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  • Queda nos Preços: Petróleo Brent caiu 0,16% para US$ 60,75/barril; WTI recuou 0,17% para US$ 57,32/barril.
  • Geopolítica em Foco: Tensões entre Rússia e Ucrânia, e novas sanções dos EUA à Venezuela afetam o mercado.
  • Preocupações com Oferta: Excesso de oferta pesa mais que riscos geopolíticos no comportamento dos preços.
  • Opep+: Reunião marcada para domingo, expectativas de produção estável podem influenciar preços.
  • Desempenho Anual: Brent e WTI tiveram perdas anuais de quase 20% em 2025, maior desde 2020.

  • Início da Operação: A Petrobras (PETR4) iniciou a produção da plataforma P-78 nesta sexta-feira (2) no campo de Búzios, reforçando sua estratégia de expansão no pré-sal.
  • Capacidade de Produção: A plataforma P-78 pode produzir até 180 mil barris de óleo por dia e comprimir 7,2 milhões de metros cúbicos de gás diariamente.
  • Impacto na Oferta: Com a P-78, a Petrobras amplia sua oferta de óleo e gás, fortalecendo sua posição no pré-sal.
  • Relevância do Campo: O campo de Búzios continua sendo o principal motor de crescimento da Petrobras, representando uma parte significativa da produção nacional.
  • Eficiência e Custos: Novas plataformas como a P-78 ajudam a diluir custos e aumentar a eficiência operacional, impulsionando a produção sem pressionar o caixa da empresa.

  • Dólar em queda: Dólar à vista fechou em R$ 5,4256, com queda de 1,16% na sexta-feira e desvalorização semanal de 2,15% ante o real.
  • Desempenho anual: Em 2025, o dólar acumulou uma desvalorização de 11,18% frente ao real, sendo o pior desempenho desde 2016.
  • Expectativas locais: Investidores no Brasil aguardam dados econômicos, incluindo o IPCA de dezembro, a ser divulgado em 9 de dezembro.
  • Tendência externa: DXY subiu 0,11% apesar da queda do dólar frente ao real, indicando tendência externa distinta.
  • Atenção ao Fed: Expectativa sobre a indicação de Trump para a presidência do Fed e precificação de possível flexibilização monetária nos EUA.

  • Decisão da CVM: A CVM reverteu a ordem que exigia a Marisa (AMAR3) refazer suas demonstrações financeiras de 2022 a 2025.
  • Balanços Mantidos: A Marisa mantém válidas as demonstrações financeiras já divulgadas, encerrando o processo administrativo.
  • Questão Contábil: A decisão inicial de revisão estava relacionada a provisões tributárias de uma controlada indireta da Marisa.
  • Posicionamento da Marisa: A companhia reafirma a integridade de seus processos contábeis e seu comprometimento com normas regulatórias.
  • Impacto no Mercado: Com a reversão da decisão, a questão fiscal deixa de ser um ponto de incerteza imediato para os investidores da AMAR3.

  • TCU inspeciona liquidação do Banco Master: O Tribunal de Contas da União abriu uma inspeção para analisar os documentos relativos à liquidação do Banco Master pelo Banco Central.
  • Críticas do TCU à atuação do BC: A decisão ocorreu após o TCU questionar o Banco Central sobre a liquidação, com a ABBC e a Febraban defendendo o BC.
  • Liquidação por "graves violações": O Banco Central decretou a liquidação do Banco Master por graves violações financeiras e problemas de liquidez.
  • Prisão do dono do banco: No mesmo dia da liquidação, o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, foi preso por suspeitas de crimes financeiros.
  • Afastamento e investigações adicionais: Paulo Henrique Costa, do BRB, foi afastado, e investigações continuam com acareações conduzidas pela Polícia Federal.

