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Mostrando 18641 a 18680 de 20457 notícias

  • Cade solicita estudo econômico para analisar a fusão entre Petz (PETZ3) e Cobasi, visando um faturamento de R$ 7 bilhões.
  • Mercado pet físico e online considerado no estudo exigido pelo Cade, gerando revisão da fusão após recurso da Petlove.
  • BTG Pactual mantém cronograma de decisão entre setembro e dezembro, embora a aprovação possa ser adiada até o fim desse período.
  • Acordo de fusão prevê que acionistas da Petz receberão 52,6% das ações da nova companhia, e acionistas da Cobasi 47,4%, além de R$ 400 milhões em pagamentos.
  • Recomendação neutra do BTG às ações da Petz, com preço-alvo de R$ 5, devido ao P/L de 25x para 2025 e desafios de mercado mesmo com possíveis sinergias da fusão.

  • ROE Sustentável: Itaú projeta um ROE acima de 24% no Brasil, com 24,4% alcançado no 2T25; expectativa de ROE entre 25% e 30% no segmento de varejo.
  • Dividendos: Possibilidade de maior distribuição de dividendos a partir de 2027; política de dividendos indica pagamentos extraordinários anuais, com revisão de payout em 2026.
  • Expansão Tecnológica: Avanço do super app One Itaú, com projeção de 15 milhões de clientes até o fim de 2025; aposta em inteligência artificial para ganhos de eficiência.
  • Varejo e PMEs: Ambição de dobrar a carteira de varejo até 2030; expansão no segmento de PMEs com Itaú Emps como banco digital dedicado.
  • Internacionalização e Diversificação: Destaques para operações no Uruguai e Paraguai; fortalecimento do Itaú BBA em derivativos, câmbio, e renda fixa privada.

  • Taxa do DI: A taxa do Depósito Interfinanceiro para janeiro de 2027 fechou em 13,98%, ligeiramente abaixo do ajuste anterior de 13,999%.
  • Juros Futuros: Leves baixas foram registradas nos juros futuros, sinalizando pequenas mudanças nas expectativas de mercado.
  • Taxas Longas: As taxas de juros para prazos mais longos terminaram estáveis, indicando estabilidade nas projeções de longo prazo.
  • Sessão Anterior: Comparação com o ajuste anterior indica um ambiente de pequenas oscilações, sem grandes surpresas no mercado.
  • Relevância para Traders: Monitorar movimentos futuros dos juros, pois mesmo pequenas variações podem impactar decisões de investimento.

  • Encontro sobre dívida rural: Lula se reuniu com ministros e a presidente do Banco do Brasil para discutir soluções para a dívida dos produtores rurais.
  • Proposta esperada em breve: O governo deve apresentar alternativas para renegociação da dívida até a próxima semana.
  • Impacto na BBAS3: A inadimplência rural afetou os resultados do Banco do Brasil no segundo trimestre, com previsão de impacto contínuo no terceiro trimestre.
  • Análise do BTG Pactual: Visibilidade para futuros resultados do banco é baixa, apesar de previsão de melhora no lucro no segundo semestre.
  • Inadimplência crescente: NPLs estão aumentando, não só no agronegócio, mas também na carteira corporativa, e o patrimônio líquido do banco não cresce.

  • Superávit Comercial do Brasil: Brasil registrou superávit de US$ 6,133 bilhões em agosto, um aumento de 35,8% em relação ao mesmo mês de 2024.
  • Exportações Potentes: Exportações brasileiras somaram quase US$ 30 bilhões em agosto, impulsionadas por agro e mineração.
  • Diversificação de Mercados: Parcerias mais fortes com países como China e México compensaram as perdas nos EUA.
  • Contexto Global: Apesar das tarifas dos EUA, Brasil aumentou exportações para China em quase 30%, mostrando capacidade de adaptação.
  • Perspectivas Futuras: Especialistas recomendam continuar diversificando mercados e monitorar tarifas americanas que podem impactar setores importantes.

