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Mostrando 1721 a 1760 de 18309 notícias

  • Cogna registra a maior alta: A ação da empresa teve o maior crescimento no último período.
  • 4 ações superaram 100%: Quatro ações no Ibovespa destacaram-se com valorizações superiores a 100% em 2025.
  • Foco no Ibovespa: As altas referem-se ao desempenho dentro do principal índice da bolsa brasileira.
  • Impacto para traders: Monitorar ações dessa lista pode indicar tendências ou oportunidades de investimento.
  • Atualização de mercado: Importante para traders avaliar a continuidade desses movimentos ascendentes em suas estratégias.

  • Raízen em destaque: Ações da Raízen caíram significativamente, sendo um dos principais destaques de baixa.
  • Queda de mais de 30%: Cinco ações do Ibovespa registraram queda superior a 30% em 2025.
  • Setor afetado: O setor de energia e açúcar totalizou baixa importante, refletindo nas ações da Raízen.
  • Impacto econômico: As baixas refletem preocupações com o desempenho econômico e questões estruturais do setor de açúcar e álcool.
  • Oportunidades de compra: A queda substancial pode representar uma potencial oportunidade de compra para investidores posicionados no longo prazo.

  • Ibovespa registra aumento significativo: Em 2025, o Ibovespa valorizou 33,95%, fechando em 161.125,37 pontos, marcando o melhor desempenho em nove anos.
  • Dólar enfraquece frente ao real: O dólar recuou 11,18% em relação ao real, fechando o ano a R$ 5,4890, representando a maior queda anual desde 2016.
  • Ações cíclicas impulsionam mercado: Ações de empresas cíclicas foram destaque com a desaceleração da inflação e fechamento da curva de juros futuros, beneficiando o desempenho positivo do Ibovespa.
  • Cogna se destaca com alta expressiva: A ação da Cogna (COGN3) subiu quase 240% no ano, impulsionada por resultados financeiros robustos e geração de caixa na divisão educacional.
  • Desempenho negativo para Raízen: Raízen (RAIZ4) teve a maior queda no Ibovespa, com desvalorização de 62,50%, influenciada por endividamento e condições climáticas adversas.

  • SLC Agrícola (SLCE3) aprova aumento de capital: Aumento de R$ 914,2 milhões através de bonificação de ações.
  • Capitalização da Reserva de Expansão: Sem entrada de novos recursos; o capital social passa de R$ 2,01 bilhões para R$ 2,93 bilhões.
  • Emissão de 55,4 milhões de novas ações: Bonificação de 12,5%, com uma nova ação para cada oito detidas.
  • Ações terão custo contábil de R$ 16,4962: Inclui ações em tesouraria e ADRs.
  • Negociação "ex-direito" a partir de 2 de janeiro de 2026: Frações serão vendidas em leilão, com valores distribuídos aos acionistas.

  • Ibovespa em Alta: Em 2025, o Ibovespa subiu para 161 mil pontos, acumulando uma valorização de 33,95%, o melhor desempenho desde 2016.
  • Mudanças na Selic: A Selic iniciou o ano em 13,25% e terminou em 15%, mas sinais de desaceleração da inflação abrem espaço para um corte de juros em 2026.
  • Expectativas Macroeconômicas: Cortes de juros nos EUA e Brasil, acompanhados de fluxo de capital estrangeiro, impulsionaram o mercado acionário brasileiro.
  • Capital Estrangeiro: A B3 registrou uma entrada de R$ 27,347 bilhões de capital estrangeiro de janeiro a novembro, revertendo o saldo negativo do ano anterior.
  • Cenário Eleitoral: Expectativas de uma possível mudança política nas eleições presidenciais de 2026 podem elevar o Ibovespa para 180 mil a 200 mil pontos.

