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  • Uruguai nega venda: O governo uruguaio recusou a venda de três fábricas da MBRF para a Minerva.
  • Localização das fábricas: As instalações se encontram em San José, Salto e Colonia.
  • Impacto no setor: Esta decisão pode afetar as expectativas de expansão da Minerva no Uruguai.
  • Minerva no mercado: Traders devem monitorar como esta negativa pode impactar as ações da Minerva.
  • Possíveis desdobramentos: Futuros anúncios ou discussões sobre a venda podem influenciar o mercado.

  • JPMorgan eleva preço-alvo da Petrobras para R$ 45: Potencial de valorização de 41,07% após análise positiva dos ativos do pré-sal.
  • Recomendação de compra reiterada: Reflete visão de que Petrobras é uma das oportunidades mais sólidas do mercado brasileiro.
  • Campos de Tupi e Sapinhoá destacam-se: Sustentam a tese de investimento devido à produção estável e robusta.
  • Petrobras considerada subavaliada: Capacidade de geração de valor em projetos do pré-sal é um destaque para investidores.
  • Impacto positivo no mercado: A percepção do JPMorgan pode atrair investidores locais e estrangeiros, consolidando a confiança na petroleira.

  • Medida cautelar: A Justiça do Rio de Janeiro concedeu proteção contra credores ao Grupo Ambipar, influenciando em forte queda nas ações.
  • Impacto nas ações: AMBP3 caiu mais de 40% e está em leilão desde a abertura do pregão.
  • Dados financeiros: Endividamento líquido de quase R$ 6 bilhões e alavancagem de 2,56 vezes o Ebitda anualizado.
  • Investigações e debandada: Turbulências com saídas no alto escalão e investigação da CVM sobre recompra de ações.
  • Próximos passos: Ambipar busca alternativas viáveis junto a credores para reestruturação financeira.

  • Embraer acelera estudos: A Embraer (EMBR3) anuncia intensificação dos estudos com combustível de aviação sustentável (SAF).
  • Aquisição de SAF: A companhia realizou a primeira aquisição de um lote 100% SAF.
  • Impacto em ações: A aceleração no uso de combustíveis sustentáveis pode influenciar positivamente as ações da Embraer (EMBR3), devido à tendência de sustentabilidade no setor.
  • Pioneirismo no setor: Embraer posiciona-se na vanguarda das inovações sustentáveis no mercado de aviação.
  • Potencial estratégico: A adoção de SAF pode agregar valor à marca e reforçar parcerias com empresas comprometidas com ESG.

  • Queda nas vendas de moradias: As vendas caíram 0,2% em agosto, para um ritmo anual de 4 milhões de unidades.
  • Previsão de economistas: Economistas esperavam uma redução para 3,96 milhões de unidades, mas a queda foi menor do que o previsto.
  • Perspectivas futuras: O economista-chefe da Associação de Corretores de Imóveis prevê aumento das vendas devido à queda nas taxas de hipoteca e aumento no estoque de moradias.
  • Taxas de hipoteca: A taxa de 30 anos caiu para 6,26%, a mais baixa desde o outono passado.
  • Política monetária do Fed: O recente corte na taxa de juros pelo Fed pode levar a reduções adicionais nas taxas de hipotecas no futuro.

  • Recomendação de Compra: BTG Pactual iniciou cobertura da Moura Dubeux (MNDE3) com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 40, representando potencial de valorização de cerca de 39%.
  • Análise Competitiva: Moura Dubeux é líder no Nordeste, única com forte presença na região, conferindo vantagem competitiva por meio do conhecimento local.
  • Diversificação de Portfólio: A empresa está expandindo para o mercado de baixa renda através das marcas Mood e Única, beneficiando-se do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.
  • Valuation Atraente: A companhia é recomendada por negociar com múltiplos atrativos e ter lançado VGV acumulado de R$ 8 bilhões desde IPO; CAGR de 30% nos lucros por ação até 2027.
  • Riscos Macroeconômicos: Principais riscos incluem taxas de juros, financiamento habitacional, captação da poupança, e limitação de crescimento no mercado do Nordeste.