  • Exportações para os EUA caem 18,5%: Tarifa de 50% imposta por Trump impactou imediatamente as exportações brasileiras, principalmente nos setores agropecuário e de manufaturados.
  • Aumento de exportações para China e México: China ampliou suas compras em 29,9%, e México em 43,8%, compensando parcialmente a perda de mercado nos EUA.
  • Setores buscam diversificação: Empresas já estão procurando alternativas para minimizar dependência dos EUA e evitar perda de competitividade.
  • Superávit comercial cresce 35,8%: Saldo positivo de US$ 6,133 bilhões em agosto, mesmo com guerra tarifária, reafirma resiliência do comércio exterior brasileiro.
  • Atenção à concentração de mercados: A aposta no aumento das relações comerciais com China e México precisa ser equilibrada para evitar dependência excessiva.

  • Preço do Brent: Banco estima valor entre US$ 65 e US$ 70 até o final do ano.
  • Oferta de Petróleo: Mesmo com aumento na oferta, preços devem se manter no patamar estimado.
  • Reunião da Opep+: Atenção para o encontro marcado para o dia 7, importante para decisões sobre a commodity.
  • Sentimento do mercado: Expectativas de estabilidade nos preços podem impactar decisões de traders no curto prazo.
  • Análise de investimento: Comportamento de petroleiras independentes pode ser influenciado pelas diretrizes da Opep+.

  • Data da Sessão Extraordinária: O Cade marcou a sessão extraordinária para julgar a fusão entre BRF (BRFS3) e Marfrig (MRFG3) nesta sexta-feira (5), às 15h.
  • Voto pela Aprovação: O conselheiro Carlos Jacques liberou seu voto pela aprovação integral da fusão, formando uma maioria favorável no Cade.
  • Recurso da Minerva: A Minerva (BEEF3) apresentou recurso, porém a fusão foi aprovada sem restrições pela Superintendência Geral, e o tribunal avalia questões de governança.
  • Mudanças na Salic: A Salic vendeu sua posição em ações na BRF, mas comprou derivativos equivalentes, aumentando a flexibilidade do portfólio e neutralizando governança.
  • Impacto para Traders: Traders devem observar os impactos da decisão do Cade e mudanças na governança para identificar oportunidades de negociação nas ações envolvidas.

  • Superávit da balança comercial: O Brasil registrou um superávit de US$ 6,133 bilhões em agosto, 35,8% superior ao mesmo mês de 2024.
  • Exportações vs. Importações: Exportações subiram 3,9% totalizando US$ 29,861 bilhões, enquanto as importações caíram 2% para US$ 23,728 bilhões.
  • Impacto das tarifas dos EUA: Aplicação de tarifa de 50% pelos Estados Unidos sensibilizou as exportações, com queda de 18,5% para o país.
  • Exportações para a China: As exportações para a China cresceram 29,9%, elevando a participação para 32,1% do total.
  • Acumulado no ano: Superávit de US$ 42,812 bilhões nos primeiros oito meses de 2023, uma queda de 20,2% em relação a 2024.

  • Cade solicita novos dados: A fusão entre Petz (PETZ3) e Cobasi enfrenta atrasos após o Cade pedir informações adicionais. O processo de análise continua em andamento.
  • Expectativa do BTG Pactual: Analistas acreditam que a decisão ainda deverá ocorrer entre o fim de setembro e dezembro de 2025, mantendo um cronograma relativamente estável até o momento.
  • Pressão regulatória em foco: O Cade tem demonstrado uma postura mais rigorosa em fusões, destacando preocupações sobre concentração de mercado, especialmente em setores de impacto competitivo, como o mercado pet.
  • Volatilidade das ações PETZ3: Ações da Petz mostram oscilação com a expectativa de sinergias e preocupações regulatórias. O desfecho do Cade será crucial para definir o impacto competitivo e o planejamento estratégico das empresas.
  • Significado da fusão: A união criará um dos maiores grupos pet mundiais, elevando a importância da aprovação do Cade, em um mercado brasileiro com crescimento acima da média global.

