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Mostrando 17441 a 17480 de 20256 notícias

  • Desempenho dos Mercados: Nasdaq atinge máxima histórica, enquanto S&P 500 e Dow Jones registram realização de lucros.
  • Expectativa de Corte de Juros nos EUA: Dados fracos de confiança do consumidor e sinais de estagflação aumentam possibilidade de corte de 0,25 ppt pelo Federal Reserve.
  • Petróleo e Moedas: Petróleo avança com sanções à Rússia; dólar se fortalece ante principais moedas.
  • Ibovespa em Queda: Ibovespa recua 0,61%, impactado por medo de sanções e dados fracos de serviços; minério de ferro avança levemente na Ásia.
  • Câmbio e Juros Futuros: Dólar cai 0,71% ante o real; expectativa de corte de juros nos EUA beneficia câmbio, enquanto juros futuros mantêm estabilidade.

  • Simplificação do negócio: BB Investimentos acredita que a simplificação das operações da Raízen impulsionará a valorização das ações e justifica o novo preço-alvo.
  • Endividamento elevado: Raízen enfrenta dificuldades devido a um endividamento ampliado, que saltou para R$ 49,2 bilhões no 1T26 fiscal, impactando seus resultados financeiros.
  • Venda de ativos: A companhia está focada em desinvestimentos, gerando cerca de R$ 5,1 bilhões ao caixa no último ano como estratégia para reduzir dívidas.
  • Possível capitalização: Entrada de novos sócios é considerada uma estratégia para reestruturar a empresa e retomar o crescimento, mas causa incerteza sobre diluição para acionistas minoritários.
  • Novo preço-alvo: BB Investimentos estabeleceu um preço-alvo de R$ 2,30 para as ações da Raízen (RAIZ4) até o final de 2026, com potencial de alta de 79,7%, mas recomenda cautela.

  • Ibovespa atinge máxima histórica: Índice ultrapassou 143 mil pontos em sessão passada.
  • Condenação de Bolsonaro: Sentença gerou cautela entre investidores, afetando mercado.
  • Impacto da situação externa: Preocupações com os EUA influenciaram negativamente o sentimento de risco.
  • Ajuste técnico: Após atingir máximas, movimento de correção levou Ibovespa a cair 0,61%.
  • Análise de tendências: Traders devem monitorar desdobramentos políticos e cenário econômico global.

  • Ibovespa recua 0,61%: O índice encerrou a sexta-feira em 142.271,58 pontos após realização de lucros, especialmente no setor bancário.
  • Setor bancário puxa realizações: Banco do Brasil foi a única instituição que avançou, enquanto Itaú, Bradesco e Santander apresentaram quedas.
  • Dólar em baixa: Moeda americana caiu 0,71%, a R$ 5,3541, com diminuição de pressão por não surgirem novas sanções americanas.
  • Petrobras e Vale com desempenho misto: Petrobras caiu apesar de força no petróleo, enquanto Vale fechou estável em R$ 57,00.
  • Bolsas americanas e Fed no foco: Sessão volátil em NY antes de reunião do Fed na próxima semana; expectativa de cortes de juros pode influenciar mercados.

  • Prisão de Empresário: A Polícia Federal prendeu Antônio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS", e seu sócio, Maurício Camisotti, por fraudes milionárias contra aposentados e pensionistas.
  • Investigação Financeira: Foram detectadas movimentações suspeitas de R$ 12,2 milhões em 129 dias, relacionadas a descontos indevidos em benefícios previdenciários.
  • Apreensão de Bens: Além de uma coleção de carros de luxo, a PF mapeou imóveis de alto padrão adquiridos em bairros nobres de São Paulo e Brasília.
  • Defesa do Empresário: A defesa nega irregularidades, afirmando que as transações de veículos de luxo são parte das atividades empresariais legais de Antunes.
  • Ocultação Patrimonial: A PF encontrou sinais de ocultação de patrimônio e incongruências entre renda declarada e patrimônio acumulado.

  • Ibovespa fecha em queda: Primeira semana negativa após cinco seguidas positivas.
  • Mercados dos EUA apresentam desempenho misto: Investidores estão atentos à reunião do Federal Reserve na próxima semana.
  • Atenção ao Fed: Expectativas sobre possíveis diretrizes de política monetária do banco central dos EUA.
  • Volatilidade no mercado: Influência do cenário externo pode trazer oportunidades de trading.
  • Monitorar outros mercados globais: Impactos indiretos podem afetar a B3 e outros índices locais.