  • Projeção de Dividendos: O Itaú (ITUB4) poderá distribuir entre R$ 12,5 bilhões a R$ 42,6 bilhões em dividendos até 2025, conforme análises da Ágora, Terra, XP, Empiricus e Cultura Capital. Verificação no 4º tri de 2025.
  • Dividendos Extraordinários: Existem chances de dividendos extraordinários devido ao excesso de capital. CEOs e analistas estão atentos a operações e posições de capital que sugerem pagamentos adicionais.
  • Cenários Propostos: A Ágora projeta dividendos totais de R$ 42,6 bi com payout de 91%, enquanto a Terra prevê cenários variando de R$ 12,5 bi a R$ 30 bi, dependendo do lucro e payout.
  • Iniciativas Digitais: A eficiência digital do Itaú estabelece suporte para margens e dividendos robustos. O incentivo ao digitalização aumenta a eficiência e a possibilidade de distribuição de capital extra.
  • Impactos e Riscos: Apesar de riscos macroeconômicos, como juros altos, a diversificação do Itaú (varejo, atacado, seguros) pode mitigar efeitos adversos. A XP salienta valuation atrativo com múltiplos superiores devido ao ROE elevado.

  • Histórico: Azeite Sabiá obteve 98 pontos no Flos Olei 2025/2026, maior pontuação para um rótulo brasileiro.
  • Concorrência: Superou 830 concorrentes, sinalizando que a produção brasileira rivaliza com potências europeias.
  • Desafios: Preço elevado no Brasil, com garrafas de 250 ml custando entre R$ 125 e R$ 166.
  • Distribuição: Disponível em empórios especializados e marketplaces como Magazine Luiza e Zona Sul.
  • Crescimento: Desde 2014, conquistou 165 prêmios, destacando-se entre os melhores ainda num ano de baixa produção.

  • Rejeição da Autoridade: O Coprodec do Uruguai negou a compra pela Minerva de três plantas da Marfrig, impactando diretamente a estratégia de expansão da companhia.
  • Concentração de Mercado: A negativa foi baseada na possível concentração excessiva da Minerva no mercado uruguaio, que seria superior a 40% do abate de gado do país.
  • Impacto no Acordo: A decisão afeta o grande acordo de transferência de 16 unidades entre Minerva e Marfrig; três unidades uruguaias estão suspensas.
  • Compensação do Investimento: A Minerva tinha R$ 675 milhões em conta escrow aguardando aprovação, que agora devem ser revertidos após a rejeição.
  • Disputa Contratual: A Marfrig anunciou cancelamento do contrato, enquanto Minerva permanece em discordância, indicando incerteza ao acordo entre as empresas.

  • Recorde nos Futuros de Solana (SOL): 175,6 mil contratos negociados na B3, movimentando >R$1 bilhão.
  • Demanda por Exposição Diversificada: Crescente interesse em ativos digitais em ambiente regulado.
  • Comparativo com Futuro de Bitcoin (BTC): Volume de Solana representa 26% do total de BTC no mesmo dia na B3.
  • Valorização dos Futuros de Criptoativos: Futuros emergem como principais instrumentos para operar variações em criptomoedas.
  • Mecanismo do Contrato: Cada contrato futuro de Solana equivale a 5 SOL, cotado em dólares, com vencimento na última sexta-feira do mês.

  • Meta de eficiência antecipada: A Motiva antecipou sua meta de eficiência para 2023, buscando um índice de 38% até 2025. Estratégias incluem corte de custos e investimentos em tecnologia.
  • Investimentos em tecnologia: Planeja investir R$ 1 bilhão até 2035 em AI, big data e robotização, visando um ganho de até 3 pontos percentuais na rentabilidade.
  • Foco em transporte urbano e agronegócio: Concentrará investimentos em transporte de passageiros por rodovias e trilhos, especialmente em grandes metrópoles e regiões agrícolas.
  • Crescimento do EBITDA: Almeja crescimento anual do EBITDA ajustado entre 8% e 9% até 2035, mantendo dividendos em 50% do lucro líquido ajustado.
  • Venda de ativos aeroportuários: Continua negociando a venda de ativos aeroportuários, considerada uma das maiores transações no setor, com interesse de múltiplos compradores.