  • Troca na carteira de dividendos: Ações da Gerdau (GGBR4) foram substituídas pelas da Cyrela (CYRE3) no portfólio mensal de Empiricus Research.
  • Desempenho da Gerdau: Gerdau teve alta de 7,1% em dezembro, gerando oportunidade de realização de lucros.
  • Justificativa para a escolha da Cyrela: A estrutura sólida da Cyrela no setor cíclico de construção é vista como uma escolha promissora para dividendos.
  • Expectativa de queda de juros: O mercado prevê um ciclo de queda de juros no primeiro trimestre de 2026, favorecendo as ações da Cyrela.
  • Dividendo recente da Cyrela: Em dezembro, a Cyrela distribuiu R$ 1 bilhão em dividendos, reforçando seu potencial de retorno para investidores.

  • Cade aprova operação: Conselho Administrativo de Defesa Econômica aprova, sem restrições, ato de concentração entre United Airlines e Azul, um passo crucial na reestruturação da companhia.
  • Investimento significativo: United Airlines investirá aproximadamente US$ 100 milhões em ações da Azul, expandindo sua participação econômica para 8%.
  • Reestruturação nos EUA: Parte do Chapter 11, plano de recuperação judicial iniciado pela Azul, visa reestruturar a dívida e aumentar a liquidez com novas emissões de ações.
  • Apoio dos credores: Proposta de conversão de ações preferenciais em ordinárias será votada em janeiro de 2026, crucial para o sucesso do plano de recuperação judicial.
  • Oportunidades de mercado: Ações da Azul estão sendo negociadas em lotes de 10 mil papéis (ticker AZUL54), reflexo da reestruturação bilionária em andamento.

  • Inspeção TCU: O Tribunal de Contas da União (TCU) iniciou uma inspeção no Banco Central nesta sexta-feira (2).
  • Foco na Liquidação: A ação está relacionada à liquidação do Banco Master.
  • Relatório Sigiloso: O material coletado na inspeção será enviado ao ministro Jhonatan de Jesus, que é o relator do processo, mantido sob sigilo.
  • Impacto para o Mercado: Traders devem monitorar potenciais desdobramentos regulatórios que podem influenciar o setor bancário.
  • Oportunidade de Análise: A situação pode gerar oportunidades de análise sobre a política de supervisão do Banco Central e sua influência nos mercados.

  • Início Volátil: As ações da Dasa (DASA3) começaram o pregão com alta de 5% devido à venda de ativos por R$ 1,2 bilhão, mas caíram 0,44% por volta das 15h.
  • Venda de Ativos: Dasa vendeu ativos, incluindo o Hospital São Domingos e a empresa Neuro Imagens, como parte de sua estratégia de reestruturação e desinvestimento.
  • Impacto na Dívida: A venda reduzirá a dívida líquida da Dasa em 29%, de R$ 6,66 bilhões para R$ 4,75 bilhões, mas o impacto exato na alavancagem é incerto.
  • Visão de Mercado: BTG Pactual e Safra mantêm uma visão neutra sobre DASA3, destacando riscos de execução remanescentes na reestruturação e potenciais de desvalorização de 44,93% e 65%, respectivamente.
  • Perspectivas: Os analistas esperam que a recuperação da empresa se baseie na execução operacional orgânica, com enfoque em diagnósticos e a joint venture hospitalar com a Amil.

  • Ibovespa em Queda: Na primeira sessão do ano, o Ibovespa apresenta queda devido ao desempenho negativo das ações da PETR4 e VALE3.
  • PETR4 e VALE3 em Foco: As ações da Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3) são as principais responsáveis pela retração do índice.
  • Mercado Misto nos EUA: As bolsas americanas iniciam o ano de forma mista, influenciando o sentimento do mercado global.
  • Monitoramento de Commodities: Traders devem observar as flutuações nos preços das commodities, afetando diretamente empresas como a Vale.
  • Análise Técnica: Recomenda-se atenção aos níveis de suporte e resistência dos papéis afetados para oportunidades de negociação.

  • Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) registraram quedas significativas na Bolsa de Valores devido às novas restrições da China, com as ações da Minerva caindo 6,77% e MBRF caindo 4,50%.
  • China impôs tarifas sobre importações de carne bovina que excederem a cota de 1,1 milhão de toneladas para o Brasil, com uma sobretaxa de 55% além dos 12% anteriores.
  • Outros fornecedores globais de carne também impactados, incluindo Austrália e Estados Unidos, refletindo a preocupação global com as salvaguardas chinesas.
  • Ministério do Desenvolvimento do Brasil irá dialogar com Pequim e abordar a situação através da OMC para tentar reverter ou minimizar os impactos tarifários.
  • Analistas esperam que o impacto seja mitigado pela demanda global firme de carne, com iniciativas do governo para reduzir incertezas futuras.

  • EMAE rescinde contrato com BTG Pactual: A EMAE anunciou a rescisão de seu acordo com o BTG Pactual para aquisição de debêntures e bônus da Light (LIGT3), devido à falta de aprovação da Aneel.
  • Aprovação prévia da Aneel não obtida: A operação estava condicionada a uma aprovação que não foi concedida até 30 de dezembro de 2025, levando à decisão de rescisão.
  • Garantias e fundos liberados: Com a rescisão, o BTG liberou a garantia e os valores envolvidos na operação se tornaram disponíveis para a EMAE novamente.
  • Transparência nas operações financeiras: EMAE reforçou seu compromisso com a transparência e divulgação apropriada aos acionistas e o mercado.
  • Contexto da recuperação judicial da Light: A rescisão acontece enquanto a Light passa por um processo de recuperação judicial, iniciado em maio de 2025, com planos de reestruturação de dívida e injeção de capital.

  • Bolsas internacionais avançam com otimismo em tecnologia; menor liquidez após feriado pode influenciar volatilidade.
  • Petróleo recua mais de 1% por preocupações com excesso de oferta antes da reunião da OPEP+; atenção para impactos sobre ações de energia.
  • Ibovespa em leve queda, pressionado por Petrobras e frigoríficos após cotas da China; monitorar ações de bancos e consumo interno que sustentam alta.
  • Vencimentos dos Treasuries recuam com expectativa de cortes pelo Federal Reserve em 2026; ouro e prata sobem com tensões geopolíticas.
  • Descompressão nos juros futuros entre vencimentos médios e longos, influenciados pelo alívio cambial e expectativa de flexibilização monetária.

  • Ajuste na carteira: Empiricus aumentou a exposição à Direcional (DIRR3) e reduziu Itaú (ITUB4) para maior sensibilidade a juros e à corrida eleitoral.
  • Aproveitamento de correção: Aumento na Direcional aproveita a forte correção recente devido a ruídos políticos, sustentada por fundamentos sólidos e boas perspectivas.
  • Financiamento da mudança: Redução de posição em Itaú, que manteve resiliência, para captar distorções de preços e potencializar retorno sem perder qualidade.
  • Cenário macroeconômico: Possibilidade de surpresas positivas no Brasil em 2026 com a liquidez global e enfraquecimento do dólar favorecendo emergentes.
  • Desempenho da carteira: Em dezembro, a carteira teve -3,2% contra +3,2% do Ibovespa; no ano, subiu 30,4% versus 36,5% do índice.

  • IA na Mega da Virada: Testes em 2025 com ChatGPT, DeepSeek, Llama e Gemini não conseguiram previsões precisas.
  • Resultados de Acertos: ChatGPT, Gemini e DeepSeek acertaram 2 números cada; Llama acertou 1 número.
  • Números Sorteados: A combinação vencedora foi: 09, 13, 21, 32, 33, 59.
  • Limitação da IA: A aleatoriedade das loterias torna impossível para IAs preverem resultados futuros.
  • Aposta Simples: Probabilidade de acertar todos os números na Mega da Virada é de mais de 1 em 50 milhões.

