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Cansado de ficar visitando múltiplos sites e lendo notícias intermináveis? Aqui você acompanha as notícias mais relevantes do mercado financeiro, com resumos focados nos traders que querem se manter atualizados de forma rápida e eficiente.

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  • Data Importante: Traders estão atentos à divulgação da ata do Fed hoje, 8 de outubro de 2025, que pode trazer mudanças de política monetária.
  • Foco Local: Novos sinais fiscais no Brasil são aguardados, afetando potencialmente o mini-índice (WINV25) e influenciando decisões de compra/venda.
  • Análise Técnica: Recomenda-se que traders monitorem níveis de suporte e resistência identificados para o WINV25, especialmente em resposta a qualquer volatilidade induzida por notícias.
  • Volatilidade Esperada: Com eventos mencionados, espera-se aumento na volatilidade do mercado, abrindo oportunidades para operações de curto prazo.
  • Monitoramento Recomendado: Traders devem acompanhar em tempo real os desenvolvimentos econômicos e outros anúncios relevantes que possam impactar o mercado.

  • Ata do FOMC: Relatório com insights sobre políticas monetárias e possíveis mudanças nas taxas de juros.
  • Alternativa ao IOF: Discussão sobre medidas alternativas ao aumento do IOF que podem afetar setores financeiros e de consumo.
  • Dados da Anfavea: Movimentação nas produções automobilísticas que pode impactar ações de empresas do setor.
  • Declarações de Haddad: Comentários do Ministro da Economia que podem influenciar políticas fiscais e econômicas.
  • Tensões Geopolíticas: Qualquer menção a novos desenvolvimentos pode afetar commodities e moedas.

  • Investimentos e Universalização: A Copasa (CSMG3) anunciou planos de investir quase R$ 17 bilhões até 2029 para universalizar e melhorar seus serviços, com metas de cobertura até 2033.
  • Financiamento e Emissões: A empresa planeja financiar seus projetos por meio de geração de caixa, debêntures incentivadas e linhas de crédito, com novas emissões previstas nos próximos meses.
  • Novos Negócios e Receitas: A Copasa está explorando novas fontes de receita, incluindo a venda de ativos não essenciais e desenvolvendo um plano estratégico com diversificação de negócios até 2030.
  • Corte de Custos e Eficiência: A iniciativa de reutilização de água e colaboração com consultorias visa cortar mais de R$ 2 bilhões em custos, além de estabelecer um centro de serviços compartilhados.
  • Privatização como Catalisador: A privatização da empresa, atualmente em discussão no governo de Minas Gerais, é vista como crucial para atingir metas de eficiência e expansão, com expectativa de avanços nas próximas semanas.

  • Ibovespa e Minicontratos: Análise técnica focada no desempenho do Ibovespa e dos minicontratos de índice e dólar, essencial para day traders.
  • Pontos de Suporte e Resistência: Identificação dos níveis críticos de suporte e resistência para o mini-índice e o minidólar pode orientar operações de compra e venda.
  • Data Atualizada: As informações são baseadas nos dados mais recentes até 08/10, importante para traders que buscam decisões rápidas.
  • Fontes de Informação: Conteúdo fornecido por InfoMoney garante confiabilidade e precisão nas análises apresentadas.
  • Impacto no Mercado: Mudanças nos níveis técnicos podem influenciar estratégias de curto prazo para operadores de day trade.

  • 08:00 – Brasil: FGV divulga IPC-S semanal, importante para análise de inflação e impactos no mercado local.
  • 14:30 – Brasil: BCB lança Índice de Commodities Brasil (IC-Br) de setembro, influente para setores ligados a commodities.
  • 14:30 – Brasil: BCB atualiza Fluxo Cambial semanal, relevante para o câmbio e entradas de capital.
  • 08:00 – Chile: Publicação do Índice de Preços ao Consumidor de setembro com previsão de 0,41% m/m, crucial para traders monitorando pressões inflacionárias.
  • 15:00 – EUA: Divulgação da Ata do FOMC, fundamental para insights sobre políticas monetárias futuras e impacto nos mercados globais.

