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Cansado de ficar visitando múltiplos sites e lendo notícias intermináveis? Aqui você acompanha as notícias mais relevantes do mercado financeiro, com resumos focados nos traders que querem se manter atualizados de forma rápida e eficiente.

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  • Queda do Petróleo: O WTI recuou 1,70% e o Brent caiu 1,58% no dia.
  • Movimento Mensal e Trimestral: Ambas as commodities apresentaram quedas no mês e no trimestre.
  • Sinais de Maior Oferta: A expectativa de aumento na oferta global está pressionando os preços.
  • Possibilidade de Shutdown nos EUA: Incertezas sobre um shutdown nos EUA afetam negativamente o mercado.
  • Impacto para Traders: Traders devem monitorar desenvolvimentos sobre a oferta global e questões políticas nos EUA.

  • Lufthansa: Planeja reduzir 4 mil postos até 2030, principalmente na Alemanha, focando em digitalização e IA para aumentar eficiência.
  • Salesforce: Reduziu seu quadro em 4 mil posições no suporte ao cliente, substituindo por IA, que já responde por 50% do trabalho.
  • Accenture: Cortou mais de 11 mil vagas, investindo US$ 865 milhões em reestruturação, dobrou equipe de IA, agora com 77 mil profissionais.
  • Impacto da IA: Mais de 27 mil demissões desde 2023 são atribuídas ao avanço da IA, segundo Challenger, Gray & Christmas.
  • Oportunidades: Traders devem observar mudanças no setor de tecnologia e serviços, potencialmente ajustando estratégias de investimentos em empresas que adotam IA.

  • Nubank expande operações no EUA: O Nubank solicitou licença de banco nacional aos reguladores americanos, indicando intenção de expandir suas operações nos EUA.
  • Novos produtos no mercado americano: Produtos como contas de depósito, cartões de crédito, empréstimos e custódia de ativos digitais podem ser ofertados.
  • Impacto nas ações: Após o anúncio, as ações do Nubank em Nova York oscilaram, inicialmente caindo 1,50% e depois subindo 1,34%, mas não sustentaram o movimento positivo.
  • Concorrência no território americano: O Banco Inter já possui operações nos EUA e a Revolut, maior banco digital do mundo, também está de olho no mercado americano.
  • Mercado estratégico: Os EUA são vistos como um mercado crucial, devido à sua posição como maior centro financeiro global e berço de inovações tecnológicas.

  • Déficit global de carne: Projeção de escassez de até 2 milhões de toneladas em 2026 devido à redução de rebanhos nos EUA, China e Europa.
  • Oportunidade para Minerva (BEEF3): Planejamento de aumentar 10% da produção após integração com Marfrig; América do Sul como região de expansão rápida para mercados globais.
  • Mercado mexicano em alta: Brasil aumentou participação de 3% para 38% nas importações mexicanas, com possibilidade de representar até 15% das exportações da Minerva em poucos anos.
  • Integração rápida e ganhos de eficiência: Conclusão da integração com Marfrig em três trimestres, melhoramento genético e uso crescente de farelo DDG aceleram ganhos de produção e eficiência.
  • Impacto da IA: Economias anuais de até R$ 288 milhões a partir de 2026 com uso de IA em logística, precificação e classificação de carcaças, aumentando margens e produtividade.

  • Sinais Técnicos: O dólar voltou a ser pressionado frente ao real, com sinais técnicos indicando continuidade da tendência de baixa.
  • Análise do BTG: Gráfico diário mostra topos e fundos descendentes; médias móveis de 21 e 50 dias cruzadas para baixo, indicando dominância vendedora.
  • Resistências e Suportes: Principal resistência em R$ 5,40; suportes em R$ 5,23 e R$ 5,15. No semanal, suporte em R$ 5,2840.
  • Dollar Index (DXY): Tenta se recuperar, mas mantém viés negativo; resistência de curto prazo em 100,000 pontos, suportes em 96,420 e 94,050.
  • Pares Internacionais: EURUSD em congestão entre 1,1500 e 1,1800; USDJPY consolidado em triângulo ascendente, com resistências entre 148,50 e 150,00, suporte em 140,00.