  • Expectativa de Corte de Juros: O mercado está projetando um ciclo de redução de juros pelo Federal Reserve até dezembro, impactando positivamente o preço de ativos digitais.
  • Alta no Bitcoin: O Bitcoin está se valorizando devido à expectativa de cortes nos juros, atingindo novos patamares.
  • IPOs no Setor Cripto: Novas ofertas públicas de ações estão impulsionando o crescimento de ativos digitais, oferecendo novas oportunidades para investidores.
  • Sinalização do Senado dos EUA: A criação de um comitê focado em ativos digitais indica suporte regulatório e pode influenciar a confiança do mercado.
  • Acompanhamento de curto prazo: Traders devem monitorar anúncios do Fed e evolução dos IPOs no setor cripto para estratégias de investimento eficazes.

  • Dólar fecha a R$ 5,35: O menor valor em 15 meses, impactando a posição de câmbio no curto prazo.
  • Condenação de Jair Bolsonaro: A decisão do STF influencia a percepção de risco político no país.
  • Expectativa de corte de juros pelo Fed: Atenção para possíveis movimentos nos mercados globais devido à política monetária dos EUA.
  • Reações do mercado: Investidores devem monitorar a volatilidade cambial e a resposta dos ativos brasileiros.
  • Tendências futuras: Traders devem analisar a continuidade do fortalecimento do real perante o dólar.

  • Ibovespa encerra semana em queda: O índice caiu 0,61% nesta sexta-feira, fechamento em 142.271,58 pontos, com um volume financeiro de R$ 16,4 bilhões, após expectativas de corte de juros nos EUA.
  • Preocupações com o Federal Reserve: No radar, o potencial corte de juros pelo Fed na próxima semana, após dados de auxílio-desemprego acima do esperado, pressionando os yields dos Treasuries.
  • Destaque para ações de tecnologia: Nasdaq fechou em alta de 0,44%, impulsionado pela Microsoft, enquanto Dow Jones caiu 0,59%; S&P 500 praticamente estável.
  • Movimentos no setor financeiro e de energia: Bancos registraram quedas (ITUB4: -1,5%), enquanto Banco do Brasil avançou (BBSA3: +0,41%); Petrobras caiu 0,67%, pressionada por realização de lucros.
  • Desempenho de empresas individuais: Minerva e Marfrig subiram com alívios tarifários nos EUA; Vale quase estável após licença de expansão; GGBR3 teve a maior queda setorial (-4,12%), enquanto RD Saúde manteve alta.

  • Federal Reserve pode iniciar corte de juros na reunião da próxima semana, levando ao enfraquecimento do dólar.
  • O dólar à vista caiu 0,69%, fechando em R$ 5,3537, menor valor desde junho do ano passado.
  • Yields dos Treasuries caíram após dados de desemprego nos EUA superarem expectativas, reforçando a expectativa de corte de juros pelo Fed.
  • Ausência de retaliação dos EUA ao Brasil após condenação de Bolsonaro contribuiu para alívio da moeda.
  • Setor de serviços brasileiros cresce 0,3% em julho, registrando sexto mês de alta consecutivo.

  • Demissão de Catia Porto: A Vale desligou Catia Porto do cargo de vice-presidente global de RH após dez meses, em meio a polêmicas sobre suas declarações.
  • Polêmica com "cultura woke": Declarações de Porto sobre a "cultura woke" e diversidade geraram controvérsia ao sugerir uma substituição por mérito e desempenho.
  • Reação da Vale: A empresa reafirmou seu compromisso com diversidade, negando mudanças nas diretrizes de pluralidade e inclusão, apesar das falas de Porto.
  • Impacto no mercado: Grandes empresas, incluindo Meta e Amazon, reforçam políticas de diversidade em um cenário de atenção renovada após eventos políticos nos EUA.
  • Trajetória de Catia Porto: Com carreira em grandes multinacionais, Porto não teve sua saída formalmente comunicada à CVM, e seu nome foi retirado do site da Vale.

