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  • Ações da Cosan (CSAN3) e Raízen (RAIZ4) avançam 2,85% e 2,29%, respectivamente, em meio a renovação de recorde do Ibovespa.
  • Interesse da Vitol em ativos da Raízen na Argentina, incluindo refinaria e postos Shell, está estimado em US$ 1,5 bilhões.
  • Venda de ativos está alinhada à estratégia da Cosan de reduzir dívida, porém, há preocupações sobre a instabilidade na Argentina.
  • Cosan recomendada pelo BofA com potencial de valorização de 86%, preço-alvo revisado para R$ 11.
  • BofA mantém recomendação neutra para Raízen; necessidade de reduzir R$15 bilhões em dívida pesa sobre as ações.

  • Stephen Miran foi confirmado: Senado aprova Miran para o Conselho de Governadores do Fed.
  • Miran assume rapidamente: Tomou posse como novo diretor do Fed já na terça-feira.
  • Abordagem agressiva: Miran foi o único a votar por um corte mais agressivo de 0,5 pontos percentuais nos juros.
  • Indicação controversa: Nomeação de Miran reacende o debate sobre a independência do Fed.
  • Impacto potencial: Traders devem monitorar possíveis mudanças nas políticas de juros devido à nova composição do Fed.

  • CVM abre consulta pública: O órgão regulador CVM iniciou uma consulta para alterar as regras de recompra de ações no Brasil.
  • Quatro mudanças principais para liquidez: São propostas quatro alterações essenciais para melhorar o controle da liquidez dos papéis negociados.
  • Impacto potencial nas estratégias de recompra: Traders devem observar como as mudanças podem afetar as estratégias de recompra de ações.
  • Participação dos stakeholders: A CVM solicita comentários e sugestões dos stakeholders, oferecendo uma oportunidade para influenciar as novas regras.
  • Importância para o mercado: Ajustes regulatórios podem ter repercussões significativas no mercado, afetando a dinâmica de negociação das ações.

  • Ibovespa atinge recorde: O índice avançou 1,58%, alcançando 146,3 mil pontos após o corte de juros nos EUA.
  • Impacto no câmbio: O dólar caiu 0,20% frente ao real, cotado a R$ 5,2877.
  • Reação de Wall Street: Os índices Dow Jones, S&P e Nasdaq operaram de forma mista após a decisão do Fed.
  • Corte de juros pelo Fed: Taxa foi reduzida em 0,25 ponto percentual, para 4% a 4,25% ao ano.
  • Decisões aguardadas: Investidores esperam a coletiva de Jerome Powell e a decisão do Copom sobre a Selic.

  • Corte de Juros: O Fed cortou a taxa dos Fed Funds em 25 pontos-base, agora entre 4% a 4,25% ao ano.
  • Início do Ciclo de Flexibilização: Esta é a primeira redução de juros pelo Fed neste ano, marcando uma retomada da flexibilização monetária.
  • Expectativas do Mercado: A redução estava amplamente esperada pelos analistas na sexta reunião de política de 2025.
  • Coletiva de Imprensa: Jerome Powell, presidente do Fed, falará em coletiva às 15h30 para comentar sobre a decisão.
  • Impacto Potencial: Traders devem monitorar a reação do mercado para ajustar suas estratégias de investimento.

  • Fed corta juros em 0,25 p.p: O Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) anunciou a redução da taxa de juros para 4% a 4,25% ao ano. A medida era amplamente esperada pelo mercado.
  • Projeções de mais cortes: Jerome Powell indicou a expectativa de mais dois cortes de juros ainda este ano, sugerindo uma abordagem mais neutra na política monetária.
  • Decisão de corte não foi unânime: Divergências dentro do Fed, com Stephen Miran votando por um corte maior de 0,50 p.p. Sinaliza potencial instabilidade nas futuras decisões.
  • Novo cenário econômico projetado: Projeções do Fed indicam juros de 3,6% em 2025, com inflação de 3% este ano, caindo para 2% até 2028, e crescimento econômico moderado nos próximos anos.
  • Impacto no mercado de trabalho: Powell destacou que a desaceleração do mercado de trabalho e pressões inflacionárias influenciam as decisões do Fed, exigindo monitoramento atento dos traders.