  • Parceria Positiva: A XP Investimentos considera positiva a parceria entre Direcional Engenharia (DIRR3) e Moura Dubeux (MDNE3), evidenciando potencial colaborativo em projetos residenciais.
  • Mercado Neutro no Curto Prazo: A corretora prevê uma reação neutra do mercado no curto prazo, com o impacto imediato difícil de mensurar.
  • Desempenho das Ações: No último pregão, MDNE3 subiu 2,50% e DIRR3 avançou 0,62%, mostrando reação moderada dos investidores à notícia.
  • Visões de Crescimento: A parceria pode acelerar a expansão de marcas da Moura Dubeux e ampliar a presença da Direcional no Nordeste.
  • Recomendação do BTG: O BTG Pactual manteve a recomendação de compra para as duas ações, destacando o potencial de resultados sólidos.

  • IR mantido como único item da pauta da câmara: Traders devem monitorar potenciais impactos fiscais nas negociações do dia.
  • Alíquota mínima de 10% será mantida: Essa determinação pode afetar o planejamento tributário das empresas e influenciar suas avaliações de risco.
  • Lista de títulos isentos divulgada: Informações cruciais para ajustes em carteiras de investimentos isentos.
  • Análise de emendas em foco: Traders devem ficar de olho em quaisquer ajustes legislativos que possam emergir das discussões.
  • Anistia fora da pauta: A exclusão desse item pode evitar movimentos regulatórios inesperados no mercado a curto prazo.

  • Recomendação de Venda: XP Investimentos rebaixou a Ambev (ABEV3) de "neutro" para "venda" e ajustou o preço-alvo de R$ 13,40 para R$ 10,90, sinalizando um potencial de queda de 12%.
  • Impacto Climático: Inverno rigoroso em 2025 reduziu o consumo de bebidas, com queda projetada de 6,1% no volume de cerveja vendida no terceiro trimestre, em comparação a 2024.
  • Concorrência da Heineken: Heineken expande operações no Brasil, pressionando Ambev a reduzir margens para manter participação de mercado, com custos por hectolitro subindo entre 5,5% e 8,5% em 2025.
  • Mudança no Consumo: Medicamentos como Ozempic e padrões de ingestão alteram o consumo alcoólico, impactando a demanda dos principais produtos de Ambev.
  • Desempenho e Valuation: Com margens projetadas em queda de 32,5% em 2025 para 30,7% em 2027, a Ambev negocia a 14 vezes o lucro estimado para 2026, o que pode resultar em desempenho inferior nas ações a curto prazo.

  • Desemprego em baixa: Taxa de desocupação no Brasil em 5,6% até agosto; menor patamar histórico limita cortes na Selic.
  • Pressão salarial: Rendimento médio do trabalhador em R$ 3.488, próximo ao recorde; limitações para reduções agressivas de juros.
  • Política monetária: Banco Central observa mercado de trabalho para decidir cortes futuros na Selic; renda robusta sustenta a demanda.
  • Projeções econômicas: UBS estima economia operando 1,5% acima da capacidade, influenciando pressões inflacionárias.
  • Cenário global: Ambientes externos favoráveis para emergentes, sustentando o real e auxiliando na convergência da inflação.

  • Petróleo: Preço do petróleo em queda, pressionando ações relacionadas no mercado financeiro.
  • Petrobras: Ações da Petrobras apresentaram recuo significativo, marcando a quinta sessão consecutiva de queda.
  • Ibama: Impasse com o Ibama sobre testes na Margem Equatorial pode impactar operações da Petrobras.
  • Braskem: Reestruturação da Braskem pode gerar repercussões no mercado, afetando papéis correlacionados.
  • Dividendos: Queda das ações pode impactar a distribuição de dividendos futuros pela Petrobras.

  • Investimento de R$ 1,1 bilhão: WEG anunciou expansão fabril em SC, com conclusão prevista até 2028, visando eletrificação e crescimento das receitas.
  • Alocação de fundos: R$ 900 milhões para novo parque fabril e R$ 160 milhões para ampliar planta em Jaraguá do Sul.
  • Movimentação do mercado: Ações da WEGE3 subiram 0,33% após anúncio do investimento, mostrando reação positiva.
  • Análise do investimento: JP Morgan considera positiva a direção do investimento, mas ressalta que o valor não é significante no balanço geral da WEG.
  • Performance anual das ações: WEGE3 enfrenta queda superior a 30% em 2023, enfrentando dificuldades comparado à alta de 20% do Ibovespa.