  • Potencial de Valorização: A estratégia do Méliuz pode aumentar o valor das ações em até 93,5%, segundo o BTG Pactual.
  • Estratégia Inovadora: Méliuz aposta em opções de venda garantidas em caixa para bitcoin, visando aproveitar a volatilidade do BTC.
  • Risco Controlado: A alocação inicial será inferior a 10% do caixa da empresa, minimizando riscos para R$ 7 milhões de um total de R$ 71 milhões.
  • Recomendação de Compra: BTG mantém recomendação de compra para Méliuz, com preço-alvo de R$ 9 até dezembro.
  • Detalhes Operacionais: Opções terão preços de exercício e prazos pré-definidos, permitindo retenção de prêmios se não exercidas e possibilidade de "rolar" derivativos.

  • Taxas dos DIs sobem: Os juros futuros no Brasil registraram alta com o suporte dos rendimentos crescentes dos títulos nos EUA.
  • Máximas pela manhã: As taxas dos DIs atingiram níveis máximos no início do dia em resposta ao cenário internacional.
  • Influência dos EUA: Traders monitoram o impacto dos rendimentos dos títulos americanos sobre o mercado brasileiro.
  • Possíveis retaliações dos EUA: Expectativas de retaliações econômicas americanas contra o Brasil acrescentam incertezas no mercado.
  • Monitoramento de riscos: Agentes do mercado acompanham de perto a evolução dos yields e das relações EUA-Brasil.

  • Prime Video assume liderança no mercado brasileiro: Alcança 22% do mercado, ultrapassando a Netflix, que agora detém 21%. A disputa entre as plataformas se intensifica.
  • Crescimento constante do Prime Video: Cresceu 2 pp em um ano, enquanto a Netflix recuou 4 pp. Movimento consolida a posição da Amazon como dominante no Brasil.
  • Concentração de mercado nas líderes: Prime Video, Netflix e Disney+ juntas representam quase 60% do mercado de streaming nacional, indicando forte preferência dos consumidores.
  • Globoplay em declínio: Principal plataforma nacional cai para 10% de participação, enfrentando dificuldades diante da concorrência internacional mais forte.
  • Expectativa de competição acirrada: Com novos entrantes e estratégias agressivas de marketing, espera-se que o mercado se expanda, mas com maior pressão por participação e margens.

  • Mitsubishi confirma retorno do Pajero Full ao Japão em dezembro de 2026
  • Produção será na Tailândia, não no Japão, em movimento estratégico
  • SUV deve manter robustez e identidade off-road para competir com rivais clássicos
  • Possível aposta em turbodiesel de quatro cilindros e versões híbridas
  • Modelo mira reforçar presença da Mitsubishi em SUVs de grande porte no mercado interno

  • Desvalorização do Peso: O governo da Argentina permitiu uma desvalorização controlada da moeda para lidar com a pressão econômica.
  • Intervenção Governamental: Após a desvalorização, o governo interveio no mercado para evitar uma fuga em massa de capitais.
  • Impacto na Inflação: As ações visam controlar a inflação, que poderia subir ainda mais com a desvalorização não controlada do peso.
  • Volatilidade Cambial: A situação gera incerteza no mercado cambial, exigindo atenção dos traders para movimentos especulativos.
  • Reação do Mercado: A decisão do governo pode afetar ações e títulos argentinos, sendo crucial monitorar reações nos preços de ativos locais.

  • Recomendação de Compra: A Ativa Investimentos recomendou a compra das ações do Nubank (ROXO34), fixando um preço-alvo de R$ 17, sugerindo um potencial de valorização de 21%.
  • Resultados Financeiros: Nubank reportou um lucro líquido de US$ 637 milhões no 2º trimestre de 2025, com um crescimento de 42% e ROE de 28%.
  • Expansão de Produto: Potencial de crescimento em crédito consignado e seguros em parceria com a Chubb; foco no mercado do México.
  • Estratégia no México: Mudança de liderança com Armando Herrera como CEO, destacados esforços para expandir a operação no país.
  • Avaliação de Risco: Possível reprecificação positiva das ações com a queda da Selic; riscos incluem inadimplência e concorrência de novos meios de pagamento como o Pix.