  • Super Quarta sinaliza tendências divergentes: Brasil deve manter taxas de juros, enquanto EUA projeta corte de 0,25%.
  • Revisão positiva das projeções da safra de grãos: Conab refaz números, estimando safra recorde de 350,2 milhões de toneladas para 2024/2025.
  • Crédito adicional para produtores: Governo Federal edita Medida Provisória para R$ 12 bilhões em renegociação de dívidas rurais.
  • STJ e CPR-físicas: Decisão garante que CPR-físicas estão fora de recuperação judicial, traz segurança jurídica para financiadores no agronegócio.
  • Efeito da Super Quarta prolongado: Expectativa de juros baixos no Brasil e redução nos EUA pode favorecer o agronegócio no médio prazo.

  • Ibovespa sobe 1%: Influenciado pela decisão do Fed e projeções de novos cortes.
  • Decisão do Fed: Ajustes da política monetária impulsionam o mercado exibindo sinais de novos cortes.
  • Níveis do Ibovespa: Índice chega aos 146 mil pontos, refletindo otimismo.
  • Índices nos EUA mistos: Mercado externo apresenta resultados variados pós-decisão do Fed.
  • Impacto nos traders: Posições devem considerar a reação do mercado a políticas econômicas do Fed.

  • Decisão de Política Monetária: O FOMC cortou a taxa de juros dos EUA em 0,25 ponto percentual, para o intervalo de 4% a 4,25% ao ano.
  • Expectativa do Mercado: A redução já era amplamente antecipada, portanto, atenção se volta para o discurso de Jerome Powell.
  • Projeções do Fed: A expectativa é que a taxa de juros encerre 2025 em 3,6%, com estimativas de 3,4%, 3,1% e 3,1% para 2026, 2027 e 2028, respectivamente.
  • Discurso de Powell: Traders devem monitorar a entrevista para sinais sobre o futuro da política monetária que podem impactar decisões de investimento.
  • Impacto para Traders: Mudanças na política monetária e expectativas de juros são essenciais para ajustar estratégias de investimento em dólar e renda fixa.

  • Fed corta juros: Redução de 0,25 ponto percentual, levando a taxa para 4% a 4,25%, com sinalização de mais dois cortes em 2025.
  • Reação global: Alta de moedas emergentes e commodities, enquanto o dólar recua frente a principais moedas, com foco em ativos de risco.
  • Impacto no Brasil: Espera-se fortalecimento do real e impulso na bolsa devido ao fluxo de capital estrangeiro atraído pela alta taxa Selic.
  • Influência política no Fed: Pressão de Trump sobre o Fed, orientando decisões de redução de juros, mas instituição ainda busca atuar guiada por dados.
  • Riscos para ativos brasileiros: Volatilidade nos fluxos devido a incertezas políticas nos EUA, podendo afetar estabilidade cambial e de ações.

  • Inscrições Abertas: Masterclass gratuita com Jorge Paulo Lemann, inscrições até quarta-feira (17).
  • Público-Alvo: Online e acessível para todo o Brasil, focada em jovens universitários.
  • Conteúdo da Masterclass: Três módulos principais: Networking, Pensamento Grande e Execução Pragmática.
  • Participação de Destaque: Lemann é acionista da AB InBev e controlador da 3G Capital, referência em estratégias de investimento.
  • Link para Inscrição: Inscrições no site oficial da iniciativa.

  • Ibovespa atinge máxima histórica ao bater 146 mil pontos, impulsionado por decisões esperadas do Fed.
  • Fed mantém taxas de juros inalteradas, influenciando positivamente o mercado brasileiro.
  • Banco Central do Brasil ganha destaque ao atrair a atenção do mercado no final do dia.
  • Setor financeiro e commodities lideram os ganhos, refletindo o otimismo após a decisão do Fed.
  • Expectativa no mercado quanto a novas decisões do Copom que podem influenciar o Ibovespa.

  • Ações em Alta: As ações da Azul (AZUL4) destacaram-se positivamente nesta quarta-feira (17), reagindo ao plano de reestruturação no âmbito do Chapter 11.
  • Cronograma do Processo: A audiência de confirmação está agendada para 11 de dezembro, com prazo para objeções até 1º de dezembro.
  • Encerramento da Recuperação: Se cumprido o cronograma, a Azul pode encerrar a recuperação judicial entre o final deste ano e início de 2026.
  • Movimentação do Mercado: At 15h, as ações subiam 6,57%, sendo negociadas a R$ 1,48, com máxima acima de 7%.
  • Detalhes do Financiamento: Planos incluem US$ 1,6 bilhão em financiamento durante o processo e eliminação de US$ 2 bilhões de dívida.