  • Término de Parceria: Raízen encerra parceria com a Oxxo, sinalizando mudanças nas operações de ambas as empresas.
  • Impacto Positivo para RAIZ4: Expectativas de que o término da parceria traga benefícios à Raízen, com potencial valorização de suas ações (RAIZ4).
  • Consequências Negativas para Femsa: A operação pode impactar negativamente as atividades da Femsa, refletindo-se na performance de suas ações.
  • Análise de Mercado: Traders devem observar como o mercado reage a esta cisão, principalmente nos próximos fechamentos.
  • Oportunidades de Compra/Venda: Movimentos abruptos nos preços das ações RAIZ4 ou Femsa podem abrir oportunidades para operações de curto prazo.

  • Revisão de Estimativas: O Itaú BBA reduziu as estimativas de resultados do Banco do Brasil para 2025 e 2026 em 18% e 20%, respectivamente, e mantém recomendação neutra com preço-alvo de R$ 23.
  • Risco de Inadimplência: A carteira do agronegócio apresenta 16% dos créditos em aberto, sendo um risco significativo de inadimplência, apesar de renegociações realizadas.
  • Impacto em PMEs e Pessoas Físicas: A demanda por provisões deve aumentar para Pequenas e Médias Empresas e pessoas físicas, com projeção de despesas de R$ 56 bilhões em 2026.
  • Desaceleração do Crédito: A previsão de crescimento da carteira de crédito foi reduzida, com um guidance de 4,5% para 2025 e expectativa de 6% para 2026, impactando spreads e receitas.
  • Lucro e ROE Pressionados: O lucro líquido para 2025 e 2026 é projetado em R$ 20,3 bilhões e R$ 24,4 bilhões, respectivamente, com um ROE esperado de 12,2% em 2026, abaixo do custo de capital.

  • VALE3 foi a ação mais recomendada para setembro, com indicação de 12 dos 16 analistas consultados. O Safra destaca o valuation atraente e o potencial de retornos aos acionistas.
  • Petrobras (PETR4) e Itaú Unibanco (ITUB4) foram as próximas mais recomendadas, com 11 indicações cada. PETR4 é vista como uma "vaca leiteira" pela Monte Bravo por seu potencial de dividendos.
  • Itaú Unibanco (ITUB4) mostrou fortes resultados no 2T25, com lucro recorrente de R$ 11,5 bilhões e ROE de 23,3%, consolidando a visão otimista dos analistas.
  • BB Investimentos vê cenário positivo na China para setor de siderurgia, com medidas de estímulo governamentais impulsionando a demanda de aço.
  • BTG Pactual recomenda ITUB4 no setor bancário, destacando o crescimento sustentável e altos retornos do banco.

  • Decisão Urgente sobre Gastos Públicos no Brasil: Roberto Campos Neto alerta sobre a necessidade do governo brasileiro decidir rapidamente sobre os gastos públicos para evitar uma situação econômica pior no futuro.
  • Desafios Fiscais Globais: Problemas fiscais não são exclusivos do Brasil e começam a afetar grandes economias como EUA e Europa devido aos gastos elevados durante a pandemia.
  • Inflação Resultante de Medidas Pandêmicas: A inflação é vista como um efeito da alta demanda impulsionada por juros baixos e injeção monetária durante a pandemia.
  • Impostos e Impacto em Produtividade: Tentativas de equilibrar contas via aumento de impostos podem impactar negativamente a produtividade e o custo de capital global.
  • Necessidade de Cortar Gastos: Campos Neto sugere que a solução para a instabilidade econômica é cortar gastos ao invés de aumentar impostos, para evitar impactos negativos maiores.

  • Rejeição do Banco Central: A aquisição do Banco Master pelo BRB foi rejeitada, frustrando a expansão estratégica do banco estatal.
  • Queda significativa nas ações: As ações do BRB (BSLI3/BSLI4) caíram mais de 10% após o anúncio da decisão do Banco Central.
  • Postura regulatória mais rígida: Analistas vêem a decisão como uma postura mais rigorosa do regulador, evitando potencial exposição ao risco com o Master.
  • Impacto estratégico sobre o BRB: Sem a aquisição, o BRB perde uma oportunidade de expansão rápida e enfrenta desafios para crescer no curto prazo.
  • Incertezas para o setor bancário: A decisão pode gerar cautela sobre aquisições de instituições em dificuldades, aumentando as barreiras regulatórias.