  • Alíquota Única de 17,5%: A partir de 2026, renda fixa, fundos, bolsa e cripto estarão sob uma alíquota única de 17,5%, com apuração trimestral, substituindo a tabela regressiva atual.
  • Isenção e Tributação na Bolsa: Isenção para vendas de até R$ 60 mil por trimestre; ganhos acima desse valor serão tributados à alíquota de 17,5%.
  • Compensação de Perdas: Investidores podem compensar prejuízos entre diferentes aplicações financeiras, aumentando a eficiência na gestão fiscal do portfólio.
  • Mudanças nas Isenções: Debêntures incentivadas, CRIs e CRAs mantêm isenção. LCIs e LCAs terão IR de 7,5% a partir de 2026, alterando a dinâmica de competitividade entre produtos.
  • Expectativa de Arrecadação e Tramitação: A proposta pode gerar R$ 21,8 bilhões em 2026. O plano precisa passar pelo Congresso, e traders devem antecipar ajustes em alocações.

  • Ambipar (AMBP3) obtém tutela cautelar: Grupo conseguiu proteção temporária contra credores, indicando dificuldades em honrar dívidas.
  • Ações despencam na B3: Papéis da Ambipar caem mais de 50% nesta quinta-feira (25), após notícia da proteção contra credores.
  • Impacto de derivativos e green bonds: Operações com derivativos associadas aos green bonds geraram consequências financeiras negativas.
  • Endividamento e alavancagem: O endividamento líquido da empresa é de quase R$ 6 bilhões, com alavancagem de 2,56 vezes o Ebitda.
  • Envolvimentos com CVM: Em meio a investigações e processos administrativos, a CVM analisa possíveis irregularidades em recompra de ações da Ambipar.

  • Ibovespa Futuro (WINV25) renovou máxima histórica, fechando com alta de 0,8% em 148.800 pontos, mas caiu 1% na manhã seguinte para abaixo de 147 mil pontos.
  • Suportes do Ibovespa segundo BTG Pactual: 147 mil pontos e 144.800 pontos. Alvos potenciais de alta: 150.230 e 152.845 pontos.
  • Dólar Futuro (WDOV25) valorizou 0,5% fechando em 5.313 pontos; avança 0,3% na manhã seguinte. A tendência de baixa se mantém abaixo de 5.300 pontos.
  • BTG Pactual mantém recomendação neutra para Banco do Brasil (BBAS3) e recomenda compra para BR Partners (BRBI11) e Moura Dubeux (MDNE3) com potencial de alta de 39%.
  • Investidores atentos à prévia da inflação no Brasil e PIB dos EUA como eventos importantes no radar do dia.

  • Organização antecipada do IR 2026: Especialistas recomendam começar a organizar documentos e corrigir falhas já em 2025 para evitar erros futuros.
  • Disciplina com DARFs: Investidores em renda variável devem calcular e pagar mensalmente o imposto devido, sem atrasos, para evitar multas e juros.
  • Gestão de documentos: Criar uma pasta para armazenar todos os comprovantes como informes de rendimentos, notas de corretoras e DARFs pagos é crucial.
  • Uso de ferramentas digitais: Ferramentas digitais de gestão fiscal podem automatizar cálculos e diminuir o risco de atrasos e erros.
  • Pontos de atenção: Reembolsos de saúde, ganhos de capital, e operações day trade têm especificidades que, se negligenciadas, podem levar à malha fina.

