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Mostrando 121 a 160 de 18055 notícias

  • Investigação contra Jerome Powell: Possível investigação relacionada à reforma da sede do Fed ameaça a credibilidade do banco central.
  • Reação do mercado: Por enquanto, os preços do mercado não refletem o risco potencial da investigação.
  • Impacto político: A situação envolve tensões com a administração do presidente Trump, aumentando a incerteza política.
  • Apostas dos investidores: Investidores estão confiantes de que o Fed conseguirá resistir às pressões, mas há preocupação com cenários extremos.
  • Alerta para traders: Traders devem monitorar o desenrolar da situação, pois um agravamento pode impactar significativamente os mercados financeiros.

  • Justiça dos EUA reconhece liquidação: Os EUA reconheceram oficialmente a liquidação do Banco Master, decretada no Brasil.
  • Bloqueio de ativos nos EUA: Todos os ativos do Banco Master em território americano ficam bloqueados, conforme determinação judicial.
  • Poderes plenos para liquidante: O liquidante do Banco Central agora possui poderes plenos nos EUA para administrar ativos e obter informações financeiras.
  • Bloqueio total de movimentações: Está proibida a transferência ou execução de qualquer ativo do banco sem autorização do tribunal.
  • Tentativa de contestação rejeitada: Tentativas de barrar a validação nos EUA foram rejeitadas, reforçando a liquidação decretada no Brasil.

  • Exposição Direta à Venezuela: A gestora Teucrium solicitou à SEC aprovação para lançar o primeiro ETF dos EUA com exposição direta a ativos venezuelanos.
  • Seguimento de Índice Específico: O ETF buscará replicar o MarketVector Venezuela Exposure Index, focando em empresas com alta receita ou ativos na Venezuela.
  • Foco nos Setores Chave: O fundo trará exposição indireta a setores vitais da economia venezuelana, como energia, petróleo e infraestrutura.
  • Timing Estratégico: O movimento acontece após um rali expressivo nos ativos venezuelanos, impulsionado por mudanças políticas e expectativas no setor de petróleo.
  • Elevados Riscos e Oportunidades: Apesar do potencial, o ETF tem riscos políticos e de execução, mas destaca a reavaliação global da economia venezuelana.

  • IPO da BitGo: A empresa lançou um IPO de 11,8 milhões de ações.
  • Faixa de Preço: O preço por ação está estimado entre US$ 15 e US$ 17.
  • Bolsa de Valores de Nova York: As ações serão listadas sob o código 'BTGO'.
  • Oportunidade de Investimento: Traders devem monitorar a demanda e a volatilidade pós-IPO.
  • Análise de Mercado: Avaliar o impacto do preço de estreia nas estratégias de curto e longo prazo.

  • Petróleo fecha em alta: O preço do petróleo subiu no mercado devido ao aumento das tensões geopolíticas.
  • Tensões no Oriente Médio: As incertezas na região, especialmente no Irã, estão impulsionando os preços.
  • Foco em novas sanções: A possibilidade de novas sanções ocidentais pode afetar a oferta e aumentar a volatilidade nos preços.
  • Atenção para Venezuela e Ucrânia: Os traders devem monitorar a situação nesses países, que pode influenciar ainda mais o mercado de petróleo.
  • Efeito no mercado financeiro: Traders devem estar atentos às reações dos preços de ações e commodities relacionados ao setor de energia.

  • Dólar sobe: A moeda americana subiu para R$ 5,372 na sessão de hoje.
  • Noticiário brasileiro esvaziado: Falta de novidades no Brasil mantém o foco do mercado no cenário externo.
  • Atenção em Jerome Powell: Discursos do presidente do Fed são aguardados para sinais sobre política monetária.
  • Pressão sobre o Fed: O governo dos EUA é suspeito de pressionar o Fed por mais cortes de juros.
  • Reação dos mercados: Movimentos sugerem estratégia dos investidores atentos às decisões futuras do Fed.