  • Volume de Menções: Lula acumulou mais de 8,7 milhões de menções nas redes sociais entre julho e setembro de 2025, superando significativamente o segundo colocado, Tarcísio de Freitas, com 1,2 milhão.
  • Perfis Suspeitos e Hiperativos: Identificação de perfis suspeitos, responsáveis por um volume anormal de postagens, com exemplos de mais de mil posts em um único dia, sugerindo ações coordenadas.
  • Estrategia de Atuação: Perfis focados não só em elogiar o governo Lula, mas também em atacar adversários como parte de uma estratégia de “reputação digital”.
  • Impacto nas Percepções: A combinação de postagens positivas e ataques pode distorcer o debate público e influenciar a opinião pública.
  • Abismo em Popularidade: A disparidade entre o número de menções a Lula em comparação com outros presidenciáveis sugere possível manipulação de estatísticas por perfis automatizados.

  • IPO da Gemini: A exchange de criptomoedas Gemini, liderada pelos irmãos Winklevoss, estreou na Nasdaq.
  • Valorização: As ações dispararam até 64% durante a estreia.
  • Levantamento de capital: A empresa levantou US$ 425 milhões no IPO.
  • Valor de mercado: A Gemini atingiu um valor de mercado superior a US$ 3,5 bilhões.
  • Oportunidade para traders: A forte valorização inicial pode indicar impulso continuado para investidores em criptomoedas.

  • Terra Investimentos não alterou a carteira semanal, mantendo os mesmos ativos do período anterior.
  • Empresas mantidas: Suzano (SUZB3), Caixa Seguridade (CXSE3), Prio (PRIO3), Vale (VALE3) e EcoRodovias (ECOR3).
  • Desempenho da semana passada: Carteira teve leve alta de 0,12% contra 0,36% do Ibovespa até quinta-feira.
  • Desempenho individual: Vale destacou-se positivamente com avanço de 2,35%, enquanto EcoRodovias recuou 1,71%.
  • Rentabilidade acumulada em 12 meses: Carteira avançou 28,35%, superando o Ibovespa, que subiu 6,29% no mesmo período.

  • Nova projeção do UBS: Expectativa de que o ouro alcance US$ 3.800 por onça até o fim de 2025 e US$ 3.900 em meados de 2026, revendo estimativas anteriores.
  • Impacto dos cortes do Fed: Expectativas de cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve são vistas como catalisadores para a valorização do ouro.
  • Incertezas geopolíticas: Tensionamentos globais continuam a impulsionar o ouro como porto seguro, aumentando sua demanda entre investidores.
  • ETFs de ouro em alta: Projeção de que os ETFs de ouro possam se aproximar do recorde histórico de 3.900 toneladas métricas.
  • Valorização sustentada: O cenário global atual é visto como favorável para a valorização gradual do ouro até 2026, mantendo sua relevância entre as commodities financeiras.

  • Ações em Alta: AZUL4 e GOLL54 registraram altas significativas, com AZUL4 chegando a subir até 17% e GOLL54 a 10% no pregão.
  • Desempenho Atual: Por volta das 15h20 (horário de Brasília), ações da AZUL4 subiam 6,56% a R$ 1,30, e da GOLL54 avançavam 3,22% a R$ 6,41.
  • Fatores de Impulso: A queda do dólar e da curva de juros contribuem para o alívio no fluxo de caixa das aéreas, com o dólar chegando a cair 0,75%, a R$ 5,3495.
  • Movimento de Short Squeeze: Azul e Gol experimentaram um movimento de short squeeze, levando seus preços a altas expressivas recentemente.
  • Atenção ao Cade: Acordo de codeshare entre Azul e Gol deve ser notificado ao Cade, com potencial impacto regulatório nas operações das companhias.

  • México propõe tarifas de até 50% sobre veículos fabricados na Ásia, com foco em proteger a indústria local; medida ainda necessita de aprovação do Congresso.
  • China reage com ameaça de retaliação: país considera tarifas como alinhamento aos EUA e promete responder caso o México prossiga.
  • Impacto nos preços e oferta: aprovação das tarifas pode elevar preços dos veículos e diminuir oferta no mercado mexicano, afetando as vendas.
  • Redefinição de alianças comerciais: a medida potencialmente fortalece laços do México com os EUA e enfraquece a relação com a China.
  • Pressão sobre fluxos de investimento: a disputa pode influenciar o fluxo de investimentos internacionais, afetando não só o setor automotivo, mas também a economia mexicana.