  • TJRJ mantém proteção judicial para Ambipar, impedindo credores, especialmente Deutsche Bank, de executarem dívidas por 60 dias.
  • A decisão evita potencial efeito-dominó financeiro e dá à Ambipar tempo para renegociar dívidas.
  • Ações da Ambipar (AMBP3) caem 20% apesar da decisão favorável, cotadas a R$ 8,60 por volta das 15h20.
  • Deutsche Bank tentava anular a proteção, alegando riscos sistêmicos ao mercado de derivativos e crédito.
  • Medida judicial visa evitar colapso financeiro após pressão em contratos que somam US$ 550 milhões, podendo gerar efeito cruzado de vencimento de dívidas.

  • Diversas empresas brasileiras pagarão dividendos ou juros sobre capital próprio (JCP) em outubro de 2025, destacando-se Itaúsa (ITSA4), Bradesco (BBDC4), Itaú (ITUB4), B3 (B3SA3) e Ambev (ABEV3).
  • Calendário importante para traders: as datas de corte e pagamento estão listadas, com destaque para que as ações devem ser detidas até a data de corte para recebimento dos proventos.
  • Dividendo x JCP: Enquanto dividendos não são tributados, os juros sobre capital próprio têm retenção de 15% de Imposto de Renda.
  • Ação estratégica: Para decisão de investimento, é importante considerar os valores dos proventos por ação e a data de pagamento, podendo ajustar posições estratégicas antes das datas de corte.
  • Relatório da Empiricus: Análise gratuita das cinco ações mais promissoras para dividendos, apresentando dividendos atrativos e bons pontos de entrada. Importante para traders analisarem a lista e ajustarem suas carteiras.

  • Citi rebaixa GPA para venda: Recomendação do GPA (PCAR3) reduzida de neutra para venda pelo Citi, destacando "desafios significativos".
  • Previsão de preço-alvo reduzido: Novo preço-alvo estabelecido em R$ 2,80, sugerindo potencial de queda de quase 35% em relação ao preço atual de R$ 4,32.
  • Queda das ações em resposta: Ações do GPA despencaram mais de 10%, com recuo de 7,80% reportado ao meio-dia, sendo negociadas a R$ 4,02.
  • Desafios fiscais persistem: Citi destaca passivos fiscais significativos ainda não completamente renegociados, apesar das melhorias operacionais recentes.
  • Disputa tributária com Assaí: Assaí busca medidas judiciais contra dívidas fiscais relacionadas ao GPA, condicionando vendas de ações pela Casino a garantias.

  • Dolarizar parte do portfólio é uma estratégia recomendada para proteção contra instabilidade local.
  • Ações dolarizadas oferecem acesso a mercados sólidos e oportunidades não disponíveis no Brasil.
  • Investir em dólar é visto como blindagem patrimonial e não especulação cambial.
  • O mercado imobiliário americano e o mercado de ativos judiciais nos EUA são exemplos de alternativas de investimento.
  • Democratização do acesso a ativos globais está permitindo que mais investidores brasileiros diversifiquem internacionalmente.

  • Escassez como trunfo: Ouro e Bitcoin compartilham a escassez como uma característica essencial, considerada pelo Deutsche Bank um ponto chave para serem ativos de reserva.
  • Bitcoin como reserva crescente: A previsão do Deutsche Bank é que o Bitcoin pode se tornar um ativo de reserva complementar ao ouro nos próximos cinco anos, aumentando o interesse do mercado.
  • Volatilidade do BTC: Apesar de suas vantagens, a alta volatilidade do Bitcoin é um obstáculo para sua adoção como reserva estável de valor, segundo o Deutsche Bank.
  • Pressão no dólar: Bancos centrais estão reduzindo suas posições em dólar, considerando alternativas como ouro e potencialmente Bitcoin, o que pode impactar a hegemonia do dólar.
  • Impactos no mercado: A ascensão potencial do Bitcoin como ativo de reserva pode levar a maior procura por ativos alternativos e catalisar a valorização tanto do Bitcoin quanto do ouro.

  • Desafios legislativos e judiciais no Brasil: A complexidade e incerteza regulatória dificultam crescimento sustentável das empresas e elevam riscos no mercado.
  • Impacto econômico das despesas judiciais: Despesas do Poder Judiciário alcançam R$ 132,8 bilhões, influenciando custo operacional das empresas.
  • Acelerado crescimento das lawtechs e legaltechs: Já são mais de 1.500 startups no Brasil, oferecendo soluções inovadoras no setor jurídico.
  • Uso da inteligência artificial no direito: IA é utilizada por 77% dos profissionais para revisão de documentos, indicando tendência de automação e ganho de eficiência.
  • Oportunidades com inovações tecnológicas: IA pode simplificar relações jurídicas e acelerar resolução de litígios, incentivando investimentos e desenvolvimento econômico.

