LVL Trading

Newsfeed

Cansado de ficar visitando múltiplos sites e lendo notícias intermináveis? Aqui você acompanha as notícias mais relevantes do mercado financeiro, com resumos focados nos traders que querem se manter atualizados de forma rápida e eficiente.

Mostrando 16521 a 16560 de 20029 notícias

  • Ibovespa fecha em queda: Após três recordes consecutivos, o índice caiu 0,06%, encerrando aos 145.499,49 pontos.
  • Decisão do Copom: Selic mantida em 15%, BC sinaliza política monetária restritiva prolongada, reduzindo expectativas de cortes de juros em 2025.
  • Ações de destaque: Natura (NATU3) disparou 16,46%, influenciada por acordo de venda da Avon Internacional; Petrobras (PETR3, PETR4) e Vale (VALE3) registraram quedas.
  • Mercado externo: Bolsas americanas positivas, destaque para Intel (INTC) com alta de 22,77%, impulsionada pela compra de ações pela Nvidia (NVDA).
  • Câmbio e DXY: Dólar subiu 0,34%, cotado a R$ 5,3191; DXY avançou 0,49%, fechando a 97,348 pontos.

  • Conteúdo Diários: A Ágora Investimentos produz vídeos e podcasts diariamente sobre o mercado financeiro.
  • Análises de Mercado: Inclui análises de ações, tendências econômicas e estratégias de investimento.
  • Insights de Especialistas: Especialistas fornecem insights que podem influenciar decisões estratégicas de trading.
  • Atualização Rápida: Ideal para traders que buscam se manter atualizados com as últimas notícias e movimentos de mercado.
  • Disponibilidade: Conteúdos acessíveis no site e nas plataformas de streaming, facilitando o acompanhamento diário.

  • Bradesco (BBDC4) anunciou pagamento de JCP de R$ 3 bilhões, com valores de R$ 0,27014 por ação ordinária e R$ 0,2971 por ação preferencial.
  • Data de Corte: Acionistas inscritos em 29 de setembro têm direito ao JCP; ações passam a ser negociadas "ex-juros" em 30 de setembro.
  • Pagamento: Até 30 de abril de 2026, valor líquido de R$ 0,2296 (ordinária) e R$ 0,2525 (preferencial), já deduzido IR de 15%.
  • Carteira Recomendada: Ação do Bradesco faz parte da carteira de dividendos do Itaú BBA para setembro.
  • Ações no Portfólio: Inclui Bradesco, Copel (CPLE6), Marcopolo (POMO4), Direcional (DIRR3) e Aura Minerals (AURA33).

  • Ibovespa fecha em leve alta: O índice interrompe série de máximas recentes.
  • Acumulado semanal positivo: Ibovespa acumula ganho de 2,27% na semana.
  • Mês também registra alta: Avanço mensal está em 2,88%.
  • Ganho no ano significativo: Índice da B3 sobe 20,96% até agora.
  • Impacto da decisão de juros: Resultados pós-decisão de juros influenciam fechamento.

  • Dow Jones: Subiu 0,27%, fechando em 46.142,42 pontos.
  • S&P 500: Teve alta de 0,48%, encerrando em 6.631,96 pontos.
  • Intel: Desempenho da ação impulsionou recordes nos índices.
  • Motores do Mercado: Intel destacou-se como o principal condutor para a alta.
  • Oportunidade para Traders: Surpreendente valorização de blue chips como Intel pode indicar tendência positiva.