  • B3 lança programa: Programa de formador de mercado para títulos públicos federais é anunciado.
  • Incentivo financeiro: Formadores credenciados receberão incentivos baseados no volume negociado e spread.
  • Foco em formação de preço: Objetivo principal é melhorar a formação de preço dos títulos através de maior participação.
  • Impacto em negociações: Espera-se aumento na liquidez e eficiência do mercado de títulos públicos.
  • Oportunidades para traders: Possibilidade de novas estratégias devido às mudanças na dinâmica do mercado.

  • Fomc cortou juros dos EUA em 0,25 p.p., novo intervalo é de 4% a 4,25% a.a.
  • Primeira flexibilização após cinco reuniões sem mudanças; última queda foi em dezembro de 2024.
  • Movimento já era esperado por 94% do mercado, segundo CME FedWatch Tool.
  • Relevante para comparações com decisões de juros do Copom no Brasil, eventos ao vivo às 18:30.
  • Às 15h30, Jerome Powell dará coletiva para detalhar a decisão.

  • Decisão do Fed: O corte de 0,25 ponto já precificado, foco no discurso de Jerome Powell.
  • Desempenho dos índices: Dow Jones sobe, mas S&P 500 e Nasdaq recuam, impactados pelo setor de tecnologia.
  • Mudanças nas commodities e Treasuries: Dólar em leve alta pressiona commodities; juros dos Treasuries curtos sobem, longos caem.
  • Ibovespa em alta histórica: Ibovespa avança 0,94%, perspectivas positivas com a taxa Selic estável e expectativa de cortes futuros.
  • Destaques de ações brasileiras: Avanço de ações cíclicas como Magazine Luiza e Azul, enquanto Embraer e Vale recuam.

  • Confirmação de Câncer: Laudo médico confirma que Jair Bolsonaro foi diagnosticado com carcinoma de células escamosas, uma forma comum de câncer de pele.
  • Estado de Saúde: O câncer é do tipo 'in situ', localizado superficialmente, sem indicativo de disseminação. Bolsonaro recebeu alta após internação devido a sintomas como vômito e tontura.
  • Implicações Legais: Condenado a prisão domiciliar, Bolsonaro deve apresentar atestado médico ao ministro Alexandre de Moraes no STF.
  • Recomendações Médicas: Lesões identificadas já foram removidas e não exigem novos procedimentos imediatos; acompanhamento periódico continuará.
  • Impacto no Mercado: Traders devem observar potenciais impactos políticos e legais desta notícia, especialmente nas próximas declarações do ex-presidente ou do STF.

  • STOXX 600 variação: O índice registrou uma variação negativa de 0,03%, atingindo 550,63 pontos.
  • Nível semanal: Negociado em seu nível mais baixo em uma semana.
  • Decisão do Fed: Incertezas antes da decisão do Fed influenciam negociações.
  • Puma em alta: Ações da Puma registraram aumento significativo.
  • Tensão no Oriente Médio: Situação contribui para segurar ganhos nos mercados europeus.

  • Top Teses Long Favoritas: Equatorial (EQTL3), Sabesp (SBSP3) e Itaú (ITUB4) são as principais escolhas dos gestores, seguidas por Eletrobras (ELET3) e Tenda (TEND3).
  • Teses Fora do Consenso: Gestores destacam Tenda (TEND3), Cosan (CSAN3) e Intelbras (INTB3) como favoritas fora do consenso.
  • Recomendações de Compra: Empiricus recomenda Equatorial, Itaú, Eletrobras, Cosan e Intelbras, entre os destaques do mercado.
  • Impacto Indireto: Investidores que apostam na Equatorial capturam indiretamente a tese em Sabesp (SBSP3).
  • Potenciais Gatilhos de Mercado: As ações recomendadas estão entre as melhores com potencial de alta influenciado pelo cenário atual do Ibovespa.

