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Cansado de ficar visitando múltiplos sites e lendo notícias intermináveis? Aqui você acompanha as notícias mais relevantes do mercado financeiro, com resumos focados nos traders que querem se manter atualizados de forma rápida e eficiente.

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  • Lucro Líquido Recorrente: R$ 3,7 bilhões no segundo trimestre, aumentando 12% em relação ao ano anterior.
  • Semestral Positivo: Lucro líquido recorrente de R$ 8,9 bilhões no primeiro semestre, alta de 44,9% comparado ao mesmo período de 2024.
  • Retorno sobre Patrimônio: ROE recorrente de 11,86%, crescendo 2,32 pontos percentuais ano a ano.
  • Margem Financeira: Expansão de 5,7% no trimestre, para R$ 16,4 bilhões, com intermediação financeira subindo 29,9%.
  • Carteira de Crédito e Inadimplência: Saldo de R$ 1,294 trilhão, aumento de 10,1% ano a ano; índice de inadimplência a 2,66%, subindo 0,46 ponto percentual.

  • Ampliação da Gratuidade: MP 1.300 amplia gratuidade na conta de luz para consumidores de baixa renda, beneficiando 4,5 milhões de famílias.
  • Taxa de Compensação: A gratuidade é subsidiada por consumidores através da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), sem orçamento do governo.
  • Riscos de Caducidade: A não aprovação do Senado resultaria na perda de validade da MP, eliminando os benefícios na conta de luz.
  • Impacto Político: Medida considerada "populista" por deputados e representa um desafio para o governo Lula no Congresso.
  • Mercado de Energia: MP altera dinâmicas do setor elétrico, permitindo possíveis ajustes futuros por falta de consenso em compensações de custo.

  • 08:00 – Decisão da Taxa de Juros nos Estados Unidos: traders devem ficar atentos às mudanças na política monetária que podem impactar o dólar e mercados globais.
  • 09:30 – Pedidos Iniciais por Seguro-Desemprego no Reino Unido: um indicador chave do mercado de trabalho que pode influenciar o câmbio da libra esterlina.
  • 20:01 – Índice de Confiança ao Consumidor no Japão: importante para avaliar o sentimento econômico, com potencial impacto no iene e ações locais.
  • 20:30 – IPC (Índice de Preços ao Consumidor): essencial para medir a inflação; influenciará políticas monetárias e poderá afetar diversas classes de ativos.

  • Projeto de urgência aprovado: A Câmara dos Deputados aprovou urgência para o Projeto de Lei 2162/23, sobre anistia aos condenados por tentativa de golpe, com 311 votos a favor.
  • Consequência da urgência: Projetos com urgência podem ser votados diretamente no Plenário, acelerando seu processo de aprovação.
  • Possível impacto político: O projeto pode incluir um perdão a figuras de destaque, como o ex-presidente Jair Bolsonaro, ou apenas redução de penas.
  • Nomeação de relator: Um relator será nomeado para apresentar um texto que consiga apoio majoritário na Câmara.
  • Divisão política: A urgência foi apoiada por partidos de direita e centro-direita, enquanto parlamentares de esquerda a criticaram.

  • Data dos Leilões: O Banco Central realizará dois leilões de venda de dólares na sexta-feira, 19 de maio.
  • Valor dos Leilões: Valor total de até US$ 2 bilhões em operações de venda com compromisso de recompra.
  • Horário e Liquidação: Propostas serão acolhidas das 10h30 às 10h35, e liquidação ocorrerá em 2 de outubro.
  • Recompra dos Leilões: Para leilão A, a recompra será em 3 de fevereiro de 2026, e para leilão B, em 3 de março.
  • Contexto Anterior: Em agosto, o BC realizou venda de US$ 1 bilhão; em setembro, rolagem de contratos de swap cambial.