  • Corrida por Ações Tokenizadas: Empresas como Robinhood, Gemini, Kraken e Nasdaq estão lançando ações tokenizadas na Europa e buscando aprovações nos EUA, atraindo atenção dos investidores e reguladores.
  • Riscos e Regulamentação: Sinais de alerta entre especialistas regulatórios sobre riscos à integridade do mercado e a proteção ao investidor devido à natureza derivativa e falta de direitos plenos nas ações tokenizadas.
  • Liquidez e Custos: A indústria argumenta que as ações tokenizadas podem revolucionar o mercado ao oferecer negociação 24/7, liquidez aumentada e custo de transação reduzido; Valor de US$ 412 milhões em setembro.
  • Conflitos Regulatórios: Desafios em determinar regulamentações aplicáveis; Divergências sobre proteções aos investidores; Críticas sobre fragmentação da liquidez por parte de grandes players financeiros.
  • Escrutínio Regulatório: SEC planeja avaliar isenções para emissores, enquanto Europa monitora riscos sob regras de derivativos MiFID; Resistência de Wall Street para reformas sem regulamentação formal.

  • Ouro atinge marco histórico: Preço do ouro supera a marca de US$ 4.000 pela primeira vez na história.
  • Fatores impulsionadores: Aumento vinculado a temores de paralisação do governo dos EUA e cortes de juros pelo Federal Reserve.
  • Demanda elevada: Forte procura por parte de bancos centrais e investidores contribui para a alta dos preços.
  • Impacto no mercado: Traders devem monitorar possíveis impactos nos preços de commodities e moedas.
  • Estratégias de hedge: Considerar diversificação com ouro como proteção contra incertezas econômicas.

  • Cancelamento de fusão com Azul: O fim das negociações de fusão entre Gol (GOLL54) e Azul (AZUL4) removeu potencial catalisador de curto prazo para Gol, aumentando incertezas de cooperação futura.
  • Gol pós-recuperação judicial: Após sair do Chapter 11, Gol reduziu alavancagem e montou plano de recuperação de cinco anos, incluindo crescimento em capacidade e Ebitda.
  • Análise financeira atualizada: HSBC reavaliou Gol com novo plano, definindo preço-alvo de R$ 4,00 para GOLL54, representando potencial de queda de 21,7%.
  • Recomendação de "reduzir": HSBC rebaixou recomendação de GOLL54 para "reduzir", citando múltiplos de Ebitda pouco atraentes em comparação com média de pares latino-americanos.
  • Forte diluição e riscos: Reestruturação deixou minoritários com pouca participação, afetando liquidez, enquanto o plano financeiro ainda permite possíveis injeções de capital.

  • Produção de setembro: PetroReconcavo produziu 25,9 mil boe/dia, uma queda de 1,8% em comparação a agosto, impactada pelo campo de Tiê.
  • Desempenho por ativo: No Ativo Potiguar, produção se manteve estável em 12,9 mil boe/dia; Ativo Bahia registrou queda de 3,6% na produção diária.
  • Dinâmica de mercado: Atividade de gás no Ativo Potiguar caiu 0,5%, enquanto a de petróleo subiu 0,6%. No Ativo Bahia, queda de 6,8% no petróleo devido à repressurização do campo de Tiê.
  • Recomendação de compra: BTG Pactual recomenda compra de RECV3, destacando potencial de dividendos elevados nos próximos anos.
  • Análise financeira: Espera-se dividend yield de 12% ao ano entre 2025 e 2027, e retorno acumulado de 35% no período, com cash breakeven de US$ 30/barril e parte da produção com hedge a US$ 65/barril até 2026.

  • Grupamento de Ações: Infracommerce (IFCM3) aprovou agrupamento de ações na proporção de 20 para 1, reduzindo o total de ações para cerca de 112 milhões.
  • Período de Ajuste: Acionistas poderão ajustar suas posições de 8 de outubro a 6 de novembro de 2025, para evitar frações.
  • Data de Negociação: A partir de 7 de novembro de 2025, as ações já agrupadas serão negociadas na B3.
  • Venda de Frações: Frações de ações serão vendidas em leilão na B3, com o valor repassado proporcionalmente aos acionistas.
  • Desempenho das Ações: IFCM3 acumula queda de mais de 95% no ano, afetada pela alta da taxa Selic e execução do plano de transformação.

  • Ágora Investimentos produz conteúdo diário: Traders podem acessar vídeos e podcasts para informações atualizadas.
  • Fontes de análise e insights: Útil para tomada de decisão rápida e informada no mercado.
  • Conteúdos acessíveis: Disponíveis em formato de vídeo e áudio, permitindo flexibilidade de consumo.
  • Cobertura abrangente: Inclui análises de mercado, previsões econômicas e estratégias de investimento.
  • Recurso valioso para traders: Inestimável para a atualização contínua sobre tendências e movimentos de mercado.

