre após o anúncio dos investimentos planejados pela Light.
  • Light prepara grande programa de investimentos: O CEO da empresa mencionou que este será o maior programa de sua história, aguardando apenas a renovação governamental.
  • Expectativas positivas no mercado: As notícias de novos investimentos pela Light estão impactando positivamente as ações relacionadas.
  • Impacto nos rivais: O desconto incomum da WEG em relação a concorrentes de energia e automação chama a atenção de traders.
  • Observe a renovação governamental: Traders devem ficar atentos à aprovação do governo, que é a chave para o avanço dos planos de investimento.

  • Itaú (ITUB4) captou R$ 3 bilhões com Letras Financeiras Perpétuas voltadas a investidores profissionais, reforçando o capital de Nível 2.
  • Captação diversifica o funding e aumenta a flexibilidade financeira em meio a juros altos, reduzindo a dependência de captações externas.
  • Papéis são perpétuos sem prazo final, com opção de recompra a partir de 2031, fortalecendo a posição de solvência seguindo regras do Índice de Basileia.
  • Estrategia mantém estabilidade e amplia espaço para crescimento sustentável do crédito, preservando liquidez e controle de risco.
  • Alta demanda por Letras Financeiras reflete confiança dos investidores, com o Itaú mantendo ROE acima de 20% e inadimplência controlada, e possivelmente planeja novas emissões.

  • Morgan Stanley recomenda alocação de até 4% em criptomoedas, indicando maior legitimidade e potencial de valorização para o mercado.
  • Recomendação acontece em um momento crucial, próximo a uma possível "altseason", época de valorização expressiva para altcoins.
  • Sistema "SOROS" é destaque, prometendo otimização de retornos com machine learning e selecionando altcoins para operações de swing trade.
  • Resultados passados são promissores, com retorno de R$ 2,8 milhões em 90 dias para usuários da ferramenta SOROS.
  • Alocação em criptomoedas é arriscada, sendo indicada apenas para investidores que suportam alta volatilidade. Aconselhado investir quantias não essenciais.

  • Decrescimento da Renda Fixa: Projeções mostram que os fundos de renda fixa cairão para menos de 25% do mercado até 2030.
  • Ascensão dos FIDCs: FIDCs devem quadruplicar sua presença no mercado, atraindo mais investidores institucionais e pessoas físicas.
  • Captação de Recursos: Nos últimos 12 meses, FIDCs captaram R$ 120 bilhões líquidos, superando significativamente os fundos de renda fixa.
  • Popularização e Acessibilidade: Número de investidores em FIDCs aumentou de pouco mais de 12 mil em 2016 para mais de 200 mil atualmente.
  • Oportunidades no Mercado de Crédito: A expansão de FIDCs oferece alternativas para antecipação de recebíveis e menor dependência de crédito bancário tradicional.

  • Governo perde R$ 46 bi: Com a derrubada da MP 1.303, o governo federal deixou de arrecadar R$ 46 bilhões previstos, mantendo o atual sistema de tributação.
  • Isenções mantidas: A tributação regressiva e isenções para LCI, LCA e debêntures incentivadas continuam em vigor até 2026.
  • Regras atuais de tributação: LCI, LCA e debêntures incentivadas seguem isentas; outras aplicações financeiras mantêm IR regressivo.
  • Alternativas do governo: Ministério da Fazenda busca recompor receitas via decretos e ajustes de impostos que não requerem aprovação do Congresso.
  • Mercado financeiro aliviado: O setor financeiro comemora a manutenção das isenções, crucial para a estratégia de investidores e agronegócio.

  • Setor imobiliário brasileiro: O presidente da Abrainc destaca o setor como um ponto positivo em meio à instabilidade global, apesar das taxas de Selic elevadas e insegurança jurídica.
  • Pedida redução da Selic: Abrainc defende que o Banco Central inicie cortes nas taxas de juros para fomentar o crescimento sustentável do setor.
  • Reformas fiscais e administrativas: Há necessidade de avançar em medidas para melhorar o equilíbrio fiscal, racionalização de contas públicas e reforma administrativa.
  • Insegurança jurídica: Alertas sobre as possíveis consequências das reformas do Código Civil em discussão, que podem enfraquecer contratos e o direito de propriedade.
  • Mercado aquecido: O mercado imobiliário registra alta em vendas e o estoque de LCIs alcança R$ 471 bilhões; programa Minha Casa, Minha Vida supera metas de moradias.

  • TEND3 cai 1,60%: Ações recuam após prévia operacional do 3T25 abaixo das expectativas do JP Morgan, que já esperava reação negativa.
  • Lançamentos e VGV: Tenda lançou 12 empreendimentos no 3T25, com VGV de R$ 1,48 bi, queda de 27,1% anual, mas 36,5% acima do 2T25.
  • Vendas Brutas e Líquidas: Vendas brutas de R$ 1,2 bi, queda de 21,5% anual, vendas líquidas de R$ 1,09 bi, recuo de 25%, mas aumento frente ao 2T25.
  • Classificação de Compra: JP Morgan mantém overweight (compra) para TEND3 e Safra reitera outperform (compra) devido a expectativa de melhora nos lucros.
  • Desempenho Resiliente: Apesar de lançamentos abaixo do esperado, Safra destaca sólidos R$ 1,2 bi em vendas líquidas, impulsionadas por bom desempenho em ambos segmentos.

