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  • The Pitt supera concorrência e leva Melhor Série de Drama. Conferir possíveis impactos nas ações da Warner Bros. Discovery (HBO Max).
  • Apple TV+ se destaca em várias categorias, mas perde prêmios importantes. Monitorar impacto nas ações da Apple.
  • Adolescência (Netflix) conquista seis prêmios, incluindo Melhor Minissérie. Avaliar desempenho da Netflix em mercados internacionais.
  • O Estúdio faz história com 13 troféus. Investidores devem observar parcerias consolidadas da Apple TV+.
  • Decisão do Copom sobre juros será anunciada nesta quarta-feira (17). Traders precisam se preparar para volatilidade associada à Selic.

  • Privatização da Sabesp: A Sabesp passou por uma privatização recente, impactando suas operações e potencialmente seu valor de mercado.
  • Primeira Revisão Tarifária: A empresa está passando por sua primeira revisão tarifária pós-privatização, o que pode afetar suas receitas futuras.
  • Relatório de Avaliação de Ativos: A Sabesp enviou um relatório de avaliação de ativos para a ARSESP para validação.
  • Data de Validação: A ARSESP deve validar o relatório até 30 de setembro, uma data-chave para monitoramento.
  • Impacto para Traders: A revisão tarifária e a validação da ARSESP podem influenciar o preço das ações (ticker: SBSP3), tornando necessário monitorar essas atualizações.

  • Venda significativa: Embraer (EMBR3) anunciou a venda de 100 aeronaves E195-E2 para a Avelo, com potencial de receita de US$ 4,4 bilhões.
  • Mercado americano: Este pedido marca a entrada do modelo E195-E2 na aviação comercial dos EUA, sendo o primeiro pedido de uma companhia norte-americana.
  • Reação das ações: As ações da Embraer caíram mais de 5% após o anúncio da venda, apesar da expectativa inicial positiva de valorização.
  • Motivos para a queda: Possíveis fatores incluem realização de lucros, preocupações com a capacidade financeira da Avelo e dúvidas sobre precificação devido a possíveis descontos.
  • Recomendação de compra: BTG Pactual mantém a Embraer como top pick, destacando o desconto atual das ações e um preço-alvo de R$ 104, potencializando um ganho de até 32,3%.

  • Ibovespa inicia a semana em alta: O índice registrou avanço de 0,45% aos 142.910,24 pontos, com expectativa para decisões de política monetária no Brasil e EUA.
  • Dólar em queda: A moeda norte-americana operava em baixa de 0,50%, a R$ 5,3278.
  • Recomendações de Day Trade: Ágora sugere compra de Sabesp (SBSP3) e venda de Itaú (ITUB4) para operações do dia.
  • Expectativas para a política monetária: Super Quarta do Brasil e EUA no radar, com possíveis movimentos nos juros afetando mercados.
  • Destaques corporativos e dividendos: Empresas como Petrobras, Marfrig e BRF estão no foco, com pagamentos de dividendos na semana atual.

  • Ibovespa abre em alta: O índice tenta novamente alcançar a marca de 143 mil pontos, sinalizando otimismo no mercado.
  • Índices futuros dos EUA em leve alta: O movimento sugere uma expectativa positiva para a abertura do mercado americano, importante para quem faz trading global.
  • Foco no Federal Reserve: Traders estão atentos a possíveis declarações ou atitudes do Fed que possam impactar os mercados.
  • Momentum de recuperação: A alta do Ibovespa é uma tentativa de recuperação após possíveis perdas anteriores, sendo crucial monitorar se essa tendência se mantém durante o dia.
  • Influência externa no mercado local: Mudanças nos índices globais afetam diretamente o desempenho do Ibovespa, uma correlação importante para estratégias de trading.