  • Produção média em setembro: 25.967 boe/dia, redução de 1,8% em relação a agosto.
  • Ativo Potiguar: Produção estável de 12,9 mil boe/dia; aumento de 0,6% na produção de petróleo e queda de 0,5% na produção de gás.
  • Ativo Bahia: Produção diminuída em 3,6% para 13,1 mil boe/dia; queda de 6,8% na produção de petróleo devido à repressurização no campo de Tiê.
  • Queda total da entrega: 755.815 boe em setembro, representando uma queda de 2,14% ante agosto.
  • Impacto da repressurização: Campo de Tiê iniciou processo que afetou a produção de petróleo no Ativo Bahia.

  • Desafios Operacionais: Prio (PRIO3) enfrenta limitações em produção e vendas, segundo a Ativa Investimentos.
  • Capacidade de Recuperação: A corretora acredita que Prio pode retomar níveis próximos ao seu potencial operacional.
  • Tese de Investimento Mantida: Ativa permanece com Prio como top pick no setor, apesar dos desafios atuais.
  • Projeções de Produção: Esperado aumento de 100 mil barris/dia com projetos Wahoo (+40 mil) e Peregrino (+60 mil).
  • Valorização Potencial: Ativa considera que crescimento futuro não está totalmente precificado nos múltiplos atuais.

  • Investimento da BlackRock: A BlackRock comprou ações da Assaí (ASAI3), aumentando sua participação para 65.695.267 ações ordinárias e 485.120 ADRs.
  • Participação Total: Essa aquisição representa aproximadamente 5,033% do total de ações ordinárias da Assaí.
  • Derivativos Detidos: A BlackRock também possui 16.417.316 instrumentos financeiros derivativos baseados em ações ordinárias.
  • Impacto dos Derivativos: Os derivativos representam cerca de 1,213% do total de ações ordinárias.
  • Oportunidades para Traders: A mudança na participação da BlackRock pode influenciar a liquidez e a percepção do mercado sobre as ações da Assaí.

  • Ibovespa futuro em forte queda: Mini-índice caiu 1,66%, fechando em 141.777 pontos. Traders devem observar suporte crítico em cerca de 140 mil pontos.
  • Dólar futuro em alta: Avanço de 0,70%, cotado a R$ 5,382. Pressão vendedora retoma com principais suportes em 5.340 e 5.300, resistências em 5.370 e 5.400.
  • MP 1.303 impactando mercados: Incerteza sobre taxação de apostas esportivas traz aversão a risco. Atenções voltadas ao Congresso para votação antes do prazo de validade.
  • Crises externas fortalecem dólar: Crise política na França e continuidade do shutdown nos EUA aumentam aversão a risco, impactando países emergentes.
  • Impacto fiscal sob análise: Potencial arrecadação de R$ 17 bilhões com a MP e repatriação de ativos estratégicas para futuros direcionamentos políticos e econômicos.

  • Contratação de Financiamento: Grupo Multi (MLAS3) assinou contrato de financiamento com o BNDES, voltado para o Plano Estratégico de Inovação e Indústria 4.0.
  • Valor e Condições: Financiamento total de até R$ 294,1 milhões em dois subcréditos; taxas atreladas à TR e ao IPCA.
  • Disponibilidade e Pagamento: Recursos disponíveis por 36 meses; pagamento em 96 parcelas começando em novembro de 2027.
  • Garantias e Segurança: Operação garantida por cartas de fiança bancária de instituições financeiras aprovadas pelo BNDES.
  • Impacto Estratégico: Investimento visa redução de custos, inovação e modernização com foco em eficiência operacional.

  • MP 1303 Aprovada: A Medida Provisória 1303 sobre taxação financeira foi aprovada por 13 votos a 12.
  • Próximos Passos: Proposta segue agora para apreciação no plenário da Câmara dos Deputados e Senado.
  • Validade Urgente: MP perde a validade na quarta-feira, o que pressiona governo por aprovação rápida.
  • Arrecadação Antecipada: Estimativa ajustada de arrecadação para 2026 é de mais de R$ 17 bilhões.
  • Ajustes no Texto: Exclusão de taxação em LCI, LCA, CRI, CRA e empresas de apostas online.