  • Impulso nos Treasuries: Números mais fortes que o esperado elevam os rendimentos dos Treasuries, importante para quem opera em renda fixa.
  • Valorização do Dólar: Dólar ganha força contra outras divisas, influenciando estratégias de forex.
  • Dados Econômicos dos EUA: Performance econômica dos EUA supera expectativas, impactando decisões de investimento.
  • Impacto para Traders: Momentos de alta volatilidade podem trazer oportunidades para traders de curto prazo.
  • Monitorar Próximos Leilões: Fique atento aos próximos leilões e anúncios relacionados, que podem afetar mercados.

  • IBOVESPA em queda: O índice caiu abaixo dos 146 mil pontos devido a realizações de lucros.
  • Mercados dos EUA em atenção: Bolsas americanas recuam após divulgação de novos dados de inflação e PIB.
  • Volatilidade no mercado: Expectativa de continuidade da volatilidade devido a dados econômicos recentes.
  • Reação imediata: Traders devem monitorar indicadores de inflação e crescimento econômico dos EUA.
  • Estratégia de realização de lucros: Realizações de lucros impactando negativamente os índices; ajustar posições conforme a evolução das respostas do mercado.

  • JPMorgan eleva preço-alvo: Novo preço-alvo para PETR4 é de R$ 45.
  • Potencial de valorização: Expectativa de aumento de 41,07% sobre último fechamento.
  • Recomendação de compra: Reiterada a recomendação de compra das ações PETR4.
  • Qualidade dos ativos: Investimento ancorado na qualidade dos ativos do pré-sal.
  • Robustez operacional: Campos Tupi e Sapinhoá destacam-se por produção estável.

  • Projeção de Crescimento do PIB: O Banco Central reduziu a previsão do PIB para 2025 de 2,1% para 2,0% e para 2026 de 1,8% para 1,5%, indicando potencial desaceleração econômica.
  • Selic Elevada: A taxa Selic deve permanecer em 15% por um período prolongado, visando manter a inflação sob controle, impactando negativamente investimentos e consumo.
  • Divergência de Projeções: A diferença entre projeções do BC e da Fazenda aumenta a incerteza no mercado, apresentando um dilema entre controle da inflação e estímulo econômico.
  • Efeitos no Setor de Crédito: Juros altos podem frear setores dependentes de crédito, como construção civil e consumo de bens duráveis.
  • Impacto na Percepção dos Investidores: A divergência entre BC e Fazenda pode influenciar a percepção dos investidores estrangeiros sobre a estabilidade econômica e fiscal do Brasil.

  • CVM abre consulta pública: Busca substituir a Resolução CVM nº 88, modernizando a regulamentação de crowdfunding e tokenização de dívidas.
  • Teto de captação elevado: Aumenta para R$ 25 milhões, favorecendo negócios robustos e escaláveis no setor de criptomoedas.
  • Clareza regulatória para blockchain: Foco em trazer maior clareza regulatória para ofertas em blockchain e tokenização de ativos.
  • Expansão de emissores e instrumentos: Inclusão de novas entidades como securitizadoras e cooperativas, ampliando a base de emissores.
  • Ajustes nos procedimentos de ofertas: Flexibilização de captação e regras de lock-up, além de integração entre plataformas de crowdfunding e instituições tradicionais.

  • Ações de IA em queda: Analistas destacam que as ações de empresas focadas em inteligência artificial estão caindo significativamente, causando preocupações no mercado.
  • Medo de bolha: Há um aumento no temor entre investidores de que o mercado de IA possa estar enfrentando uma bolha, similar à bolha das pontocom no início dos anos 2000.
  • Fragilidade nos valuations: Apesar de fundamentos ainda robustos, há uma preocupação crescente com a fragilidade dos valuations altos sustentados por apostas excessivas em IA.
  • Impacto em Wall Street: A queda das ações de IA está causando volatilidade em Wall Street, afetando o desempenho de índices relevantes.
  • Oportunidades e riscos: Traders devem considerar tanto as oportunidades em potencial queda quanto os riscos envolvidos, dado o cenário atual de incerteza no setor de IA.