  • Medida Provisória para Data Centers: O governo brasileiro enviou ao Congresso uma medida provisória visando estimular a instalação de data centers, com potencial para atrair R$ 2 trilhões em investimentos privados ao longo de dez anos.
  • Incentivos Fiscais: A MP Redata prevê isenção de PIS/Pasep, Cofins e IPI para equipamentos de TIC destinados a data centers e elimina impostos de importação para equipamentos sem similar nacional, sem perda de arrecadação tributária, segundo o presidente Lula.
  • Requisitos de Investimento: Empresas terão que investir 2% do valor dos produtos adquiridos em pesquisa, desenvolvimento e inovação, além de destinar 10% de sua capacidade de processamento ao mercado nacional.
  • Regulação de Concorrência: O projeto de lei confere ao Cade a capacidade de impor obrigações às "big techs" para corrigir distorções de mercado e impedir abusos econômicos.
  • Ações Internacionais: Estados Unidos, sob Trump, impuseram tarifas sobre produtos brasileiros e criticaram regulamentações propostas pelo Brasil, envolvendo práticas comerciais e de redes sociais.

  • Copom mantém Selic em 15%: Comunicado do Copom indica cautela, reduzindo expectativas de cortes na Selic ainda em 2025, impactando investidores aguardando desvalorização da taxa.
  • Potencial valorização de ações: Empresas endividadas como MRV, Braskem, Casas Bahia e IRB podem se beneficiar com eventual redução de juros, tornando-se mais atraentes para investidores.
  • Destaque para empresas com Ebit forte: Companhias como Simpar, Vamos, e Ânima com forte fluxo de caixa operacional podem prosperar com uma Selic mais baixa, permitindo reinvestimentos e expansão.
  • Riscos macroeconômicos e setoriais: Inflação de serviços elevada e spreads bancários restritos podem limitar efeitos positivos; variações cambiais e no setor de commodities mantêm incertezas.
  • Fatores externos e eleições: O diferencial de juros comparado às economias avançadas atrai capital estrangeiro, mas a proximidade das eleições pode aumentar a volatilidade no mercado.

  • Equilíbrio no mercado de minério de ferro: A Vale acredita que o mercado de minério de ferro permanecerá estruturalmente equilibrado, com preços acima de US$ 90/tonelada, mesmo com possíveis reduções na produção chinesa.
  • Concessão ferroviária e disputas: Problemas com a renovação de concessão ferroviária não aprovada pelo Tribunal de Contas. A Vale considera o acordo inicial válido e o Itaú BBA vê disputas judiciais como inviáveis.
  • Expansão e estratégia de crescimento: A empresa foca em expansão orgânica, novos projetos internos mais rentáveis que aquisições. Em cobre, meta de 700 mil toneladas anuais até 2035.
  • Desafios no negócio de níquel: Excesso de oferta global e ineficiências mantém o negócio no vermelho. Priorização de equilíbrio de fluxo de caixa e revisão de investimentos no setor.
  • Recompra de ações e geração de caixa: Vale não planeja recompra de ações até ter mais certeza sobre fluxo de caixa. Aguardará resultados do terceiro trimestre antes de reavaliar estratégias.

  • Tendência de Queda: Dólar deve cair no curto e médio prazo, com novo piso máximo potencial a R$ 4,60, representando uma queda de 13% em relação ao último fechamento.
  • Figura Técnica: Formação de topos descendentes e rompimento do suporte em R$ 5,40 sinalizam a transição para tendência de baixa.
  • Projeções de Preço: Próximos objetivos técnicos identificados em R$ 4,90 e R$ 4,60 para o médio prazo.
  • Análise de Curto Prazo: Médias móveis de 21 e 50 dias indicam resistência de preço; possibilidade de queda até R$ 5,15 e R$ 5,00 nos próximos dias.
  • Contexto Econômico: Expectativas de corte de juros pelo Federal Reserve influenciam a desvalorização do dólar, que fechou estável a R$ 5,30, menor patamar desde junho de 2024.

  • Taxa Selic mantida em 15%: O Copom decidiu manter a taxa Selic em 15% ao ano, sinalizando que esse patamar pode ser mantido por mais tempo devido à resistência da inflação.
  • Economia brasileira ainda aquecida: A manutenção da taxa reflete um cenário de economia ainda aquecida, mas espera-se que a desaceleração se intensifique no próximo ano.
  • Impacto do pacote fiscal: A política fiscal expansionista dificulta o controle da demanda, provocando pressão adicional sobre o Banco Central e os juros.
  • Risco cambial devido a tarifas: Tarifas internacionais e sanções são risco para o câmbio e inflação, ressaltando a dependência brasileira de investimentos estrangeiros, especialmente dos EUA.
  • Influência do Federal Reserve: Decisões do Fed podem aliviar pressões cambiais, oferecendo um cenário mais otimista para o BC brasileiro no médio prazo.