  • Potencial de Valorização: O BB Investimentos projeta uma valorização de mais de 60% para as ações do Assaí (ASAI3), elevando o preço-alvo de R$ 12 para R$ 14 e mantendo a recomendação de compra.
  • Valuation Atualizado: A revisão do valuation inclui resultados do primeiro semestre de 2025 e considera o cenário macroeconômico atual, com um mercado positivo para redes de supermercados.
  • Cenário Favorável: A valorização das ações reflete a resiliência do mercado de trabalho e a queda da inflação de alimentos, beneficiando o segmento supermercadista.
  • Risco de Volatilidade: O processo judicial contra o Casino e potencial saída do GPA (PCAR3) pode causar volatilidade nas ações do Assaí, embora o BB-BI não veja riscos financeiros imediatos.
  • Perspectivas de Crescimento: O BB-BI projeta melhorias graduais em receita e rentabilidade, apesar do contexto de política monetária restritiva.

  • Valorização Pós-Privatização: Desde a privatização em julho de 2024, as ações da Sabesp (SBSP3) subiram mais de 40%, superando o Ibovespa.
  • Metas Antecipadas e Expansão: Sabesp está adiantando metas de universalização e buscando novas aquisições, como a compra de 74,9% da Emae por R$ 1,13 bilhão.
  • Desempenho Financeiro Sólido: Lucro líquido do segundo trimestre cresceu 77%, consolidando a Sabesp como uma das ações mais recomendadas da B3.
  • Reajuste Tarifário como Desafio: Reajuste tarifário anual será um teste importante, especialmente em 2026, ano eleitoral.
  • Plano de Captação e Expansão: Sabesp captou R$ 15 bilhões em 2025, com previsão de repetir o volume, e mantém possibilidade de follow-on para expansão futura.

  • 3R Petroleum capta US$ 500 milhões: A empresa finalizou uma captação significativa de recursos.
  • LAVVI divulga prévia: A empresa de construção civil compartilhou uma prévia do desempenho recente.
  • Cosan conclui aquisições: A empresa completou recentemente suas aquisições, provavelmente movimentando o mercado.
  • Impactos no fluxo de caixa: XP estima que o impacto potencial no fluxo de caixa ao acionista pode ser de cerca de US$ 8 milhões mensais.
  • Paralisação em Potiguar afeta Brava (BRAV3): As ações caíram quase 3% devido à paralisação, indicando potencial impacto negativo nos preços das ações.

  • Ibovespa oscila após divulgação do IPCA e decisão do Congresso de derrubar uma Medida Provisória.
  • Bolsas dos EUA em queda após atingirem novos recordes, destacando o movimento de realização de lucros.
  • Foco no IPCA: A reação do mercado ao índice pode impactar expectativas de política monetária e decisões de investimento.
  • Atenção ao Congresso: A derrubada de medidas pode gerar volatilidade no mercado e influenciar o clima de negócios.
  • Monitorar fatores externos: Movimentos internacionais, especialmente nos Estados Unidos, podem afetar o desempenho local.

  • Dólar sobe: Mercado reage a preocupações fiscais, afetando a cotação do dólar.
  • Derrota do governo: Desdobramentos políticos influenciam a percepção de risco entre os investidores.
  • Metas fiscais: Traders estão atentos às estratégias do governo para cumprir metas fiscais, o que pode impactar o mercado de câmbio.
  • Volatilidade incrementada: Expectativa de maior volatilidade no mercado cambial devido a incertezas fiscais.
  • Oportunidades de trade: Oscilações no dólar podem apresentar oportunidades de curta duração para traders ágeis.

  • Ações da Ambipar sobem 23,5%: Após o cancelamento da Assembleia Geral Extraordinária (AGE), as ações da Ambipar (AMBP3) subiram significativamente, sendo negociadas a R$ 0,84.
  • Rumores de recuperação judicial: Ambipar conseguiu uma tutela cautelar para proteção de credores por 30 dias, o que gerou especulações sobre um possível pedido de recuperação judicial.
  • Impacto no caixa e risco de rombo bilionário: Devido a obrigações financeiras com o Deutsche Bank, a empresa enfrenta um risco potencial de um rombo de mais de R$ 10 bilhões, afetando seu caixa.
  • Polêmica com COEs da XP Investimentos: A crise na Ambipar afetou Certificados de Operações Estruturadas (COEs) vendidos pela XP Investimentos, gerando perdas consideráveis aos investidores.
  • Rebaixamento de crédito e impacto em fundos: S&P Global e Fitch rebaixaram a nota de crédito da Ambipar. O fundo imobiliário BM Brascan Lajes Corporativas (BMLC11) relatou falta de pagamento de aluguel, impactando dividendos.
Filtros de Categoria
3 categorias ativas