  • Setor Financeiro Destaca-se na Distribuição de Proventos: Bancos e seguradoras distribuíram R$ 112,1 bilhões em 2025, um aumento de 42% em relação a 2024.
  • Itaúsa Lidera em Dividend Yield: ITSA4 apresentou um dividend yield de 13,8%, seguido por BB Seguridade (12,04%) e Itaú (10,64%).
  • Importância dos Dividendos no Setor Financeiro: Investidores continuam a ver valor nas ações de bancos devido ao retorno previsível, mesmo com a nova tributação.
  • Outros Destaques no Dividend Yield: Caixa Seguridade (8,06%), Bradesco (6,52%), com menores yields para Santander (5,17%), Porto Seguro (4,82%) e Banco do Brasil (4,65%).
  • Dividendos como Estratégia em Ambiente Tributário: Mesmo com tributos acima de R$ 50 mil mensais, dividendos permanecem atrativos para proteção e crescimento de patrimônio.

  • Foco nos balanços: Investidores estão atentos aos resultados do 4º trimestre de 2025, especialmente das grandes empresas de tecnologia.
  • Expectativas de resultados: Espera-se que os balanços das grandes empresas apresentem resultados fortes.
  • Análise de tecnologia: Setor tecnológico está no centro das atenções, com potencial para impactar significativamente o mercado.
  • Impactos no S&P 500: As ações de tecnologia poderão influenciar o S&P 500 neste período de divulgação dos balanços.
  • Preparação para estratégia de trading: Traders devem se preparar para possíveis volatilidades, aproveitando oportunidades baseadas nos resultados das grandes corporações.

  • Ouro e Prata em Alta: Commodities retomam rali, reagindo a incertezas econômicas e tensões geopolíticas.
  • Intimação ao Fed: Preocupações sobre possíveis mudanças nas políticas monetárias levam investidores a buscar segurança em ativos como ouro.
  • Declarações de Trump: Mensagens sobre Cuba e Groenlândia aumentam a apreensão geopolitica, impulsionando metais preciosos.
  • Volatilidade das Bolsas: Quedas nas bolsas globais elevam demanda por ativos considerados refúgio seguro.
  • Implicações para Traders: O contexto atual favorece investimento em metais preciosos, recomendando atenção a possíveis novas tensões que continuem favorecendo entidades de refúgio.

  • Queda nos Juros Futuros: A ausência de eventos locais significativos e o recesso do Congresso levaram à queda dos juros futuros no Brasil.
  • Tensão EUA: A aceleração dos juros nos EUA foi influenciada pela tensão entre Trump e o Federal Reserve, impactando o mercado global.
  • Recesso do Congresso Brasileiro: A falta de atividade no Congresso brasileiro contribuiu para o noticiário esvaziado, influenciando a retração nos DIs.
  • Impacto Global: A subida dos juros nos EUA pode ter repercussões no mercado emergente, incluindo o Brasil.
  • Oportunidade para Traders: A volatilidade nos juros devido a fatores externos oferece oportunidades de negociação para traders atentos.

  • Dólar Fecha em Alta: O dólar à vista encerrou a sessão em alta de 0,12%, cotado a R$ 5,3725, em contraste com a tendência externa de queda do DXY.
  • Interferência de Trump no Fed: Temor de interferência do governo Trump no Federal Reserve influencia a subida do dólar ante o real.
  • Incertezas sobre Política Monetária: Especialistas afirmam que ações do governo americano podem aumentar incertezas e afetar atratividade de ativos americanos.
  • Relatório Focus: Economistas reduzem projeção de inflação para 2026, enquanto a expectativa para a Selic permanece em 12,25% ao ano.
  • Projeções de Dívida do Brasil: Tesouro Nacional prevê uma tendência de aumento na dívida pública até 2032, alcançando 88,6% do PIB.

  • Performance de 2025: O fundo Verde registrou um retorno de 15,94%, superando o CDI de 14,31%, com ganhos significativos em ações brasileiras e outros mercados.
  • Posicionamento de 2026: Verde Asset mantém exposição à bolsa brasileira e aposta em juro real, investindo em ativos atrelados ao IPCA+, esperando a queda da Selic.
  • Moeda e Crédito: O fundo está comprado em real frente ao dólar e mantém alocação em crédito privado, enquanto zerou sua posição em criptomoedas devido ao saldo negativo do Bitcoin.
  • Posicionamento nos EUA: A Verde está posicionada para se beneficiar de uma inflação acima do esperado e proteção contra juros altos, apostando contra o dólar e a favor do ouro.
  • Perspectivas para o Brasil: Stuhlberger expressa preocupações com a deterioração institucional brasileira, que pode não impactar os mercados a curto prazo, mas ser prejudicial no longo prazo.

