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Cansado de ficar visitando múltiplos sites e lendo notícias intermináveis? Aqui você acompanha as notícias mais relevantes do mercado financeiro, com resumos focados nos traders que querem se manter atualizados de forma rápida e eficiente.

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  • 8ª emissão de debêntures pela Ânima no valor total de R$ 300 milhões.
  • Distribuição de 300 mil debêntures com valor nominal de R$ 1 mil cada.
  • Prazo de vencimento de cinco anos, com data final em 15 de outubro de 2030.
  • Juros remuneratórios baseados na variação acumulada das taxas DI com acréscimo de 1,50% a.a.
  • Utilização dos recursos para usos corporativos ordinários e fortalecimento de caixa.

  • Vídeos & Podcasts diários: A Ágora Investimentos oferece conteúdo multimídia diariamente.
  • Análises de mercado: Acompanhe insights e análises atualizadas para decisões de investimento.
  • Temas relevantes: Cobertura de tópicos atuais que podem impactar o mercado financeiro.
  • Acesso gratuito: Os conteúdos estão disponíveis sem custo para todos os investidores.
  • Ferramenta de estudo: Útil para formação e atualização de estratégias de trading.

  • Próximos passos do Fed: Discussões sobre cortes de juros devido aos riscos no mercado de trabalho, mas cautela permanece devido à inflação.
  • Corte de juros recente: Na última reunião, o Fed cortou a taxa em 0,25 p.p., para 4%-4,25% ao ano.
  • Preocupações com emprego: A taxa de desemprego atingiu o maior patamar em quase quatro anos; dados de setembro estão indisponíveis devido ao shutdown.
  • Riscos de inflação: Participantes destacam preocupações com a inflação acima da meta de 2%, influenciada por tarifas comerciais.
  • Expectativas futuras: Mediana das projeções do Fed indica mais dois cortes de juros este ano; próxima reunião em 28 e 29 de outubro com ajuste de 0,25 p.p. precificado.

  • Nasdaq e S&P 500 renovaram máximas históricas, puxados por ações de tecnologia.
  • Federal Reserve sugeriu novos cortes de juros em 2025, mas destacou preocupações com inflação.
  • Mercados globais mostraram fortalecimento do dólar e alta no ouro e bitcoin, enquanto o petróleo teve terceira alta consecutiva por conta de preocupações com oferta e tensões geopolíticas.
  • Ibovespa subiu 0,56% devido ao cenário externo positivo; investidores acompanham a tramitação da MP 1.303 que impacta a tributação sobre JCP.
  • Dólar recuou 0,11% frente ao real, cotado a R$ 5,34, enquanto os juros futuros também diminuíram.

  • MP 1.303 cria riscos: A medida é criticada por potencialmente comprometer a capacidade do governo de rolar a dívida pública.
  • Impacto no mercado de renda fixa: A proposta pode afetar negativamente o mercado de títulos, segundo sócio-fundador da gestora.
  • Felipe Guerra comenta: O sócio-fundador da Legacy afirma que a medida é "uma grande irresponsabilidade" em termos fiscais.
  • Preocupações de gestores: Gestores financeiros estão atentos aos possíveis reflexos dessa medida nas taxas de juros e inflação.
  • Oportunidades e riscos para traders: Traders devem estar vigilantes sobre volatilidades no mercado de renda fixa em decorrência desta medida.

  • A Medida Provisória 1303 foi retirada da pauta pela Câmara dos Deputados, impedindo unificação da tributação de 18% sobre aplicações financeiras.
  • Com 251 votos a favor da retirada e 193 contra, a MP perde vigência à meia-noite, inviabilizando sua aprovação no Senado.
  • O governo pretendia aumentar a arrecadação em R$ 20,9 bilhões em 2026 com a MP; tentativa agora frustrada.
  • Rejeição da MP pode exigir contingenciamento de recursos, afetando até R$ 10 bilhões em emendas parlamentares.
  • Haddad afirmou que governo buscará atingir seus objetivos fiscais e sociais, mesmo após a MP ser retirada.