  • Cade aprova aquisição: A compra da Wickbold pela Bimbo foi aprovada pelo Cade com unanimidade, mas com restrições, exigindo a venda de marcas importantes para mitigar problemas concorrenciais.
  • Venda obrigatória de marcas: A Bimbo deve vender as marcas Tá Pronto (tortilhas e wraps) e Nutrella (pães especiais) para reduzir a concentração de mercado.
  • Acompanhamento de desinvestimentos: Um trustee independente irá acompanhar os desinvestimentos para garantir que os ativos permaneçam competitivos.
  • Impactos de mercado: Cade identifica concentração de mercado significativo, com 60% em pães de forma e 90% em tortilhas no Sudeste.
  • Expansão da Bimbo no Brasil: A aquisição complementa o portfólio da Bimbo no Brasil, reforçando sua atuação no mercado de pães especiais.

  • Condições favoráveis aumentam colheita, mas desafios persistem: Previsões indicam safra recorde no Brasil devido a melhores condições climáticas, mas o Banco do Brasil enfrenta dificuldades no crédito rural.
  • Inadimplência e impacto financeiro no BBAS3: A inadimplência no agronegócio afetou o lucro do Banco do Brasil, com aumento nas cadeias de soja e milho.
  • Evolução da estratégia de crédito do Banco do Brasil: O BB implementou garantias mais rígidas para conter riscos, prevendo inadimplência acima de 4% no terceiro trimestre.
  • Programa de crédito governamental é visto como insuficiente: O recente programa de crédito de R$ 12 bilhões é considerado positivo, mas não suficiente para alterar o cenário do crédito agrícola.
  • Análise de oportunidades e riscos para BBAS3: Apesar dos desafios, analistas veem potencial de longo prazo em BBAS3, mas recomendam vigilância nos indicadores de inadimplência e estratégias defensivas como compra de put options.

  • Federal Reserve aguardado para cortar juros em 0,25 p.p. O mercado espera que o Fed reduza as taxas hoje, sinalizando um início de flexibilização monetária nos EUA.
  • Reunião do Fomc e discurso de Powell serão cruciais. Traders devem monitorar o comunicado do Fed e o discurso de Powell para pistas sobre a trajetória futura da política monetária.
  • Copom deve manter a Selic em 15%. No Brasil, a expectativa é de que a Selic seja mantida inalterada, apesar de uma apreciação do real e revisão de inflação.
  • Expectativa pessimista não elimina cortes de juros futuros. Frasson indica que, apesar de uma postura potencialmente dura do BC hoje, cortes em dezembro ainda são possíveis.
  • Movimentos cambiais podem influenciar política monetária no Brasil. A apreciação do real pode continuar pressionando a inflação para baixo, propiciando um ambiente favorável a cortes de juros.

  • A valorização das ações JHSF3: As ações da JHSF estão entre as maiores altas da bolsa, subindo até 17% e sendo negociadas a R$ 6,51 após fecharem a R$ 5,56 no dia anterior.
  • Acordo de investimento de R$ 4,6 bilhões: A JHSF anunciou um acordo vinculante para estruturar um veículo de investimento no valor de R$ 4,6 bilhões, focado na compra e venda de imóveis nos complexos Cidade Jardim e Boa Vista.
  • Reação positiva do mercado: O anúncio foi bem recebido pelo mercado, destacando o potencial de valorização e geração de valor da empresa, com a continuação dos desenvolvimentos dos empreendimentos.
  • Comentário do Santander: O banco considera o anúncio como positivo, observando que pode desbloquear o preço dos empreendimentos que representam cerca de 120% do valor de mercado da JHSF.
  • Desafios a frente: Apesar das expectativas positivas, o Santander alerta para a incerteza nos gastos necessários para concluir os empreendimentos, com um custo pendente de R$ 1,8 bilhão.

  • ICMS sobre combustíveis subirá em 2026: Estados brasileiros decidiram aumentar o ICMS sobre gasolina, etanol, diesel e gás, pressionando custos para consumidores e empresas.
  • Impacto esperado sobre Petrobras, Prio e Brava: Embora o aumento do ICMS afete diretamente distribuidoras, Petrobras, Prio e Brava podem enfrentar impactos indiretos em margens e consumo.
  • Risco de combinação de preços explosivos: Caso o petróleo suba internacionalmente, o Brasil enfrentará pressão dupla, com altos custos internos por conta do ICMS e externos pelo preço da commodity.
  • Ajuste fiscal estadual: A medida é vista por analistas como um ajuste fiscal estratégico para garantir caixa aos estados, aproveitando-se da queda no preço do petróleo.
  • Monitoramento das ações e distribuidoras: Investidores devem ficar atentos às ações de empresas do setor e ao comportamento das distribuidoras, pois o aumento de impostos pode afetar margens e percepção de risco.

