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  • Mini-índice: Fique atento aos pontos de suporte e resistência para potencial entrada e saída de posições.
  • Minidólar: Análise técnica indica níveis críticos que podem influenciar decisões de negociação.
  • Ibovespa: Observe os níveis de preço que podem sinalizar mudanças de tendência.
  • Data relevante: Informações técnicas para o dia 05/09 são cruciais para traders focados em day trade.
  • Fontes: Consulte o InfoMoney para atualizações e análises mais detalhadas.

  • Pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA: Queda inesperada neste indicador pode sinalizar aquecimento do mercado de trabalho.
  • Expectativas econômicas: Mercados estão atentos a dados de emprego nos EUA para ajustar previsões econômicas e políticas monetárias.
  • Inflação ao Produtor no Brasil: Dados de inflação ao produtor serão divulgados, podendo impactar expectativas para a política monetária brasileira.
  • PayRoll nos EUA: Publicação do Payroll nesta sexta-feira será crucial para traders avaliarem a saúde econômica e possíveis movimentos do Fed.
  • Calibração de mercado: Indicadores econômicos dos EUA e Brasil desta semana são fundamentais para calibrar decisões de investimento.

  • Ibovespa atinge máxima histórica: Apesar de desafios como desarranjo fiscal e alta Selic, o índice se mantém forte devido a ações baratas.
  • Impacto do dólar em queda: Redução de custos e desaceleração da inflação são favorecidas pela desvalorização do dólar, beneficiando assim os ativos brasileiros.
  • Expectativa de corte na Selic até 2026: Corte de juros pode impulsionar reprecificação de ações, mesmo sendo necessário considerar riscos políticos e econômicos.
  • Perspectiva de valorização futura: Em um cenário de aumento dos múltiplos preço/lucro e lucros das empresas, o Ibovespa tem potencial de atingir 200 mil pontos.
  • Oportunidade de aumento em portfólios brasileiros: Com risco assimétrico, a migração para ações brasileiras é recomendada para capitalizar em possíveis ganhos futuros.

  • Reino Unido - 03:00: Divulgação do Índice de Preços de Imóveis Halifax, essencial para avaliar a saúde do setor imobiliário britânico.
  • Zona do Euro - 03:00: Dados sobre Pedidos às fábricas na Alemanha, importantes para insights sobre o núcleo industrial europeu.
  • Estados Unidos - 09:30: Publicação do Ganho Médio por Hora Trabalhada, relevante para análise de pressões inflacionárias e saúde do mercado de trabalho.
  • Volatilidade Esperada: Eventos econômicos significativos em horários próximos podem criar volatilidade no mercado cambial.
  • Foco para Traders: Monitorar reações do mercado às publicações, especialmente sobre a GBP, EUR e USD.

  • S&P 500 Futuros: Indica alta antes do relatório de emprego, refletindo aumento na confiança do mercado.
  • Expectativas do Fed: Traders apostam em cortes de juros, destacando a importância das decisões do Federal Reserve.
  • Relatório Payroll: Foco dos traders nas contratações norte-americanas; impacto imediato esperado nos índices.
  • Títulos do Tesouro: Juros futuros podem afetar direta ou indiretamente o preço e volume de negociação destes ativos.
  • Mercado de Moedas: Possíveis movimentos no dólar em resposta aos dados de emprego e mudanças nas taxas de juros.

  • Impacto limitado: Medidas de exceção e diversificação ajudaram a minimizar as tarifas dos EUA nas importações brasileiras.
  • Exportações brasileiras crescem: Em agosto, o Brasil conseguiu aumentar suas exportações gerais em 35,8%.
  • Nenhuma hecatombe econômica: Apesar do tarifaço, o cenário econômico não enfrentou desastres significativos até agora.
  • Cautela permanece: O mercado continua cauteloso devido às incertezas geradas pelas tarifas e suas possíveis repercussões futuras.
  • Oportunidades no radar: Traders devem observar oportunidades em setores que se beneficiam da exportação aumentada do Brasil.