  • Juros sobre Capital Próprio (JCP) da Lojas Renner: Conselho de Administração aprovou a distribuição de R$ 217,87 milhões referentes ao terceiro trimestre de 2025, correspondendo a R$ 0,219727 por ação.
  • Data de pagamento e corte: O pagamento será realizado em 7 de outubro de 2025. A data de corte para receber os proventos é 23 de setembro de 2025, com as ações começando a ser negociadas “ex-JSCP 3T25” em 24 de setembro.
  • Implicações Fiscais: O pagamento de JCP estará sujeito à retenção de Imposto de Renda na Fonte (IRRF).
  • Expectativas do Mercado: Safra recomenda "outperform", equivalente a compra, com preço-alvo de R$ 20, citando sinais de recuperação operacional e melhoria na rentabilidade de serviços financeiros.
  • Desempenho Financeiro Recente: Renner reportou lucro líquido de R$ 404,5 milhões no segundo trimestre de 2025, um aumento de 28,4% em relação ao mesmo período de 2024.

  • Emissão de Debêntures: Movida (MOVI3) aprova a 23ª emissão de debêntures simples, totalizando R$ 1 bilhão.
  • Quantidade e Valor Unitário: Serão emitidas 1 milhão de debêntures, cada uma com valor nominal de R$ 1.000,00.
  • Juros Remuneratórios: Incidência de 100% da taxa DI mais uma sobretaxa de 2,30% ao ano.
  • Uso dos Recursos: Recursos destinados ao resgate antecipado das debêntures da 9ª emissão e gestão de passivos.
  • Impacto em MOVI3: Trader deve monitorar impactos na liquidez e estrutura de capital.

  • Rentabilidade Acumulada: A Previ Plano 1 alcançou uma rentabilidade acumulada de 9,25% em 2025.
  • Superávit Acumulado: O plano passou de déficit para um superávit acumulado de R$ 1,48 bilhão.
  • Abaixo da Meta: A rentabilidade atual está acima da meta atuarial de 6,32% para o ano de 2025.
  • Desempenho do Plano: A mudança de saldo financeiro reflete uma melhoria significativa na gestão do plano.
  • Impacto para Traders: Esta performance superior pode indicar uma estabilidade financeira a longo prazo, influenciando decisões de investimento futuras.

  • Joint Venture Concluída: Vale conclui formação de joint venture com a Global Infrastructure Partners na Aliança Energia, recebendo US$ 1 bilhão e ficando com 30% de participação.
  • Ativos Consolidado: Aliança Energia consolida parque solar Sol do Cerrado e Usina Hidrelétrica Risoleta Neves, além de outras usinas hidrelétricas e parques eólicos no Brasil.
  • Garantia Energética: Transação assegura à Vale energia renovável estratégica a custos competitivos com preços em dólares americanos.
  • Crédito Elevado: S&P Global eleva rating de crédito da Vale de “BBB- (estável)” para “BBB (estável)”, destacando melhores controles de risco.
  • Potencial Dividendo: Com minério de ferro em torno de US$ 100/tonelada e possível queda de dívida, BTG Pactual aponta chance de dividendos extraordinários.

  • Corte de juros pelo Fed: O Federal Reserve cortou juros e sinalizou mais reduções até o fim do ano, estimulando os mercados, especialmente o setor de tecnologia.
  • Rendimentos dos Treasuries: Avanço nos rendimentos dos Treasuries refletiu dados robustos do mercado de trabalho nos EUA.
  • Dólar e moedas emergentes: O dólar se fortaleceu globalmente, subindo 0,31% frente ao real, cotado a R$ 5,32.
  • Ibovespa e juros futuros: Ibovespa caiu 0,06% para 145.500 pontos, pressionado pela alta nos juros futuros de médio e longo prazos.
  • Expectativas sobre a Selic: Comunicação cautelosa do Copom esfriou expectativas de cortes na Selic para 2025, sugerindo maior prudência no mercado local.