  • Comentários do Fed pressionam bolsas de Nova York: Os dirigentes do Federal Reserve e dados do Fed de Nova York elevam preocupações sobre política monetária.
  • Dólar se fortalece globalmente: Mesmo com rendimentos dos Treasuries em queda, o dólar registra alta, impactando moedas como o real.
  • Ouro atinge recorde histórico: Ativo renovou recorde em meio ao ambiente de incerteza econômica global.
  • Clima fiscal afeta ativos no Brasil: Indefinição sobre MP do IOF eleva aversão ao risco e prêmios na curva de juros futuros.
  • Ibovespa cai 1,57% e dólar sobe 0,74%: Índice brasileiro fecha em queda aos 141.356 pontos, com dólar a R$ 5,35, seguindo a tendência global.

  • Queda do Ibovespa: Fechou em baixa de 1,57%, aos 141.356,43 pontos, influenciado pela Medida Provisória 1.303 sobre tributação de IR.
  • Alterações na MP 1.303: Manutenção da isenção de IR sobre CRI, CRA, LCI e LCA; alíquota única de 17,5% para outros investimentos de renda fixa.
  • Desempenho de ações chave: Vale (VALE3) caiu 1,41%; Petrobras (PETR3, PETR4) teve leves altas de 0,12% e 0,36%, respectivamente.
  • Mercado externo e destaque: S&P 500, Dow Jones e Nasdaq em queda; destaque para Trilogy Metals com avanço de 211% após investimentos do governo dos EUA.
  • Movimentações no câmbio e commodities: Dólar subiu 0,74%, cotado a R$ 5,3501; ouro ultrapassa US$ 4.000 a onça-troy, em alta pela terceira sessão consecutiva.

  • DIs reagem: Especulações sobre tarifa zero elevaram taxas dos DIs na semana passada, e após declarações recentes de Haddad, essa alta se intensificou.
  • Ibovespa e dólar pressionados: As preocupações fiscais em torno da proposta impactaram negativamente o Ibovespa e pressionaram o dólar.
  • Estudos em andamento: Governo busca alternativas para financiamento do transporte público, sem decisões imediatas sobre a proposta.
  • Impacto fiscal observado: Traders devem ficar atentos às implicações fiscais de políticas de transporte, afetando ativos brasileiros.
  • Palácio do Planalto minimiza: Não há confirmação de que a proposta será utilizada na campanha de 2026, com Lula solicitando apenas estudos preliminares.

  • Ibovespa registra recuo: O índice caiu 1,57%, fechando no menor nível desde 4 de setembro, aos 141.356,43 pontos.
  • Nível de pontos: O fechamento do índice retorna para os níveis observados no início de setembro.
  • Volume de negociação: Houve uma recuperação no giro, atingindo R$ 24,4 bilhões.
  • Tendência de correção: O Ibovespa segue uma tendência de correção, aumentando a atenção dos traders.
  • Ponto de atenção: Traders devem observar o comportamento do índice nos próximos dias para possíveis oportunidades ou riscos.

  • Recompra de debêntures: A Vale (VALE3) anunciou a recompra de debêntures participativas, podendo gastar até R$ 16,3 bilhões, visando melhorar sua estrutura de capital e oferecer liquidez.
  • Impacto nos dividendos: A XP Investimentos destacou que esta decisão pode reduzir a probabilidade de pagamentos extraordinários de dividendos no curto prazo.
  • Data Limite para Investidores: Investidores interessados em vender suas debêntures devem se manifestar até 31 de outubro, com liquidação financeira prevista para 5 de novembro.
  • Alavancagem financeira: Caso todas as debêntures sejam recompradas ao preço proposto (R$ 42), a alavancagem da companhia pode aumentar em até US$ 3,1 bilhões.
  • Retorno financeiro: Apesar do impacto inicial nos dividendos, a recompra é vista como uma alocação eficiente de capital, com estimativas de retorno de 9% a 10% em termos reais.

  • Taxas dos DIs em alta: A taxa do DI para janeiro de 2028 subiu 7 pontos-base, fechando em 13,535%, enquanto a de janeiro de 2029 foi para 13,46%.
  • Preocupações fiscais: O mercado reage negativamente a preocupações com políticas fiscais do governo Lula, incluindo rumores sobre tarifas zero em transporte público.
  • Cenário Brasileiro vs. América Latina: O Brasil mostrou pior desempenho entre emergentes devido ao aumento das preocupações fiscais.
  • Expectativa para a Selic: A probabilidade de manutenção da Selic em 15% na próxima reunião do Copom está em 99%.
  • Impacto externo: Rendimentos dos Treasuries dos EUA em queda, com o Treasury de dez anos caindo 3 pontos-base, a 4,129%.