  • Impacto Regulatório: CEO da BMW, Oliver Zipse critica plano da UE de eliminar motores a combustão até 2035, chamando-o de "grande erro".
  • Emissões da Cadeia de Valor: Zipse defende que a UE considere emissões de toda a cadeia de suprimentos, incluindo produção de baterias.
  • Combustíveis Sustentáveis: A BMW pede aos reguladores da UE permissão para utilizar combustíveis sustentáveis além de 2035.
  • Expectativas de Vendas: A BMW está projetando vender mais de 2,5 milhões de veículos em 2025, com crescimento recente na Europa.
  • Inovações Elétricas: Durante o Salão do Automóvel IAA, a BMW lançará seu primeiro modelo de uma nova geração de veículos elétricos.

  • Trump anuncia novas tarifas sobre importação de semicondutores para empresas que não transferirem produção para os Estados Unidos.
  • Volatilidade de mercado: A ameaça de tarifas gera incerteza econômica global e pode impactar a volatilidade nos mercados financeiros.
  • Incentivo à produção doméstica: Empresas que investirem na fabricação de chips nos EUA, como TSMC, Samsung e SK Hynix, não enfrentam tarifas.
  • Resistência legal: Administração Trump solicita que Suprema Corte mantenha tarifas impostas, após tribunal inferior invalidar maioria delas.
  • Atenção a grandes empresas: Gigantes como Apple já aumentaram investimentos nos EUA, buscando evitar tarifas e ganhar apoio político.

  • Anúncio Importante: A Embraer fará um grande anúncio em 10 de setembro nos EUA, marcando um possível novo marco nos negócios da empresa no país.
  • Lobby contra Tarifas: A Embraer está fazendo lobby para a remoção de tarifas de importação de 10% impostas pelos EUA sobre seus produtos.
  • Mercado Americano: Os clientes norte-americanos são responsáveis por 45% dos aviões comerciais e 70% dos jatos executivos vendidos pela Embraer.
  • Planos Industriais: Embora a Embraer não planeje lançar novos modelos de jatos, ela considera aumentar sua presença industrial nos EUA.
  • Investimento Futuro: A Embraer planeja comprar US$ 21 bilhões em produtos dos EUA até 2030 e pode construir uma fábrica de US$ 500 milhões para o C-390.

  • Prejuízo no 2º trimestre de 2025: Oi (OIBR3) reporta prejuízo líquido de R$ 835 milhões, consequência de redução de faturamento e despesas elevadas com juros.
  • Ebitda negativo: Ebitda no 2º trimestre ficou negativo em R$ 91 milhões, representando uma perda 8,6% maior comparado ao ano anterior.
  • Queda na receita: Receita líquida de R$ 714 milhões, redução de 66,7% em comparação ao ano anterior, devido à ausência de receitas de fibra ótica e TV.
  • Dívida líquida aumentada: Dívida líquida da Oi cresce 50,9% ano a ano, alcançando R$ 10 bilhões, após novos financiamentos decorrentes do plano de recuperação.
  • Queima de caixa reduzida: Queima de caixa de R$ 139 milhões, 39% menor em comparação anual devido à redução de despesas e investimentos após vendas de ativos.

  • Prejuízo líquido e Ebitda: Oi (OIBR3) reportou um prejuízo líquido de R$ 835 milhões no 2T25, com Ebitda negativo de R$ 91 milhões, piorando 8,6% ano a ano.
  • Receita e despesas: Receita líquida caiu para R$ 714 milhões, uma queda de 66,7%, enquanto custos e despesas somaram R$ 804 milhões, recuo de 63,9%.
  • Dívida e caixa: Dívida líquida aumentou para R$ 10 bilhões, alta de 50,9%, com caixa caindo 39,8% para R$ 1,1 bilhão.
  • Crescimento em TIC: Receitas de TIC no portfólio Oi Soluções aumentaram com crescimento de cloud e UC&C em 11% e 22%, respectivamente.
  • Modelo operacional e economias: Novo modelo operacional impulsionou receitas subsidiárias em 67%, gerando economias de R$ 1,4 bilhão na migração para soluções digitais.

  • Prejuízo Líquido: Oi (OIBR3) reportou prejuízo de R$ 835 milhões no 2T25, revertendo lucro de R$ 15 bilhões do ano anterior.
  • Ebitda Negativo: Ficou em R$ 91 milhões, 8,6% pior que no 2T24.
  • Dívida Líquida Crescente: Aumentou para R$ 10 bilhões, alta de 50,9% em relação ao 2T24.
  • TIC no Portfólio: Receitas de cloud e UC&C cresceram 11% e 22% anualmente, respectivamente.
  • Opex e Capex Reduzidos: Opex caiu 64,6% e Capex 70,1% no comparativo anual.