  • A estreia da Priner (PRNR3) na Bolsa foi em alta devido à forte demanda, destacando o interesse do mercado nas ações da empresa.
  • Receita bruta do 4T25 é de R$ 525 milhões, marcando um aumento de 15% ao ano e 33% em relação ao 3T25, em linha com as expectativas do mercado.
  • Contratos recordes atingem R$ 1,27 bilhão, assegurando crescimento futuro com grandes clientes como Equinor, PRIO (PRIO3) e Vale (VALE3).
  • Aquisição da SEMEP amplia margens e Ebitda, com previsão de impacto positivo já no 4T25, considerado um ponto de inflexão operacional.
  • Visão otimista para 2026, com potencial para superar R$ 2 bilhões em receita, sustentando a possibilidade de valorização contínua das ações.

  • Produção Recorde: A Aura Minerals (AURA33) atingiu produção recorde de 82.067 onças GEO no 4T25, marcando alta de 11% frente ao 3T25.
  • Crescimento Anual: Na comparação anual, a produção foi 23% maior que no 4T24.
  • Aumento a Preços Constantes: Em preços constantes, o crescimento foi de 12% comparado ao 3T25 e 30% em relação ao ano anterior.
  • Contribuição das Minas: O desempenho foi impulsionado pelas minas Aranzazu, Apoena, Minosa, Almas, Borborema e MSG, todas mostrando consistência na operação.
  • Perspectiva de Crescimento: A empresa encerrou 2025 com forte ritmo operacional, sustentando sua estratégia no setor de mineração de ouro.

  • Preços do Ouro: O ouro atingiu um novo recorde de preço em meio a tensões geopolíticas e incertezas econômicas.
  • Fed em Foco: Os traders estão atentos às decisões do Federal Reserve que podem impactar as taxas de juros e, consequentemente, os preços do ouro.
  • Aura Minerals: As ações da Aura Minerals subiram mais de 6% após a empresa aumentar a produção de ouro.
  • Tensões com o Irã: As preocupações com a situação política internacional, especialmente envolvendo o Irã, estão contribuindo para a alta nos preços do ouro.
  • Oportunidades de Investimento: A combinação de fatores macroeconômicos e geopolíticos está tornando o ouro uma escolha atraente para investidores buscando segurança.

  • Substituição de CEO na Brava Energia: Décio Oddone renuncia e Richard Kovacs assume a partir de fevereiro.
  • Política de Controle Alinhada: Mudança reforça estratégia de controle centralizado pelos principais acionistas, incluindo Yellowstone, JiveMauá e Queiroz Galvão.
  • Nova Liderança do Conselho: Alexandre Cruz, cofundador da JiveMauá, assume a presidência do conselho.
  • Continuidade e Estratégia de Longo Prazo: Nomeação de Kovacs visa garantir continuidade e disciplina estratégica na Brava Energia.
  • Empresa com Maior Protagonismo dos Donos: Estratégia de “empresa de dono” ganha força, com foco em melhor comunicação com investidores.

  • Ouro e Prata em Alta: Ouro subiu 2,53% a US$ 4.614,70 e prata avançou 7,24% a US$ 85,09 na Nymex.
  • Preocupações com a Autonomia do Fed: Intimação do DoJ ao Fed, ameaçando Jerome Powell, afeta perspectiva de independência do banco central.
  • Riscos Geopolíticos Elevados: Declarações de Trump sobre Cuba e Groenlândia alimentam a insegurança global e a busca por ativos de refúgio.
  • Papel dos Dados Econômicos: Expectativas focadas na continuidade da política monetária orientada por dados, com CPI de dezembro como destaque.
  • Outros Metais Preciosos: Platina subiu 3,65% a US$ 2.380,60 e paládio subiu 3,65% a US$ 1.939,30.

  • Recomendação Rebaixada: O Banco Safra rebaixou a recomendação da Vale (VALE3) para neutra após alta de 52% das ações desde fevereiro de 2025, alertando para potencial correção.
  • Preço-Alvo e Potencial de Alta: Preço-alvo elevado para US$ 16, sugerindo um potencial de valorização de 13% em relação ao último fechamento.
  • Valuation e Riscos: Valuation da Vale é atrativo a EV/Ebitda de 4x para 2026, mas menores descontos e riscos de correção do minério de ferro são preocupações.
  • Minério de Ferro em Queda: Safra projeta que o preço do minério de ferro caia para US$ 94/tonelada até fim de 2026, com riscos pela demanda em queda e oferta maior.
  • Oferta Global Superando Demanda: A oferta adicional do minério, incluindo Simandou e expansões, pode pressionar preços, mantendo viés negativo para a Vale (VALE3).