  • Ibovespa em Alta: O índice fechou em alta de 0,56% aos 142.145,38 pontos com volume de R$ 19,9 bilhões, influenciado pela MP 1.303 sobre tributação de investimentos.
  • MP 1.303 Retirada: A MP, com alíquotas de 18% para JCP e renda fixa, foi retirada da pauta após oposição no Congresso, criando incertezas sobre mudanças na tributação.
  • Desempenho de Ações: Petróleo em alta não beneficiou Petrobras (PETR3: -1%, PETR4: -0,58%), enquanto Vale (VALE3) subiu 0,77%.
  • Mercados Internacionais: S&P 500 e Nasdaq atingem novos recordes; Fed alerta para elevações nos riscos inflacionários nos EUA.
  • Dólar em Baixa: Dólar recua 0,11% cotado a 5,3442, impulsionado pelo maior apetite a risco e valorização do petróleo.

  • Méliuz (CASH3) apresentou alta de quase 6% após anúncio sobre recompra de ações.
  • Analistas destacam que a recompra sugere confiança da administração no valor da empresa.
  • A assimetria da tese de investimento permanece positiva, atraindo interesse de investidores.
  • A recompra de ações pode impulsionar a cotação ao reduzir a quantidade de ações disponíveis no mercado.
  • A decisão de recompra reflete uma tendência estratégica que pode influenciar positivamente o preço das ações no curto prazo.

  • Desktop sobe 10%: Ações da Desktop subiram 10% após confirmação de conversas com a Claro.
  • Consolidação do Mercado: Potencial aquisição destaca movimento de consolidação no setor de banda larga no Brasil.
  • Impactos no Setor: Negociação pode gerar impactos significativos nas operações da TIM e Vivo, competidores diretos.
  • Estratégia de Expansão: Movimentos de fusões e aquisições são estratégicos para operadoras ampliarem sua presença de mercado.
  • Oportunidades de Trading: Traders devem monitorar as ações da Claro, TIM e Vivo para ajustes estratégicos baseados em desenvolvimentos futuros.

  • Ações em Alta: As ações da CBA subiram mais de 10% no Ibovespa, impulsionadas por rumores de aquisição.
  • Potencial Comprador: Especulações apontam a Emirates Global Aluminium como interessada na compra da CBA.
  • Interesse Estratégico: O interesse da empresa dos Emirados Árabes estaria em obter controle integral da cadeia de produção de alumínio.
  • Tendência de Mercado: Traders devem monitorar essas ações para possíveis movimentos significativos baseados em futuras confirmações de aquisição.
  • Análise Técnica: O desempenho das ações pode oferecer oportunidades de curto prazo para traders especulativos.

  • Goldman Sachs inicia cobertura de Auren e Engie: Recomenda compra para Auren (AURE3) e venda para Engie (EGIE3).
  • Eletrobras como top pick: Reafirmada como principal escolha no setor, beneficiada por carteira pouco contratada em caso de alta de preços.
  • Preços de energia projetados acima da curva futura: Estimativa de R$ 220 MWh entre 2026-2028; fatores incluem atualização do modelo de precificação e regime de chuvas.
  • Auren com preço-alvo de R$ 13,50: Exposição ao longo prazo dos preços de energia; restrição de espaço para dividendos devido à alavancagem.
  • Engie sustentada por valuation apertado: Recomendação de compra com alvo em R$ 38, potencial de valorização caso preços de energia superem estimativas.

  • Ibovespa sobe 0,56%, atingindo 142.145,38 pontos, sugerindo uma quebra de correção recente.
  • Nível dos 142 mil pontos pode servir como um ponto de resistência ou suporte significativo.
  • Potencial de alta pode estimular compras, aproveitando o sentimento positivo do mercado.
  • Monitorar volatilidade: traders devem observar a volatilidade em torno deste nível de preço.
  • Análise de indicadores pode ajudar a identificar se a tendência de alta irá se manter.