  • Ações do BRB caem após Banco Central bloquear oferta para adquirir ativos do Banco Master, provocando queda de 5,6% nas ações preferenciais.
  • Proposta original rejeitada: BRB planejava adquirir 58% do Banco Master, mas enfrenta obstáculos regulatórios.
  • Reavaliação do negócio: BRB estuda nova estrutura de proposta para evitar assumir passivos problemáticos do Master.
  • Banco Master precisa de capital: Fontes sugerem necessidade de capital significante para estabilizar a instituição.
  • Valorização do negócio reavaliada: Inicialmente prevista em R$2 bilhões, a aquisição foi reduzida para R$1,8 bilhão devido ao montante excluído da proposta final.

  • Emissão de Títulos: Petrobras anunciou a emissão de US$ 2 bilhões em títulos no mercado internacional, com vencimentos em 2030 e 2036, retornos de 5,350% e 6,550% ao ano, respectivamente.
  • Avaliação da Moody's: Moody's atribuiu nota Ba1 aos títulos, destacando as fortes métricas de crédito, baixa exposição ao risco cambial e estrutura de capital sólida da Petrobras.
  • Garantias e Uso dos Recursos: Os títulos têm garantia total e incondicional da Petrobras; os recursos serão usados para fins corporativos gerais.
  • Participação Bancária: BBVA Securities, Citigroup, Deutsche Bank, Itaú BBA, Santander e UBS Investment Bank estão conduzindo a operação.
  • Estratégia de Alavancagem: Petrobras foca na redução de alavancagem; já atingiu metas de dívida e planeja estabilização em US$ 65 bilhões até 2025.

  • Queda na produção de bebidas: Segundo o IBGE, a produção industrial de bebidas no Brasil caiu 15% em julho na base anual e 5% trimestralmente, impactando as ações da Ambev (ABEV3).
  • Reação do mercado: Após uma queda de cerca de 3%, as ações da Ambev se recuperaram hoje com uma alta de 2,18%.
  • Estratégia de preços questionada: BTG Pactual critica o aumento de preços liderado pela Ambev durante um período tradicionalmente frio; Heineken também seguiu a tendência.
  • Pressão competitiva: Heineken e Petrópolis intensificam competição, potencialmente pressionando margens da Ambev, combinadas com a desaceleração econômica brasileira.
  • Recomendações dos analistas: BTG, Bradesco BBI, e Safra estão neutros em relação às ações da Ambev com preços-alvos entre R$ 13 e R$ 15, enquanto o Goldman Sachs recomenda venda, com alvo de R$ 11,7.

  • Projeto Gaia V aprovado: Conselho de Administração da Irani Papel e Embalagem aprova o investimento de R$ 125,9 milhões para repotenciar a PCH em Santa Catarina.
  • Prazo de execução: Projeto deve ser finalizado em 2 anos.
  • Financiamento: Recursos serão obtidos através de financiamentos para projetos de infraestrutura.
  • Objetivos do projeto: Ampliar capacidade, melhorar eficiência e promover sustentabilidade em energia renovável.
  • Impacto ESG: A medida apoia o Compromisso ESG Ciclo 2030, focando na autossuficiência em geração de energia renovável.

  • Brasil reconhecido como livre de gripe aviária pela UE: Isso permite a retomada das exportações de carne de frango para o bloco europeu.
  • Decisão comunicada por Carlos Fávaro: Ministro da Agricultura recebeu a notícia após videoconferência com Olivér Várhelyi, comissário da UE.
  • Suspensão gradual de restrições: União Europeia planeja restabelecer progressivamente as áreas para exportação de frango brasileiro.
  • Impacto nas exportações: União Europeia e China são mercados importantes; decisão pode influenciar positivamente as exportações brasileiras.
  • ABPA comemora decisão: Associação considera que medida viabilizará retorno forte das exportações de carne de frango para a Europa.