  • Dividendo de 75%: Isa Energia (ISAE4) planeja distribuir 75% do lucro líquido regulatório em dividendos em 2026, mesmo com investimentos elevados previstos.
  • Decisão da Aneel positiva: Indenização do RBSE fixada em R$ 5,7 bilhões, abaixo dos R$ 12,8 bilhões estimados, aliviando a pressão de caixa e permitindo melhor distribuição de dividendos.
  • R$ 13 bilhões em investimentos: A empresa planeja investir e indenizar um total de R$ 13 bilhões até 2029, com foco em concessões e melhorias tarifárias.
  • Possível revisão tarifária: Expectativa de revisão tarifária em 2028 para aumentar receitas e fortalecer caixa.
  • Queda no lucro: Lucro líquido caiu 39,9% no segundo trimestre de 2025 comparado ao ano anterior; acumulado do ano mostra queda de 29% em relação a 2024.

  • Citi eleva preços-alvo: Allos (ALOS3) para R$ 32, Iguatemi (IGTI11) para R$ 31, mantendo Multiplan (MULT3) em R$ 35, com recomendação de compra para todas.
  • Potencial de alta: Novos preços-alvo representam potencial de alta de 26,8% para Allos, 28% para Iguatemi e 20,3% para Multiplan.
  • Crescimento nas vendas: Vendas em shoppings crescem em dois dígitos, refletindo forte demanda de consumidores e desempenho consistente das empresas.
  • Redução de investimentos: Estimativas de investimentos reduzidas em 20% para cinco anos, devido a postura mais cautelosa das empresas e incertezas econômicas.
  • Fatores de cautela: Juros básicos de 15%, reduções nos investimentos e incertezas políticas impactam decisões de alocação de capital até eleições de 2026.

  • Aumento de Capital: Oncoclínicas (ONCO3) busca captar até R$ 2 bilhões com emissão de novas ações, mas requer adesão mínima de R$ 1 bilhão para efetivação.
  • Diluição de Acionistas: Proposta pode resultar em diluição de até 66,8% dos minoritários, aumentando a preocupação sobre valor justo das ações a R$ 3,00.
  • Problemas Financeiros: Empresa enfrenta prejuízos e queima de caixa, com alavancagem financeira acima dos pares, indicando persistência de desafios estruturais.
  • Impacto no Valor das Ações: A conversão de dívida em ações pode gerar pressão vendedora adicional, à medida que credores busquem desinvestir rapidamente.
  • Recomendações de Investimento: Analistas de mercado recomendam cautela; JP Morgan e Citi mantêm visão negativa para ONCO3, destacando risco de alavancagem.

  • Aquisição: Economista Sincero adquiriu a consultoria Ticker Wealth.
  • Meta de Crescimento: Objetivo de dobrar os ativos sob gestão para R$ 1 bilhão.
  • Foco Estratégico: Expandir operações com ênfase em tecnologia.
  • Internacionalização: Charles Mendlowicz liderará iniciativas para ampliar presença internacional.
  • Oportunidade: Potencial de valorização dos ativos geridos na nova fase da empresa.

  • Ações da Natura (NATU3) subiram 16,80% nesta quinta-feira, fechando a R$ 10,36, impactando investidores interessados em acumular ganhos via dividendos.
  • Natura celebrou acordo para vender a subsidiária Avon Internacional para uma afiliada da Regent por uma libra, com pagamentos futuros condicionados a resultados.
  • A venda não inclui mercado russo nem operações na América Latina, reduzindo o escopo internacional da Avon sob controle da Natura.
  • Natura fornecerá linha de crédito garantida de US$ 25 milhões à Avon Internacional, a ser utilizada até um ano após o fechamento do acordo.
  • Transação ainda aguarda aprovações regulatórias, previstas para serem concluídas até o primeiro trimestre de 2026, elemento fundamental para a finalização do negócio.