  • MRV (MRVE3) registra alta no Ibovespa após a Resia vender quatro terrenos nos EUA, elevando as ações em 3,32%.
  • Vendas de US$ 32 milhões, superando expectativas, contribuem para o plano de desinvestimento da Resia.
  • A MRV pretende reduzir operações da Resia e já alienou US$ 149 milhões em ativos rumo ao objetivo de US$ 800 milhões até 2026.
  • Impacto positivo nas ações: BTG Pactual vê movimento como positivo com preço-alvo de R$ 12, indicando potencial de alta de 66%.
  • Recomendação de compra para MRVE3, considerada oportunidade após estratégia de controle de perdas com a Resia.

  • Guidance conservador da Gerdau pode ser bem recebido devido à ênfase em geração de caixa e dividendos, segundo Bradesco BBI.
  • Expectativas sobre o perfil de investimentos da Gerdau serão ajustadas no Dia do Investidor, com destaque para potencial redução do capex em 2026.
  • Ações da Gerdau apresentam queda de 8% este ano, contrastando com o crescimento de 22% do Ibovespa, destacando a reavaliação da demanda no Brasil e EUA.
  • Mercado aguarda detalhes sobre projetos estratégicos em Minas Gerais e alocação de capital.
  • BTG Pactual destaca oportunidade de avaliação das ações, mencionando Ebitda atrativo e comparações errôneas com operações brasileiras.

  • Ouro registra novo recorde nominal em meio a preocupações com possível shutdown nos EUA e fraqueza do dólar.
  • Contrato de ouro para dezembro fechou em alta de 0,47%, a US$ 3.873,20 por onça-troy, mantendo alta pela quarta sessão consecutiva.
  • Valor intradiário recorde no ouro foi atingido a US$ 3.899,20 por onça-troy durante a sessão de terça-feira.
  • Ameaça de shutdown nos EUA agita mercados, com Trump sugerindo possível impacto duradouro no governo.
  • FedWatch do CME Group indica alta probabilidade de corte de juros pelo Federal Reserve, atualmente em 96,2%, pressionando ainda mais o dólar.

  • Elevação do preço do petróleo: Ataques da Ucrânia às refinarias russas reduziram a oferta e elevaram os preços da commodity, com o Brent caindo 3% para US$ 67 por barril devido a rumores de aumento de produção pela Opep+.
  • Ações de petroleiras brasileiras afetadas: Volatilidade no preço do petróleo impacta empresas como Petrobras (PETR4), Prio (PRIO3), Brava Energia (BRAV3) e PetroReconcavo (RECV3).
  • Empiricus destaca Petrobras e Prio: Ambas são vistas como atrativas apesar da incerteza do mercado, com capacidade de gerar caixa nos preços atuais.
  • Perspectivas de preços: A Opep+ parece disposta a aumentar a produção, mantendo os preços do petróleo abaixo dos US$ 90, favorecendo empresas como Petrobras e Prio.
  • Petrobras recomendada para dividendos: Aparece na carteira de dividendos da Empiricus, destacada por seu dividend yield e valuation atraente.

  • GPA (PCAR3) despencou 8%: Rebaixamento do Citi de neutra para venda e corte no preço-alvo de R$ 3,40 para R$ 2,80.
  • Riscos fiscais e desafios estruturais: Passivo fiscal elevado e guerra promocional pressionam margens e caixa.
  • Projeções de caixa: Possibilidade de evolução no capital de giro e liquidez com venda de ativos, mas com pressão de caixa.
  • Mudança no comportamento do consumidor: Aquisições menores e frequentes favorecem a bandeira Pão de Açúcar, mas agressividade promocional reduz margens.
  • Cautela no otimismo: A valorização de 50% no ano precificou a recuperação além do esperado, indicando a necessidade de cautela.

  • Mercados americanos em queda: As bolsas dos EUA recuam devido aos receios de um possível shutdown do governo.
  • Ibovespa em recuo: O índice tenta se sustentar na marca de 146 mil pontos em um dia de recorde.
  • Volatilidade em alta: A incerteza política nos EUA aumenta a volatilidade nos mercados globais.
  • Impacto no B3: Traders devem monitorar o impacto dos movimentos externos sobre o Ibovespa.
  • Estratégias de proteção: Considerar estratégias de hedge para proteger portfólios da volatilidade crescente.