  • Projeção de Rentabilidade: Espera-se que a Azzas (AZZA3) apresente maior rentabilidade no segundo semestre, apesar de um crescimento mais contido.
  • Revisão de Preço-Alvo: O preço-alvo das ações foi revisado de R$ 35 para R$ 41, sugerindo um potencial de valorização de 22% em relação ao fechamento anterior.
  • Crescimento por Segmento: O Vestuário Feminino deve continuar como principal motor de crescimento, enquanto outros segmentos, como o Masculino e Acessórios, podem apresentar crescimento mais moderado.
  • Margens Operacionais: Redução de descontos e sinergias administrativas devem favorecer as margens, com expansão projetada da margem EBITDA de 1,0 p.p. em 2025 e 0,6 p.p. em 2026.
  • Recomendação de Compra: Com múltiplo P/L de 8,5x e um cenário construtivo pós-fusão, mantém-se a recomendação de compra das ações AZZA3.

  • Ruptura de Teto Cambial: O dólar ultrapassou o limite superior da banda cambial móvel na Argentina.
  • Intervenção do Banco Central: A ruptura pode exigir uma intervenção do Banco Central argentino para estabilizar a moeda.
  • Faixa Cambial Flexível: O regime cambial permite que o peso argentino oscile dentro de uma faixa que se amplia diariamente.
  • Impacto do FMI: As medidas fazem parte de um acordo com o Fundo Monetário Internacional para gerenciar a economia do país.
  • Volatilidade no Mercado: A incerteza no câmbio pode aumentar a volatilidade e criar oportunidades ou riscos para traders.

  • Fundos multimercados aumentam exposição em ações brasileiras: 64% das gestoras estão compradas no Brasil, maior alocação desde janeiro.
  • Redução de posições nos EUA: A posição em S&P 500 caiu de 60% em janeiro para 32% em setembro.
  • Expectativa otimista para a economia local: Sentimento positivo de 40% dos gestores em relação à economia do Brasil, maior percentual do ano.
  • Aposta em queda de juros: 72% dos fundos estão aplicados em juros nominais, esperando cortes na taxa Selic.
  • Expectativa de corte na Selic até 2026: Mediana da Selic para o fim de 2026 recuou de 12,60% para 12,25%.

  • Binance negocia com DoJ: A Binance, maior exchange de criptomoedas do mundo, está em negociações com o Departamento de Justiça dos EUA para remover uma medida de um acordo anterior, potencialmente aliviando pressões regulatórias.
  • Suspensão de monitoramento: O DoJ está considerando suspender o monitoramento sobre a Binance, que está vigente até 2026, conforme informações da Bloomberg.
  • Impacto do acordo de 2023: O acordo inicial do DoJ em 2023 focou nas operações globais da Binance, sem impacto direto sobre a Binance.US.
  • Histórico legal da Binance: A empresa enfrentou acusações do DoJ por lavagem de dinheiro e outras violações, levando à condenação do ex-CEO Changpeng Zhao e ao monitoramento imposto.
  • Narrativa de nova fase: Analistas sugerem que a remoção do monitoramento pode indicar que a Binance está entrando em uma nova fase mais favorável para suas operações.

  • Lula viaja aos EUA com comitiva restrita para evitar constrangimentos políticos.
  • Especulações de prisão nos EUA são rumores sem base em acusações formais.
  • STF anulou sentenças da Lava-Jato, permitindo a volta de Lula à política.
  • Cooperação EUA-Brasil na Lava-Jato focou em empresas, não em Lula.
  • Interesse para traders: As narrativas políticas podem influenciar o mercado e a percepção de risco.