  • Impacto Político na Petrobras: Bradesco BBI vê risco enviesado para cima com possível mudança de governo nas próximas eleições, recomendando compra (outperform) com preço-alvo de R$ 40, implicando alta de 28%.
  • Valorização dos ADRs da Petrobras: Caso haja mudança de política pública, ADRs podem valorizar-se 57%, com potencial de queda limitado a 21%.
  • Dividendos Robustos: Com mudança governamental, dividendos podem render 12% por cinco anos, mesmo com Brent a US$ 60; cenário atual limitaria rendimentos a 9% por três anos.
  • Desempenho da Ação: PETR4 sobe apenas 3% em dólar no ano, ficando 40 pontos abaixo do Ibovespa; investidores em petróleo latino-americano estão com baixa exposição.
  • Oportunidade de Fluxos Relevantes: Qualquer sinal de mudança de agenda política em 2026 pode liberar fluxos significativos para as ações da Petrobras.

  • Ambipar (AMBP3) e Environmental ESG buscam tutela cautelar: Ajuizaram ação de tutela cautelar para mitigar efeitos de operação com derivativos sobre Green Bonds.
  • Pedido liminar aprovado integralmente: A medida visa proteger atividades do grupo e negociar compromissos financeiros viáveis com credores.
  • Suspensão de cláusulas de vencimento antecipado: Efeito imediato sobre contratos que poderiam acelerar dívidas do Grupo Ambipar.
  • Diálogo contínuo com credores: Foco em alcançar acordos mutuamente benéficos para investidores e viabilizar atividades empresariais.
  • Operações continuam com qualidade: Empresa afirma continuidade com segurança, eficiência e confiabilidade em seus serviços.

  • Anvisa suspendeu a comercialização de diversos suplementos alimentares e cafés por irregularidades e riscos à saúde.
  • Suplementos Atingidos: Incluem produtos da Verde Flora, Muscle Supp, Suplemais, Capsul Brasil, Axis Nutrition e Proteus.
  • Cafés: Todos os lotes dos cafés Extraforte e Tradicional da marca Câmara foram proibidos devido à falta de registro e riscos adicionais.
  • Riscos Detectados: Lacen/RJ encontrou fragmentos que lembram vidro em lotes dos cafés, aumentando preocupações de segurança.
  • Impacto para Traders: Possível impacto nas ações de empresas do setor de suplementos e alimentos que não cumpram regulamentações.

  • Petrobras avança no licenciamento: A Petrobras obteve aprovação do Ibama para a Avaliação Pré-Operacional no Amapá, aproximando-se da exploração no bloco FZA-M-59.
  • Disputa judicial entre Assaí e GPA: O Assaí pede a indisponibilidade de ações do GPA, buscando proteção contra contingências tributárias de R$ 36 milhões, aumentando a volatilidade no setor de varejo.
  • Dividendos e recompra afetam ações: Cyrela anuncia R$ 391,6 milhões em dividendos, enquanto a Irani inicia programa de recompra até 2027, influenciando positivamente as cotações.
  • Movimentações no setor imobiliário: Helbor ajusta seu landbank com a venda de terrenos por R$ 32 milhões, impactando sua estratégia de negócios em São Paulo e Mato Grosso do Sul.
  • Novidades no setor agro e governança: Três Tentos planeja oferta de CRA de até R$ 500 milhões, enquanto Vittia enfrenta questionamentos sobre governança após a renúncia de uma vice-presidente.

