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  • Petróleo volátil: O petróleo apresentou volatilidade significativa, com queda de até 3% durante a madrugada.
  • Recuperação do Brent: Apesar das oscilações, o Brent recuperou e atingiu US$ 109 por barril.
  • Influência da guerra: As flutuações no preço foram impulsionadas pelo noticiário referente ao conflito.
  • Movimento de alta: Notícias específicas sobre ataques à infraestrutura no Irã foram fatores de alta para o Brent.
  • WTI estável: Enquanto o Brent subiu, o WTI manteve-se estável, refletindo um cenário misto no mercado de petróleo.

  • XP mantém recomendação de compra para Axia (AXIA3) e Copel (CPLE3); e neutra para Engie (EGIE3) e Auren (AURE3).
  • Preços-alvo atualizados são: R$ 63,3 para Axia, R$ 17 para Copel, R$ 13,8 para Auren e R$ 31,5 para Engie até 2026.
  • Setor elétrico segue positivo, mas foco se desloca para catalisadores específicos de cada empresa.
  • Axia e Copel são destaques; Axia se beneficia do comportamento da commodity e Copel de revisão tarifária e dividendos.
  • Engie e Auren enfrentam desafios; Engie depende de eventos específicos como a transferência de Jirau e Auren enfrenta pressão operacional.

  • Índices Europeus em Queda: O índice pan-europeu Stoxx 600 caiu 0,75%, enquanto o DAX, FTSE 100 e CAC 40 também fecharam em baixa.
  • Impacto do Conflito no Irã: A persistência do conflito no Irã, com ataques isralenses e ameaças do país persa, elevou os preços do petróleo.
  • Petróleo em Alta: O barril do Brent continuou acima de US$ 100, gerando preocupações sobre a oferta de energia na Europa.
  • Expectativas por Dados de Inflação: Os investidores aguardam novos dados de inflação na União Europeia que podem impactar decisões de trading.
  • Decisões de Política Monetária: Traders estão atentos às próximas decisões do BCE e do BoE, que podem influenciar os mercados europeus.

  • Jerome Powell permanecerá no cargo: O presidente do Fed confirmou que não deixará sua posição até que um sucessor seja definido, o que proporciona estabilidade nas políticas monetárias.
  • Ainda sem decisão sobre taxas de juros: A decisão sobre as taxas de juros dos EUA deve ocorrer sem dados econômicos completos devido ao shutdown, aumentando a incerteza nos mercados.
  • Impacto do shutdown nas informações econômicas: A falta de dados pode causar volatilidade, pois traders deverão depender mais de estimativas de mercado e análises externas.
  • Investigações em andamento: A investigação sobre reformas no Fed continua, mas Powell afirmou que isso não atrasará suas responsabilidades atuais.
  • Possíveis ajustes nas expectativas de mercado: Traders devem se preparar para possíveis ajustes nas expectativas de política econômica, dada a complexidade das circunstâncias atuais.

  • Refinarias privadas brasileiras operam no máximo da capacidade após reajuste de preços do diesel pela Petrobras (PETR4) e lançamento de programa federal de subvenção ao combustível.
  • Ajuste de preço pela Petrobras reduz pressão competitiva, permitindo que refinarias privadas ampliem a oferta de combustíveis sem desvantagem econômica.
  • Petrobras representa 60% do suprimento de diesel no Brasil, enquanto importações e refinarias privadas somam 20% cada.
  • Programa de subvenção ao diesel atrai adesão voluntária da Acelen, reforçando oferta estável do mercado; preço de referência ainda a ser definido pela ANP.
  • Ameaça de greve dos caminhoneiros causa apreensão; governo responde com medidas sobre frete mínimo e possíveis mudanças no ICMS dos combustíveis.

  • Setor de locação movimenta R$ 61,7 bilhões em 2025: Crescimento de 16,6% impulsiona empresas como Localiza (RENT3), Movida (MOVI3) e Vamos (VAMO3).
  • Grande participação das locadoras no crescimento: Localiza (RENT3) lidera, Movida (MOVI3) expande aluguel e terceirização, enquanto Vamos (VAMO3) foca em caminhões e máquinas.
  • Investimentos bilionários aceleram expansão: R$ 79,3 bilhões investidos na compra de veículos em 2025 fortaleceram as locadoras.
  • Tendência de mudança no comportamento de consumo: Preferência por alugar veículos cresce, impulsionando o setor e empresas do segmento.
  • Posicionamento estratégico das empresas: Localiza (RENT3), Movida (MOVI3) e Vamos (VAMO3) estão bem posicionadas para capturar o crescimento.