  • China adota cotas e tarifas para importação de carne bovina, afetando as exportações brasileiras para o país a partir de 2026. Limite de 1,106 milhão de toneladas será isento de tarifa.
  • Exportações brasileiras podem cair em mais de 500 mil toneladas em 2025, impactando negativamente o setor, segundo analista da Safras & Mercado.
  • Incertezas persistem sobre 350 mil toneladas de carne bovina já em trânsito para a China, o que pode afetar a cota disponível para o Brasil.
  • Acordo entre União Europeia e Mercosul pode agregar valor às exportações, com mercado potencial em cortes de maior valor para a Europa e expansão em outros mercados.
  • Para 2026, pecuaristas devem adotar cautela; expectativa é de que o preço da arroba do boi fique entre R$ 340 e R$ 350, sem movimentos explosivos devido às condições cambiais.

  • Ações em Alta: Assaí (ASAI3) entre as principais altas do Ibovespa, subindo 4,83% a R$ 7,38, após atingir meta de alavancagem de 2025.
  • Alavancagem: Companhia atingiu alavancagem de 2,56x Dívida Líquida/Ebitda, abaixo da previsão de 2,60x, melhorando a capacidade de lidar com dívidas.
  • Resultados Preliminares: Informações de 2025 são preliminares e sujeitas à auditoria e possível revisão antes da divulgação final.
  • Próximos Eventos: Divulgação oficial dos resultados do 4º trimestre de 2025 em 12 de fevereiro de 2026, após o fechamento do mercado.
  • Teleconferência: Teleconferência para detalhamento dos resultados ocorrerá no dia 13 de fevereiro de 2026.

  • A crise política na Venezuela pode aumentar a oferta global de petróleo, pressionando os preços internacionais, com impacto potencial nos preços do barril e nas receitas da Petrobras (PETR4).
  • Preços mais baixos do petróleo podem beneficiar o Brasil via redução de custos de combustíveis, mas a política de preços da Petrobras influencia a rapidez e magnitude deste efeito.
  • Instabilidades geopolíticas geram incertezas no curto prazo, mas analistas veem um viés mais negativo para os preços do petróleo no médio prazo devido a um potencial aumento da oferta venezuelana.
  • Possível reabertura do mercado venezuelano causa impacto diversificado em empresas internacionais e petroleiras brasileiras menores, porém, a instabilidade política continua a ser um risco significativo para investimentos.
  • Exportações brasileiras de petróleo devem manter estabilidade no curto prazo, com impactos potenciais dependentes de decisões da Opep+ e ajustes no mercado global em resposta à produção venezuelana.

  • Petrobras amplia investimentos: Petrobras (PETR4) vai investir R$ 307,3 milhões via Lei Rouanet em 2025, um aumento de 1.500% em relação a 2022.
  • Liderança no setor: A empresa lidera o ranking de financiadores da Rouanet, superando outras gigantes como Vale (VALE3) e Nubank (ROXO34).
  • Impacto fiscal: Aumento de aportes pela Petrobras eleva a renúncia fiscal do governo, influenciando o Imposto de Renda devido.
  • Politização do financiamento cultural: Crescimento dos valores reacende discussões sobre as prioridades fiscais e o papel das estatais.
  • Rouanet em alta no governo Lula: O volume de recursos captados em três anos já iguala todo o mandato anterior, com recordes anuais sob o atual governo.

  • Inspeção do TCU: O Tribunal de Contas da União (TCU) fará uma inspeção no processo de liquidação do Banco Master conduzido pelo Banco Central, visando analisar os atos administrativos e regulatórios.
  • Objetivo de Segurança Jurídica: O Banco Central considera importante a atuação do TCU para conferir segurança jurídica ao processo de liquidação.
  • Crise Institucional: A decisão do TCU em avançar sobre a liquidação gerou tensão com o Banco Central, com preocupações sobre interferência e autonomia regulatória.
  • Tensão Reduzida: Vital do Rêgo, presidente do TCU, busca reduzir tensões, afirmando que não há intenção de reverter a liquidação.
  • Próximos Passos: A condução do caso será feita por um relator no TCU e desdobramentos podem apontar responsabilidades administrativas, sem reverter a liquidação.