  • Mercado de Aluguel de Ações: Volume financeiro alugado na B3 atingiu níveis próximos aos recordes históricos, destacando expectativas de queda e pressão vendedora.
  • Setores em Destaque: Bancos, petróleo e energia elétrica estão entre os mais pressionados, com ações como Banco do Brasil (BBAS3) e Petrobras (PETR4) operando perto de seus recordes de aluguel.
  • Apostas de Queda: Oito ações, incluindo Marfrig (MRFG3) e Bradesco (BBDC4), estão operando acima de 90% dos seus recordes de aluguel nos últimos 12 meses.
  • Taxas de Aluguel: Marfrig lidera com uma taxa de 29,2% ao ano, indicando alta demanda por operações vendidas e baixa oferta, enquanto Ambev (ABEV3) está em 5,09%.
  • Sensação dos Investidores: Altas taxas e volume alugado podem prever movimentos significativos no mercado à vista, indicando grandes apostas de queda e possíveis focos de volatilidade.

  • Acordo inédito: Direcional (DIRR3) e Moura Dubeux (MDNE3) firmam parceria para expandir atuação no Nordeste, com foco em projetos de média e baixa renda.
  • Investimentos conjuntos: O acordo prevê potenciais investimentos nas principais capitais e envolve marcas como Riva, Mood e Un1ca, alinhadas ao Minha Casa Minha Vida.
  • Impacto estratégico: A Direcional promete reforçar competitividade enquanto Moura Dubeux alavanca subsidiárias com expertise da parceira.
  • Contexto de mercado: Timing favorável devido às perspectivas de fortalecimento do Programa Minha Casa Minha Vida, com possíveis revisões de faixas de renda.
  • Análise de valuation: DIRR3 e MDNE3 negociadas a múltiplos de P/E atrativos (7,5x e 5,0x para 2026), mantendo-se recomendadas pela Empiricus.

  • Ações de farmacêuticas em alta: Rumores sobre anúncio de Trump para reduzir preços de medicamentos nos EUA impulsionaram o setor farmacêutico europeu.
  • Stoxx 600 sobe 0,5%: Índice pan-europeu fecha em sua terceira sessão consecutiva de ganhos, melhor mês desde maio.
  • Descontos da Pfizer: Trump anuncia descontos de 50% a 100% nos EUA e investimento de US$ 70 bilhões.
  • Setor de energia em queda: Rumores de aumento de oferta pela OPEP+ derrubaram preços do petróleo, com queda de 1,6% no setor.
  • Impacto do possível shutdown nos EUA: Traders atentos a paralisação do governo, que pode atrasar dados de emprego cruciais como o payroll.

  • Impasses fiscais nos EUA: A apreensão com o impasse orçamentário pode impactar negativamente os mercados se o governo for paralisado.
  • Fed e Treasuries: Expectativas de cortes nas taxas de juros pelo Fed pressionam para baixo os rendimentos dos Treasuries e enfraquecem o dólar.
  • Ibovespa em queda leve: O índice recuava 0,22% com a realização de lucros após máximas históricas, enquanto dados da Pnad sustentam leve queda nos juros futuros.
  • Desempenho das ações no Brasil: GPA (PCAR3) lidera perdas após rebaixamento, enquanto MRV (MRVE3) e Direcional (DIRR3) avançam com boas notícias.
  • Mercado de petróleo e ações relacionadas: Petroleiras sentem a pressão da baixa da commodity, já que a Opep+ nega aumento de produção.

  • Possível paralisação do governo dos EUA: Donald Trump indicou que é provável uma paralisação do governo, a 15ª desde 1981, com seu governo podendo implementar mudanças irreversíveis.
  • Impacto sobre benefícios: Trump mencionou que seu governo pode cortar benefícios, em meio a negociações arriscadas com os democratas sobre a paralisação.
  • Senado enfrenta dificuldades: O Senado, dominado por republicanos, deve votar um projeto de lei de gastos temporários, que já falhou, sem expectativa de sucesso na nova votação.
  • Agências federais e empresas alertam: Planos de emergência incluem fechamento de agências e adiamento de voos; o Departamento do Trabalho não divulgaria o relatório mensal de emprego.
  • Divergências internas: Democratas buscam dividir Trump e republicanos, alegando que Trump quer prorrogar isenções fiscais ligadas a custos de saúde.