  • Ibovespa encerra 2025 com alta acumulada de 33,95%: Fechamento do último pregão do ano registrou alta de 0,40%, consolidando um ano de crescimento significativo apesar de pouca liquidez no final.
  • Indicativo de incerteza política: Flávio Bolsonaro é anunciado como candidato, afetando expectativas de mercado que preferia Tarcísio de Freitas.
  • Pressões de juros de bancos centrais: Selic mantida em 15% no Brasil, e discurso cauteloso nos EUA sinalizam menos cortes, enquanto juros Treasuries sobem.
  • Guerra tarifária beneficia emergentes: Volatilidade gerada por política americana impulsionou mercados emergentes, com destaque para alta de 46,21% do mercado brasileiro em dólares.
  • Dólar desvalorizado e desempenho setorial: Setores domésticos, como educação e finanças, superam expectativas com queda nos futuros dos juros, enquanto commodities sofrem com câmbio e preços globais.

  • Bitcoin avança 0,90%: Cotado a US$ 88.134,84 na plataforma Coinbase por volta das 17h (horário de Brasília).
  • Ethereum sobe 1,37%: Preço atinge US$ 2.968,81 na mesma plataforma de negociação.
  • Impacto da ata do Fed: Pouco ajuste nas apostas para juros, favorecendo o desempenho positivo das criptomoedas.
  • Relevância do mercado cripto: Traders devem monitorar futuras comunicações do Fed, que podem influenciar movimentos de preços.
  • Sentimento positivo: Otimismo na recuperação das criptos pode proporcionar oportunidades de entrada no curto prazo.

  • Pagamento de JCP: Assaí (ASAI3) aprova pagamento de R$ 140 milhões em juros sobre capital próprio referente ao exercício de 2025.
  • Valor por Ação: JCP corresponde a R$ 0,104 por ação ordinária, com incidência de IRRF - exceto para isentos/imunes.
  • Data de Pagamento e Registro: Pagamento em 26 de junho de 2026, com base na posição acionária em 6 de janeiro de 2026.
  • Negociação Ex-direitos: Ações serão negociadas ex-direitos a partir de 7 de janeiro de 2026.
  • ADRs: Pagamento para ADRs ocorrerá via JPMorgan Chase Bank, banco depositário dos ADRs.

  • Ibovespa fecha 2025 com valorização: Índice subiu 0,40% na última sessão do ano, alcançando 161.125,37 pontos, acumulando alta de 34% no ano.
  • Dólar à vista em queda: Encerrado a R$ 5,4890, com recuo de 1,43% no dia e de 11,18% no ano em relação ao real.
  • Desemprego e emprego no Brasil: Taxa de desemprego caiu para 5,2%, com abertura de 85.864 vagas formais, superando expectativas do mercado.
  • Ações destacadas no Ibovespa: Natura (NATU3) e C&A (CEAB3) lideram alta; Localiza (RENT3) cai 4% após alta inicial.
  • Wall Street fecha negativo: Dow Jones -0,20%, S&P 500 -0,14%, Nasdaq -0,24% após ata do Fed indicar corte delicado de juros.

  • Índice Dólar (DXY) em Queda: O DXY caiu quase 9% nos últimos 12 meses.
  • Impacto nas Moedas Fortes: Dólar recuou para mínima de seis meses frente a moedas fortes.
  • Retaliação da China: Novas ações retaliatórias da China influenciaram a desvalorização.
  • Oportunidades em Forex: Traders devem observar pares de moedas com dólar para oportunidades de curto prazo.
  • Revisão de Portfólios: Importante reavaliar alocações em ativos denominados em dólar.

  • BC anuncia leilões de swap cambial em novembro: Importante para traders que monitoram a política cambial e os efeitos no câmbio dólar/real.
  • Objetivo é rolar contratos: Rolagem de contratos evita impactos abruptos no mercado e pode influenciar estratégias de hedge.
  • Expectativa de precificação: Mercado pode começar a precificar normalização devido à intervenção planejada, afetando decisões de compra/venda de moeda.
  • Dólar cai na última sessão: O movimento de baixa sugere tendências que podem influenciar estratégias de curto prazo no câmbio.
  • Impacto no mercado: Traders devem ficar atentos aos movimentos cambiais decorrentes dessas ações para ajustar suas posições.

  • Taxas dos DIs: Fecharam próximas da estabilidade, com taxas curtas tentando alta; taxa de janeiro de 2028 ficou em 13,165%.
  • Dados do Caged: Brasil abriu 85.864 vagas formais em novembro, acima da expectativa de 75.000 vagas.
  • Desemprego no Brasil: Taxa caiu para 5,2% nos três meses até novembro; economistas esperavam 5,4%.
  • Ata do Fed: Discussões sobre riscos econômicos e corte de juros, decisão considerada "finamente equilibrada".
  • Treasury de 10 anos: Rendimento subia 1 ponto-base, a 4,124%, influenciando decisões globais de investimento.