  • Federal Reserve (Fed) sob ameaça: Intimação do DoJ contra Jerome Powell gera incertezas no mercado sobre interferência política no banco central americano.
  • Impacto nos mercados: Ouro e prata atingem novos recordes; dólar enfraquece; Wall Street tem desempenho misto, refletindo apreensão sobre autonomia do Fed.
  • Ameaça à credibilidade institucional: Apurações contra Powell sinalizam possível desestabilização na política monetária dos EUA, elevando incertezas sobre trajetória de juros.
  • Tendência de diversificação global: Com risco político elevado, investidores buscam alternativas ao mercado americano, favorecendo ativos como ouro e mercados emergentes.
  • Troca de liderança no Fed: Com mandato de Powell terminando, especulações sobre provável substituto influenciam expectativas de política monetária para 2026.

  • Investigações em andamento: As investigações ocorrem em meio aos pedidos frequentes de Donald Trump para que o Fed corte juros.
  • Possível implicação legal: A Casa Branca está monitorando a situação e ressaltou que cabe à Justiça dos EUA decidir sobre qualquer irregularidade de Powell.
  • Pressão política: O cenário de pressão política sobre as decisões do Federal Reserve pode influenciar expectativas de mercado.
  • Impacto no mercado: Traders devem prestar atenção a possíveis mudanças na política monetária decorrentes das investigações.
  • Sentimento de risco: A incerteza em torno dessas questões pode aumentar a volatilidade nos mercados financeiros.

  • Troca de CEO: Décio Oddone renuncia e Richard Kovacs assume, potencializando gestão mais dinâmica e focada em desalavancagem.
  • Enfoque em retorno ao acionista: Expectativa de que a nova gestão enfatize resultados financeiros e retorno ao acionista, ponto central na tese de investimento em BRAV3.
  • Reduzido risco de desalinhamento: Novo CEO reforça liderança alinhada aos acionistas de referência, minimizando riscos de desalinhamento na gestão.
  • Oportunidades estratégicas: Possibilidade de venda parcial ou total de ativos para intensificar desalavancagem e geração de fluxo de caixa livre.
  • Reação do mercado: Ações da Brava subiram 3%, cotadas a R$ 17,18, enquanto o petróleo permanece estável, sugerindo confiança na nova administração.

  • Acordo Transformacional: JP Morgan considera o potencial acordo entre Embraer (EMBJ3) e Adani como transformacional, com impacto estratégico e de valuation significativo para a Embraer.
  • Mercado Potencial: Expectativas de demanda de 500 aeronaves na Índia, com um mercado estimado em US$ 21 bilhões, podendo gerar um valor presente líquido de US$ 700 milhões a US$ 1,1 bilhão para acionistas.
  • Produção Local: A produção de jatos na Índia começaria em 2028, com vendas ao longo de 20 anos, fortalecendo a presença da Embraer no mercado e ampliando sua margem de lucro.
  • Desconto em Negociações: Embraer (EMBJ3) negocia com desconto em comparação aos pares, sugerindo um impacto positivo potencial de uma confirmação do acordo, segundo o JP Morgan.
  • Recomendações Positivas: JP Morgan mantém recomendação overweight com preço-alvo de R$ 108, enquanto BTG Pactual observa um desconto de 30% no mercado, sugerindo potencial de expansão de múltiplos.

  • Ações da Vamos (VAMO3) sobem mais de 6% após divulgação de prévia operacional do 4T25, liderando o Ibovespa.
  • Receita líquida de R$ 1,48 bilhões no 4T25, alta de 24,3% em relação ao mesmo período de 2024, com destaques em locação e vendas de ativos.
  • Margem Ebitda e previsões alcançadas, indicando estabilidade financeira e potencial de crescimento para a empresa.
  • Citi vê prévia com viés positivo, mas ressalta crescimento de receita abaixo do esperado em seminovos, mantendo recomendação neutra.
  • Analista do Citi acredita que o pior já passou para a Vamos, mas destaca que o caminho de recuperação ainda é desafiador.