  • Atualização de Carteira: Empiricus Research lançou carteira com 10 ideias para início de 2026, incluindo Itaú (ITUB4), Cosan (CSAN3) e Prio (PRIO3).
  • Cenário Econômico 2026: Expectativas de bons desempenhos devido ao enfraquecimento do dólar e aumento da liquidez global, impulsionados pela política monetária americana.
  • Estratégias em Direcional (DIRR3): Aumentou-se posição em Direcional, aproveitando distorção de preços pós-correção de -23% e beneficiando-se da queda da Selic.
  • Ajustes em Itaú (ITUB4): Reduziu-se posição em Itaú para aumentar o equilíbrio setorial, mantendo-o relevante pela robustez e valuation atrativo.
  • Apostas em Prio (PRIO3): Foco no crescimento orgânico e inorgânico, como a exploração em Wahoo e aquisição do Campo de Peregrino, aumentando volume de produção.

  • China adota cotas e tarifas adicionais: Medida inclui cotas por país e tarifa extra de 55% sobre volumes que excederem os limites, válida até 31 de dezembro de 2028, afetando grandes exportadores, como o Brasil.
  • Impacto nos fornecedores e no mercado: Brasil terá cota de 1,106 milhão de toneladas sem tarifa em 2026; exportações de 2025 somaram 1,499 milhão de toneladas até novembro.
  • Resposta aos interesses internos chineses: Salvaguardas não são direcionadas especificamente ao Brasil, mas atendem demandas de produtores chineses.
  • Estratégia para mitigar impactos: Reforço de investimentos bilaterais e parcerias com empresas chinesas são vistos como caminhos para agregar valor e adaptar-se ao mercado chinês.
  • Presença institucional relevante: Abertura de escritórios da ABIEC e ABPA na China é destacada como crucial para entender o mercado e reduzir impactos negativos das novas medidas.

  • Ibovespa e Dólar: Ibovespa começou o dia em alta, mas virou para leve queda, negociado em 161 mil pontos. Dólar à vista próximo da estabilidade em R$ 5,48.
  • Destaques Negativos: Minerva Foods (BEEF3) e MBRF3 caem devido à taxação das exportações para a China.
  • Destaques Positivos: SLC Agrícola (SLCE3) avança 3% após anunciar aumento de capital de R$ 914,2 milhões.
  • Metais Preciosos: Ouro e prata iniciam 2026 em alta, estendendo ganhos de fim de ano, com ouro perto de níveis recordes.
  • Natura e Avon: Natura (NATU3) vende participação na Avon International, oferecendo linha de crédito de até US$ 25 milhões.

  • Bolsas europeias fecham em alta: Aumento liderado pelo setor de tecnologia.
  • Líquidez reduzida: O mercado opera com liquidez limitada antes de importantes divulgações econômicas futuras.
  • Expectativa de recuperação: Danske Bank prevê melhora na liquidez e no mercado para a próxima semana.
  • Rendimento de tecnologia: Setor de tecnologia impulsiona os índices para cima.
  • Potenciais correções: Traders devem estar atentos a possíveis correções com a divulgação de novos dados econômicos.

  • Ibovespa cai: O índice fechou abaixo dos 161 mil pontos, sinalizando forte pressão vendedora.
  • Mercados dos EUA: Início de ano com desempenho misto, atenção a possíveis impactos no Brasil.
  • Volatilidade em alta: Movimentos abruptos indicam cautela em posições longas no curto prazo.
  • Observação de suportes: Traders devem monitorar suportes técnicos próximos para possíveis entradas.
  • Tendência de queda: A continuidade da tendência de baixa pode apontar para mais perdas adiante.

