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Cansado de ficar visitando múltiplos sites e lendo notícias intermináveis? Aqui você acompanha as notícias mais relevantes do mercado financeiro, com resumos focados nos traders que querem se manter atualizados de forma rápida e eficiente.

Mostrando 1401 a 1440 de 28938 notícias

  • Pedidos de auxílio-desemprego caíram: semana encerrada em 14 de março registrou redução inesperada de 8.000 pedidos, totalizando 205.000, contra previsão de 215.000.
  • Mercado de trabalho estável: queda nos pedidos indica condições estáveis e recuperação no crescimento do emprego em março.
  • Impacto das tarifas de Trump: incerteza econômica devido a tarifas e medidas políticas impacta decisões de contratação das empresas.
  • Preços do petróleo em alta: conflitos no Oriente Médio fazem petróleo subir mais de 40% desde fevereiro, adicionando incerteza ao mercado.
  • Política do Federal Reserve: taxa de juros mantida entre 3,50% e 3,75% com projeção de inflação alta e estabilidade no desemprego.

  • Ações da Minerva (BEEF3) caem mais de 6% após divulgação de resultados do 4º trimestre abaixo do esperado.
  • Corte de recomendação impactou negativamente o desempenho das ações no pregão.
  • Riscos internacionais influenciam as expectativas da empresa, refletindo nas decisões de investimento.
  • MBRF também enfrenta desafios relacionados às mesmas preocupações globais, afetando a confiança dos investidores.
  • Traders devem monitorar a evolução de questões internacionais que podem continuar impactando o setor.

  • Clima Tenso: A primeira sessão da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados sob a presidência de Erika Hilton (PSOL-SP) foi marcada por tensão e terminou sem propostas aprovadas.
  • Recursos e Representações: A oposição, composta principalmente por apoiadores de Bolsonaro, planeja recurso contra a eleição de Hilton e apresentar representação no Conselho de Ética contra ela.
  • Ações Futuras: A comissão tentará votar propostas de consenso na próxima sessão em abril; negociações políticas podem influenciar o andamento devido à janela partidária.
  • Projeto de Resolução: Um projeto de resolução pode ser apresentado para impedir que mulheres não biológicas assumam a Comissão da Mulher, impactando a direção futura da comissão.
  • Controvérsia nas redes sociais: Erika Hilton formalizou pedidos de investigação e danos morais contra o apresentador Ratinho, após declarações transfóbicas; postura defensiva pode afetar sua liderança.

  • UBS BB eleva recomendação: A Nu Holdings (NU) recebeu uma atualização de recomendação para "Compra", com novo preço-alvo de US$ 17,60, oferecendo um potencial de valorização de 45%.
  • Crescimento projetado: Expectativa de Taxa de Crescimento Anual Composta (CAGR) de aproximadamente 24% entre 2026 e 2029, sustentada por aumento da carteira de empréstimos.
  • Fatores rápidos na ação: Melhora nos resultados no México e impacto da ampliação da isenção do Imposto de Renda no Brasil são vistas como influência positiva para os preços das ações.
  • Expansão de crédito: Em 2025, limites de crédito ampliados em 63%, com projeções de empréstimos atingindo US$ 47,7 bilhões em 2027.
  • Operações mexicanas: Crescimento dos clientes para 14,1 milhões, com ajuste na estrutura de funding previsto para melhorar margens de lucro.

  • Corte Inciado: O Copom cortou a Selic em 0,25 pp, para 14,75% a.a., iniciando um ciclo de queda, mas com cautela.
  • Contexto Global: A alta do petróleo e a escalada da guerra no Oriente Médio aumentam incertezas globais, exigindo cautela no Brasil.
  • Inflação Pressionada: O IPCA de fevereiro apresentou aceleração em núcleos e serviços, complicando cortes mais agressivos.
  • Cautela: A decisão é prudente, com foco na âncora de expectativas de inflação e impactos da política monetária.
  • Próximos Passos: O ciclo de corte deve continuar gradual e dependente de desdobramentos globais e domésticos.

  • Encarar o stop como custo operacional: Bruno Marques destaca a importância de tratar os stops em operações de trade como custos essenciais para proteger o capital.
  • Tratar trade como uma empresa: Adotar uma abordagem empresarial pode ajudar traders a manter a disciplina e evitar decisões emocionais.
  • Sobrevivência no mercado: A mentalidade focada em gerenciamento de risco pode ser crucial para a longividade de um trader no mercado.
  • Prevenção de perdas significativas: Ver o stop como parte do custo operacional ajuda a evitar perdas grandes que podem comprometer o portfólio.
  • Disciplina e gestão de risco: Estratégias consistentes são fundamentais para o sucesso a longo prazo no trading.