  • Resultados Financeiros: Sabesp relatou lucro líquido ajustado de R$ 1,9 bilhão no 4T2025, mantendo estabilidade em relação ao ano anterior.
  • Aumento na Receita e Ebitda: Receita líquida ajustada subiu 2,1% para R$ 5,7 bilhões, enquanto o Ebitda cresceu 13%, alcançando R$ 3,4 bilhões.
  • Proventos Anunciados: Aprovado pagamento de JCP de R$ 0,829190381 por ação, com pagamento em 30 de abril para investidores com posição até 19 de março.
  • Planos de Investimento: Sabesp pretende investir na privatização da Copasa (CSMG3), visando oportunidades no setor de saneamento em Minas Gerais.
  • Repercussão no Mercado: Ações da Sabesp (SBSP3) subiram 1,94%, superando o avanço de 0,3% do índice Ibovespa no mesmo pregão.

  • Prioridade em Redução de Custos: Novo CFO Diego Garcia prioriza a redução de custos e disciplina operacional na Usiminas (USIM5).
  • Foco em Projetos Atuais: Companhia evita novos projetos e foca na execução das iniciativas já em andamento para aumentar eficiência.
  • Pressões no Setor de Aço: Cenário desafiador no setor de aço pressiona margens e estratégia da empresa.
  • Medidas de Proteção: Revisão de contratos com fornecedores e foco em produtividade visam sustentar margens; medidas antidumping podem ajudar no mercado interno.
  • Custos Controlados e Dividendos: Alta recente no frete é mitigada por contratos garantidos até 2026; prioridade em conclusão de projetos e manutenção de dividendos.

  • Nova fase de expansão da energia nuclear: A demanda por energia nuclear cresce devido às metas de descarbonização e segurança energética, destacando sua importância como infraestrutura crítica.
  • ETFs de energia nuclear geram alpha: Os ETFs como Investo MVIS Global Uranium & Nuclear Energy ETF e Global X Uranium ETF têm desempenho superior ao S&P 500, com aumentos de 69% e 68%, respectivamente.
  • Incentivos fiscais e apoio governamental: Pacotes nos EUA e UE incluem incentivos fiscais diretos à energia nuclear, reforçando a atratividade do setor para investidores.
  • Expansionismo asiático: A China lidera a construção de reatores, representando uma significativa expansão da infraestrutura nuclear fora do Ocidente.
  • Parcerias estratégicas: Empresas de tecnologia e conglomerados firmam PPAs e parcerias para assegurar demanda e financiar projetos, dividindo riscos no desenvolvimento de energia nuclear.

  • Jerome Powell, presidente do Fed, destaca desaceleração contínua da inflação, porém alerta para o potencial de preços mais altos de energia impulsionarem a inflação.
  • Powell prevê a aproximação da taxa de juro a um nível neutro, mas indica que a incerteza econômica pode alterar este cenário.
  • A longa duração do conflito internacional é um fator de incerteza que pode impactar a economia dos EUA, segundo Powell.
  • Os traders devem monitorar o impacto dos preços de energia no índice de inflação, pois isso pode influenciar futuras decisões de política monetária.
  • Mudanças nas taxas de juro podem ser necessárias dependendo dos desenvolvimentos nos mercados de energia e das pressões inflacionárias.

  • Força do banco emissor: Avalie a estrutura do banco e o Índice de Basileia, que indica a capacidade de absorver perdas.
  • Qualidade dos empréstimos: Fique atento à carteira de crédito e à inadimplência, pois são cruciais para avaliar riscos.
  • Gestão, lucro e liquidez: Considere a sustentabilidade do banco através de sua gestão eficaz, lucros consistentes e liquidez.
  • Percepção equivocada sobre FGC: Lembre-se que a segurança não depende somente do FGC, mas principalmente do emissor do CDB.
  • Sinais de alerta: Crescimento rápido do crédito pode indicar risco, mesmo que atraia ganhos iniciais.