  • Aumento de Capital: Prio (PRIO3) anunciou um aumento de capital de R$ 95.122.389,10, resultante do exercício de opções de compra de ações.
  • Emissão de Novas Ações: Serão emitidas 3.137.840 novas ações ordinárias, com preços de emissão variando entre R$ 18,73 e R$ 45,55.
  • Capital Social Atualizado: O capital social da Prio aumentará para R$ 15.828.869.816,49, distribuído em 872.593.628 ações ON.
  • Diluição dos Acionistas: Está prevista uma diluição dos acionistas de aproximadamente 0,36%.
  • Aumento de Capital no Setor: Outras empresas, como Casas Bahia, Cyrela e Localiza, também anunciaram aumentos de capital recentemente, buscando reestruturar suas finanças ou retornar capital aos acionistas.

  • Minerva Foods (BEEF3) e MBRF (MBRF3) lideram quedas no Ibovespa devido às restrições chinesas às importações de carne bovina.
  • China aplicará tarifa adicional de 55% sobre importações que excederem cotas de carne bovina dos principais países fornecedores, afetando diretamente o Brasil.
  • Ações da Minerva caíram 6,08% e MBRF diminuíram 4,4%, enquanto o Ibovespa recuou 0,38%; papéis da JBS em Nova York perderam 1,6%.
  • BTG Pactual indica que situação afeta exportadores, mas é administrável; incerteza pode impactar o crescimento do setor de carne bovina a longo prazo.
  • Genial Investimentos menciona que escassez global de carne e demanda firme podem suavizar o impacto imediato, com Ministério da Agricultura atuando para mitigar efeitos.

  • Número de inquéritos disparou: Sob o terceiro mandato de Lula, ao menos 57 inquéritos foram abertos por supostas ofensas à honra do presidente.
  • Casos de ofensas: Incluem montagens ofensivas nas redes sociais e incidentes públicos como gritos de “Lula ladrão”.
  • Distribuição dos inquéritos: Foram registrados 20 inquéritos em 2023, 12 em 2024 e 25 em 2025.
  • Posição do MPF: O Ministério Público Federal arquivou vários processos, considerando as manifestações como políticas, não caluniosas.
  • Críticas e preocupações internacionais: Especialistas e relatórios, como o da OEA, indicam uso excessivo de leis contra honra, alertando para uma possível censura velada.

  • Dasa vende hospital por R$ 1,2 bilhões: A operação busca focar em áreas mais estratégicas do negócio.
  • Repercussão mista entre os investidores: O anúncio da venda gerou uma avaliação dividida no mercado.
  • Ação DASA3 experimenta volatilidade: No dia do anúncio, o ativo apresentou grandes oscilações no pregão.
  • Impacto no portfólio da Dasa: A venda faz parte de uma estratégia de otimização dos ativos da empresa.
  • Possível influência no setor de saúde: A transação pode sinalizar mudanças no mercado hospitalar brasileiro.

  • Incorporação Aprovada: Raízen (RAIZ4) aprovou a incorporação de quatro empresas do grupo em Assembleia Geral Extraordinária, sem alterar seu capital social.
  • Cisão Parcial da Biobarra: Incorporação da Biobarra, avaliada em R$ 112,4 milhões, ocorre de forma patrimonial e sem impacto direto para acionistas.
  • Extinção de Empresas: Bioenergia Rafard, Bioenergia Serra e Bioenergia Araraquara serão extintas; Raízen assume seus direitos, bens e obrigações.
  • Valores Contábeis: Reorganização envolve valores de R$ 220 milhões, com destaque para R$ 90,2 milhões da Bioenergia Rafard, R$ 14 milhões da Serra e R$ 8,1 milhões da Araraquara.
  • Otimização Estrutural: Movimento visa a simplificação e consolidação interna da estrutura operacional da Raízen.