  • Ibovespa em máxima histórica: Fechamento em 143.150,84 pontos em 11 de setembro.
  • Recorde amplo nos índices: IBRX 100 e IDIV também atingiram máximas históricas no mesmo dia.
  • Setores impulsionando a valorização: Empresas de alta liquidez e boas pagadoras de dividendos foram destaque.
  • Ações notáveis: Lavvi (LAVV3), Cyrela (CYRE3) e Track Field (TFCO4) registraram fortes valorizações.
  • Recomendações para investidores: Observar fundamentos, evitar efeito manada e manter diversificação.

  • Exportações: Alívio com a gripe aviária melhora perspectivas de exportação de frango brasileiro.
  • Mercado interno: A retomada dos embarques pode aliviar a pressão sobre o mercado interno de frango.
  • Mix de produtos: Expectativa de aumento nos volumes e melhoria no mix de produtos exportados.
  • JBS: A empresa está bem posicionada para se beneficiar com a retomada das exportações para a China.
  • Impacto no mercado: Apesar do otimismo, as ações registraram queda, o que pode representar uma oportunidade de entrada.

  • 27 companhias listadas na bolsa vão distribuir proventos em setembro, oferecendo oportunidades para renda passiva.
  • Sete empresas têm "data com" nesta semana; último dia para comprar as ações e ter direito aos dividendos é hoje.
  • Ferramenta do BTG Pactual ajuda investidores a acompanhar dividendos e outros eventos corporativos de forma fácil e gratuita.
  • Dividendo máximo de até R$ 1,83 por ação programado para este mês; importante verificar detalhes das "datas com".
  • Investidores devem considerar o valor dos proventos, datas de pagamento e yield gerado ao usar a ferramenta disponibilizada pelo BTG.

  • Data de pagamento dos dividendos: 23 de setembro de 2025, com valor de R$ 0,06 por ação.
  • Direito aos dividendos: Investidores com ações até 29 de abril de 2025 têm direito aos proventos.
  • Negociação ex-dividendos: Papéis passaram a ser negociados ex-dividendos a partir de 30 de abril de 2025.
  • Impacto no mercado: Anúncio movimenta ações na B3, atraindo investidores interessados em renda recorrente.
  • Cenário da empresa: Taurus enfrenta desafios de tarifas e demanda global, mas mantém política de distribuição de dividendos.

  • Morgan Stanley e Deutsche Bank preveem cortes de 25 pontos-base nas taxas de juros pelo Fed nas reuniões de setembro, outubro e dezembro.
  • Traders esperam um novo ciclo de flexibilização monetária na próxima reunião do Fed, com alta probabilidade de um corte de 25 pontos-base.
  • Expectativa de quatro cortes consecutivos de 25 pontos-base até janeiro de 2024, segundo Morgan Stanley; projeções estendidas até julho de 2026.
  • 95% de probabilidade de corte de 25 pontos-base na próxima semana, segundo CME FedWatch; Standard Chartered prevê corte de 50 pontos-base.
  • Sinais de desaceleração no mercado de trabalho e inflação mais controlada impulsionam cenário de cortes.

  • Setor Aeroespacial em Alta: O setor aeroespacial liderou ganhos devido a tensões geopolíticas, representando uma possível oportunidade de investimento para traders.
  • Recuperação de Bancos: Bancos europeus registraram recuperação, sugerindo um cenário positivo para ações do setor.
  • Índice STOXX 600: O índice europeu STOXX 600 avançou 1% na semana, indicando uma tendência geral de alta no mercado.
  • Estabilidade nos Mercados: Os mercados europeus fecharam estáveis em antecipação à decisão da Fitch sobre o crédito da França, destacando a importância de monitorar decisões das agências de rating.
  • Oportunidade com Geopolítica: Tabelas sugerem que traders devem ficar atentos a tensões geopolíticas que podem afetar as ações de setores específicos como o aeroespacial.

  • Eletrobras (ELET3) é destacada como mais atrativa no setor em comparação à Cemig.
  • Cemig (CMIG4) recebe recomendação neutra da Genial, sem novidades significativas para o curto prazo.
  • Avaliação do dia do investidor da Cemig reforçou fundamentos conhecidos sem apresentar novos gatilhos de valorização.
  • Eletrobras apresenta valuation mais atrativo e vantagens competitivas após a privatização.
  • Investidores são aconselhados a priorizar ELET3 como aposta no setor elétrico.