  • Busca por Investidores: Cosan e Shell estão ativamente em busca de novos investidores para a Raízen, gerando grande interesse no mercado.
  • Ações em Alta: Ações CSAN3 acumulam alta de 20% na semana, impulsionadas pelas negociações sobre a Raízen.
  • Propostas em Andamento: Suzano, Mitsubishi, BTG Pactual e Perfin estão entre os interessados, com uma disputa por aporte que pode chegar a R$ 10 bilhões.
  • Impacto para Investidores: A capitalização potencial pode reduzir riscos financeiros e desbloquear valor para a Cosan, alterando a percepção de investidores.
  • Expectativas Futuras: Volatilidade deve persistir até a confirmação da capitalização, com foco no avanço das propostas e parceria com Shell.

  • Volatilidade nos Próximos Meses: Economistas alertam para possível aumento na volatilidade dos mercados financeiros nos próximos seis meses, devido a conflitos entre Donald Trump e o Federal Reserve.
  • Desafios à Autoridade do Fed: Críticas persistentes de Trump ao Fed e tentativas de influenciar nomeações, como Stephen Miran, estão pressionando a confiança dos investidores na instituição.
  • Mudanças no Fomc: A composição do Federal Open Market Committee pode se tornar crucial, com mudanças previstas em fevereiro podendo desviar-se da "regra de Taylor".
  • Influência Política: Possibilidade de reformas na escolha dos presidentes dos bancos regionais do Fed, caso Trump aumente sua influência, está sendo considerada subvalorizada por analistas.
  • Impacto no Fed: Iniciativas do governo Trump são vistas como um potencial desmantelamento do Fed, ultrapassando questões de independência do banco central.

  • Data do Evento: The Town 2025 acontece nos dias 6, 7, 12, 13 e 14 de setembro em São Paulo.
  • Transmissão: Festival com transmissão ao vivo pelo Globoplay, Multishow, Canal Bis e TV Globo.
  • Artistas em Destaque: Inclui Travis Scott, Backstreet Boys, Green Day, Mariah Carey, Katy Perry, Ludmilla e Ivete Sangalo.
  • Serviços de Streaming: Globoplay oferece transmissão 4K Premium com sinal exclusivo para assinantes.
  • Dicas de Acesso: Opções para não assinantes incluem revezamento de sinal a cada 30 minutos.

  • Nova liderança e abordagem econômica: A chegada de Javier Milei ao governo argentino trouxe um choque econômico ortodoxo e liberalizante, após anos de políticas estatistas e intervencionistas.
  • Ajustes fiscais e impactos: O país saiu de um déficit primário de quase 2% do PIB para um superávit de 2%, impulsionado pela redução de subsídios e cortes na máquina estatal, melhorando expectativas econômicas.
  • Sinais de desinflação: A inflação mensal caiu de 25,5% para 3,7% em poucos meses, suportada pela valorização cambial, ajuste fiscal significativo e controle de emissão monetária.
  • Recuperação econômica inicial: Apesar de uma contração inicial, a economia mostra sinais de recuperação com melhorias no PIB e no mercado de trabalho, graças à confiança renovada em políticas mais previsíveis.
  • Desafios futuros e necessidades de ajuste: A Argentina ainda enfrenta obstáculos significativos, incluindo a necessidade de maxidesvalorização do peso para sustentar o reequilíbrio externo e aumentar reservas internacionais.