  • Ibovespa Futuro: O contrato WINV25 encerrou o último pregão com queda de 0,44% aos 144.165 pontos, apesar de uma leve desvalorização semanal de 0,34%.
  • Análise Técnica: BTG Pactual indica fluxo comprador de curto prazo; resistência crucial em 144.300 pontos, podendo abrir caminho para 145.700 e 147.700 pontos.
  • Dólar Futuro: WDOV25 caiu 0,81% na última semana para 5.370,50 pontos, rompendo o suporte de 5.400 pontos; novos suportes em 5.335 e 5.300 pontos.
  • Ações da Vale e Dados BTG: Recomendação neutra para VALE3 com preço-alvo de R$ 65,00, esperando dividendos extraordinários; Localiza (RENT3) tem recomendação de compra e preço-alvo de R$ 53,00.
  • Portfólio de Swing Trade: Sem novas recomendações, foco em 13 posições abertas existentes; destaque para compras de BBAS3 a R$22,22 e VALE3 a R$57,00.

  • Venda da Avon na América Central: Natura (NATU3) anuncia acordo vinculante para vender operações da Avon na Guatemala, Nicarágua, Panamá, Honduras, El Salvador e República Dominicana para o Grupo PDC.
  • Valor da Transação: Operação será realizada por US$ 1,00, com adição de US$ 22 milhões em recebíveis da Avon Guatemala à Natura no México.
  • Continuidade na Região: Natura continuará fornecendo produtos para a Avon CARD e manterá a licenciamento da marca Avon na região.
  • Prazo para Conclusão: Espera-se que a reorganização societária e o fechamento do negócio ocorram até 30 de outubro de 2025, possivelmente antes.
  • Dificuldades da Avon Internacional: CEO da Natura mencionou desafios contínuos com a Avon, que queimou cerca de R$ 1 bilhão no primeiro semestre de 2025.

  • Dólar à vista fechou em baixa de 0,69%, cotado a R$5,3537, refletindo a tendência de enfraquecimento da moeda.
  • Decisões de juros no Brasil e EUA influenciam diretamente o câmbio e devem ser monitoradas pelos traders.
  • Expectativa do mercado é de continuidade nas tendências atuais até os anúncios das decisões monetárias.
  • Investidores devem observar indicadores econômicos que possam impactar as decisões de política monetária.
  • Monitoramento constante das flutuações cambiais pode gerar oportunidades de arbitragem e estratégia de curto prazo.

  • Oferta Pública em Avaliação: A Pague Menos está considerando uma oferta pública de ações de R$ 250 milhões, incluindo emissões primárias e secundárias.
  • Investidores Profissionais: Se realizada, a oferta se destinará exclusivamente a investidores profissionais, com colocação no exterior.
  • Consultores Engajados: A empresa contratou Itaú BBA, BTG Pactual, Bradesco BBI e XP Investimentos para assessoria financeira.
  • Direito de Prioridade: Acionistas terão direito de prioridade na subscrição das ações da oferta primária, sujeito à nova comunicação.
  • Descontinuação do Guidance: Pague Menos descontinua divulgação de projeções financeiras devido à avaliação da oferta.

  • IFR em Euforia: Análise técnica indica que um dos papéis está em estado de euforia, sugerindo atenção para possível reversão.
  • Oportunidade de Entrada: Outro papel sinaliza potencial de entrada, segundo o indicador de força relativa.
  • Análise Comparativa: Artigo compara momentos distintos das ações Minerva (BEEF3) e Brava (BRAV3).
  • Tendência do Mercado: Traders devem observar divergências em desempenho para ajustes de portfólio.
  • Links Úteis: Para detalhes completos, veja o artigo completo no site da InfoMoney.

  • Crescimento nas Vendas: A CVC (CVCB3) registrou um aumento de 95% nas vendas para o Caribe em agosto, impulsionado pela valorização do real e novos destinos.
  • Demanda Jovem: Jovens de 18 a 25 anos lideram a demanda, utilizando principalmente canais digitais para comprar pacotes de viagem.
  • Margens Superiores: Pacotes para o Caribe oferecem margens maiores e garantem melhor fidelização de clientes comparado aos destinos nacionais.
  • Destinos Promissores: República Dominicana liderou com aumento de 56% nas vendas, enquanto México apresentou avanço de 27%.
  • Vantagem Competitiva: Menor concorrência e barreiras de entrada garantem uma posição estratégica para a CVC no mercado caribenho.