  • Desconto de 14%: Goldman Sachs identificou que Itaúsa (ITSA4) está com um desconto de aproximadamente 14% em relação ao Itaú (ITUB4), oferecendo uma potencial escolha mais atraente para investidores.
  • Negociação abaixo do valor de ativos: A holding negocia com um desconto de 21,2% sobre o valor de seus ativos líquidos, sendo vista como uma opção mais barata para acesso ao banco.
  • Recomendação de compra: O Goldman Sachs mantém a recomendação de compra para ITSA4, com um novo preço-alvo estabelecido em R$ 15, indicando potencial de valorização.
  • Potencial com dividendos: A expectativa de valorização inclui a destrava de valor a partir de ativos não financeiros e a projeção de ganhos com eficiência fiscal a partir de 2027.
  • Valor adicionado ao portfólio: Movimentos como a capitalização da Aegea adicionaram valor, fortalecendo o portfólio da Itaúsa e tornando-a uma opção atrativa para traders.

  • Impacto da crise do Banco Master: Mesmo sem exposição direta, Banestes (BEES3; BEES4) foi afetado e antecipou R$ 120 milhões para o Fundo Garantidor de Crédito (FGC).
  • Regulação e investimentos restringidos: Decisão do CMN afeta bancos de médio porte como Banestes, com liminar obtida para suspender restrição temporariamente.
  • Consideração de follow-on: Discussão sobre baixa liquidez das ações do Banestes, mas sem decisão tomada sobre oferta subsequente de ações.
  • Estratégia conservadora: Redução no crescimento de crédito corporativo e corte de 18% em títulos privados, apontando cautela em face do atual ambiente de risco.
  • Fim da vantagem para fintechs: Expectativa de regulação equilibrando competição entre bancos tradicionais e digitais, com Banestes focando em expansão através de plataformas digitais.

  • Aumento da Conta de Luz: Aneel prevê alta média de 8% na conta de luz para 2026, superando significativamente a inflação projetada de 3,9% pelo IPCA.
  • Impacto da CDE: A alta é impulsionada pelo custo da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), com previsão de R$ 52,7 bilhões em 2026, sendo R$ 47,8 bilhões da CDE-Uso.
  • Regiões Beneficiadas: Recursos do Uso do Bem Público (UBP) podem reduzir tarifas em regiões da Sudam e Sudene, potencialmente diminuindo a conta em 10,6%.
  • Possibilidade de Ajuste: As propostas para o rateio dos custos estão em consulta pública, o que pode alterar o impacto final da alta das tarifas elétricas.
  • Análise do Impacto: Dependendo das regulações finais, a alta média na conta de luz pode ser reduzida de 8% para até 2,9% nacionalmente.

  • Ações da Eneva (ENEV3) sobem 12,3% impulsionadas pelo leilão de reserva de capacidade (LRCap).
  • Leilão de contratos para usinas visa garantir segurança energética e pode destravar bilhões em investimentos.
  • Expectativa de grandes oscilações nas ações, com resultados conhecidos apenas após o fechamento do mercado.
  • Eneva busca renovar contratos de UTEs e explorar novas expansões como Celse 2 e Ceiba.
  • Governo ajustou tetos de preços do leilão, reduzindo riscos de inviabilização após críticas iniciais.

  • Fed mantém juros: Taxas de juros permanecem entre 3,50% e 3,75% ao ano, em linha com o esperado.
  • Corte limitado: Apenas um corte de 0,25 p.p. projetado para o ano, surpreendendo o mercado.
  • Inflação em alta: Projeção de inflação elevada para 2,7% até o final do ano, superando estimativas anteriores.
  • Impacto da guerra: Conflito no Oriente Médio aumenta as incertezas econômicas e influencia decisões do Fed.
  • Cautela na estratégia: Fed adota postura de espera, com mercado reavaliando expectativas para juros globais.

  • Petróleo acima de US$ 100: O cenário atual mantém preços do petróleo elevados, acima de US$ 100.
  • Incertezas permanecem: A XP destaca que prever a trajetória do petróleo é desafiador devido a incertezas no mercado.
  • Ações petroleiras preferidas: A XP tem preferência por certas ações petroleiras em meio ao cenário de preços altos.
  • Análise de mercado da XP: A corretora continua monitorando o mercado para ajustar suas recomendações.
  • Foco no longo prazo: Estratégias estão focadas em longo prazo, devido ao possível prolongamento dos preços elevados.