  • Impacto imediato nas exportações: As exportações de madeira do Brasil para os EUA caíram entre 35% e 50% em agosto após a imposição de tarifas por Donald Trump.
  • Cortes de emprego significativos: Aproximadamente 4.000 demissões já ocorreram, com previsão de mais 4.500 cortes nos próximos 60 dias caso as tarifas permaneçam.
  • Dependência do mercado dos EUA: Os Estados Unidos absorviam 50% da produção brasileira de madeira, gerando um baque severo nas fábricas e serrarias nacionais.
  • Plano de contingência do governo: Novas medidas incluem financiamentos e adiamento de tributos, mas o setor exige negociação direta com os EUA para reverter a situação.
  • Desafio de realocação e ajustes: Caso as tarifas persistam, as empresas deverão intensificar a busca por novos mercados, ajustar portfólio e considerar hedge cambial.

  • Abates de bovinos no Brasil projetados para superar 40,8 milhões de cabeças em 2025, um aumento de 2,9% em relação a 2024, impulsionados por forte demanda de exportações.
  • Setor direciona mais fêmeas para abate, o que pode levar a uma oferta reduzida de animais nos anos seguintes.
  • Queda prevista nos abates para 2026, com projeção de 37,1 milhões de cabeças, uma diminuição de mais de 9% comparado a 2025.
  • Exportações de carne bovina projetadas para aumentar 7,7% em 2025, representando 37,1% da produção, enquanto o consumo interno poderá cair.
  • A parcela da produção destinada à exportação em 2026 deverá ser de 39,3%, destacando a tendência de crescimento das exportações brasileiras de carne bovina.

  • Senado aprova venda de medicamentos em supermercados: Inclui medicamentos controlados em ambientes exclusivos com farmacêutico presente.
  • Impacto em redes listadas na B3: Farmácias podem ser pressionadas enquanto supermercados ganham espaço no mercado de saúde.
  • Câmara dos Deputados analisará a proposta: A aprovação pode redefinir a concorrência no varejo de saúde, gerando riscos e oportunidades para investidores.
  • Mercado de saúde pode ser remodelado: Supermercados tendem a explorar o novo vetor de receita, pressionando margens de farmácias como Raia Drogasil (RADL3) e Pague Menos (PGMN3).
  • Volatilidade no setor esperada: A mudança pode trazer pressão imediata sobre farmácias, mas abrir novas oportunidades para grupos que se adaptarem rapidamente.

  • A Falácia da Narrativa: O texto explora como a falácia da narrativa pode ser utilizada para justificar movimentos de mercado contraditórios, como exemplificado pela captura de Saddam Hussein em 2003.
  • Relevância Metodológica: Discutem-se as implicações da dialética como método interpretativo para entender movimentos de mercado que parecem contraditórios.
  • VALE3 e a Economia Chinesa: É apresentada uma análise de VALE3 baseada em cenários opostos da economia chinesa, destacando a complexidade de previsões de mercado.
  • Reflexividade e Contradição: O mercado demanda uma abordagem que permita reflexividade e contradições para criar uma síntese ao longo do tempo.
  • Recomendações para Traders: A necessidade de estratégias de investimento que reconheçam a complexidade e a fluidez dos movimentos do mercado é enfatizada.

  • JHSF cria veículo de investimento de R$ 4,6 bilhões e ações JHSF3 disparam mais de 10% na B3.
  • Venda de estoques e terrenos nos principais empreendimentos, como Cidade Jardim e Boa Vista, impulsiona expectativa de valor.
  • Projeção do Santander: Anúncio é positivo, mas recomendação se mantém neutra com preço-alvo de R$ 4,20, indicando possível desvalorização.
  • Despesas de R$ 1,8 bilhão ainda necessárias para conclusão dos projetos, segundo balanço do segundo trimestre.
  • A operação depende de aprovações e permitirá à JHSF manter controle de execução e qualidade, com possibilidade de cooperação com investidores.

  • Banco do Brasil (BBAS3) assume a liderança como a ação mais líquida da B3, com volume financeiro médio diário de R$ 799 milhões, superando Petrobras e Vale.
  • Volume financeiro da Vale é reduzido em 47,1%, caindo para a terceira posição no ranking, enquanto Petrobras mantém a vice-liderança com queda de 35,6%.
  • BRF (BRFS3) surpreende ao saltar da 28ª para a 5ª posição em liquidez após a fusão com Marfrig, alcançando R$ 507 milhões de volume médio diário.
  • Bancos privados, como Itaú Unibanco (+23,11%) e Bradesco (+20,71%), lideram em valorização de 12 meses, superando Banco do Brasil que caiu 17,84%.
  • Movimentos estratégicos, como a fusão BRF-Marfrig, e pressões macroeconômicas influenciam reconfigurações no mercado, onde liquidez e rentabilidade não são necessariamente correlacionadas.