  • Queda nas taxas do Tesouro Direto: Taxas prefixadas para 2028, 2032 e 2035 registraram quedas para 13,23%, 13,51% e 13,55%, respectivamente, após divulgação do IPCA-15 abaixo do esperado.
  • Impacto do IPCA-15: O índice IPCA-15 subiu 0,48% em setembro, aquém da expectativa de 0,51%, sinalizando potencial flexibilidade monetária futura.
  • Projeções do Banco Central: Redução na previsão de crescimento do PIB para 2025 e 2026, e manutenção da inflação acima do teto da meta, reforçando manutenção da Selic a 15% no curto prazo.
  • Desempenho dos Treasuries: Títulos do governo dos EUA apresentam alta, com os vencimentos de 10, 20 e 30 anos oferecendo rendimentos de 4,172%, 4,731% e 4,753%, respectivamente.
  • Rendimentos de títulos atrelados à inflação: Remunerações dos Tesouros IPCA+ 2029 e 2040 também caíram, oferecendo agora 7,77% e 7,06%, respectivamente.

  • Crescimento do PIB dos EUA: O PIB cresceu a uma taxa anualizada de 3,8% no segundo trimestre, acima da estimativa inicial de 3,3%.
  • Fatores de Crescimento: Elevação nos gastos do consumidor e aumento de investimentos em propriedade intelectual, especialmente inteligência artificial, impulsionaram o PIB.
  • Importações em Queda: A diminuição nas importações favoreceu o crescimento, mas oscilações ainda afetam a saúde econômica.
  • Revisão de Dados Futuros: Revisão do crescimento para trimestres anteriores e projeções para até 2025, refletindo ajustes em dados econômicos.
  • Expectativa Econômica: Incertezas políticas, especialmente comerciais, projetam um crescimento mais morno no segundo semestre, por volta de 1,5% no ano.

  • Ibovespa encerra em leve baixa: O índice caiu 0,04%, terminando em 146.431,05 pontos, numa sessão marcada por ajustes técnicos após recordes sucessivos.
  • Fortalecimento através das commodities: Ações de Vale (VALE3) (+0,73%) e Petrobras (PETR4) (+0,46%) sustentaram o índice, impulsionadas pelo aumento nos preços do minério de ferro e petróleo.
  • Setor bancário pressiona mercado: Bancos como Itaú, Santander, Bradesco, e Banco do Brasil registraram quedas, refletindo incertezas políticas e fiscais que limitam alta do Ibovespa.
  • Dólar recua: Moeda americana baixa 0,19%, cotada a R$ 5,32, influenciada pela atuação do Banco Central e manutenção do fluxo positivo doméstico.
  • Pressão vinda do exterior: Bolsas americanas em queda com Dow Jones (-0,32%), S&P 500 (-0,53%) e Nasdaq (-0,73%); incertezas externas elevam aversão ao risco local.

  • Ibovespa em Queda: O Ibovespa caiu 0,20%, para 146.198 pontos, após oscilações iniciais sem direção clara.
  • Dólar em Queda: O dólar à vista recuava 0,20%, cotado a R$ 5,3220, no mesmo momento.
  • IPCA-15 Acelerado: Previa do IPCA-15 subiu 0,48% em setembro, com maior impacto do grupo habitação.
  • Recomendações de Day Trade: Ágora recomenda comprar BTG Pactual (BPAC11) e vender 3tentos (TTEN3) para potencial ganho de 1,46% no dia.
  • Assaí e GPA: Assaí (ASAI3) entrou com medida cautelar para proteger-se de impactos fiscais relacionados ao GPA (PCAR3).

  • Brasil busca soluções fiscais: O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destaca a necessidade de recompor a base fiscal e acredita em cortes na taxa de juros com avanço nas medidas fiscais.
  • Infraestrutura em alta: Governo planeja 35 novas concessões rodoviárias até o fim do mandato, um aumento significativo em relação ao histórico recente.
  • Congresso como âncora fiscal: O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, destaca aprovações importantes para economia e prioriza isenção do Imposto de Renda e reforma administrativa.
  • Cenário macroeconômico global: Especialistas BTG veem espaço para corte de juros nos EUA, impacto positivo no real e desafios fiscais para o Brasil, com necessidade de ajuste de R$ 250 bilhões.
  • Política monetária e seus riscos: Roger Ferguson aponta estagflação leve nos EUA e decisões monetárias aumentando a volatilidade, com potencial impacto na credibilidade do Fed.