  • Lucro Líquido: MBRF (MBRF3) reportou lucro líquido de R$ 91 milhões no 4T25, uma queda de 91,9% versus 4T24, devido a despesas financeiras e reestruturação.
  • Desempenho Financeiro: Despesa líquida de R$ 2,121 bilhões impactada por juros elevados e aumento do endividamento, afetando o resultado financeiro.
  • Receita e Ebitda: Receita líquida cresceu 4,8% atingindo R$ 43,915 bilhões; Ebitda ajustado caiu 9,1% com pressão de operações na América do Norte.
  • Análise da Ativa Investimentos: Classificou o resultado como "fraco", com preço-alvo de R$ 22, potencial de alta de 29,1%, mantendo recomendação neutra.
  • Custos e Impactos Regionais: Custos elevados na América do Norte e pressões de mix e câmbio reduziram a margem, indicando continuação de um cenário desafiador.

  • Fed mantém postura hawkish: Federal Reserve sustenta juros entre 3,50% e 3,75%, afastando cortes no curto prazo e condicionando afrouxamento ao fim do conflito geopolítico.
  • Choque no mercado de energia: Petróleo Brent ultrapassa US$ 110/barrel após ataques no Oriente Médio, elevando riscos de oferta global e provocando aversão ao risco no mercado.
  • Copom inicia cortes gradativos: Banco Central corta Selic para 14,75%, em ação considerada dovish; próxima decisão dependerá do cenário externo e evolução dos dados.
  • Impacto no dólar e mercados: Com um ambiente global mais instável e Fed duro, ativos domésticos podem mostrar pressão cambial e real tendência a perder força frente ao dólar.
  • Retomada das commodities: Comércio de commodities ganha força com disrupções no Estreito de Ormuz; ETF do BTG Pactual (CMDB11) pode ser oportunidade de exposição a esse movimento.

  • Lucro Líquido Ajustado: Vivara (VIVA3) alcançou lucro líquido ajustado de R$ 264,8 milhões no 4T25, um crescimento de 28,5% em relação a 2024. No acumulado de 2025, o lucro totalizou R$ 599,7 milhões, alta de 22,6%.
  • Receita Líquida: A receita líquida no trimestre foi de R$ 1 bilhão, aumento de 16,5% comparado ao ano anterior. Em 2025, totalizou cerca de R$ 3 bilhões, avanço de 17,4% frente a 2024.
  • Margem de Rentabilidade: A XP avaliou o desempenho como misto, com receita sólida, mas margens pressionadas devido à intensa atividade promocional.
  • Ebitda Ajustado: Registrou R$ 286,1 milhões no 4T25, queda de 4,8% na base anual, refletindo compressão de margens. No acumulado de 2025, o Ebitda foi de R$ 766,3 milhões, um avanço de 16,5%.
  • Dívida e Alavancagem: Despesa financeira de R$ 138,5 milhões em 2025, aumento do endividamento. A alavancagem caiu de 0,5 vez em 2024 para 0,2 vez em 2025. XP recomenda compra, citando desempenho comercial forte e mitigação de custos.

  • Petrobras: Banco acredita que a governança atual protege a Petrobras contra interferências políticas.
  • Aumento Imediato: Existe perspectiva de novos aumentos de preço do diesel a curto prazo.
  • Goldman Sachs: O banco vê espaço para mais altas nos preços de combustíveis.
  • Interferências: Garantias de que a gestão da Petrobras permanecerá sem interferências externas.
  • Impacto nos Traders: Traders devem monitorar possíveis flutuações nos preços das ações da Petrobras devido às mudanças nos preços dos combustíveis.

  • Abertura em queda: Wall Street baixa pelo segundo dia consecutivo, impulsionada por tensões no Oriente Médio e alta no petróleo.
  • Discursos do Fed: Presidente do Fed, Jerome Powell, adota tom mais conservador, sem cortes de juros à vista, focando na inflação.
  • Desempenho dos índices: Dow Jones (-0,61%), S&P 500 (-0,80%) e Nasdaq (-1,11%) recuaram pela manhã.
  • Tensões geopolíticas: Conflito no Oriente Médio, com ataques iranianos, afeta mercados e eleva riscos no fornecimento de energia.
  • Mercado de trabalho nos EUA: Pedidos de auxílio-desemprego caíram inesperadamente, sinalizando estabilidade econômica.