  • PEC da Blindagem aprovada: Câmara dos Deputados aprova PEC que restringe investigações contra parlamentares, fortalecendo centrão e partidos aliados.
  • Governo se distancia: Ministra Gleisi Hoffmann reforça que a PEC não é pauta do governo, focando em IR e tarifa social como prioridades.
  • Votação marcada por dissidências: Apoio maciço do PL e centrão; PT teve 12 parlamentares votando a favor, apesar de orientação contrária.
  • Mudanças com a PEC: Altera Constituição para impedir prisões monocráticas e amplia foro privilegiado, o que gera críticas sobre impunidade.
  • Senado e STF no radar: PEC segue para o Senado e enfrenta possíveis questionamentos no STF; bolsonarismo articula pauta explosiva com questões da anistia.

  • BTG Pactual e S&P elevam perspectivas para Vale: Banco revisou preço-alvo e S&P subiu rating de "BBB-" para "BBB" devido a melhoras na gestão de riscos.
  • Avaliação de governança agora neutra: S&P destacou melhorias na supervisão, removendo última barragem de alto risco.
  • Destaque para estrutura financeira sólida: Vale manteve alavancagem controlada e balanço forte, ajustando planos de investimento e remuneração ao mercado.
  • Perspectiva estável da S&P: Mineradora deve manter dívida sobre Ebitda abaixo de 2 vezes, focando em ativos de alta qualidade.
  • Potencial risco de rebaixamento: Poderia ocorrer se a dívida sobre Ebitda se aproximar de 3 vezes devido a condições de mercado ou altos investimentos.

  • STJ nega recurso da Petrobras: A Quarta Turma do STJ negou o recurso da Petrobras em disputa contra a OceanPact, impactando diretamente o ambiente jurídico da empresa.
  • Decisão virtual: A decisão foi realizada em sessão virtual, ressaltando a importância de acompanhar reuniões jurídicas futuras que possam afetar o mercado.
  • Ação judicial pendente: Ainda aguarda-se o acórdão da decisão, o que significa potenciais desdobramentos legais e de mercado podem ocorrer quando publicada.
  • Impacto potencial no mercado: Traders devem observar possíveis repercussões dessa decisão para a OceanPact, como valorizações de ações ou alterações de rating.
  • Oportunidade de negociação: Com a decisão judicial desfavorável à Petrobras, as ações da OceanPact podem experimentar um movimento de alta; traders devem monitorar de perto.

  • Otimismo crescente com o Ibovespa: 66% dos gestores estão bullish, comparado a 44% em agosto, refletindo expectativas de cortes nos juros.
  • Cortes de juros impulsionam o mercado: Fed nos EUA pode iniciar cortes em setembro, enquanto no Brasil são esperados a partir de 2026.
  • Mudança no foco global: 86% dos gestores estão atentos às decisões do Federal Reserve, enquanto as tarifas de Trump perderam a relevância.
  • Projeções otimistas para o Ibovespa: 59% veem o índice entre 140 e 150 mil pontos até 2025; 23% acreditam que pode superar 150 mil pontos.
  • Enfoque em setores defensivos: Utilities são prioridade, seguidas de bancos e real estate; preferências incluem EQTL3, SBSP3 e ITUB4.

  • Plano de Reestruturação: A Azul apresentou um plano de reestruturação em Nova York, focado na reorganização financeira da companhia.
  • Data Chave: A audiência de confirmação do plano está marcada para 11 de dezembro, um ponto crucial para acompanhar possíveis desdobramentos.
  • Expectativas de Liquidez: Caso o cronograma se confirme, a Azul promete entrar em 2024 com sobra de caixa, melhorando seu perfil financeiro.
  • Implicações para Ações: O sucesso do plano pode impactar positivamente as ações da Azul, tornando-se um ponto de atenção para investidores e traders.
  • Risco Potencial: Qualquer atraso no processo pode gerar volatilidade, e traders devem monitorar os desenvolvimentos de perto.
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