  • Avaliação de Oferta: Pague Menos (PGMN3) está considerando uma oferta subsequente de ações, incluindo distribuição primária e secundária.
  • Mercado Alvo: A oferta visa investidores interessados em expandir sua participação no setor de farmácias.
  • Impacto nas Ações: Possível diluição das ações existentes poderá ocorrer se a oferta for executada.
  • Data a Confirmar: Ainda não há data definida para a potencial oferta de ações.
  • Monitoramento Necessário: Traders devem acompanhar updates da empresa para ajustar suas estratégias de investimento.

  • Elon Musk adquire 2,5 milhões de ações da Tesla: A compra foi realizada na sexta-feira (12) por aproximadamente US$ 1 bilhão.
  • Tesla observa aumento significativo nas ações: No pré-mercado de Nova York, as ações subiram 8,1% às 8h46 (de Brasília).
  • Ações da Tesla apresentam ganhos anuais robustos: Encerraram a semana passada com um aumento de 72% nos últimos doze meses.
  • Plano de remuneração significativo para Musk: Tesla planeja solicitar aos acionistas aprovação de um pacote de US$ 1 trilhão para manter Musk focado na empresa.
  • Oportunidade de negociação em ações da Tesla: A compra por Musk e o futuro pacote de remuneração podem influenciar o sentimento de mercado.

  • Recomendação de Compra: Sabesp (SBSP3) é indicada pela Ágora Investimentos para day trade.
  • Preço de Entrada: Ações da Sabesp podem ser compradas a R$ 125,73.
  • Meta de Preço: Alvo definido em R$ 127,55, representando um potencial de ganho de 1,45%.
  • Stop Loss: Ponto de stop sugerido é R$ 124,81, um recuo de -0,73%.
  • Recomendação de Venda: Itaú (ITUB4) é indicado para venda com retorno potencial de 1,45% e stop em R$ 37,58.

  • Dólar em baixa: Abertura em queda de 0,22%, cotado a R$ 5,337, após dados do IBC-Br abaixo do esperado.
  • IBC-Br decepciona: Queda de 0,53% em julho, diante das expectativas de -0,30%, reforçando cenário de possível afrouxamento monetário em 2025.
  • Super Quarta: Expectativas em torno de decisões de política monetária no Brasil (Selic mantida em 15%) e nos EUA (corte de 0,25 p.p. pelo Fed).
  • Cenário político nos EUA: Potencial revide após condenação de Bolsonaro, com riscos de sanções que poderiam afetar exportações brasileiras e bancos.
  • Implicações para o comércio: Aprovação da anistia para Bolsonaro é incerta; preocupa investidores sobre possível impacto nas relações Brasil-EUA.

  • Natura (NATU3) firma acordo vinculante com Grupo PDC para vender negócios da Avon na América Central e República Dominicana, denominados "Avon CARD".
  • Valor nominal da venda fixado em US$ 1,00, com adição de US$ 22 milhões referentes a um recebível no México.
  • Natura continuará fornecendo produtos à Avon CARD e atuará como licenciadora da marca na região.
  • Conclusão da transação depende de reorganização societária e é prevista para até 30 de outubro de 2025, com possível antecipação.
  • CEO da Natura aponta dificuldades com a marca Avon até 2025, com reposicionamento da marca previsto para influenciar apenas em 2026.

  • Déficit Crescente: O Brasil entrou em um "déficit gêmeo", com rombos simultâneos nas contas fiscais (7,12% do PIB) e externas (déficit de 3,5% do PIB).
  • Juros Elevados: A taxa Selic a 15% impulsiona o custo da dívida, consumindo quase R$ 1 trilhão, e limitando capacidade de corte nos juros.
  • Dívida em Alta: Dívida bruta chega a 77,5% do PIB, aumentando vulnerabilidade fiscal e mantendo pressão sobre a política monetária.
  • Contas Externas Fragilizadas: Déficit em transações correntes aumentou, influenciado por balança comercial fraca e remessas ao exterior.
  • Riscos Políticos: Possível aumento de gastos antes das eleições de 2026 eleva preocupações sobre desequilíbrios fiscais e perda de credibilidade.