  • Ações da Gol (GOLL54) e Azul (AZUL54) são destaques na B3. Gol subiu 52,96% a R$ 9,56, enquanto Azul caiu 10,67% a R$ 67,00.
  • Falatório de Laudo de Avaliação da Gol e OPA. O mercado observa o laudo que definiu o valor econômico de R$ 10,13 para o lote de ações, impactando na possível OPA e no fechamento de capital.
  • Gol pode atrair investimento especulativo. Expectativa de valorização com a proximidade da OPA atrai investidores, mas esperam-se vendas antes de um potencial ajuste para R$ 10,13.
  • Azul enfrenta volatilidade pós-alta de 200%. Movimentos relacionados à recuperação judicial e aumento de capital geram impacto significativo nos preços das ações.
  • Investimento da United Airlines na Azul sob análise. Processo no Cade com inclusão de terceiro interessado pode afetar a conclusão. Bradesco BBI recomenda venda das ações da Azul.

  • Renúncia dos promotores do Gaeco: A saída coletiva foi motivada por desacordo com a Procuradoria-Geral de Justiça do Maranhão.
  • Parecer favorável à soltura: O parecer da procuradoria sugere a liberdade de envolvidos na Operação Tântalo II.
  • Impacto nas investigações: A decisão pode afetar o andamento de investigações de corrupção supostamente ligadas ao prefeito.
  • Reação do mercado: Este movimento pode gerar instabilidade política e impactar os mercados locais.
  • Oportunidades de trade: Traders devem monitorar o desenrolar das investigações pois poderá afetar ações de empresas com vínculo com a região.

  • Ibovespa oscila: Mercado brasileiro apresenta volatilidade com oscilações nas ações de empresas importantes.
  • VALE3 e PETR4 sobem: Ações da Vale e Petrobras registram altas, impactando positivamente o índice.
  • Bancos em baixa: Setor bancário puxa o índice para baixo com desvalorizações nas ações.
  • Tensões nos EUA: Bolas americanas oscilam devido a preocupações sobre a independência do Fed.
  • Atenção aos desdobramentos: Traders devem monitorar impactos da volatilidade externa e setor financeiro no mercado local.

  • Exoneração de Diretor: Marcos de Brito Campos Júnior foi exonerado do cargo de Diretor de Administração e Finanças do DNIT.
  • Acusações de Corrupção: Brito é suspeito de ter recebido propina em dinheiro quando era superintendente do INSS no Nordeste.
  • Implicações Institucionais: A ação pode indicar maior controle e mudanças na gestão de entidades do governo.
  • Impacto no Mercado: A notícia pode afetar a percepção do mercado sobre estabilidade e governança em empresas com contratos governamentais.
  • Monitoramento Recomendo: Traders devem monitorar empresas ligadas ao DNIT e ao setor de infraestrutura para possíveis impactos.

  • Top pick de 2026: Ser Educacional (SEER3) foi apontada como a principal escolha no setor educativo pelo Santander, devido ao seu forte potencial de geração de caixa e dividendos.
  • Preço-alvo e recomendação: O Santander fixou o preço-alvo da Ser em R$ 12,80, elevando sua classificação para 'outperform'.
  • Outras ações destacadas: Cogna (COGN3) e Ânima (ANIM3) também receberam recomendações de 'outperform', com preços-alvo definidos em R$ 4,70 e R$ 5,50, respectivamente.
  • Ações rebaixadas: Vitru (VTRU3) foi avaliada como neutra, enquanto Cruzeiro do Sul Educacional (CSED3) foi mantida em 'underperform' devido a preocupações com a liquidez e fluxo de caixa.
  • Estratégia focada em dividendos: A Ser tem expectativa de pagamento de R$ 110 milhões em dividendos, um ponto atrativo para investidores focados em geração de caixa.

  • Aprovação na CCJ: O texto foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça e agora aguarda apreciação em comissão especial.
  • PEC da Segurança: José Guimarães enfatiza que é necessário melhorar a proposta do relatório da PEC da Segurança.
  • Impacto Legislativo: Discussões sobre a PEC podem influenciar o ambiente legislativo e de segurança, afetando setores relacionados no mercado.
  • Próximos Passos: Traders devem monitorar o andamento na comissão especial para avaliar possíveis impactos econômicos e sociais.
  • Sentimento Político: A receptividade de propostas pelo governo pode sinalizar direções políticas relevantes para investidores.