  • Bolsas dos EUA recuam: Monitorar o impacto potencial nos índices globais e ações correlacionadas ao mercado americano.
  • Petróleo em alta: Acompanhamento necessário para ações de empresas de energia e commodities.
  • Ibovespa registra queda de 1%: Influência de fatores externos e internos, como a política monetária do Brasil.
  • Repercussão sobre Selic: Traders devem ficar atentos à política de juros do Brasil e seus impactos nos mercados locais.
  • Análise do mercado: Incorporar a reação dos mercados internacionais nas estratégias de investimento.

  • Recomendação Neutra: O BTG Pactual manteve recomendação neutra para MBRF3 e BEEF3 após resultados do 4T25, destacando desafios na geração de caixa e perspectivas para 2026.
  • Resultados MBRF3: Ebitda de R$ 3,4 bilhões alinhado com expectativas; no entanto, lucro líquido ficou em R$ 91 milhões, pressionado por altos custos financeiros.
  • Resultados BEEF3: Apesar de receita recorde de R$ 55 bilhões em 2025, o 4T25 teve Ebitda de R$ 1,17 bilhão, ficando abaixo das previsões.
  • Alavancagem e Fluxo de Caixa: Ambos os casos apresentam alta alavancagem e consumiram caixa; MBRF3 com dívida líquida de R$ 50,4 bilhões, BEEF3 com relação dívida/Ebitda de 2,8x.
  • Perspectiva Cautelosa: Expectativas incluem valorização do real e alta do preço do gado no Brasil, pressionando revisões de lucro e justificando cautela no momento.

  • Dólar inverte queda e valoriza 1,23%: Puxado por aversão a risco devido à guerra no Oriente Médio, atingindo R$ 5,3112 na máxima.
  • Impacto da guerra EUA-Irã: Escalada do conflito após ameaça de Trump e mísseis no Catar dispararam preços do petróleo e gás, influenciando câmbio.
  • Petróleo em alta: Brent a US$ 119 e WTI a US$ 98, com commodities subindo 50% desde o início do conflito, afetando curva de juros.
  • Fluxo cambial equilibrado: Investidores estrangeiros seletivos e ajustes locais, mantendo postura defensiva diante do cenário global.
  • Decisões de juros: Fed mantém taxas entre 3,5%-3,75%; Copom corta Selic para 14,75%, com ajuste menor devido à incerteza da guerra.

  • Reversão de Prejuízo: Minerva Foods (BEEF3) reporta lucro líquido de R$ 85 milhões no 4T25, em contraste com prejuízo de R$ 1,57 bilhão no 4T24.
  • Ebitda em Alta: Ebitda aumentou 24,1% para R$ 1,17 bilhão, apesar de uma leve redução na margem Ebitda de 8,8% para 8,2%.
  • Crescimento de Receita: Receita líquida subiu 32,6%, chegando a R$ 14,2 bilhões, impulsionada por volumes maiores e integração de ativos na América do Sul.
  • Redução de Alavancagem: Alavancagem caiu para 2,6x, comparado a 3,7x no ano anterior, devido à geração de caixa e gestão de passivos.
  • Consolidado de 2025: Lucro líquido de R$ 848,3 milhões e receita líquida de R$ 54,8 bilhões superaram expectativas do mercado em 20%.

  • Ações da Hapvida (HAPV3) caem mais de 10% após divulgação de resultados decepcionantes do quarto trimestre.
  • Papel já havia caído 75% desde o resultado do terceiro trimestre de novembro do ano passado.
  • Resultado financeiro fraco aumenta preocupações dos investidores sobre a estabilidade da empresa.
  • Traders devem monitorar a recuperação ou deterioração dos indicadores financeiros da Hapvida.
  • Os investidores estão realocando capital de Hapvida para concorrentes mais sólidos no setor.