  • Copom sinaliza postura rígida: Recado duro do Copom pode afetar expectativas sobre cortes de juros, impactando o mercado de renda fixa.
  • Ajustes nos juros futuros: Movimentos podem ser observados nos juros futuros, refletindo a reação do mercado às decisões do Copom.
  • Bolsa inicia o dia em baixa: Abertura em queda acompanha o sentimento cauteloso do mercado após as sinalizações do Copom.
  • Olho nos comunicados do Fed: Além do Copom, decisões do Federal Reserve também são aguardadas, o que pode trazer volatilidade extra ao mercado.
  • Impacto no dólar: Expectativas de novas diretrizes monetárias podem influenciar a cotação da moeda americana frente ao real.

  • Manutenção da Selic: O Banco Central sinalizou manter a Selic em 15% por um período prolongado, consolidando a postura contracionista para controlar a inflação e a atividade econômica.
  • Tom Duro do Comuniqué: A comunicação do Copom permanece com um tom rígido, sugerindo que cortes imediatos na taxa de juros não estão previstos, mantendo a precificação do mercado afastada de expectativas de corte.
  • Cenário Econômico em Evolução: Novas decisões sobre a política de juros dependerão da evolução econômica; ajustes futuros serão feitos conforme a necessidade.
  • Expectativa de Corte em Dezembro: A Galapagos prevê que cortes nos juros possam se iniciar em dezembro, devido a projeções de apreciação do câmbio e esfriamento econômico nos próximos meses.
  • Influências Externas: Embora cortes nos EUA possam flexibilizar a política monetária brasileira, a trajetória da inflação doméstica é o fator mais determinante para futuras decisões do Banco Central.

  • Super Quarta já era esperada: Nenhuma surpresa significativa das reuniões do Federal Reserve e do Copom foi antecipada para impactar os mercados.
  • Falácia da Narrativa segundo Nassim Taleb: Ideia de que buscamos explicações mesmo para eventos aleatórios, enfatizando a importância de entender ruído estocástico nos mercados.
  • Impacto no comportamento do trader: Traders devem estar cientes da tendência de justificar movimentos de mercado com narrativas simplistas, lembrando-se da complexidade e reflexividade do mercado.
  • Exemplo prático com VALE3: Ação pode ser vista de duas maneiras contraditórias, como risco devido à economia chinesa ou oportunidade por estímulos possíveis, cada uma levando a decisões de trading diferentes.
  • Importância da flexibilidade analítica: As análises de mercado eficazes devem incorporar a mudança narrativa e contradições, em vez de depender de verdades absolutas.

  • Ibovespa fecha em alta pós-corte de juros pelo Federal Reserve; expectativa de mais cortes.
  • Banco Central mantém Selic em 15%; mercado pode realizar parte dos lucros.
  • EWZ mostra queda em after-market; sinal de realização de lucros iminente.
  • Comunicado do BC é hawkish; juros futuros podem subir, impactando dólar e bolsa.
  • Impacto da manutenção da Selic já precificado; XP não espera reações significativas na curva de juros.

  • Selic mantida em 15%: Copom mantém a taxa básica de juros estável em 15% ao ano.
  • Perspectiva constracionista: Mantém-se a indicação de uma Selic em nível contracionista por um período prolongado.
  • Inflação ainda elevada: Riscos para a inflação seguem mais elevados do que o usual.
  • Comunicação ajustada: Frase sobre interrupção no ciclo de alta de juros foi removida, indicando maior conforto com a política atual.
  • Possível ajuste futuro: Copom poderá ajustar a política monetária e não hesitará em retomar ajustes se necessário.

  • JCP Anunciado: Totvs (TOTS3) pagará juros sobre capital próprio de R$ 0,15 por ação, totalizando R$ 88 milhões. Data de corte: 23 de setembro de 2025.
  • Data de Pagamento: Pagamento será feito em 6 de outubro de 2025, sujeito à retenção de IR na fonte.
  • Ação Ex-JCP: A partir de 24 de setembro, as ações serão negociadas ex-JCP.
  • Atualização de Cadastro: Investidores devem garantir que seus dados estejam atualizados junto ao Itaú.
  • Crescimento Potencial: Safra projeta crescimento contínuo da Totvs, com foco em cross-sell e novas soluções.