  • Venda de Terrenos: Helbor (HBOR3) aprovou a venda de dois terrenos para concentrar recursos em áreas estratégicas.
  • Localização e Valores: Terreno em São Paulo vendido por R$ 18 milhões com 80,34% de participação; outro em Campo Grande por R$ 14 milhões com 50% de participação.
  • Condições de Venda: Transações dependem de due diligence e aprovação do CADE.
  • Novo Projeto em SP: Helbor lança "Collage Bela Vista" com VGV de R$ 235 milhões, incluindo 461 unidades residenciais.
  • Posicionamento Estratégico: Projeto localizado próximo a infraestrutura chave em SP, realçando valorização urbana.

  • Índices futuros dos EUA em queda: Dados econômicos recentes causaram recuo nos índices, impactando mercados globais.
  • Influência no Ibovespa: Movimentação nos mercados internacionais pode influenciar o desempenho da B3.
  • Atenção ao Dólar: Movimentos no mercado cambial, ligados à instabilidade externa, podem afetar o real.
  • Impacto nos juros: Flutuações nos mercados globais podem levar a ajustes nas expectativas de juros locais.
  • Oportunidades de trading: Monitorar reações imediatas nos mercados para identificar tendências de curto prazo.

  • IPCA-15 acelera para 0,48% em setembro: O índice subiu após um recuo de -0,14% em agosto, impulsionado pela alta de 12,17% na energia elétrica, levando a inflação acumulada em 12 meses a 5,32%.
  • Energia elétrica principal responsável pela alta: Incrementou 0,47 ponto percentual ao índice, refletindo principalmente o fim do bônus de Itaipu e a volta da bandeira tarifária vermelha patamar 2.
  • Cuidados em setores de habitação e consumo: Grupo Habitação subiu 3,31%, enquanto alimentos caíram 0,35%, ajudando a limitar pressões inflacionárias, mas alimentando preocupações sobre impacto nos juros.
  • Transporte ajuda a conter índice: Grupo recuou 0,25%, com contribuições como queda no seguro de veículos e passagens aéreas, além de recuos em preços de gasolina e etanol.
  • Selic e expectativas futuras: Inflação de 5,32% mantém pressão e cautela sobre possíveis cortes na Selic, impactando análises de setores ligados a juros e consumo.

  • Assaí (ASAI3) quer bloqueio de ações do GPA: A empresa busca impedir a venda de ações do GPA pela Casino sem garantias financeiras para cobrir passivos tributários.
  • Passivos tributários em disputa: A ação judicial visa proteger o Assaí de possíveis dívidas do GPA, incluindo R$ 36 milhões em tributos já contestados pela Receita Federal.
  • Impactos potenciais no mercado: BTG Pactual sugere que a medida pode reduzir riscos para o Assaí, mas também introduzir volatilidade nas ações da empresa.
  • Preocupações de longo prazo: Com R$ 17 bilhões em contenciosos potenciais, o Assaí procura salvaguardas contra futuros passivos do GPA.
  • Posição do mercado e movimentações acionárias: A saída da Casino do GPA é antecipada pelo mercado, impactando as ações, enquanto a família Coelho Diniz eleva posição acionária no GPA.

  • Expectativa pelo PIB dos EUA: Investidores aguardam a leitura final do PIB dos EUA e discursos do Fed, que podem influenciar a trajetória dos juros.
  • Bolsas em queda: Futuros em Nova York e bolsas europeias recuam, pressionados especialmente pelo setor de saúde.
  • Desempenho misto na Ásia: Nikkei se destaca ao renovar máxima histórica entre mercados asiáticos com performance variada.
  • Mercados de commodities: Petróleo recua após valorização recente; minério de ferro avança 0,25% para US$ 112,92 por tonelada.
  • Destaques no Brasil: Atenção ao RPM e IPCA-15 que podem impactar a Selic; ADRs brasileiras sobem, com Petrobras em evidência após aprovação do Ibama.