  • Selic mantida em 15%: Copom decide manter taxa Selic, sinalizando política monetária restritiva por mais tempo, o que limita o espaço para altas consistentes na Bolsa.
  • Natura se destaca: As ações da Natura (NATU3) dispararam 16,46% após anúncio da venda da Avon Internacional, sustentando parte do índice Ibovespa.
  • Ibovespa recua: O índice fechou em leve queda de 0,06%, impactado pela manutenção da Selic e pelas quedas da Vale e Petrobras.
  • Juros futuros e câmbio: Com a decisão do Copom, os juros futuros avançaram e o dólar subiu 0,33%, cotado a R$ 5,319.
  • Ações em destaque: Além da Natura, Banco do Brasil (BBAS3) subiu 1,05%, enquanto Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4) recuaram 0,19% e 0,98%, respectivamente.

  • Privatização da Copasa planejada para até 2026: Governo mineiro pretende leiloar a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (CSMG3) até primeiro trimestre de 2026, visando evitar período pré-eleitoral.
  • Modelos de leilão em discussão: Alternativas como follow-on, parceria estratégica ou fusão e aquisição ainda estão sendo avaliadas para maximizar o valor do ativo.
  • Liberdade em relação ao modelo Sabesp: Diferentemente da Sabesp, governo mineiro pode optar por uma golden share em vez de uma participação mínima, e não restringirá atuação da Copasa em outros estados.
  • Ações com valorização de 66%: Movimentos de mercado, como aquisições pela Perfin e Goldman Sachs, sinalizam expectativa de valorização significativa das ações devido à privatização iminente.
  • Aprovação legislativa em andamento: Comissão de Constituição e Justiça já aprovou texto eliminando plebiscito, acelerando processo; próximo passo é a votação em dois turnos no plenário dos deputados estaduais.

  • Índices dos EUA fecham em alta: Os principais índices acionários nos EUA terminaram o dia com ganhos após a decisão de política monetária do Federal Reserve.
  • Ibovespa encerra em leve queda: O principal índice da bolsa brasileira fechou com uma leve queda, pressionado por empresas de grande peso no índice.
  • Vale e Petrobras em baixa: As ações da Vale e da Petrobras apresentaram queda, contribuindo negativamente para o desempenho do Ibovespa.
  • Natura em disparada: Em contrapartida, as ações da Natura registraram forte alta, sendo destaque positivo no mercado.
  • Oportunidades de volatilidade: A movimentação das ações de grandes empresas e a resposta aos eventos econômicos oferecem oportunidades para traders atentos às mudanças de preço.

  • Dólar à vista fechou em leve alta: aumento de 0,06%, fechando a R$5,3019 na quarta-feira.
  • Expectativa para decisões do Banco Central: traders aguardam impactos nas taxas de juros.
  • Influência do contexto internacional: decisões do Fed afetam câmbio e expectativas de mercado.
  • Foco em relações comerciais Brasil-Exterior: movimentos cambiais indicam tendência de curto prazo.
  • Monitoramento contínuo das volatilidades: riscos de flutuações devido a decisões econômicas internas e externas.

  • Ibovespa encerra em queda de 0,06%: Index fecha a 145.499,49 pontos, influenciado pela queda do petróleo e ações da Petrobras.
  • Natura dispara com venda de ativos: Ação sobe 16,46% após anúncio de venda da Avon International ao grupo Regent.
  • Federal Reserve corta taxa de juros: Corte de 25 pontos-base, com mais duas reduções esperadas até o fim do ano, impacto potencial nas ações americanas.
  • Banco Central mantém Selic em 15%: Expectativa de estabilidade até 2025, com possível início de cortes em janeiro de 2026.
  • Destaques setoriais no Ibovespa: Banco do Brasil sobe 1,05% com elevação de recomendação pelo Citi; Petrobras cai 0,98% e Vale recua 0,19% com fraqueza nos preços do minério de ferro.