  • Ágora Investimentos oferece material diário: Traders têm acesso a vídeos e podcasts.
  • Conteúdo atualizado regularmente: Informações essenciais são disponibilizadas todos os dias.
  • Fontes de informação para decisões de trading: Insights e análises que podem influenciar estratégias de investimento.
  • Foco em aprimorar conhecimentos: Material ajuda traders a se manterem informados sobre o mercado financeiro.
  • Acesso fácil e gratuito: Conteúdo disponibilizado sem custo adicional para investidores.

  • Azzas pode realizar aquisição inesperada, o que pode criar ruído no mercado e impactar suas ações. Traders devem ficar atentos aos desdobramentos de liderança.
  • Empresa busca simplificação em sua estrutura organizacional, estratégia que pode alterar a percepção do mercado sobre a empresa.
  • A fusão ou aquisição pode gerar mudanças significativas na direção estratégica da Azzas, afetando decisões de investimentos.
  • Investidores devem monitorar possíveis alterações de liderança como consequência da aquisição.
  • Reações do mercado devem ser observadas atentamente, já que a notícia pode influenciar o preço das ações da Azzas.

  • Ibovespa em Alta: O índice Bovespa fechou em alta de 0,81% aos 140.993,25 pontos, impulsionado pelas expectativas de corte de juros nos EUA e Brasil.
  • Empresas Sensíveis a Juros: Ações como Yduqs (YDUQ3) e Cogna (COGN3) subiram significativamente, com expectativas favoráveis a setores cíclicos diante de um possível afrouxamento monetário.
  • Dados Econômicos dos EUA: A pesquisa ADP mostrou que apenas 54 mil empregos foram criados em agosto, abaixo das expectativas, alimentando especulações de cortes de juros pelo Fed.
  • Ações em Nova York: S&P 500, Dow Jones e Nasdaq subiram, refletindo sentimento positivo após dados econômicos e expectativas de cortes de juros.
  • Variação do Dólar: O dólar caiu 0,11% a R$ 5,4468, influenciado pela expectativa de corte de juros nos EUA e melhora no apetite global por risco.

  • Noh, a primeira conta 100% digital para casais: Focada exclusivamente em unir amor e dinheiro, com recursos de pagamentos, Pix e investimentos em dupla, Noh se destaca no segmento.
  • Parceria de confiança: Com Nath Finanças como sócia, a conta busca levar mais acessibilidade e segurança para casais, além de contar com a proteção do FGC e tecnologia de grandes bancos.
  • Transparência em custos e funcionalidades: Mensalidade fixa de R$ 24 por casal, sem taxas escondidas, com o primeiro mês grátis e possibilidade de meses gratuitos via indicações.
  • Recursos e flexibilidade: Conta com opções de saldos conjuntos ou separados, caixinhas de organização, notificações em tempo real, cartão pré-pago Visa internacional e investimentos em renda fixa.
  • Avaliação de usuários no Reclame Aqui: Nota média de 7,1 em 6 meses, considerada Boa. A empresa respondeu a 96,6% das reclamações e teve uma taxa de resolução de 66,7%.

  • Proibição de vendas: A Anthropic decidiu proibir a venda de seus serviços de IA para empresas controladas por chineses.
  • Motivação: A medida visa limitar o uso da tecnologia por militares e serviços de inteligência da China e outros países adversários dos EUA.
  • Impacto no mercado: Essa decisão pode influenciar as ações de empresas de tecnologia e segurança em IA.
  • Geopolítica: A medida reflete as tensões contínuas entre os EUA e a China no campo tecnológico.
  • Regulamentação e compliance: Traders devem ficar atentos a possíveis novas regulações e políticas de compliance que podem surgir desse cenário.

  • Receita Projetada: Broadcom projeta receita abaixo do esperado.
  • Concorrência: Empresa enfrenta concorrência acirrada no mercado de semicondutores para IA.
  • Impacto nos Investidores: Guidance decepcionou investidores apesar do crescimento no setor de IA.
  • Fator de Mercado: Informações podem afetar o preço das ações da Broadcom.
  • Oportunidades de Análise: Importante monitorar reações do mercado e desempenho de concorrentes.