  • Morgan Stanley prevê um cenário "binário" para os preços do petróleo, com potencial de altas acentuadas ou baixas dependendo do contexto geopolítico.
  • A visão construtiva de Morgan para o setor de distribuição reforça preferência por ações específicas, destacando-se a Vibra Energia.
  • Vibra Energia é recomendada sobre a Petrobras, devido a avanços internos na companhia que são considerados positivos.
  • Traders devem monitorar alterações no cenário geopolítico que podem impactar diretamente a volatilidade dos preços do petróleo.
  • Investimento em empresas de distribuição pode ser mais resiliente face a flutuações diretas do mercado de petróleo.

  • Notas do Enem: Resultados serão divulgados a partir de 16 de dezembro; horário ainda não confirmado.
  • Impacto no Sisu: Inscrições no Sistema de Seleção Unificada ocorrem de 9 a 23 de janeiro, usando a melhor média das últimas três edições do Enem.
  • Vagas do Prouni: Inscrições para bolsas pelo Programa Universidade para Todos de 26 a 29 de janeiro.
  • Volume de vagas: Sisu oferecerá 274,8 mil vagas em 136 instituições, a maior edição até agora.
  • Instabilidade esperada: Inep alerta para possível instabilidade no sistema de resultados do Enem devido ao alto tráfego.

  • Receita líquida Q4 2025: R$ 1,483,3 bi, crescimento de 24,3% em relação a 2024. No ano, R$ 5,756 bi, aumento de 22,5%.
  • Receita de Locação Q4 2025: R$ 1,071,1 bi, crescimento de 11,5% comparado a 2024. No ano, R$ 4,069,3 bi, aumento de 11,6%.
  • Receita de Venda de Veículos Q4 2025: R$ 326,7 mi, aumento de 97,6%. No ano, R$ 1,333,8 bi, crescimento de 84,3%, mas abaixo do guidance de 103%.
  • Capex Q4 2025: R$ 908,5 mi, queda de 10,6%. No ano, R$ 4,199,7 bi, redução de 11,7%. Taxa de ocupação de equipamentos: 86,8%, +2,6 p.p.
  • Movimento das Ações: Às 15h, VAMO3 avançava 5,45%, cotada a R$ 3,48.

  • Aumento de 4% nas entregas: Airbus entregou 793 aeronaves comerciais em 2025, representando um aumento de cerca de 4% em relação a 2024.
  • Sólida demanda por A320: Importante destaque para a família A320, com 607 entregas, demonstrando forte preferência do mercado.
  • Recorde de pedidos e carteira robusta: Mil novos pedidos em 2025, elevando a carteira para um recorde de 8.754 aeronaves, sinalizando uma alta demanda contínua.
  • Crescimento em segmentos específicos: Introdução de novos operadores para os modelos A220, A321XLR, A330neo e A350-1000.
  • Divulgação de resultados financeiros: Resultados financeiros de 2025 serão anunciados em 19 de fevereiro, uma data chave para os traders monitorarem.

  • Alavancagem abaixo do guidance: A Sendas Distribuidora encerrou 2025 com alavancagem de 2,56x, abaixo do esperado de 2,60x.
  • Disciplina financeira: Resultado atribuído à disciplina financeira e rigor na alocação de capital.
  • Dados preliminares: Informações são preliminares e não auditadas, podendo sofrer ajustes.
  • Datas importantes: Resultados auditados serão divulgados em 12 de fevereiro de 2026, com teleconferência no dia seguinte.
  • Alta nas ações: As ações do Assaí (ASAI3) subiram 4,55%, cotadas a R$ 7,36 às 14h50.

  • Itaú BBA volta a cobrir o setor de shoppings: O banco retomou a cobertura no setor de shoppings, destacando oportunidades de compra para três grandes empresas.
  • Recomendação de compra: As ações da Allos, Iguatemi e Multiplan receberam recomendações de compra por parte do banco.
  • Enfoque na reforma tributária: A reforma tributária é vista como uma potencial oportunidade para o setor de shoppings, que pode beneficiar as empresas mencionadas.
  • Reação do mercado: Traders devem monitorar a reação do mercado e o comportamento das ações das empresas recomendadas.
  • Análise setorial: A cobertura do Itaú BBA indica uma expectativa positiva para o desempenho futuro do setor de shoppings.
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