  • Plano de Reestruturação: Azul apresentou plano de reestruturação sob o Chapter 11 nos EUA, visando eliminar US$ 2 bilhões em dívidas.
  • Participação Estratégica: United e American Airlines comprometeram-se a ajudar com entre US$ 200 milhões e US$ 300 milhões para reforçar a liquidez.
  • Oferta de Subscrição: Será realizada uma oferta de até US$ 950 milhões, com US$ 650 milhões garantidos por credores para assegurar capitalização.
  • Redução de Frota: Plano inclui redução de 35% na frota de aviões para diminuir custos de manutenção e auxiliar na desalavancagem financeira.
  • Acordos com AerCap: Azul poderá rejeitar múltiplos contratos de arrendamento economizando mais de US$ 1 bilhão, após acordo com a AerCap.

  • Participação no Mercado: Investimento em ações preferenciais da Cogna (COGN3) permite participação nos dividendos, mas sem direito a voto.
  • Oscilação de Preços: Monitorar o preço das ações é essencial; recentemente, COGN3 fechou em alta de 1,95% a R$ 3,14.
  • Movimento Estratégico: Cogna anunciou a intenção de retirar a controlada Vasta da Nasdaq com uma oferta pública de aquisição.
  • Preço de Aquisição: Cogna oferecerá US$ 5,00 por ação ordinária classe A da Vasta, visando cancelar seu registro na SEC.
  • Prazo e Condições: A tender offer deve ser lançada no curto prazo, sujeita a condições usuais desse tipo de operação.

  • Banco Central mantém Selic em 15%: Apesar da deflação recente, a decisão reflete preocupação com a inflação persistente de serviços e um mercado de trabalho aquecido.
  • Inflação de serviços elevada: A alta de 6,17% nos últimos 12 meses é o fator principal que impede cortes na taxa de juros.
  • Emprego e demanda sustentados: Com desemprego em 5,6%, o consumo contínuo pressiona preços, inibindo a flexibilização da política monetária.
  • Risco fiscal e externo: Incertezas internas e tarifas dos EUA afetam a confiança do investidor e a política monetária global.
  • Expectativas para cortes futuros: Projeções apontam 2026 como possível início de cortes, alinhando inflação e expectativas econômicas.

  • Cogna Educação (COGN3) lança oferta pública: A empresa anunciou a intenção de adquirir todas as ações da Vasta Platform Limited na Nasdaq.
  • Preço da oferta: Cogna oferecerá US$ 5,00 por ação ordinária classe A da Vasta.
  • Retirada da Nasdaq: A operação pretende deslistar a Vasta da Nasdaq e cancelar seu registro na SEC.
  • Ponto crítico para traders: Caso a oferta seja bem-sucedida, a Vasta deixará de ter suas ações negociadas na Nasdaq, impactando investidores.
  • Performance das ações: As ações da Cogna (COGN3) subiram 1,95% nesta quarta-feira, cotadas a R$ 3,14 no fechamento.

  • Citi eleva recomendação do Banco do Brasil (BBAS3) para compra e define novo preço-alvo de R$ 29, indicando potencial de valorização de 32%.
  • Decisão impulsionada por alívio potencial nas medidas governamentais, que podem reduzir custo de risco e ampliar capital até 2026.
  • Previsão de lucro líquido de R$ 29,3 bilhões para 2026 com custo de risco mais normalizado.
  • Principais riscos incluem desempenho de crédito fraco e baixa adesão ao programa de alívio do agronegócio, além de pressões de pequenas e médias empresas.
  • Recentes mudanças regulatórias são vistas como positivas pelo Citi, com melhorias potenciais em receitas, capital e provisões.

  • Manutenção da Selic: O Copom decidiu manter a taxa Selic em 15% ao ano, impactando diretamente a renda fixa.
  • Prioridade em Renda Fixa: Com juros altos, especialistas recomendam priorizar liquidez em renda fixa, destacando Tesouro Selic e CDBs.
  • Potencial de Volatilidade: Investidores em prefixados devem ter cautela devido à possível volatilidade com mudanças na Selic.
  • Investimentos Isentos de IR: LCIs e LCAs são recomendados para aproveitamento da isenção fiscal, observando prazos e carências.
  • Oportunidades com Apetite por Risco: Expectativa de cortes nos EUA pode aumentar apetite por risco, beneficiando ações e títulos de longo prazo.