  • Expectativa de Corte de Juros pelo Fed: Mercados globais em alta aguardam o anúncio de um possível corte de juros pelo Federal Reserve nesta quarta-feira.
  • Europa e EUA em Alta: Bolsas europeias e futuros de Nova York apresentam ganhos, com destaque para ações do setor financeiro.
  • Mercado Asiático Misto: Encerramento divergente nos pregões asiáticos devido à desaceleração econômica da China.
  • Movimentações em Commodities: Queda nos rendimentos dos Treasuries, alta do petróleo e recuo nos futuros do minério de ferro em Dalian por incertezas da demanda chinesa.
  • Foco no Brasil: Olhares voltados para o IBC-Br de julho e decisão do Copom, com expectativa de manutenção da Selic em 15% e sem direção definida nos ADRs brasileiros.

  • NATU3 anuncia a venda dos negócios da Avon na América Central: A Natura fez um acordo para alienar esses ativos.
  • Valor do acordo: A transação inclui um valor nominal de US$ 1 e um pagamento adicional de US$ 22 milhões.
  • Implicações para o fluxo de caixa: Este movimento pode melhorar o fluxo de caixa da Natura e trazer foco para sua operação principal.
  • Impacto potencial nas ações: Traders devem monitorar a reação do mercado às possíveis reorganizações de portfólio e seus efeitos nas ações da NATU3.
  • Estratégia de foco geográfico: A venda destaca uma estratégia de concentração em mercados mais estratégicos e rentáveis.

  • Dólar à vista fechou em baixa de 0,69%, cotado a R$5,3537 na sexta-feira, sinalizando uma desvalorização recente.
  • Movimento de baixa no dólar ocorre com foco nas decisões de políticas monetárias no Brasil e nos Estados Unidos.
  • Decisões de juros podem influenciar a volatilidade cambial, criando oportunidades para operações de curto prazo.
  • Atenção às expectativas de mercado sobre os próximos movimentos dos bancos centrais.
  • Abertura do dólar em baixa sugere um sentimento de cautela entre investidores, impactando negociações de moeda.

  • Tendência de Reestruturação: As três maiores companhias aéreas do Brasil, Latam, Gol (GOLL54) e Azul (AZUL4), passaram por processos de recuperação judicial (Chapter 11 nos EUA) nos últimos anos, indicando um setor em crise.
  • Desafios Macroeconômicos e Microeconômicos: O setor aéreo enfrenta desafios significativos devido aos custos dolarizados, tarifas elevadas e volatilidade do câmbio e petróleo, tornando-se difícil fechar as contas no Brasil.
  • Demandas por Política Governamental: Especialistas sugerem a necessidade de subsídios governamentais ou políticas diferenciadas para aliviar os custos operacionais elevados, principalmente com combustíveis, que representam uma significativa parte dos gastos.
  • Possíveis Fusões e Aquisições: A fusão entre Gol e Azul é vista como uma estratégia potencial para garantir a sobrevivência no setor, mas enfrenta barreiras regulatórias, além de ser descrita como um "casamento de esfarrapados".
  • Risco para Investidores: Analistas recomendam cautela ao investir em ações de companhias aéreas no atual cenário devido à alta volatilidade e incerteza, com o setor apresentando um histórico de baixo desempenho globalmente.

  • Queda no IBC-Br: O IBC-Br registrou uma queda de 0,5% em julho, abaixo das expectativas do mercado de -0,20%.
  • Prévia do PIB: A prévia do PIB registrou um aumento de 2,9% no ano e 3,5% no acumulado de 12 meses.
  • Setores em queda: Indústria caiu 1,1%, agropecuária recuou 0,8%, enquanto impostos e serviços tiveram baixas de 0,7% e 0,2%, respectivamente.
  • Tendência de enfraquecimento: Expectativa de continuidade na perda de força da atividade econômica devido ao aperto monetário do Banco Central.
  • Selic em alta: Taxa Selic está a 15% ao ano e deve permanecer nesse patamar por um período prolongado.

  • Ibovespa Futuro em alta: O índice inicia a semana com valorização, refletindo otimismo no mercado interno.
  • Foco no Fed: Expectativas estão concentradas na decisão do Federal Reserve, prevendo um corte de 0,25 ponto percentual na taxa de juros.
  • Atenção ao Copom: Traders aguardam indicações do Comitê de Política Monetária do Brasil sobre futuras movimentações econômicas.
  • 100% precificação: Os mercados já precificaram totalmente a possível redução dos juros nos EUA, influenciando estratégias de investimento.
  • Impacto nos ativos: Decisões de política monetária nos EUA e no Brasil devem afetar diretamente o comportamento de ações e câmbio.