  • BTG Pactual Valorização: BPAC11 acumula valorização de quase 80% em 2025, superando gigantes financeiros como Bradesco e Banco do Brasil, o que pode indicar continuidade na confiança dos investidores.
  • Crescimento Sustentado: Lucro líquido subiu de R$ 1,5 bi em 2011 para R$ 14 bi LTM, com ROE acima de 27%. Analistas visualizam crescimento de 15% ao ano, mostrando robustez e potencial de valorização contínua.
  • Resultados Financeiros Sólidos: No 2T25, receita de R$ 8,3 bi (+38% a/a) e lucro líquido ajustado de R$ 4,2 bi (+42% a/a) com um ROE ajustado de 27%, evidenciando eficiência operacional e competitividade.
  • Riscos Potenciais: Apesar do desempenho, atenção a riscos de volatilidade econômica, concorrência de fintechs e possíveis alterações regulatórias que podem impactar a lucratividade.
  • Perspectivas Positivas: Com diversificação e forte presença em múltiplos segmentos, ações BPAC11 ainda podem oferecer valorização adicional para investidores em busca de exposição no setor financeiro.

  • A Claro está avançando nas negociações para adquirir a operadora de banda larga Desktop, fazendo parte de sua estratégia de expansão.
  • A aquisição total pode impactar a bolsa, com a possibilidade de a Desktop ser retirada do mercado de ações, afetando negociações de ações relacionadas.
  • A Desktop tem forte presença em São Paulo, o que pode oferecer à Claro um aumento significativo em sua base de clientes na região.
  • A Desktop lançou uma operadora virtual em 2024, mostrando inovação no setor que pode ser absorvida pela Claro em suas operações.
  • Monitorar atualizações na negociação: Traders devem acompanhar de perto quaisquer anúncios futuros sobre a aquisição para ajustar suas estratégias de investimento.

  • Dólar em Alta: Dólar sobe para R$ 5,35, reagindo a tendências internacionais e declarações internas.
  • Influência de Haddad: Comentários recentes de Haddad também influenciam a alta do câmbio.
  • Monitorar Piso de R$ 6: Perspectiva de que o dólar possa voltar a testar o nível de R$ 6, caso volatilidade continue.
  • Política Interna: Investidores atentos à votação da Medida Provisória 1.303 de 2025.
  • Influência Externa: Movimentos do câmbio também refletem as condições internacionais e tensões comerciais.

  • Vendas de Dólares: O governo de Javier Milei está vendendo dólares para sustentar o peso argentino, marcando a sexta sessão consecutiva de intervenções no mercado de câmbio.
  • Reservas em Dólar: As reservas internacionais da Argentina estão extremamente baixas, restando apenas US$ 700 milhões, o que aumenta a preocupação sobre a estabilidade econômica do país.
  • Busca por Ajuda Financeira: O governo argentino está buscando apoio financeiro dos EUA, o que pode influenciar a percepção de risco e afetar a cotação do peso e dos títulos argentinos.
  • Eleições Legislativas: A intervenção ocorre em um período crítico, com eleições legislativas se aproximando, o que pode aumentar a volatilidade no mercado financeiro local.
  • Implicações para Traders: Traders devem monitorar a reação do mercado aos esforços do governo argentino e qualquer notícia sobre ajuda externa, já que isso pode impactar a volatilidade e liquidez do peso.

  • Arrecadação Fiscal - A nova MP 1303 pode gerar mais de R$17 bilhões em arrecadação em 2026, impactando o cálculo de receitas futuras.
  • Votação Imediata - A MP inclui criação de um Imposto de Renda de 17,5% e pode ser votada hoje, sendo crucial acompanhar o desfecho.
  • Alterações Recentes - Ajustes retiraram proposta de taxar títulos isentos como LCI, LCA, CRI e CRA, além de não aumentar tributo sobre empresas de apostas.
  • Prazo para Aprovação - A medida precisa ser votada até quarta-feira para não caducar, o que pressiona o mercado e legisladores.
  • Implicações para Investidores - A MP poderá afetar o retorno sobre certos investimentos e as empresas do setor de apostas online.