  • Taxas DIs em queda: As taxas dos contratos de Depósitos Interfinanceiros (DIs) fecharam em queda nesta quarta-feira (8), mas a incerteza fiscal do governo Lula limitou mais reduções.
  • Expectativa por MP e mudanças fiscais: Investidores aguardam votação no Congresso sobre a taxação de aplicações financeiras, essencial para a política fiscal do governo.
  • Curva precifica Selic: Curva de juros precifica manutenção da Selic em 15%, além de ajustar expectativas para possíveis cortes futuros.
  • Impacto da política monetária dos EUA: Ata do Federal Reserve não alterou perspectivas de cortes de juros nos EUA, com pouca variação nos rendimentos do Treasury de dez anos.
  • Interferência fiscal na curva de juros: Expectativa de corte de juros é influenciada pela política fiscal indefinida, impedindo quedas mais acentuadas na curva.

  • Investimentos na Bahia: Petrobras planeja investir R$2,6 bilhões na Bahia, incluindo construções navais e uma fábrica de fertilizantes.
  • Construção naval: Seis navios de apoio serão construídos no Estaleiro Enseada, com novas contratações de barcos previstas até o fim do ano.
  • Fertilizantes: Serão aportados R$38 milhões nas fábricas de fertilizantes nitrogenados na Bahia e Sergipe este ano.
  • Contrato de manutenção: Petrobras firmou contrato com a Engeman por R$1 bilhão para retomar operações de fábricas de nitrogenados.
  • Retomada estratégica: Os movimentos são parte de esforços para reativar setores de infraestrutura naval e fertilizantes no Brasil.

  • MP 1.303 em Foco: A Medida Provisória 1.303, que trata da taxação de aplicações financeiras, necessita de votação urgente no Congresso.
  • Risco de Validade: Proposta precisa ser aprovada pelos plenários da Câmara e do Senado hoje; caso contrário, perderá validade.
  • Clima Político: Presidente Lula critica a contaminação do debate sobre a MP com clima eleitoral para 2026, chamando de "pobreza de espírito".
  • Opinião do Governo: Governo acusa oposição e partidos de sabotarem a votação, comprometendo acordos por motivo político.
  • Impacto no Mercado: Traders devem monitorar de perto o desenrolar da votação e possíveis oscilações no mercado financeiro.

  • Primeira alta após meses de queda: O preço do frango congelado subiu 4,85% em setembro, marcando a primeira valorização desde maio, enquanto o preço do animal vivo aumentou 5,89%.
  • Consumo interno impulsiona a recuperação: A demanda doméstica robusta, impulsionada por uma economia mais estável, tem contribuído significativamente para a recuperação do setor.
  • Exportações mostram fôlego: Em setembro, o Brasil exportou 482,3 mil toneladas de carne de frango, com destaque para a reabertura do mercado europeu e das Filipinas.
  • Custos controlados e cenário otimista: Custos de produção estão sob controle devido à boa oferta de milho e soja, o que ajuda na recuperação das margens.
  • Retomada projetada no último trimestre de 2025: Espera-se um aumento nas vendas internas e externas, impulsionado pelas festas de fim de ano e possíveis retomadas de exportações.

  • Aumento de Capital: Oncoclínicas (ONCO3) aprovou um aumento de capital de até R$ 2 bilhões, com emissão de até 666.666.667 ações a R$ 3 por ação. A diluição forte dos acionistas é esperada para aqueles que não investirem mais capital.
  • Reação do Mercado: As ações da Oncoclínicas caíram quase 12% no pregão após a notícia, refletindo preocupações sobre a diluição e a saúde financeira da empresa.
  • Proposta do Starboard e Governança: A proposta de reestruturação do Starboard, que incluía a saída do CEO Bruno Ferrari, foi rejeitada. A continuidade do CEO ainda é incerta em um cenário de ajustes na gestão.
  • Problemas com a Unimed-Rio: As dívidas da Unimed-Rio com a Oncoclínicas, que atingiram R$ 800 milhões, agravaram as dificuldades financeiras, levando à suspensão de serviços para a Unimed-Rio.
  • Avaliação de Analistas: O JP Morgan mantém uma recomendação "underweight" (equivalente a venda) para ONCO3, destacando problemas estruturais e de governança não resolvidos apenas com a venda de ativos.