  • Criação de Vagas: Brasil gerou 85.864 vagas formais em novembro, superando a expectativa de 75.000.
  • Tendência de Desaceleração: Ainda que acima das expectativas, o saldo é o menor para novembro em cinco anos.
  • Setores em Destaque: Comércio e serviços foram os únicos com saldos positivos de vagas; agropecuária, construção e indústria registraram perdas.
  • Análise Ministerial: O ministro do Trabalho atribui números a demissões antecipadas. Expectativa de demissões em dezembro abaixo de 500 mil.
  • Desemprego em Queda: Taxa de desemprego caiu para 5,2% até novembro, menor nível desde 2012, superando previsões de mercado.

  • Dólar fecha em queda de 1,58% na última sessão do ano
  • Moeda encerra 2025 cotada a R$ 5,48
  • Desvalorização acumulada do dólar em 2025 foi de 11,17%
  • Queda pode impactar operações de importadores e exportadores
  • Investidores devem observar tendência para estratégias no início de 2026

  • Preços do petróleo fecham estáveis: Investidores avaliam tensões geopolíticas após ataques no Iêmen e alegações de ataque à residência presidencial russa.
  • Contratos futuros do Brent: Caíram 0,03%, fechando a US$ 61,92 por barril.
  • West Texas Intermediate (WTI) em queda: Fechou em baixa de 0,22%, a US$ 57,95.
  • Tensões Rússia-Ucrânia aumentam: Acusações de ataques minam as negociações de paz, potencialmente elevando o prêmio de risco no preço do petróleo.
  • Impactos nas exportações: Bloqueios dos EUA ao petróleo venezuelano e suspensão do CPC Blend sustentam os preços, sem impacto significativo sobre as exportações de petróleo bruto.

  • Contratos Futuros: Petróleo Brent para entrega em fevereiro fecha quase estável a US$61,92 por barril.
  • Queda Marginal: Desvalorização de apenas 0,03% em relação ao fechamento anterior.
  • Fatores Geopolíticos: Expectativas de paz entre Rússia e Ucrânia impactam estabilidade dos preços.
  • Implicação para Traders: Monitorar desenvolvimentos geopolíticos que podem influenciar volatilidade no mercado de petróleo.
  • Vencimento: Traders devem estar atentos ao vencimento dos contratos em fevereiro para possíveis movimentos.

  • Taxa do DI para janeiro de 2028: Subiu para 13,165%, comparado ao ajuste anterior de 13,154%.
  • Tendência do Mercado: Taxas futuras de juros aumentaram, influenciadas por dados internacionais e relatório de inflação.
  • Fatores Globais: A estabilidade das taxas foi impactada por dados de emprego e a ata do Federal Reserve.
  • Expectativas de Inflação: O comportamento das taxas reflete preocupações com a inflação futura.
  • Influência externa: Condições do mercado externo continuam a moldar o cenário dos juros futuros locais.

  • A Bemobi (BMOB3) adquiriu 50,1% da Paytime Fintech por R$ 28,1 milhões, ampliando sua atuação no setor financeiro.
  • A Paytech, subsidiária da Bemobi, comprou 100% da Celer por R$ 8,8 milhões, reforçando sua capacidade de processamento de pagamentos.
  • Os ativos adquiridos fortalecem a unidade de negócios PaaS da Bemobi, expandindo sua oferta de Payments as a Service.
  • Integração com a plataforma Bemobi Pay visa ampliar a oferta de soluções de pagamento da companhia.
  • Objetivo é diversificar receitas e aumentar eficiência, acelerando a expansão do ecossistema financeiro da empresa.