  • Ágora Investimentos: Consumo diário recomendado de vídeos e podcasts para atualizações do mercado financeiro.
  • Temas Variados: Conteúdos abordam diversos tópicos relevantes para traders.
  • Insights de Especialistas: Análises e comentários de analistas renomados disponíveis nos materiais.
  • Oportunidades de Investimento: Identificação de potenciais movimentos de mercado a partir dos conteúdos.
  • Atualização Constante: Acesso a informações relevantes para decisões rápidas no mercado.

  • Copom mantém Selic em 15%: Decisão de manter a taxa reforça cautela com a política monetária e já era esperada pelo mercado.
  • Inflação acima da meta: Projeções indicam 4,8% para 2025, 4,3% para 2026, e 3,4% no primeiro trimestre de 2027.
  • Mercado reage de forma mista: Taxa de juros alta impacta negativamente o crédito, mas favorece setores exportadores.
  • Diferencial de juros atrai investimentos: Bolsa brasileira mantém atratividade face ao mercado externo devido ao diferencial de taxa.
  • Setores afetados: Bancos, varejo e construção sob pressão; papéis prefixados e indexados à inflação ganham destaque.

  • Copom decidiu manter a Selic em 15% ao ano, decisão unânime considerada amplamente esperada pelo mercado, sinalizando continuidade na política monetária contracionista.
  • A inflação registra sinais iniciais de desaceleração, com o IPCA em retração pela primeira vez em dois anos, mas a desaceleração precisa ser mais consistente para futuros cortes na Selic.
  • Expectativa de corte na Selic apenas em 2026; o mercado prevê início dos cortes no primeiro trimestre de 2026, dependendo de consistência nos dados econômicos.
  • Fed dos EUA corta juros, mas impacto na Selic é limitado; valorização do real pode ajudar, mas o BC enfatiza a necessidade de sinais mais claros da economia brasileira.
  • Tons conservadores e "hawkish" no comunicado do Copom; reforço da estratégia de juros altos por período prolongado com possibilidade de novas altas se necessário.

  • Fed corta juros em 0,25 p.p., com previsão de mais cortes em 2025: A decisão de reduzir a taxa para 4% a 4,25% aumenta a expectativa de liquidez global.
  • Divergências nos impactos: Nomad e XP recomendam cautela, enquanto Binance vê a decisão como impulsionadora para criptos.
  • Brasil sai fortalecido: Diferencial de juros atrai fluxo para a B3, beneficiando ativos domésticos, especialmente bancos e varejo.
  • Impacto nos EUA e globalmente: Dow Jones subiu, mas Nasdaq e S&P500 caíram levemente; expectativa de dólar fraco beneficiando emergentes.
  • Tendências no câmbio: Real pode se fortalecer a médio prazo com o prosseguimento dos cortes de juros nos EUA.

  • Decisão do Copom: O Copom manteve a taxa Selic estável em 15% ao ano, decisão unânime e amplamente esperada pelo mercado.
  • Expectativa de Mercado: As opções de Copom já indicavam alta probabilidade de manutenção da Selic, com valor de R$ 97.
  • Posicionamento do Banco Central: O Banco Central interrompeu o aperto monetário em julho para avaliar os impactos acumulados dos ajustes já realizados.
  • Meta de Inflação: O BC mantém a taxa de juros em níveis contracionistas por um longo período para assegurar a convergência da inflação à meta.
  • Possibilidade de Ajuste: O Copom reiterou que poderá retomar o ciclo de ajuste caso necessário.

  • Discurso de Powell: A fala de Jerome Powell trouxe volatilidade ao mercado, afetando diretamente as expectativas em relação às taxas de juros futuros.
  • Taxa DI de Janeiro 2027: No fechamento, a taxa do contrato de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 passou de 13,952% para 13,940%.
  • Mudança nas Expectativas: A expectativa de queda nas taxas de juros futuros foi esfriada, impactando estratégias de investimento.
  • Importância da Volatilidade: Traders devem estar atentos à volatilidade gerada por discursos de grandes figuras econômicas como Powell.
  • Impacto na Negociação: As mudanças nas taxas DI podem influenciar decisões de curto prazo para traders focados em renda fixa.