  • Isa Energia busca expandir além da previsibilidade: A empresa lidera a inovação e tecnologia no setor elétrico brasileiro, com investimentos significativos.
  • Aposta no uso de baterias: Primeiro projeto nacional de baterias em larga escala com 30 MW implementado em 2023 para reforçar a rede elétrica durante picos de demanda.
  • Participação em leilões de tecnologia emergentes: Interesse declarado em participar de leilões previstos para 2026 relacionados ao uso de baterias.
  • Investimento em projetos de controle de potência: Projetos usando tecnologia FACTS para controlar o fluxo de energia e evitar sobrecargas, com investimento de R$ 90 milhões.
  • Enfoque em resolver problemas reais no setor elétrico: A Isa Energia busca soluções inovadoras para lidar com riscos como apagões e geração solar concentrada sem controle centralizado.

  • Estabilidade Fiscal no Brasil: A manutenção de uma política fiscal estável no Brasil é essencial para aproveitar o potencial do país como refúgio em meio ao cenário de desaceleração global prevista para 2026.
  • Impacto dos EUA no Mercado: As tarifas dos EUA e a política monetária do Fed são fatores críticos. O fim do mandato de Jerome Powell em maio de 2026 pode trazer mudanças significativas.
  • Força do Real e Câmbio: O real se fortaleceu entre moedas emergentes devido à geopolítica favorável, altos juros e credibilidade do Banco Central. No entanto, a política fiscal frágil pode pressionar o dólar a subir novamente.
  • Projeções para a Selic: Uma redução gradual da Selic é esperada até 2026, embora a desarmonia fiscal continue sendo um risco para uma estabilidade econômica sustentada.
  • Importância da Política Fiscal: A eleição presidencial de 2026 será crucial para solidificar uma regra fiscal sólida, essencial para reformas estruturais futuras e manutenção do crescimento econômico.

  • Ibovespa fecha em alta de 0,56%: Recupera-se após queda anterior, impulsionado por ganhos em Vale e B3 e por um movimento positivo em Wall Street após a ata do Fed.
  • Expectativas sobre o IPCA: Investidores aguardam os dados de inflação que podem impactar a política monetária e influenciar a curva de juros e o câmbio.
  • Cenário político e fiscal no Brasil: Incertezas continuam, com o governo enfrentando resistência do Congresso em medidas econômicas, limitando o avanço dos ativos.
  • Ações em destaque: Vale (0,65%) e B3 (3,35%) lideram ganhos; Petrobras (-0,88%) e Itaú (-0,13%) têm desempenho negativo; Desktop salta 7,7% com conversas com a Claro.
  • Influência do mercado externo: Ata do Fed reduz aversão ao risco, sinalizando postura mais neutra sobre juros, beneficiando índices americanos e ativos emergentes.

  • Indenização Generosa: Itaú Unibanco oferece até dez salários extras como indenização para cerca de mil funcionários demitidos devido à baixa produtividade no home office. Proposta debatida em assembleia nesta quinta-feira (9).
  • Estratégia de Acordo: Medida busca aliviar pressão judicial e finalizar impasse, mas banco rejeita reintegração dos demitidos, fator criticado por sindicatos.
  • Critérios de Pagamento: Pacote inclui R$ 9 mil fixos, 13ª cesta-alimentação e adicionais variáveis. Direitos variam conforme tempo de trabalho no banco, com limite de até dez salários extras.
  • Monitoramento Controverso: Corte baseado em quatro meses de monitoramento digital, que avalia uso de computadores e reuniões. Critérios geraram críticas e levantaram questões sobre justiça e precisão.
  • Discussão Sobre Home Office: Caso reacende debate sobre regulamentação e monitoramento do teletrabalho no setor financeiro. Criticas afirmam que monitoramento compromete confiança no modelo.