  • Cade exige notificação: Gol (GOLL54) e Azul (AZUL4) têm 30 dias para notificar o Cade sobre o acordo de codeshare.
  • Acordo em análise: Expansão de rotas compartilhadas está proibida até o Cade concluir a análise do acordo.
  • Consequências da falha de notificação: Suspensão imediata do negócio caso a notificação não ocorra no prazo, respeitando passagens já emitidas.
  • Critérios de avaliação: O conselheiro Carlos Jacques sugere que acordos de codeshare sejam submetidos a controle baseado em critérios como participação de aéreas, sobreposição de malhas e bilateralidade do acordo.
  • Foco em concorrência: O Cade vai analisar o mérito do contrato para verificar riscos de coordenação entre concorrentes, sem penalizações financeiras previstas neste momento.

  • Petrobras (PETR4) segue como a ação favorita para dividendos, com 11 indicações em setembro. Traders devem observar a assimetria favorável destacada pelo BTG Pactual, apesar do sentimento negativo em commodities.
  • Projeções Financeiras: Expectativa de produção no limite superior do guidance e redução de capex em 2026. Dividend yield anual projetado entre 10% e 11%, com o brent a US$ 83.
  • Ações da Vivo (VIVT3) receberam oito recomendações. Safra destaca um ambiente competitivo favorável e potencial desbloqueio de valor na transição de concessão para autorização.
  • Itaú Unibanco (ITUB4) e Itaúsa (ITSA4) dividem o terceiro lugar com sete indicações. Empiricus Research vê desconto na avaliação do Itaú, enquanto Terra Investimentos menciona oportunidade de valorização em Itaúsa.
  • Fatores a serem observados no próximo ano: Discussões sobre eleições de 2026 e licenças para perfuração na Margem Equatorial, que podem ser catalisadores para a Petrobras.

  • Conflito Trump e Fed: Tensões entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o Federal Reserve geram preocupações no mercado.
  • Influências políticas: Republicanos estão buscando proteger o Fed de influências políticas, incluindo as de Trump.
  • Volatilidade esperada: Investidores se preparam para uma possível volatilidade devido ao conflito.
  • Mudanças no Fed: Mudanças na composição do banco central podem impactar políticas futuras.
  • Estratégias de proteção: Traders devem considerar estratégias de proteção em meio a incertezas políticas e econômicas.

  • Banco do Brasil (BBAS3) enfrenta período turbulento: Lucros pressionados e recomendação neutra pelo Itaú BBA.
  • Revisões de estimativas para 2025 e 2026: Redução de 18% e 20% nos resultados projetados, com preço-alvo de R$ 23.
  • Risco elevado no agronegócio e inadimplência: 16% da carteira de créditos do setor em aberto, com renegociações evitando calotes de R$ 36 bilhões.
  • Projeções de provisões e crescimento reduzido: Previsão de R$ 56 bilhões em despesas de provisão e crescimento modesto da carteira de crédito.
  • Desempenho esperado para 2025 e 2026: Lucro líquido projetado de R$ 20,3 bilhões para 2025 e ROE de 12,2% para 2026.

  • Concessões de Ferrovias: O presidente da Vale, Gustavo Pimenta, afirmou que as negociações sobre a repactuação dos contratos de ferrovias com o governo não estão ligadas a novos investimentos da mineradora.
  • Divergências nas Negociações: Apesar do não consenso com a Agência Nacional de Transportes Terrestres e a União, os contratos prorrogados até 2057 permanecem vigentes.
  • Abertura ao Diálogo: Pimenta enfatizou que a Vale permanece aberta ao diálogo e comprometida com as bases gerais para a repactuação estabelecidas em 2024.
  • Possível Compra da Bamin: A possibilidade de a Vale adquirir a mineradora Bamin está sendo considerada, mas sem decisão concreta até agora, com critérios de rentabilidade e risco sendo avaliados.
  • Logística do Projeto Bamin: A Bamin enfrenta desafios logísticos significativos para expandir sua produção, incluindo a necessidade de completar a Fiol e o Porto Sul, essenciais para o projeto.