  • Visita Pública: A filha de Kim Jong Un, Kim Ju Ae, fez uma rara aparição pública no mausoléu, aumentando a especulação sobre sua possível sucessão.
  • Possível Sucessão: A presença de Kim Ju Ae aumenta as expectativas sobre quem poderá suceder Kim Jong Un no futuro, já que a sucessão na Coreia do Norte é frequentemente mantida em segredo.
  • Impacto Geopolítico: Mudanças na liderança da Coreia do Norte podem influenciar dinâmicas regionais e internacionais, afetando estratégias políticas e econômicas de países vizinhos.
  • Reação do Mercado: Traders devem observar a reação do mercado a esta notícia, podendo haver movimentos nos preços de ativos ligados à instabilidade geopolítica.
  • Atenção a Novas Notícias: É crucial monitorar outras declarações ou eventos norte-coreanos para avaliar o impacto contínuo no mercado global.

  • BTG Pactual divulga carteira recomendada de small caps para janeiro, focada em ações de empresas de menor porte com alto potencial.
  • Eztec (EZTC3) e Track&Field (TFCO4) foram removidas; novas inclusões são Pague Menos (PGMN3) e Sanepar (SAPR11).
  • Pague Menos foi recomendada após aumento de capital de R$ 243 milhões, com expectativas de superar concorrentes do setor varejista.
  • Sanepar é vista como ação barata e tem potencial especulativo; principais eventos futuros relacionados a questões políticas em 2026.
  • Desempenho da carteira small caps em dezembro: avançou 0,9%, abaixo do Ibovespa (1,3%), mas superando o SMLL (-3,6%).

  • Suspeitas de Fraude: Banco Master envolvido em suspeitas de fraudes financeiras de até R$ 11,5 bilhões com a Reag DTVM, investigada pela Operação Carbono Oculto ligada ao PCC.
  • Irregularidades Identificadas: Banco Central identificou irregularidades graves em transações de julho de 2023 a julho de 2024, violando normas com empréstimos e uso de "laranjas".
  • Continuidade da Operação Carbono Oculto: Operação investiga lavagem de até R$ 50 bilhões no setor de combustíveis com Reag DTVM como alvo principal.
  • Histórico de Problemas: Banco Master já investigado por transações fraudulentas de R$ 12,2 bilhões para inflar seu balanço e evitar quebrar.
  • Implicações Políticas e Jurídicas: Envolvimento de Ministros do STF, gerando debates sobre independência do Judiciário e impactos na confiança do sistema financeiro.

  • Ações Instáveis: As ações da Dasa (DASA3) operam instáveis após a venda de ativos, caindo 1,32% no pregão, com preço a R$ 4,53.
  • Venda de Ativos: Dasa vendeu ativos por R$ 1,2 bilhão, incluindo o Hospital São Domingos. A venda inclui um pagamento inicial de R$ 1,1 bilhão à vista.
  • Estratégia de Desinvestimento: A venda faz parte da estratégia de desinvestimento e redução de riscos operacionais, apesar de o preço estar abaixo do pago anteriormente.
  • Impacto na Dívida: A venda deve reduzir a dívida líquida da Dasa em 29%, mas o impacto na alavancagem ainda é incerto sem divulgação do Ebitda do HSD.
  • Recomendações de Analistas: BTG Pactual e Safra mantêm recomendações neutras para DASA3, com potenciais desvalorizações de 44,93% e 65%, respectivamente. Preços-alvo de R$ 2,50 e R$ 1,60.

  • Decisão da CVM revertida: Marisa (AMAR3) consegue reverter determinação da CVM que obrigaria a refazer demonstrações financeiras, mantendo balanços já divulgados válidos.
  • Impacto nos resultados financeiros: A decisão mantém o prejuízo líquido de R$ 315,8 milhões de 2024 sem necessidade de ajustes adicionais, evitando impactos no patrimônio líquido e em outros indicadores.
  • Contexto dos processos tributários: A CVM havia ordenado ajustes devido à necessidade de provisões para processos tributários da M Serviços, mas a Marisa argumentou que a perda era apenas "possível".
  • Auditoria da BDO: Relatório indicava subavaliação e superavaliação de passivos e patrimônio, respectivamente, o que poderia sugerir uma situação financeira mais precária do que era percebido.
  • Manutenção da confiança no mercado: A ausência de necessidade de reapresentação de resultados evita ruídos e questionamentos sobre governança e qualidade informacional da companhia.