  • Ibovespa encerra em alta seguindo Wall Street e recuperação do petróleo, com avanço de 0,56% aos 142.145.388 pontos.
  • Dólar à vista cai 0,11%, fechando a R$ 5,3442.
  • MP 1.303 no foco, aprovada pela Comissão Mista do Congresso, mas ainda precisa de aprovação completa.
  • Ações em destaque: B3 sobe mais de 3% enquanto Hypera lidera perdas; Petrobras fecha em queda.
  • Fed mantém atenção em corte de juros, com 92,5% de chance de novo corte em outubro, conforme FedWatch do CME Group.

  • Inflação em alta: O IPCA de setembro é projetado para subir 0,52%, impulsionado pela reversão do desconto na tarifa de energia e menor deflação em alimentos e automóveis.
  • Perspectiva de desaceleração: Economistas preveem desaceleração da inflação em outubro devido à redução da bandeira de energia elétrica.
  • Tese de alta temporária: Casas como Monte Bravo veem o aumento atual como temporário, mantendo médios núcleos "bem-comportados" com alta de 0,25% em setembro.
  • Desafios persistentes: O grupo de serviços permanece resiliente com previsão de alta de 7% em 12 meses; pressão nos itens intensivos em trabalho preocupa o Banco Central.
  • Política monetária restritiva: As medidas subjacentes de inflação indicam necessidade de manutenção da Selic no patamar de 15% até o fim de 2025.

  • Ações da Petrobras caíram após o anúncio de investimentos no estado da Bahia.
  • Investimento total de R$ 2,6 bilhões será direcionado para o estado da Bahia.
  • Movimento poderá impactar a percepção de crescimento da empresa no curto prazo.
  • Traders devem monitorar volatilidade das ações nos próximos dias, conforme mercado reage ao anúncio.
  • Possíveis ajustes de posicionamento em Petrobras são sugeridos diante do cenário de investimentos.

  • Dólar em queda: O dólar hoje cai para R$ 5,34.
  • Ação do mercado: Mercado está à espera da votação de uma Medida Provisória alternativa ao IOF nos EUA.
  • Taxa de juros: Minuta deve fornecer informações sobre os rumos dos juros nos Estados Unidos.
  • Oportunidade de negociação: Traders devem observar a definição das políticas fiscais e monetárias para estratégias de curto prazo.
  • Expectativas de mercado: Volatilidade pode aumentar dependendo do resultado da votação e das novas diretrizes monetárias.

  • 49% dos brasileiros acreditam que Lula saiu fortalecido após encontro com Trump, segundo pesquisa Genial/Quaest.
  • Aproximadamente 57% dos eleitores ouviram elogios de Trump sobre Lula, aumentando a percepção de protagonismo internacional.
  • Enquanto 78% dos lulistas veem o encontro como positivo, 51% dos bolsonaristas acreditam que foi negativo para Lula.
  • Expectativas divididas para futuros encontros: 51% acreditam em boa relação entre Lula e Trump, enquanto 36% preveem conflitos.
  • A maioria dos entrevistados, 65%, prefere uma postura amigável de Lula em relação a Trump, ressaltando uma abordagem cautelosa.

  • Adiamento do Novo Ciclo de Cortes da Selic: A XP Investimentos adiou a projeção do início dos cortes da Selic de janeiro para março de 2026, refletindo uma postura cautelosa do Banco Central devido a riscos inflacionários.
  • Expectativa de Juros Elevados: Mesmo com a expectativa de cortes graduais de 0,50 ponto, a Selic deve permanecer em 12% ao final de 2026, indicando uma política monetária ainda restritiva.
  • Evolução Econômica sobre PIB e Câmbio: A XP revisou o crescimento do PIB para 2025 de 2,2% para 2,1% e ajustou a expectativa para o câmbio, prevendo R$ 5,30 por dólar em 2025.
  • Análise da Inflação: Mantidas projeções do IPCA em 4,8% para 2023 e 4,5% para 2026, com viés de baixa devido a preços de alimentos e itens administrados.
  • Alerta sobre Reformas Fiscais: Reformas são cruciais para evitar alta da dívida pública e possibilitar um ajuste da Selic para níveis próximos da neutralidade.