  • Vibra (VBBR3) é denunciada na CVM: Empresa enfrenta acusação por inadimplência de mais de R$ 600 milhões relacionada a aluguéis de CRIs.
  • Possível avanço para a SEC: Caso pode ganhar dimensão internacional com a denúncia nos EUA, aumentando a pressão sobre a empresa.
  • Conflito sobre o imóvel: Investidores contestam a Vibra (VBBR3) por não pagamento de aluguel mesmo após aquisição do imóvel em leilão.
  • Impacto sobre CRIs: Prédio envolvido é lastro de CRI de R$ 700 milhões, afetando potencialmente centenas de investidores.
  • Arbitragem e desdobramentos: Caso já avança para arbitragem com audiência em novembro, enquanto possibilidade de denúncia nos EUA amplia complexidade.

  • Fed mantém juros: Juros permanecem entre 3,50% e 3,75% em meio à incerteza econômica causada pela guerra entre Irã e EUA.
  • Impacto do petróleo: Guerra elevou preços do petróleo acima de US$ 100, aumentando a incerteza sobre inflação nos EUA.
  • Divisão sobre cortes futuros: Projeções internas do Fed mostram divisão sobre cortes de juros, especialmente olhando para 2026.
  • Projeções econômicas ajustadas: Inflação e PIB estimados em alta para os próximos anos; taxa de desemprego com pequena elevação esperada.
  • Mercado reage a Powell: Declarações de Powell sobre progresso da inflação levou bolsas nos EUA a mínimas do dia, refletindo incerteza.

  • Mantida a Taxa de Juros: O FOMC decidiu manter a taxa de juros dos EUA no intervalo de 3,50% a 3,75%, atendendo às expectativas do mercado.
  • Perspectiva Econômica: Indicadores econômicos mostram uma expansão sólida da atividade, mas com inflação ainda elevada.
  • Emprego e Desemprego: O aumento de empregos permanece baixo e a taxa de desemprego mudou pouco recentemente.
  • Incerteza Econômica: O Fed destaca a elevada incerteza em perspectivas econômicas, principalmente devido a eventos no Oriente Médio.
  • Avaliação Contínua pelo Fed: O Fed continuará avaliando dados recebidos e a evolução das perspectivas antes de ajustar a taxa-alvo novamente.

  • PL apoia Moro: Partido Liberal (PL) fecha apoio à pré-candidatura de Sergio Moro ao governo do Paraná, resolvendo a falta de palanque para Flávio Bolsonaro no estado.
  • Definição de legenda: Moro precisa definir sua posição no União Brasil ou considerar filiação ao PL para assegurar sua candidatura.
  • Sem rompimento: Valdemar Costa Neto nega rompimento com grupo de Ratinho, apesar do apoio ao Moro, mas destaca a independência política para as eleições.
  • Dificuldades internas: Moro enfrenta resistência dentro do próprio partido, União Progressista (PP), para homologação de sua candidatura ao governo do Paraná.
  • Tensões anteriores: Atritos passados entre PL e Ratinho envolvem decisões de apoio político e continuam a influenciar o cenário eleitoral atual.

  • Queda nas Ações: Ações da Hapvida (HAPV3) caem quase 6% na primeira hora de negociação em 18/10, refletindo a desconfiança do mercado.
  • Expectativa de Balanço: Expectativa quanto ao balanço do 4T25, a ser divulgado após o fechamento do mercado, mantém pressão negativa sobre os papéis.
  • Dados ANS Negativos: Relatórios da ANS mostram um aumento no MLR para 71,9% no 4T25, sinalizando desafios persistentes para a empresa.
  • Aumento de Provisões: Provisões e depósitos judiciais registraram aumento no trimestre, indicando mais pressão financeira.
  • Pessimismo do Itaú BBA: Analistas do Itaú BBA veem os dados como um indicativo de desafios contínuos, ressaltando a importância dos indicadores de recuperação operacional e dinâmica de capital.