  • Oportunidades na Renda Fixa: Juros altos criam oportunidades únicas na renda fixa, consideradas "geracionais" pela BlackRock Brasil.
  • Yields Atrativas: 80% dos instrumentos globais de renda fixa pagam ao menos 4% em dólar, enquanto mercados emergentes oferecem rendimentos médios de 6%.
  • Ciclo de Corte de Juros: Espera-se um ciclo de corte de juros pelo Federal Reserve e outros bancos centrais, potencialmente começando em setembro.
  • Melhora nas Contas Públicas: Situações fiscais estão melhorando globalmente, especialmente em mercados emergentes, apesar de ainda serem delicadas.
  • Perspectivas para a Renda Fixa Privada: Empresas brasileiras estão gerindo bem seus riscos de crédito, com uma alavancagem média controlada de 2,5x.

  • Pague Menos (PGMN3) e RD Saúde (RADL3) são destacadas pela XP Investimentos como as farmacêuticas mais bem posicionadas no mercado de medicamentos à base de GLP-1.
  • Escassez de GLP-1: Apesar de alguns reabastecimentos, a falta de medicamentos GLP-1, especialmente o Mounjaro, continua desafiadora.
  • Localização Estratégica: Menor disponibilidade em São Paulo foi notada, possivelmente devido a alta demanda e questões de segurança.
  • Comparativo de Preços: RD e DPSP estão quase empatadas com os menores preços para medicamentos prescritos. Em OTC, Pague Menos é mais barata.
  • E-commerce em Foco: Mercado Livre destaca-se em protetores solares e cuidados capilares; Amazon lidera em dermocosméticos. Shopee oferece muitas opções de frete grátis.

  • Bolsas de Nova York fecham em alta: Motivadas por expectativas de corte de juros pelo Federal Reserve, especialmente após novos dados de emprego.
  • Dados de emprego nos EUA: Relatório recente influenciou positivamente as apostas no mercado, aumentando a especulação acerca de políticas monetárias mais brandas.
  • Expectativa para o payroll: Traders estão atentos à publicação do payroll, dados essenciais sobre o emprego nos EUA que serão divulgados na sexta-feira, dia 5.
  • Impacto no mercado: Boas notícias no setor de emprego podem fortalecer ainda mais o sentimento positivo e a confiança em ações de risco.
  • Foco no Federal Reserve: Investidores acompanham de perto qualquer sinalização de mudança nas taxas de juros que pode influenciar a trajetória futura dos mercados.

  • Ibovespa em Alta: Índice fechou com alta de 0,81% aos 140.993,25 pontos, próximo da máxima histórica, com otimismo sobre possível corte de juros nos EUA.
  • Dólar e DIs: Dólar comercial caiu 0,09% a R$ 5,447, com recuo em toda a curva dos DIs, impulsionado por expectativas de corte de juros pelo Federal Reserve.
  • Expectativa do Fed: Alta probabilidade (97,6%) de corte de 0,25 ponto na próxima reunião do Fed em setembro, com foco no payroll que será divulgado em breve.
  • Balança Comercial: Superávit de agosto subiu 35,8% apesar das tarifas dos EUA, diminuindo a dependência do mercado americano, mas questões políticas internas permanecem.
  • Movimentações de Ações: Cosan liderou alta (5,63%) e entre as quedas, Azzas caiu (1,10%) e BRB recuou (3,25%). Bancos e blue chips também influenciaram no índice.

  • Câmara aprova anistia para dívidas de consignados: Dívidas de empréstimos consignados do INSS entre 2016 e 2024 serão perdoadas, caso projeto de lei avance no Senado.
  • Devolução de descontos indevidos: Projeto exige que bancos e associações devolvam descontos não autorizados; se não cumprirem, o INSS será responsável pelo ressarcimento.
  • INSS responsável por identificar vítimas: O INSS deverá auditar e identificar beneficiários prejudicados por irregularidades nos contratos.
  • Responsabilização de fraudes: CPMI do INSS busca prisões de ex-gestores e suspeitos após descoberta de fraudes em descontos de aposentadorias.
  • Acesso ao Fundo Garantidor de Créditos: INSS autorizado a utilizar recursos do FGC, se necessário, para proteger beneficiários afetados por fraudes.

  • ADP Report: Dados mais fracos do que o esperado no relatório de emprego ADP dos EUA.
  • Auxílio Desemprego: Aumento nos pedidos de auxílio desemprego, sugerindo desafios no mercado de trabalho.
  • Expectativas de Política Monetária: Os dados reforçaram a visão de que o Fed pode considerar novos cortes de juros em breve.
  • Impacto no Ibovespa: O índice Ibovespa interrompeu uma sequência de três baixas e subiu 0,8% com as expectativas de cortes de juros nos EUA.
  • Foco dos Traders: Traders devem monitorar dados econômicos adicionais e declarações do Fed que possam influenciar futuras decisões de taxa de juros.