  • Dólar Mundial: Em 2025, o dólar sofreu desvalorização global, com queda de 11,18% ante o real, encerrando cotado a R$ 5,4890.
  • Política Tarifária: As tarifas impostas pelo governo dos EUA causaram incertezas; porém, ajustes foram feitos, como a retirada de tarifas para produtos brasileiros.
  • Estratégia de Investidores: Com a política econômica dos EUA, investidores buscaram diversificação de portfólios, afetando mercados internacionais.
  • Fed e Juros: O Federal Reserve iniciou cortes de juros, de 4,25%-4,50% para 3,50%-3,75%, pressionando o dólar e favorecendo economias com juros mais altos, como o Brasil.
  • Volatilidade Geopolítica: Conflitos no Oriente Médio e as negociações entre Rússia e Ucrânia adicionaram volatilidade ao câmbio.

  • Dólar encerrou o ano de 2025 em baixa contra o real, fechando a R$ 5,4890, uma queda de 1,43% na última sessão.
  • O DXY, que compara o dólar a outras seis moedas principais, subiu 0,20%, revelando uma divergência do movimento do dólar no Brasil.
  • Taxa de desemprego no Brasil registrou 5,2% até novembro, abaixo das expectativas de 5,4%, com estabilidade no mercado de trabalho.
  • Expectativas de manutenção da taxa Selic em 15% em janeiro, com possível início de cortes em março, influenciam as projeções do mercado financeiro.
  • Ata do Federal Reserve indica uma confiança no crescimento econômico moderado, mas com divergências sobre a política de juros.

  • Dividendos Aprovados: PRIO (PRIO3) aprova R$ 2,8 bilhões em dividendos intercalares, utilizando recursos da subsidiária PRIO Forte.
  • Estratégia de Capital: Empresa mantém a possibilidade de, total ou parcialmente, converter dividendos em aumento de capital.
  • Cronograma de Pagamentos: Quatro parcelas entre 2025 e 2028, com o primeiro pagamento já realizado no valor de R$ 720 milhões.
  • Sem Correção ou Juros: Dividendos não sofrerão correção monetária nem juros, preservando caixa e alongando pagamentos.
  • Impacto Contábil: Valor dos dividendos será abatido dos proventos obrigatórios do exercício de 2025, dando flexibilidade para decisões futuras.

  • Onda de Proventos: Em dezembro, 56 empresas brasileiras anunciaram diversos tipos de pagamento aos acionistas, totalizando R$ 91,82 bilhões para antecipar tributações futuras.
  • Divisão dos Valores: As bonificações incluem R$ 45,918 bilhões em dividendos, R$ 8,537 bilhões em juros sobre capital próprio (JCP) e R$ 37,365 bilhões em bonificações em ações.
  • Prazos de Distribuição: STF estende prazo para empresas distribuírem dividendos do exercício de 2025 sem nova tributação até 31 de janeiro de 2026. Alíquota de 10% será aplicada para proventos acima de R$ 50 mil mensais.
  • Soluções Adotadas: Empresas estão formalizando a distribuição com base no balanço de 31 de dezembro, criando tetos de lucros isentos e cronogramas plurianuais.
  • Proventos Futuramente Pagos: R$ 26,33 bilhões ainda serão pagos, sendo R$ 24,9 bilhões em caixa, com algumas datas de pagamento já definidas até 2026.

  • Consenso no buyside: Nubank (ROXO34), Axia (AXIA3), BTG (BPAC11), Itaú (ITUB4) e Localiza (RENT3) lideram as preferências dos investidores institucionais na B3.
  • Preferências regionais: Nubank (ROXO34) é a principal escolha entre investidores internacionais, enquanto BTG Pactual (BPAC11) lidera entre gestoras paulistas.
  • Mudanças no ranking: Localiza (RENT3), Bradesco (BBDC4), Mercado Livre (MELI34) e Cyrela (CYRE3) ganharam destaque, substituindo outras ações no top 10.
  • Maior potencial de retorno: Localiza (RENT3), Nubank (ROXO34) e Axia Energia (AXIA3) são vistas como as ações com maior retorno esperado nos próximos seis meses.
  • Setores preferidos e evitados: Gestores estão overweight em utilities, bancos e construção, e underweight em óleo e gás, aço e mineração, educação, papel e telecomunicações.