  • Taxas Futuros em Alta: As taxas futuras de juros para janeiro de 2028 fecharam em alta, atingindo 13,485% na tarde de negociações.
  • Influência Externa: A alta das taxas foi impulsionada por fatores externos, conforme mencionado no relatório econômico do dia.
  • Atenção ao Relatório de Inflação: A divulgação de um relatório de inflação influenciou a direção das taxas de juros futuros.
  • Discurso de Campos Neto: Declarações do presidente do Banco Central, Campos Neto, também contribuíram para o movimento das taxas.
  • Sentimento de Mercado: Apesar da alta das taxas, um receio com a situação fiscal do país limitou movimentos mais expressivos.

  • Mercado Livre lança Meli+ Mega: Novo plano de assinatura inclui principais serviços de streaming e benefícios financeiros, destacando-se como o primeiro a reunir Netflix, Disney+, Apple TV+ e HBO Max.
  • Preços e Promoção: Inicialmente R$ 39,90 por dois meses; R$ 74,90 depois. Competitivo frente ao custo separado dos streamings, superando R$ 110 mensais.
  • Vantagens do Meli+ Mega: Oferece frete grátis, cashback de até 5%, rendimento no Mercado Pago e acesso a streamings, diferenciando-se de outros planos.
  • Plano já disponível: Contratação via site e aplicativo do Mercado Livre; inclui opção de pagamento via cartão de crédito, saldo do Mercado Pago ou boleto.
  • Estrategia para Black Friday e Natal: Lançamento visa aproveitar a temporada de vendas mais intensa, com expansão logística prevista, frente à concorrência de Shopee e Amazon.

  • Dólar à vista fecha em R$ 5,3442, com queda de 0,11%, contrariando a tendência de alta do índice DXY no exterior.
  • Aprovação da MP 1.303: Comissão Mista do Congresso aprova a medida que substitui o aumento do IOF, mas ainda precisa de aval do plenário antes de perder validade.
  • Dados de fluxo cambial negativos em setembro, com saída líquida de US$ 780 milhões pelo canal financeiro, impactando o câmbio.
  • A recuperação do petróleo apoia o real; Brent fecha com alta de 1,22% a US$ 66,25 por barril.
  • Fed sinaliza mais um corte de juros após redução para 4,00%-4,25%, com mercado apostando em nova redução na próxima reunião em 29 de outubro.

  • Compras argentinas no Chile aumentam 438% em 2025, enfraquecendo reservas internacionais e causando tensão econômica.
  • Peso supervalorizado até 30%, tornando importações mais acessíveis e estimulando o consumo externo.
  • Estratégia cambial de Milei sob pressão, com risco de pânico financeiro e instabilidade política crescente.
  • Aumento de veículos na fronteira chilena, 50% a mais que no ano anterior e 150% acima de 2023, refletindo maior drenagem de dólares.
  • Milei enfrenta dilema crítico: manter o peso valorizado ou liberar câmbio, com riscos de disparada inflacionária e perda de reservas.