  • Ibovespa recua após uma sequência de recordes, possibilitando um ponto de entrada para investidores interessados em ações subvalorizadas.
  • Ações da BBAS3 em alta, destacando-se como uma das poucas a registrar ganhos, o que pode sugerir uma tendência de valorização.
  • Mercado dos EUA apresenta movimentos mistos, indicando incerteza e a necessidade de acompanhar dados econômicos adicionais para identificar tendências mais claras.
  • Cenário de volatilidade sugere uma abordagem cautelosa ao negociar, com potencial para estratégias de curto prazo.
  • Monitorar novos dados econômicos, pois eles podem afetar diretamente a direção dos mercados tanto locais quanto internacionais.

  • Preço-Alvo Ajustado: O BTG Pactual reduziu o preço-alvo da Brava (BRAV3) de R$ 28 para R$ 27, mas manteve a recomendação de compra.
  • Redução de Dívida: A Brava está avançando com medidas para reduzir a dívida, incluindo antecipação de recebíveis e refinanciamento, com expectativa de melhora na alavancagem nos próximos dois trimestres.
  • Sensibilidade ao Petróleo: Apesar do hedge, as ações da Brava permanecem sensíveis às variações do preço do petróleo no curto prazo.
  • Projeções para 2026: O BTG projeta caixa neutro para acionistas com o barril a US$ 65 até 2026, potencialmente limitando a valorização das ações até maior visibilidade em 2027.
  • Desempenho Operacional: A unidade Atlanta possui eficiência acima de 90%, e o projeto Papa Terra visa aumento de eficiência e produção. Investimentos onshore concentram-se na recuperação secundária e eficiência de perfuração.

  • Recomendação de Compra e Preço-Alvo: Ativa Investimentos elevou a recomendação do Nubank (ROXO34) para compra, estabelecendo um preço-alvo de R$ 17, sugerindo um potencial de valorização de 20,91%.
  • Desempenho Financeiro: No segundo trimestre de 2025, o Nubank reportou um lucro líquido de US$ 637 milhões, aumento de 42% ano a ano, com receitas de US$ 3,7 bilhões, alta de 40% no mesmo período.
  • Crescimento da Base de Clientes: Nubank adicionou 4,1 milhões de novos clientes no trimestre, totalizando 122,7 milhões de usuários em Brasil, México e Colômbia. A base de cartões de crédito cresceu 11%, chegando a 55 milhões de usuários.
  • Oportunidades de Expansão: Ativa aponta potencial de crescimento em crédito consignado e no mercado mexicano, além do fortalecimento no segmento de seguros com a parceria Chubb.
  • Riscos e Concorrência: Há preocupações quanto à alta inadimplência em uma expansão agressiva e a vulnerabilidade à concorrência do Pix e outros bancos, considerando a forte dependência da receita de cartões de crédito.

  • Projeção de Lucro Cortada: A XP reduziu a expectativa de lucro líquido do Banco do Brasil (BBAS3) para 2025 para R$ 20,6 bilhões.
  • Preço-Alvo Rebaixado: O preço-alvo das ações para 2026 foi reduzido de R$ 32 para R$ 25, com recomendação mantida em "neutro".
  • Inadimplência no Agro: A pressão de inadimplência no agronegócio é um dos principais focos de preocupação, afetando previsões de resultados.
  • Desempenho e Valuation: O ROE esperado está abaixo dos pares privados, limitando a atratividade e potencial de valorização da ação.
  • Cautela Recomendada: A recomendação "neutra" sugere que o mercado deve esperar sinais mais claros de recuperação no setor agro e rentabilidade.

  • Tether planeja lançar nova stablecoin chamada USAT destinada aos residentes dos EUA, segundo o presidente-executivo Paolo Ardoino.
  • Bo Hines, ex-funcionário da Casa Branca, será o presidente-executivo do novo empreendimento, com lançamento previsto até o final do ano.
  • Expansão nos EUA: Tether está reforçando sua presença nos EUA, aproveitando o apoio do presidente Donald Trump às criptomoedas.
  • USAT cumprirá a Lei GENIUS, um regulamento dos EUA para stablecoins, enquanto a USDT continuará a ser emitida como moeda estrangeira.
  • Anchorage Digital Bank será o emissor do USAT, banco com licença nacional dos EUA, aumentando a segurança regulatória.