  • Taxa de Juros Mantida: O FOMC manteve a taxa de juros dos EUA entre 3,50% e 3,75%, como esperado pelo mercado.
  • Inflação e Desemprego: A inflação segue elevada e o mercado de trabalho está perdendo força, influenciando a decisão do Fed.
  • Projeção Econômica: O SEP e o dot plot indicam apenas um corte de juros em 2026, com a mediana para o Fed Funds mantida em 3,4% para este ano.
  • Previsões de Crescimento e Emprego: A estimativa de crescimento do PIB para 2026 subiu para 2,4%, enquanto a taxa de desemprego foi mantida em 4,4%.
  • Foco nos Dados: O Fed continuará monitorando indicadores e ajustará a política conforme necessário; Jerome Powell dará mais detalhes às 15h30.

  • EUA Bolsas em Queda: Mercados norte-americanos registram recuo enquanto aguardam coletiva de Jerome Powell, presidente do Fed.
  • Expectativa por Sinalização de Juros: Traders estão atentos às declarações sobre política monetária que podem incluir pistas sobre a trajetória dos juros.
  • Impacto no Ibovespa: Bolsa brasileira segue na direção oposta, com investidores focados em decisões locais sobre taxas de juros.
  • Volatilidade Esperada: A coletiva de Powell pode gerar volatilidade nos mercados com informações novas sobre política econômica.
  • Oportunidades de Trading: Mudanças nas expectativas de juros podem criar pontos de entrada ou saída para traders que monitoram os pronunciamentos do Fed.

  • Bolsas europeias fecharam em queda após alta do petróleo devido a ataques ao campo de gás de South Pars e ameaças do Irã, acompanhando as quedas de Nova York antes da decisão do Fed.
  • Fechamentos principais: Londres (-0,94%), Frankfurt (-0,86%), Paris (-0,06%), Milão (-0,33%), Madri (+0,29%), Lisboa (-0,44%).
  • Expectativa de juros estáveis pelo BCE e BoE amanhã, influenciando a movimentação do mercado antes da decisão do Fed.
  • Movimento corporativo: A BHP caiu 1,47% em Londres após anunciar novo CEO, refletindo a tensão entre o rali de energia e a queda de metais básicos e preciosos.
  • Inflação da zona do euro: CPI anual acelerou para 1,9% em fevereiro, conforme esperado, mas ainda abaixo da meta do BCE de 2%.

  • Prorrogação de 60 dias: O STF prorrogou o inquérito sobre a tentativa de compra do Banco Master pelo BRB por mais 60 dias.
  • Implicações para BRB e Banco Master: A investigação examina a venda de R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito falsas e ativos inflados do Banco Master.
  • Envio da decisão à PGR: A Procuradoria-Geral da República foi intimada para se manifestar sobre a prorrogação do inquérito.
  • Impacto potencial em ações do BRB: Traders devem acompanhar os desdobramentos, já que diretores do BRB estão entre os investigados.
  • Histórico do inquérito: Esta é a segunda prorrogação, sendo que o caso já passou pelas mãos do ministro Dias Toffoli.

  • Índice STOXX 600: Caiu 0,70% para 598,25, revertendo ganhos anteriores de até 0,67%.
  • Sequência interrompida: Movimento encerra uma sequência de dois dias de altas no mercado europeu.
  • Fator de influência: Declínio após notícias de ataque a campo de gás no Irã, renovando receios econômicos.
  • Ações europeias: Voltaram a recuar com a escalada de tensões geopolíticas no Oriente Médio.
  • Ponto de atenção: Traders devem monitorar os desdobramentos geopolíticos para avaliar impactos futuros no mercado.

  • Ações da Vitru Educação (VTRU3) registram alta de 6,77% nesta quarta-feira, alcançando R$ 14,36, e durante o dia tiveram um pico de 8,62%
  • Lucro líquido ajustado da Vitru no 4T25 cresceu 21,9% em relação ao 4T24, atingindo R$ 117,4 milhões.
  • Ebitda ajustado cresceu 20,7% no trimestre, atingindo R$ 202,4 milhões, impulsionado por uma boa gestão de custos.
  • BTG Pactual destaca resultados acima do esperado para a Vitru e cita desalavancagem como um tema positivo, com dívida líquida/Ebitda reduzida para 2,0x.
  • BTG recomenda compra da VTRU3 com preço-alvo de R$ 21,50 até dezembro, apontando um potencial de valorização de 59,8%.