  • Citi projeta dólar a R$ 5,44 no final de 2025 e a R$ 5,53 no fim de 2026.
  • Desvalorização do índice DXY impulsionou valorização de 16% do real.
  • Déficit em conta corrente ampliado para 3,5% do PIB, acima da média histórica.
  • Queda nos preços das commodities agrava déficit, limitando valorização do real.
  • Investimentos Diretos no País não cobrem totalmente o déficit em conta corrente.

  • Crise entre farmers dos EUA: Efeitos do tarifaço de Donald Trump geram custos elevados para produtores.
  • Aumento de custos: Estudo prevê aumento de 20% nos custos dos EUA com peças de máquinas.
  • Impacto no Brasil: Queda nos preços de químicos devido à elevada oferta americana.
  • Oportunidade para a América Latina: Com os EUA mais autossuficientes, cresce a demanda por carne bovina brasileira.
  • Expansão na pecuária brasileira: Aumento de produtividade com foco em tecnologia e manejo pode impulsionar produção nacional.

  • Volatilidade do mercado: O pregão foi marcado por alta volatilidade, afetado por indicadores de emprego dos EUA e expectativas da política monetária.
  • Dados do Payroll: A prévia do Payroll saiu acima do esperado, importante para calibrar expectativas de política monetária dos EUA.
  • Risco de shutdown nos EUA: Incerteza sobre acordo para evitar shutdown pressiona o dólar e bolsas globais.
  • Cenário doméstico em Brasília: Investidores atentos à MP 1303 e reforma do Imposto de Renda, com foco na tributação de ativos.
  • Ações para traders: Posicionamento em ativos isentos como debêntures de infraestrutura, CRIs e CRAs pode ser estratégico.

  • Rating Nacional de Longo Prazo mantido: A Fitch Ratings afirmou o rating da CVC (CVCB3) em ‘BBB(bra)’.
  • Revisão para Perspectiva Positiva: Expectativa de melhoria gradual na estrutura de endividamento e condições financeiras da CVC.
  • Redução dos custos financeiros: Antecipadas melhoras no custo financeiro e gestão do capital de giro, impactando positivamente o fluxo de caixa.
  • Fortalecimento de rentabilidade e capital: Relatório destaca contínuo fortalecimento da rentabilidade e capital como fatores para a revisão positiva.
  • Competição no mercado de viagens: CVC mantém forte posição de mercado apesar da concorrência intensa com empresas online (OTAs).

  • Recomendação de Venda: A XP Investimentos rebaixou a recomendação para as ações da Ambev (ABEV3) de neutra para venda, reduzindo o preço-alvo de R$ 13,40 para R$ 10,90 devido ao cenário desafiador.
  • Valuation Elevado: Ação negocia a 14,1 vezes o lucro projetado para 2026, maior nível desde 2023, com lucro por ação 13% abaixo do consenso de mercado.
  • Consumo em Queda: Espera-se queda no consumo per capita de cerveja em 2025, afetada por condições climáticas e mudanças nos hábitos dos consumidores.
  • Aumento de Custos: Custos de produção projetados para crescer, com impacto negativo nas margens devido ao menor volume de vendas e poder de precificação.
  • Tendências de Mercado: Preferência por produtos saudáveis e bebidas sem álcool, impulsionadas por gerações jovens, podem limitar o crescimento de marcas não premium.

  • Volatilidade das Ações: As ações do Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) apresentaram forte volatilidade, caindo até 9,17% durante a manhã e estabilizando em -6,88%.
  • Rebaixamento do Citi: O Citi rebaixou a recomendação de PCAR3 de neutra para venda, reduzindo o preço-alvo de R$ 3,40 para R$ 2,80, sugerindo uma desvalorização potencial de 35,8%.
  • Relatório do Citi: Atualização do modelo do GPA foi feita antes dos resultados do terceiro trimestre; apesar das melhorias operacionais, há alertas para desafios fiscais.
  • Pressão em Varejistas: Ações de outras varejistas também registraram quedas significativas no mesmo dia, refletindo o ambiente macroeconômico desfavorável.
  • Macroambiente Desafiador: Crédito mais restritivo e deterioração fiscal aumentam o prêmio de risco no setor de varejo, dificultando uma recuperação robusta.