  • Ibovespa cai 1,57%: Fechou aos 141.356,43 pontos, marcando a maior queda desde agosto.
  • Temor fiscal ampliado: Falas de Haddad sobre tarifa zero geram incerteza, elevando preocupações fiscais e impacto potencial de até R$ 100 bilhões ao ano.
  • Juros futuros sobem: Mercado reage com cautela às declarações de Haddad e expectativa de ajuste fiscal consistente é necessária para confiança.
  • Pressão internacional: Tensão global com índices de Nova York em queda e incertezas políticas nos EUA e Europa, afetando mais o Brasil.
  • Petrobras avança, maioria cai: PETR4 subiu 0,36%, porém, MRVE3 caiu 12,12% e setor de varejo foi bastante afetado.

  • Ibovespa registra maior perda em mais de um mês, sinalizando fraqueza no mercado brasileiro em meio a preocupações fiscais.
  • Petróleo se destaca, com a Petrobras funcionando como um ponto de resistência devido a desempenhos favoráveis.
  • Bolsas de Nova York terminam em queda, mostrando apreensões globais sobre as perspectivas econômicas futuras.
  • Temor fiscal no Brasil continua a impactar o sentimento do mercado, afetando o desempenho geral dos índices.
  • Traders devem monitorar atentamente os desdobramentos fiscais e a evolução das ações da Petrobras como potenciais oportunidades de trade.

  • Ibovespa fecha em queda de 1,57%, aos 141.356,43 pontos, impactado pela incerteza sobre a MP da Taxação e tensões políticas globais.
  • Dólar à vista sobe 0,74%, encerrando a R$ 5,3501, refletindo a aversão ao risco e as preocupações fiscais.
  • MRV&Co lidera as perdas do Ibovespa com queda de mais de 12%, após divulgar prévia operacional negativa no 3T25.
  • Em Wall Street, todos os principais índices fecham em queda, com destaque negativo para o Nasdaq (-0,67%) em meio a preocupações com a Oracle.
  • Ações asiáticas registram alta, beneficiadas por um recorde no Nikkei, enquanto negociações na China estão suspensas por feriado.

  • Preços do petróleo em estabilidade: WTI fechou em US$ 61,73 (+0,06%) e Brent em US$ 65,45 (-0,03%), refletindo cautela no mercado.
  • Produção da Opep+ limitada: Ampliação de apenas 137 mil barris/dia, considerada tímida, mantendo balanços globais pressionados.
  • Dependência da Arábia Saudita: Capacidade excedente concentrada no país, com possibilidade de descontinuação de aumentos de produção até o final do ano.
  • Ataques e tensões geopolíticas: Rússia com ataques à infraestrutura e impasse Israel-Hamas no Oriente Médio, mantendo riscos elevados.
  • Volatilidade à vista: Eventos inesperados como interrupções e escaladas militares podem provocar volatilidade imediata nos preços do petróleo.

  • Claro em negociação avançada: A Claro, do grupo América Móvil, está em negociações avançadas para adquirir a Desktop (DESK3).
  • Impacto nas ações: Ações da Desktop dispararam 15% e fecharam em alta de quase 10% no dia do anúncio.
  • Possível retirada da bolsa: Negociação pode resultar na aquisição completa e retirada das ações da Desktop da bolsa.
  • Status do processo: Claro está realizando due diligence, mas ainda não fez uma oferta formal.
  • Desempenho da Desktop: A Desktop possui rede de fibra óptica própria e operação em 200 cidades de SP, com 1,17 milhão de residências conectadas.

  • Treasuries em queda: Rendimentos dos Treasuries caem com o shutdown do governo dos EUA no 7º dia, destacando a cautela dos investidores.
  • Dados econômicos adiados: A divulgação de dados importantes foi adiantada, impactando a análise de investidores.
  • Leilão de T-notes: O leilão de T-notes de 3 anos teve yield de 3,576% com alta demanda, influenciando o movimento dos rendimentos.
  • Fed em foco: Dirigentes do Fed, como Stephen Miran e Neel Kashkari, destacam riscos econômicos e a importância de decisões baseadas em dados.
  • Previsões sobre rendimentos: ING e Columbia Threadneedle Investments comentam que o impacto do shutdown nos Treasuries ainda é mínimo, prevendo que o rendimento de 10 anos não superará 4,5% nem romperá abaixo de 4% sem dados confiáveis.