  • Expectativa de Corte de Juros pelo Fed: Investidores aguardam decisão do Fed, com alta expectativa de corte de 0,25 ponto percentual nos juros após dados fracos nos EUA.
  • Petróleo e Tesouros com Viés de Alta: Sanções à Rússia impulsionam petróleo; rendimentos dos Treasuries mantêm viés de alta.
  • Movimento no Ibovespa e Dólar: Ibovespa recua 0,29% refletindo cautela, enquanto dólar cai 0,66% frente ao real com expectativa de corte de juros nos EUA.
  • Destaques Setoriais no Brasil: Bancos lideram perdas no Ibovespa; frigoríficos e petroleiras sobem. Frigoríficos animados com exportação para o México e petroleiras com valorização do petróleo.
  • Desempenho de Papel, Celulose e Siderúrgicas: Setor de papel recua apesar de tarifas retiradas pelos EUA; siderúrgicas caem com dados fracos da produção industrial brasileira.

  • Preço-alvo e potencial de alta: BB Investimentos definiu novo preço-alvo de R$ 2,30 para RAIZ4, com potencial de valorização de 79,7% até o final de 2026.
  • Estratégia e desafios: Expansão agressiva e aquisições anteriores elevaram o endividamento, com algumas aquisições não trazendo as sinergias esperadas.
  • Custos e margens: Custo para construção de plantas de E2G aumentou significativamente, e margens foram pressionadas por custos agrícolas e competição no setor.
  • Mudanças estratégicas: Empresa está vendendo ativos e reduzindo custos para controlar o endividamento, contudo, a estrutura de capital pode permanecer desequilibrada a curto prazo.
  • Recomendações e cautela: Apesar do potencial de alta, BB Investimentos recomenda cautela e posição neutra até que haja clareza sobre um possível processo de capitalização e resolução dos desafios atuais.

  • Medida Provisória 1.314: Autoriza fontes de financiamento para crédito rural usando até R$ 12 bilhões do superávit do Ministério da Fazenda, o que pode beneficiar o BBAS3 reduzindo a inadimplência no setor agro.
  • Projeções de Inadimplência: XP alerta para pressão contínua na inadimplência do agronegócio, com normalização em níveis piores que anos anteriores, afetando negativamente o Banco do Brasil.
  • Potencial de Alta: XP reduziu o preço-alvo do BBAS3 de R$ 32 para R$ 25, mantendo recomendação neutra e vendo um potencial de alta de 13% frente ao último fechamento.
  • Desempenho Financeiro: XP projeta um custo de risco de 4,5% em 2025 e um ROE abaixo do custo de capital, com lucratividade pressionada por inadimplência e novas regras contábeis.
  • Desafios Econômicos: Desaceleração macroeconômica e juros altos afetam as carteiras, enquanto a XP antecipa dificuldades adicionais por falta de cortes de despesas pelo banco.

  • Petrobras planeja reduzir US$ 8 bilhões em dispêndios no Plano Estratégico 2026-2030 como resposta à desvalorização do petróleo.
  • Expectativa de melhoras no yield da Petrobras, com ajustes discutindo cortes de custos ou redução de investimentos.
  • Preço atual do barril de petróleo está em torno de US$ 65, abaixo dos US$ 83 anteriores, forçando revisão de planos.
  • Vale confirma redução de 6% no Capex para 2025, totalizando US$ 5,5 bilhões, focando em eficiência face à demanda reduzida.
  • Sinalização de disciplina financeira por parte de Petrobras e Vale sugere agilidade frente às mudanças do mercado.

  • Eletrobras (ELET6) e Eneva (ENEV3) são recomendações da Empiricus Research, e a analista Larissa Quaresma sugere manter a exposição às elétricas, destacando sua sensibilidade aos juros.
  • Eneva apresentou aumento de 56% no Ebitda no 2T25, apesar do lucro líquido abaixo do esperado devido à maior alíquota efetiva.
  • Redução da alavancagem da Eneva (de 4,3x para 2,7x) foi destacada, com aumento do Ebitda apoiado por novas usinas.
  • A Eletrobras está colhendo frutos da privatização, melhorando seu balanço e apresentando dividend yield acima de 8% nos últimos 12 meses.
  • Cortes de juros futuros devem beneficiar Eletrobras e Eneva, segundo analistas, que mantêm visão positiva sobre estas ações.
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