  • Assaí (ASAI3) aciona Justiça: Medida cautelar contra Casino para proteger-se de dívidas tributárias do GPA; bloqueio de ações solicitado.
  • Ibama e Petrobras (PETR4): Ibama aprova simulado, mas pede ajustes para licença de perfuração na Foz do Amazonas.
  • Censo INEP alerta para Educação: Desaceleração no crescimento do ensino superior privado impacta Cogna (COGN3) e Yduqs (YDUQ3).
  • Cyrela (CYRE3) dividendos: Pagamento de R$ 391,6 milhões em dividendos no dia 2 de outubro de 2025.
  • Motiva (MOTV3) revisa metas: Nova meta de eficiência abaixo de 28% no Opex/Receita Líquida para 2035; outras metas mantidas.

  • Data dos dividendos: Cyrela pagará R$ 391,6 milhões em dividendos em 2 de outubro de 2025, valorando R$ 1,0691 por ação ordinária.
  • Referência de direito: Somente acionistas com posição até 25 de abril de 2025 terão direito ao provento.
  • Condições de pagamento: O pagamento será em parcela única, sem atualização monetária ou juros.
  • Desempenho financeiro: Cyrela reportou lucro de R$ 388 milhões no 2T25, com receita líquida de R$ 2,1 bilhões, um aumento de 13% em relação a 2024.
  • Vendas impulsionadas: Vendas contratadas chegaram a R$ 2,24 bilhões no 2T25, marcando um aumento de 31% ano a ano, apesar de uma leve queda no VSO para 52,3%.

  • Dólar estável: O dólar opera praticamente estável após dados do IPCA-15 abaixo do esperado, com leve alta de 0,04%, cotado a R$ 5,328 às 9h30.
  • IPCA-15 abaixo do esperado: O índice registrou alta de 0,48% em setembro, inferior aos 0,51% projetados, indicando uma dinâmica inflacionária mais benigna.
  • Relatório de Política Monetária (RPM): Banco Central revelou revisão do hiato do produto e projeta manutenção da Selic em patamar elevado por mais tempo.
  • Cenário fiscal gera volatilidade: O TCU pressiona para que o governo mire centro da meta de resultado primário, enquanto o adiamento da votação do IR não preocupa Haddad.
  • Sinais de política monetária dos EUA: Fed iniciou cortes na taxa de juros, mas discurso de Jerome Powell permanece cauteloso, influenciando mercado global.

  • Prévia da inflação no Brasil e PIB dos EUA são os principais eventos econômicos monitorados por investidores nesta quinta-feira (25).
  • Inscrições para a Corrida Internacional de São Silvestre já estão abertas, podendo indicar maior engajamento no comércio local e no turismo.
  • Participação gratuita para Pessoas com Deficiência na corrida, sujeito a cadastro prévio.
  • Expectativa de 50 mil participantes para a edição de 2025, superando recordes anteriores.
  • Retirada de kits para corrida acontecerá no Parque do Ibirapuera entre 27 e 30 de dezembro.

  • Operação "Spare": Receita Federal e autoridades de São Paulo realizam operação contra crime organizado no setor de combustíveis, desdobramento da "Operação Carbono Oculto".
  • 25 Mandados: Cumprimento de 25 mandados de busca e apreensão em várias cidades, incluindo São Paulo e Santo André, focando em fundos de investimentos e fintechs.
  • Lavagem de Dinheiro: Investigados usavam postos, empreendimentos imobiliários e franquias para lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.
  • Movimentação Bilionária: Receita detectou movimentação de R$ 4,5 bilhões por 267 postos de combustíveis entre 2020 e 2024, com baixa arrecadação fiscal.
  • Diversificação de Atuação: Além do setor de combustíveis, suspeitos operavam em franquias, motéis e construção civil, utilizando recursos ilícitos.
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