  • Investimento de R$ 67 bilhões: A Vale anunciou um investimento significativo em Minas Gerais para os próximos cinco anos, destinado à retomada e expansão das operações de mineração.
  • Retomada da mina de Capanema: O projeto receberá R$ 5,2 bilhões e adicionará 15 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, crucial para atingir o guidance de 340-360 milhões de toneladas em 2026.
  • Compromisso com segurança: A Vale reforça sua transformação pós-desastres de Mariana e Brumadinho, focando em operações de mineração mais seguras e sustentáveis.
  • Plano “Visão Vale 2030”: Envolve ampliar filtragem e empilhamento a seco, visando reduzir o uso de barragens a 20% nas operações em Minas Gerais.
  • Foco em redução de danos ambientais: Está em andamento um grande esforço para eliminar estruturas perigosas, com quase 60% concluído e investimentos de R$ 12 bilhões até agora.

  • Fusão Petz-Cobasi: O relator da fusão no Cade solicitou um estudo econômico detalhado sobre o mercado pet para embasar sua decisão.
  • Impacto da Concorrência: A análise incluirá a concorrência no varejo pet, tanto físico quanto online.
  • Decisão do Conselho: O resultado do estudo ajudará o Conselho a decidir sobre a fusão, impactando significativamente o mercado pet.
  • Relevância para Traders: Traders devem observar o processo, pois a decisão pode influenciar as ações de ambas as empresas.
  • Oportunidades de Mercado: Potenciais mudanças de mercado no setor pet podem criar oportunidades de investimento.

  • Reag Investimentos e Operação Carbono Oculto: Reag confirma aquisição de CDBs do Banco Master por fundos sob sua gestão, durante período investigado por suspeitas de ligações com crime organizado.
  • BC veta negócio BRB-Master: Banco Central barra compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB) devido a riscos, aumentando a pressão sobre o Master e seus credores.
  • Alegações de conformidade: A Reag alega que compras foram feitas segundo normas do Banco Central e descreve transações como regulares, destacando que seus fundos agem em nome de cotistas.
  • Impacto potencial para o mercado: O episódio levanta escrutínios sobre as negociações do Banco Master e da Reag, destacando a importância de separar os ruídos político-judiciais de potenciais impactos reais para investidores.
  • Contexto da investigação: Polícia Federal investiga conexões entre o mercado financeiro e o PCC, focando movimentações bilionárias, incluindo operações de CDBs do Master.

  • Saída do CEO da unidade Basic: Thiago Hering deixa a Azzas 2154 (AZZA3), impactando negativamente as ações, que caíram 2% no Ibovespa.
  • Reestruturação na gestão: Mudanças estruturais e profissionais na companhia visam sinergias pós-fusão com o grupo Soma, com impactos esperados até 2024.
  • Potencial de crescimento: A analista da Empiricus sugere que a Azzas pode crescer com sinergias e cross-selling, projetando R$ 1 bilhão em receita incremental até 2027.
  • Ponto de entrada atrativo: A Empiricus destaca AZZA3 como um investimento com valuation descontado, recomendando compra dado o potencial de valorização.
  • Recomendações adicionais da Empiricus: Ações AZZA3 listadas entre 5 oportunidades "fora do consenso" com potencial de alta; relatório especial disponível para investidores.

  • Bolsas dos EUA em alta: Principais índices sobem antes da divulgação do relatório de emprego (payroll) de amanhã.
  • Ibovespa tenta manter nível: Bolsa de valores brasileira avança e tenta se segurar nos 141 mil pontos.
  • Poucos ativos em queda: Movimento de alta predomina, com poucas ações registrando perdas significativas.
  • Atenção ao payroll: Dados econômicos do payroll nos EUA amanhã podem impactar os mercados globais.
  • Oportunidades de trading: Ambiente de alta e expectativa para dados futuros sugerem volatilidade e oportunidades.