  • O ouro atingiu novos recordes. O contrato mais líquido do ouro, com vencimento em dezembro, fechou com avanço de 1,65%, a US$ 4.070,50 por onça-troy, renovando recorde de fechamento e máxima histórica intradia.
  • Cenário de incerteza contribui para valorização do ouro. Fatores como expectativas de cortes de juros nos EUA, incerteza política e econômica, e um dólar enfraquecido estão impulsionando o preço do metal.
  • Expectativa de corte de juros pelo Fed. Ferramenta FedWatch sinaliza 92,5% de chance de o Fed reduzir os juros em 0,25 ponto percentual na próxima reunião, aumentando o interesse por ativos seguros como o ouro.
  • Analistas indicam cautela com o rali do ouro. Bank of America sugere possível esgotamento do rali e prevê possibilidade de correção ou consolidação caso ouro se aproxime muito de US$ 4.000.
  • Prata também segue valorização. Com investidores buscando segurança, a prata subiu 3,2% e registrou novo recorde, fechando a US$ 49,39 a onça-troy, o maior fechamento desde 1980.

  • Pagamento de CDBs: Banco Master pagou R$ 200 milhões em CDBs, aliviando temporariamente preocupações de liquidez.
  • Dependência do FGC: Segue exposto após um empréstimo emergencial de quase R$ 4 bilhões; fortalece a urgência por soluções de longo prazo.
  • Venda de ativos: Estratégia de recuperação inclui vendas da seguradora Kovr e tentativa de alienação do Will Bank, visando melhorar a liquidez.
  • Dívidas e passivos: Com passivos de R$ 16 bilhões a vencer até 2025, o banco busca evitar medidas drásticas, como intervenção do BC.
  • Expectativas do mercado: Ações futuras do banco estão sob escrutínio à medida que ele tenta mostrar capacidade rápida de levantar liquidez.

  • Importância da liderança estratégica: David Feffer da Suzano e Marcelo Silva do Magazine Luiza destacam a necessidade de líderes empresariais estarem em sintonia com todas as partes da organização, incluindo clientes e colaboradores.
  • Enfoque na governança corporativa: Feffer enfatiza que a boa governança é vital para gerar valor não apenas para acionistas, mas para todos os stakeholders da empresa.
  • Sustentabilidade como vantagem competitiva: A saúde das plantações (eucalipto e pinus) é ligada diretamente à capacidade de inovação e sucesso contínuo da Suzano.
  • Valores acima de resultados: Silva argumenta que focar nos valores e colaboradores leva a melhores resultados no atendimento ao cliente e, consequentemente, ao sucesso empresarial.
  • Trend alert em sustentabilidade: As práticas sustentáveis são vistas como essenciais para a competitividade e crescimento das empresas no futuro volátil previsto pelos executivos.

  • Falta de conhecimento estrangeiro: A falta de informação sobre o Brasil é vista como principal barreira para novos investimentos estrangeiros.
  • Esforços educacionais: Instituições financeiras com presença internacional estão focadas em educar investidores sobre oportunidades e avanços regulatórios no Brasil.
  • Volatilidade e concentração: A moeda volátil e a concentração em renda fixa dificultam o interesse estrangeiro, apesar dos esforços de "vender Brasil".
  • Questões regulatórias: O Brasil possui forte estrutura regulatória, o que nem sempre é percebido por investidores estrangeiros, especialmente americanos.
  • Potencial de mercado: O sentimento estrangeiro é de conhecimento misto, com potencial reconhecido, mas ainda com desafios por ser um mercado emergente.

  • Lançamento de novo modelo de crédito: Governo Lula apresenta mudança no direcionamento da poupança para o crédito imobiliário, estabelecendo juros máximos de 12% + TR.
  • Injeção de capital: Estima-se que até R$ 20 bilhões sejam injetados na economia, dependendo da adesão dos bancos privados.
  • Impacto nos bancos: Bancos privados devem concentrar esforços no Sistema de Financiamento Imobiliário mais rentável; risco de encarecimento do crédito e restrição na oferta.
  • Transição planejada: Governo propõe um período de transição de 12 meses para minimizar impactos e permitir ajustes ao novo sistema de financiamento habitacional.
  • Programas complementares: Lançamento deve incluir programa de reforma de moradias com taxas entre 1,17% a 1,95% ao mês para famílias de baixa e média renda.