  • Mercados internacionais fecharam em alta com sinais de desaceleração no mercado de trabalho dos EUA, o que pode influenciar uma postura mais dovish do Federal Reserve.
  • Relatório ADP e pedidos de auxílio-desemprego mostraram dados abaixo e acima das expectativas, respectivamente, reforçando a possibilidade de corte de juros.
  • Queda nos rendimentos dos Treasuries como consequência da expectativa de juros mais baixos, estimulando o apetite por risco nos mercados.
  • Ibovespa fechou em alta de 0,81%, aos 140.993 pontos, impulsionado pela alta do minério de ferro e setores financeiro, consumo e imobiliário.
  • Dólar caiu para R$ 5,45, com desvalorização de 0,11%, enquanto os juros futuros locais seguiram tendência de queda, refletindo o alívio nos mercados internacionais.

  • Queda nas Ações: As ações da Lululemon despencaram mais de 13% após anúncio de queda nas vendas.
  • Revisão de Projeções: A empresa revisou para baixo suas projeções de crescimento para o curto prazo.
  • Foco em Atletas: Estratégia inclui apostar em parcerias com atletas para tentar recuperar o crescimento.
  • Impacto no Setor: A notícia pode afetar outros varejistas de roupas esportivas, observando-se a reação do mercado.
  • Oportunidade de Comprar na Queda: A desvalorização pode representar uma oportunidade de compra para traders que acreditam na recuperação da Lululemon.

  • Rejeição do BC: O Banco Central indeferiu o requerimento do BRB para adquirir 49% das ações ordinárias e 100% das ações preferenciais do Banco Master.
  • Impacto nas ações: A notícia levou à desvalorização das ações do BRB, que caíram de forma acentuada após o anúncio.
  • Recuperação parcial: Apesar da queda inicial, as ações conseguiram se recuperar e fecharam longe das mínimas do dia.
  • Reavaliação de preço: A decisão do ajuste de perímetro pode impactar no preço das ações do Banco Master.
  • Atenção ao mercado: Traders devem continuar atentos aos desenvolvimentos futuros dessa transação e às reações subsequentes do mercado.

  • Ibovespa fecha em alta: Expectativas de corte de juros nos EUA impulsionam o mercado brasileiro.
  • Principais índices dos EUA em alta: Influência positiva no mercado global antes da divulgação do payroll.
  • Expectativa de políticas monetárias: Corte de juros nos EUA pode impactar positivamente as ações e ativos de risco.
  • Importância do payroll: Dados econômicos que serão divulgados amanhã podem alterar a trajetória de mercado.
  • Sentimento de euforia: Mercado otimista com políticas econômicas nos EUA, apresentando oportunidades para traders.

  • Dólar à vista fechou em baixa de 0,38%, cotado a R$ 5,4541.
  • Tendência de queda foi influenciada por expectativas de corte de juros nos EUA.
  • Investidores monitoram a política monetária dos EUA em busca de sinais mais claros.
  • Volatilidade pode aumentar caso novas declarações do Fed movimentem o mercado.
  • Trader deve observar movimentos do câmbio frente ao cenário internacional incerto.

  • TGE do $RUNWAGO agendado para 18 de setembro de 2025: A Runwago divulgou a data de lançamento do seu Token Generation Event, um momento chave para investidores e traders interessados no ecossistema SportFi.
  • Valorização inicial com valor de mercado de US$ 351.000: O lançamento do token $RUNWAGO em corretoras centralizadas pode oferecer oportunidade de valorização, dado o baixo valor de mercado inicial.
  • Modelo Run-to-Earn Sustentável: Diferente dos modelos de GameFi, a Runwago recompensa corridas reais e desempenho com base em economia circular, sem depender de emissões inflacionárias de tokens.
  • Alianças estratégicas: Parcerias com empresas como GARMIN e Moon5 Labs fortalecem a base de desenvolvimento e operação do app, já disponível na App Store e Google Play.
  • Camadas adicionais de engajamento e segurança: Implementações como o Referral System, Star Mode e Anti-Cheat System aumentam a retenção de usuários, assegurando a integridade e sustento do ecossistema.