  • Atenção total na quarta-feira (17): O Federal Reserve deve anunciar um corte de 25 pontos-base. O foco estará nas sinalizações futuras de política monetária e na declaração de Jerome Powell.
  • Cenário global de decisões monetárias: Além do Fed, Banco da Inglaterra, Banco do Japão, Banco do Canadá e Banco Central do Brasil também anunciarão suas decisões esta semana.
  • Mercados globais e reações: Nasdaq renovando recordes, impulsionado por expectativas de cortes de juros que favorecem o setor de tecnologia. Otimismo cauteloso em outras bolsas globais.
  • Preocupação com a economia chinesa: Dados fracos de atividade aumentam pressão por estímulos, enquanto tensões comerciais e pressão deflacionária continuam elevadas.
  • Ouro em níveis históricos: Aumento de 5% no mês, atingindo US$ 3.640 por onça, destaca o metal precioso como porto seguro em meio à incerteza econômica global.

  • Petrobras (PETR4) adquire participação de 27,5%: Petrobras concluiu aquisição no bloco 4 em São Tomé e Príncipe, reforçando sua presença na África e diversificando seu portfólio.
  • Datas importantes para dividendos e JCP de Marfrig (MRFG3) e BRF (BRFS3): Investidores devem estar atentos à 'data com' na quinta-feira (18) para assegurar proventos significativos.
  • Mudança "ex-dividendos/JCP" para Marfrig e BRF: As ações passarão a ser negociadas sem direito aos proventos a partir de 19 de setembro.
  • Ânima Educação (ANIM3) finaliza aquisição da UniFG: A compra de 45% adicionais amplia presença da Ânima no setor de medicina.
  • Potencial mudança estratégica do UBS: O banco estuda mudar-se para os EUA em resposta a novas regras suíças, possivelmente adquirindo um banco norte-americano.

  • Bitcoin (BTC) em baixa: Negociado a cerca de US$ 115 mil, o BTC iniciou a segunda-feira com queda, refletindo no mercado global de criptomoedas.
  • Decisão de juros nos EUA: Espera-se o primeiro corte de juros pelo Fomc nesta quarta-feira, potencialmente estimulando ativos de risco.
  • Mercados globais: Bolsas asiáticas encerram sem direção única, enquanto Europa mostra alta e futuros de Wall Street operam positivamente.
  • Super Quarta no Brasil: Decisões de juros simultâneas no Brasil e nos EUA, com menor impacto esperado no cenário brasileiro.
  • Discurso de Jerome Powell: Presidente do Fed falará após a decisão de juros, crucial para indicar possíveis futuros cortes nas taxas.

  • Inflação de 2025: Projeção para o IPCA reduziu de 4,85% para 4,83%, indicando leve alívio no cenário inflacionário.
  • Câmbio para 2025: Expectativa caiu de R$ 5,55 para R$ 5,50, indicando menor pressão cambial.
  • Taxa Selic de 2025: Mantida em 15% pela 12ª semana consecutiva, influenciando decisões de investimento e financiamento.
  • PIB: Estimativa para 2026 foi reduzida para 1,80%, sugerindo cautela nos prognósticos de crescimento econômico.
  • Selic para 2026: Projeção revisada para baixo de 12,50% para 12,38%, o que pode favorecer o ambiente de negócios no médio prazo.

  • Ânima Educação (ANIM3) exerce opção de compra de 45% do CESG por R$ 88,9 milhões, via subsidiária Inspirali, agora detendo 100% do UniFG.
  • Estrutura de pagamento inclui R$ 6,7 milhões em dinheiro e R$ 82,2 milhões em obrigações assumidas, sem impacto em caixa.
  • Dividendos de R$ 23,5 milhões serão pagos aos vendedores relativos a lucros retidos em 2024 e 2025.
  • Possibilidade de ganho adicional de R$ 500 mil por vaga de medicina autorizada até 2026, dentro de parâmetros específicos.
  • UniFG possui 3,8 mil alunos, com 50 vagas autorizadas para cursos de medicina em cada campus na Bahia, estratégico para potencial de crescimento na área de saúde.