  • Cyrela aprova aumento de capital: O aumento será realizado por meio da capitalização das reservas de lucro.
  • Emissão de novas ações: Serão emitidas 72,8 milhões de novas Ações Especiais de Ação Privada.
  • Ações em queda: As ações ON e especiais preferenciais da Cyrela apresentaram queda no mercado.
  • Impacto no mercado: Traders devem monitorar o impacto dessa movimentação no preço das ações da Cyrela.
  • Oportunidades de investimento: Analisar a nova estrutura de capitalização para potenciais oportunidades.

  • PMIs do Brasil e dos EUA: Indicadores divulgados nesta sexta-feira (2) são cruciais para definir o humor do mercado no início de 2026, especialmente em um pregão com liquidez reduzida após o feriado.
  • Cautela no Mercado Brasileiro: Foco em juros, fiscal e eleições. A incerteza sobre o início do ciclo de cortes da Selic, diante de dados fracos de emprego, mantém a cautela.
  • Arranque positivo no Exterior: Bolsas em Nova York começam o ano em alta, puxadas por otimismo com tecnologia, especialmente inteligência artificial. Contudo, o cenário externo não define sozinho o desempenho dos ativos brasileiros.
  • Agenda Econômica: No Brasil, além dos PMIs, o fluxo cambial também é destaque. Nos EUA, o PMI e o balanço do Federal Reserve são monitorados por suas implicações na trajetória dos juros.
  • Ajustes de Posições: Os investidores ajustam suas posições no início do ano, monitorando tanto o ambiente interno quanto as influências externas.

  • Negociações com os EUA: A Venezuela está aberta a negociações para atrair investimentos americanos no setor petrolífero, incluindo com Chevron.
  • Diálogo sobre narcotráfico: Maduro manifestou interesse em dialogar sobre combate ao narcotráfico, mas criticou ameaças dos EUA.
  • Crescimento Econômico: Projeções de crescimento do PIB da Venezuela são de 9% para 2025 e 7% para 2026, impulsionadas por parcerias no setor energético.
  • Atração de Capital Estrangeiro: A abertura a empresas americanas visa revitalizar a indústria petrolífera, principal fonte de receita venezuelana.
  • Resposta dos EUA: Até o momento, não houve resposta oficial de Washington, e avanços dependerão de progresso diplomático.

  • Ibovespa cai: A bolsa brasileira iniciou o ano em queda, ficando abaixo dos 161 mil pontos.
  • Mercado dos EUA: Bolsas americanas apresentam início de ano com desempenho misto.
  • Oportunidade de Compra: A queda do Ibovespa pode representar pontos de entrada interessantes para investidores de longo prazo.
  • Volatilidade Esperada: Traders devem se preparar para volatilidade nas primeiras semanas do ano.
  • Acompanhamento de Tendências: Atenção às tendências globais e eventos geopolíticos, que podem impactar ainda mais as bolsas.

  • The Economist alerta sobre reeleição de Lula: A revista classifica como "arriscado demais" a candidatura de Lula em 2026 devido à sua idade avançada, sugerindo um risco semelhante ao enfrentado por Joe Biden nos EUA.
  • Comparação com Joe Biden: A publicação traça um paralelo entre a situação política de Lula e Biden, indicando que a candidatura poderia trazer desgastes políticos ao Brasil.
  • Questão de sucessão: A revista destaca a ausência de um sucessor claro na esquerda, sugerindo que Lula não disputar a reeleição poderia facilitar uma transição política saudável.
  • Avaliação econômica mista: A The Economist menciona que o governo tem resultados pontuais sem reformas profundas, o que pressiona uma possível candidatura.
  • Críticas à polarização: A publicação critica o ambiente polarizado no Brasil e sugere que seria benéfico para o país buscar novas lideranças além das figuras históricas.