  • Eduardo Bolsonaro condiciona negociação comercial com EUA à anistia de Jair Bolsonaro: Segundo o deputado, a única maneira de reduzir as tarifas americanas é aprovar uma anistia ao ex-presidente em Brasília.
  • Implicações políticas das tarifas: As tarifas são vistas mais como um impasse político do que uma questão comercial, com pressão para que a solução comece no Congresso brasileiro.
  • Expectativa de reação dos EUA: Eduardo Bolsonaro prevê que o governo Trump deve reagir ao julgamento de Jair Bolsonaro no STF, o que pode impactar negociações futuras.
  • Empresas brasileiras impactadas: A situação aumenta a percepção de risco político, afetando investidores e empresas que dependem do comércio com os EUA.
  • Volatilidade nos mercados: A incerteza pode trazer volatilidade para câmbio, juros e bolsa, com setores como agro, siderurgia e manufatura sob maior pressão caso o impasse persista.

  • Aviso de Ajuste Fiscal: Roberto Campos Neto destaca a necessidade urgente de cortar gastos governamentais para evitar ajustes futuros mais difíceis, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos.
  • Problema Fiscal Pós-Pandemia: A pandemia levou a um aumento da dívida pública e subsequente alta dos juros, impactando a liquidez económica e resultando em inflação global.
  • Impostos e Produtividade: A maioria dos governos optou por aumentar impostos sobre o capital, resultando em baixa produtividade devido à priorização de mão de obra sobre o capital.
  • Desafios Econômicos Globais: Problemas como baixa produtividade, envelhecimento populacional e grandes dívidas estão associados a desafios geopolíticos e de transformação energética.
  • Cenário Futuro: Campos Neto acredita que ajustes fiscais são inevitáveis, possivelmente via inflação ou impostos, afetando tanto a base da pirâmide como o capital.

  • Intervenção Cambial: A Argentina está intervindo no câmbio pelo terceiro dia consecutivo.
  • Montante Vendido: Estima-se que o país já vendeu US$ 310 milhões no mercado cambial.
  • Total Desde Agosto: Somente desde 12 de agosto, as vendas de moeda americana somam US$ 352 milhões.
  • Pressão no Peso: A intervenção sugere uma pressão significativa sobre a moeda local.
  • Oportunidades de Negociação: Traders devem monitorar futuras intervenções e volatilidade no mercado de câmbio argentino.

  • Ibovespa em alta: Ibovespa fechou com alta de 0,81%, atingindo 140.993,25 pontos, próximo ao recorde de 141.422,26 pontos. O índice foi impulsionado por grandes empresas e pelo otimismo de Wall Street.
  • Dólar em queda: O dólar à vista encerrou em R$ 5,4468, com uma queda de 0,11%.
  • Ações de destaque: Vale (VALE3) e Petrobras (PETR3; PETR4) fecharam em alta. Cosan (CSAN3) foi a ação mais negociada, enquanto Brava Energia (BRAV3) e Azzas 2154 (AZZA3) lideraram as quedas.
  • Dados econômicos: Superávit comercial de US$ 6,133 bilhões em agosto, aumento de 35,8% em comparação a 2024, apesar da tarifa de 50% dos EUA sobre produtos brasileiros.
  • Expectativas externas: Wall Street subiu com a expectativa de corte de juros pelo Fed. Há 97,4% de chance de redução nos juros nos EUA.

  • Dólar inicia em alta mas reverte após dados fracos de emprego nos EUA, sugerindo possíveis cortes de juros pelo Federal Reserve.
  • Dólar à vista (USDBRL) encerra a R$ 5,4468, com queda de 0,11%, destoando do DXY que subia 0,14%.
  • Relatório ADP dos EUA mostra criação de 54.000 empregos em agosto, abaixo dos 65.000 esperados, impactando expectativas sobre política monetária.
  • Mercado precifica 97,4% de chance de corte de 0,25 pp nos juros dos EUA; dados de emprego são cruciais para futuras decisões do Fed.
  • Superávit comercial brasileiro em agosto é de US$ 6,133 bilhões, impactado pela tarifa de 50% dos EUA sobre produtos brasileiros.
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