  • Fed corta juros em 0,25 p.p. por sinais de economia enfraquecida; decisão já era amplamente esperada.
  • Próximos dados de emprego serão cruciais para passos futuros, com o Fed projetando taxa de desemprego em 4,5% para 2025.
  • Previsão de mais dois cortes até o fim do ano; comitê dividido sobre reduções em 2025.
  • Powell destaca redução gradual nos cortes, sinalizando decisão de "reunião a reunião".
  • Payrolls influenciarão possíveis cortes futuros; uma recuperação do emprego dificultaria novas reduções.

  • Programa beneficia 60 milhões: A nova tarifa social de energia aprovada na Câmara irá beneficiar 60 milhões de pessoas com descontos ampliados.
  • Critério de renda ajustado: O desconto social será válido para aqueles que ganham entre meio e um salário mínimo per capita, ampliando o alcance para mais famílias.
  • Impacto no consumo: Traders devem monitorar possíveis alterações no consumo de energia, já que o custo reduzido pode influenciar comportamentos do consumidor.
  • Volatilidade regulatória: É importante avaliar como novas medidas governamentais podem afetar o setor elétrico e, por consequência, as ações relacionadas.
  • Oportunidades no setor elétrico: Investidores podem se beneficiar ao pesquisar empresas do setor que podem ser impactadas por maior demanda e ajustes tarifários.

  • Citi eleva recomendação: O Citi elevou a classificação das ações do Banco do Brasil (BBAS3) para "compra".
  • Dois fatores principais: A mudança na recomendação foi motivada por um potencial alívio com medidas do mercado e por notícias negativas já aparentemente precificadas.
  • Impacto para traders: O novo status pode atrair mais investidores, potencialmente impulsionando o preço das ações no curto prazo.
  • Reação do mercado: A tendência de alta destas ações deve ser monitorada, uma vez que a recomendação pode influenciar positivamente a percepção do mercado.
  • Previsibilidade de riscos: Os traders devem considerar que apesar da elevação, fatores macroeconômicos podem continuar a influenciar o desempenho das ações.

  • Mercado de Milho: Futuros caem devido à realização de lucros e pressão sazonal da colheita nos EUA; dezembro fecha em queda a US$4,2675 por bushel.
  • Impacto do Dólar: Alta do dólar pressiona grãos, pois torna os produtos dos EUA menos competitivos globalmente.
  • Colheita nos EUA: Colheita de milho está 7% completa, afetando preços futuros com a chegada de uma grande safra.
  • Movimentação da Soja: Futuros de soja recuam após realização de lucros; dezembro fecha em queda a US$10,4375 por bushel.
  • Futuros de Trigo: Pressionados por realização de lucros e previsão de chuvas benéficas, futuros caem; contrato dezembro fecha a US$5,2825 por bushel.

  • Decisão do Fed: Redução de 0,25 p.p. nos juros, reinício do ciclo de flexibilização, com sinalização de mais dois cortes até o final do ano.
  • Impacto nos mercados globais: Ativos apresentaram volatilidade após Powell alertar sobre riscos no mercado de trabalho e inflação persistente.
  • Treasuries e DXY: Juros dos Treasuries subiram e o DXY reverteu perdas, refletindo ajustes nas expectativas sobre a política monetária dos EUA.
  • Desempenho do Ibovespa: Ibovespa fechou em alta de 1,06%, renovando máxima histórica, impulsionado pela perspectiva de entrada de capital estrangeiro.
  • Expectativas no Brasil: Curva de juros futuros recuou; aguardando decisão do Copom com perspectiva de manutenção da Selic em 15%.

  • Ibovespa fecha em alta: O índice fechou com valorização de 1,06% aos 145.593,63 pontos, renovando o recorde de fechamento pela terceira sessão consecutiva. Volume negociado foi de R$ 45,2 bilhões.
  • Fed corta juros em 25 pontos-base: Novo intervalo é entre 4% a 4,25% ao ano, aumentando a probabilidade de novo corte acumulado de 50 pontos-base para 90,6%.
  • Impacto no mercado de câmbio: O dólar subiu 0,06%, fechando a R$ 5,3012. Quedas anteriores já precificavam o corte de juros pelo Fed, limitando o impacto.
  • Maiores altas do Ibovespa: Destaques foram RD Saúde (6,06%), Magazine Luiza (5,31%) e Assaí (4,55%).
  • Expectativa para o Copom: Investidores aguardam decisão sobre a Selic, com expectativa de manutenção em 15% ao ano.