  • Impacto nos Resultados: A MRV registrou um impacto negativo devido ao "cheque regional" do Amazonas, atrasando mais de 1 mil contratos que representariam R$ 93 milhões em caixa.
  • Geração de Caixa: A empresa gerou R$ 30 milhões em caixa no 3T25, mas, sem o problema do Amazonas, teria gerado R$ 123 milhões.
  • Projeção Otimista: O governo do Amazonas prometeu resolver os subsídios no 4T25, o que poderá melhorar os resultados futuros da MRV.
  • Lançamentos e Produção: Apesar da queda nos lançamentos, a MRV ainda visa atingir R$ 11 bilhões em lançamentos em 2025 e está otimista sobre reverter o descasamento produção vs. repasse.
  • Operação nos EUA: A MRV continua confiante no desinvestimento da Resia, com US$ 150 milhões já vendidos e planeja alcançar US$ 800 milhões até 2026.

  • Bradesco (BBDC4) em alta: Saltou de duas para seis recomendações de analistas em outubro, impulsionado por melhora nos resultados financeiros.
  • Valorização das ações: Ações subiram quase 40% no ano; analistas apontam para valorização sustentada por P/L de 13,5% em relação ao concorrente principal.
  • Toro recomenda Bradesco: Elegeu o Bradesco como Top Pick entre os grandes bancos, com preço-alvo de R$ 24, baseada no ROE crescente e na superação do guidance de lucro.
  • Banco do Brasil (BBAS3) em baixa: Diminuiu para apenas duas recomendações devido a preocupações com inadimplência no agronegócio; negociado a P/L de 5,1x para 2025.
  • Itaú (ITUB4) mantém liderança: Continua entre os preferidos após alta de 35% no ano; planos para digitalização de 75% dos clientes para maior eficiência.

  • Rendimentos dos Treasuries oscilam com altas leves, mantendo tendência recente.
  • Taxas dos DIs registram alta, afetando mercados emergentes.
  • Movimentações globais podem impactar estratégias de investimento localmente.
  • Emergentes enfrentam dia negativo com pressão sobre moedas e títulos.
  • Ressalva para ajustar portfólios considerando oscilações nos mercados internacionais.

  • Produção caiu 11,9% no 3º trimestre, mas estava dentro do previsto; PRIO produziu 88,2 mil boepd.
  • Interrupção no campo de Peregrino afetou resultados, mas retorno a operações normais esperado em outubro.
  • Análise de bancos otimista; JPMorgan e Goldman Sachs mantém boas perspectivas; Itaú BBA projeta R$ 62 por ação até o fim de 2025.
  • Riscos monitorados: preço do Brent, câmbio e licenças da ANP considerados principais incertezas.
  • Desempenho positivo de outros campos: Cluster Polvo e Tubarão Martelo cresceu 8,8% com manutenção.

  • Dólar avança 0,74% encerrando a 5,3507 reais, impulsionado por aversão ao risco global e preocupações domésticas fiscais.
  • Índice DXY sobe 0,38% refletindo valorização do dólar ante principais moedas, baseando-se em tensões globais.
  • Medida Provisória 1.303 no Brasil ainda precisa ser aprovada, podendo impactar cenário fiscal e o mercado cambial.
  • Discussão sobre isenção do IR para rendimentos até R$ 5 mil avança no Senado, com possível impacto na liquidez.
  • Tensões políticas nos EUA e França influenciam o sentimento do mercado global, favorecendo movimentos de safe haven.

  • Perdas significativas em COEs: Investidores perderam até 93% do capital aplicado em COEs da XP e BTG, devido a cláusulas que acionaram vencimento antecipado.
  • Impacto em produtos específicos: Produtos vinculados a Braskem e Ambipar devolveram menos de 10% do capital inicial, afetando severamente clientes de varejo.
  • Riscos em contratos subestimados: O evento destacou que produtos vendidos como proteção podem, na verdade, causar perdas severas em situações adversas de mercado.
  • Questões de comunicação: Reclamações focam na falha de comunicação do BTG em relação aos riscos, enquanto a XP confirma liquidações e ajustes nos relatórios para assessores.
  • Debate sobre regulação e transparência: O incidente reacende o debate sobre as necessidades de regulação do mercado e melhor clareza dos riscos associados a produtos estruturados.
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