  • Decisão de Juros no Brasil: Expectativa majoritária de corte de 0,25 p.p. na Selic. Instituições divididas entre a manutenção e cortes de 0,25 ou 0,50 p.p.
  • Decisão de Juros nos EUA: 99% do mercado espera manutenção das taxas. Discursos e projeções futuras do Fed são aguardados.
  • Preço do Petróleo: Brent a US$ 109 (+5%) e WTI a US$ 97 (+2,34%), influenciado pelo conflito EUA-Irã. Impacto esperado nas ações de energia.
  • Volatilidade no Brasil: Destaques de alta para empresas de energia como Eneva (ENEV3) e Prio (PRIO3). Em baixa, Hapvida (HAPV3) e CSN (CSNA3).
  • Eventos ao Vivo: Supremo Quarta com Giro do Mercado especial após a reunião do Copom, às 18h30, no YouTube do Money Times.

  • Conflito no Oriente Médio eleva preço do petróleo acima de US$ 100: A guerra entre EUA, Israel e Irã causa fechamento do estreito de Ormuz, elevando preços para patamares não vistos há 4 anos.
  • Volatilidade e continuidade da alta do petróleo: Analistas não descartam continuidade da alta dos preços devido ao interesse iraniano em escalar o conflito.
  • Petróleo como hedge geopolítico: A incerteza global aumenta o prêmio de risco do petróleo, servindo como proteção geopolítica em tempos de conflito.
  • Petroleiras brasileiras como oportunidades de investimento: Empresas como a Petrobras (PETR4) beneficiam-se da alta, mas há riscos políticos associados ao governo brasileiro.
  • Empiricus indica uma petroleira de menores riscos: Outra petroleira brasileira, que opera bem em cenários de baixa, oferece grande expectativa de crescimento e é destacada em recomendações da Empiricus.

  • Conflito Impactante: A alta dos preços da gasolina nos EUA está ligada ao atual conflito contra o Irã, segundo o vice-presidente JD Vance.
  • Medidas Imediatas: O governo dos EUA planeja anunciar medidas para conter o aumento dos preços da gasolina nas próximas 24 a 48 horas.
  • Esforços do Governo: A administração de Donald Trump está se esforçando para manter os preços baixos, apesar dos desafios no Oriente Médio.
  • Reunião Crucial: O vice-presidente e autoridades planejam encontro com executivos do setor petrolífero para discutir estratégias de contenção de preços.
  • Expectativas do Mercado: Traders devem ficar atentos às novas políticas de energia e às mudanças nos preços do petróleo que podem surgir após as reuniões.

  • Recomendação de Compra: O BTG Pactual reiterou a compra das ações da Tenda (TEND3) e a destacou como principal no segmento de baixa renda.
  • Preço-Alvo: O BTG estabeleceu um preço-alvo de R$ 44 para TEND3, prevendo um potencial de valorização de 43% em 12 meses.
  • Performance de Mercado: Tenda teve alta de 33% em 2026 e superou 120% nos últimos 12 meses.
  • Estratégia de Turnaround: A Tenda entrou em uma fase de maior eficiência com geração de caixa positiva e recuperação de rentabilidade.
  • Redução de Custos: A adoção de um modelo construtivo mais industrializado reduziu a mão de obra para cerca de 33% dos custos de construção.

  • Tensões no Oriente Médio elevam preços do petróleo acima de US$ 100, impulsionando ativos de energia na B3.
  • CMBD11 acumula alta de 14,94% no ano, superando o Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período.
  • ETF CMBD11 oferece diversificação em empresas brasileiras de petróleo, mineração e agronegócio.
  • Estratégia "duplo alfa": exposição a commodities a múltiplos descontados e choques de oferta frequentes.
  • CMBD11 atrai investidores com taxa de gestão de 0,50% ao ano e sem incidência de come-cotas ou IOF.

  • Petróleo Brent permanece próximo de US$ 110 devido a tensões geopolíticas, intensificando preocupações inflacionárias.
  • Inflação ao produtor nos EUA supera expectativas com o PPI subindo 0,7% em fevereiro e 3,4% em 12 meses, impactando decisões de juros pelo Federal Reserve.
  • Dólar e Treasuries avançam, enquanto metais e bolsas caem em resposta à inflação e ajustes de posição antes da decisão do Fed.
  • No Brasil, o Ibovespa sobe levemente e o dólar aumenta 0,20%, com destaque para ações de petróleo e ajuste na curva de juros doméstica em resposta ao cenário internacional.
  • Desempenho setorial no Ibovespa: Petrobras, Prio e Eneva em alta com petróleo, enquanto Vale e bancos caem devido ao minério e cautela pré-decisões de Fed e Copom.