  • Dólar à vista fechou em alta de 0,33%, cotado a R$ 5,3193, seguindo o mercado internacional.
  • Dados de auxílio-desemprego nos EUA ficaram em 231.000 pedidos, abaixo das previsões de 240.000, fortalecendo o dólar globalmente.
  • Federal Reserve reduziu taxa de juros em 25 pontos-base, mas indicou cortes adicionais, influenciando a expectativa do mercado.
  • COPOM manteve a taxa Selic em 15%, destacando o Brasil como atrativo para investidores, segundo analistas.
  • Banco Central do Brasil executou operação de rolagem com venda de 40.000 contratos de swap cambial tradicional.

  • Câmara aprova urgência para PL anistia: Regime de urgência aprovado, PL da anistia vai direto ao plenário, acelerando tramitação e possibilitando intervenção política rápida.
  • Nova relatoria busca moderação: Paulinho da Força assume relatoria e pode propor texto mais brando, sugerindo redução de penas e prisão domiciliar para Bolsonaro.
  • Lula promete veto: Presidente Lula promete vetar projeto de anistia, posicionando-se contra a medida, o que amplia a tensão política e preocupa o mercado.
  • Possibilidade de crise política: Derrubada de veto por parte do Congresso pode gerar crise institucional, atraindo atenção dos investidores para possíveis instabilidades no governo.
  • Monitoramento recomendado: Traders devem observar de perto os debates no Congresso e suas repercussões no mercado, especialmente em ativos ligados à política nacional.

  • Queda nos preços do petróleo: Os contratos futuros do Brent caíram 0,8%, fechando a US$67,44.
  • WTI também em queda: O petróleo West Texas Intermediate dos EUA (WTI) registrou uma queda de 0,8%, finalizando a US$63,57.
  • Preocupações econômicas: As quedas nos preços estão associadas a preocupações econômicas nos Estados Unidos.
  • Impacto nos mercados: Traders devem ficar atentos à volatilidade e possíveis ajustes no setor de energia.
  • Tendências futuras: Monitorar indicadores econômicos dos EUA para prever movimentos adicionais no mercado de petróleo.

  • Ações da Natura (NATU3) sobem mais de 15% após venda da Avon Internacional por 1 libra para Regent, destacando o alívio do mercado com a saída de um ativo deficitário.
  • Acordo inclui earn-outs de até 60 milhões de libras e linha de crédito de US$ 25 milhões, influenciando potencialmente fluxos de caixa futuros.
  • Venda não inclui mercado russo e América Latina, áreas mais rentáveis para a Natura, permitindo foco em operações principais e crescimento na região.
  • Analistas veem simplificação dos negócios como positiva; XP e Itaú BBA reiteram recomendação de compra, com potencial de valorização de até 70% no preço das ações.
  • Estratégia de desinvestimento alinha-se a foco em eficiência e redução de custos, preparando terreno para melhores desempenhos financeiros nos próximos trimestres.

  • IOF Zero em Compras Internacionais: Um dos principais atrativos do BTG Ultrablue é a isenção do IOF em compras no exterior, gerando economia significativa para transações internacionais.
  • Acesso Ilimitado a Salas VIP: Os portadores do cartão têm acesso ilimitado a mais de 1.000 Salas VIP do LoungeKey globalmente, além da opção de levar até 12 convidados por ano sem custo adicional.
  • Programa de Pontos e Cashback: Flexibilidade para escolher entre acumular até 3,5 pontos por dólar ou receber até 1,7% de cashback, adaptando-se ao estilo de vida do cliente.
  • Requisitos e Isenção de Anuidade: Necessário ter ao menos R$ 1 milhão investido no BTG Pactual; anuidade de R$ 400 por mês pode ser isenta se o cliente mantiver R$ 400 mil ou mais investidos.
  • Terminal BTG Pactual Exclusivo: Acesso prioritário ao novo terminal aéreo privado em Guarulhos, incluindo check-in exclusivo, transporte em veículos blindados e até transfer de helicóptero com desconto.