  • Acordo Coletivo: Petrobras (PETR4) fecha Acordo Coletivo de Trabalho com reajuste de 100% do IPCA mais 0,5% de ganho real, encerrando a greve.
  • Produção Mantida: Paralisão dos petroleiros não afetou a produção nem o abastecimento, garantindo estabilidade operacional.
  • Acordo Evita Dissídio: O acordo evitou um dissídio no Tribunal Superior do Trabalho, proporcionando segurança jurídica à empresa.
  • Impacto nos Sindicatos: FNP, que representa 20% da força de trabalho, considera acordo parcial, enquanto a normalidade das atividades é retomada.
  • Foco Futuro: Com o ACT assinado, Petrobras reduz ruído trabalhista e foco pode se voltar para o Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) nos próximos meses.

  • Dólar em queda: Primeiro pregão de 2026 inicia com o dólar à vista recuando 0,97%, cotado a R$ 5,436 na venda.
  • Liquidez baixa: Baixa liquidez após o feriado de Ano Novo, com volume reduzido no mercado.
  • Futuro do dólar: Contrato futuro para fevereiro cai 0,55%, negociado a R$ 5,5490 na B3.
  • Movimentos limitados: Ausência de dados econômicos relevantes impede oscilações maiores no câmbio.
  • Cenário externo em foco: Trajetória dos juros nos EUA permanece como principal fator observado pelos analistas.

  • Copasa (CSMG3) no Ibovespa: Copasa entra no índice com peso de 0,348%, refletindo o interesse gerado pela privatização.
  • CVC (CVCB3) fora do índice: CVC sai devido à perda de relevância em negociabilidade, vigência a partir de janeiro de 2026.
  • Líderes do Ibovespa: Vale, Itaú, e Petrobras mantêm dominância, com grande impacto no desempenho diário do índice.
  • Critérios de inclusão: Presença em 95% dos pregões e mínimo de 0,1% do volume financeiro são partes das exigências.
  • Peso das mudanças: Ajustes refletem os papéis mais líquidos, destacando relevância das mudanças para traders.

  • PIB Brasileiro Estagnado: A economia brasileira não retomou o nível de 2014, permanecendo estagnada após crises econômicas e políticas.
  • Impacto de Crises e Pandemia: A recessão de 2015-2016 e a pandemia de 2020 interromperam recuperações pontuais e ampliaram dificuldades fiscais.
  • Entraves Estruturais Persistem: Problemas de baixa produtividade e ambiente de negócios desfavorável impedem recuperação sólida.
  • Incerteza e Confiança Baixa: A confiança de empresários e investidores continua baixa, limitando investimentos e expansão econômica.
  • Perspectiva de Crescimento Frágil: Sem reformas estruturais, o crescimento do PIB permanece lento e vulnerável a choques externos.

  • Crescimento do PIB em 2026: Projeções do mercado indicam avanço de 1,7%, abaixo dos 2% para 2025, devido à desaceleração econômica.
  • Selic Elevada: Juros entre 12% e 12,75% ao fim de 2026, considerada restritivo para crescimento econômico, impactando setores sensíveis ao crédito.
  • Estímulos Fiscais no Ano Eleitoral: Medidas fiscais, como ampliação de isenções e aumento do crédito consignado, sustentarão a economia, adicionando até 0,8 ponto percentual ao PIB.
  • Risco de Inflação: Pressão inflacionária, especialmente nos serviços, limita cortes agressivos na Selic, mantendo política monetária defensiva.
  • Desempenho Setorial Variado: Agronegócio com expectativa de forte ciclo de produção, enquanto a indústria enfrenta desafios e o setor de serviços permanece como preocupação inflacionária.
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