  • Cosan (CSAN3) e Raízen (RAIZ4) sobem 3,62% e 1,53% após interesse da Vitol em ativos da Raízen na Argentina.
  • Vitol mira refinaria e postos Shell na Argentina, estimando investimento de US$ 1,5 bilhões.
  • Estrategia da Cosan para redução de dívida inclui a venda de ativos; risco político na Argentina preocupa investidores.
  • Bank of America recomenda compra de CSAN3 com preço-alvo reajustado para R$ 11, destacando reestruturação.
  • Recomendação neutra para RAIZ4, com preço-alvo de R$ 1,25; foco na redução de R$ 15 bilhões em dívida.

  • Petróleo em queda: WTI para outubro caiu 0,73% para US$ 64,05 e Brent para novembro caiu 0,76% para US$ 67,95.
  • Dólar volátil: Influenciado pela decisão do Federal Reserve, o dólar subiu, pressionando o petróleo e outras commodities.
  • Estoques dos EUA: Queda inesperada de 9,285 milhões de barris nos estoques, afetando a estabilidade dos preços do petróleo.
  • Sanções à Rússia: A UE considera novos pacotes de sanções, sem impacto sustentado nos preços do petróleo até agora.
  • Projeções de mercado: Segundo o BofA, superávit de oferta em 2025, com Brent a US$ 67 e WTI a US$ 64 em média este ano.

  • Café arábica cai 8,2%: O preço do café arábica recuou 33,7 centavos, ou 8,2%, devido a vendas de fundos após resistência em US$4,20.
  • Alta frequência e margem: Comércio de alta frequência exacerbou a queda, e aumento nas exigências de margem na ICE gerou liquidação de posições.
  • Resistência testada: Mercado não rompeu resistência em US$4,20, resultando em forte recuo de 30 centavos nas duas últimas sessões.
  • Impacto nas commodities: Café robusta caiu 6,9%, enquanto açúcar bruto recuou 2,3% e açúcar branco caiu 1,4%.
  • Produção de açúcar no Brasil: Produção atingiu 3,872 milhões de toneladas, em linha com expectativas, podendo afetar mix de produção futura nas usinas.

  • Recorde histórico do Ibovespa: Fechou em 145.593,63 pontos, com máxima intradia de 146.330,90, marcando terceiro recorde consecutivo e +21% no ano.
  • Política monetária: Fed cortou juros em 0,25 p.p., incentivando apetite por ativos de risco; esperada manutenção da Selic a 15% reforça diferencial de juros para Brasil.
  • Setores líderes: Bancos e varejo impulsionaram o Ibovespa, com destaque para BBDC4 +3,47% e MGLU3 +5,31%.
  • Mercado de câmbio e juros: Dólar estável a R$ 5,3012; DIs em queda sinalizam potencial para futuros cortes de juros no Brasil.
  • Próximos eventos: Reação ao comunicado do Copom e fluxo estrangeiro serão monitorados, enquanto dados de trabalho e inflação nos EUA podem afetar expectativas de política monetária.

  • JBS se prepara para possível virada do ciclo pecuário no Brasil: Eduardo Pedroso destaca o aumento da profissionalização nas relações com pecuaristas para preservar volumes.
  • Expectativa de queda nos abates em 2026: Segundo Datagro, espera-se uma queda de mais de 9% em 2026, refletindo a retenção de fêmeas.
  • Oscilação no preço da arroba do boi gordo: Cotações oscilam entre R$ 330 e R$ 290, com o mercado atualmente "equilibrado".
  • Opinião contraditória sobre projeções de abate: Roberto Perosa da Abiec acredita que o mercado permanecerá equilibrado e abates podem não cair tanto quanto projetado.
  • Possível estabilidade ou aumento no consumo de carne bovina: Estímulos econômicos em 2026, ano eleitoral, podem manter ou aumentar a demanda doméstica.

  • Dólar fecha a R$ 5,30 após oscilar abaixo de R$ 5,28 durante o dia.
  • Corte de juros nos EUA impulsionou a oscilação do dólar.
  • Expectativa agora se volta para o Brasil: decisão sobre corte de juros doméstico pode impactar câmbio.
  • Movimentos nos títulos do Tesouro indicam ajustes de posição dos investidores.
  • Monitoramento de política monetária nos EUA e Brasil é essencial para ajustes de estratégias de investimento.
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