  • Ações da Moura Dubeux sobem mais de 7%: O aumento ocorre após o anúncio de distribuição de dividendos.
  • Dividendo aprovado: A companhia aprovou a distribuição de R$ 351,7 milhões em dividendos.
  • Impacto positivo no mercado: O anúncio impulsionou o interesse e a valorização das ações na bolsa.
  • Oportunidade para investidores: O crescimento das ações após o anúncio pode ser uma oportunidade de valorização.
  • Monitorar próximos movimentos: Traders devem ficar atentos a possíveis flutuações no preço pós-anúncio.

  • Ouro em Alta: O ouro fechou em alta de 0,98% após a queda causada pelo aumento de margem dos contratos futuros pela CME Group.
  • Impulso Geopolítico: Incertezas geopolíticas, como a implantação de mísseis russos em Belarus, impactam os preços dos metais preciosos.
  • Volatilidade Esperada: Movimentos bruscos no curto prazo são esperados para ouro e prata, impulsionados por baixos volumes e posicionamento.
  • Expectativa pela Ata do Fed: Traders aguardam a ata do Fed, que pode indicar a trajetória dos juros, possivelmente afetando o preço do ouro.
  • Prata em Alta Expressiva: A prata disparou 10,6%, continuando a enfrentar pressões especulativas.

  • Decisão de corte de juros: O Federal Reserve decidiu cortar a taxa básica de juros em dezembro após um debate acirrado sobre os riscos econômicos, reduzindo a taxa para o intervalo de 3,5% a 3,75%.
  • Opiniões divergentes: A decisão teve oposição significativa, com seis autoridades se opondo ao corte, destacando diversificados riscos econômicos e preocupações sobre alcançar a meta de inflação de 2%.
  • Projeções futuras: Espera-se apenas um corte de juros no próximo ano, com o Fed provável em pausa até novos dados indicarem queda de inflação ou aumento do desemprego.
  • Influência da paralisação do governo: A falta de dados oficiais devido à paralisação do governo está moldando as perspectivas do Fed, criando incertezas quanto à gestão dos riscos econômicos.
  • Próximas reuniões e expectativas: Próxima reunião do Fed será em 27 e 28 de janeiro, com expectativas de manutenção da taxa básica enquanto aguardam novos dados econômicos.

  • Acordo de Naming Rights: Casas Bahia (BHIA3) adquiriu os naming rights do Campeonato Paulista de 2026, superando ofertas de empresas de apostas, bancos e outras varejistas.
  • Exposição da Marca: O contrato inclui exibição em painéis de LED, menções em transmissões, vinhetas, conteúdos digitais e ações promocionais.
  • Nomeação de Clássicos: Jogos entre principais times serão chamados "Superclássicos Casas Bahia", maximizando a visibilidade da marca.
  • Estratégia de Longo Prazo: Acordo reforça a estratégia da Casas Bahia de se conectar com consumidores por meio do esporte, ampliando investimentos iniciados em 2024.
  • Novo Formato do Campeonato: Em 2026, o Paulistão adotará um formato inspirado na Champions League, com calendário de 10 de janeiro a 8 de março.

  • Ouro em Alta: O ouro fechou em alta devido a incertezas geopolíticas e eventos macroeconômicos.
  • Tensões Geopolíticas: A situação entre Rússia e Ucrânia contribui para o aumento na demanda por ouro.
  • Política do Fed: Expectativas sobre as decisões do Fed influenciam o preço do ouro e de outros metais preciosos.
  • Prata Sobe: A prata registrou um aumento significativo de 10%, atraindo atenção dos traders.
  • Proteção de Ativos: Com o mercado volátil, investidores buscam ouro e prata como ativos de proteção.

  • Divisão no Fed: A ata do FOMC revelou divergências significativas entre os membros sobre a decisão de corte de juros em dezembro.
  • Debates Intensos: A decisão foi resultado de intensos debates, indicando a falta de consenso e incerteza na política monetária.
  • Impacto nos Mercados: A divisão pode influenciar a volatilidade no mercado de juros e a expectativa para futuras decisões do Fed.
  • Cenário Econômico: A divergência ressalta as diferentes perspectivas internas sobre o crescimento econômico e riscos inflacionários.
  • Oportunidades de Trading: Traders devem monitorar futuras declarações do Fed e dados econômicos que possam influenciar decisões futuras.