  • Decisão do Copom: BC corta a Selic em 25 pontos-base, para 14,75% ao ano.
  • Impacto nos DIs: Juros dos DIs sobem quase 30 pontos-base após anúncio.
  • Reação do mercado: Mercado ajusta expectativas em resposta ao corte da taxa.
  • Oportunidade em renda fixa: A volatilidade pode criar oportunidades de negociação em títulos atrelados à Selic.
  • Monitorar próximos passos: Traders devem ficar atentos a novos indicadores econômicos e previsões do Copom.

  • Ibovespa inicia a sessão em queda: Operando em baixa de 1,70% aos 176.579,23 pontos, afetado por tensões no Oriente Médio. Foco no conflito geopolítico e seus impactos econômicos.
  • Dólar à vista sobe: Moeda norte-americana em alta de 1,05%, cotada a R$ 5,3017, apesar de leilões do Banco Central, enquanto o DXY cai 0,10%.
  • Day Trade: Recomendações para hoje incluem compra de Vivara (VIVA3) e venda de MBRF (MBRF3), com ganhos esperados de até 1,49%, segundo a Ágora.
  • Petróleo em alta: Cotação do Brent encosta em US$ 120 devido a tensões no Oriente Médio, destacando potencial impacto em setores como gás e energia.
  • Decisões de juros: BC reduz Selic para 14,75% e Fed mantém taxas nos EUA estáveis, ambos em linha com expectativas, mas com destaque para riscos geopolíticos aumentados.

  • Moura Dubeux (MDNE3) negou notícias "inverídicas" e "caluniosas".
  • Disputa judicial envolve o complexo imobiliário "Cassino Americano" e o Grupo João Santos.
  • Concorrência levou herdeiros do Grupo João Santos a vender para Rio Ave, com proposta de R$ 500 milhões.
  • Moura Dubeux teria feito proposta superior mas foi preterida; acusações de interferência no processo.
  • Empresa afirma que tomou medidas legalmente asseguradas e nega interferência no processo judicial.

  • Banco Central vende US$ 1 bilhão à vista e 20.000 contratos de swap cambial reverso, ambos totalizando US$ 1 bilhão.
  • Operações conhecidas como "casadão" têm efeito neutro sobre o dólar.
  • Objetivo das operações é aumentar a liquidez durante tensões no mercado, como a guerra no Oriente Médio.
  • No leilão à vista, o diferencial de corte foi de -0,000300; já no swap reverso, a taxa de corte ficou em 4,4000.
  • Leilão de rolagem programado para 11h30, com 50.000 contratos de swap cambial tradicional, totalizando US$ 2,5 bilhões.

  • Redução da Selic: O Copom reduziu a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, o que pode impactar juros futuros e movimentações de câmbio.
  • Dólar em Alta: O dólar apresentou avanço após a decisão do Copom, sugerindo maior procura por segurança em moeda americana.
  • Petróleo em Alta: A alta nos preços do petróleo contribuiu para a valorização do dólar, influenciando negativamente moedas de países importadores da commodity.
  • Impacto nos Mercados: A decisão de juros combinada à alta do petróleo pode aumentar a volatilidade nos mercados de câmbio e ações, exigindo atenção dos traders.
  • Monitoramento de Risco: Traders devem observar os desdobramentos da política de juros e as flutuações no mercado de commodities para ajustar suas estratégias.

  • Negociação de Empréstimo-Ponte: CSN está em fase final de negociação com um sindicato de bancos para obter condições vantajosas na estrutura de empréstimo, utilizando parte dos ativos, incluindo CSN Cimentos, como garantia.
  • Validação de Valores do Empréstimo: CSN não confirmou o valor de US$ 1,5 bilhão antecipado em notícias, mas reforçou o uso de CSN Cimentos como garantia.
  • Transparência com o Mercado: A CSN destacou a transparência em relação ao progresso do negócio e mencionou a discussão na teleconferência de resultados de 12 de março de 2026.
  • Aprovações Internas em Curso: Diversas instituições financeiras já aprovaram internamente a negociação, mas esta ainda não está concluída.
  • Monetização de Ativos: CSN continua com o processo de gestão e monetização de ativos, seguindo as estratégias comunicadas ao mercado.

  • Distribuição de JCP: Tim (TIMS3) distribuirá R$ 390 milhões em juros sobre capital próprio, equivalente a R$ 0,1632708888 por ação.
  • Data de Pagamento e Registro: Pagamento do JCP ocorrerá até 30 de abril de 2026, para acionistas registrados em 23 de março de 2026.
  • Implicação para Ações: Ações adquiridas a partir de 24 de março de 2026 não terão direito ao JCP.
  • Performance Financeira: Tim reportou aumento de 27,9% no lucro líquido normalizado no 4T25, atingindo R$ 1,35 bilhão.
  • Crescimento do EBITDA: EBITDA normalizado cresceu 9,7% no 4T25, com margem subindo a 53,1%, a mais alta registrada.