  • IBC-Br projeta alta de 0,7% em julho: Indicador do Banco Central, IBC-Br deve sinalizar expansão após quedas, com divulgação na segunda-feira (15/10).
  • Desemprego esperado em queda: Pnad Contínua indica nova redução no desemprego para 5,6% em julho, com divulgação na terça-feira (16/10).
  • Copom mantém Selic em 15%: Expectativa de estabilidade na taxa Selic com possível sinalização de corte em dezembro; decisão na quarta-feira (17/10).
  • Fed inicia cortes de juros: O Federal Reserve deve reduzir taxa em 25 pontos-base com risco inflacionário ainda presente, decisão na quarta-feira (17/10).
  • Decisões monetárias globais: Reino Unido, Japão e China revelam suas políticas esta semana, afetando potencialmente moedas como o real.

  • Foco no IBC-Br e Boletim Focus: Traders devem atentar para o Índice de Atividade Econômica do Banco Central de julho, sinalizando possível terceira queda consecutiva, e para o Boletim Focus atualizado.
  • Impacto nas Decisões de Juros: Expectativas na "Super Quarta" com decisões de juros do Copom e do Fed. No cenário internacional, atenção para decisões do Canadá, África do Sul, Japão, e China ao longo da semana.
  • Movimentos de Commodities: Petróleo avança após tensão geopolítica, enquanto minério de ferro recua. Essas dinâmicas podem influenciar empresas como Vale e Petrobras nos mercados.
  • Sentimento Global Positivo: Bolsas internacionais em alta, estimuladas por expectativas de cortes na taxa de juros pelo Fed e negociações tarifárias entre EUA e China iniciadas em Madri.
  • Potenciais Riscos com STF e China: Decisões do STF em relação a Bolsonaro podem refletir nas relações comerciais com os EUA, enquanto a desaceleração econômica da China pesa nas projeções.

  • IPCA Projeção Reduzida: Estimativa para o IPCA em 2025 foi reduzida de 4,85% para 4,83%.
  • Boletim Focus: Analistas continuam revisando para baixo as projeções de inflação, indicando um cenário mais otimista.
  • Impacto no Mercado: A redução da projeção de inflação pode influenciar as expectativas dos investidores e traders sobre política monetária.
  • Banco Central: Monitoramento contínuo dos indicadores econômicos é essencial para ajustar as estratégias de investimento.
  • Oportunidade de Trading: As revisões no Boletim Focus podem apresentar oportunidades estratégicas para posicionamento no mercado de taxas de juros e câmbio.

  • Inflação para 2025: Projeção revisada de 4,85% para 4,83%, enquanto 2027 cai de 3,93% para 3,90%.
  • Selic para 2024: Previsão ajustada de 12,50% para 12,38%, com estabilidade em 15% para 2025.
  • PIB em 2026: Revisão para baixo, de 1,85% para 1,80%, enquanto 2027 aumenta para 1,90%.
  • Câmbio em 2023: Expectativa reduzida de R$ 5,55 para R$ 5,50; 2028 ajustada de R$ 5,56 para R$ 5,54.
  • Estabilidade nas previsões: Inflação para 2026 e 2028 permanece inalterada, enquanto Selic para 2027 e 2028 mantém-se estável.

  • Decisão de Juros do Copom: Prevista para quarta-feira (17). Traders devem observar possíveis mudanças na condução da política monetária.
  • IPCA 2025: Previsão caiu de 4,85% para 4,83%; ainda acima do teto da meta de 4,50%.
  • Selic para 2025: Mediana do Focus permanece em 15% pela 12ª semana consecutiva. Importante para estratégias de longo prazo.
  • Selic para 2026: Projeção caiu de 12,50% para 12,38%, mas discussão entre estimativas recentes sugere alta.
  • Previsão de Inflação: Foco na meta de 3% ao ano, com tolerância de 1,5 p.p., relevante para entender o rumo das políticas do BC.