  • Expectativa de Corte de Juros nos EUA: Mercados europeus fecham em alta, impulsionados pela perspectiva de redução de taxas pelo Federal Reserve.
  • Redução de Pressões nos Títulos: Diminuição das pressões no mercado de títulos apoia o movimento de alta nos índices europeus.
  • Ação do Federal Reserve: Traders devem monitorar de perto as mudanças na política do Fed, que podem impactar significativamente o mercado.
  • Impacto Positivo nos Índices: Com essa expectativa, os índices europeus registraram ganhos, refletindo otimismo no mercado financeiro.
  • Oportunidades de Investimento: A possível redução de juros representa oportunidades de trading em setores sensíveis às taxas de juros.

  • Expectativa de corte de juros pelo Fed: Dados de mercado de trabalho dos EUA podem influenciar um corte de juros pelo Federal Reserve.
  • Desaceleração nos Dados de Emprego: Indicadores como Jolts e ADP já mostram desaceleração; atenção ao payroll que pode sinalizar recessão se muito abaixo das expectativas.
  • Fed sinaliza corte em setembro: Jerome Powell já deu sinais de corte de 0,25 pontos percentuais, previsto para a próxima reunião.
  • Impacto no Mercado Brasileiro: Possível corte de juros e valuation atrativo da bolsa brasileira podem impulsionar alta nos índices.
  • Posicionamento para final do ano: Mudança de sensibilidade sobre juros e inflação é positiva para ativos de bolsa.

  • Ouro em alta histórica: O preço do ouro ultrapassou US$ 3.500 por onça, impulsionado por expectativas de cortes de juros pelo Federal Reserve e incertezas políticas nos EUA.
  • Aumento na demanda institucional: Bancos centrais estão ampliando reservas em ouro, sinalizando maior busca por diversificação e proteção contra riscos sistêmicos.
  • Declínio do dólar: A participação do dólar nas reservas internacionais caiu para 42%, reforçando o papel crescente do ouro como ativo de reserva global.
  • Prata em ascensão: Além do ouro, a prata também está valorizando, ultrapassando US$ 40 por onça, indicando potencial de alta futura.
  • Oportunidade nas mineradoras: Mineradoras operam com margens altas, mas suas ações estão subvalorizadas, sugerindo potencial para reavaliação e possível re-rating.

  • Regulamentação do Pix Parcelado: Banco Central lançará regras para padronizar taxas e segurança, permitindo parcelamento com liquidação imediata para lojistas.
  • Oportunidades e riscos: Modalidade pode reduzir custos e ampliar acesso ao crédito, mas o sucesso dependerá das taxas de juros e comportamento dos consumidores.
  • Comparação com cartões de crédito: Pix Parcelado permite pagamentos divididos sem saldo integral na conta, competindo com cartões, que oferecem milhas e cashback.
  • Impacto das taxas de juros: Padronização das taxas pode tornar o Pix Parcelado atraente para classes de renda mais baixa, enquanto classes altas continuam favorecendo cartões pelos benefícios.
  • Resposta do mercado: Enquanto a Mastercard enxerga positivamente, fintechs como 99Pay veem potencial de rápida adesão do Pix Parcelado se bem explicado ao consumidor, destacando a transparência nos custos.

  • Empregos nos EUA: Relatório ADP mostrou criação de vagas abaixo do esperado; pedidos de auxílio-desemprego acima das projeções, sugerindo possível corte de juros pelo Fed.
  • Mercados Globais: Otimismo nos mercados internacionais; Treasuries recuam e dólar se fortalece. Commodities em baixa com petróleo e ouro passando por realizações de lucros.
  • Ibovespa: Alta de 0,60% impulsionada pelo minério de ferro e perspectiva de corte de juros nos EUA. O dólar avança 0,19% refletindo riscos locais.
  • Destaques Ibovespa: Raízen e Cosan sobem com fim de joint venture com Femsa. BRB cai após veto do BC na aquisição do Banco Master.
  • Setores Específicos: Educacional em alta com Cogna e Yduqs. Petroleiras caem com baixa do Brent e WTI; Mineradoras e bancos têm desempenho divergente.