  • BC realiza operações simultâneas no mercado de câmbio: Foram feitas vendas à vista de dólares e negociações de swap reverso, conhecidas como ‘casadão’ pelo mercado.
  • Valores envolvidos nas operações: US$ 1 bilhão em leilão à vista e US$ 1 bilhão em swap reverso foram negociados pelo Banco Central.
  • Objetivo das operações: Estas ações visam aumentar a liquidez do mercado de câmbio e controlar a volatilidade do real.
  • Consequências para traders: As operações podem impactar diretamente o valor do dólar em relação ao real, afetando operações de câmbio e contratos futuros.
  • Relevância para estratégias de trading: Os traders devem monitorar de perto os movimentos do BC, pois ações deste tipo podem representar oportunidades de curto prazo.

  • Alliança Saúde busca arbitragem: A empresa entrou com ação cautelar para negociar suas dívidas.
  • Contratação de escritório jurídico: A Alliança Saúde contratou o escritório TWK Advogados para o caso.
  • Implicações para investidores: Movimentos podem impactar a avaliação de risco e a cotação das ações.
  • Ponto de observação: Traders devem acompanhar o desdobramento das negociações de dívida.
  • Contexto do mercado: A entrada em ação cautelar pode indicar dificuldades financeiras significativas.

  • Projeção de Receita: A Positivo (POSI3) estima que sua receita bruta para 2026 fique entre R$ 4 bilhões e R$ 4,2 bilhões.
  • Estratégias de Crescimento: A previsão incorpora a continuidade das avenidas de crescimento estratégicas da companhia.
  • Performance Anterior: A ação da Positivo valorizou 135% no ano de 2021, indicando uma trajetória de forte crescimento.
  • Tendência de Mercado: Analistas de mercado enxergam potencial para o preço das ações da Positivo continuar subindo.
  • Decisão de Investimento: Traders devem monitorar a execução das estratégias da Positivo e o impacto de resultados trimestrais futuros.

  • Ação Cautelar e Mediação: Alliança Saúde entrou com ação cautelar e iniciou mediação em câmara de arbitragem para negociar com credores.
  • Ambiente Negocial Estável: A empresa visa criar um ambiente estável para negociação sem interromper suas operações ou alterar seus negócios.
  • Operação Normal: As marcas CDB e Axial continuarão operando através de clínicas e canais digitais.
  • Fortalecimento Financeiro: Medidas estão em implementação para melhorar a eficiência e reestruturação de capital, focando na sustentabilidade econômico-financeira.
  • Suspensão de Débitos: A empresa pediu suspensão de débitos por 60 dias para evitar recuperação judicial, com dívidas totalizando R$1,3 bilhão.

  • Aumento do Petróleo: O preço do barril do Brent subiu mais de 6% na madrugada, atingindo US$ 113,95, e avançou para US$ 119 em meio a preocupações de interrupção de fornecimento.
  • Conflito no Oriente Médio: A intensificação dos ataques na região elevou o risco percebido, levando a um prêmio adicional nos preços do petróleo.
  • Impacto em ADRs da Petrobras: ADRs da Petrobras avançam no pré-mercado em Nova York, refletindo a alta dos preços do petróleo e expectativas de aumento nas receitas da petroleira.
  • Política Monetária dos EUA: Fed manteve juros entre 3,50% e 3,75%, indicando que cortes não ocorrerão em breve, impactando os rendimentos dos Treasuries e fortalecendo o dólar.
  • Implicações para o Brasil: Com a Selic elevada permanecendo atrativa em termos de diferencial de juros, o fluxo para ativos locais é sustentado, mas o cenário externo aumenta a pressão sobre o real.

  • Índices futuros dos EUA recuam: Sinal de cautela nos mercados americanos, precisando ser monitorado para operações nas bolsas internacionais.
  • Barris de petróleo em alta: Aumento no preço do petróleo pode impactar empresas de energia e influenciar inflação global.
  • Ibovespa ao vivo: Acompanhar movimento da bolsa brasileira para identificar oportunidades de negociação.
  • Variação do dólar: Flutuações na moeda americana podem afetar empresas exportadoras e a balança comercial brasileira.
  • Taxas de juros: Monitorar alterações nas taxas que podem impactar o mercado de renda fixa e ações sensíveis a mudanças de juros.