  • Tensão EUA-China: A China acusa os EUA de "intimidação unilateral" por pedir tarifas sobre suas importações de petróleo russo, exacerbando tensões comerciais.
  • Negociações em Madri: Autoridades dos EUA e China se reúnem na Espanha para discutir tarifas e desinvestimento do TikTok, sem avanços claros.
  • Investigação sobre Nvidia: Regulador chinês alega que Nvidia violou a lei anti monopólio, potencialmente impactando ações de tecnologia.
  • Trégua tarifária frágil: Apesar de uma trégua, os laços comerciais se deterioram com questões de exportação de tecnologia e apoio chinês à Rússia.
  • Chamada ao diálogo: Ministério chinês pede que EUA busquem resolver diferenças com "próximo igualitário", sinalizando possível abertura para negociações.

  • Ações da Braskem (BRKM5): Após pico durante a pandemia, ações lutam para manter suporte nos R$ 9.
  • Setor Petroquímico: Superciclo de baixa impacta a Braskem, agravado por crise ambiental e problemas financeiros.
  • Mercado Global: Investidores aguardam retaliações de Trump e a 'Super Quarta' com decisões de política monetária em várias economias.
  • Federal Reserve: Expectativas de ciclo de corte de juros impulsionam as bolsas europeias e futuros de Nova York.
  • Dados Econômicos: Início da semana no Brasil com divulgação do IBC-Br de julho, apontando para a economia nacional.

  • Ibovespa testa resistência: O índice está testando a resistência de 144 mil pontos, um nível crucial para definir a tendência futura.
  • Bolsas em NY em alta: As bolsas de Nova York operam em alta, influenciando positivamente o cenário do mercado local.
  • Dólar estável: A moeda norte-americana segue estável, sem grandes flutuações, impactando o mercado de câmbio brasileiro.
  • Momento de consolidação: O Ibovespa tenta consolidar a valorização recente, buscando confirmar uma tendência de alta.
  • Oportunidades de trade: Traders devem observar a quebra da resistência do Ibovespa e a estabilidade do dólar para decisões de investimento estratégicas.

  • Minidólar WDOV25 renova mínima: Expectativas de queda nos contratos futuros devido à incerteza sobre decisões de política monetária.
  • Traders atentos ao Federal Reserve: Decisão do Fed na semana influencia movimentos do dólar e ativos associados.
  • Copom no radar: Expectativa de decisão do Copom esta semana, impactando mercado de câmbio e juros no Brasil.
  • Análise técnica destacada: Ponto de suporte e resistência para o minidólar são cruciais para estratégias de trading de curto prazo.
  • Volatilidade esperada: Mudanças políticas podem aumentar a volatilidade nos mercados, demandando atenção redobrada dos traders.

  • WINV25 oscila com cautela: Mini-índice reflete incertezas políticas e possíveis movimentações do Fed.
  • Impacto do risco político: Traders devem monitorar eventos políticos que possam influenciar o mercado.
  • Atenção ao Fed: Expectativas sobre decisões do Fed podem trazer volatilidade ao mini-índice.
  • Análise técnica em foco: Indicadores técnicos estão sendo usados para determinar pontos de entrada e saída.
  • Possíveis estratégias de trading: Considere estratégias de proteção e ajuste baseadas em volatilidade esperada.

  • Data Relevante: Atualização referente ao dia 15/09 sobre pontos técnicos de suporte e resistência no mercado.
  • Ativo Focado: Informações diretas sobre o Ibovespa, mini-índice e minidólar.
  • Sinais Técnicos: Suporte e resistência são os indicadores em foco, fundamentais para decisões de compra e venda.
  • Aplicação Prática: Traders devem ajustar suas estratégias de day trade considerando essas informações críticas.
  • Fonte de Confiança: Dados disponibilizados pela InfoMoney, um ponto de referência no mercado financeiro.

  • Arena Trader XP destacou-se com 42 trades de 1.000 pontos no ano, mostrando eficiência nas operações.
  • Liderança de Alex Carvalho e Mauro Botto, valorizando técnica, seriedade e consistência no day trade.
  • Audiência: A média diária de traders ao vivo na sala é de 1.700, indicando alta popularidade e confiança.
  • Fórmula do Sucesso: Estratégias consistentes e bem planejadas são chave para o desempenho positivo.
  • Oportunidade de Aprendizado: Traders podem obter insights valiosos participando das sessões ao vivo.
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