  • Bitcoin encerra 2025 em baixa: Após atingir máxima histórica de US$ 126 mil em outubro, fechou o ano abaixo de US$ 90 mil.
  • Flash crash impacta o mercado: Em 10 de outubro, uma queda rápida de 10% gerou US$ 19 bilhões em liquidações e afetou a capitalização total.
  • Cenário regulatório e macroeconômico desfavorável: Falta de aprovação da Market Clarity Act e cortes de juros insuficientes pelo Fed limitaram o potencial de alta.
  • Modelo de tesouraria de empresas em xeque: Empresas como a Strategy de Michael Saylor sofreram com a volatilidade, questionando a sustentabilidade em ciclos de correção.
  • Mercado mais maduro e menos cíclico: Embora menos explosivo, o mercado se mostra mais estável, com volatilidade reduzida em comparação com ciclos anteriores.

  • Encerramento da Greve: Petroleiros da Petrobras (PETR4) na Bacia de Campos decidem suspender a greve após aprovação de novo Acordo Coletivo de Trabalho.
  • Último Sindicato a Ceder: Sindipetro-NF, único sindicato ainda em greve, aprova acordo, uniformizando a posição entre os 13 sindicatos da Federação Única dos Petroleiros (FUP).
  • Redução de Riscos Operacionais: Fim da paralisação diminui riscos na Bacia de Campos, uma região estratégica para a produção da Petrobras.
  • Impacto Operacional: Petrobras retoma normalidade operacional na Bacia de Campos, eliminando um fator de pressão trabalhista relevante para o mercado.
  • Conclusão das Negociações: Desfecho das negociações entre a Petrobras e os trabalhadores encerra um ciclo de negociações prolongado e envolvente.

  • Rebaixamento do Rating: A Fitch rebaixou os ratings de crédito da Braskem (BRKM5) de ‘CCC+’ para ‘CC’, indicando crescente incerteza sobre a capacidade de pagamento da dívida.
  • Risco de Reestruturação: A agência não descarta a necessidade de reestruturação, especialmente sem um novo plano de financiamento crível.
  • Pagamento de Cupons: Obrigações concentradas de US$ 130 milhões em janeiro de 2026 aumentam os riscos de fluxo de caixa.
  • Pressão de Liquidez: A utilização completa de uma linha de crédito de US$ 1 bilhão em outubro reduz a flexibilidade financeira da Braskem.
  • Sinalização de Ações com Dívidas: Consultoria financeira pode indicar ações iminentes referentes à dívida, sendo um ponto de atenção para investidores.

  • Processo de liquidação do Banco Master continua; os detalhes exatos sobre o cronograma de pagamentos serão divulgados oportunamente.
  • Atenção ao prazo de pagamento: monitorar anúncios futuros é crucial para manter-se informado sobre quando os pagamentos serão efetivados.
  • Implicações para stakeholders: investidores e credores do Banco Master devem acompanhar de perto os comunicados para tomar decisões informadas.
  • Possíveis reações do mercado: incertezas sobre o cronograma podem gerar volatilidade nas ações e ativos associados ao Banco Master.
  • Importância da comunicação contínua: traders devem ficar atentos a novos comunicados oficiais do liquidante para ajustes estratégicos rápidos.

  • Redução do endividamento: Casas Bahia (BHIA3) concluiu a transformação de sua estrutura de capital, reduzindo endividamento em cerca de R$ 3 bilhões.
  • Despesas financeiras: A empresa prevê redução de R$ 1,5 bilhão em despesas financeiras entre 2026 e 2030, economizando cerca de R$ 4,7 bilhões no total.
  • Reperfilamento de dívidas: Efetuou emissões de debêntures, alongando prazos e ajustando condições, reduzindo o endividamento líquido pró-forma em R$ 2,3 bilhões no terceiro trimestre.
  • Melhora no perfil de risco: Com essa reestruturação, espera-se uma redução nos spreads de crédito e melhora nas condições comerciais.
  • Fortalecimento financeiro: A operação melhora o fluxo de caixa futuro e a capacidade de execução operacional, promovendo previsibilidade financeira em um ambiente desafiador de juros.