  • Evento: Laver Cup 2025 reúne as principais estrelas do tênis mundial em São Francisco, de 19 a 21 de setembro.
  • Formato: Confronto entre equipes da Europa e do resto do mundo, influenciando possíveis patrocinadores e contratos publicitários.
  • Participantes: A presença de tenistas renomados pode gerar aumento de visibilidade e movimentação no mercado esportivo.
  • Impacto econômico: O evento tem potencial de alavancar turismo local e negócios em torno do setor esportivo.
  • Oportunidades comerciais: Traders podem monitorar empresas envolvidas, como patrocinadores e parceiros de transmissão.

  • Crescimento nas vendas externas da JBS: A JBS registrou um aumento de 27,8% nas vendas externas em comparação ao trimestre anterior.
  • Comparação anual positiva: Quando comparado ao mesmo período do ano passado, o crescimento foi de 53,5%.
  • Desempenho no terceiro trimestre: Exportadores de carne prevêm desempenho robusto para o terceiro trimestre, apesar das tarifas comerciais.
  • Impacto limitado das tarifas: As tarifas comerciais não têm impactado significativamente o mercado de exportação de carne.
  • Perspectivas para traders: Traders devem observar ações do setor de carnes para possíveis movimentos de alta, dado o crescimento expressivo nas vendas.

  • Intel sobe 30%: Ações da Intel disparam após a Nvidia anunciar um investimento de US$ 5 bilhões, adquirindo 4% da empresa.
  • Parceria estratégica de chips: O acordo prevê codesenvolvimento de chips para PCs e data centers, impactando AMD e Arm.
  • Impacto no mercado: Reação positiva para a Intel, mas negativa para a AMD (-3%) e Arm (-5%); Nvidia sobe 3%.
  • Renovação da Intel: Após investimentos bilionários dos EUA e SoftBank, a Intel se reposiciona no setor tecnológico.
  • Contexto geopolítico: Acordo acontece em meio à guerra tecnológica com a China, com apoio do governo americano.

  • Venda de medicamentos em supermercados: Aprovada pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado, impactando potencialmente o varejo alimentar.
  • Impacto no setor farmacêutico: A XP Investimentos avalia que não haverá disrupções significativas devido à escala limitada em comparação com grandes farmácias.
  • Varejo alimentar: Assaí se destaca com projeto-piloto para venda de medicamentos, potencializando a produtividade das lojas.
  • Regulamentação: Medicamentos devem ser vendidos em farmácias separadas dentro dos supermercados, com farmacêutico licenciado presente.
  • Mercado Livre: Aquisição da farmácia Target indica interesse crescente no setor, acompanhando aprovação do Cade.

  • Mercado de Petróleo em Queda: Contratos futuros de petróleo fecharam em baixa, com WTI a US$ 63,26 e Brent a US$ 67,44 por barril.
  • Corte de Juros pelo Fed: Investidores consideram o corte na taxa de juros pelo Federal Reserve, impacto potencial na demanda por petróleo.
  • Dólar Forte: A valorização do dólar limita os aumentos no preço do petróleo, mantendo-o próximo a US$ 65.
  • Tensão Geopolítica: Traders monitoram possíveis sanções adicionais da UE contra a Rússia e discussões sobre a produção da Opep+.
  • Impacto Econômico: Consultorias destacam que o corte do Fed pode ser visto como medida de gestão de riscos, não um estímulo direto à economia.

  • Citi eleva recomendação: Nova avaliação para BBAS3 é de "compra". Preço-alvo revisado para R$ 29, um potencial de valorização de cerca de 30%.
  • Efeito do pacote de socorro: Medidas do governo podem reduzir provisões e fortalecer capital, beneficiando Banco do Brasil já em 2025.
  • Projeções financeiras: Citi projeta lucro líquido de R$ 29,3 bilhões em 2026, com margens beneficentes e custos de provisão normalizados.
  • Desempenho das ações: Papéis do BBAS3 subiram 1,9% após mudança de recomendação, cotados a R$ 22,29 às 13h36.
  • Cenário favorável e resiliência: Expectativas de recuperação a partir de 2025, com resiliência diante de choques fiscais e climáticos.