  • Previsão de Ebitda ajustado: O Citi projeta um Ebitda ajustado de R$ 437 milhões para o 3T25, representando um aumento de 7% em relação ao 2T25 e 3% em comparação ao mesmo período do ano anterior.
  • Impacto dos preços do aço: A receita da Usiminas na siderurgia deverá ser impactada pela queda de 11% no índice Platts para aço plano. No entanto, a Usiminas sentirá um impacto menor devido à dinâmica de contratos.
  • Desempenho de mineração: Projeções de Ebitda de R$ 150 milhões para mineração no 3T25, com um custo médio de minério de ferro de US$ 101 por tonelada, superando expectativas anteriores.
  • Risco regulatório: A renovação da tarifa antidumping sobre chapas grossas diminui o risco, enquanto investigações sobre outras bobinas podem influenciar resultados futuros.
  • Previsão e recomendação: Citi estima um Ebitda ajustado de R$ 2,1 bilhões para 2025 e R$ 2,3 bilhões para 2026, com recomendação neutra e preço-alvo de R$ 4,75 por ação.

  • Aumento da Alavancagem: A Isa Energia (ISAE4) está aumentando sua alavancagem financeira de forma planejada e estratégica, conforme informado pela administração.
  • Meta de Desalavancagem: Alavancagem dívida líquida/Ebitda subiu de 1 para 3 vezes desde 2020, com previsão de atingir 4 vezes até 2028 antes de iniciar o processo de desalavancagem.
  • Investimentos Prioritários: A companhia está fortalecendo sua estrutura de capital e diversificando receitas para enfrentar o fim da RBSE financeira em 2028.
  • Foco em Sustentabilidade: O CEO destacou a estratégia de evitar concentrações de renovações contratuais para manter a sustentabilidade do portfólio até 2040.
  • Dividendo Atrativo: Apesar do aumento nos investimentos, a Isa Energia mantém um payout de 75% e dividend yield estimado acima de 10%.

  • BMLC11 registra impacto de inadimplência: O fundo imobiliário BM Brascan (BMLC11) não recebeu o aluguel de setembro da Ambipar Response, gerando impacto negativo de R$ 0,06 por cota nos dividendos.
  • BTG Pactual e Argucia Capital em ação: O BTG vai cobrar multa conforme o contrato, enquanto a Argucia Capital ressaltou o seguro fiança e medidas legais para recuperar os valores.
  • Ambipar sob proteção judicial: Ambipar (AMBP3) obteve tutela na Justiça, suspendendo ações de cobrança por 30 dias, com possível extensão, para negociar ou avançar para recuperação judicial.
  • Preocupações com caixa e dívidas: Dúvidas surgem sobre a posição de caixa da Ambipar, reportada como R$ 4,7 bilhões, embora credores tenham identificado apenas US$ 80 milhões disponíveis.
  • Notas de crédito rebaixadas: Agências rebaixaram a classificação de crédito da Ambipar, com a S&P reduzindo para 'D', e Fitch para 'C', refletindo riscos financeiros agravados pelo contexto judicial.

  • Queda Acentuada das Ações AMBP3: Ações da Ambipar caíram 95% em 15 dias, afetando diretamente o BlueBank, que tem parte significativa dos ativos nesses papéis.
  • Tentativa de Venda do BlueBank: Banco procura compradores devido à crise, mas assessoria posteriormente negou a venda e afirmou liquidação das posições em Ambipar antes da queda.
  • Demissões no BlueBank: Devido ao colapso, o BlueBank demitiu 50 funcionários e registrou 34 pedidos de desligamento; não foi estabelecida ligação oficial com a crise da Ambipar.
  • Proteção contra Credores pela Ambipar: Ambipar entrou com pedido de proteção contra credores, possivelmente antecipando recuperação judicial, gerando desconfiança no mercado.
  • Exposição Volátil do BlueBank: Quase 90% dos ativos do banco alocados em fundos com grande exposição à Ambipar, destacando a necessidade de vigilância por parte de traders sob o impacto em outras áreas.
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