  • Manutenção de Cautela: Analistas do Itaú BBA recomendam cautela com as ações do Banco do Brasil (BBAS3) até 2027 devido a desafios na recuperação de lucros e rentabilidade.
  • Inadimplência no Agronegócio: Expectativa de melhora nos dados de inadimplência do agronegócio em 2026; entretanto, o custo do crédito permanece pressionado.
  • Provisões e Desafios com PMEs: Necessidade de aumentar provisões para PMEs e pessoas físicas em 2025, com foco em concessão de crédito mais conservadora.
  • Revisão de Projeções: Itaú BBA reduziu suas estimativas de lucro para o Banco do Brasil em 2025 e 2026 devido a menores margens financeiras e maior custo de risco.
  • Classificação e Preço-alvo: Classificação market perform (neutra) com preço-alvo de R$ 23 para 2026, representando uma alta de 13,4% sobre o preço atual.

  • Morgan Stanley eleva recomendação de SEER3 para "compra".
  • ANIMA3 teve sua recomendação reduzida para "neutro".
  • Reavaliação das estratégias de financiamento privado pelas companhias.
  • Foco das educacionais na geração de caixa aumenta interesse do mercado.
  • Goldman Sachs vê potencial em empresas educacionais e sugere compra para dois nomes específicos.

  • Banco Central pode começar cortes na Selic em 2026: Melhorias na inflação e expectativas ancoradas indicam potencial para flexibilização monetária.
  • Selic deve permanecer em 15% até 2025: Quadro fiscal adverso e ano eleitoral contribuem para atraso na flexibilização.
  • Cortes graduais da Selic a partir de janeiro de 2026: Daycoval projeta início com ajuste de 0,25 p.p., encerrando 2026 em 11,50%.
  • Projeções de inflação ajustadas: Previsão para 2025 reduzida para 4,9% devido à deflação de alimentos e câmbio favorável.
  • PIB e taxa de desemprego revisados: Crescimento do PIB ajustado para 2,1% em 2025 e desemprego revisado para 6% ao final deste ano.

  • Ibovespa renovou máxima intradiária: Às 13h15, alcançou 140.776,12 pontos, acumulando 17% de ganhos no ano.
  • Influência de Nova York: Bolsas americanas subiram com expectativa de corte de juros pelo Fed ainda este mês.
  • Mercado global de títulos: Yields das T-notes americanas caíram aos menores níveis desde 1° de maio, incentivando altas nas bolsas.
  • Movimento do dólar: Dólar apresentou leve alta de 0,31%, cotado a R$ 5,4696, em resposta a dados de emprego dos EUA.
  • Expectativa por dados de emprego: Dados fracos reforçam hipótese de corte de juros nos EUA; foco no payroll de amanhã.

  • Ações da Raízen (RAIZ4) subiram 3,15% após anunciar o fim da joint venture com a FEMSA, enquanto a Cosan (CSAN3) avançou 5,18%.
  • O desmembramento permite à Raízen focar na rede Shell; acordo ainda aguarda aprovação do Cade.
  • Bank of America sugere possível aumento de capital na Raízen, potencialmente atraindo novos investidores.
  • Raízen e Cosan se desfazem de ativos para redução de dívidas; Raízen vendeu duas usinas por R$ 1,5 bilhão.
  • Cosan tem sido procurada por investidores interessados, mas não há decisões ou compromissos firmados até o momento.

  • Decisão do Banco Central: O BC vetou a venda de parte do Banco Master ao BRB, destacando problemas de baixa liquidez nos ativos do Banco Master.
  • Impacto nos grandes bancos: As ações dos grandes bancos listados em bolsa apresentaram leves variações, com Bradesco (1,27%) e BTG Pactual (1,40%) em alta.
  • Rigor técnico do BC: A decisão foi vista como uma medida para reforçar a solidez do sistema bancário e afastar riscos sistêmicos.
  • Banco do Brasil sob pressão: A ação do Banco do Brasil caiu 0,79% devido a preocupações com sanções internacionais relacionadas à Lei Magnitsky.
  • Ajuste técnico no Itaú: A queda de 0,08% no Itaú foi atribuída a uma realização de lucros, sem impacto nos fundamentos do banco.
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