  • Proposta de corte temporário do ICMS sobre importação do diesel: O objetivo é mitigar os efeitos da alta do petróleo nos preços internos.
  • Compromisso financeiro da União: União propõe arcar com 50% do custo fiscal, estimado em R$ 3 bilhões por mês, se Estados aceitarem a medida.
  • Impacto da guerra no Irã: O prazo inicial do corte é até 31 de maio, permitindo que o governo acompanhe os impactos no mercado internacional de petróleo.
  • Recentes medidas governamentais: Governo zerou a tributação federal sobre a importação e comercialização do diesel, com um custo estimado de R$ 30 bilhões este ano.
  • Fiscalização reforçada: Compromisso dos Estados com a Receita Federal e acordo com a ANP para melhorar a fiscalização e evitar aumentos injustificados de preços.

  • Corte na Selic: Expectativa de corte de 25 bps na Selic está incerta devido ao agravamento do conflito no Oriente Médio, com aumento nos preços do petróleo.
  • Impacto na Bolsa: Incerteza sobre como um corte menor nos juros afetará a bolsa brasileira até 2026, com volatilidade adicional devido às eleições presidenciais.
  • Eleições Presidenciais: Mercado está atento à disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, que pode afetar o ambiente fiscal e a performance das ações.
  • Setores Cíclicos Afetados: Possível que ações de varejo, construção civil e bens de capitais sofram devido ao cenário macroeconômico volátil e eleitoral.
  • Estratégia da Empiricus: Foco em utilities, energia e telecomunicações, favorecendo ações menos cíclicas com resultados sólidos e boa geração de caixa.

  • Ações da Hapvida (HAPV3) recuam quase 6% na abertura e lideram perdas no Ibovespa, aguardando balanço do 4T25.
  • Por volta das 14h, ações caem 4,29% para R$ 8,25; na mínima, chegaram a R$ 8,11, queda de 5,92%.
  • Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) destaca perspectivas "mais fracas" para a Hapvida, com MLR de 71,9%, alta anual significativa.
  • Itaú BBA considera "desanimadores" os dados da ANS, sugerindo desafios operacionais persistentes para a companhia.
  • Resultados do 4T25 serão divulgados após o fechamento dos mercados, focando em recuperação operacional e dinâmica de capital.

  • S&P DJI lançou contrato perpétuo licenciado do S&P 500 na blockchain da Hyperliquid, disponível 24/7.
  • Produto direcionado a investidores qualificados fora dos EUA, permitindo negociações alavancadas em long e short.
  • Negociação on-chain com dados em tempo real oferece exposição ao S&P 500 mesmo quando mercados tradicionais estão fechados.
  • A iniciativa expande o ecossistema de liquidez do S&P 500 para a blockchain, complementando futuros, opções e ETFs.
  • TradeXYZ licenciada para facilitar contratos perpétuos, anteriormente reportou volume anualizado superior a US$ 600 bilhões.

  • Bolsonaro apresenta evolução clínica positiva com melhora nos marcadores inflamatórios, mas segue sem previsão de alta da UTI.
  • Expectativa de transferência para o quarto no final de semana caso a evolução continue positiva.
  • Bolsonaro está em tratamento intensivo por broncopneumonia bacteriana bilateral com comprometimento do pulmão esquerdo.
  • Complicações causadas por aspiração devido a refluxo gastroesofágico motivaram internação devido a pneumonia aguda.
  • Bolsonaro cumpre pena de 27 anos por tentativa de golpe de Estado, estando preso na Papudinha.

  • Conflito no Oriente Médio: A escalada de tensões na região intensificou a volatilidade nos mercados.
  • Alta nos preços do petróleo: O aumento nos preços do petróleo está pressionando a inflação global.
  • Expectativas de corte de juros: A XP menciona que as expectativas de cortes nas taxas de juros pelo Copom estão sendo revistas.
  • Reação do mercado: A frustração com a falta de corte de juros pode gerar uma reação negativa nos mercados.
  • Política monetária cautelosa: As autoridades monetárias adotam uma postura mais conservadora diante das incertezas.
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