  • TAG Investimentos lança Fiagro para médios produtores rurais: Iniciativa visa análise de crédito individualizada, destacando-se no mercado.
  • Tecnologia e inovação no crédito agrícola: Parceria com startup Sette oferece análise detalhada de produtividade e condições regionais.
  • Cartão "Prazo Safra" como inovação de pagamento: Emitido pela startup E-ctare, possibilita compras diretas com limite personalizado.
  • Modelo "offbalance" para revendas: Visa desonerar balanços de revendas, oferecendo crédito sem impactar diretamente suas finanças.
  • Foco em produtores de médio e grande porte: Estratégia busca financiar aproximadamente 20% das necessidades de produtores que almejam R$ 5 milhões por safra.

  • Pressão por Pacote Emergencial: Republicanos de estados agrícolas pressionam Trump por pacote de apoio antes do fim do ano devido à possível queda na renda agrícola.
  • Risco de Falência Imediata: Agricultores dos EUA enfrentam risco de falência sem sinal de apoio do governo, com dívidas aumentando e preços das safras em queda.
  • Discussões com o USDA: Parlamentares discutem com o Departamento de Agricultura (USDA) a adoção de medidas de apoio, com base em pacotes anteriores, apesar do valor necessário ser possivelmente maior desta vez.
  • Agricultura em Crise: Projeção de queda na renda agrícola líquida acima de US$ 30 bilhões até 2026 destaca a urgência do pacote; dificuldades de pagamento de empréstimos ameaçam o plantio futuro.
  • Incerteza Política: A disputa política entre republicanos e democratas aumenta a incerteza no setor agrícola e no sistema financeiro regional, com risco de inadimplência crescente.

  • Disparada no seguro para motos: Em 12 meses, a demanda por seguros de motos cresceu de 28% para 41%, enquanto seguros para carros caíram de 72% para 59%, indicando mudanças no comportamento do consumidor.
  • Perfis diferentes: Motociclistas são majoritariamente jovens, solteiros e de renda menor; motoristas de carro são mais velhos, casados e com renda maior.
  • Diferenças regionais: Sudeste domina seguros de carros (67,4%), enquanto Nordeste lidera em seguros de motos (40,2%), refletindo aspectos econômicos e culturais.
  • Impacto econômico: Custos altos de carro e praticidade das motos impulsionam movimento; motos tornam-se alternativas econômicas e práticas para deslocamento e renda.
  • Expansão do setor: Mesmo com a Selic alta, o mercado de seguros cresce, puxado pela demanda crescente por proteção, especialmente para motos como ferramenta de trabalho.

  • Renato Augusto anuncia aposentadoria: O jogador, ex-Corinthians e seleção brasileira, decidiu encerrar sua carreira aos 37 anos.
  • Impacto no Corinthians: Traders devem observar potenciais movimentações no mercado de transferências do clube para substituição do meia.
  • Oportunidade em funções técnicas: Renato estuda possibilidades de atuar em posições técnicas ou diretivas no futebol, potencialmente influenciando clubes interessados em sua experiência.
  • Histórico vitorioso: Renato é campeão olímpico, fato que pode influenciar sua atratividade em cargos pós-aposentadoria.
  • Estudo do mercado esportivo: Anuncia aposentadoria em um momento estratégico; traders devem ficar atentos às reações do mercado para identificar oportunidades de investimento.