  • Bolsas dos EUA em queda: Recuo devido a receios sobre possíveis paralisações governamentais (shutdown).
  • Ibovespa afetado: Após atingir um recorde intradiário, o índice brasileiro sofreu queda.
  • Sentimento do mercado: Incertezas políticas nos EUA estão pressionando os mercados globais, incluindo o Brasil.
  • Oportunidades de curto prazo: Monitorar a volatilidade pode apresentar chances de negociação em ambos os mercados.
  • Impacto de políticas fiscais: Traders devem ficar atentos às negociações governamentais nos EUA que podem influenciar os mercados.

  • S&P 500 e Nasdaq encerram a terça-feira em baixa: Os índices registraram quedas em meio à volatilidade do mercado.
  • Incerteza sobre dados econômicos: As expectativas em torno da divulgação iminente de novos dados econômicos influenciaram a pressão baixista.
  • Riscos ampliados em cenário econômico frágil: Analistas apontam maior risco para os mercados devido à incerteza atual nos EUA.
  • Temores de paralisação do governo: Preocupações com uma possível paralisação administrativa nos EUA pesam negativamente sobre os índices.
  • Ações a observar: Traders devem monitorar setores sensíveis às políticas governamentais e dados econômicos, como tecnologia e finanças.

  • Rebaixamento de Rating: Moody's Ratings rebaixou a nota de crédito da Braskem para Caa3 com perspectiva negativa.
  • Alta Alavancagem: A alavancagem ajustada da Braskem atingiu 15,3 vezes no período de 12 meses terminado em junho de 2025.
  • Impacto no Mercado: O rebaixamento pode aumentar os custos de captação e afetar a liquidez da empresa.
  • Risco de Investimento: Com a classificação Caa3, a Braskem é vista como altamente especulativa, aumentando o risco para investidores.
  • Perspectivas Futuras: A perspectiva negativa indica que novos rebaixamentos são possíveis se não houver melhora nas condições financeiras.

  • Ibovespa registra mínima intradia: Cai 0,32% para 145.867,74 pontos, após renovação de recorde aos 147.578,39 pontos mais cedo.
  • Queda das commodities pressiona Ibovespa: Petróleo Brent cai 1,5%, impactando negativamente ações da Petrobras, que recuam cerca de 2%.
  • Dólar opera em leve alta para R$ 5,3261: Mesmo com redução de perdas globais, investidores atentos ao possível shutdown norte-americano.
  • Setor de bancos perde força: Inicialmente operando em alta, reverte movimento no início da tarde. GPA lidera perdas após downgrade do Citi.
  • Temor de shutdown nos EUA afeta Wall Street: Índices americanos oscilam com incerteza sobre acordo orçamentário. S&P 500 cai 0,38%; Dow Jones sobe 0,03%; Nasdaq recua 1,03%.

  • Ações MRV (MRVE3) sobem mais de 2% nesta terça-feira, com máxima de R$ 7,44.
  • Venda de terrenos nos EUA por US$ 32 milhões, acima do esperado, impulsiona valorização.
  • Desinvestimento planejado de US$ 800 milhões até 2026 pela subsidiária Resia, já realizados US$ 149 milhões.
  • BTG Pactual: Positivo a venda, com recomendação de compra e múltiplo atrativo de 5 vezes lucro projetado para 2026.
  • Impacto financeiro da Resia: prejuízo ajustado de R$ 774,7 milhões no 2T25 motiva plano de desinvestimento.

  • Imposto de herança eliminado: ETFs europeus UCITS não possuem imposto sobre herança, preservando 100% do patrimônio ao contrário dos EUA, onde o desconto pode ser de 40%.
  • Dividendos sem taxação: Nos ETFs europeus, os dividendos são reinvestidos sem tributação, ampliando os ganhos de longo prazo comparado aos EUA, onde a taxa média é de 17%.
  • Crescimento do mercado: Mercado de ETFs europeus já atingiu US$ 3 trilhões, com a BlackRock comandando US$ 1,2 trilhão desse montante.
  • Adesão brasileira crescente: Lançamento na Avenue resultou em 8 mil adesões em um mês, com benefícios fiscais resultando em ganhos de até 800% superiores aos ETFs americanos equivalentes.
  • Ganho fiscal compensa taxas: Apesar de taxas de administração de até 0,7% ao ano, o ganho fiscal dos ETFs europeus supera esta diferença, tornando-os mais atraentes.
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