  • Risco Cambial: O dólar caiu na última sessão do ano, impactando negociações de moeda no curto prazo.
  • Normalização Gradual: O mercado começa a precificar um cenário de normalização econômica, influenciando estratégias de investimento.
  • Leilões do Banco Central: Leilões de contratos de swap cambial estão programados para novembro, afetando operações de câmbio.
  • Flutuações Monetárias: A queda do dólar pode sinalizar mudanças nas políticas monetárias futuras.
  • Posicionamento de Investidores: Traders devem ajustar posições considerando o impacto de uma moeda americana enfraquecida.

  • Déficit das Estatais: Estatais federais registraram déficit de R$ 6,3 bilhões até novembro, segundo maior da série histórica iniciada em 2002.
  • Correios em Destaque: Correios são o principal fator por trás do déficit, com necessidade de até R$ 20 bilhões para recuperar a sustentabilidade.
  • Plano de Recuperação dos Correios: Inclui empréstimo de R$ 12 bilhões, fechamento de mil agências, demissão de 15 mil funcionários e venda de ativos.
  • Exclusão de Grandes Estatais: Dados do BC não incluem Petrobras, Eletrobras e bancos públicos, indicando que o problema está em outras estatais.
  • Pressão Fiscal: Déficit indica alta dependência de recursos públicos, pressionando resultado fiscal do governo.

  • Jair Bolsonaro encaminhado ao centro cirúrgico: Procedimento para tratar soluços persistentes.
  • Procedimento médico: Reforço no bloqueio do nervo frênico.
  • Histórico de saúde recente: Cirurgia para tratar hérnia inguinal bilateral e dois procedimentos para solucionar soluços.
  • Autorização legal: STF permitiu a saída de Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal para tratamento.
  • Impacto potencial: A saúde de Bolsonaro pode influenciar cenários políticos e, consequentemente, os mercados.

  • Desemprego em Baixa: A taxa de desemprego caiu para 5,2% em novembro, marcando um novo recorde de baixa e contrariando expectativas de estabilidade.
  • Emprego Total Cresce: O emprego total subiu 0,8% em novembro, impulsionado por novas vagas no setor público, chegando a 102,8 milhões de ocupados.
  • Formalização Aumenta: Ocupações formais cresceram 0,9% no mês e 2,9% em relação ao ano anterior, enquanto o emprego informal caiu 1,8% no ano.
  • Renda em Alta: A renda média do trabalhador continuou subindo, com aumento de 1,8% no trimestre e 4,5% no ano, apoiada pela desinflação.
  • 2026 Resiliente: Projeção de taxa de desemprego abaixo de 6% em 2026, mas com desafios devido à valorização do dólar e possíveis atrasos nos cortes da Selic.

  • Dívida Bruta: Dívida pública bruta do Brasil foi para 79,0% do PIB em novembro, um aumento em relação aos 78,4% registrados em outubro, mas alinhado com projeções do mercado.
  • Déficit Primário: Governo registrou déficit primário de R$ 14,420 bilhões em novembro, acima das expectativas do mercado (R$ 14,0 bilhões), sinalizando fragilidade nas contas públicas.
  • Déficit Nominal: Déficit nominal atingiu 8,13% do PIB em novembro devido ao impacto dos juros, piorando o quadro fiscal.
  • Juros Impactantes: O peso dos juros sobre a dívida contribuiu significativamente para o déficit nominal elevado, mantendo a pressão sobre a situação fiscal.
  • Acúmulo Anual: Déficit primário acumulado de 12 meses alcançou 0,36% do PIB, destacando desafios na estabilização das contas públicas ao longo do ano.

  • Rebaixamento de Rating: Fitch rebaixou o rating da Braskem (BRKM5) devido a incertezas sobre o pagamento de dívidas.
  • Acesso a Financiamento: A Fitch destaca a necessidade da Braskem manter acesso a financiamentos bancários ou mercados de capitais.
  • Pressão no Setor: A empresa está enfrentando pressão contínua de baixa nos spreads petroquímicos.
  • Potencial de Reestruturação: A falta de financiamento adequado pode levar a uma possível reestruturação da dívida.
  • Monitoramento Necessário: Traders devem monitorar desenvolvimentos sobre financiamento e reestruturação que podem impactar ações BRKM5.
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