  • China restringe exportações: Pequim está limitando exportações de fertilizantes para proteger seu mercado interno, impactando ainda mais os mercados globais já afetados por conflitos geopolíticos.
  • Impacto global: As restrições podem afetar significativamente o fornecimento global de fertilizantes, prejudicando países que dependem das exportações chinesas, como Brasil, Indonésia, Tailândia, Malásia, Nova Zelândia e Índia.
  • Preços em alta: Os preços internacionais da ureia aumentaram 40% desde o início do conflito, enquanto os futuros da ureia na China atingem máximas de 10 meses.
  • Expectativas de retomada: Restrição não deve ser suspensa antes de agosto, após o pico de exportação, conforme afirmaram vendedores em uma conferência sobre fertilizantes.
  • Manter vigilância: Traders devem monitorar sinais do governo chinês após o plantio da primavera para possíveis extensões das restrições.

  • Taxas do Tesouro Direto em Alta: Na abertura desta quinta-feira, as taxas do Tesouro Direto voltaram a subir, pressionando a curva de juros após a trégua anterior.
  • Aumento nas Taxas dos Prefixados: Tesouro Prefixado 2029 subiu para 13,88%, enquanto Tesouro Prefixado 2032 foi para 14,18% e o Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2037 atingiu 14,19%.
  • Movimento nos Títulos Atrelados à Inflação: O Tesouro IPCA+ 2032 aumentou para IPCA + 7,81%, e o Tesouro IPCA+ 2050 passou a IPCA + 7,02%, mostrando pressão nos títulos de longo prazo.
  • Reação do Mercado Geopolítico: O petróleo disparou para US$ 119 por barril devido a ataques em instalações energéticas, aumentando o temor de efeitos prolongados da guerra.
  • Intervenção do Tesouro Nacional: Tesouro realizou leilões extraordinários somando R$ 47 bilhões para dar maior liquidez aos títulos, maior intervenção em 10 anos.

  • Mercado Global: Abertura com tom defensivo devido à escalada do petróleo e tensões no Oriente Médio; bolsas em queda nos EUA, Europa e Ásia.
  • Câmbio e Juros: Dólar em alta contra principais moedas; rendimentos dos Treasuries sobem após discurso mais duro do Fed.
  • Commodities: Petróleo Brent sobe mais de 5%; minério de ferro cai 0,55% em Dalian.
  • Mercado Doméstico: Copom reduz Selic em 0,25 ponto percentual, indicando espaço para novos cortes; curva de juros pode inclinar-se.
  • Movimento de Ações: Quedas em EWZ e ADRs da Vale; Petrobras e Itaú sobem no pré-mercado; investidores atentos a intervenções do Tesouro e discussões de caminhoneiros.

  • Operação de capital: Hypera (HYPE3) anunciou a subscrição de R$ 1,403 bilhão em aumento de capital.
  • Emissão de ações: A operação previa a emissão de até 70.588.236 ações.
  • Ações restantes: Restaram 4.578.377 papéis não subscritos após a subscrição.
  • Impacto no mercado: O aumento de capital pode influenciar a liquidez e valuation das ações HYPE3 no curto prazo.
  • Oportunidades para traders: Monitorar a reação do mercado e possíveis movimentos de compra ou venda relacionados à disponibilidade remanescente de ações.

  • Bitcoin (BTC) caiu para US$ 69,6 mil, representando uma queda de 6% em 24 horas e 1% na semana.
  • Ethereum (ETH) desvalorizou 4,3% nas últimas 24 horas, impactando seu recente ganho semanal.
  • Mercados financeiros globais em queda, influenciados por dados econômicos dos EUA e tensões geopolíticas.
  • Federal Reserve sinaliza política monetária cautelosa, mantendo juros entre 3,50% a 3,75%, afeta apetite por risco.
  • Escalada no Oriente Médio faz petróleo disparar para US$ 119/barril, ampliando o risco de impacto econômico global.