  • Fed inicia novo ciclo de cortes: O Federal Reserve reduziu juros em 25 pontos-base, marcando o começo de uma nova fase de flexibilização monetária que pode impactar o mercado globalmente, incluindo a possibilidade de mais dois cortes até dezembro.
  • Dólar e ativos de risco: A decisão do Fed pode enfraquecer o dólar globalmente e aumentar o apetite por ativos de risco, favorecendo mercados emergentes como o Brasil.
  • Copom mantém Selic e sinaliza fim do aperto: No Brasil, a Selic foi mantida em 15%, mas o Banco Central removeu a sinalização de retomada de altas, abrindo caminho para futuros cortes.
  • Projeções de inflação e juros: O BC projeta o IPCA em 3,4% para o primeiro trimestre de 2027, sugerindo cautela adicional no início dos cortes de juros, que podem ocorrer a partir de janeiro.
  • Cenário favorável para ativos brasileiros: A combinação de corte de juros nos EUA, dólar fraco, e a expectativa de cortes no Brasil formam um cenário positivo para os mercados locais.

  • Corte de juros nos EUA: O Federal Reserve reduziu as taxas de juros, o que pode beneficiar mercados emergentes como o Brasil, e aumentar o otimismo com o Ibovespa em curto e médio prazos.
  • Expectativas para o Ibovespa: Segundo o economista Luciano Costa, a bolsa brasileira pode continuar rompendo máximas até meados do próximo ano, beneficiando-se de cortes de juros nos EUA e potenciais reduções no Brasil.
  • Apostas setoriais: Com a expectativa de cortes de juros, há uma tendência de rotação de investimentos, saindo de commodities para setores mais expostos a taxas domésticas, como o de construção.
  • Impacto das eleições: O cenário político pode interromper a euforia do mercado. As eleições presidenciais de 2026 são vistas como imprevisíveis e competitivas.
  • Influência política de Lula: Lula, atual presidente, tem força política significativa e o domínio da máquina pública, capaz de influenciar a economia com medidas de estímulo.

  • Consórcio Vencedor: Construtora Metropolitana liderou o consórcio vencedor no leilão de concessão Via Liberdade na B3.
  • Deságio Oferecido: O consórcio ofereceu um deságio de 13,2% sobre a contraprestação máxima, totalizando R$ 1,7 bilhão.
  • Investimento Total: Projeto de R$ 6 bilhões inclui R$ 2 bilhões do "Novo Acordo de Mariana".
  • Concorrência: Única concorrente foi a Houer, com deságio de apenas 0,02%.
  • Obras Previstos: Concessão inclui duplicação total da BR-356 até o sexto ano de contrato e melhorias em outros trechos.

  • MME desmente retorno do horário de verão: Boatos de que a medida voltaria em 2025 foram negados pelo Ministério de Minas e Energia.
  • ONS confirma capacidade energética até 2026: Avaliação do Operador Nacional do Sistema Elétrico indica atendimento pleno da demanda até 2026.
  • Requisitos para retorno do horário de verão: Ministro Alexandre Silveira afirma que a medida só será reintroduzida se houver pressão no sistema interligado nacional.
  • Reservatórios em boas condições: CMSE destaca situação favorável dos reservatórios, melhor comparado a anos anteriores.
  • Estratégias atuais do CMSE: Ajustes operacionais, como maximizar a produção em usinas estratégicas, estão sendo priorizados para preservar o sistema sem alterar os relógios.

  • Itaú continua se destacando na distribuição de proventos: O banco mantém a prática de distribuir dividendos mensais e promete dividendos adicionais no início de 2026.
  • Ações do Itaú negociam com prêmio sobre pares: ITUB4 é negociada a 1,95x o Valor Patrimonial, em comparação a 1,2x de SANB11 e cerca de 1x de BBDC4.
  • Execução superior justifica prêmio: Analista Larissa Quaresma destaca o ROE de 24% e o lucro crescente do Itaú como razões para o prêmio.
  • Inadimplência baixa e gestão confiável: Itaú adota uma política de crédito conservadora, resultando em menor exposição à inadimplência.
  • Expectativa de dividend yield de 7%: Ação é considerada atrativa por analistas, reforçando sua posição como uma boa opção para dividendos.
Filtros de Categoria
3 categorias ativas