  • Alerta de preços do diesel: A escalada dos preços do diesel pressiona o agronegócio e levanta questões sobre a metodologia da tabela de frete.
  • Ações da FPA: A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) deseja ajustes nos critérios da tabela de frete devido a distorções no transporte rodoviário.
  • Impacto logístico: Custos logísticos aumentam artificialmente, afetando a competitividade do agronegócio, especialmente em setores de grande volume.
  • Custos com diesel: O preço do diesel, flutuante devido a tensões internacionais, é um elemento crítico no aumento dos custos de frete.
  • Política energética e biodiesel: A FPA destaca a necessidade de uma política energética mais estável e a revisão do percentual da mistura obrigatória do biodiesel para maior previsibilidade nos custos.

  • Último dia para garantir JCP do Itaú (ITUB4): R$ 3,85 bilhões em juros sobre o capital próprio, prazo termina hoje. Ações passam a ser negociadas ex-direito a partir de amanhã.
  • Prio (PRIO3) inicia produção em Campo de Wahoo: Primeiro poço produtor aberto. Informações de produtividade serão divulgadas após estabilização.
  • Raízen (RAIZ4) tem rating rebaixado pela Moody's: Passa de Caa3 para Ca após reestruturação com credores e período de standstill.
  • Petrobras (PETR4) contrata 8 termelétricas: Receita estimada em R$ 4 bilhões/ano, reforçando estratégia de segurança energética.
  • Eneva (ENEV3) conquista 5 GW em leilão: Contratos para novos hubs de gás, investimentos totalizam R$ 18,2 bilhões.

  • Hapvida (HAPV3) apresentou números decepcionantes no 4º trimestre, gerando pessimismo entre analistas.
  • Expectativa de mais quedas nas ações, com analistas apontando que há espaço para desvalorização adicional.
  • Ações já caíram 75% desde novembro após resultados do terceiro trimestre.
  • Traders devem monitorar atualizações financeiras da empresa e relatórios de analistas para potenciais oportunidades de venda ou proteção.
  • Volatilidade esperada para o curto prazo, considerando a tendência de baixa e o sentimento negativo no mercado.

  • Data ex-dividendo: A partir de 20 de março de 2026, as ações do Itaú serão negociadas ex-direito aos juros sobre capital próprio (JCP).
  • Provento por ação: O JCP aprovado corresponde a R$ 0,34888 por ação, resultando em R$ 0,287826 líquidos após impostos.
  • Pagamentos: O pagamento dos JCP será efetuado até 31 de agosto de 2026, para ações ordinárias e preferenciais.
  • Lucro e ROE: Itaú reportou lucro recorrente de R$ 12,3 bilhões no 4T25, com ROE de 24,4%, ambos atendendo expectativas do mercado.
  • Margens financeiras: Margem financeira com clientes cresceu 8,6% e a gerencial 7,3%, impulsionadas por maior volume de crédito e melhores resultados com capital de giro.

  • Banco da Inglaterra mantém taxa de juros em 3,75%: Decisão unânime do Comitê de Política Monetária surpreendeu, já que a expectativa era um voto de 7 a 2.
  • Inflação e guerra no Oriente Médio: Banco alerta para inflação potencialmente subindo para 3,5% nos próximos trimestres devido ao conflito na região.
  • Aumento futuro das taxas de juros: Alguns membros consideram necessário um aumento das taxas, especialmente se os preços de energia continuarem subindo.
  • Ações do economista-chefe: Huw Pill está "pronto para agir" caso a inflação persistente se torne uma ameaça mais significativa.
  • Próxima reunião em abril: Banco espera ter mais informações para análise na próxima reunião, aumentando incertezas para o futuro próximo.

  • Vivara (VIVA3) recomendada para compra no day trade: Preço de entrada a R$ 24,75, alvo a R$ 25,12 com potencial de ganho de 1,49% e stop sugerido a R$ 24,56.
  • Copel (CPLE3) e Eneva (ENEV3) também recomendadas para compra: Ambos com potencial de ganhos de 1,38% e 1,43% respectivamente e stops próximos ao preço de entrada.
  • MBRF (MBRF3) sugerida para venda no day trade: Preço de entrada a R$ 16,99, alvo a R$ 16,74 com um potencial de ganho de 1,47% e stop sugerido a R$ 17,11.
  • Metodologia usada: Recomendações baseadas na análise gráfica, visando antecipar tendências de curtíssimo prazo. Válidas apenas para o dia, com stops ativados após a entrada.
  • Risco e cautela: Respeitar os stops é essencial para limitar perdas em operações day trade.
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